Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q1713749 Português

Considere o seguinte texto para responder à próxima questão.



Ou isto ou aquilo: (Cecília Meireles).


Ou se tem chuva e não se tem sol,

ou se tem sol e não se tem chuva!


Ou se calça a luva e não se põe o anel,

ou se põe o anel e não se calça a luva!


Quem sobe nos ares não fica no chão,

quem fica no chão não sobe nos ares.


É uma grande pena que não se possa

estar ao mesmo tempo nos dois lugares!


Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,

ou compro o doce e gasto o dinheiro.


Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…

e vivo escolhendo o dia inteiro!


Não sei se brinco, não sei se estudo,

se saio correndo ou fico tranquilo.


Mas não consegui entender ainda

qual é melhor: se é isto ou aquilo.


Quanto ao poema, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1713728 Português
Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?


Manter um bom nível de comunicação dentro das empresas é de primordial importância para o andamento do trabalho. Uma boa comunicação com as chefias é também essencial para que o profissional possa dar o seu melhor, assim como entender o que lhe é requisitado. Porém, uma palavra, de apenas três sílabas, na frase anterior, é o que pode colocar tudo a perder, ou a ganhar: entender.

O entendimento humano passa pelo processo de comunicação, todavia quando existem ruídos entre o emissor e receptor, a mensagem não é transmitida, ou pior, ela é entendida de maneira errada. E isso vem acontecendo muito ainda no patamar das empresas nacionais, que, por não prezarem a área de comunicação ou mesmo a qualificação de seus gestores, acabam pecando na maneira de informar seus colaboradores.

Muitas vezes, os chefes são pessoas que não reconhecem sua falha na comunicação e, assim, vão tocando o negócio sem priorizar esse bem, achando que o erro está em seu subordinado. Normalmente, quem não está preparado para este cargo, que requer o poder de comunicar, não ouve o que seus funcionários têm a dizer e, ainda, julga estar sempre com a razão. Isso acontece pelo desconhecimento que os chefes têm do poder da comunicação no ambiente empresarial.

Em uma organização, é preciso deixar claro quem são os líderes, e estes precisam deixar mais claro ainda para seus colaboradores que estão ali para guiar, orientar e apoiar. Os chefes devem entender que a comunicação em suas empresas, além de necessária, é um exercício de gentileza e respeito, por isso, não é só mandar, mas liderar de forma ampla, envolvendo e cativando os colaboradores de uma organização. E nada melhor para isso do que o uso devido da comunicação.


(TENHO doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem? Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: https://bit.ly/3j3MyZD. Acesso em: mar 2020) 
Leia o texto 'Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. No trecho “E nada melhor para isso [liderar de forma ampla] do que o uso devido da comunicação” está implícito que os chefes não conseguem comunicar-se efetivamente com seus colaboradores pela falta de empatia.

II. Uma das ideias presentes no texto é a de que a dificuldade de conquistar um emprego no setor privado tem levado muitos jovens a buscarem novas maneiras de obter qualificação, como os programas de mestrado e/ou doutorado.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713727 Português
Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?


Manter um bom nível de comunicação dentro das empresas é de primordial importância para o andamento do trabalho. Uma boa comunicação com as chefias é também essencial para que o profissional possa dar o seu melhor, assim como entender o que lhe é requisitado. Porém, uma palavra, de apenas três sílabas, na frase anterior, é o que pode colocar tudo a perder, ou a ganhar: entender.

O entendimento humano passa pelo processo de comunicação, todavia quando existem ruídos entre o emissor e receptor, a mensagem não é transmitida, ou pior, ela é entendida de maneira errada. E isso vem acontecendo muito ainda no patamar das empresas nacionais, que, por não prezarem a área de comunicação ou mesmo a qualificação de seus gestores, acabam pecando na maneira de informar seus colaboradores.

Muitas vezes, os chefes são pessoas que não reconhecem sua falha na comunicação e, assim, vão tocando o negócio sem priorizar esse bem, achando que o erro está em seu subordinado. Normalmente, quem não está preparado para este cargo, que requer o poder de comunicar, não ouve o que seus funcionários têm a dizer e, ainda, julga estar sempre com a razão. Isso acontece pelo desconhecimento que os chefes têm do poder da comunicação no ambiente empresarial.

Em uma organização, é preciso deixar claro quem são os líderes, e estes precisam deixar mais claro ainda para seus colaboradores que estão ali para guiar, orientar e apoiar. Os chefes devem entender que a comunicação em suas empresas, além de necessária, é um exercício de gentileza e respeito, por isso, não é só mandar, mas liderar de forma ampla, envolvendo e cativando os colaboradores de uma organização. E nada melhor para isso do que o uso devido da comunicação.


(TENHO doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem? Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: https://bit.ly/3j3MyZD. Acesso em: mar 2020) 
Leia o texto 'Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O tema principal do texto é a dicotomia existente entre a linguagem adotada por crianças e jovens em comparação com o vocabulário dos idosos, a qual gera frequentes problemas de entendimento entre essas diferentes gerações.

II. A partir das informações do texto, é possível inferir que apenas é possível obter um diploma de doutorado se o estudante possuir um profundo conhecimento teórico sobre a língua e a cultura dos países europeus.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713726 Português
Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?


Manter um bom nível de comunicação dentro das empresas é de primordial importância para o andamento do trabalho. Uma boa comunicação com as chefias é também essencial para que o profissional possa dar o seu melhor, assim como entender o que lhe é requisitado. Porém, uma palavra, de apenas três sílabas, na frase anterior, é o que pode colocar tudo a perder, ou a ganhar: entender.

O entendimento humano passa pelo processo de comunicação, todavia quando existem ruídos entre o emissor e receptor, a mensagem não é transmitida, ou pior, ela é entendida de maneira errada. E isso vem acontecendo muito ainda no patamar das empresas nacionais, que, por não prezarem a área de comunicação ou mesmo a qualificação de seus gestores, acabam pecando na maneira de informar seus colaboradores.

Muitas vezes, os chefes são pessoas que não reconhecem sua falha na comunicação e, assim, vão tocando o negócio sem priorizar esse bem, achando que o erro está em seu subordinado. Normalmente, quem não está preparado para este cargo, que requer o poder de comunicar, não ouve o que seus funcionários têm a dizer e, ainda, julga estar sempre com a razão. Isso acontece pelo desconhecimento que os chefes têm do poder da comunicação no ambiente empresarial.

Em uma organização, é preciso deixar claro quem são os líderes, e estes precisam deixar mais claro ainda para seus colaboradores que estão ali para guiar, orientar e apoiar. Os chefes devem entender que a comunicação em suas empresas, além de necessária, é um exercício de gentileza e respeito, por isso, não é só mandar, mas liderar de forma ampla, envolvendo e cativando os colaboradores de uma organização. E nada melhor para isso do que o uso devido da comunicação.


(TENHO doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem? Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: https://bit.ly/3j3MyZD. Acesso em: mar 2020) 
Leia o texto 'Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Pode-se inferir do texto que o chefe lança a culpa do equívoco na comunicação aos subordinados, pois não reconhece sua própria falha ao interagir. Essa atitude revela despreparo para a função de liderança e desconhecimento do poder da comunicação no ambiente empresarial.

II. Está comprovado no texto que os subordinados é que são culpados por não conseguirem entender os comandos de seus líderes. Como não priorizam a área de comunicação ou mesmo a qualificação de seus colaboradores, as empresas nacionais perdem muito ao não praticarem a efetiva comunicação.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713725 Português
Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?


Manter um bom nível de comunicação dentro das empresas é de primordial importância para o andamento do trabalho. Uma boa comunicação com as chefias é também essencial para que o profissional possa dar o seu melhor, assim como entender o que lhe é requisitado. Porém, uma palavra, de apenas três sílabas, na frase anterior, é o que pode colocar tudo a perder, ou a ganhar: entender.

