Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q1831476 Português

Acordar uma hora mais cedo pode reduzir o risco de depressão em 23%, sugere estudo


    Se você é daquelas pessoas que não têm hora para dormir – ou que, com trabalho e estudos on-line, a um clique de distância, desencanou de acordar cedo –, talvez seja bom revisar sua rotina de sono. Um novo estudo descobriu que levantar da cama apenas uma hora antes que o habitual pode reduzir o risco de depressão em 23%.

    A pesquisa, realizada por cientistas da Universidade do Colorado, em Boulder, e do Instituto Broad, de Harvard e do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachussets), conseguiu sólidas evidências de que o cronotipo influencia no risco de depressão. Ela também está entre as primeiras pesquisas a quantificar as mudanças necessárias nos horários de dormir e despertar para trazer melhorias _____ saúde mental.

    Cronotipo é o que se costuma chamar de “relógio biológico” – a sincronização dos nossos ritmos circadianos. É que o nosso cérebro produz alguns hormônios essenciais para o funcionamento do corpo dependendo da exposição _____ luz solar, como a melatonina, responsável por induzir o sono. É por isso que algumas pessoas são mais dispostas de dia e outras _____ noite: elas têm cronotipos diferentes. 

    Estudos anteriores já mostraram que quem demora a ir para (e sair da) cama tem duas vezes mais possibilidade de sofrer de depressão do que aqueles que despertam no comecinho do dia, independentemente das horas dormidas.

    Segundo a pesquisa, pessoas com predisposições genéticas para acordar mais cedo têm menor risco de sofrer com a depressão. Além disso, quanto mais cedo se deita para dormir, menor o risco de apresentar a doença. Eles estimaram que, se uma pessoa for dormir uma hora mais cedo que o habitual, há 23% menos risco de depressão; se antecipar o sono em duas horas, a redução pode chegar a 40%.

    Por enquanto, ainda não está claro o que pode explicar esse efeito, mas algumas pesquisas sugerem que acordar mais cedo faz com que a pessoa obtenha maior exposição _____ raios solares, o que influenciaria positivamente o humor. Outra causa possível é que os matutinos estão de acordo com os horários estabelecidos socialmente, enquanto a galera “da noite” pode se sentir em constante desalinhamento com o restante das pessoas.


(Site: Abril - adaptado.)

Em conformidade com o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1831430 Português
Na frase “Teve um posicionamento deletério.”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q1831429 Português
De acordo com as regras gramaticais, um falante pode ter certeza do fato que comunica, pode apresentar dúvida/possibilidade sobre um fato ou pode ordenar que algo se cumpra. Nesse sentido, em relação à apresentação de dúvida/possibilidade, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1831420 Português
Em “Resolvemos o impasse com uma mera decisão.”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q1831418 Português

Por que é tão difícil matar uma mosca?


    As moscas passeiam pela nossa casa sem a menor pressa. Mas, quando tentamos alcançá-las, elas se esquivam com facilidade. Isso é possível porque, no tempo de um piscar os olhos – cerca de 100 milésimos de segundo –, o inseto é capaz de perceber uma ameaça, detectar a direção da qual ela vem e decolar na direção certa para se esquivar do golpe, batendo as asas 220 vezes por segundo. Essa agilidade toda é fruto de adaptações geradas por seleção natural após milhares de anos de tapas.

    O primeiro passo é detectar a mão se aproximando. Uma mosca doméstica tem olhos compostos, formados por mais de 3 mil minúsculas estruturas chamadas omatídeos. Eles fornecem quase 360 graus de visão periférica. Além disso, ela possui uma grande quantidade de sensores espalhados pelo corpo que detectam perturbações na atmosfera circundante e na superfície em que está apoiada. Por fim, as moscas enxergam cerca de 250 frames por segundo (um ser humano fica em aproximadamente 24). Trata-se de uma resolução temporal altíssima – é como se o tempo passasse em câmera lenta para esses animaizinhos.

    Além de reconhecer rapidamente uma ameaça, as moscas também são voadoras ágeis. Os músculos que controlam _____ asas só precisam de um pontapé inicial do sistema nervoso – mas, uma vez postos em movimento, repetem as oscilações automaticamente, sem necessidade de um novo comando. É isso que permite que elas batam as asas tão rapidamente.

    Outro fator que auxilia o tempo de reação das moscas é a presença de um par de estruturas peculiares no tórax, chamadas de halteres ou balancins. Os halteres são, na verdade, asas super modificadas, cobertas por sensores que auxiliam na estabilidade durante o voo – o que permite _____ mosca executar manobras muito rápidas.

    Os olhos minuciosos, as asas com musculatura potente e os halteres conferem _____ mosca reflexos com que o Homo sapiens, comparativamente tão grande e pesado, não pode concorrer. É como o imenso Thanos tentando acertar o frágil Homem-Formiga em um filme da Marvel: no tempo que o braço do vilão demora para ir, o herói já está voltando.

