Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q1773657 Português
As charges são poderosos veículos de comunicação, constituindo um gênero multimodal que alia a força das palavras a imagens e bom humor.
Da leitura da charge a seguir,
Imagem associada para resolução da questão -In: google.com/search?=charges+sobre linguaportuguesa.
é CORRETO afirmar que
I- as imagens aliadas ao texto verbal sinalizam o receio da mãe, em relação à violência na escola. II- a construção discursiva do texto multimodal explicita uma crítica em relação ao valor e às condições em que se encontra a escola atualmente. III- a violência na escola afeta apenas o aluno, sendo o professor preservado, em razão de sua imagem como profissional da educação.
A alternativa que responde CORRETAMENTE é apenas:
Alternativas
Q1773655 Português
Quando um e-mail é dirigido a uma pessoa com quem temos intimidade, podemos abreviar algumas palavras como, por exemplo: também (tb), quando (qdo), porque (pq), você (vc) etc. Tendo como parâmetro essa situação de uso da vírgula, é CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q1773653 Português
Influências que vieram de muitas direções, principalmente do campo da pragmática, das perspectivas interacionais da linguagem, conduziram a linguística até o âmbito mais amplo da língua como forma de atuação social e prática de interação dialógica, e, a partir daí, até a textualidade (ANTUNES, Irandé. Língua, Texto e Ensino: Outra Escola Possível. São Paulo: Parábola, 2009, p. 49).
Nessa perspectiva, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q1772993 Português

O livro didático como professor


    A ideia de substituir os livros didáticos escolares por material retirado diretamente da internet suscitou reações variadas. Editores de livros escolares e livrarias veem no projeto uma ameaça mortal para uma indústria que dá trabalho a milhares de pessoas. Por mais solidário que me sinta em relação a editores e livrarias, é possível dizer que, pelas mesmas razões, muitas outras classes de trabalhadores poderiam protestar. Se a história avançar inelutavelmente nessa direção, esta força de trabalho teria de reciclar-se de alguma forma.

    Outra objeção é que a iniciativa prevê um computador para cada aluno e é duvidoso que o Estado possa arcar com essa despesa, e, se os pais tivessem que arcar com ela, gastariam mais do que gastam com livros didáticos. Por outro lado, se cada turma tivesse somente um computador para todos, cairia o aspecto de pesquisa pessoal que poderia constituir o fascínio dessa solução.

    Mas o problema é outro. É que a internet não se destina a substituir os livros, mas é apenas um formidável complemento a eles e um incentivo para ler mais. O livro continua a ser o instrumento príncipe da transmissão e disponibilidade do saber e os textos escolares representam a primeira e insubstituível ocasião de educar as crianças ao uso do livro. Além disso, a internet oferece um repertório fantástico de informações, mas não os meios para selecioná-las, e a educação não consiste apenas em transmitir informações, mas também em ensinar critérios de seleção.

    Esta é a função do professor, mas é também a função do texto escolar, que oferece exatamente um exemplo de seleção realizada no grande mar de toda informação possível. Se as crianças não aprendem isso, ou seja, que cultura não é acúmulo, mas seleção e discriminação, não há educação, apenas desordem mental.

(Humberto Eco. Pape Satàn Aleppe: crônicas de uma sociedade líquida.

Rio de Janeiro: Record, 2017. Adaptado)

Está empregado em sentido figurado o termo destacado em:
Alternativas
Q1772992 Português

O livro didático como professor


    A ideia de substituir os livros didáticos escolares por material retirado diretamente da internet suscitou reações variadas. Editores de livros escolares e livrarias veem no projeto uma ameaça mortal para uma indústria que dá trabalho a milhares de pessoas. Por mais solidário que me sinta em relação a editores e livrarias, é possível dizer que, pelas mesmas razões, muitas outras classes de trabalhadores poderiam protestar. Se a história avançar inelutavelmente nessa direção, esta força de trabalho teria de reciclar-se de alguma forma.

    Outra objeção é que a iniciativa prevê um computador para cada aluno e é duvidoso que o Estado possa arcar com essa despesa, e, se os pais tivessem que arcar com ela, gastariam mais do que gastam com livros didáticos. Por outro lado, se cada turma tivesse somente um computador para todos, cairia o aspecto de pesquisa pessoal que poderia constituir o fascínio dessa solução.

