Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3903457 Português

Segundo a plataforma de checagem “Aos Fatos”, Jair Bolsonaro fez 1.383 declarações falsas e 1.221 declarações distorcidas sobre o coronavírus em seus quatro anos na Presidência. Um estudo que analisou 111 títulos de notícias de 2020, publicado na revista científica Journalism Practice, informa que “Em 60,36% dos casos, as falsidades ditas por Bolsonaro foram simplesmente reproduzidas nos títulos. Em 26,13% dos casos houve alguma contextualização, e apenas 13,51% das notícias tinha em seu título uma correção da fala do então presidente.”. Os autores do estudo dizem que “Escrever títulos apropriados é uma discussão ética fundamental em tempos de plataformização do jornalismo”, pois uma parcela do público acessa essas notícias em plataformas como redes sociais e aplicativos de mensagem, e uma parte nem abrirá os hiperlinks para ler a notícia completa. Isso é preocupante pois apenas fragmentos serão reunidos para formar a compreensão de um fato.



Dados encontrados em: https://latamjournalismreview.org/pt-br/articles/grandesmeios-brasileiros-tenderam-a-reproduzir-falsidades-ditas-por-bolsonaro-sobre-acovid-19-nos-titulos-das-noticias-concluiestudo/?fbclid=IwAR09XOwGg5PsV8gQSpR1Re0hYXNfqVtK3GIffpgP72OYZ0UQ15zMWs5vdE



Com base no exposto, pode-se afirmar corretamente que 

Alternativas
Q3903421 Português

Durante a limpeza do pátio, um grupo de estudantes passou fazendo brincadeiras com a funcionária Rosana. Mesmo assim, ela manteve a calma, continuou seu trabalho e respondeu com gentileza.

Essa atitude demonstra:  

Alternativas
Q3902967 Português
No trecho “governo do povo, pelo povo e para o povo”, observa-se o uso da figura de linguagem denominada: 
Alternativas
Q3902965 Português
No fragmento “não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo”, a repetição da expressão inicial tem como efeito de sentido: 
Alternativas
Q3902962 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Discurso de Gettysburg

(Abraham Lincoln, 1863 – trecho adaptado e traduzido para acessibilidade)


Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.


Estamos agora envolvidos numa grande guerra civil, testando se essa nação, ou qualquer outra assim concebida e dedicada, pode resistir por muito tempo. Estamos reunidos em um grande campo de batalha dessa guerra. Viemos consagrar uma parte desse solo como o repouso final daqueles que aqui deram suas vidas para que a nação pudesse viver. É justo e apropriado que façamos isso.


Mas, em um sentido mais amplo, não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo. Os bravos homens, vivos e mortos, que aqui lutaram, já o consagraram muito além de nosso pobre poder de acrescentar ou diminuir. O mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui, mas nunca poderá esquecer o que eles fizeram aqui.  


Cabe a nós, os vivos, estarmos aqui dedicados à grande tarefa que ainda permanece diante de nós: que desta terra honrada possamos tirar maior devoção à causa pela qual eles deram a última medida de dedicação; que possamos aqui firmemente resolver que estes mortos não terão morrido em vão; que esta nação, sob Deus, terá um novo nascimento de liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra. 

O trecho final — “o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra” — é um exemplo de:
Alternativas
Q3902961 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Discurso de Gettysburg

(Abraham Lincoln, 1863 – trecho adaptado e traduzido para acessibilidade)


Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.


Estamos agora envolvidos numa grande guerra civil, testando se essa nação, ou qualquer outra assim concebida e dedicada, pode resistir por muito tempo. Estamos reunidos em um grande campo de batalha dessa guerra. Viemos consagrar uma parte desse solo como o repouso final daqueles que aqui deram suas vidas para que a nação pudesse viver. É justo e apropriado que façamos isso.


Mas, em um sentido mais amplo, não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo. Os bravos homens, vivos e mortos, que aqui lutaram, já o consagraram muito além de nosso pobre poder de acrescentar ou diminuir. O mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui, mas nunca poderá esquecer o que eles fizeram aqui.  


