Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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INSTRUÇÃO: Leia o Texto 3 a seguir e responda à questão que a ele se refere.

Sobre o Texto 3, analise as afirmativas que se seguem.
I. Entre os recursos usados para a construção do sentido do texto, encontra-se o paradoxo.
II. O uso reiterado da onomatopeia reforça a ideia de “trabalhar sem parar”, do 1.º quadro.
III. A expressão “ganhar a vida” foi usada em sentido denotativo, significando “sustentar-se”.
IV. Infere-se, a partir do texto, que há outros aspectos importantes na vida além do trabalho.
Estão CORRETAS as afirmativas:




Sobre a construção do Texto 2, é CORRETO afirmar que se verifica o uso de

Observe as imagens a seguir:

Fonte: https://http2.mlstatic.com/D_NQ_NP_835277-MLB31712288293_082019-O.jpg
Assinale a alternativa que apresenta a correta correlação entre a imagem e o exposto pelo texto.
Como o uso da bicicleta pode transformar as cidades
“Toda semana a gente se reunia em uma pedalada para tomar as ruas da cidade, exigindo que o poder público prestasse atenção em nós, deixasse de investir tanto na mobilidade para carros e passasse a priorizar as bicicletas”. O discurso pode soar como se fosse de um jovem cicloativista, mas foi feito por um planejador urbano que hoje já beira os 80 anos. A cidade - Copenhague, na Dinamarca - onde Jan Gehl precisou brigar por melhores condições para pedalar, não está nem perto do topo no ranking de piores trânsitos do mundo.
A capital dinamarquesa disputa com Amsterdã, na Holanda, o posto de melhor cidade para pedalar no mundo. Não por acaso, as duas também sempre aparecem entre as vencedoras dos estudos de melhores cidades para se viver no mundo. “Há uma relação entre cidades seguras e convidativas para pedalar e a qualidade de vida de quem mora nelas”, afirma Jan Gehl. Segundo ele, quando a bicicleta é usada por uma considerável parte da população como meio de transporte, a cidade fica mais silenciosa, menos poluída, os tempos de deslocamento diminuem e os gastos com saúde pública são menores.
“Copenhague e Amsterdã são casos especiais, pois havia, nas duas cidades, uma enorme quantidade de ciclistas nos anos 30”, conta Jeff Risom, urbanista novaiorquino que hoje trabalha no Gehl Architects, na capital dinamarquesa. “Mas, ____ partir da década de 1950, as bicicletas praticamente desapareceram das vias, e as cidades foram pouco ____ pouco sendo tomadas pelos carros”, conta ele. Com a indústria automobilística despontando e a produção em alta escala de carros, o planejamento urbano passou a se guiar por essa máquina, e as cidades foram sendo construídas e adaptadas para serem percorridas em alta velocidade.
Qualquer iniciativa contrária ao avanço automobilístico era taxada de retrógrada. Não é à toa que, em 1961, a manchete do The Copenhagen Post tenha sido “Não somos italianos, mas sim dinamarqueses, e precisamos dos nossos carros!”. Depois de 50 anos, após a construção de ruas para pedestres em Copenhagen, em 2012, a manchete do The Copenhagen Post era “Strøget: 50 anos de efervescência no maior complexo de ruas de pedestres da Europa”.
super.abril.com.br ... - adaptado.
Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
Remissão é o mesmo que __________.
Como o uso da bicicleta pode transformar as cidades
“Toda semana a gente se reunia em uma pedalada para tomar as ruas da cidade, exigindo que o poder público prestasse atenção em nós, deixasse de investir tanto na mobilidade para carros e passasse a priorizar as bicicletas”. O discurso pode soar como se fosse de um jovem cicloativista, mas foi feito por um planejador urbano que hoje já beira os 80 anos. A cidade - Copenhague, na Dinamarca - onde Jan Gehl precisou brigar por melhores condições para pedalar, não está nem perto do topo no ranking de piores trânsitos do mundo.