O entendimento humano passa pelo processo de comunicação, todavia quando existem ruídos entre o emissor e receptor, a mensagem não é transmitida, ou pior, ela é entendida de maneira errada. E isso vem acontecendo muito ainda no patamar das empresas nacionais, que, por não prezarem a área de comunicação ou mesmo a qualificação de seus gestores, acabam pecando na maneira de informar seus colaboradores.

Muitas vezes, os chefes são pessoas que não reconhecem sua falha na comunicação e, assim, vão tocando o negócio sem priorizar esse bem, achando que o erro está em seu subordinado. Normalmente, quem não está preparado para este cargo, que requer o poder de comunicar, não ouve o que seus funcionários têm a dizer e, ainda, julga estar sempre com a razão. Isso acontece pelo desconhecimento que os chefes têm do poder da comunicação no ambiente empresarial.

Em uma organização, é preciso deixar claro quem são os líderes, e estes precisam deixar mais claro ainda para seus colaboradores que estão ali para guiar, orientar e apoiar. Os chefes devem entender que a comunicação em suas empresas, além de necessária, é um exercício de gentileza e respeito, por isso, não é só mandar, mas liderar de forma ampla, envolvendo e cativando os colaboradores de uma organização. E nada melhor para isso do que o uso devido da comunicação.


(TENHO doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem? Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: https://bit.ly/3j3MyZD. Acesso em: mar 2020) 
Leia o texto 'Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O texto mostra que se houver “ruídos” durante a comunicação (na relação entre quem “fala/escreve” e quem “ouve/lê”), podem acontecer equívocos que chegam a comprometer a mensagem. Este é um problema que atinge o patamar das empresas nacionais.

II. No texto, pode-se perceber a ideia de que os investimentos governamentais em programas de formação científica, como os cursos de doutorado, têm contribuído para colocar o Brasil em uma posição de destaque entre os países que mundialmente são referência em novas tecnologias.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713724 Português
Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?


Manter um bom nível de comunicação dentro das empresas é de primordial importância para o andamento do trabalho. Uma boa comunicação com as chefias é também essencial para que o profissional possa dar o seu melhor, assim como entender o que lhe é requisitado. Porém, uma palavra, de apenas três sílabas, na frase anterior, é o que pode colocar tudo a perder, ou a ganhar: entender.

O entendimento humano passa pelo processo de comunicação, todavia quando existem ruídos entre o emissor e receptor, a mensagem não é transmitida, ou pior, ela é entendida de maneira errada. E isso vem acontecendo muito ainda no patamar das empresas nacionais, que, por não prezarem a área de comunicação ou mesmo a qualificação de seus gestores, acabam pecando na maneira de informar seus colaboradores.

Muitas vezes, os chefes são pessoas que não reconhecem sua falha na comunicação e, assim, vão tocando o negócio sem priorizar esse bem, achando que o erro está em seu subordinado. Normalmente, quem não está preparado para este cargo, que requer o poder de comunicar, não ouve o que seus funcionários têm a dizer e, ainda, julga estar sempre com a razão. Isso acontece pelo desconhecimento que os chefes têm do poder da comunicação no ambiente empresarial.

Em uma organização, é preciso deixar claro quem são os líderes, e estes precisam deixar mais claro ainda para seus colaboradores que estão ali para guiar, orientar e apoiar. Os chefes devem entender que a comunicação em suas empresas, além de necessária, é um exercício de gentileza e respeito, por isso, não é só mandar, mas liderar de forma ampla, envolvendo e cativando os colaboradores de uma organização. E nada melhor para isso do que o uso devido da comunicação.


(TENHO doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem? Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: https://bit.ly/3j3MyZD. Acesso em: mar 2020) 
Leia o texto 'Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. É possível deduzir, a partir do texto, que, mesmo estando em uma posição hierárquica superior, a efetiva comunicação não depende somente dos líderes, isto é, como os comandos partem de uma relação horizontal, os colaboradores também precisam ter o poder de comunicar.

