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Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 93.786 questões

Q1786470 Português
Após a leitura do texto 2 a seguir, responda à questão.

Texto 2

'ANJO BOM DA BAHIA'

Nascida em Salvador, Irmã Dulce, que ficou conhecida como "anjo bom da Bahia", teve uma trajetória de fé e obstinação na qual enfrentou as rígidas regras de enclausuramento da igreja para prestar assistência a comunidades pobres da cidade, trabalho que realizou até a morte.
Ela ingressou na vida religiosa como noviça na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição, em São Cristóvão (SE).

Em Salvador, passou a se dedicar a ações sociais. Em 1959, ocupou um galinheiro ao lado do Convento Santo Antônio e improvisou uma enfermaria para cuidar de doentes. Foi o embrião das Obras Sociais Irmã Dulce, que atualmente atende uma média de 3,5 milhões de pessoas por ano.
Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/ 
Ainda com base no texto 2, atribua (V) para as assertivas verdadeiras ou (F) para as assertivas falsas:
( ) De forma coerente com o tipo textual do texto, é possível afirmar que, predominantemente, os verbos estão conjugados no pretérito perfeito. ( ) Na oração “que atualmente atende uma média de 3,5 milhões de pessoas por ano”, o correto seria conjugar o verbo “atender” no pretérito imperfeito, para a construção do sentido do texto com base na norma padrão. ( ) Considerando apenas a oração “Em Salvador, passou a se dedicar a ações sociais.”, é possível afirmar que se trata de um sujeito oculto.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses.
Alternativas
Q1786467 Português

Leia o texto 1 abaixo e responda à questão:


Texto 1


Neurocientista é alvo de mansplaining citando artigo que ela mesma escreveu

Enquanto palestrava, a especialista foi interrompida por homem que sugeriu a leitura de um estudo sobre o assunto – que ela mesma tinha escrito.

REDAÇÃO GALILEU

05 NOV2019 - 12H50 ATUALIZADO EM 05 NOV2019 - 19H20


A neurocientista Dra. Tasha Stanton contou no Twitter um episódio de machismo que sofreu durante a Conferência Australiana da Associação de Fisioterapia, que aconteceu no fim de outubro. Ela foi vítima de mansplaining com sua própria pesquisa científica. Mansplaining é um termo em inglês usado para descrever o comportamento de alguns homens que assumem que uma mulher não conhece determinado assunto e insiste em explicá-lo, subestimando os conhecimentos da mulher.


O caso de Stanton é um exemplo de mansplaining: enquanto ela palestrava, um cientista homem a interrompeu no meio do discurso e sugeriu que ela lesse determinado artigo para "entender melhor" o assunto. O artigo que ele indicou, entretanto, tinha sido escrito pela própria palestrante.

"Espere aí por um segundo, amigo. Sou Stanton. Eu sou a autora do artigo que você acabou de mencionar", ela disse naquele momento da palestra. Ela e outros cientistas da conferência riram da situação, mas ela ficou desconfortável com o acontecido.

Fonte: https://revistagalileu.globo.com/

A coesão do texto 1 é construída com base em diferentes recursos de referenciação. A partir dessa informação, assinale a alternativa CORRETA sobre as formas referenciais empregadas nos trechos abaixo:
Alternativas
Q1786465 Português

Leia o texto 1 abaixo e responda à questão:


Texto 1


Neurocientista é alvo de mansplaining citando artigo que ela mesma escreveu

Enquanto palestrava, a especialista foi interrompida por homem que sugeriu a leitura de um estudo sobre o assunto – que ela mesma tinha escrito.

REDAÇÃO GALILEU

05 NOV2019 - 12H50 ATUALIZADO EM 05 NOV2019 - 19H20


A neurocientista Dra. Tasha Stanton contou no Twitter um episódio de machismo que sofreu durante a Conferência Australiana da Associação de Fisioterapia, que aconteceu no fim de outubro. Ela foi vítima de mansplaining com sua própria pesquisa científica. Mansplaining é um termo em inglês usado para descrever o comportamento de alguns homens que assumem que uma mulher não conhece determinado assunto e insiste em explicá-lo, subestimando os conhecimentos da mulher.


O caso de Stanton é um exemplo de mansplaining: enquanto ela palestrava, um cientista homem a interrompeu no meio do discurso e sugeriu que ela lesse determinado artigo para "entender melhor" o assunto. O artigo que ele indicou, entretanto, tinha sido escrito pela própria palestrante.