(Site: Abril - adaptado.)

Em conformidade com o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1831417 Português

Por que é tão difícil matar uma mosca?


    As moscas passeiam pela nossa casa sem a menor pressa. Mas, quando tentamos alcançá-las, elas se esquivam com facilidade. Isso é possível porque, no tempo de um piscar os olhos – cerca de 100 milésimos de segundo –, o inseto é capaz de perceber uma ameaça, detectar a direção da qual ela vem e decolar na direção certa para se esquivar do golpe, batendo as asas 220 vezes por segundo. Essa agilidade toda é fruto de adaptações geradas por seleção natural após milhares de anos de tapas.

    O primeiro passo é detectar a mão se aproximando. Uma mosca doméstica tem olhos compostos, formados por mais de 3 mil minúsculas estruturas chamadas omatídeos. Eles fornecem quase 360 graus de visão periférica. Além disso, ela possui uma grande quantidade de sensores espalhados pelo corpo que detectam perturbações na atmosfera circundante e na superfície em que está apoiada. Por fim, as moscas enxergam cerca de 250 frames por segundo (um ser humano fica em aproximadamente 24). Trata-se de uma resolução temporal altíssima – é como se o tempo passasse em câmera lenta para esses animaizinhos.

    Além de reconhecer rapidamente uma ameaça, as moscas também são voadoras ágeis. Os músculos que controlam _____ asas só precisam de um pontapé inicial do sistema nervoso – mas, uma vez postos em movimento, repetem as oscilações automaticamente, sem necessidade de um novo comando. É isso que permite que elas batam as asas tão rapidamente.

    Outro fator que auxilia o tempo de reação das moscas é a presença de um par de estruturas peculiares no tórax, chamadas de halteres ou balancins. Os halteres são, na verdade, asas super modificadas, cobertas por sensores que auxiliam na estabilidade durante o voo – o que permite _____ mosca executar manobras muito rápidas.

    Os olhos minuciosos, as asas com musculatura potente e os halteres conferem _____ mosca reflexos com que o Homo sapiens, comparativamente tão grande e pesado, não pode concorrer. É como o imenso Thanos tentando acertar o frágil Homem-Formiga em um filme da Marvel: no tempo que o braço do vilão demora para ir, o herói já está voltando.

(Site: Abril - adaptado.)

No período “Mas, quando tentamos alcançá-las, elas se esquivam com facilidade.”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Q1831416 Português

Por que é tão difícil matar uma mosca?


    As moscas passeiam pela nossa casa sem a menor pressa. Mas, quando tentamos alcançá-las, elas se esquivam com facilidade. Isso é possível porque, no tempo de um piscar os olhos – cerca de 100 milésimos de segundo –, o inseto é capaz de perceber uma ameaça, detectar a direção da qual ela vem e decolar na direção certa para se esquivar do golpe, batendo as asas 220 vezes por segundo. Essa agilidade toda é fruto de adaptações geradas por seleção natural após milhares de anos de tapas.

    O primeiro passo é detectar a mão se aproximando. Uma mosca doméstica tem olhos compostos, formados por mais de 3 mil minúsculas estruturas chamadas omatídeos. Eles fornecem quase 360 graus de visão periférica. Além disso, ela possui uma grande quantidade de sensores espalhados pelo corpo que detectam perturbações na atmosfera circundante e na superfície em que está apoiada. Por fim, as moscas enxergam cerca de 250 frames por segundo (um ser humano fica em aproximadamente 24). Trata-se de uma resolução temporal altíssima – é como se o tempo passasse em câmera lenta para esses animaizinhos.

    Além de reconhecer rapidamente uma ameaça, as moscas também são voadoras ágeis. Os músculos que controlam _____ asas só precisam de um pontapé inicial do sistema nervoso – mas, uma vez postos em movimento, repetem as oscilações automaticamente, sem necessidade de um novo comando. É isso que permite que elas batam as asas tão rapidamente.

    Outro fator que auxilia o tempo de reação das moscas é a presença de um par de estruturas peculiares no tórax, chamadas de halteres ou balancins. Os halteres são, na verdade, asas super modificadas, cobertas por sensores que auxiliam na estabilidade durante o voo – o que permite _____ mosca executar manobras muito rápidas.

    Os olhos minuciosos, as asas com musculatura potente e os halteres conferem _____ mosca reflexos com que o Homo sapiens, comparativamente tão grande e pesado, não pode concorrer. É como o imenso Thanos tentando acertar o frágil Homem-Formiga em um filme da Marvel: no tempo que o braço do vilão demora para ir, o herói já está voltando.

(Site: Abril - adaptado.)

No período “Os olhos minuciosos (...)”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Q1831356 Português

Lendo com as mãos: entenda como funciona o sistema de escrita Braile


    O sistema de escrita Braile é um processo de escrita e leitura ___________ em 63 símbolos em alto-relevo, que surgem da combinação de até seis pontos dispostos em duas colunas de três pontos cada.