II. O texto atribui certa responsabilidade à figura do chefe (líder) pelo uso devido da comunicação, visto que ele é o responsável por guiar, orientar e apoiar seus colaboradores.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713488 Português
TEXTO I
EU VEJO UMA GRAVURA

Eu vejo uma gravura
grande e rasa.
No primeiro plano
Uma casa.
À direita da casa
outra casa.
À esquerda da casa
outra casa.
Lá no fundo da casa outra casa.
Em frente da casa
uma vala:
onde escorre a lama
doutra casa.

E no chão da casa
outra vala:
onde escorre o esgoto
doutra casa.
Esta casa que eu vejo
não se casa
com o que chamamos
uma casa.
Pois as paredes são
Esburacadas
onde passam aranhas
e baratas.

E os telhados são
folhas de zinco.
E podem cair
a qualquer vento.
E matar a mulher
que mora dentro.
E matar a criança
que está dentro
da mulher que mora
nessa casa.
Ou da mulher que mora
noutra casa.

É preciso pintar
outra gravura
com casas de argamassa
na paisagem.

Crianças cantando
a segurança
da vida construída
à sua imagem.

JOANA EM FLOR, Reynaldo Jardim.
Pode-se perceber ao longo do poema a recorrência do vocábulo “outra”; essa repetição, nesse poema Eu Vejo uma Gravura, contribui para criar uma imagem de:
Alternativas
Q1713487 Português
TEXTO I
EU VEJO UMA GRAVURA

Eu vejo uma gravura
grande e rasa.
No primeiro plano
Uma casa.
À direita da casa
outra casa.
À esquerda da casa
outra casa.
Lá no fundo da casa outra casa.
Em frente da casa
uma vala:
onde escorre a lama
doutra casa.

E no chão da casa
outra vala:
onde escorre o esgoto
doutra casa.
Esta casa que eu vejo
não se casa
com o que chamamos
uma casa.
Pois as paredes são
Esburacadas
onde passam aranhas
e baratas.

E os telhados são
folhas de zinco.
E podem cair
a qualquer vento.
E matar a mulher
que mora dentro.
E matar a criança
que está dentro
da mulher que mora
nessa casa.
Ou da mulher que mora
noutra casa.

É preciso pintar
outra gravura
com casas de argamassa
na paisagem.

Crianças cantando
a segurança
da vida construída
à sua imagem.

JOANA EM FLOR, Reynaldo Jardim.
Dentre as diversas estratégias discursivas, pode-se destacar o uso de conectivos lógicos para estabelecer a coesão e a coerência do texto, promovendo, dentre outras funções, a progressão textual. Nos versos “Esta casa que eu vejo / não se casa / com o que chamamos / uma casa. / Pois as paredes são / Esburacadas / onde passam aranhas / e baratas.”, encontra-se um exemplo desse mecanismo de coesão com o uso de uma conjunção. Trata-se do vocábulo:
Alternativas
Q1713486 Português
TEXTO I
EU VEJO UMA GRAVURA

Eu vejo uma gravura
grande e rasa.
No primeiro plano
Uma casa.
À direita da casa
outra casa.
À esquerda da casa
outra casa.
Lá no fundo da casa outra casa.
Em frente da casa
uma vala:
onde escorre a lama
doutra casa.

E no chão da casa
outra vala:
onde escorre o esgoto
doutra casa.
Esta casa que eu vejo
não se casa
com o que chamamos
uma casa.
Pois as paredes são
Esburacadas
onde passam aranhas
e baratas.

E os telhados são
folhas de zinco.
E podem cair
a qualquer vento.
E matar a mulher
que mora dentro.
E matar a criança
que está dentro
da mulher que mora
nessa casa.
Ou da mulher que mora
noutra casa.

É preciso pintar
outra gravura
com casas de argamassa
na paisagem.