Cabe a nós, os vivos, estarmos aqui dedicados à grande tarefa que ainda permanece diante de nós: que desta terra honrada possamos tirar maior devoção à causa pela qual eles deram a última medida de dedicação; que possamos aqui firmemente resolver que estes mortos não terão morrido em vão; que esta nação, sob Deus, terá um novo nascimento de liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra. 

A frase “estes mortos não terão morrido em vão” significa que: 
Alternativas
Q3902960 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Discurso de Gettysburg

(Abraham Lincoln, 1863 – trecho adaptado e traduzido para acessibilidade)


Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.


Estamos agora envolvidos numa grande guerra civil, testando se essa nação, ou qualquer outra assim concebida e dedicada, pode resistir por muito tempo. Estamos reunidos em um grande campo de batalha dessa guerra. Viemos consagrar uma parte desse solo como o repouso final daqueles que aqui deram suas vidas para que a nação pudesse viver. É justo e apropriado que façamos isso.


Mas, em um sentido mais amplo, não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo. Os bravos homens, vivos e mortos, que aqui lutaram, já o consagraram muito além de nosso pobre poder de acrescentar ou diminuir. O mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui, mas nunca poderá esquecer o que eles fizeram aqui.  


Cabe a nós, os vivos, estarmos aqui dedicados à grande tarefa que ainda permanece diante de nós: que desta terra honrada possamos tirar maior devoção à causa pela qual eles deram a última medida de dedicação; que possamos aqui firmemente resolver que estes mortos não terão morrido em vão; que esta nação, sob Deus, terá um novo nascimento de liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra. 

Quando Lincoln afirma que “o mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui”, ele pretende destacar:  
Alternativas
Q3902959 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Discurso de Gettysburg

(Abraham Lincoln, 1863 – trecho adaptado e traduzido para acessibilidade)


Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.


Estamos agora envolvidos numa grande guerra civil, testando se essa nação, ou qualquer outra assim concebida e dedicada, pode resistir por muito tempo. Estamos reunidos em um grande campo de batalha dessa guerra. Viemos consagrar uma parte desse solo como o repouso final daqueles que aqui deram suas vidas para que a nação pudesse viver. É justo e apropriado que façamos isso.


Mas, em um sentido mais amplo, não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo. Os bravos homens, vivos e mortos, que aqui lutaram, já o consagraram muito além de nosso pobre poder de acrescentar ou diminuir. O mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui, mas nunca poderá esquecer o que eles fizeram aqui.  


Cabe a nós, os vivos, estarmos aqui dedicados à grande tarefa que ainda permanece diante de nós: que desta terra honrada possamos tirar maior devoção à causa pela qual eles deram a última medida de dedicação; que possamos aqui firmemente resolver que estes mortos não terão morrido em vão; que esta nação, sob Deus, terá um novo nascimento de liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra. 

A expressão “todos os homens são criados iguais” remete a um valor fundamental defendido no texto, sendo este:
Alternativas
Q3902958 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Discurso de Gettysburg

(Abraham Lincoln, 1863 – trecho adaptado e traduzido para acessibilidade)


Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.


Estamos agora envolvidos numa grande guerra civil, testando se essa nação, ou qualquer outra assim concebida e dedicada, pode resistir por muito tempo. Estamos reunidos em um grande campo de batalha dessa guerra. Viemos consagrar uma parte desse solo como o repouso final daqueles que aqui deram suas vidas para que a nação pudesse viver. É justo e apropriado que façamos isso.


Mas, em um sentido mais amplo, não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo. Os bravos homens, vivos e mortos, que aqui lutaram, já o consagraram muito além de nosso pobre poder de acrescentar ou diminuir. O mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui, mas nunca poderá esquecer o que eles fizeram aqui.  


Cabe a nós, os vivos, estarmos aqui dedicados à grande tarefa que ainda permanece diante de nós: que desta terra honrada possamos tirar maior devoção à causa pela qual eles deram a última medida de dedicação; que possamos aqui firmemente resolver que estes mortos não terão morrido em vão; que esta nação, sob Deus, terá um novo nascimento de liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra. 