    Os símbolos representam letras, algarismos e sinais de pontuação. O Braile é usado por pessoas que não enxergam ou _______ baixa visão e funciona por meio do tato, com uma ou duas mãos. A leitura é feita da esquerda para a direita.

    O código foi criado pelo francês Louis Braille, em 1825. Aos 3 anos, Louis teve o olho perfurado por uma ferramenta na oficina do pai. O _____________ causou uma grave infecção, que resultou em cegueira nos dois olhos. Então, aos 16 anos, ele simplificou outros métodos de escrita em relevo já existentes. O código de Braille se tornou popular no Instituto Nacional de Jovens Cegos, onde ele estudava, e foi adotado oficialmente pela instituição em 1854. Até o fim do século 19, se espalhou pelo mundo.

    O Braile é codificado em diferentes níveis. No grau 1, as palavras são escritas letra por letra. Ele é mais fácil de aprender, mas é mais demorado para ser transcrito e lido. A maioria dos livros que usam o sistema tem a escrita em grau 2, que combina as letras e as substitui por palavras. Por exemplo: o sinal para N representa não, e ABX significa abaixo. No inglês, a letra Y quer dizer you (você) e B significa but (mas).

    Hoje, o Braile é utilizado em todo o mundo, inclusive no Brasil – são cerca de 500 mil pessoas que usam esse sistema. Institutos como o Benjamin Constant, o Dorina Nowill e muitos outros pelo País oferecem programas de aprendizado e capacitação em Braile, e fornecem material sobre o assunto.


(Site: UOL - adaptado.) 

Em conformidade com o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1831067 Português

Leia o texto para responder a questão.


Google lança página para defender suas iniciativas contra a desinformação

Empresa tenta responder a cinco "mitos" relacionados com as fake news nas buscas on-line e anúncios digitais.

Por G1


    O Google colocou no ar nesta quinta-feira (7) uma página sobre como sua plataforma de buscas e anúncios digitais lidam com a desinformação. O material é parecido com uma iniciativa do YouTube, publicada em outubro passado.

    O site possui "5 mitos e fatos" e tenta responder a questões como "o algoritmo da busca favorece sites que disseminam fake news" ou "as plataformas do Google não são transparentes".

    A empresa defende que os resultados da busca são determinados por uma série de algoritmos que analisam fatores como os termos da pesquisa, relevância e usabilidade das páginas, localização, entre outros. 

    Ao fim de cada "mito", a página tem um link para um "saiba mais", que amplia a resposta e leva os leitores a mais links sobre suas políticas. 

Identificação de conteúdo falso

    O primeiro deles responde a uma questão que diz que "o Google pode identificar e remover toda a desinformação da internet". 

    A empresa diz que "a desinformação é um desafio complexo para o qual não existe uma resposta simples e única". Na versão estendida, a companhia afirma que "não está em posição de avaliar, de modo objetivo e em grande escala, a veracidade de um conteúdo ou a intenção dos criadores". 

    Há ainda trechos que dizem que a companhia toma "outras medidas para aprimorar a qualidade dos nossos resultados para contextos e tópicos" e que fornece aos usuários "ferramentas para acessar o contexto e a diversidade de perspectivas de que precisam para formar as próprias opiniões", sem detalhar nos tópicos quais medidas e ferramentas são essas. Publicidade digital

    Outro "mito", segundo o Google, seria que a "publicidade digital financia disseminadores de desinformação".

    A defesa da empresa é que existem políticas que "estabelecem regras claras para limitar o conteúdo permitido nos anúncios em nossas plataformas ou nos sites que recebem publicidade por meio delas".

    A empresa diz ainda que em 2019 encerrou 1,2 milhão de contas, removeu anúncios de mais de 21 milhões de páginas da web por violar essas políticas e que os anunciantes podem escolher barrar determinados sites ou tópicos.

Relação com veículos jornalísticos

    O Google também se defende da crítica que diz que suas plataformas usam o conteúdo de veículos jornalísticos sem que eles ganhem algo com isso.

    A empresa diz que são direcionados 24 bilhões de cliques por mês para sites de notícia em todo o mundo e que muitos deles utilizam suas ferramentas de publicidade digital para arrecadar receita. 

    O fato de o Google direcionar tráfego para sites que utilizam suas próprias ferramentas de publicidade digital faz parte das acusações de condutas anticompetitivas em processos nos Estados Unidos. 

    Na ação liderada pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, a atuação da empresa é comparada à de todos os jogadores de uma partida de beisebol. Segundo o procurador, o Google faz uso de informações privilegiadas para negociar anúncios porque atua em todas as posições, arremessando e recebendo a bola, por exemplo.

    A relação entre a companhia e os veículos jornalísticos é alvo de discussão regulatória em alguns países como França e Austrália.

    Em outubro passado, a Justiça francesa ordenou que o Google negociasse com editoras o pagamento pelo uso do conteúdo em seus produtos – um mês depois, a empresa assinou acordos de direitos autorais com seis jornais e revistas do país.

