Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Nesta perspectiva, analise as proposições abaixo e assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso.
( ) São possibilidades hipertextuais, multimidiáticas e hipermidiáticas do texto eletrônico, que trazem novas feições para o ato de leitura. ( ) Os textos multissemióticos extrapolaram os limites dos ambientes digitais e invadiram também os impressos (jornais, revistas, livros didáticos). ( ) Essas novas formas de aprendizagem oportunizam colocar a leitura do texto verbal escrito, em relação com um conjunto de signos de outras modalidades de linguagem.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
“Se toque. Acura do câncer pode estar em suas mãos”. (In: ANTUNES, Irandé. Aula de Português: Encontro e Interação. São Paulo: Parábola, 2003, p. 132).
( ) A construção linguística do enunciado apresenta um desvio da norma culta da língua, sendo incompatível com o gênero “anúncio publicitário”. ( ) O objetivo do gênero textual é atingir o maior número de pessoas por força da persuasão, por isso o emprego de um registro mais próximo do informal. ( ) A elaboração do anúncio enseja uma análise discursiva sobre a duplicidade de sentido do enunciado.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
O erro de português grave e reiterado pode incomodar e melar uma aproximação promissora entre casais. Mas, não está dado que alguém mantenha relacionamento duradouro sendo inflexível no uso da gramática formal. Se alguém aplica, de forma ordotoxa, a gramática normativa numa conversa de bar, por exemplo, pode virar o chato da mesa. Pode perder a namorada. O problema é que a norma culta tem sido há muito tempo considerada no Brasil um código de distinção social, quando é elemento de comunicação vital à constituição de nossa identidade e de nossos relacionamentos [...]. (In: As regras de Atração. Sessão Comportamento. Revista Língua Portuguesa. Ano 8, Nº 89, março/2013, p. 17).
Dessa forma, é CORRETO afirmar:
Analise as proposições abaixo:
I- A linguagem, de todos os instrumentos de controle e coerção social, talvez seja o mais complexo e sutil, apresentando-se com um entranhado preconceito social. II- A língua não pode ser vista tão simplistamente como uma questão, apenas, de erros e acertos de questões gramaticais. III- A constatação de que só se aprende a língua na escola é uma argumentação comprovada.
È CORRETO o que se afirma apenas em:
Com base na leitura do texto a seguir, responda à questão:
Fruta - furto
Atrás do grupo escolar ficam as jabuticabeiras.
Estudar, gente estuda. Mas depois,
ei pessoal: furtar jabuticaba.
Jabuticaba chupa-se no pé.
O furto exaure-se no ato de furtar.
Consciência mais leve do que asa
ao descer,
volto de mãos vazias para casa.
Com base na leitura do texto a seguir, responda à questão:
Fruta - furto
Atrás do grupo escolar ficam as jabuticabeiras.
Estudar, gente estuda. Mas depois,
ei pessoal: furtar jabuticaba.
Jabuticaba chupa-se no pé.
O furto exaure-se no ato de furtar.
Consciência mais leve do que asa
ao descer,
volto de mãos vazias para casa.
A questão baseia-se no texto a seguir:
Betina
A questão baseia-se no texto a seguir:
Betina
Leia a letra de música a seguir para responder à próxima questão:
A carta
Escrevo-te
Estas mal traçadas linhas,
Meu amor,
Porque veio a saudade
Visitar meu coração.
Espero que desculpes
Os meus erros, por favor,
Nas frases desta carta
Que é uma prova de afeição.
Talvez tu não a leias,
Mas quem sabe até darás
Resposta imediata
Me chamando de "Meu Bem".
Porém, o que me importa
É confessar-te uma vez mais:
Não sei amar na vida
Mais ninguém.
[...]
Ao me apaixonar,
Por ti não reparei
Que tu tivestes
Só entusiasmo
E para terminar
Amor assinarei
"Do sempre, sempre teu..."
SAMPAIO, Raul: SANTOS. Benil. A Carta. Disponível em: https://www.letras.mus.br/erasmo-carlos/45771/Acesso em: 07103/2020. (Adaptado.)
A partir da leitura do texto abaixo, responda à questão.
Crianças que veem comidas saud6vels na TV tendem a se alimentar melhor
A partir da leitura do texto abaixo, responda à questão.