"Espere aí por um segundo, amigo. Sou Stanton. Eu sou a autora do artigo que você acabou de mencionar", ela disse naquele momento da palestra. Ela e outros cientistas da conferência riram da situação, mas ela ficou desconfortável com o acontecido.

Fonte: https://revistagalileu.globo.com/

Ainda com base no texto 1, cujo gênero textual é uma notícia, atribua (V) para as assertivas verdadeiras ou (F) para as assertivas falsas.


( ) Apenas pela interpretação da manchete, não é possível identificar quem praticou mansplaining contra a cientista.

( ) O lead da notícia responde a todas as questões fundamentais para um texto do domínio jornalístico: o que, quem, quando, onde, como e por quê.

( ) A notícia foi publicada pela Redação Galileu, pela primeira vez, em 05 de novembro de 2019, às 12h50.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses:

Alternativas
Q1786464 Português

Leia o texto 1 abaixo e responda à questão:


Texto 1


Neurocientista é alvo de mansplaining citando artigo que ela mesma escreveu

Enquanto palestrava, a especialista foi interrompida por homem que sugeriu a leitura de um estudo sobre o assunto – que ela mesma tinha escrito.

REDAÇÃO GALILEU

05 NOV2019 - 12H50 ATUALIZADO EM 05 NOV2019 - 19H20


A neurocientista Dra. Tasha Stanton contou no Twitter um episódio de machismo que sofreu durante a Conferência Australiana da Associação de Fisioterapia, que aconteceu no fim de outubro. Ela foi vítima de mansplaining com sua própria pesquisa científica. Mansplaining é um termo em inglês usado para descrever o comportamento de alguns homens que assumem que uma mulher não conhece determinado assunto e insiste em explicá-lo, subestimando os conhecimentos da mulher.


O caso de Stanton é um exemplo de mansplaining: enquanto ela palestrava, um cientista homem a interrompeu no meio do discurso e sugeriu que ela lesse determinado artigo para "entender melhor" o assunto. O artigo que ele indicou, entretanto, tinha sido escrito pela própria palestrante.

"Espere aí por um segundo, amigo. Sou Stanton. Eu sou a autora do artigo que você acabou de mencionar", ela disse naquele momento da palestra. Ela e outros cientistas da conferência riram da situação, mas ela ficou desconfortável com o acontecido.

Fonte: https://revistagalileu.globo.com/

Analise as alternativas a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1786417 Português
Assinale a alternativa que CORRESPONDE à figura de linguagem em destaque no excerto a seguir: “Só um tio só que casou e que tem filho. Em compensação, ele disparou, teve nove! Agora, já minhas tias, todas elas casaram, todas elas tiveram filhos, né?” (VASCO, 2006 apud AZEREDO, 2010)
Alternativas
Q1786414 Português
Para responder à questão, leia atentamente o texto a seguir:

A importância da alimentação saudável na infância

Por Bem Viver em Minas, em 12/03/2021.

Poucas coisas são tão gratificantes para os pais quanto ver os seus filhos se alimentando bem. Todo mundo quer ver um filho sempre com um prato cheio de legumes e verduras e, pelo menos a maioria, sabe que uma alimentação correta nos primeiros anos da vida é fundamental para que ele se torne um adulto saudável. Um discurso que funciona bem na teoria, mas que, na prática, não ocorre da forma como é enunciado. Isso ocorre pelos mais diversos fatores, que vão desde a situação socioeconômica, passando pelos hábitos culturais, até a rotina turbulenta e a falta de tempo das pessoas, principalmente nos grandes centros.

Em 2018, o Unicef – Fundo das Nações Unidas para a Infância – divulgou dados que mostram que, no mundo todo, 149 milhões de crianças menores de 5 anos sofrem de déficit de crescimento ou estão muito baixas para a idade, sendo que 50 milhões delas apresentam baixo peso para a sua altura. No mesmo estudo, o órgão internacional diz que 340 milhões de crianças com menos de 5 anos sofrem de fome, caracterizada pela falta de nutrientes essenciais como vitamina A e ferro, o que prejudica a capacidade de desenvolverem todo o seu potencial. O levantamento ainda mostra que 40 milhões estão obesas ou com sobrepeso.

Números bastante expressivos, que apontam para a má alimentação infantil como causa de diversas doenças que afetam principalmente as populações mais pobres como a do Brasil. Atualmente, a má alimentação infantil é o principal fator de risco para o surgimento de doenças. O Dr. Paulo Miranda, médico endocrinologista cooperado da Unimed BH e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, alerta para a gravidade da situação que envolve a pouca qualidade da alimentação das crianças de maneira geral e as suas consequências: “isso é uma preocupação de saúde pública e o impacto em termos de doenças crônico-degenerativas será enorme com o avançar da idade desse grupo populacional”.

(Disponível em: https://g1.globo.com/mg/minasgerais/especial-publicitario/bem-viver-emminas/noticia/2021/03/12/a-importancia-da-alimentacaosaudavel-na-infancia.ghtml, adaptado)
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1786361 Português
Seria preservada a coerência do texto CG2A1-II caso o segundo parágrafo fosse iniciado por
Alternativas
Q1786359 Português
Texto CG2A1-I

    Uma das várias falácias urbanas consiste em que cidades densamente povoadas sejam um sinal de “excesso de população”, quando de fato é comum, em alguns países, que mais da metade de seu povo viva em um punhado de cidades — às vezes em uma só — enquanto existem vastas áreas abertas e, em grande parte, vagas nas zonas rurais. Até mesmo em uma sociedade urbana e industrial moderna como os Estados Unidos, menos de 5% da área são urbanizados — e apenas as florestas, sozinhas, cobrem uma extensão de terra seis vezes maior do que a de todas as grandes e pequenas cidades do país reunidas. Fotografias de favelas densamente povoadas em países em desenvolvimento podem levar à conclusão de que o “excesso de população” é a causa da pobreza, quando, na verdade, a pobreza é a causa da concentração de pessoas que não conseguem arcar com os custos do transporte ou de um espaço amplo para viver, mas que, mesmo assim, não estão dispostas a abrir mão dos benefícios de viver na cidade.
    Muitas cidades eram mais densamente povoadas no passado, quando as populações nacionais e mundial eram bem menores. A expansão dos meios de transporte mais rápidos e baratos, com preço viável para uma quantidade muito maior de pessoas, fez com que a população urbana se espalhasse para as áreas rurais em torno das cidades à medida que os subúrbios se desenvolviam. Devido a um transporte mais rápido, esses subúrbios agora estão próximos, em termos temporais, das instituições e atividades de uma cidade, embora as distâncias físicas sejam cada vez maiores. Alguém em Dallas, nos Estados Unidos, a vários quilômetros de distância de um estádio, pode alcançá-lo de carro mais rapidamente do que alguém que, vivendo perto do Coliseu na Roma Antiga, fosse até ele a pé.

Thomas Sowell. Fatos e falácias da economia. Record. Edição do Kindle, p. 24-25 (com adaptações).
Mantendo-se a correção gramatical e o sentido original do texto CG2A1-I, a expressão “à medida que” (segundo período do segundo parágrafo) poderia ser substituída por
Alternativas
Q1786358 Português
Texto CG2A1-I

    Uma das várias falácias urbanas consiste em que cidades densamente povoadas sejam um sinal de “excesso de população”, quando de fato é comum, em alguns países, que mais da metade de seu povo viva em um punhado de cidades — às vezes em uma só — enquanto existem vastas áreas abertas e, em grande parte, vagas nas zonas rurais. Até mesmo em uma sociedade urbana e industrial moderna como os Estados Unidos, menos de 5% da área são urbanizados — e apenas as florestas, sozinhas, cobrem uma extensão de terra seis vezes maior do que a de todas as grandes e pequenas cidades do país reunidas. Fotografias de favelas densamente povoadas em países em desenvolvimento podem levar à conclusão de que o “excesso de população” é a causa da pobreza, quando, na verdade, a pobreza é a causa da concentração de pessoas que não conseguem arcar com os custos do transporte ou de um espaço amplo para viver, mas que, mesmo assim, não estão dispostas a abrir mão dos benefícios de viver na cidade.
    Muitas cidades eram mais densamente povoadas no passado, quando as populações nacionais e mundial eram bem menores. A expansão dos meios de transporte mais rápidos e baratos, com preço viável para uma quantidade muito maior de pessoas, fez com que a população urbana se espalhasse para as áreas rurais em torno das cidades à medida que os subúrbios se desenvolviam. Devido a um transporte mais rápido, esses subúrbios agora estão próximos, em termos temporais, das instituições e atividades de uma cidade, embora as distâncias físicas sejam cada vez maiores. Alguém em Dallas, nos Estados Unidos, a vários quilômetros de distância de um estádio, pode alcançá-lo de carro mais rapidamente do que alguém que, vivendo perto do Coliseu na Roma Antiga, fosse até ele a pé.