    Mas o problema é outro. É que a internet não se destina a substituir os livros, mas é apenas um formidável complemento a eles e um incentivo para ler mais. O livro continua a ser o instrumento príncipe da transmissão e disponibilidade do saber e os textos escolares representam a primeira e insubstituível ocasião de educar as crianças ao uso do livro. Além disso, a internet oferece um repertório fantástico de informações, mas não os meios para selecioná-las, e a educação não consiste apenas em transmitir informações, mas também em ensinar critérios de seleção.

    Esta é a função do professor, mas é também a função do texto escolar, que oferece exatamente um exemplo de seleção realizada no grande mar de toda informação possível. Se as crianças não aprendem isso, ou seja, que cultura não é acúmulo, mas seleção e discriminação, não há educação, apenas desordem mental.

(Humberto Eco. Pape Satàn Aleppe: crônicas de uma sociedade líquida.

Rio de Janeiro: Record, 2017. Adaptado)

Considere as frases do 1º parágrafo do texto:


•  ... material retirado diretamente da internet suscitou reações variadas.

•  Se a história avançar inelutavelmente nessa direção...


Os termos em destaque nas frases têm como sinônimos, respectivamente:

Alternativas
Q1772990 Português

O livro didático como professor


    A ideia de substituir os livros didáticos escolares por material retirado diretamente da internet suscitou reações variadas. Editores de livros escolares e livrarias veem no projeto uma ameaça mortal para uma indústria que dá trabalho a milhares de pessoas. Por mais solidário que me sinta em relação a editores e livrarias, é possível dizer que, pelas mesmas razões, muitas outras classes de trabalhadores poderiam protestar. Se a história avançar inelutavelmente nessa direção, esta força de trabalho teria de reciclar-se de alguma forma.

    Outra objeção é que a iniciativa prevê um computador para cada aluno e é duvidoso que o Estado possa arcar com essa despesa, e, se os pais tivessem que arcar com ela, gastariam mais do que gastam com livros didáticos. Por outro lado, se cada turma tivesse somente um computador para todos, cairia o aspecto de pesquisa pessoal que poderia constituir o fascínio dessa solução.

    Mas o problema é outro. É que a internet não se destina a substituir os livros, mas é apenas um formidável complemento a eles e um incentivo para ler mais. O livro continua a ser o instrumento príncipe da transmissão e disponibilidade do saber e os textos escolares representam a primeira e insubstituível ocasião de educar as crianças ao uso do livro. Além disso, a internet oferece um repertório fantástico de informações, mas não os meios para selecioná-las, e a educação não consiste apenas em transmitir informações, mas também em ensinar critérios de seleção.

    Esta é a função do professor, mas é também a função do texto escolar, que oferece exatamente um exemplo de seleção realizada no grande mar de toda informação possível. Se as crianças não aprendem isso, ou seja, que cultura não é acúmulo, mas seleção e discriminação, não há educação, apenas desordem mental.

(Humberto Eco. Pape Satàn Aleppe: crônicas de uma sociedade líquida.

Rio de Janeiro: Record, 2017. Adaptado)

Considere as seguintes frases do 3º parágrafo do texto:


•  É que a internet não se destina a substituir os livros...

•  ... a educação não consiste apenas em transmitir informações...


Considerando que a expressão os livros e o termo informações, em destaque nas frases, já constam em passagens anteriores do texto, para evitar tal repetição, a sua substituição por pronomes atende à norma-padrão da língua portuguesa em:

Alternativas
Q1772988 Português

O livro didático como professor


    A ideia de substituir os livros didáticos escolares por material retirado diretamente da internet suscitou reações variadas. Editores de livros escolares e livrarias veem no projeto uma ameaça mortal para uma indústria que dá trabalho a milhares de pessoas. Por mais solidário que me sinta em relação a editores e livrarias, é possível dizer que, pelas mesmas razões, muitas outras classes de trabalhadores poderiam protestar. Se a história avançar inelutavelmente nessa direção, esta força de trabalho teria de reciclar-se de alguma forma.