Crianças cantando
a segurança
da vida construída
à sua imagem.

JOANA EM FLOR, Reynaldo Jardim.
A linguagem do poema organiza-se de forma a chamar a atenção sobre si. Para esse fim, as figuras de linguagem cumprem um papel importante. Na 1ª estrofe, sobressai uma delas, que está corretamente indicada na opção:
Alternativas
Q1713485 Português
TEXTO I
EU VEJO UMA GRAVURA

Eu vejo uma gravura
grande e rasa.
No primeiro plano
Uma casa.
À direita da casa
outra casa.
À esquerda da casa
outra casa.
Lá no fundo da casa outra casa.
Em frente da casa
uma vala:
onde escorre a lama
doutra casa.

E no chão da casa
outra vala:
onde escorre o esgoto
doutra casa.
Esta casa que eu vejo
não se casa
com o que chamamos
uma casa.
Pois as paredes são
Esburacadas
onde passam aranhas
e baratas.

E os telhados são
folhas de zinco.
E podem cair
a qualquer vento.
E matar a mulher
que mora dentro.
E matar a criança
que está dentro
da mulher que mora
nessa casa.
Ou da mulher que mora
noutra casa.

É preciso pintar
outra gravura
com casas de argamassa
na paisagem.

Crianças cantando
a segurança
da vida construída
à sua imagem.

JOANA EM FLOR, Reynaldo Jardim.
Ao lado do aspecto lírico do poema, destacam-se características de uma determinada tipologia textual; tal tipologia está corretamente apontada na alternativa:
Alternativas
Q1713484 Português
TEXTO I
EU VEJO UMA GRAVURA

Eu vejo uma gravura
grande e rasa.
No primeiro plano
Uma casa.
À direita da casa
outra casa.
À esquerda da casa
outra casa.
Lá no fundo da casa outra casa.
Em frente da casa
uma vala:
onde escorre a lama
doutra casa.

E no chão da casa
outra vala:
onde escorre o esgoto
doutra casa.
Esta casa que eu vejo
não se casa
com o que chamamos
uma casa.
Pois as paredes são
Esburacadas
onde passam aranhas
e baratas.

E os telhados são
folhas de zinco.
E podem cair
a qualquer vento.
E matar a mulher
que mora dentro.
E matar a criança
que está dentro
da mulher que mora
nessa casa.
Ou da mulher que mora
noutra casa.

É preciso pintar
outra gravura
com casas de argamassa
na paisagem.

Crianças cantando
a segurança
da vida construída
à sua imagem.

JOANA EM FLOR, Reynaldo Jardim.
Textos como o acima apresentam caráter poético, pois podem ser considerados pertencentes ao gênero lírico, que, geralmente, utilizam uma linguagem carregada de subjetividade e emotividade. No entanto, no poema de Reynaldo Jardim, observa-se, pelas escolhas linguísticas do poeta, o predomínio de um determinado recurso de linguagem que se distancia, até certo ponto, da subjetividade comum aos poemas. Tal recurso está corretamente indicado na opção:
Alternativas
Q1713483 Português
TEXTO I
EU VEJO UMA GRAVURA

Eu vejo uma gravura
grande e rasa.
No primeiro plano
Uma casa.
À direita da casa
outra casa.
À esquerda da casa
outra casa.
Lá no fundo da casa outra casa.
Em frente da casa
uma vala:
onde escorre a lama
doutra casa.

E no chão da casa
outra vala:
onde escorre o esgoto
doutra casa.
Esta casa que eu vejo
não se casa
com o que chamamos
uma casa.
Pois as paredes são
Esburacadas
onde passam aranhas
e baratas.

E os telhados são
folhas de zinco.
E podem cair
a qualquer vento.
E matar a mulher
que mora dentro.
E matar a criança
que está dentro
da mulher que mora
nessa casa.
Ou da mulher que mora
noutra casa.