    A Austrália anunciou em julho que empresas como Google e Facebook terão que pagar aos meios de comunicação pelo uso de seu conteúdo, mas o buscador se colocou contra a medida. 


Disponível em https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2021/01/07/google-lanca-pagina-para-defender-suas-iniciativas-contra-a-desinformacao.ghtml

Analise: “Há ainda trechos que dizem que a companhia toma...” e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1831066 Português

Leia o texto para responder a questão.


Google lança página para defender suas iniciativas contra a desinformação

Empresa tenta responder a cinco "mitos" relacionados com as fake news nas buscas on-line e anúncios digitais.

Por G1


    O Google colocou no ar nesta quinta-feira (7) uma página sobre como sua plataforma de buscas e anúncios digitais lidam com a desinformação. O material é parecido com uma iniciativa do YouTube, publicada em outubro passado.

    O site possui "5 mitos e fatos" e tenta responder a questões como "o algoritmo da busca favorece sites que disseminam fake news" ou "as plataformas do Google não são transparentes".

    A empresa defende que os resultados da busca são determinados por uma série de algoritmos que analisam fatores como os termos da pesquisa, relevância e usabilidade das páginas, localização, entre outros. 

    Ao fim de cada "mito", a página tem um link para um "saiba mais", que amplia a resposta e leva os leitores a mais links sobre suas políticas. 

Identificação de conteúdo falso

    O primeiro deles responde a uma questão que diz que "o Google pode identificar e remover toda a desinformação da internet". 

    A empresa diz que "a desinformação é um desafio complexo para o qual não existe uma resposta simples e única". Na versão estendida, a companhia afirma que "não está em posição de avaliar, de modo objetivo e em grande escala, a veracidade de um conteúdo ou a intenção dos criadores". 

    Há ainda trechos que dizem que a companhia toma "outras medidas para aprimorar a qualidade dos nossos resultados para contextos e tópicos" e que fornece aos usuários "ferramentas para acessar o contexto e a diversidade de perspectivas de que precisam para formar as próprias opiniões", sem detalhar nos tópicos quais medidas e ferramentas são essas. Publicidade digital

    Outro "mito", segundo o Google, seria que a "publicidade digital financia disseminadores de desinformação".

    A defesa da empresa é que existem políticas que "estabelecem regras claras para limitar o conteúdo permitido nos anúncios em nossas plataformas ou nos sites que recebem publicidade por meio delas".

    A empresa diz ainda que em 2019 encerrou 1,2 milhão de contas, removeu anúncios de mais de 21 milhões de páginas da web por violar essas políticas e que os anunciantes podem escolher barrar determinados sites ou tópicos.

Relação com veículos jornalísticos

    O Google também se defende da crítica que diz que suas plataformas usam o conteúdo de veículos jornalísticos sem que eles ganhem algo com isso.

    A empresa diz que são direcionados 24 bilhões de cliques por mês para sites de notícia em todo o mundo e que muitos deles utilizam suas ferramentas de publicidade digital para arrecadar receita. 

    O fato de o Google direcionar tráfego para sites que utilizam suas próprias ferramentas de publicidade digital faz parte das acusações de condutas anticompetitivas em processos nos Estados Unidos. 

    Na ação liderada pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, a atuação da empresa é comparada à de todos os jogadores de uma partida de beisebol. Segundo o procurador, o Google faz uso de informações privilegiadas para negociar anúncios porque atua em todas as posições, arremessando e recebendo a bola, por exemplo.

    A relação entre a companhia e os veículos jornalísticos é alvo de discussão regulatória em alguns países como França e Austrália.

    Em outubro passado, a Justiça francesa ordenou que o Google negociasse com editoras o pagamento pelo uso do conteúdo em seus produtos – um mês depois, a empresa assinou acordos de direitos autorais com seis jornais e revistas do país.

    A Austrália anunciou em julho que empresas como Google e Facebook terão que pagar aos meios de comunicação pelo uso de seu conteúdo, mas o buscador se colocou contra a medida. 


Disponível em https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2021/01/07/google-lanca-pagina-para-defender-suas-iniciativas-contra-a-desinformacao.ghtml

Assinale a alternativa que apresenta uma das formas utilizadas no texto para retomar “Google”.
Alternativas
Q1831065 Português

Leia o texto para responder a questão.


Google lança página para defender suas iniciativas contra a desinformação

Empresa tenta responder a cinco "mitos" relacionados com as fake news nas buscas on-line e anúncios digitais.

Por G1


    O Google colocou no ar nesta quinta-feira (7) uma página sobre como sua plataforma de buscas e anúncios digitais lidam com a desinformação. O material é parecido com uma iniciativa do YouTube, publicada em outubro passado.

    O site possui "5 mitos e fatos" e tenta responder a questões como "o algoritmo da busca favorece sites que disseminam fake news" ou "as plataformas do Google não são transparentes".