A capital dinamarquesa disputa com Amsterdã, na Holanda, o posto de melhor cidade para pedalar no mundo. Não por acaso, as duas também sempre aparecem entre as vencedoras dos estudos de melhores cidades para se viver no mundo. “Há uma relação entre cidades seguras e convidativas para pedalar e a qualidade de vida de quem mora nelas”, afirma Jan Gehl. Segundo ele, quando a bicicleta é usada por uma considerável parte da população como meio de transporte, a cidade fica mais silenciosa, menos poluída, os tempos de deslocamento diminuem e os gastos com saúde pública são menores.
“Copenhague e Amsterdã são casos especiais, pois havia, nas duas cidades, uma enorme quantidade de ciclistas nos anos 30”, conta Jeff Risom, urbanista novaiorquino que hoje trabalha no Gehl Architects, na capital dinamarquesa. “Mas, ____ partir da década de 1950, as bicicletas praticamente desapareceram das vias, e as cidades foram pouco ____ pouco sendo tomadas pelos carros”, conta ele. Com a indústria automobilística despontando e a produção em alta escala de carros, o planejamento urbano passou a se guiar por essa máquina, e as cidades foram sendo construídas e adaptadas para serem percorridas em alta velocidade.
Qualquer iniciativa contrária ao avanço automobilístico era taxada de retrógrada. Não é à toa que, em 1961, a manchete do The Copenhagen Post tenha sido “Não somos italianos, mas sim dinamarqueses, e precisamos dos nossos carros!”. Depois de 50 anos, após a construção de ruas para pedestres em Copenhagen, em 2012, a manchete do The Copenhagen Post era “Strøget: 50 anos de efervescência no maior complexo de ruas de pedestres da Europa”.
super.abril.com.br ... - adaptado.
De acordo com o texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Jan Gehl, sendo um cicloativista, foi às ruas para exigir melhores condições para o tráfego de bicicletas.
( ) A cidade de Copenhague, na Dinamarca, tem o título de pior trânsito do mundo.
Como o uso da bicicleta pode transformar as cidades
“Toda semana a gente se reunia em uma pedalada para tomar as ruas da cidade, exigindo que o poder público prestasse atenção em nós, deixasse de investir tanto na mobilidade para carros e passasse a priorizar as bicicletas”. O discurso pode soar como se fosse de um jovem cicloativista, mas foi feito por um planejador urbano que hoje já beira os 80 anos. A cidade - Copenhague, na Dinamarca - onde Jan Gehl precisou brigar por melhores condições para pedalar, não está nem perto do topo no ranking de piores trânsitos do mundo.
A capital dinamarquesa disputa com Amsterdã, na Holanda, o posto de melhor cidade para pedalar no mundo. Não por acaso, as duas também sempre aparecem entre as vencedoras dos estudos de melhores cidades para se viver no mundo. “Há uma relação entre cidades seguras e convidativas para pedalar e a qualidade de vida de quem mora nelas”, afirma Jan Gehl. Segundo ele, quando a bicicleta é usada por uma considerável parte da população como meio de transporte, a cidade fica mais silenciosa, menos poluída, os tempos de deslocamento diminuem e os gastos com saúde pública são menores.