    Outra objeção é que a iniciativa prevê um computador para cada aluno e é duvidoso que o Estado possa arcar com essa despesa, e, se os pais tivessem que arcar com ela, gastariam mais do que gastam com livros didáticos. Por outro lado, se cada turma tivesse somente um computador para todos, cairia o aspecto de pesquisa pessoal que poderia constituir o fascínio dessa solução.

    Mas o problema é outro. É que a internet não se destina a substituir os livros, mas é apenas um formidável complemento a eles e um incentivo para ler mais. O livro continua a ser o instrumento príncipe da transmissão e disponibilidade do saber e os textos escolares representam a primeira e insubstituível ocasião de educar as crianças ao uso do livro. Além disso, a internet oferece um repertório fantástico de informações, mas não os meios para selecioná-las, e a educação não consiste apenas em transmitir informações, mas também em ensinar critérios de seleção.

    Esta é a função do professor, mas é também a função do texto escolar, que oferece exatamente um exemplo de seleção realizada no grande mar de toda informação possível. Se as crianças não aprendem isso, ou seja, que cultura não é acúmulo, mas seleção e discriminação, não há educação, apenas desordem mental.

(Humberto Eco. Pape Satàn Aleppe: crônicas de uma sociedade líquida.

Rio de Janeiro: Record, 2017. Adaptado)

Conforme a opinião do autor do texto,
Alternativas
Q1772987 Português

O livro didático como professor


    A ideia de substituir os livros didáticos escolares por material retirado diretamente da internet suscitou reações variadas. Editores de livros escolares e livrarias veem no projeto uma ameaça mortal para uma indústria que dá trabalho a milhares de pessoas. Por mais solidário que me sinta em relação a editores e livrarias, é possível dizer que, pelas mesmas razões, muitas outras classes de trabalhadores poderiam protestar. Se a história avançar inelutavelmente nessa direção, esta força de trabalho teria de reciclar-se de alguma forma.

    Outra objeção é que a iniciativa prevê um computador para cada aluno e é duvidoso que o Estado possa arcar com essa despesa, e, se os pais tivessem que arcar com ela, gastariam mais do que gastam com livros didáticos. Por outro lado, se cada turma tivesse somente um computador para todos, cairia o aspecto de pesquisa pessoal que poderia constituir o fascínio dessa solução.

    Mas o problema é outro. É que a internet não se destina a substituir os livros, mas é apenas um formidável complemento a eles e um incentivo para ler mais. O livro continua a ser o instrumento príncipe da transmissão e disponibilidade do saber e os textos escolares representam a primeira e insubstituível ocasião de educar as crianças ao uso do livro. Além disso, a internet oferece um repertório fantástico de informações, mas não os meios para selecioná-las, e a educação não consiste apenas em transmitir informações, mas também em ensinar critérios de seleção.

    Esta é a função do professor, mas é também a função do texto escolar, que oferece exatamente um exemplo de seleção realizada no grande mar de toda informação possível. Se as crianças não aprendem isso, ou seja, que cultura não é acúmulo, mas seleção e discriminação, não há educação, apenas desordem mental.

(Humberto Eco. Pape Satàn Aleppe: crônicas de uma sociedade líquida.

Rio de Janeiro: Record, 2017. Adaptado)

De acordo com o autor do texto,
Alternativas
Q1772986 Português

Leia a tira para responder à questão.


Imagem associada para resolução da questão


O efeito de sentido da tira é construído a partir da atribuição, pelos personagens, de significados diversos à seguinte palavra ou expressão:

Alternativas
Q1772520 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Limpando nosso caminho
    Limpar é uma atitude que traz consequências saudáveis – ainda que tenha gente que precise de uma bagunça em volta, de crostas no chão e na alma, de se perder em meio a embalagens de comida, toalhas sujas e outras tranqueiras.
   A casa de todos nós é cheia de toxinas. Objetos e roupas que não usamos mais, coisas quebradas ou lascadas, plantas mortas, papelada sem sentido, jornais e revistas antigos, remédios vencidos, meias furadas, eletrodomésticos estragados. Guardá-los é uma ilusão de que trarão de volta a época em que serviram para alguma coisa. Uma resistência à passagem do tempo. Resistência ineficaz, lógico. Está mais do que na hora de dizer: xô, tranqueiras!
   É uma terapia rápida e de baixo custo: desapegar-se das tralhas a fim de aliviar a rotina. Abrindo espaço, podemos nos sentir mais leves e tudo em volta clareia, inclusive as ideias. Até a saúde melhora.
   Existem fios invisíveis que nos ligam a tudo aquilo que possuímos. Está explicado: como não se sentir deprimido num ambiente cheio de entulho? Como não acordar cansado estando interligado a uma tonelada de peso inútil? Vale para o que é material e, é claro, para o coração, aquele pequeno músculo que bate dentro do peito e que não merece hospedar tanto sentimento que não serve para nada, a não ser para obstruir as artérias. Seria tão bom não sentir tanta mágoa, tanto rancor, tanto ressentimento. É difícil, mas é preciso começarmos o quanto antes a limpar nosso caminho, para que a vida possa fluir com mais leveza e saúde.
(Martha Medeiros. Quem diria que viver ia dar nisso.
9a ed. Porto Alegre: L&PM, 2019. Adaptado)
A alternativa em que há palavras empregadas com sentido figurado é observada em:
Alternativas
Q1772519 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Limpando nosso caminho
    Limpar é uma atitude que traz consequências saudáveis – ainda que tenha gente que precise de uma bagunça em volta, de crostas no chão e na alma, de se perder em meio a embalagens de comida, toalhas sujas e outras tranqueiras.
   A casa de todos nós é cheia de toxinas. Objetos e roupas que não usamos mais, coisas quebradas ou lascadas, plantas mortas, papelada sem sentido, jornais e revistas antigos, remédios vencidos, meias furadas, eletrodomésticos estragados. Guardá-los é uma ilusão de que trarão de volta a época em que serviram para alguma coisa. Uma resistência à passagem do tempo. Resistência ineficaz, lógico. Está mais do que na hora de dizer: xô, tranqueiras!
   É uma terapia rápida e de baixo custo: desapegar-se das tralhas a fim de aliviar a rotina. Abrindo espaço, podemos nos sentir mais leves e tudo em volta clareia, inclusive as ideias. Até a saúde melhora.
   Existem fios invisíveis que nos ligam a tudo aquilo que possuímos. Está explicado: como não se sentir deprimido num ambiente cheio de entulho? Como não acordar cansado estando interligado a uma tonelada de peso inútil? Vale para o que é material e, é claro, para o coração, aquele pequeno músculo que bate dentro do peito e que não merece hospedar tanto sentimento que não serve para nada, a não ser para obstruir as artérias. Seria tão bom não sentir tanta mágoa, tanto rancor, tanto ressentimento. É difícil, mas é preciso começarmos o quanto antes a limpar nosso caminho, para que a vida possa fluir com mais leveza e saúde.
(Martha Medeiros. Quem diria que viver ia dar nisso.
9a ed. Porto Alegre: L&PM, 2019. Adaptado)
Na frase do 1° parágrafo – Limpar é uma atitude que traz consequências saudáveis – as palavras destacadas podem ser substituídas, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q1772518 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Limpando nosso caminho
    Limpar é uma atitude que traz consequências saudáveis – ainda que tenha gente que precise de uma bagunça em volta, de crostas no chão e na alma, de se perder em meio a embalagens de comida, toalhas sujas e outras tranqueiras.
   A casa de todos nós é cheia de toxinas. Objetos e roupas que não usamos mais, coisas quebradas ou lascadas, plantas mortas, papelada sem sentido, jornais e revistas antigos, remédios vencidos, meias furadas, eletrodomésticos estragados. Guardá-los é uma ilusão de que trarão de volta a época em que serviram para alguma coisa. Uma resistência à passagem do tempo. Resistência ineficaz, lógico. Está mais do que na hora de dizer: xô, tranqueiras!
   É uma terapia rápida e de baixo custo: desapegar-se das tralhas a fim de aliviar a rotina. Abrindo espaço, podemos nos sentir mais leves e tudo em volta clareia, inclusive as ideias. Até a saúde melhora.
   Existem fios invisíveis que nos ligam a tudo aquilo que possuímos. Está explicado: como não se sentir deprimido num ambiente cheio de entulho? Como não acordar cansado estando interligado a uma tonelada de peso inútil? Vale para o que é material e, é claro, para o coração, aquele pequeno músculo que bate dentro do peito e que não merece hospedar tanto sentimento que não serve para nada, a não ser para obstruir as artérias. Seria tão bom não sentir tanta mágoa, tanto rancor, tanto ressentimento. É difícil, mas é preciso começarmos o quanto antes a limpar nosso caminho, para que a vida possa fluir com mais leveza e saúde.
(Martha Medeiros. Quem diria que viver ia dar nisso.
9a ed. Porto Alegre: L&PM, 2019. Adaptado)
O último parágrafo do texto ressalta aspectos
Alternativas
Q1772517 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Limpando nosso caminho
    Limpar é uma atitude que traz consequências saudáveis – ainda que tenha gente que precise de uma bagunça em volta, de crostas no chão e na alma, de se perder em meio a embalagens de comida, toalhas sujas e outras tranqueiras.
   A casa de todos nós é cheia de toxinas. Objetos e roupas que não usamos mais, coisas quebradas ou lascadas, plantas mortas, papelada sem sentido, jornais e revistas antigos, remédios vencidos, meias furadas, eletrodomésticos estragados. Guardá-los é uma ilusão de que trarão de volta a época em que serviram para alguma coisa. Uma resistência à passagem do tempo. Resistência ineficaz, lógico. Está mais do que na hora de dizer: xô, tranqueiras!
   É uma terapia rápida e de baixo custo: desapegar-se das tralhas a fim de aliviar a rotina. Abrindo espaço, podemos nos sentir mais leves e tudo em volta clareia, inclusive as ideias. Até a saúde melhora.
   Existem fios invisíveis que nos ligam a tudo aquilo que possuímos. Está explicado: como não se sentir deprimido num ambiente cheio de entulho? Como não acordar cansado estando interligado a uma tonelada de peso inútil? Vale para o que é material e, é claro, para o coração, aquele pequeno músculo que bate dentro do peito e que não merece hospedar tanto sentimento que não serve para nada, a não ser para obstruir as artérias. Seria tão bom não sentir tanta mágoa, tanto rancor, tanto ressentimento. É difícil, mas é preciso começarmos o quanto antes a limpar nosso caminho, para que a vida possa fluir com mais leveza e saúde.
(Martha Medeiros. Quem diria que viver ia dar nisso.
9a ed. Porto Alegre: L&PM, 2019. Adaptado)
Segundo o texto, também é nocivo às pessoas manter apego
Alternativas
Q1772516 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Limpando nosso caminho
    Limpar é uma atitude que traz consequências saudáveis – ainda que tenha gente que precise de uma bagunça em volta, de crostas no chão e na alma, de se perder em meio a embalagens de comida, toalhas sujas e outras tranqueiras.
   A casa de todos nós é cheia de toxinas. Objetos e roupas que não usamos mais, coisas quebradas ou lascadas, plantas mortas, papelada sem sentido, jornais e revistas antigos, remédios vencidos, meias furadas, eletrodomésticos estragados. Guardá-los é uma ilusão de que trarão de volta a época em que serviram para alguma coisa. Uma resistência à passagem do tempo. Resistência ineficaz, lógico. Está mais do que na hora de dizer: xô, tranqueiras!
   É uma terapia rápida e de baixo custo: desapegar-se das tralhas a fim de aliviar a rotina. Abrindo espaço, podemos nos sentir mais leves e tudo em volta clareia, inclusive as ideias. Até a saúde melhora.
   Existem fios invisíveis que nos ligam a tudo aquilo que possuímos. Está explicado: como não se sentir deprimido num ambiente cheio de entulho? Como não acordar cansado estando interligado a uma tonelada de peso inútil? Vale para o que é material e, é claro, para o coração, aquele pequeno músculo que bate dentro do peito e que não merece hospedar tanto sentimento que não serve para nada, a não ser para obstruir as artérias. Seria tão bom não sentir tanta mágoa, tanto rancor, tanto ressentimento. É difícil, mas é preciso começarmos o quanto antes a limpar nosso caminho, para que a vida possa fluir com mais leveza e saúde.
(Martha Medeiros. Quem diria que viver ia dar nisso.
9a ed. Porto Alegre: L&PM, 2019. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q1772156 Português
TEXTO
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