É preciso pintar
outra gravura
com casas de argamassa
na paisagem.

Crianças cantando
a segurança
da vida construída
à sua imagem.

JOANA EM FLOR, Reynaldo Jardim.
Tendo em vista o contexto do poema, nestes versos “Esta casa que eu vejo / não se casa / com o que chamamos / uma casa. / Pois as paredes são / Esburacadas / onde passam aranhas / e baratas.” pode-se perceber que fica revelado um sentimento do eu lírico. Esse sentimento é de:
Alternativas
Q1713106 Português
ECLIPSES SOLARES DE MARTE

Por Patrícia Gnipper, em 2020. 


O rover (um tipo de veículo usado em missões espaciais) Curiosity percorre o terreno marciano desde 2012 e já testemunhou diversos eclipses solares por lá. Sim, Marte também tem eclipses solares — eles podem acontecer em qualquer planeta que tenha alguma lua ao seu redor, na verdade. Afinal, um eclipse solar nada mais é do que o resultado da passagem de um corpo celeste à frente do Sol, seja de maneira parcial, anular ou total. Só que os eclipses solares observados a partir da superfície de Marte são bem diferentes dos que vemos aqui na Terra.

Em Marte não existem eclipses solares totais. O rover Curiosity (e qualquer pessoa que estiver na superfície marciana em um futuro não muito distante) somente testemunha eclipses parciais e anulares. O motivo? É que as duas únicas luas do Planeta Vermelho — Fobos e Deimos — são pequenas demais para cobrirem o disco solar por inteiro quando passam à frente dele.

A passagem das luas Fobos e Deimos à frente do Sol também projeta sombras em Marte, tal qual acontece com a passagem da nossa Lua à frente do Sol. Só que esses "cones" de sombra acabam sendo curtos demais para atingirem a superfície, então eclipses solares marcianos não geram uma região no planeta onde o eclipse seria visto de maneira total. Então todos os eclipses que acontecem por lá acabam sendo parciais ou anulares, apenas.

E a NASA já mirou a câmera MastCam do Curiosity para o céu em várias ocasiões, flagrando eclipses ao longo desses quase oito anos de operação.


(disponível em: https://bit.ly/38Znuyh. Com adaptações.)
Leia o texto 'ECLIPSES SOLARES DE MARTE' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. As duas únicas luas de Marte, denominadas de Fobos e Deimos, são pequenas demais para cobrirem o disco solar por inteiro quando passam à sua frente durante o eclipse, conforme sugere o texto.

II. Após a análise do texto, é possível inferir que todos os eclipses que acontecem em Marte são totais, pois as luas do Planeta Vermelho cobrem integralmente o disco solar.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713105 Português
ECLIPSES SOLARES DE MARTE

Por Patrícia Gnipper, em 2020. 


O rover (um tipo de veículo usado em missões espaciais) Curiosity percorre o terreno marciano desde 2012 e já testemunhou diversos eclipses solares por lá. Sim, Marte também tem eclipses solares — eles podem acontecer em qualquer planeta que tenha alguma lua ao seu redor, na verdade. Afinal, um eclipse solar nada mais é do que o resultado da passagem de um corpo celeste à frente do Sol, seja de maneira parcial, anular ou total. Só que os eclipses solares observados a partir da superfície de Marte são bem diferentes dos que vemos aqui na Terra.

Em Marte não existem eclipses solares totais. O rover Curiosity (e qualquer pessoa que estiver na superfície marciana em um futuro não muito distante) somente testemunha eclipses parciais e anulares. O motivo? É que as duas únicas luas do Planeta Vermelho — Fobos e Deimos — são pequenas demais para cobrirem o disco solar por inteiro quando passam à frente dele.

A passagem das luas Fobos e Deimos à frente do Sol também projeta sombras em Marte, tal qual acontece com a passagem da nossa Lua à frente do Sol. Só que esses "cones" de sombra acabam sendo curtos demais para atingirem a superfície, então eclipses solares marcianos não geram uma região no planeta onde o eclipse seria visto de maneira total. Então todos os eclipses que acontecem por lá acabam sendo parciais ou anulares, apenas.