O discurso de Lincoln foi proferido durante a Guerra Civil dos Estados Unidos. A principal intenção do autor, ao falar naquele momento, era: 
Alternativas
Q3902919 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
 Conforme o texto, é possível inferir que:
Alternativas
Q3902918 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
 De acordo com o texto:
Alternativas
Q3902468 Português
“O racismo, enquanto pseudociência, busca legitimar a produção de privilégios simbólicos e materiais para a supremacia branca que o engendrou. São esses privilégios que determinam a permanência e a reprodução do racismo enquanto instrumento de dominação, exploração e, mais contemporaneamente, de exclusão social em detrimento de toda evidência científica que invalida qualquer sustentação para o conceito de raça.”

CARNEIRO, Sueli. Dispositivo de racialidade: a construção do outro como não ser como fundamento do ser. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 2023. (Adaptado).

Sobre a citação anterior, é correto afirmar que
Alternativas
Q3902429 Português
Leia com atenção a passagem a seguir.

“Moradores de Juazeiro do Norte, no interior do Ceará, sofrem com transtornos das fortes chuvas ocorridas durante a madrugada desta terça-feira (21/1). Conforme a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), houve chuva de 120 milímetros no município. No bairro Lagoa Seca, um dos mais afetados, a água subiu mais de um metro de altura, deixando carros submersos. A lagoa da região transbordou, alagando dezenas de casas e estabelecimentos comerciais da região. O trânsito foi interditado. População disse que, toda vez que chove, a lagoa transborda e invade a Avenida Plácido Aderaldo Castelo. Na Avenida Padre Cícero, em poucos minutos de chuva, a água transformou a via em um rio. Alguns carros apresentaram problemas mecânicos e, para seguir caminho, alguns motociclistas utilizam a ciclovia.

Redação G1 CE. Carro fica submerso após forte chuva em Juazeiro do Norte. G1, 21 jan. 2025.

Com base no texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3902154 Português
“Na era da inteligência artificial, não podemos esquecer que a poesia e o amor são necessários para salvar o humano. O que nenhum algoritmo conseguirá abarcar é, por exemplo, aquele momento de infância que se recorda com ternura e que continua a acontecer em todos os cantos do planeta, mesmo com o passar dos anos. Todos estes pequenos pormenores, o ordinárioextraordinário, nunca poderão estar entre os algoritmos”.

PAPA FRANCISCO. Dilexit nos. Vaticano: Livraria Editora Vaticana, 2024., §20.

Na sua última encíclica, o argentino Jorge Mario Bergoglio, ao exortar seus fiéis sobre a inteligência artificial, apresenta a dignidade da inteligência humana
Alternativas
Q3899363 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas há milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
Analise as assertivas a seguir sobre os valores semânticos das palavras e expressões utilizadas no texto:

(__)- “Resiliência” tem sua significância atrelada à “residência”;
(__)- “Capacidade” é antônimo de “condição”;
(__)- Em “depósitos de cinzas”, ao alterarmos para “depósitos cinzentos” teremos o mesmo valor semântico;
(__)- “Singulares” é sinônimo de “únicas”.

Levando-se em consideração que (V) significa Verdadeiro e (F) significa Falso, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os parênteses acima:
Alternativas
Q3899362 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas há milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
Ao analisar a cadeia linguística aplicada no texto e sua composição estrutural, é possível identificar características composicionais específicas. Tendo isso em vista, analise as informações contidas nas assertivas abaixo:

I- A linguagem predominante é denotativa;
II- O texto foi escrito com a intenção de persuadir o leitor, contendo, assim, dados estatísticos confiáveis;
III- A referência espacial está explícita no texto;
IV- A expressão “chaminés de fada” é uma metáfora, referindo-se ao formato das estruturas geológicas da região.

Dos itens acima:
Alternativas
Q3897979 Português
As emoções também passam pelo estômago, revela estudo inédito


Pesquisa captou o “diálogo” entre o cérebro e o aparelho digestivo, fornecendo pistas
mensuráveis sobre o impacto do estresse e da ansiedade no corpo


   Quantos de vocês já sentiram dor de barriga em uma semana estressante? Ou passaram dias sem conseguir ir ao banheiro antes de uma prova, de uma reunião ou de um encontro importante? Talvez até o contrário: precisaram correr para o banheiro justamente por estarem ansiosos? Essa ligação entre emoções e corpo é tão comum e fisiológica que praticamente todo mundo já passou por experiências do tipo. O que muitas vezes não se percebe é que há ciência por trás desses episódios – eles não são fruto de coincidência nem de simples “mania”.

   Esse entendimento começou a ganhar força quando os pesquisadores descobriram que trilhões de bactérias que vivem em nosso intestino – a microbiota – produzem substâncias que afetam diretamente o humor e a cognição. O que acontece nessa “amizade colorida”, denominada eixo intestino-cérebro, pode ajudar a determinar se nos sentimos mais deprimidos, ansiosos ou bem-dispostos.

   No dia a dia, costumamos associar o estômago e o intestino ao nervosismo e à ansiedade – basta lembrar de frases como “fiquei com um nó no estômago” ou “deu frio na barriga”. Mas, até agora, quase não havia estudos científicos investigando mais profundamente essa conexão.

  Uma pesquisa recém-publicada na Nature Mental Health amplia essa história ao apurar como essa sensação subjetiva lá na barriga está envolvida nas emoções e se traduz através de medidas objetivas na conversa entre o intestino e o cérebro. O trabalho foi liderado pela pesquisadora Leah Banellis, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca. Para investigar o papel do sistema digestivo nessa engrenagem, ela e seus colegas analisaram 243 voluntários.

  Cada participante passou por uma bateria de testes: registros da atividade elétrica do estômago por meio do eletrogastrograma, sessões de ressonância magnética funcional para mapear a atividade cerebral e questionários detalhados sobre saúde mental e emoções. Em seguida, todas essas informações foram cruzadas com a ajuda de técnicas avançadas de aprendizado de máquina, o que permitiu aos cientistas encontrar padrões até então invisíveis.

  O que essa pesquisa encontrou foi inédito: existe um acoplamento entre os ritmos elétricos do estômago e os padrões de atividade do cérebro. Em outras palavras, os dois órgãos “conversam” em termos de ritmo. E aí vem a surpresa: quanto mais forte essa coordenação, piores eram os indicadores de saúde mental.

   Mas como assim “piores”? Não aprendemos que, ao estar em sintonia com o corpo – a respiração e os batimentos cardíacos em ordem –, ganhamos recursos para regular as emoções e nos sentirmos mais saudáveis? Pois, no caso do estômago, os cientistas observaram o contrário. Pessoas cujo cérebro estava mais sincronizado com as ondas estomacais (que acontecem a cada 20 segundos, mesmo sem comida envolvida) relataram mais sintomas de ansiedade, depressão, estresse e fadiga. Já aqueles com comunicação mais fraca apresentaram maior bem-estar e qualidade de vida. Um paradoxo instigante: nem sempre mais diálogo entre corpo e cérebro significa um resultado melhor.

   Não se trata, exatamente, de o estômago “causar” ansiedade ou depressão. O que os dados sugerem é que o padrão de comunicação entre estômago e cérebro pode influenciar – para mais ou para menos – como sentimos nossas emoções. Se essa linha de pesquisa se confirmar (na ciência, tudo depende de vários estudos replicando os mesmos achados), tal sincronia poderá servir como um biomarcador objetivo de saúde mental. Isso significaria que, além da descrição subjetiva dos sintomas, psicólogos e médicos poderiam contar com uma medida fisiológica, obtida por aparelhos relativamente simples. O caminho abriria possibilidades tanto para diagnósticos mais precisos quanto para intervenções inovadoras – de medicamentos e alimentos que modulam o ritmo gástrico a dispositivos capazes de estimular ou regular essa comunicação. O estudo de Lenah Banellis é apenas um entre muitos projetos fascinantes do Center of Functionally Integrative Neuroscience.


(Por Ilana Pinsky. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/mens-sana. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
O trecho “Um paradoxo instigante: nem sempre mais diálogo entre corpo e cérebro significa um resultado melhor.” (7º§) foi construído a partir de uma ideia de:
Alternativas
Q3897977 Português
As emoções também passam pelo estômago, revela estudo inédito


Pesquisa captou o “diálogo” entre o cérebro e o aparelho digestivo, fornecendo pistas
mensuráveis sobre o impacto do estresse e da ansiedade no corpo


   Quantos de vocês já sentiram dor de barriga em uma semana estressante? Ou passaram dias sem conseguir ir ao banheiro antes de uma prova, de uma reunião ou de um encontro importante? Talvez até o contrário: precisaram correr para o banheiro justamente por estarem ansiosos? Essa ligação entre emoções e corpo é tão comum e fisiológica que praticamente todo mundo já passou por experiências do tipo. O que muitas vezes não se percebe é que há ciência por trás desses episódios – eles não são fruto de coincidência nem de simples “mania”.