Empatia: capixabas dão show de solidariedade em vários lugares do Espírito Santo
Diante do Novo Coronavírus, alguns capixabas buscaram levar amor e ajudar os que mais sofrem neste momento
Atualizado 27/03/2020 07:01:11
Em meio à pandemia do Novo Coronavírus que atinge o mundo todo e também o Espírito Santo, capixabas esbanjam empatia e o sentimento de solidariedade toma conta de muita gente! Foi o caso do dono de um restaurante localizado em Vila Velha, que abriu as portas do estabelecimento e distribuiu pratos de comida para moradores em situação de rua.
"A partir de hoje, quem mora na rua e precisa comer vai vim até meu restaurante que eu vou distribuir comida de forma gratuita para vocês", disse em um vídeo gravado e publicado nas redes sociais.
No combate ao Novo Coronavírus, a Receita Federal também ajudou. Todos os termômetros apreendidos na Alfândega foram doados para a Secretaria de Estado de Saúde do Espírito Santo (Sesa), uma decisão tomada pelo delegado Fabrício Betto.
Além dele, outros casos de empatia também foram vistos no Espírito Santo, como o caso do professor de matemática que ofereceu aulas de reforço online e também da dentista Mariella Gottardi, que criou uma campanha para arrecadar sabão e abastecer as comunidades. "Eu abri uma conta e juntei uma verba com todos meus amigos. Recebi o apoio de supermercados que me ajudaram a distribuir os donativos. Além disso, reforço que toda minha ação foi sem sair de casa", concluiu a profissional da área de saúde.
Em uma rede de hotel, por exemplo, faltam turistas, mas não falta amor. Luzes foram acessas em formato de coração e fé. Um movimento voltado para população em situação de rua, fez uma campanha pedindo ajuda para todos os moradores que neste momento enfrentam a falta de alimentos e produtos de higiene. Em um vídeo publicado, os organizadores pediam ajuda a toda população capixaba.
Disponível em:
https://www.folhavitoria.com.br/geral/noticia/03/2020/empatia-capixabas-dao-sho w-de-solidariedade-em-varios-lugares-do-espirito-santo. Acesso em 30/08/2020.
Assinale a alternativa CORRETA sobre o texto:
Alternativas
Q1771354 Português
No trecho “Ela ficou muito triste quando soube da morte do avô. — Não pude nem me despedir!”, a presença do travessão indica:
Alternativas
Q1771353 Português
Leia o trecho abaixo e responda a questão.