Thomas Sowell. Fatos e falácias da economia. Record. Edição do Kindle, p. 24-25 (com adaptações).
O termo “expansão” (segundo período do segundo parágrafo) está empregado no texto CG2A1-I com o sentido de
Alternativas
Q1786357 Português
Texto CG2A1-I

    Uma das várias falácias urbanas consiste em que cidades densamente povoadas sejam um sinal de “excesso de população”, quando de fato é comum, em alguns países, que mais da metade de seu povo viva em um punhado de cidades — às vezes em uma só — enquanto existem vastas áreas abertas e, em grande parte, vagas nas zonas rurais. Até mesmo em uma sociedade urbana e industrial moderna como os Estados Unidos, menos de 5% da área são urbanizados — e apenas as florestas, sozinhas, cobrem uma extensão de terra seis vezes maior do que a de todas as grandes e pequenas cidades do país reunidas. Fotografias de favelas densamente povoadas em países em desenvolvimento podem levar à conclusão de que o “excesso de população” é a causa da pobreza, quando, na verdade, a pobreza é a causa da concentração de pessoas que não conseguem arcar com os custos do transporte ou de um espaço amplo para viver, mas que, mesmo assim, não estão dispostas a abrir mão dos benefícios de viver na cidade.
    Muitas cidades eram mais densamente povoadas no passado, quando as populações nacionais e mundial eram bem menores. A expansão dos meios de transporte mais rápidos e baratos, com preço viável para uma quantidade muito maior de pessoas, fez com que a população urbana se espalhasse para as áreas rurais em torno das cidades à medida que os subúrbios se desenvolviam. Devido a um transporte mais rápido, esses subúrbios agora estão próximos, em termos temporais, das instituições e atividades de uma cidade, embora as distâncias físicas sejam cada vez maiores. Alguém em Dallas, nos Estados Unidos, a vários quilômetros de distância de um estádio, pode alcançá-lo de carro mais rapidamente do que alguém que, vivendo perto do Coliseu na Roma Antiga, fosse até ele a pé.

Thomas Sowell. Fatos e falácias da economia. Record. Edição do Kindle, p. 24-25 (com adaptações).
Em cada uma das opções a seguir, é apresentada uma proposta de reescrita do seguinte trecho do texto CG2A1-I: “pessoas que não conseguem arcar com os custos do transporte ou de um espaço amplo para viver, mas que, mesmo assim, não estão dispostas a abrir mão dos benefícios de viver na cidade” (último período do primeiro parágrafo). Assinale a opção cuja proposta de reescrita, além de estar gramaticalmente correta, preserva os sentidos originais do texto.
Alternativas
Q1786355 Português
Texto CG2A1-I

    Uma das várias falácias urbanas consiste em que cidades densamente povoadas sejam um sinal de “excesso de população”, quando de fato é comum, em alguns países, que mais da metade de seu povo viva em um punhado de cidades — às vezes em uma só — enquanto existem vastas áreas abertas e, em grande parte, vagas nas zonas rurais. Até mesmo em uma sociedade urbana e industrial moderna como os Estados Unidos, menos de 5% da área são urbanizados — e apenas as florestas, sozinhas, cobrem uma extensão de terra seis vezes maior do que a de todas as grandes e pequenas cidades do país reunidas. Fotografias de favelas densamente povoadas em países em desenvolvimento podem levar à conclusão de que o “excesso de população” é a causa da pobreza, quando, na verdade, a pobreza é a causa da concentração de pessoas que não conseguem arcar com os custos do transporte ou de um espaço amplo para viver, mas que, mesmo assim, não estão dispostas a abrir mão dos benefícios de viver na cidade.
    Muitas cidades eram mais densamente povoadas no passado, quando as populações nacionais e mundial eram bem menores. A expansão dos meios de transporte mais rápidos e baratos, com preço viável para uma quantidade muito maior de pessoas, fez com que a população urbana se espalhasse para as áreas rurais em torno das cidades à medida que os subúrbios se desenvolviam. Devido a um transporte mais rápido, esses subúrbios agora estão próximos, em termos temporais, das instituições e atividades de uma cidade, embora as distâncias físicas sejam cada vez maiores. Alguém em Dallas, nos Estados Unidos, a vários quilômetros de distância de um estádio, pode alcançá-lo de carro mais rapidamente do que alguém que, vivendo perto do Coliseu na Roma Antiga, fosse até ele a pé.