   Esse entendimento começou a ganhar força quando os pesquisadores descobriram que trilhões de bactérias que vivem em nosso intestino – a microbiota – produzem substâncias que afetam diretamente o humor e a cognição. O que acontece nessa “amizade colorida”, denominada eixo intestino-cérebro, pode ajudar a determinar se nos sentimos mais deprimidos, ansiosos ou bem-dispostos.

   No dia a dia, costumamos associar o estômago e o intestino ao nervosismo e à ansiedade – basta lembrar de frases como “fiquei com um nó no estômago” ou “deu frio na barriga”. Mas, até agora, quase não havia estudos científicos investigando mais profundamente essa conexão.

  Uma pesquisa recém-publicada na Nature Mental Health amplia essa história ao apurar como essa sensação subjetiva lá na barriga está envolvida nas emoções e se traduz através de medidas objetivas na conversa entre o intestino e o cérebro. O trabalho foi liderado pela pesquisadora Leah Banellis, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca. Para investigar o papel do sistema digestivo nessa engrenagem, ela e seus colegas analisaram 243 voluntários.

  Cada participante passou por uma bateria de testes: registros da atividade elétrica do estômago por meio do eletrogastrograma, sessões de ressonância magnética funcional para mapear a atividade cerebral e questionários detalhados sobre saúde mental e emoções. Em seguida, todas essas informações foram cruzadas com a ajuda de técnicas avançadas de aprendizado de máquina, o que permitiu aos cientistas encontrar padrões até então invisíveis.

  O que essa pesquisa encontrou foi inédito: existe um acoplamento entre os ritmos elétricos do estômago e os padrões de atividade do cérebro. Em outras palavras, os dois órgãos “conversam” em termos de ritmo. E aí vem a surpresa: quanto mais forte essa coordenação, piores eram os indicadores de saúde mental.

   Mas como assim “piores”? Não aprendemos que, ao estar em sintonia com o corpo – a respiração e os batimentos cardíacos em ordem –, ganhamos recursos para regular as emoções e nos sentirmos mais saudáveis? Pois, no caso do estômago, os cientistas observaram o contrário. Pessoas cujo cérebro estava mais sincronizado com as ondas estomacais (que acontecem a cada 20 segundos, mesmo sem comida envolvida) relataram mais sintomas de ansiedade, depressão, estresse e fadiga. Já aqueles com comunicação mais fraca apresentaram maior bem-estar e qualidade de vida. Um paradoxo instigante: nem sempre mais diálogo entre corpo e cérebro significa um resultado melhor.

   Não se trata, exatamente, de o estômago “causar” ansiedade ou depressão. O que os dados sugerem é que o padrão de comunicação entre estômago e cérebro pode influenciar – para mais ou para menos – como sentimos nossas emoções. Se essa linha de pesquisa se confirmar (na ciência, tudo depende de vários estudos replicando os mesmos achados), tal sincronia poderá servir como um biomarcador objetivo de saúde mental. Isso significaria que, além da descrição subjetiva dos sintomas, psicólogos e médicos poderiam contar com uma medida fisiológica, obtida por aparelhos relativamente simples. O caminho abriria possibilidades tanto para diagnósticos mais precisos quanto para intervenções inovadoras – de medicamentos e alimentos que modulam o ritmo gástrico a dispositivos capazes de estimular ou regular essa comunicação. O estudo de Lenah Banellis é apenas um entre muitos projetos fascinantes do Center of Functionally Integrative Neuroscience.