    A empresa defende que os resultados da busca são determinados por uma série de algoritmos que analisam fatores como os termos da pesquisa, relevância e usabilidade das páginas, localização, entre outros. 

    Ao fim de cada "mito", a página tem um link para um "saiba mais", que amplia a resposta e leva os leitores a mais links sobre suas políticas. 

Identificação de conteúdo falso

    O primeiro deles responde a uma questão que diz que "o Google pode identificar e remover toda a desinformação da internet". 

    A empresa diz que "a desinformação é um desafio complexo para o qual não existe uma resposta simples e única". Na versão estendida, a companhia afirma que "não está em posição de avaliar, de modo objetivo e em grande escala, a veracidade de um conteúdo ou a intenção dos criadores". 

    Há ainda trechos que dizem que a companhia toma "outras medidas para aprimorar a qualidade dos nossos resultados para contextos e tópicos" e que fornece aos usuários "ferramentas para acessar o contexto e a diversidade de perspectivas de que precisam para formar as próprias opiniões", sem detalhar nos tópicos quais medidas e ferramentas são essas. Publicidade digital

    Outro "mito", segundo o Google, seria que a "publicidade digital financia disseminadores de desinformação".

    A defesa da empresa é que existem políticas que "estabelecem regras claras para limitar o conteúdo permitido nos anúncios em nossas plataformas ou nos sites que recebem publicidade por meio delas".

    A empresa diz ainda que em 2019 encerrou 1,2 milhão de contas, removeu anúncios de mais de 21 milhões de páginas da web por violar essas políticas e que os anunciantes podem escolher barrar determinados sites ou tópicos.

Relação com veículos jornalísticos

    O Google também se defende da crítica que diz que suas plataformas usam o conteúdo de veículos jornalísticos sem que eles ganhem algo com isso.

    A empresa diz que são direcionados 24 bilhões de cliques por mês para sites de notícia em todo o mundo e que muitos deles utilizam suas ferramentas de publicidade digital para arrecadar receita. 

    O fato de o Google direcionar tráfego para sites que utilizam suas próprias ferramentas de publicidade digital faz parte das acusações de condutas anticompetitivas em processos nos Estados Unidos. 

    Na ação liderada pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, a atuação da empresa é comparada à de todos os jogadores de uma partida de beisebol. Segundo o procurador, o Google faz uso de informações privilegiadas para negociar anúncios porque atua em todas as posições, arremessando e recebendo a bola, por exemplo.

    A relação entre a companhia e os veículos jornalísticos é alvo de discussão regulatória em alguns países como França e Austrália.

    Em outubro passado, a Justiça francesa ordenou que o Google negociasse com editoras o pagamento pelo uso do conteúdo em seus produtos – um mês depois, a empresa assinou acordos de direitos autorais com seis jornais e revistas do país.

    A Austrália anunciou em julho que empresas como Google e Facebook terão que pagar aos meios de comunicação pelo uso de seu conteúdo, mas o buscador se colocou contra a medida. 


Disponível em https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2021/01/07/google-lanca-pagina-para-defender-suas-iniciativas-contra-a-desinformacao.ghtml

Assinale a alternativa incorreta com relação ao penúltimo parágrafo.
Alternativas
Q1831059 Português

Leia o texto para responder a questão.


Google lança página para defender suas iniciativas contra a desinformação

Empresa tenta responder a cinco "mitos" relacionados com as fake news nas buscas on-line e anúncios digitais.

Por G1


    O Google colocou no ar nesta quinta-feira (7) uma página sobre como sua plataforma de buscas e anúncios digitais lidam com a desinformação. O material é parecido com uma iniciativa do YouTube, publicada em outubro passado.

    O site possui "5 mitos e fatos" e tenta responder a questões como "o algoritmo da busca favorece sites que disseminam fake news" ou "as plataformas do Google não são transparentes".

    A empresa defende que os resultados da busca são determinados por uma série de algoritmos que analisam fatores como os termos da pesquisa, relevância e usabilidade das páginas, localização, entre outros. 

    Ao fim de cada "mito", a página tem um link para um "saiba mais", que amplia a resposta e leva os leitores a mais links sobre suas políticas. 

Identificação de conteúdo falso

    O primeiro deles responde a uma questão que diz que "o Google pode identificar e remover toda a desinformação da internet". 

    A empresa diz que "a desinformação é um desafio complexo para o qual não existe uma resposta simples e única". Na versão estendida, a companhia afirma que "não está em posição de avaliar, de modo objetivo e em grande escala, a veracidade de um conteúdo ou a intenção dos criadores". 

    Há ainda trechos que dizem que a companhia toma "outras medidas para aprimorar a qualidade dos nossos resultados para contextos e tópicos" e que fornece aos usuários "ferramentas para acessar o contexto e a diversidade de perspectivas de que precisam para formar as próprias opiniões", sem detalhar nos tópicos quais medidas e ferramentas são essas. Publicidade digital

    Outro "mito", segundo o Google, seria que a "publicidade digital financia disseminadores de desinformação".

