Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em <https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tirasde-armandinho>.
A frase “Mais uma? Por quê?”, empregada na tirinha acima, pode ser reescrita corretamente da seguinte forma:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Magia da criação
Muitas vezes tento escrever, mas as ideias somem da minha mente, resolvo tomar um café, que é a bebida que mais aprecio, volto ao meu “canto de escrita”, ligo o som com as minhas músicas preferidas, de repente... fluem palavras e mais palavras, percebo que é o momento da criação, e desenrola a crônica com muita fluidez, há mesmo uma ligação superior da nossa mente com a divina criação, a arte é sempre natural, há uma sequência de fatores que interferem em nosso comportamento e nos permite dar início à obra literária.
Sabemos que há uma ansiedade em falarmos sobre um assunto qualquer, mas não temos a certeza do que seria mais interessante para o leitor, pois, quando escrevemos, temos a necessidade de que muitas pessoas nos leiam e que a nossa mensagem seja bem compreendida, clara e precisa.
Escrever é mesmo colocar em movimento sentimentos muitas vezes contidos no peito, na pele, nos olhos, é maravilhoso poder dizer ao mundo que somos pessoas sensíveis a todos os acontecimentos mundiais, que não estamos estáticos, caminhamos em plena mutação humana, pois somos mortais e as transformações são necessárias para crescermos, evoluirmos junto com a natureza que nos rodeia. Sentir e escrever caminham lado a lado na plataforma da literatura humana, não há palavras, caso não haja um movimento, uma sensação, um amor, um beijo, uma troca de olhares.
Somos movidos pela motivação, há dentro de cada um uma chave a ser ligada, e a mágica do sucesso acontece, como o nascer do Sol!
De repente, percebemos que acabamos concluindo uma crônica e não demos nem conta, pois os dedos rolaram no teclado e a mente foi soltando muito rapidamente todas as palavras a serem ditas.
Escrever é fascinante!
LACERDA, Eliane. Magia da criação. Disponível em
<https://www.avl.org.br/uploads/78d7147f47d250f93eae8
ba243db8505magiadacriacao_el.pdf>
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Magia da criação
Muitas vezes tento escrever, mas as ideias somem da minha mente, resolvo tomar um café, que é a bebida que mais aprecio, volto ao meu “canto de escrita”, ligo o som com as minhas músicas preferidas, de repente... fluem palavras e mais palavras, percebo que é o momento da criação, e desenrola a crônica com muita fluidez, há mesmo uma ligação superior da nossa mente com a divina criação, a arte é sempre natural, há uma sequência de fatores que interferem em nosso comportamento e nos permite dar início à obra literária.
Sabemos que há uma ansiedade em falarmos sobre um assunto qualquer, mas não temos a certeza do que seria mais interessante para o leitor, pois, quando escrevemos, temos a necessidade de que muitas pessoas nos leiam e que a nossa mensagem seja bem compreendida, clara e precisa.
Escrever é mesmo colocar em movimento sentimentos muitas vezes contidos no peito, na pele, nos olhos, é maravilhoso poder dizer ao mundo que somos pessoas sensíveis a todos os acontecimentos mundiais, que não estamos estáticos, caminhamos em plena mutação humana, pois somos mortais e as transformações são necessárias para crescermos, evoluirmos junto com a natureza que nos rodeia. Sentir e escrever caminham lado a lado na plataforma da literatura humana, não há palavras, caso não haja um movimento, uma sensação, um amor, um beijo, uma troca de olhares.
Somos movidos pela motivação, há dentro de cada um uma chave a ser ligada, e a mágica do sucesso acontece, como o nascer do Sol!
De repente, percebemos que acabamos concluindo uma crônica e não demos nem conta, pois os dedos rolaram no teclado e a mente foi soltando muito rapidamente todas as palavras a serem ditas.
Escrever é fascinante!
LACERDA, Eliane. Magia da criação. Disponível em
<https://www.avl.org.br/uploads/78d7147f47d250f93eae8
ba243db8505magiadacriacao_el.pdf>
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Magia da criação
Muitas vezes tento escrever, mas as ideias somem da minha mente, resolvo tomar um café, que é a bebida que mais aprecio, volto ao meu “canto de escrita”, ligo o som com as minhas músicas preferidas, de repente... fluem palavras e mais palavras, percebo que é o momento da criação, e desenrola a crônica com muita fluidez, há mesmo uma ligação superior da nossa mente com a divina criação, a arte é sempre natural, há uma sequência de fatores que interferem em nosso comportamento e nos permite dar início à obra literária.
Sabemos que há uma ansiedade em falarmos sobre um assunto qualquer, mas não temos a certeza do que seria mais interessante para o leitor, pois, quando escrevemos, temos a necessidade de que muitas pessoas nos leiam e que a nossa mensagem seja bem compreendida, clara e precisa.