Thomas Sowell. Fatos e falácias da economia. Record. Edição do Kindle, p. 24-25 (com adaptações).
Depreende-se do último período do texto CG2A1-I que
Alternativas
Q1786354 Português
Texto CG2A1-I

    Uma das várias falácias urbanas consiste em que cidades densamente povoadas sejam um sinal de “excesso de população”, quando de fato é comum, em alguns países, que mais da metade de seu povo viva em um punhado de cidades — às vezes em uma só — enquanto existem vastas áreas abertas e, em grande parte, vagas nas zonas rurais. Até mesmo em uma sociedade urbana e industrial moderna como os Estados Unidos, menos de 5% da área são urbanizados — e apenas as florestas, sozinhas, cobrem uma extensão de terra seis vezes maior do que a de todas as grandes e pequenas cidades do país reunidas. Fotografias de favelas densamente povoadas em países em desenvolvimento podem levar à conclusão de que o “excesso de população” é a causa da pobreza, quando, na verdade, a pobreza é a causa da concentração de pessoas que não conseguem arcar com os custos do transporte ou de um espaço amplo para viver, mas que, mesmo assim, não estão dispostas a abrir mão dos benefícios de viver na cidade.
    Muitas cidades eram mais densamente povoadas no passado, quando as populações nacionais e mundial eram bem menores. A expansão dos meios de transporte mais rápidos e baratos, com preço viável para uma quantidade muito maior de pessoas, fez com que a população urbana se espalhasse para as áreas rurais em torno das cidades à medida que os subúrbios se desenvolviam. Devido a um transporte mais rápido, esses subúrbios agora estão próximos, em termos temporais, das instituições e atividades de uma cidade, embora as distâncias físicas sejam cada vez maiores. Alguém em Dallas, nos Estados Unidos, a vários quilômetros de distância de um estádio, pode alcançá-lo de carro mais rapidamente do que alguém que, vivendo perto do Coliseu na Roma Antiga, fosse até ele a pé.

Thomas Sowell. Fatos e falácias da economia. Record. Edição do Kindle, p. 24-25 (com adaptações).
De acordo com o texto CG2A1-I, a alta densidade demográfica em certas cidades é um fato provocado
Alternativas
Q1786249 Português

Com relação aos aspectos linguístico‐estruturais do texto, julgue o item.


Na linha 24, a expressão "o qual" foi empregada em substituição ao vocábulo que para evitar a referenciação à expressão "Assistência Farmacêutica Nacional".



Alternativas
Q1786245 Português

Com  relação  aos  aspectos  linguístico‐estruturais  do  texto,  julgue o item.


Na linha 8, mantém a correção gramatical e os sentidos textuais a supressão do elemento "-se" que acompanha a forma verbal "constitui" e do vocábulo "em" contraído na forma "no", restando a expressão constitui o.

Alternativas
Q1786244 Português

Com relação aos aspectos linguístico‐estruturais do texto, julgue o item.


Na linha 4, a inserção do termo esfera após a contração “Na” mantém a correção gramatical e os sentidos originais do texto.

Alternativas
Q1786243 Português

Com relação aos aspectos linguístico‐estruturais do texto, julgue o item.


A expressão "essa tendência (linha 3) retoma "exigências do consumidor" (linhas 2 e 3).

Alternativas
Q1786241 Português

Com relação aos aspectos linguístico‐estruturais do texto, julgue o item.


Mantém a correção gramatical e os sentidos originais do texto a substituição do termo “fitoterápicos” (linha 2) pelo termo homeopáticos.

Alternativas
Q1786239 Português

Com  relação  aos  aspectos  linguístico‐estruturais  do  texto,  julgue o item.


Sem prejuízos para a correção gramatical e para os sentidos originais do texto, o vocábulo "Apresentando" (linha 1) pode ser substituído por Na apresentação de.

Alternativas
Q1786237 Português

No que se refere às ideias do texto, julgue o item.


Depreende-se do texto que nenhuma das iniciativas governamentais de inserção dos medicamentos fitoterápicos na rede de saúde pública surtiu efeito prático.

Alternativas
Q1786236 Português

No que se refere às ideias do texto, julgue o item.


De acordo com o texto, o Farmácia Viva promove o uso terapêutico de plantas medicinais em comunidades regionais.

Alternativas
Respostas
45981: B
45982: B
45983: E
45984: A
45985: B
45986: D
45987: A
45988: D
45989: A
45990: A
45991: C
45992: A
45993: C
45994: C
45995: C
45996: E
45997: E
45998: E
45999: E
46000: C