(Por Ilana Pinsky. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/mens-sana. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
A autora iniciou o texto com indagações. Diante de tal recurso, pode-se afirmar que sua intenção foi:
Alternativas
Q3897556 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

A importância do controle interno nas organizações [1] Em um cenário corporativo cada vez mais complexo e regulamentado, a eficácia do controle interno deixou de ser um mero diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência. Muitas organizações, infelizmente, só percebem sua relevância após a ocorrência de fraudes significativas ou perdas financeiras substanciais. O controle interno não deve ser visto como um entrave burocrático, mas sim como um conjunto de mecanismos essenciais que asseguram a integridade da informação, a conformidade com leis e regulamentos e a eficiência operacional. [2] A implementação de um sistema robusto de controle interno perpassa todas as áreas da empresa, desde o chão de fábrica até a alta administração. Ele é, em essência, o sistema nervoso central da governança corporativa. Quando bem estruturado, ele mitiga riscos, protege os ativos da companhia e fornece aos gestores informações fidedignas para a tomada de decisão. Isso é crucial, pois decisões baseadas em dados imprecisos podem levar a organização a caminhos desastrosos. [3] Além disso, o controle interno fortalece a confiança dos stakeholders – acionistas, investidores, clientes e fornecedores. Uma empresa que demonstra possuir processos transparentes e auditáveis sinaliza ao mercado que sua gestão é séria e comprometida com a ética. A ausência desses controles, por outro lado, gera incertezas e pode afugentar investimentos essenciais. [4] Portanto, investir em controle interno não é um custo, mas um investimento estratégico. Assegurar que os processos estejam alinhados aos objetivos da organização e que existam "guardiões" desses processos é fundamental. A tecnologia, hoje, surge como uma aliada indispensável, automatizando verificações e permitindo auditorias mais ágeis e profundas. Não se trata de engessar a empresa, mas de garantir que ela possa crescer de forma sustentável e segura. (Fonte: Adaptado de "A importância do controle interno nas organizações", por José Ricardo Noronha. Publicado no portal Administradores.com.)
Identifique o tipo de discurso utilizado na frase 'ele é, em essência, o sistema nervoso central da governança corporativa.' no contexto do texto estudado.
Alternativas
Q3897555 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

A importância do controle interno nas organizações [1] Em um cenário corporativo cada vez mais complexo e regulamentado, a eficácia do controle interno deixou de ser um mero diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência. Muitas organizações, infelizmente, só percebem sua relevância após a ocorrência de fraudes significativas ou perdas financeiras substanciais. O controle interno não deve ser visto como um entrave burocrático, mas sim como um conjunto de mecanismos essenciais que asseguram a integridade da informação, a conformidade com leis e regulamentos e a eficiência operacional. [2] A implementação de um sistema robusto de controle interno perpassa todas as áreas da empresa, desde o chão de fábrica até a alta administração. Ele é, em essência, o sistema nervoso central da governança corporativa. Quando bem estruturado, ele mitiga riscos, protege os ativos da companhia e fornece aos gestores informações fidedignas para a tomada de decisão. Isso é crucial, pois decisões baseadas em dados imprecisos podem levar a organização a caminhos desastrosos. [3] Além disso, o controle interno fortalece a confiança dos stakeholders – acionistas, investidores, clientes e fornecedores. Uma empresa que demonstra possuir processos transparentes e auditáveis sinaliza ao mercado que sua gestão é séria e comprometida com a ética. A ausência desses controles, por outro lado, gera incertezas e pode afugentar investimentos essenciais. [4] Portanto, investir em controle interno não é um custo, mas um investimento estratégico. Assegurar que os processos estejam alinhados aos objetivos da organização e que existam "guardiões" desses processos é fundamental. A tecnologia, hoje, surge como uma aliada indispensável, automatizando verificações e permitindo auditorias mais ágeis e profundas. Não se trata de engessar a empresa, mas de garantir que ela possa crescer de forma sustentável e segura. (Fonte: Adaptado de "A importância do controle interno nas organizações", por José Ricardo Noronha. Publicado no portal Administradores.com.)
Qual é a principal função do controle interno nas organizações segundo o texto?
Alternativas
Respostas
6381: B
6382: D
6383: D
6384: B
6385: C
6386: B
6387: A
6388: B
6389: C
6390: C
6391: D
6392: A
6393: A
6394: A
6395: A
6396: D
6397: B
6398: C
6399: B
6400: B