Crianças que veem comidas saud6vels na TV tendem a se alimentar melhor

(Fonte: Retirada da Internet, em “Charges sobre Tecnologia no Ensino”. Acesso em 06/10/19.)
I- A inclusão digital, além da contribuição no processo de ensino e aprendizagem, cumpre o papel fundamental de possibilitar às pessoas o contato com o mundo digital. II- A facilidade de pesquisar, ler e conhecer sobre os mais variados assuntos, navegando na internet, enseja um novo perfil de estudante, que exige, também, um outro perfil de professor. III- A fala da personagem no último quadrinho apresenta um paradoxo, em relação às ideias anteriores, tendo em vista que a personagem defende e reforça o comportamento feminista dos padrões tradicionais.
Está CORRETO o que se afirma em:
Neste sentido, pode-se afirmar que a produção textual:
I- Impõe uma marca autoral, supõe envolvimento, parceria e interação, por meio de trocas enunciativas instauradas pela interação verbal. II- Exige do professor preocupação com o aspecto de mensuração, uma espécie de ajuste de contas, numa perspectiva “gramatiqueira”, restrita a protocolos escolares, que supõem, de um lado, o aluno que escreve e do outro, o professor que corrige. III- É um “momento mágico” de intercâmbio e interação, em que determinado modo de atuar passa pelo contingente do dizer verbal.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
A onça e a raposa
A raposa e a onça eram inimigas antigas. Cansada de ser enganada pela raposa, sem poder apanhá-la, a onça resolveu atraí-la à sua furna, fazendo correr a notícia de que tinha morrido, e deitando-se no chão da caverna a fingir de cadáver. Todos os bichos vieram olhar a defunta, contentíssimos. A raposa também, mas prudentemente, pondo-se de longe. E, por trás dos outros animais, gritou:
— Minha avó, quando morreu, espirrou três vezes. Espirrar é o único sinal verdadeiro da morte.
Para mostrar que estava morta de verdade, a onça espirrou três vezes e a raposa fugiu às gargalhadas.
A onça ficou furiosa por ter ela descoberto facilmente seu embuste e resolveu agarrá-la, quando fosse beber água. Havia seca no sertão e somente numa cacimba, ao pé duma serra, se encontrava ainda um pouco de água. Todos os bichos eram obrigados a matar a sede ali. A onça ficou à espera da adversária dia e noite, ao pé da bebida.
Nunca a raposa curtira tanta sede em dias de sua vida. Ao fim de uns três, já não aguentava mais. Resolveu empregar astúcia para se desalterar. Procurou um cortiço de abelhas. furou-o e, com o mel que dele escorreu, untou todo o corpo. Espojou-se, depois, num monte de folhas secas, que se grudaram aos seus pelos e a cobriram toda.
Ao cair da tarde, foi à cacimba. A onça montava guarda, olhou-a muito tempo e perguntou-lhe:
— Que bicho és tu que não conheço e nunca vi?
Ela respondeu, disfarçando a voz.
— Sou o bicho Folharal.
— Está bem. Podes beber.
Mais que depressa, a raposa desceu a pequena rampa do bebedouro, meteu-se na água, sorvendo-a com delícia, e a onça, lá de cima, vendo aquela sofreguidão no beber de animal que trazia sede de vários dias, desconfiou e murmurou:
— Quanto bebes, Folharal!
Mas a água derretia o mel e as folhas
iam-se despregando. Quando a raposa se fartou,
caíra a última. Então, a onça a reconheceu e,
com um urro de triunfo, saltou ferozmente
sobre ela. A noite viera, o pulo foi mal calculado
no escuro e a raposa escapou, fugindo às
gargalhadas.
A onça e a raposa
A raposa e a onça eram inimigas antigas. Cansada de ser enganada pela raposa, sem poder apanhá-la, a onça resolveu atraí-la à sua furna, fazendo correr a notícia de que tinha morrido, e deitando-se no chão da caverna a fingir de cadáver. Todos os bichos vieram olhar a defunta, contentíssimos. A raposa também, mas prudentemente, pondo-se de longe. E, por trás dos outros animais, gritou:
— Minha avó, quando morreu, espirrou três vezes. Espirrar é o único sinal verdadeiro da morte.
Para mostrar que estava morta de verdade, a onça espirrou três vezes e a raposa fugiu às gargalhadas.