“Copenhague e Amsterdã são casos especiais, pois havia, nas duas cidades, uma enorme quantidade de ciclistas nos anos 30”, conta Jeff Risom, urbanista novaiorquino que hoje trabalha no Gehl Architects, na capital dinamarquesa. “Mas, ____ partir da década de 1950, as bicicletas praticamente desapareceram das vias, e as cidades foram pouco ____ pouco sendo tomadas pelos carros”, conta ele. Com a indústria automobilística despontando e a produção em alta escala de carros, o planejamento urbano passou a se guiar por essa máquina, e as cidades foram sendo construídas e adaptadas para serem percorridas em alta velocidade.
Qualquer iniciativa contrária ao avanço automobilístico era taxada de retrógrada. Não é à toa que, em 1961, a manchete do The Copenhagen Post tenha sido “Não somos italianos, mas sim dinamarqueses, e precisamos dos nossos carros!”. Depois de 50 anos, após a construção de ruas para pedestres em Copenhagen, em 2012, a manchete do The Copenhagen Post era “Strøget: 50 anos de efervescência no maior complexo de ruas de pedestres da Europa”.
super.abril.com.br ... - adaptado.
Como o uso da bicicleta pode transformar as cidades
“Toda semana a gente se reunia em uma pedalada para tomar as ruas da cidade, exigindo que o poder público prestasse atenção em nós, deixasse de investir tanto na mobilidade para carros e passasse a priorizar as bicicletas”. O discurso pode soar como se fosse de um jovem cicloativista, mas foi feito por um planejador urbano que hoje já beira os 80 anos. A cidade - Copenhague, na Dinamarca - onde Jan Gehl precisou brigar por melhores condições para pedalar, não está nem perto do topo no ranking de piores trânsitos do mundo.
A capital dinamarquesa disputa com Amsterdã, na Holanda, o posto de melhor cidade para pedalar no mundo. Não por acaso, as duas também sempre aparecem entre as vencedoras dos estudos de melhores cidades para se viver no mundo. “Há uma relação entre cidades seguras e convidativas para pedalar e a qualidade de vida de quem mora nelas”, afirma Jan Gehl. Segundo ele, quando a bicicleta é usada por uma considerável parte da população como meio de transporte, a cidade fica mais silenciosa, menos poluída, os tempos de deslocamento diminuem e os gastos com saúde pública são menores.
“Copenhague e Amsterdã são casos especiais, pois havia, nas duas cidades, uma enorme quantidade de ciclistas nos anos 30”, conta Jeff Risom, urbanista novaiorquino que hoje trabalha no Gehl Architects, na capital dinamarquesa. “Mas, ____ partir da década de 1950, as bicicletas praticamente desapareceram das vias, e as cidades foram pouco ____ pouco sendo tomadas pelos carros”, conta ele. Com a indústria automobilística despontando e a produção em alta escala de carros, o planejamento urbano passou a se guiar por essa máquina, e as cidades foram sendo construídas e adaptadas para serem percorridas em alta velocidade.
Qualquer iniciativa contrária ao avanço automobilístico era taxada de retrógrada. Não é à toa que, em 1961, a manchete do The Copenhagen Post tenha sido “Não somos italianos, mas sim dinamarqueses, e precisamos dos nossos carros!”. Depois de 50 anos, após a construção de ruas para pedestres em Copenhagen, em 2012, a manchete do The Copenhagen Post era “Strøget: 50 anos de efervescência no maior complexo de ruas de pedestres da Europa”.
super.abril.com.br ... - adaptado.
Considerando-se o texto, analisar a sentença abaixo:
Conforme Jan Gehl, a qualidade de vida e a infraestrutura para pedalar têm certa relação nas cidades, pois usar bicicleta para se locomover deixa a cidade mais silenciosa e poluída (1ª parte). Com a produção em alta escala de carros, as cidades foram sendo construídas e adaptadas para serem percorridas em alta velocidade (2ª parte). A capital dinamarquesa disputa com Amsterdã, na Holanda, o posto de melhor cidade para pedalar no mundo (3ª parte).
A sentença está:
Analise a charge a seguir.