    A defesa da empresa é que existem políticas que "estabelecem regras claras para limitar o conteúdo permitido nos anúncios em nossas plataformas ou nos sites que recebem publicidade por meio delas".

    A empresa diz ainda que em 2019 encerrou 1,2 milhão de contas, removeu anúncios de mais de 21 milhões de páginas da web por violar essas políticas e que os anunciantes podem escolher barrar determinados sites ou tópicos.

Relação com veículos jornalísticos

    O Google também se defende da crítica que diz que suas plataformas usam o conteúdo de veículos jornalísticos sem que eles ganhem algo com isso.

    A empresa diz que são direcionados 24 bilhões de cliques por mês para sites de notícia em todo o mundo e que muitos deles utilizam suas ferramentas de publicidade digital para arrecadar receita. 

    O fato de o Google direcionar tráfego para sites que utilizam suas próprias ferramentas de publicidade digital faz parte das acusações de condutas anticompetitivas em processos nos Estados Unidos. 

    Na ação liderada pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, a atuação da empresa é comparada à de todos os jogadores de uma partida de beisebol. Segundo o procurador, o Google faz uso de informações privilegiadas para negociar anúncios porque atua em todas as posições, arremessando e recebendo a bola, por exemplo.

    A relação entre a companhia e os veículos jornalísticos é alvo de discussão regulatória em alguns países como França e Austrália.

    Em outubro passado, a Justiça francesa ordenou que o Google negociasse com editoras o pagamento pelo uso do conteúdo em seus produtos – um mês depois, a empresa assinou acordos de direitos autorais com seis jornais e revistas do país.

    A Austrália anunciou em julho que empresas como Google e Facebook terão que pagar aos meios de comunicação pelo uso de seu conteúdo, mas o buscador se colocou contra a medida. 


Disponível em https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2021/01/07/google-lanca-pagina-para-defender-suas-iniciativas-contra-a-desinformacao.ghtml

Assinale a alternativa correta com relação ao gênero textual.
Alternativas
Q1831055 Português

Leia o texto para responder a questão.


Google lança página para defender suas iniciativas contra a desinformação

Empresa tenta responder a cinco "mitos" relacionados com as fake news nas buscas on-line e anúncios digitais.

Por G1


    O Google colocou no ar nesta quinta-feira (7) uma página sobre como sua plataforma de buscas e anúncios digitais lidam com a desinformação. O material é parecido com uma iniciativa do YouTube, publicada em outubro passado.

    O site possui "5 mitos e fatos" e tenta responder a questões como "o algoritmo da busca favorece sites que disseminam fake news" ou "as plataformas do Google não são transparentes".

    A empresa defende que os resultados da busca são determinados por uma série de algoritmos que analisam fatores como os termos da pesquisa, relevância e usabilidade das páginas, localização, entre outros. 

    Ao fim de cada "mito", a página tem um link para um "saiba mais", que amplia a resposta e leva os leitores a mais links sobre suas políticas. 

Identificação de conteúdo falso

    O primeiro deles responde a uma questão que diz que "o Google pode identificar e remover toda a desinformação da internet". 

    A empresa diz que "a desinformação é um desafio complexo para o qual não existe uma resposta simples e única". Na versão estendida, a companhia afirma que "não está em posição de avaliar, de modo objetivo e em grande escala, a veracidade de um conteúdo ou a intenção dos criadores". 

    Há ainda trechos que dizem que a companhia toma "outras medidas para aprimorar a qualidade dos nossos resultados para contextos e tópicos" e que fornece aos usuários "ferramentas para acessar o contexto e a diversidade de perspectivas de que precisam para formar as próprias opiniões", sem detalhar nos tópicos quais medidas e ferramentas são essas. Publicidade digital

    Outro "mito", segundo o Google, seria que a "publicidade digital financia disseminadores de desinformação".

    A defesa da empresa é que existem políticas que "estabelecem regras claras para limitar o conteúdo permitido nos anúncios em nossas plataformas ou nos sites que recebem publicidade por meio delas".

    A empresa diz ainda que em 2019 encerrou 1,2 milhão de contas, removeu anúncios de mais de 21 milhões de páginas da web por violar essas políticas e que os anunciantes podem escolher barrar determinados sites ou tópicos.

Relação com veículos jornalísticos

    O Google também se defende da crítica que diz que suas plataformas usam o conteúdo de veículos jornalísticos sem que eles ganhem algo com isso.

    A empresa diz que são direcionados 24 bilhões de cliques por mês para sites de notícia em todo o mundo e que muitos deles utilizam suas ferramentas de publicidade digital para arrecadar receita. 

    O fato de o Google direcionar tráfego para sites que utilizam suas próprias ferramentas de publicidade digital faz parte das acusações de condutas anticompetitivas em processos nos Estados Unidos. 