Regina Anastácia
Conceição Evaristo
— O meu nome é Regina Anastácia.
Assim que ouvi essas primeiras palavras de Anastácia e contemplei o seu porte tão altivo, fui tomada por uma enorme emoção. [..]
Considerando a coesão textual, o elemento
Alternativas
Q1771110 Português

Leia o texto para responder a questão.


    Pesquisa mostra que brasileiros precisam cuidar melhor dos rins 


Levantamento da SAÚDE avalia o conhecimento e o comportamento da população

a respeito de causas, prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças renais

Por Goretti Tenorio


    O periódico científico The Lancet acaba de publicar um retrato global sobre doença renal crônica: em 2017, foram computados cerca de 700 milhões de pessoas com a condição pelo mundo e 1,2 milhão de mortes em função do problema. Só no Brasil temos hoje 10 milhões de cidadãos convivendo com o comprometimento dos rins. 

    “Vivemos uma epidemia, com grande impacto na saúde e na qualidade de vida dos pacientes”, diz o nefrologista Alexandre Cabral, do Instituto de Saúde do Rim, em Campo Grande (MS). Por aqui, o número de indivíduos em diálise, ou seja, usando uma máquina para filtrar o sangue no lugar dos rins que não funcionam direito, aumentou de 40 mil em 2000 para 120 mil em 2017. Mas será que a população está ciente dos riscos de negligenciar os cuidados com essa dupla de órgãos, responsável por retirar as impurezas do sangue, controlar a pressão e produzir hormônios e vitaminas?