A onça ficou furiosa por ter ela descoberto facilmente seu embuste e resolveu agarrá-la, quando fosse beber água. Havia seca no sertão e somente numa cacimba, ao pé duma serra, se encontrava ainda um pouco de água. Todos os bichos eram obrigados a matar a sede ali. A onça ficou à espera da adversária dia e noite, ao pé da bebida.
Nunca a raposa curtira tanta sede em dias de sua vida. Ao fim de uns três, já não aguentava mais. Resolveu empregar astúcia para se desalterar. Procurou um cortiço de abelhas. furou-o e, com o mel que dele escorreu, untou todo o corpo. Espojou-se, depois, num monte de folhas secas, que se grudaram aos seus pelos e a cobriram toda.
Ao cair da tarde, foi à cacimba. A onça montava guarda, olhou-a muito tempo e perguntou-lhe:
— Que bicho és tu que não conheço e nunca vi?
Ela respondeu, disfarçando a voz.
— Sou o bicho Folharal.
— Está bem. Podes beber.
Mais que depressa, a raposa desceu a pequena rampa do bebedouro, meteu-se na água, sorvendo-a com delícia, e a onça, lá de cima, vendo aquela sofreguidão no beber de animal que trazia sede de vários dias, desconfiou e murmurou:
— Quanto bebes, Folharal!
Mas a água derretia o mel e as folhas
iam-se despregando. Quando a raposa se fartou,
caíra a última. Então, a onça a reconheceu e,
com um urro de triunfo, saltou ferozmente
sobre ela. A noite viera, o pulo foi mal calculado
no escuro e a raposa escapou, fugindo às
gargalhadas.
A onça e a raposa
A raposa e a onça eram inimigas antigas. Cansada de ser enganada pela raposa, sem poder apanhá-la, a onça resolveu atraí-la à sua furna, fazendo correr a notícia de que tinha morrido, e deitando-se no chão da caverna a fingir de cadáver. Todos os bichos vieram olhar a defunta, contentíssimos. A raposa também, mas prudentemente, pondo-se de longe. E, por trás dos outros animais, gritou:
— Minha avó, quando morreu, espirrou três vezes. Espirrar é o único sinal verdadeiro da morte.
Para mostrar que estava morta de verdade, a onça espirrou três vezes e a raposa fugiu às gargalhadas.
A onça ficou furiosa por ter ela descoberto facilmente seu embuste e resolveu agarrá-la, quando fosse beber água. Havia seca no sertão e somente numa cacimba, ao pé duma serra, se encontrava ainda um pouco de água. Todos os bichos eram obrigados a matar a sede ali. A onça ficou à espera da adversária dia e noite, ao pé da bebida.
Nunca a raposa curtira tanta sede em dias de sua vida. Ao fim de uns três, já não aguentava mais. Resolveu empregar astúcia para se desalterar. Procurou um cortiço de abelhas. furou-o e, com o mel que dele escorreu, untou todo o corpo. Espojou-se, depois, num monte de folhas secas, que se grudaram aos seus pelos e a cobriram toda.
Ao cair da tarde, foi à cacimba. A onça montava guarda, olhou-a muito tempo e perguntou-lhe:
— Que bicho és tu que não conheço e nunca vi?
Ela respondeu, disfarçando a voz.
— Sou o bicho Folharal.
— Está bem. Podes beber.
Mais que depressa, a raposa desceu a pequena rampa do bebedouro, meteu-se na água, sorvendo-a com delícia, e a onça, lá de cima, vendo aquela sofreguidão no beber de animal que trazia sede de vários dias, desconfiou e murmurou:
— Quanto bebes, Folharal!
Mas a água derretia o mel e as folhas
iam-se despregando. Quando a raposa se fartou,
caíra a última. Então, a onça a reconheceu e,
com um urro de triunfo, saltou ferozmente
sobre ela. A noite viera, o pulo foi mal calculado
no escuro e a raposa escapou, fugindo às
gargalhadas.
Até nas flores se vê O destino e a sorte Umas enfeitam a vida Outras enfeitam a morte.
( ) Há neste gênero o emprego de recursos sonoros, métrica e ritmo que enriquecem a coerência temática do texto. ( ) Os mecanismos utilizados na formatação do gênero ampliam o significado das palavras, o que confere sentido ao texto. ( ) Os dois últimos versos apresentam a figura de linguagem paradoxo.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é: