Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Rotinas
Estabelecer e gerenciar a rotina do trabalho significa formar um conjunto de ações e verificações diárias, conduzidas com o máximo de cuidado, dedicação, prioridade e autonomia no âmbito das organizações públicas. É instituir o senso de responsabilidade nas pessoas para o cumprimento das obrigações que lhes são conferidas.
No serviço público, o gerenciamento da rotina está centrado nos seguintes princípios:
1) Na perfeita definição da autoridade e da responsabilidade de cada pessoa;
2) Na padronização dos processos de trabalho;
3) No monitoramento dos resultados destes processos e sua comparação com as metas;
4) Na ação corretiva do processo, a partir dos desvios encontrados nos resultados, quando comparados com as metas;
5) Num bom ambiente de trabalho e na máxima utilização do potencial mental das pessoas; e,
6) Na busca contínua da perfeição.
Verifica-se, então, que gerenciar a rotina é, por si só, um processo que pode ser aplicado a qualquer tipo de departamento ou setor da organização que tenha como objetivo a plena satisfação do usuário dos serviços por meio de controle sistemático e da melhoria contínua de cada processo em base diária e progressiva.
Nas entidades públicas, o gerenciamento da rotina busca a eficiência dos processos organizacionais, através da padronização do trabalho para evitar mudanças que possam comprometer a qualidade estabelecida. Esse gerenciamento é responsabilidade de cada servidor e esse deve receber o constante acompanhamento do gestor na execução da rotina, a fim de maximizar o seu desempenho.
Adaptado. Edvonaide P. S. Melo; Ana P. S. Farias. 2015.
Fonte: https://bit.ly/3mD3erT.
Leia o texto 'Rotinas' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:
I. O texto leva o leitor a entender que gerenciar a rotina é, por si só, um processo que pode ser aplicado a qualquer tipo de departamento ou setor da organização que tenha como objetivo a plena satisfação do usuário dos serviços públicos.
II. O texto procura deixar claro para o leitor que a padronização dos processos de trabalho é uma medida que apenas deve ser tomada após a confirmação de que todos os processos e rotinas da instituição estão sendo realizados de acordo com as metas estabelecidas.
Marque a alternativa CORRETA:
Rotinas
Estabelecer e gerenciar a rotina do trabalho significa formar um conjunto de ações e verificações diárias, conduzidas com o máximo de cuidado, dedicação, prioridade e autonomia no âmbito das organizações públicas. É instituir o senso de responsabilidade nas pessoas para o cumprimento das obrigações que lhes são conferidas.
No serviço público, o gerenciamento da rotina está centrado nos seguintes princípios:
1) Na perfeita definição da autoridade e da responsabilidade de cada pessoa;
2) Na padronização dos processos de trabalho;
3) No monitoramento dos resultados destes processos e sua comparação com as metas;
4) Na ação corretiva do processo, a partir dos desvios encontrados nos resultados, quando comparados com as metas;
5) Num bom ambiente de trabalho e na máxima utilização do potencial mental das pessoas; e,
6) Na busca contínua da perfeição.
Verifica-se, então, que gerenciar a rotina é, por si só, um processo que pode ser aplicado a qualquer tipo de departamento ou setor da organização que tenha como objetivo a plena satisfação do usuário dos serviços por meio de controle sistemático e da melhoria contínua de cada processo em base diária e progressiva.
Nas entidades públicas, o gerenciamento da rotina busca a eficiência dos processos organizacionais, através da padronização do trabalho para evitar mudanças que possam comprometer a qualidade estabelecida. Esse gerenciamento é responsabilidade de cada servidor e esse deve receber o constante acompanhamento do gestor na execução da rotina, a fim de maximizar o seu desempenho.
Adaptado. Edvonaide P. S. Melo; Ana P. S. Farias. 2015.
Fonte: https://bit.ly/3mD3erT.
Leia o texto 'Rotinas' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:
I. As informações presentes no texto permitem concluir que estabelecer e gerenciar a rotina do trabalho significa formar um conjunto de ações e verificações diárias, conduzidas com o máximo de cuidado, prioridade, autonomia e dedicação.
II. As informações presentes no texto permitem inferir que, o monitoramento dos resultados dos processos e a sua comparação com as metas estabelecidas são atitudes que apenas devem ser tomadas quando houver a certeza de que o trabalho está sendo realizado exatamente da forma como foi planejado.
Marque a alternativa CORRETA:
Rotinas
Estabelecer e gerenciar a rotina do trabalho significa formar um conjunto de ações e verificações diárias, conduzidas com o máximo de cuidado, dedicação, prioridade e autonomia no âmbito das organizações públicas. É instituir o senso de responsabilidade nas pessoas para o cumprimento das obrigações que lhes são conferidas.
No serviço público, o gerenciamento da rotina está centrado nos seguintes princípios:
1) Na perfeita definição da autoridade e da responsabilidade de cada pessoa;
2) Na padronização dos processos de trabalho;
3) No monitoramento dos resultados destes processos e sua comparação com as metas;
4) Na ação corretiva do processo, a partir dos desvios encontrados nos resultados, quando comparados com as metas;
5) Num bom ambiente de trabalho e na máxima utilização do potencial mental das pessoas; e,
6) Na busca contínua da perfeição.
Verifica-se, então, que gerenciar a rotina é, por si só, um processo que pode ser aplicado a qualquer tipo de departamento ou setor da organização que tenha como objetivo a plena satisfação do usuário dos serviços por meio de controle sistemático e da melhoria contínua de cada processo em base diária e progressiva.
Nas entidades públicas, o gerenciamento da rotina busca a eficiência dos processos organizacionais, através da padronização do trabalho para evitar mudanças que possam comprometer a qualidade estabelecida. Esse gerenciamento é responsabilidade de cada servidor e esse deve receber o constante acompanhamento do gestor na execução da rotina, a fim de maximizar o seu desempenho.
Adaptado. Edvonaide P. S. Melo; Ana P. S. Farias. 2015.
Fonte: https://bit.ly/3mD3erT.
Leia o texto 'Rotinas' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:
I. Após a análise do texto, é possível concluir que um dos princípios do gerenciamento da rotina é a realização da ação corretiva do processo, a partir dos desvios encontrados nos resultados, quando comparados com as metas.
II. O texto apresenta ao leitor a ideia de que definir algum grau de autoridade ou de responsabilidade dos servidores sobre os processos e rotinas é uma medida prejudicial ao adequado gerenciamento do trabalho na instituição.
Marque a alternativa CORRETA:
IPC-C1
O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) subiu 0,33% em junho de 2020, depois de uma queda de 0,30% em maio de 2020, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador é usado para mensurar o impacto da movimentação de preços entre famílias com renda mensal entre um e 2,5 salários mínimos. Com o resultado, o índice acumulou alta de 1,15% no ano de 2020. Em 12 meses, o indicador acumulou avanço de 2,66%.
Em junho de 2020, o IPC-C1 ficou abaixo da variação da inflação média apurada entre as famílias com renda mensal entre um e 33 salários mínimos, obtida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que teve elevação de 0,36% no mês. No acumulado em 12 meses, a taxa do IPC-BR foi inferior ao IPC-C1, apresentando valor de 2,22%, segundo a FGV.
SOBRE O ÍNDICE
Os resultados gerais do IPC-C1 podem ser obtidos gratuitamente no portal do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE). Já a consulta detalhada à maior parte das séries históricas ocorre mediante contrato e está restrita aos assinantes do IBRE/FGV Dados.
O IPC-C1 mede a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos e tem abrangência geográfica nas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Salvador. O índice compreende os setores de alimentação, habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais, educação, leitura e recreação, transportes e despesas diversas.
A coleta de dados do índice ocorre durante cada mês, sempre nos estabelecimentos comerciais mais procurados pelas famílias. Assim, a sua periodicidade é mensal e teve sua primeira observação em 2004.
Por Agência Estado, em 06/07/2020 (disponível em:
https://bit.ly/2WoSgM1). Com adaptações.
Leia o texto 'IPC-C1' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. A partir das informações do texto, pode-se inferir que o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) apresentou uma queda de 0,30% em maio de 2020.
II. Uma das informações que ficam claras e nítidas para o leitor do texto é a de que o índice IPC-C1 compreende os setores de alimentação, habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais, educação, leitura e recreação, transportes, tecnologia, impostos, serviços de segurança pública e despesas diversas.
III. As informações presentes no texto permitem concluir que o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) subiu 0,33% em junho de 2020.
Marque a alternativa CORRETA:
IPC-C1
O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) subiu 0,33% em junho de 2020, depois de uma queda de 0,30% em maio de 2020, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador é usado para mensurar o impacto da movimentação de preços entre famílias com renda mensal entre um e 2,5 salários mínimos. Com o resultado, o índice acumulou alta de 1,15% no ano de 2020. Em 12 meses, o indicador acumulou avanço de 2,66%.
Em junho de 2020, o IPC-C1 ficou abaixo da variação da inflação média apurada entre as famílias com renda mensal entre um e 33 salários mínimos, obtida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que teve elevação de 0,36% no mês. No acumulado em 12 meses, a taxa do IPC-BR foi inferior ao IPC-C1, apresentando valor de 2,22%, segundo a FGV.
SOBRE O ÍNDICE
Os resultados gerais do IPC-C1 podem ser obtidos gratuitamente no portal do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE). Já a consulta detalhada à maior parte das séries históricas ocorre mediante contrato e está restrita aos assinantes do IBRE/FGV Dados.
O IPC-C1 mede a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos e tem abrangência geográfica nas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Salvador. O índice compreende os setores de alimentação, habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais, educação, leitura e recreação, transportes e despesas diversas.
A coleta de dados do índice ocorre durante cada mês, sempre nos estabelecimentos comerciais mais procurados pelas famílias. Assim, a sua periodicidade é mensal e teve sua primeira observação em 2004.
Por Agência Estado, em 06/07/2020 (disponível em:
https://bit.ly/2WoSgM1). Com adaptações.
Leia o texto 'IPC-C1' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Uma das informações apresentadas pelo texto ao leitor é a de que o IPC-C1 tem abrangência geográfica nas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Manaus, Recife e Salvador.
II. O período de coleta de dados do índice IPC-C1 ocorre durante a segunda quinzena de cada mês, sempre nos estabelecimentos comerciais mais procurados pelas famílias, conforme pode ser percebido a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
III. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que, em junho de 2020, o IPC-C1 ficou abaixo da variação da inflação média apurada entre as famílias com renda mensal entre um e trinta e três salários mínimos.
Marque a alternativa CORRETA:
IPC-C1
O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) subiu 0,33% em junho de 2020, depois de uma queda de 0,30% em maio de 2020, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador é usado para mensurar o impacto da movimentação de preços entre famílias com renda mensal entre um e 2,5 salários mínimos. Com o resultado, o índice acumulou alta de 1,15% no ano de 2020. Em 12 meses, o indicador acumulou avanço de 2,66%.
Em junho de 2020, o IPC-C1 ficou abaixo da variação da inflação média apurada entre as famílias com renda mensal entre um e 33 salários mínimos, obtida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que teve elevação de 0,36% no mês. No acumulado em 12 meses, a taxa do IPC-BR foi inferior ao IPC-C1, apresentando valor de 2,22%, segundo a FGV.
SOBRE O ÍNDICE
Os resultados gerais do IPC-C1 podem ser obtidos gratuitamente no portal do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE). Já a consulta detalhada à maior parte das séries históricas ocorre mediante contrato e está restrita aos assinantes do IBRE/FGV Dados.
O IPC-C1 mede a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos e tem abrangência geográfica nas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Salvador. O índice compreende os setores de alimentação, habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais, educação, leitura e recreação, transportes e despesas diversas.
A coleta de dados do índice ocorre durante cada mês, sempre nos estabelecimentos comerciais mais procurados pelas famílias. Assim, a sua periodicidade é mensal e teve sua primeira observação em 2004.
Por Agência Estado, em 06/07/2020 (disponível em:
https://bit.ly/2WoSgM1). Com adaptações.
Leia o texto 'IPC-C1' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) acumulou alta de 1,15% no ano de 2020.
II. As informações presentes no texto permitem ao leitor concluir que os resultados gerais do IPC-C1 podem ser obtidos gratuitamente no portal do Ministério da Economia.
III. O IPC-C1 mede a variação de preços de uma cesta de
produtos e serviços para famílias com renda até trinta e três
salários mínimos, de acordo com o autor.
Marque a alternativa CORRETA:
IPC-C1
O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) subiu 0,33% em junho de 2020, depois de uma queda de 0,30% em maio de 2020, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador é usado para mensurar o impacto da movimentação de preços entre famílias com renda mensal entre um e 2,5 salários mínimos. Com o resultado, o índice acumulou alta de 1,15% no ano de 2020. Em 12 meses, o indicador acumulou avanço de 2,66%.
Em junho de 2020, o IPC-C1 ficou abaixo da variação da inflação média apurada entre as famílias com renda mensal entre um e 33 salários mínimos, obtida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que teve elevação de 0,36% no mês. No acumulado em 12 meses, a taxa do IPC-BR foi inferior ao IPC-C1, apresentando valor de 2,22%, segundo a FGV.
SOBRE O ÍNDICE
Os resultados gerais do IPC-C1 podem ser obtidos gratuitamente no portal do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE). Já a consulta detalhada à maior parte das séries históricas ocorre mediante contrato e está restrita aos assinantes do IBRE/FGV Dados.
O IPC-C1 mede a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos e tem abrangência geográfica nas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Salvador. O índice compreende os setores de alimentação, habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais, educação, leitura e recreação, transportes e despesas diversas.
A coleta de dados do índice ocorre durante cada mês, sempre nos estabelecimentos comerciais mais procurados pelas famílias. Assim, a sua periodicidade é mensal e teve sua primeira observação em 2004.
Por Agência Estado, em 06/07/2020 (disponível em:
https://bit.ly/2WoSgM1). Com adaptações.
Leia o texto 'IPC-C1' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto leva o leitor a concluir que o Índice de Preços ao Consumidor – Brasil teve uma elevação de 0,36% em junho de 2020.
II. Em junho de 2020, o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 acumulou um avanço de 2,66% para o período de 12 meses, afirma o texto.
III. Em junho de 2020, a taxa do IPC-BR foi de 2,22%, no acumulado em 12 meses, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
IPC-C1
O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) subiu 0,33% em junho de 2020, depois de uma queda de 0,30% em maio de 2020, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador é usado para mensurar o impacto da movimentação de preços entre famílias com renda mensal entre um e 2,5 salários mínimos. Com o resultado, o índice acumulou alta de 1,15% no ano de 2020. Em 12 meses, o indicador acumulou avanço de 2,66%.
Em junho de 2020, o IPC-C1 ficou abaixo da variação da inflação média apurada entre as famílias com renda mensal entre um e 33 salários mínimos, obtida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que teve elevação de 0,36% no mês. No acumulado em 12 meses, a taxa do IPC-BR foi inferior ao IPC-C1, apresentando valor de 2,22%, segundo a FGV.
SOBRE O ÍNDICE
Os resultados gerais do IPC-C1 podem ser obtidos gratuitamente no portal do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE). Já a consulta detalhada à maior parte das séries históricas ocorre mediante contrato e está restrita aos assinantes do IBRE/FGV Dados.
O IPC-C1 mede a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos e tem abrangência geográfica nas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Salvador. O índice compreende os setores de alimentação, habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais, educação, leitura e recreação, transportes e despesas diversas.
A coleta de dados do índice ocorre durante cada mês, sempre nos estabelecimentos comerciais mais procurados pelas famílias. Assim, a sua periodicidade é mensal e teve sua primeira observação em 2004.
Por Agência Estado, em 06/07/2020 (disponível em:
https://bit.ly/2WoSgM1). Com adaptações.
Leia o texto 'IPC-C1' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Após a análise do texto, é possível concluir que os dados sobre o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) foram informados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
II. O texto apresenta ao leitor uma série de informações claras e coerentes sobre finanças e economia, as quais permitem concluir que a consulta detalhada à maior parte das séries históricas do IPC-C1 é gratuita e livre para download, no site do Governo Federal.
III. O indicador (IPC-C1) é um indicador usado para mensurar o impacto da movimentação de preços entre famílias com renda mensal entre 1 e 2,5 salários mínimos, de acordo com o autor.
Marque a alternativa CORRETA:
ESGOTAMENTO MENTAL
Para uma enormidade de profissionais, fazer home office é praticamente sinônimo de passar horas e horas em calls, termo que popularizou as videoconferências. Não é à toa que o Zoom, aplicativo de reuniões e conversas on-line usando voz e vídeo, explodiu durante a pandemia de Covid-19.
Em tempos de trabalho remoto, usar a videoconferência se tornou essencial, e, algumas vezes, até passa dos limites. Os contatos estão cada vez mais virtualizados e estão cobrando um preço alto do nosso cérebro: um novo tipo de esgotamento mental, já batizado de "Zoom fatigue" — termo que pegou emprestado o nome do app Zoom para ilustrar bem como fica nosso cérebro convivendo com tanta videoconferência.
Ficar encarando rostos nas telas por longos e longos períodos é exaustivo. E isso tem uma explicação psicológica: as pessoas, enquanto conversam virtualmente, estão completamente desprovidas de algo importantíssimo no dia a dia dentro dos padrões de normalidade: a linguagem corporal. As pistas que nosso corpo dá, ainda que não sejam nada verbais, fazem parte de uma fluidez natural da comunicação entre os seres humanos. E sem elas, a conversa fica mais engessada e exige mais energia dos participantes.
Segundo alguns psicólogos, o corpo demanda descanso, relaxamento para se manter saudável. A exaustão reverbera no corpo de forma nociva, e é possível percebê-la na expressão corporal, na respiração, no olhar disperso... a exaustão altera o apetite e até mesmo causa insônia. Nas vídeoconferências, além da conversa engessada, tem a questão da falta de socialização pessoal, da troca de um abraço, de uma brincadeira que é comum acontecer durante as conversas pessoais ou reuniões. Isso, de uma certa forma, alivia o peso das responsabilidades e é muito necessário para nós, seres humanos.
A nossa postura, a maneira como gesticulamos, o tom das nossas vozes e até mesmo nossas manias enquanto trocamos ideia ou nos reunimos fisicamente com alguém, seja essa pessoa um executivo, um colega de trabalho ou um cliente, faz toda a diferença na comunicação. E tudo isso acontece de maneira muito natural, de forma que nosso cérebro não se desgasta. No mundo virtual, como ficamos mais atentos a tudo que estamos falando e fazendo diante da câmera, gastamos uma boa quantidade de energia para monitorar isso. E é exatamente esse gasto que nos deixa tão cansados no fim do dia.
Por Luciana Zaramela, em 2020 (disponível em:
https://bit.ly/2CzxKRZ). Com adaptações.
Leia o texto 'ESGOTAMENTO MENTAL' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto apresenta informações que levam o leitor a entender que, para uma enormidade de profissionais, fazer home office é praticamente sinônimo de passar horas e horas em calls, termo que popularizou as videoconferências.
II. As informações presentes no texto permitem concluir que, em tempos de trabalho remoto, usar a videoconferência se tornou dispensável, e as pessoas aprenderam a facilmente dosar a quantidade diária de reuniões e atividades on-line. Essa ideia é destacada pela autora ainda no segundo parágrafo, quando ela utiliza a expressão "Zoom fatigue" para defender a ideia de que, a qualquer momento, o excesso de trabalho pode causar danos à saúde do indivíduo.
III. A nossa postura, a maneira como gesticulamos, o tom das nossas vozes e até mesmo nossas manias enquanto trocamos ideia ou nos reunimos fisicamente com alguém fazem toda a diferença na comunicação, afirma a autora do texto. E tudo isso acontece de maneira muito natural, de forma que nosso cérebro não se desgasta, conforme pode ser observado no texto.
Marque a alternativa CORRETA:
ESGOTAMENTO MENTAL
Para uma enormidade de profissionais, fazer home office é praticamente sinônimo de passar horas e horas em calls, termo que popularizou as videoconferências. Não é à toa que o Zoom, aplicativo de reuniões e conversas on-line usando voz e vídeo, explodiu durante a pandemia de Covid-19.
Em tempos de trabalho remoto, usar a videoconferência se tornou essencial, e, algumas vezes, até passa dos limites. Os contatos estão cada vez mais virtualizados e estão cobrando um preço alto do nosso cérebro: um novo tipo de esgotamento mental, já batizado de "Zoom fatigue" — termo que pegou emprestado o nome do app Zoom para ilustrar bem como fica nosso cérebro convivendo com tanta videoconferência.
Ficar encarando rostos nas telas por longos e longos períodos é exaustivo. E isso tem uma explicação psicológica: as pessoas, enquanto conversam virtualmente, estão completamente desprovidas de algo importantíssimo no dia a dia dentro dos padrões de normalidade: a linguagem corporal. As pistas que nosso corpo dá, ainda que não sejam nada verbais, fazem parte de uma fluidez natural da comunicação entre os seres humanos. E sem elas, a conversa fica mais engessada e exige mais energia dos participantes.
Segundo alguns psicólogos, o corpo demanda descanso, relaxamento para se manter saudável. A exaustão reverbera no corpo de forma nociva, e é possível percebê-la na expressão corporal, na respiração, no olhar disperso... a exaustão altera o apetite e até mesmo causa insônia. Nas vídeoconferências, além da conversa engessada, tem a questão da falta de socialização pessoal, da troca de um abraço, de uma brincadeira que é comum acontecer durante as conversas pessoais ou reuniões. Isso, de uma certa forma, alivia o peso das responsabilidades e é muito necessário para nós, seres humanos.
A nossa postura, a maneira como gesticulamos, o tom das nossas vozes e até mesmo nossas manias enquanto trocamos ideia ou nos reunimos fisicamente com alguém, seja essa pessoa um executivo, um colega de trabalho ou um cliente, faz toda a diferença na comunicação. E tudo isso acontece de maneira muito natural, de forma que nosso cérebro não se desgasta. No mundo virtual, como ficamos mais atentos a tudo que estamos falando e fazendo diante da câmera, gastamos uma boa quantidade de energia para monitorar isso. E é exatamente esse gasto que nos deixa tão cansados no fim do dia.
Por Luciana Zaramela, em 2020 (disponível em:
https://bit.ly/2CzxKRZ). Com adaptações.
Leia o texto 'ESGOTAMENTO MENTAL' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Nas videoconferências, além da conversa engessada, há a questão da falta de socialização pessoal, da troca de um abraço, de uma brincadeira, que é comum acontecer durante as conversas pessoais ou reuniões, de acordo com as informações apresentadas ao leitor no texto.
II. O baixo contato visual, a falta de empatia e o excesso de formalismo na linguagem verbal são características importantíssimas no dia a dia dentro dos padrões de normalidade da linguagem corporal e contribuem para a redução da fadiga nas reuniões digitais, de acordo com as informações da autora do texto.
III. O texto apresenta ao leitor o conceito de um novo tipo de esgotamento mental, batizado de "Zoom fatigue" — termo que pegou emprestado o nome do app Zoom para ilustrar bem como fica nosso cérebro convivendo com tanta videoconferência.
Marque a alternativa CORRETA:
ESGOTAMENTO MENTAL
Para uma enormidade de profissionais, fazer home office é praticamente sinônimo de passar horas e horas em calls, termo que popularizou as videoconferências. Não é à toa que o Zoom, aplicativo de reuniões e conversas on-line usando voz e vídeo, explodiu durante a pandemia de Covid-19.
Em tempos de trabalho remoto, usar a videoconferência se tornou essencial, e, algumas vezes, até passa dos limites. Os contatos estão cada vez mais virtualizados e estão cobrando um preço alto do nosso cérebro: um novo tipo de esgotamento mental, já batizado de "Zoom fatigue" — termo que pegou emprestado o nome do app Zoom para ilustrar bem como fica nosso cérebro convivendo com tanta videoconferência.
Ficar encarando rostos nas telas por longos e longos períodos é exaustivo. E isso tem uma explicação psicológica: as pessoas, enquanto conversam virtualmente, estão completamente desprovidas de algo importantíssimo no dia a dia dentro dos padrões de normalidade: a linguagem corporal. As pistas que nosso corpo dá, ainda que não sejam nada verbais, fazem parte de uma fluidez natural da comunicação entre os seres humanos. E sem elas, a conversa fica mais engessada e exige mais energia dos participantes.
Segundo alguns psicólogos, o corpo demanda descanso, relaxamento para se manter saudável. A exaustão reverbera no corpo de forma nociva, e é possível percebê-la na expressão corporal, na respiração, no olhar disperso... a exaustão altera o apetite e até mesmo causa insônia. Nas vídeoconferências, além da conversa engessada, tem a questão da falta de socialização pessoal, da troca de um abraço, de uma brincadeira que é comum acontecer durante as conversas pessoais ou reuniões. Isso, de uma certa forma, alivia o peso das responsabilidades e é muito necessário para nós, seres humanos.
A nossa postura, a maneira como gesticulamos, o tom das nossas vozes e até mesmo nossas manias enquanto trocamos ideia ou nos reunimos fisicamente com alguém, seja essa pessoa um executivo, um colega de trabalho ou um cliente, faz toda a diferença na comunicação. E tudo isso acontece de maneira muito natural, de forma que nosso cérebro não se desgasta. No mundo virtual, como ficamos mais atentos a tudo que estamos falando e fazendo diante da câmera, gastamos uma boa quantidade de energia para monitorar isso. E é exatamente esse gasto que nos deixa tão cansados no fim do dia.
Por Luciana Zaramela, em 2020 (disponível em:
https://bit.ly/2CzxKRZ). Com adaptações.
Leia o texto 'ESGOTAMENTO MENTAL' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. As pistas que nosso corpo dá, a comunicação corporal, por serem totalmente verbais, fazem parte de uma fluidez natural da comunicação entre os seres humanos e, assim, causam a fadiga mental nas conferências digitais, de acordo com as informações presentes no texto. Essa ideia fica evidente no 4º parágrafo do texto, quando a autora utiliza substantivos derivados como "gesticulamos" e "engessada" para designar o estado de latência desenvolvido pelo indivíduo que dedica muitas horas ao trabalho.
II. A autora do texto conclui a sua reflexão sobre a importância da internet e dos meios de comunicação afirmando que, segundo alguns psicólogos, o corpo dispensa descanso ou relaxamento para se manter saudável. Assim, defende a autora, é importante para os profissionais que buscam uma ascensão mais vertiginosa na carreira adaptar-se às novas necessidades de realização de reuniões por meios digitais.
III. As informações presentes no texto permitem ao leitor inferir que ficar encarando rostos nas telas por longos e longos períodos é estimulante e reconfortante. Essa ideia é ratificada ao final do quarto parágrafo, quando a autora descreve o seu desejo de "desligar-se da realidade virtual da world wide web" para aproveitar os momentos bucólicos da vida.
Marque a alternativa CORRETA:
ESGOTAMENTO MENTAL
Para uma enormidade de profissionais, fazer home office é praticamente sinônimo de passar horas e horas em calls, termo que popularizou as videoconferências. Não é à toa que o Zoom, aplicativo de reuniões e conversas on-line usando voz e vídeo, explodiu durante a pandemia de Covid-19.
Em tempos de trabalho remoto, usar a videoconferência se tornou essencial, e, algumas vezes, até passa dos limites. Os contatos estão cada vez mais virtualizados e estão cobrando um preço alto do nosso cérebro: um novo tipo de esgotamento mental, já batizado de "Zoom fatigue" — termo que pegou emprestado o nome do app Zoom para ilustrar bem como fica nosso cérebro convivendo com tanta videoconferência.
Ficar encarando rostos nas telas por longos e longos períodos é exaustivo. E isso tem uma explicação psicológica: as pessoas, enquanto conversam virtualmente, estão completamente desprovidas de algo importantíssimo no dia a dia dentro dos padrões de normalidade: a linguagem corporal. As pistas que nosso corpo dá, ainda que não sejam nada verbais, fazem parte de uma fluidez natural da comunicação entre os seres humanos. E sem elas, a conversa fica mais engessada e exige mais energia dos participantes.
Segundo alguns psicólogos, o corpo demanda descanso, relaxamento para se manter saudável. A exaustão reverbera no corpo de forma nociva, e é possível percebê-la na expressão corporal, na respiração, no olhar disperso... a exaustão altera o apetite e até mesmo causa insônia. Nas vídeoconferências, além da conversa engessada, tem a questão da falta de socialização pessoal, da troca de um abraço, de uma brincadeira que é comum acontecer durante as conversas pessoais ou reuniões. Isso, de uma certa forma, alivia o peso das responsabilidades e é muito necessário para nós, seres humanos.
A nossa postura, a maneira como gesticulamos, o tom das nossas vozes e até mesmo nossas manias enquanto trocamos ideia ou nos reunimos fisicamente com alguém, seja essa pessoa um executivo, um colega de trabalho ou um cliente, faz toda a diferença na comunicação. E tudo isso acontece de maneira muito natural, de forma que nosso cérebro não se desgasta. No mundo virtual, como ficamos mais atentos a tudo que estamos falando e fazendo diante da câmera, gastamos uma boa quantidade de energia para monitorar isso. E é exatamente esse gasto que nos deixa tão cansados no fim do dia.
Por Luciana Zaramela, em 2020 (disponível em:
https://bit.ly/2CzxKRZ). Com adaptações.
Leia o texto 'ESGOTAMENTO MENTAL' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Uma das informações presentes no texto é que o Zoom é um aplicativo de reuniões e conversas on-line que utiliza voz e vídeo e que fez muito sucesso durante a pandemia de Covid-19.
II. O texto utiliza repetidamente os artigos indefinidos para remeter à ideia central defendida pela autora, ou seja, a de que, sem a linguagem corporal nas reuniões digitais, a conversa fica mais descontraída e exige menos energia dos participantes, levando à fadiga mental. Essa perspectiva fica ainda mais evidente para o leitor no trecho "Os contatos estão cada vez mais virtualizados... (devido a) tanta videoconferência", quando o pronome possessivo designa um aplicativo de celular.
III. O texto procura levar o leitor a entender que a exaustão das conferências on-line tem uma explicação psicológica: as pessoas, enquanto conversam virtualmente, estão completamente desprovidas da linguagem corporal.
Marque a alternativa CORRETA:
“O” Covid-19 ou “A” Covid-19? Fatos linguísticos em tempos de pandemia
Por Carlos E. Deoclecio.
A intuição linguística não é um recurso valioso somente para aqueles que lidam cientificamente com os fatos da língua, os linguistas, como também para os usuários em geral. Exemplo disso é o tratamento que damos, especialistas ou não, ao gênero gramatical dos substantivos da língua que crescemos falando ou mesmo de uma língua estrangeira. No português, impera a tendência geral de que palavras terminadas em -o são masculinas, e as terminadas em -a são femininas.
Voltando à questão da intuição, na região de onde sou, no norte do estado do Espírito Santo, e acredito que em muitas outras partes do Brasil também, é muito comum ouvir “o alface de hoje tá murcho”, ou “o couve ficou muito bom”, quando nos dicionários, nas gramáticas e na escola aprendemos que essas palavras terminadas em -e são femininas. Depois dessa informação, muitos de nós adotamos o gênero dado como oficial, ou passamos a variar entre uma forma e outra, ou, ainda, podemos manter o uso anterior ao da escolarização.
Fiz essa breve introdução porque, dado o contexto de pandemia em que estamos vivendo, tem me deixado curioso o gênero gramatical atribuído à Covid-19, principalmente nos usos feitos por órgãos oficiais e imprensa, falada e escrita. No momento, estou na Espanha e, naturalmente, tenho ouvido e lido as notícias sobre o novo vírus e suas “peripécias” em galego e em espanhol, as duas línguas oficiais da Comunidade galega. Por isso, se tornaram comuns aos meus ouvidos e olhos as formas o Covid-19 (galego) e el Covid-19 (espanhol), ambas tratadas como masculinas, portanto.
Por outro lado, comecei a perceber nos usos vindos do Brasil, principalmente da imprensa, a forma sendo posta no feminino: a Covid-19. Antes mesmo de investigar o significado de Covid-19, minha intuição, com um quê de conhecimento especializado, me direcionou para um possível uso metonímico no Brasil, pois até então eu estava entendendo Covid-19 como o nome do vírus, não da doença que ele causa (percebo que muita gente ainda entende dessa forma).
Fato é que aqui na Espanha, a Real Academia de la Lengua (RAE), por tradição e poder, costuma se manifestar quando surgem novidades na língua como a que estou comentando. Num primeiro momento, a manifestação da instituição foi a de indicar que o emprego no feminino seria o correto. Entretanto, chegaram muitos comentários em discordância desse posicionamento. Em função disso, outra resposta veio: “O acrônimo Covid-19 que dá nome à doença causada pelo vírus Sars-CoV-2 é usado normalmente no masculino por influência do gênero de coronavírus e de outras doenças virais, que pegam por metonímia o nome do vírus que as causa”.
Interessante observar que nem a Real Academia Galega (RAG) nem a Academia Brasileira de Letras (ABL) se manifestaram a esse respeito — o que não é bom nem ruim, penso, mas apenas uma constatação. Acredito, inclusive, que no caso da ABL não há nenhuma expectativa sobre isso, tendo em vista seu histórico de pouca ou nenhuma ingerência na normatização linguística do português brasileiro. Notável, no entanto, é que numa visita à página da ABL, podemos encontrar o emprego no masculino: “ABL lança ações culturais de enfrentamento ao isolamento social provocado pelo COVID-19”.
Retorno, pois, à intuição linguística. Algo além do metonímico parece estar em jogo nesses usos. Parece haver uma tendência geral nas três línguas¹ para o masculino que pode estar atrelada à forma em si: a finalização em consoante (d) e, em seguida, a presença de um numeral (19). A pronúncia do português brasileiro, de forma geral, acrescenta a vogal [i] após o “d”. Mesmo assim, sua presença não pode ser considerada decisiva, já que não faz parte do grupo da tendência geral de -o para masculino e -a para feminino. Seria então a força do numeral que indica tal tendência? A isso só um aprofundamento na questão poderia responder.
(Disponível em: https://bit.ly/2JO4quy. Com adaptações.)
Observação 1: o autor refere-se às línguas Portuguesa (do
Brasil), ao Galego e ao Espanhol.
Leia o texto '“O” Covid-19 ou “A” Covid-19? Fatos linguísticos em tempos de pandemia' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:
I. No trecho “Exemplo disso é o tratamento que damos, especialistas ou não, ao gênero gramatical dos substantivos da língua que crescemos falando ou mesmo de uma língua estrangeira”, os pronomes realizam função anafórica a fim de evitar repetições e garantir progressão das ideias do texto.
II. O uso metonímico do vocábulo “Covid-19”, no Brasil, e a recomendação da Real Academia de la Lengua (RAE), na verdade, revelam, por convenção, tratar-se, a palavra, de um substantivo sobrecomum. Neste caso, em um exemplo como “o Covid-19 é terrível” (o qual não foi retirado do texto), o adjetivo estabelece relação de gênero com o artigo.
Marque a alternativa CORRETA:
Acolhimento psicológico
Por E. F. Lima e S. A. Cunha, em 2020.
O saber psicológico se expandiu ao longo dos anos e passou a ocupar muitos espaços, fazendo com que os psicólogos realizassem seu trabalho de variadas formas e atendendo a um múltiplo campo de necessidades ao qual são submetidos.
Apesar de ser uma área que já existe há algum tempo, ainda existem atribuições do profissional de psicologia que são pouco esclarecidas perante a sociedade atual. O exemplo disso concerne à prática nas instituições hospitalares, onde o psicólogo desempenha um papel indispensável e imprescindível quando se pensa no bem-estar do indivíduo como um todo.
O serviço oferecido pelos psicólogos nos hospitais tem como objetivo principal a minimização do sofrimento que o paciente apresenta no processo de hospitalização.
Adoecer interrompe um processo visto como natural e traz uma confusão de sentimentos negativos frente ao desconhecido. O paciente é surpreendido por uma crise por vezes acidental e agora é forçado a lidar com as mudanças que ocorrem, com o medo e as angústias que o adoecer e a nova vivência dentro de um ambiente hospitalar trazem consigo.
Viver uma experiência de internação não é algo que faz parte do cotidiano dos indivíduos, quando isso acontece, e principalmente quando é algo que chega de surpresa, há uma ruptura, uma quebra da realidade de rotinas e uma inserção em um ambiente novo, desconhecido e, muitas vezes, hostil. Por essa razão, não existe um preparo para estar submetido a isso, o que pode acarretar, além do problema físico que levou o paciente à internação, uma desestruturação emocional diante das novas vivências que lhe são apresentadas.
É neste momento que a intervenção psicológica surge como um aparato para esse paciente que se sente confuso diante de sua nova realidade e precisa compreender e desenvolver mecanismos que o auxiliem no enfrentamento desse processo de doença. O psicólogo surge como facilitador que irá promover uma estada menos dolorosa nessa internação, seja com intervenções com esse indivíduo, com familiares e até mesmo com a equipe que, por vezes, também necessita desse aparato psicológico.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3fy2MIj.
Leia o texto 'Acolhimento psicológico' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:
I. O psicólogo busca promover uma estada menos dolorosa na internação de um paciente no ambiente hospitalar, afirma o texto.
II. O saber psicológico se expandiu ao longo dos anos e passou a ocupar muitos espaços, de acordo com o texto.
III. O texto afirma que, ao adoecer, o paciente se vê forçado a lidar com as mudanças que ocorrem em decorrência da sua enfermidade.
Marque a alternativa CORRETA:
Acolhimento psicológico
Por E. F. Lima e S. A. Cunha, em 2020.
O saber psicológico se expandiu ao longo dos anos e passou a ocupar muitos espaços, fazendo com que os psicólogos realizassem seu trabalho de variadas formas e atendendo a um múltiplo campo de necessidades ao qual são submetidos.
Apesar de ser uma área que já existe há algum tempo, ainda existem atribuições do profissional de psicologia que são pouco esclarecidas perante a sociedade atual. O exemplo disso concerne à prática nas instituições hospitalares, onde o psicólogo desempenha um papel indispensável e imprescindível quando se pensa no bem-estar do indivíduo como um todo.
O serviço oferecido pelos psicólogos nos hospitais tem como objetivo principal a minimização do sofrimento que o paciente apresenta no processo de hospitalização.
Adoecer interrompe um processo visto como natural e traz uma confusão de sentimentos negativos frente ao desconhecido. O paciente é surpreendido por uma crise por vezes acidental e agora é forçado a lidar com as mudanças que ocorrem, com o medo e as angústias que o adoecer e a nova vivência dentro de um ambiente hospitalar trazem consigo.
Viver uma experiência de internação não é algo que faz parte do cotidiano dos indivíduos, quando isso acontece, e principalmente quando é algo que chega de surpresa, há uma ruptura, uma quebra da realidade de rotinas e uma inserção em um ambiente novo, desconhecido e, muitas vezes, hostil. Por essa razão, não existe um preparo para estar submetido a isso, o que pode acarretar, além do problema físico que levou o paciente à internação, uma desestruturação emocional diante das novas vivências que lhe são apresentadas.
É neste momento que a intervenção psicológica surge como um aparato para esse paciente que se sente confuso diante de sua nova realidade e precisa compreender e desenvolver mecanismos que o auxiliem no enfrentamento desse processo de doença. O psicólogo surge como facilitador que irá promover uma estada menos dolorosa nessa internação, seja com intervenções com esse indivíduo, com familiares e até mesmo com a equipe que, por vezes, também necessita desse aparato psicológico.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3fy2MIj.
Leia o texto 'Acolhimento psicológico' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:
I. O texto relata que a psicologia é a mais antiga das ciências humanas.
II. O psicólogo sempre determina o tratamento medicamentoso para os pacientes de câncer, afirma o texto.
III. Cabe aos profissionais de psicologia realizar o diagnóstico das enfermidades físicas dos seus pacientes, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Acolhimento psicológico
Por E. F. Lima e S. A. Cunha, em 2020.
O saber psicológico se expandiu ao longo dos anos e passou a ocupar muitos espaços, fazendo com que os psicólogos realizassem seu trabalho de variadas formas e atendendo a um múltiplo campo de necessidades ao qual são submetidos.
Apesar de ser uma área que já existe há algum tempo, ainda existem atribuições do profissional de psicologia que são pouco esclarecidas perante a sociedade atual. O exemplo disso concerne à prática nas instituições hospitalares, onde o psicólogo desempenha um papel indispensável e imprescindível quando se pensa no bem-estar do indivíduo como um todo.
O serviço oferecido pelos psicólogos nos hospitais tem como objetivo principal a minimização do sofrimento que o paciente apresenta no processo de hospitalização.
Adoecer interrompe um processo visto como natural e traz uma confusão de sentimentos negativos frente ao desconhecido. O paciente é surpreendido por uma crise por vezes acidental e agora é forçado a lidar com as mudanças que ocorrem, com o medo e as angústias que o adoecer e a nova vivência dentro de um ambiente hospitalar trazem consigo.
Viver uma experiência de internação não é algo que faz parte do cotidiano dos indivíduos, quando isso acontece, e principalmente quando é algo que chega de surpresa, há uma ruptura, uma quebra da realidade de rotinas e uma inserção em um ambiente novo, desconhecido e, muitas vezes, hostil. Por essa razão, não existe um preparo para estar submetido a isso, o que pode acarretar, além do problema físico que levou o paciente à internação, uma desestruturação emocional diante das novas vivências que lhe são apresentadas.
É neste momento que a intervenção psicológica surge como um aparato para esse paciente que se sente confuso diante de sua nova realidade e precisa compreender e desenvolver mecanismos que o auxiliem no enfrentamento desse processo de doença. O psicólogo surge como facilitador que irá promover uma estada menos dolorosa nessa internação, seja com intervenções com esse indivíduo, com familiares e até mesmo com a equipe que, por vezes, também necessita desse aparato psicológico.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3fy2MIj.
Leia o texto 'Acolhimento psicológico' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:
I. O texto defende a ideia de que a internação hospitalar é um processo simples, livre de desafios.
II. Adoecer é um fenômeno que não afeta a rotina das pessoas, de acordo com o texto.
III. Nas instituições hospitalares, o psicólogo não possui um papel relevante, afirma o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Acolhimento psicológico
Por E. F. Lima e S. A. Cunha, em 2020.
O saber psicológico se expandiu ao longo dos anos e passou a ocupar muitos espaços, fazendo com que os psicólogos realizassem seu trabalho de variadas formas e atendendo a um múltiplo campo de necessidades ao qual são submetidos.
Apesar de ser uma área que já existe há algum tempo, ainda existem atribuições do profissional de psicologia que são pouco esclarecidas perante a sociedade atual. O exemplo disso concerne à prática nas instituições hospitalares, onde o psicólogo desempenha um papel indispensável e imprescindível quando se pensa no bem-estar do indivíduo como um todo.
O serviço oferecido pelos psicólogos nos hospitais tem como objetivo principal a minimização do sofrimento que o paciente apresenta no processo de hospitalização.
Adoecer interrompe um processo visto como natural e traz uma confusão de sentimentos negativos frente ao desconhecido. O paciente é surpreendido por uma crise por vezes acidental e agora é forçado a lidar com as mudanças que ocorrem, com o medo e as angústias que o adoecer e a nova vivência dentro de um ambiente hospitalar trazem consigo.
Viver uma experiência de internação não é algo que faz parte do cotidiano dos indivíduos, quando isso acontece, e principalmente quando é algo que chega de surpresa, há uma ruptura, uma quebra da realidade de rotinas e uma inserção em um ambiente novo, desconhecido e, muitas vezes, hostil. Por essa razão, não existe um preparo para estar submetido a isso, o que pode acarretar, além do problema físico que levou o paciente à internação, uma desestruturação emocional diante das novas vivências que lhe são apresentadas.
É neste momento que a intervenção psicológica surge como um aparato para esse paciente que se sente confuso diante de sua nova realidade e precisa compreender e desenvolver mecanismos que o auxiliem no enfrentamento desse processo de doença. O psicólogo surge como facilitador que irá promover uma estada menos dolorosa nessa internação, seja com intervenções com esse indivíduo, com familiares e até mesmo com a equipe que, por vezes, também necessita desse aparato psicológico.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3fy2MIj.
Leia o texto 'Acolhimento psicológico' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:
I. Não existe um preparo para estar submetido à internação hospitalar, o que pode acarretar, além do problema físico que o levou à internação, uma desestruturação emocional diante das novas vivências que são apresentadas ao paciente, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto.
II. Quando a internação hospitalar acontece e, principalmente, quando é algo que chega de surpresa, há uma ruptura e uma quebra da realidade de rotinas e uma inserção em um ambiente novo, o ambiente da instituição hospitalar, o qual é desconhecido e, muitas vezes, hostil, conforme se pode inferir, a partir dos dados do texto.
III. Nas instituições hospitalares, os psicólogos buscam avultar o sofrimento do paciente ao mesmo tempo em que contribuem para a compreensão do momento de mudança que o indivíduo internado está vivenciando, conforme pode ser percebido a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
O falso dilema entre o Renda Cidadã e o Teto dos Gastos
A pandemia reacendeu a discussão sobre pobreza e desigualdade de renda no Brasil. O isolamento social secou a fonte de renda de milhões de brasileiros informais, autônomos e donos de pequenos negócios. Em geral, os mais ricos – executivos ou funcionários de empresas sólidas, servidores públicos, investidores – conseguiram se sustentar melhor, ainda que com perda de renda, em alguns casos.
Nesse ambiente, o governo, o legislativo e a sociedade parecem convictos da necessidade de reforçar programas de transferências de renda.
A busca pela melhor distribuição de renda não é nova nem monopólio de uma linha política. Em 1973, o economista Carlos Langoni, egresso da Universidade de Chicago, apontou o caminho no clássico ensaio “Distribuição de Renda e Desenvolvimento Econômico no Brasil”: o capital humano é a chave para unir crescimento e distribuição.
De lá para cá, avançamos na universalização do ensino, mas com pouco resultado em melhorar a qualificação.
Ainda que começássemos uma revolução na educação no país, o efeito não seria imediato. É preciso completar com programas sociais que produzam resultado de curto prazo.
O Bolsa Família cumpre esse papel. É uma transferência financeira direta, desvinculada (pode ser gasta com qualquer coisa), com contrapartidas em educação e focada nos mais pobres. E sua extensão é determinada pela dotação orçamentária disponível. Ou seja, é sustentável ao longo do tempo.
Pouco adianta um novo programa que gaste muito por um ou dois anos, mas provoque um desarranjo econômico à frente, levando a uma incerteza fiscal que pressiona os juros e a inflação, afastando o investimento. Nesse cenário, a economia cresce menos e o desemprego aumenta. Em momentos de crise como esses, os ricos têm acesso a instrumentos financeiros para se proteger, mas os pobres veem sua renda corroída, ou perdem o trabalho. O resultado é mais concentração de renda, não menos.
O debate entre aumentar o Bolsa Família (ou criar o Renda Cidadã) versus manter o teto de gastos é, portanto, um falso dilema.
Por Caio Megale, em 2 de outubro de 2020. Disponível em:
https://bit.ly/3eDTrio. Com adaptações.