Assinale a opção que indica a figura de linguagem
empregada na charge.
Analise a peça publicitária a seguir.

A respeito das linguagens apresentadas na peça
publicitária, assinale a afirmativa correta.
O fragmento de texto a seguir refere-se à questão.
“Você entra no bate-papo, conversa, troca e-mail, faz amizade. Passa horas navegando com um bando de estranhos. E nunca mais sabe ao certo com quem está falando. O anonimato pode ser uma das vantagens de rede, mas também uma armadilha. [...]”
(Viviane Zandonadi. Folha São Paulo. 04/08/1999)
Assinale a opção que indica a variação linguística e a linguagem presentes no fragmento acima.
O fragmento de texto a seguir refere-se à questão.
“Você entra no bate-papo, conversa, troca e-mail, faz amizade. Passa horas navegando com um bando de estranhos. E nunca mais sabe ao certo com quem está falando. O anonimato pode ser uma das vantagens de rede, mas também uma armadilha. [...]”
(Viviane Zandonadi. Folha São Paulo. 04/08/1999)

Na charge, a relação de sentido expressa em “se amasse” é
“Triunfantes da luta voltando Temos n’alma os encantos do céu E na fronte serena, radiante, Imortal e sagrado troféu. O Brasil a exultar acompanha Nossos passos, portanto é subir, Que da glória a divina montanha Tem no cimo o ARREBOL do porvir. ... Possuímos um bem conquistado Nobremente com armas na mão Se o afrontarem de cada soldado Surgirá de repente um leão Liberdade – é o querido tesouro ... Que depois do lutar nos seduz Tal o rio que rola, o sol de ouro Lança um manto sublime de luz.” (Composição de Francisco Mangabeira)
Assinale a opção que apresenta a mesma denotação da palavra destacada no fragmento do hino do Acre.

Assinale a opção que indica a figura de linguagem utilizada
na charge.
( ) A oportunidade de dar uma volta em um carro de F‐1 foi dada a todos os mortais. ( ) O carro de F‐1 possui somente acelerador e freio. ( ) Um motorista comum consegue tirar um carro de F‐1 do lugar.
Evasão escolar é maior em estados sem aula presencial
Fechamento prolongado deve ampliar proporção dos que deixam de estudar
Estados, que ainda continuam sem aulas presenciais, já registravam, mesmo antes da pandemia, as mais altas taxas de adolescentes fora da escola. Em todo o país, 18% dos jovens de 16 e 17 anos estavam sem estudar em 2019. No entanto, a situação já alcançava 27% no Maranhão. Desde o início da pandemia, especialistas alertam sobre a necessidade de ações para evitar o aumento de alunos que saem da escola. A suspensão prolongada das aulas e a perda de renda das famílias são a combinação mais perigosa para afastar os jovens dos estudos. Passados 14 meses da crise sanitária, os estados, que já tinham a maior proporção de alunos com menor condição socioeconômica e mais jovens fora da escola, ainda não reabriram suas escolas. É o que mostram os dados do Indicador de Permanência Escolar, lançado nesta segunda (31) pelo Iede (Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional). Com informações do Censo Escolar, o instituto calculou o percentual de estudantes que passaram pela escola e a abandonaram. [....] Os dados mostram que, enquanto, no Maranhão, 27% dos jovens de 16 e 17 anos já não estavam mais na escola. Em Santa Catarina, por exemplo, a taxa é bem menor, de 10%. Para Faria, a enorme disparidade encontrada no Brasil é reflexo de um sistema educacional que não atua de forma eficaz para promover a equidade e dar suporte aos mais vulneráveis. Dos 15 estados com taxa de jovens fora da escola mais alta do que a média do país, 11 ainda não retornaram com aulas presenciais nas redes públicas. "A pandemia atinge de forma mais cruel os mais vulneráveis. Os sistemas educacionais que já tinham problemas mais complexos, como o abandono escolar, tiveram menos capacidade de reação nesse período", diz Daniel de Bonis, diretor de políticas educacionais da Fundação Lemann. [...] Isabela Palhares
Avalie as afirmações a seguir, relativas à escritura do texto.
I- O título da matéria sinaliza que a evasão escolar não se estende da mesma forma a todos os estados. Logo, a oração adjetiva no período que inicia o primeiro parágrafo tem valor restritivo, de modo que a frase deveria assim ser reescrita: “Estados que ainda continuam sem aulas presenciais já registravam ...”.
II- No 3º parágrafo, a informação relativa a não reabertura das escolas se refere apenas aos estados cujos alunos têm menor condição econômica e que estão fora da escola. Logo, a frase assim deveria estar escrita: “os estados que já tinham a maior proporção de alunos com menor condição socioeconômica e mais jovens fora da escola ainda não reabriram suas escolas”.
III- Para destacar a divergência no número de jovens fora da escola nos estados do Maranhão e Santa Catarina, o autor, no 4º parágrafo, inicia o período com a oração principal “os dados mostram que”, intercalando uma outra oração para tratar do primeiro estado, usando o “enquanto” e, depois, apresente uma nova oração para tratar do segundo estado. Portanto, a escrita da frase atende às normas da escrita.
É CORRETO o que se afirma em