E a NASA já mirou a câmera MastCam do Curiosity para o céu em várias ocasiões, flagrando eclipses ao longo desses quase oito anos de operação.


(disponível em: https://bit.ly/38Znuyh. Com adaptações.)
Leia o texto 'ECLIPSES SOLARES DE MARTE' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O texto procura deixar claro para o leitor que os eclipses solares observados a partir da superfície de Marte são absolutamente iguais aos que vemos aqui na Terra.

II. O texto leva o leitor a inferir que o rover Curiosity (e qualquer pessoa que estiver na superfície marciana em um futuro não muito distante) somente testemunha eclipses parciais e anulares.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713104 Português
ECLIPSES SOLARES DE MARTE

Por Patrícia Gnipper, em 2020. 


O rover (um tipo de veículo usado em missões espaciais) Curiosity percorre o terreno marciano desde 2012 e já testemunhou diversos eclipses solares por lá. Sim, Marte também tem eclipses solares — eles podem acontecer em qualquer planeta que tenha alguma lua ao seu redor, na verdade. Afinal, um eclipse solar nada mais é do que o resultado da passagem de um corpo celeste à frente do Sol, seja de maneira parcial, anular ou total. Só que os eclipses solares observados a partir da superfície de Marte são bem diferentes dos que vemos aqui na Terra.

Em Marte não existem eclipses solares totais. O rover Curiosity (e qualquer pessoa que estiver na superfície marciana em um futuro não muito distante) somente testemunha eclipses parciais e anulares. O motivo? É que as duas únicas luas do Planeta Vermelho — Fobos e Deimos — são pequenas demais para cobrirem o disco solar por inteiro quando passam à frente dele.

A passagem das luas Fobos e Deimos à frente do Sol também projeta sombras em Marte, tal qual acontece com a passagem da nossa Lua à frente do Sol. Só que esses "cones" de sombra acabam sendo curtos demais para atingirem a superfície, então eclipses solares marcianos não geram uma região no planeta onde o eclipse seria visto de maneira total. Então todos os eclipses que acontecem por lá acabam sendo parciais ou anulares, apenas.

E a NASA já mirou a câmera MastCam do Curiosity para o céu em várias ocasiões, flagrando eclipses ao longo desses quase oito anos de operação.


(disponível em: https://bit.ly/38Znuyh. Com adaptações.)
Leia o texto 'ECLIPSES SOLARES DE MARTE' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Uma das ideias presentes no texto é a de que Marte apresenta eclipses solares, pois esses fenômenos apenas podem ocorrer em planetas que possuem, no mínimo, duas luas em sua órbita.

II. O texto procura destacar que o rover Curiosity (um tipo de veículo usado em missões espaciais) percorre o terreno marciano desde 2012 e já testemunhou diversos eclipses solares por lá.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713103 Português
ECLIPSES SOLARES DE MARTE

Por Patrícia Gnipper, em 2020. 


O rover (um tipo de veículo usado em missões espaciais) Curiosity percorre o terreno marciano desde 2012 e já testemunhou diversos eclipses solares por lá. Sim, Marte também tem eclipses solares — eles podem acontecer em qualquer planeta que tenha alguma lua ao seu redor, na verdade. Afinal, um eclipse solar nada mais é do que o resultado da passagem de um corpo celeste à frente do Sol, seja de maneira parcial, anular ou total. Só que os eclipses solares observados a partir da superfície de Marte são bem diferentes dos que vemos aqui na Terra.

Em Marte não existem eclipses solares totais. O rover Curiosity (e qualquer pessoa que estiver na superfície marciana em um futuro não muito distante) somente testemunha eclipses parciais e anulares. O motivo? É que as duas únicas luas do Planeta Vermelho — Fobos e Deimos — são pequenas demais para cobrirem o disco solar por inteiro quando passam à frente dele.