Leia o texto 'O falso dilema entre o Renda Cidadã e o Teto dos Gastos' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:
I. O texto afirma que a busca pela melhor distribuição de renda não é nova e nem é um monopólio de uma linha política. Para defender essa ideia, o texto cita o economista Carlos Langoni que, de acordo com o texto, afirmou que o capital humano é a chave para unir crescimento e distribuição de renda.
II. Na pandemia, o isolamento social secou a fonte de renda de milhões de brasileiros informais, de autônomos e de donos de pequenos negócios, afirma o texto. Nesse cenário de adversidades, em geral, os mais ricos conseguiram se sustentar melhor, ainda que com perda de renda em alguns casos, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto.
III. No atual momento de amplo crescimento econômico pelo qual o Brasil passa, o governo, o legislativo e a sociedade parecem convictos dos prejuízos causados pelos programas de distribuição de renda e do risco que eles trazem para a estabilidade econômica futura, conforme pode ser percebido a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
O falso dilema entre o Renda Cidadã e o Teto dos Gastos
A pandemia reacendeu a discussão sobre pobreza e desigualdade de renda no Brasil. O isolamento social secou a fonte de renda de milhões de brasileiros informais, autônomos e donos de pequenos negócios. Em geral, os mais ricos – executivos ou funcionários de empresas sólidas, servidores públicos, investidores – conseguiram se sustentar melhor, ainda que com perda de renda, em alguns casos.
Nesse ambiente, o governo, o legislativo e a sociedade parecem convictos da necessidade de reforçar programas de transferências de renda.
A busca pela melhor distribuição de renda não é nova nem monopólio de uma linha política. Em 1973, o economista Carlos Langoni, egresso da Universidade de Chicago, apontou o caminho no clássico ensaio “Distribuição de Renda e Desenvolvimento Econômico no Brasil”: o capital humano é a chave para unir crescimento e distribuição.
De lá para cá, avançamos na universalização do ensino, mas com pouco resultado em melhorar a qualificação.
Ainda que começássemos uma revolução na educação no país, o efeito não seria imediato. É preciso completar com programas sociais que produzam resultado de curto prazo.
O Bolsa Família cumpre esse papel. É uma transferência financeira direta, desvinculada (pode ser gasta com qualquer coisa), com contrapartidas em educação e focada nos mais pobres. E sua extensão é determinada pela dotação orçamentária disponível. Ou seja, é sustentável ao longo do tempo.
Pouco adianta um novo programa que gaste muito por um ou dois anos, mas provoque um desarranjo econômico à frente, levando a uma incerteza fiscal que pressiona os juros e a inflação, afastando o investimento. Nesse cenário, a economia cresce menos e o desemprego aumenta. Em momentos de crise como esses, os ricos têm acesso a instrumentos financeiros para se proteger, mas os pobres veem sua renda corroída, ou perdem o trabalho. O resultado é mais concentração de renda, não menos.
O debate entre aumentar o Bolsa Família (ou criar o Renda Cidadã) versus manter o teto de gastos é, portanto, um falso dilema.
Por Caio Megale, em 2 de outubro de 2020. Disponível em:
https://bit.ly/3eDTrio. Com adaptações.
Leia o texto 'O falso dilema entre o Renda Cidadã e o Teto dos Gastos' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:
I. O texto defende a ideia de que, no Brasil, o resultado de um novo programa que gaste muito por um ou dois anos, mas provoque um desarranjo econômico à frente, é mais concentração de renda, não menos.
II. O Bolsa Família constitui um programa de transferência financeira direta e que pode ser gasta com qualquer coisa, com contrapartidas em educação e focada nos mais pobres, afirma o texto. Por ter a sua extensão determinada pela dotação orçamentária disponível, esse programa é sustentável ao longo do tempo, como se pode concluir a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
III. O texto defende a ideia de que um novo programa que gaste muito por um ou dois anos e provoque um desarranjo econômico à frente está relacionado a problemas como a incerteza fiscal, a inflação, o afastamento do investimento, um menor crescimento da economia e o aumento do desemprego.
Marque a alternativa CORRETA:
O falso dilema entre o Renda Cidadã e o Teto dos Gastos
A pandemia reacendeu a discussão sobre pobreza e desigualdade de renda no Brasil. O isolamento social secou a fonte de renda de milhões de brasileiros informais, autônomos e donos de pequenos negócios. Em geral, os mais ricos – executivos ou funcionários de empresas sólidas, servidores públicos, investidores – conseguiram se sustentar melhor, ainda que com perda de renda, em alguns casos.
Nesse ambiente, o governo, o legislativo e a sociedade parecem convictos da necessidade de reforçar programas de transferências de renda.
A busca pela melhor distribuição de renda não é nova nem monopólio de uma linha política. Em 1973, o economista Carlos Langoni, egresso da Universidade de Chicago, apontou o caminho no clássico ensaio “Distribuição de Renda e Desenvolvimento Econômico no Brasil”: o capital humano é a chave para unir crescimento e distribuição.
De lá para cá, avançamos na universalização do ensino, mas com pouco resultado em melhorar a qualificação.
Ainda que começássemos uma revolução na educação no país, o efeito não seria imediato. É preciso completar com programas sociais que produzam resultado de curto prazo.
O Bolsa Família cumpre esse papel. É uma transferência financeira direta, desvinculada (pode ser gasta com qualquer coisa), com contrapartidas em educação e focada nos mais pobres. E sua extensão é determinada pela dotação orçamentária disponível. Ou seja, é sustentável ao longo do tempo.
Pouco adianta um novo programa que gaste muito por um ou dois anos, mas provoque um desarranjo econômico à frente, levando a uma incerteza fiscal que pressiona os juros e a inflação, afastando o investimento. Nesse cenário, a economia cresce menos e o desemprego aumenta. Em momentos de crise como esses, os ricos têm acesso a instrumentos financeiros para se proteger, mas os pobres veem sua renda corroída, ou perdem o trabalho. O resultado é mais concentração de renda, não menos.
O debate entre aumentar o Bolsa Família (ou criar o Renda Cidadã) versus manter o teto de gastos é, portanto, um falso dilema.
Por Caio Megale, em 2 de outubro de 2020. Disponível em:
https://bit.ly/3eDTrio. Com adaptações.
Leia o texto 'O falso dilema entre o Renda Cidadã e o Teto dos Gastos' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:
I. Seria necessário iniciar uma revolução na educação no Brasil para que os programas sociais possam produzir algum resultado de curto prazo, defende o texto. Assim, esses programas devem compreender, sempre, uma contrapartida em termos de educação e ensino, de acordo com as informações do texto.
II. Nas últimas décadas, o Brasil avançou na universalização do ensino, com amplos e evidentes resultados na melhora da qualificação dos profissionais e com um forte crescimento nos setores de pesquisa e novas tecnologias, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto.
III. O debate entre aumentar o Bolsa Família (ou criar o Renda Cidadã) versus manter o teto de gastos é, na perspectiva do texto, um dilema evidente, pois as implicações de longo prazo decorrentes de um desajuste fiscal tornam essa decisão estratégica para o Brasil.
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