Escrever é mesmo colocar em movimento sentimentos muitas vezes contidos no peito, na pele, nos olhos, é maravilhoso poder dizer ao mundo que somos pessoas sensíveis a todos os acontecimentos mundiais, que não estamos estáticos, caminhamos em plena mutação humana, pois somos mortais e as transformações são necessárias para crescermos, evoluirmos junto com a natureza que nos rodeia. Sentir e escrever caminham lado a lado na plataforma da literatura humana, não há palavras, caso não haja um movimento, uma sensação, um amor, um beijo, uma troca de olhares.
Somos movidos pela motivação, há dentro de cada um uma chave a ser ligada, e a mágica do sucesso acontece, como o nascer do Sol!
De repente, percebemos que acabamos concluindo uma crônica e não demos nem conta, pois os dedos rolaram no teclado e a mente foi soltando muito rapidamente todas as palavras a serem ditas.
Escrever é fascinante!
LACERDA, Eliane. Magia da criação. Disponível em
<https://www.avl.org.br/uploads/78d7147f47d250f93eae8
ba243db8505magiadacriacao_el.pdf>
No contexto do poema “E as margens”, avalie as afirmações a seguir e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
(__) A relação entre os vocábulos “superfície” e “margens”, nos dois primeiros versos, é de aquiescência entre a mansuetude da superfície do lago e o peso das margens provocado pelo silêncio e pelas lágrimas do eu lírico.
(__) “Estar na margem”, metaforicamente, pode significar “não estar no centro”, considerando-se que o eu lírico se trata de uma personagem afrofeminina, o que enfatiza a perspectiva dessa voz poética, seus desafios e sua (re)existência.
(__) O lago, no poema, simboliza nascimento, fonte de vida, sacralidade, ancestralidade. O eu lírico está diante de uma superfície espelhada, que reflete sua imagem e sua condição de existência, com suas dores e seus desafios.
(__) A mansidão do lago, apresentada na primeira estrofe, é quebrada pelos três últimos versos do poema, sugerindo que o eu lírico, ao tocar a água, rompe com a própria imagem e provoca desequilíbrios pessoais e sociais.
A sequência que preenche os parênteses CORRETAMENTE é:
Essa consequência, na matéria jornalística lida, é obtida principalmente por:
São eles:
Leia o texto a seguir.
“A diversidade cultural brasileira pode ser uma questão central para o desenvolvimento de projetos no país, especialmente voltados para os Povos Indígenas e os Afrodescendentes. Atenção especial é necessária quanto à preservação e ao reconhecimento da diversidade cultural brasileira.”
Disponível em: https://www.unesco.org/pt/node/108132. Acessado em: 2 dez. 2025.
A diversidade cultural brasileira mencionada no texto é representada
Leia o texto a seguir.
DÚVIDA CRUEL
Um casal de velhinhos conversando:
— Mulher, eu sempre tive uma dúvida, mas nunca tive coragem de colocá-la pra você. Eu sempre desconfiei da paternidade do nosso décimo filho. Ele é tão diferente dos outros nove! Agora que nós estamos completando sessenta anos de casados, eu queria que você me tirasse essa dúvida: nosso caçula tem um pai diferente
Maria olha pra baixo, incapaz de olhar pro marido, respira fundo e responde:
— É, Mário, o pai dele é diferente. Mário fica boquiaberto mas, nervoso, pergunta com os olhos em lágrimas:
— Quem é o pai, Maria? Quem é o pai?
— Você, Mário!
Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/redacao/anedota.htm. Acesso em: 19 nov. 2025.
No final do texto, quando Maria revela a verdade dizendo “Você, Mário!”, o leitor entende que o pai do filho caçula é
Leia o texto a seguir.
Erro de Português
Oswald de Andrade
Quando o português chegou
debaixo duma bruta chuva
vestiu o índio
que pena!
fosse uma manhã de sol
o índio tinha despido o português
Disponível em: https://teoriaedebate.org.br/estante/erro-de-portugues/. Acesso em: 18 nov. 2025.
No poema “Erro de Português”, Oswald de Andrade afirma que o português vestiu o índio pois chegou
Leia o texto a seguir.
Lenda da Iara
Iara era uma índia admirada pela sua beleza e também pelo fato de ser uma grande guerreira. Invejosos, seus irmãos resolveram matá-la, mas sendo uma guerreira habilidosa, consegue vencer a luta e é ela quem os mata.
Com medo de ser punida pelo pajé da tribo, foge. O pajé era seu pai, o qual após encontrar Iara resolve castigá-la lançandoa ao rio para que ela morresse, tal como seus irmãos.
No entanto, os peixes salvam a índia, a qual se transforma numa bela sereia que passa a habitar os rios da região da Amazônia. Atraindo os homens para lá, tenta afogá-los.
Segundo a lenda, quem consegue escapar, enlouquece e somente pode ser curado por um pajé.
Disponível em: https://www.todamateria.com.br/lendas-indigenas/. Acesso em: 21 nov. 2025.
Segundo o texto, Iara é transformada em sereia depois que
Leia o texto a seguir.
Bilhete
Mario Quintana
Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...
Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-bilhete-mario-quintana/. Acesso em: 21 nov. 2025.
No poema, ao dizer “Se tu me amas, ama-me baixinho / Não o grites de cima dos telhados”, o eu lírico expressa que o amor desejado deve ser demonstrado