A passagem das luas Fobos e Deimos à frente do Sol também projeta sombras em Marte, tal qual acontece com a passagem da nossa Lua à frente do Sol. Só que esses "cones" de sombra acabam sendo curtos demais para atingirem a superfície, então eclipses solares marcianos não geram uma região no planeta onde o eclipse seria visto de maneira total. Então todos os eclipses que acontecem por lá acabam sendo parciais ou anulares, apenas.

E a NASA já mirou a câmera MastCam do Curiosity para o céu em várias ocasiões, flagrando eclipses ao longo desses quase oito anos de operação.


(disponível em: https://bit.ly/38Znuyh. Com adaptações.)
Leia o texto 'ECLIPSES SOLARES DE MARTE' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O texto sugere que os "cones" de sombra são curtos demais para atingirem a superfície de Marte, então os eclipses solares marcianos não geram uma região no planeta onde o eclipse seria visto de maneira total.

II. O texto leva o leitor a entender que um eclipse solar nada mais é do que o resultado da passagem de um corpo celeste à frente do Sol, seja de maneira parcial, anular ou total.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1712997 Português
Examine o trecho a seguir, extraído de um dos discursos do orador Rui Barbosa, para responder à próxima questão.

“Mas, senhores, os que madrugam no ler, convém madrugarem também no pensar. Vulgar é o ler, raro o refletir. O saber não está na ciência alheia, que se absorve, mas principalmente, nas ideias próprias, que se geram dos conhecimentos absorvidos, mediante a transmutação, por que passam, no espírito que os assimila. Um sabedor não é armário de sabedoria armazenada, mas transformador reflexivo de aquisições digeridas ”.
Na última frase do texto, o autor utiliza a expressão “armário de sabedoria armazenada”. Com base no sentido do texto, essa expressão diz respeito a alguém que:
Alternativas
Q1712995 Português
Examine o trecho a seguir, extraído de um dos discursos do orador Rui Barbosa, para responder à próxima questão.

“Mas, senhores, os que madrugam no ler, convém madrugarem também no pensar. Vulgar é o ler, raro o refletir. O saber não está na ciência alheia, que se absorve, mas principalmente, nas ideias próprias, que se geram dos conhecimentos absorvidos, mediante a transmutação, por que passam, no espírito que os assimila. Um sabedor não é armário de sabedoria armazenada, mas transformador reflexivo de aquisições digeridas ”.
Em seu discurso, Rui Barbosa expõe alguns pares de palavras que possuem sentidos opostos. Marque a alternativa que indica um desses pares.
Alternativas
Q1712993 Português
Examine o trecho a seguir, extraído de um dos discursos do orador Rui Barbosa, para responder à próxima questão.

“Mas, senhores, os que madrugam no ler, convém madrugarem também no pensar. Vulgar é o ler, raro o refletir. O saber não está na ciência alheia, que se absorve, mas principalmente, nas ideias próprias, que se geram dos conhecimentos absorvidos, mediante a transmutação, por que passam, no espírito que os assimila. Um sabedor não é armário de sabedoria armazenada, mas transformador reflexivo de aquisições digeridas ”.
Em relação à interpretação do texto, identifique a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1712992 Português
Leia atentamente o poema a seguir, escrito por Ferreira Gullar, para responder à proxima questão. 

“Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.

Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.

Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.

Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.

Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.

Traduzir-se uma parte
na outra parte
- que é uma questão
de vida ou morte -
será arte?” 



Em relação à palavra “vertigem”, que aparece na quarta estrofe do poema, marque a alternativa que indica um de seus possíveis significados.
Alternativas
Respostas
49941: D
49942: D
49943: D
49944: B
49945: B
49946: A
49947: D
49948: D
49949: E
49950: B
49951: A
49952: B
49953: B
49954: C
49955: C
49956: A
49957: B
49958: B
49959: B
49960: A