    Na ação liderada pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, a atuação da empresa é comparada à de todos os jogadores de uma partida de beisebol. Segundo o procurador, o Google faz uso de informações privilegiadas para negociar anúncios porque atua em todas as posições, arremessando e recebendo a bola, por exemplo.

    A relação entre a companhia e os veículos jornalísticos é alvo de discussão regulatória em alguns países como França e Austrália.

    Em outubro passado, a Justiça francesa ordenou que o Google negociasse com editoras o pagamento pelo uso do conteúdo em seus produtos – um mês depois, a empresa assinou acordos de direitos autorais com seis jornais e revistas do país.

    A Austrália anunciou em julho que empresas como Google e Facebook terão que pagar aos meios de comunicação pelo uso de seu conteúdo, mas o buscador se colocou contra a medida. 


Disponível em https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2021/01/07/google-lanca-pagina-para-defender-suas-iniciativas-contra-a-desinformacao.ghtml

Assinale a alternativa correta de acordo com o texto.
Alternativas
Q1830924 Português
Leia atentamente as frases a seguir. • Hoje, existe manipulação das ações humanas em razão do uso das tecnologias, que findam por influenciar o comportamento dos indivíduos. • A imperícia social vinculada ao déficit em letramento digital fomenta a perpetuação do problema. • As instituições educacionais ainda não são eficazes na educação tecnológica, por não contarem com estrutura profissional e material voltada ao tema. • A formação de indivíduos vulneráveis possibilita a ação do mecanismo que pode transformar comportamentos, tornando-os passíveis de alienação. Juntando essas frases, com as alterações adequadas, de modo a formar um parágrafo coeso, ficará:
Alternativas
Q1830922 Português
Instrução: Leia parte de uma entrevista constante da matéria Dez vítimas por dia, por João Batista Jr., e responda à questão.
Para Jamila Jorge Ferrari, delegada coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher de São Paulo, denunciar o companheiro agressor é a única forma de interromper a escalada de violência que pode culminar no feminicídio.
Por que o feminicídio tem aumentado?
Há vários fatores. O feminicídio passou a ser uma agravante em 2005, então a polícia levou um tempo para fazer o registro da forma correta. Há também o fato de as mulheres terem mais coragem de denunciar e de a imprensa estar mais interessada na pauta. É um crime que existe desde sempre.
Por quê?
Ninguém começa um relacionamento dando um tapa na cara. A agressão vem em escala contínua. Os primeiros sinais ocorrem quando o companheiro sugere que a mulher não use determinada roupa, pede para ver o celular e para ela evitar certas amizades. Isso evolui para um esbarrão, tapa, soco e, em último caso, o feminicídio. Trata-se de um crime não premeditado. Em geral, é um ataque de fúria com muita crueldade.
[...]
Como evitar esse crime?
Além da importância de denunciar o agressor em casos imediatos, a longo prazo esse quadro só será transformado com a educação. A Espanha reduziu os casos de feminicídio porque as escolas públicas e particulares passaram a dar aulas sobre igualdade de gênero e respeito ao próximo. Não podemos esquecer: homens machistas foram criados por mulheres machistas. O machismo não está no DNA, ele é uma construção social. Enquanto as escolas não tiverem um programa para ensinar que todos temos os mesmos direitos e importância, não haverá evolução.
(Revista Veja, Ed. 2674.)
A respeito do texto, analise as afirmativas. I- A resposta à primeira pergunta leva ao entendimento de que o feminicídio não é fato recente, mas, como as mulheres agredidas não o denunciavam, as autoridades não o consideravam crime. II- A entrevistada, na segunda resposta, descreve como o feminicídio ocorre, de pequenos fatos agressivos ao crime propriamente. III- Na terceira resposta, é dada como solução a atuação da escola com programas especiais sobre direitos humanos e igualdade de gêneros. Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q1830920 Português
Você sabe quanto está sua pressão arterial?
   Pode ser em casa, na farmácia ou no consultório... Medir a pressão de vez em quando é uma das atitudes mais importantes para saber como está sua saúde e prevenir problemas relacionados à hipertensão, como infarto e acidente cerebral vascular. Dos participantes de uma enquete, 74% disseram saber o valor de sua última aferição – destes 31% apresentam os níveis acima de 12 por 8, o que pode demandar mudanças na alimentação, prática de exercícios e até prescrição de remédios. Chama a atenção ainda o fato de 26% não terem ideia de como está sua pressão. Que tal medi-la hoje mesmo? É simples, barato e salva vidas.
(Revista Saúde, nº 427.) 
Sobre o texto, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q1830919 Português
Instrução: Leia o artigo a seguir e responda à questão.