    Para traçar um panorama a respeito, a revista SAÚDE e a área de Inteligência de Mercado do Grupo Abril realizaram a pesquisa Como os Brasileiros Cuidam dos Rins, que contou com o apoio das farmacêuticas AstraZeneca, Baxter e Bristol-Myers Squibb. Realizada pela internet, a sondagem teve a participação de 1885 pessoas de todas as regiões — 331 delas com alguma doença renal.

    De saída, chama a atenção que metade dos respondentes sem a condição afirma nunca ter procurado um médico para avaliar a situação dos rins. “Como o problema apresenta sintomas tardios e inespecíficos, quando a pessoa busca ajuda ele já avançou perigosamente, sem possibilidade de marcha a ré”, explica João Egidio Romão Júnior, chefe de nefrologia e transplantes da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo. 

    O atraso no diagnóstico é, de fato, um dos achados mais preocupantes do estudo. Entre os participantes com insuficiência renal, 45% receberam o diagnóstico em estágios 4 ou 5. “Aí a capacidade dos rins já está em torno de 30% e 15%, respectivamente”, aponta Romão Júnior.

    [...]

Disponível em https://saude.abril.com.br/medicina/pesquisa-mostra-que-brasileiros-precisam-cuidar-melhor-dos-rins/

A fala de especialistas traz ao texto
Alternativas
Q1771106 Português

Leia o texto para responder a questão.


    Pesquisa mostra que brasileiros precisam cuidar melhor dos rins 


Levantamento da SAÚDE avalia o conhecimento e o comportamento da população

a respeito de causas, prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças renais

Por Goretti Tenorio


    O periódico científico The Lancet acaba de publicar um retrato global sobre doença renal crônica: em 2017, foram computados cerca de 700 milhões de pessoas com a condição pelo mundo e 1,2 milhão de mortes em função do problema. Só no Brasil temos hoje 10 milhões de cidadãos convivendo com o comprometimento dos rins. 

    “Vivemos uma epidemia, com grande impacto na saúde e na qualidade de vida dos pacientes”, diz o nefrologista Alexandre Cabral, do Instituto de Saúde do Rim, em Campo Grande (MS). Por aqui, o número de indivíduos em diálise, ou seja, usando uma máquina para filtrar o sangue no lugar dos rins que não funcionam direito, aumentou de 40 mil em 2000 para 120 mil em 2017. Mas será que a população está ciente dos riscos de negligenciar os cuidados com essa dupla de órgãos, responsável por retirar as impurezas do sangue, controlar a pressão e produzir hormônios e vitaminas?

    Para traçar um panorama a respeito, a revista SAÚDE e a área de Inteligência de Mercado do Grupo Abril realizaram a pesquisa Como os Brasileiros Cuidam dos Rins, que contou com o apoio das farmacêuticas AstraZeneca, Baxter e Bristol-Myers Squibb. Realizada pela internet, a sondagem teve a participação de 1885 pessoas de todas as regiões — 331 delas com alguma doença renal.

    De saída, chama a atenção que metade dos respondentes sem a condição afirma nunca ter procurado um médico para avaliar a situação dos rins. “Como o problema apresenta sintomas tardios e inespecíficos, quando a pessoa busca ajuda ele já avançou perigosamente, sem possibilidade de marcha a ré”, explica João Egidio Romão Júnior, chefe de nefrologia e transplantes da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo. 

    O atraso no diagnóstico é, de fato, um dos achados mais preocupantes do estudo. Entre os participantes com insuficiência renal, 45% receberam o diagnóstico em estágios 4 ou 5. “Aí a capacidade dos rins já está em torno de 30% e 15%, respectivamente”, aponta Romão Júnior.

    [...]

Disponível em https://saude.abril.com.br/medicina/pesquisa-mostra-que-brasileiros-precisam-cuidar-melhor-dos-rins/

Assinale a alternativa correta de acordo com o texto.
Alternativas
Q1771045 Português
Considerando as figuras de linguagem, marque a alternativa em que há uma metáfora.
Alternativas
Respostas
49661: E
49662: D
49663: B
49664: E
49665: B
49666: C
49667: C
49668: E
49669: B
49670: A
49671: D
49672: A
49673: C
49674: E
49675: C
49676: A
49677: C
49678: D
49679: C
49680: A