Cada vez mais cedo
   [...]
   No Brasil, três em cada dez meninos ou meninas com idade entre 4 e 6 anos têm um celular para chamar de seu. A frequência do uso aumenta exponencialmente. Segundo pesquisa da Common Sense Media, organização americana sem fins lucrativos destinada a rastrear os hábitos tecnológicos da juventude, mais que dobrou o tempo da petizada diante dos vídeos, chegando à média diária (média!) de uma hora. Um detalhe: no YouTube, menores de 13 anos não poderiam ver vídeos (o correto é acessar a versão Kids), e, no entanto, os cliques não param. O Facebook também restringe o acesso a maiores de 13 anos, no entanto, segundo pesquisas recentes, 50% dos menores de 12 anos no Brasil estão lá. Há, enfim, uma avalanche de consumo precoce de conteúdo emitido pelas telas pequenas, à mão.
   Mas afinal, o que seria excessivo? A Organização Mundial da Saúde (OMS) sugere que menores de 2 anos não tenham contato algum com telas, nem mesmo com televisores. Depois dessa idade, a TV pode ser liberada, mas no máximo durante uma hora por dia. Smartphone próprio, ou tablet, tão somente depois dos 8 anos e sempre com vigilância. Antes disso, compreende que a prematuridade implica problemas de aprendizado (é preciso ler mais), de visão (há uma epidemia de miopia entre os pequenos) e até de isolamento social (avalia-se que o abuso da internet é o que fez aumentar os índices de depressão entre jovens na faixa dos 10 aos 14 anos).
   [...] Em vez de lutarem contra a maré virtual, o fundamental é os pais assumirem a responsabilidade de educar as crianças para lidar com o mundo virtual. [...] A chave, enfim, é o bom senso. Soa inaceitável afastar crianças e adolescentes da conexão digital – mas achar que um smartphone pode fazer as vezes de pai, mãe e professor é errado.
(LOPES, A. Revista Veja, ed. 2661. Adaptado.)
A respeito de recursos linguísticos e semânticos empregados no texto, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q1830918 Português
Instrução: Leia o artigo a seguir e responda à questão.

Cada vez mais cedo
   [...]
   No Brasil, três em cada dez meninos ou meninas com idade entre 4 e 6 anos têm um celular para chamar de seu. A frequência do uso aumenta exponencialmente. Segundo pesquisa da Common Sense Media, organização americana sem fins lucrativos destinada a rastrear os hábitos tecnológicos da juventude, mais que dobrou o tempo da petizada diante dos vídeos, chegando à média diária (média!) de uma hora. Um detalhe: no YouTube, menores de 13 anos não poderiam ver vídeos (o correto é acessar a versão Kids), e, no entanto, os cliques não param. O Facebook também restringe o acesso a maiores de 13 anos, no entanto, segundo pesquisas recentes, 50% dos menores de 12 anos no Brasil estão lá. Há, enfim, uma avalanche de consumo precoce de conteúdo emitido pelas telas pequenas, à mão.
   Mas afinal, o que seria excessivo? A Organização Mundial da Saúde (OMS) sugere que menores de 2 anos não tenham contato algum com telas, nem mesmo com televisores. Depois dessa idade, a TV pode ser liberada, mas no máximo durante uma hora por dia. Smartphone próprio, ou tablet, tão somente depois dos 8 anos e sempre com vigilância. Antes disso, compreende que a prematuridade implica problemas de aprendizado (é preciso ler mais), de visão (há uma epidemia de miopia entre os pequenos) e até de isolamento social (avalia-se que o abuso da internet é o que fez aumentar os índices de depressão entre jovens na faixa dos 10 aos 14 anos).
   [...] Em vez de lutarem contra a maré virtual, o fundamental é os pais assumirem a responsabilidade de educar as crianças para lidar com o mundo virtual. [...] A chave, enfim, é o bom senso. Soa inaceitável afastar crianças e adolescentes da conexão digital – mas achar que um smartphone pode fazer as vezes de pai, mãe e professor é errado.
(LOPES, A. Revista Veja, ed. 2661. Adaptado.)
Sobre o texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) Apesar de YouTube e Facebook serem destinados a pessoas acima de 13 anos, crianças abaixo dessa idade consomem o conteúdo dessas tecnologias em grande quantidade. ( ) O articulista critica com veemência o uso de mídias digitais por crianças e a conivência dos pais, mas não apresenta proposta de solução para o problema. ( ) Os argumentos da OMS para limitar o uso de mídias digitais a determinadas faixas etárias das crianças compreendem argumentos pertinentes, relacionados à saúde física, mental e cognitiva. ( ) As expressões Segundo pesquisa da Common Sense Media e segundo pesquisas recentes introduzem argumentos de autoridade. Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q1830915 Português
Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins. No dia a dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. (JABOR, A. Disponível em: https://www.pensador.com/conselhos_textos_arnaldo_jabor/. Acesso em: 25/10/2019.) Acerca de recursos linguísticos no texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q1830728 Português
Considerando-se os vícios de linguagem, no período “Eu lhe abracei.”, temos um exemplo de: 
Alternativas
Respostas
47401: D
47402: A
47403: C
47404: E
47405: D
47406: B
47407: C
47408: C
47409: A
47410: C
47411: C
47412: D
47413: E
47414: C
47415: B
47416: E
47417: C
47418: B
47419: A
47420: D