Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q2065557 Português
A educação infantil dá retorno

       Pesquisas desenvolvidas nos Estados Unidos, na Escandinávia e na Itália mostram que a criança que passa por um bom programa de Educação Infantil chega ao primeiro ciclo lendo, escrevendo e trabalhando com quantidades muito bem. Além disso, molda uma boa auto-estima. Quem recebe uma formação adequada antes dos 6 anos dificilmente fracassa no Ensino Fundamental. Se os governos só estão pensando em cifrões, fiquem sabendo que vão lucrar, porque investir em Educação Infantil significa diminuir a repetência e a evasão.

       O Brasil só tem a ganhar, sobretudo do ponto de vista do desenvolvimento da cidadania. Essas crianças serão pessoas melhores, mais equilibradas, mais sofisticadas. Desperdiçar esses seis primeiros anos é uma negligência criminosa. Esse é um capital inestimável para nosso país. Estamos passando por uma crise ética grave. Onde isso vai terminar se não na redefinição de como educar as crianças? Educá-las não para que sejam apenas grandes inteligências, mas para construírem um quadro de valores éticos, políticos e estéticos. A definição de valores cidadãos não deve esperar até que a criança tenha 7 anos. Deve ser iniciada desde que ela é um bebê.

(https://novaescola.org.br/conteudo/967/a-educacao-infantil-da-retorno. Acesso em 09.01.2020)
No trecho ─ O Brasil só tem a ganhar, sobretudo do ponto de vista do desenvolvimento da cidadania. ─ o advérbio em destaque indica que
Alternativas
Q2065556 Português
A educação infantil dá retorno

       Pesquisas desenvolvidas nos Estados Unidos, na Escandinávia e na Itália mostram que a criança que passa por um bom programa de Educação Infantil chega ao primeiro ciclo lendo, escrevendo e trabalhando com quantidades muito bem. Além disso, molda uma boa auto-estima. Quem recebe uma formação adequada antes dos 6 anos dificilmente fracassa no Ensino Fundamental. Se os governos só estão pensando em cifrões, fiquem sabendo que vão lucrar, porque investir em Educação Infantil significa diminuir a repetência e a evasão.

       O Brasil só tem a ganhar, sobretudo do ponto de vista do desenvolvimento da cidadania. Essas crianças serão pessoas melhores, mais equilibradas, mais sofisticadas. Desperdiçar esses seis primeiros anos é uma negligência criminosa. Esse é um capital inestimável para nosso país. Estamos passando por uma crise ética grave. Onde isso vai terminar se não na redefinição de como educar as crianças? Educá-las não para que sejam apenas grandes inteligências, mas para construírem um quadro de valores éticos, políticos e estéticos. A definição de valores cidadãos não deve esperar até que a criança tenha 7 anos. Deve ser iniciada desde que ela é um bebê.

(https://novaescola.org.br/conteudo/967/a-educacao-infantil-da-retorno. Acesso em 09.01.2020)
O pronome Esse, destacado no segundo parágrafo, refere-se
Alternativas
Q2065555 Português
A educação infantil dá retorno

       Pesquisas desenvolvidas nos Estados Unidos, na Escandinávia e na Itália mostram que a criança que passa por um bom programa de Educação Infantil chega ao primeiro ciclo lendo, escrevendo e trabalhando com quantidades muito bem. Além disso, molda uma boa auto-estima. Quem recebe uma formação adequada antes dos 6 anos dificilmente fracassa no Ensino Fundamental. Se os governos só estão pensando em cifrões, fiquem sabendo que vão lucrar, porque investir em Educação Infantil significa diminuir a repetência e a evasão.

       O Brasil só tem a ganhar, sobretudo do ponto de vista do desenvolvimento da cidadania. Essas crianças serão pessoas melhores, mais equilibradas, mais sofisticadas. Desperdiçar esses seis primeiros anos é uma negligência criminosa. Esse é um capital inestimável para nosso país. Estamos passando por uma crise ética grave. Onde isso vai terminar se não na redefinição de como educar as crianças? Educá-las não para que sejam apenas grandes inteligências, mas para construírem um quadro de valores éticos, políticos e estéticos. A definição de valores cidadãos não deve esperar até que a criança tenha 7 anos. Deve ser iniciada desde que ela é um bebê.

(https://novaescola.org.br/conteudo/967/a-educacao-infantil-da-retorno. Acesso em 09.01.2020)
O trecho do 2° parágrafo ─ Onde isso vai terminar se não na redefinição de como educar as crianças? ─ é um questionamento que expressa
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Q2065554 Português
A educação infantil dá retorno

       Pesquisas desenvolvidas nos Estados Unidos, na Escandinávia e na Itália mostram que a criança que passa por um bom programa de Educação Infantil chega ao primeiro ciclo lendo, escrevendo e trabalhando com quantidades muito bem. Além disso, molda uma boa auto-estima. Quem recebe uma formação adequada antes dos 6 anos dificilmente fracassa no Ensino Fundamental. Se os governos só estão pensando em cifrões, fiquem sabendo que vão lucrar, porque investir em Educação Infantil significa diminuir a repetência e a evasão.

       O Brasil só tem a ganhar, sobretudo do ponto de vista do desenvolvimento da cidadania. Essas crianças serão pessoas melhores, mais equilibradas, mais sofisticadas. Desperdiçar esses seis primeiros anos é uma negligência criminosa. Esse é um capital inestimável para nosso país. Estamos passando por uma crise ética grave. Onde isso vai terminar se não na redefinição de como educar as crianças? Educá-las não para que sejam apenas grandes inteligências, mas para construírem um quadro de valores éticos, políticos e estéticos. A definição de valores cidadãos não deve esperar até que a criança tenha 7 anos. Deve ser iniciada desde que ela é um bebê.

(https://novaescola.org.br/conteudo/967/a-educacao-infantil-da-retorno. Acesso em 09.01.2020)
A ideia expressada pelo título do texto está também contida na passagem:
Alternativas
Q2065553 Português
A educação infantil dá retorno

       Pesquisas desenvolvidas nos Estados Unidos, na Escandinávia e na Itália mostram que a criança que passa por um bom programa de Educação Infantil chega ao primeiro ciclo lendo, escrevendo e trabalhando com quantidades muito bem. Além disso, molda uma boa auto-estima. Quem recebe uma formação adequada antes dos 6 anos dificilmente fracassa no Ensino Fundamental. Se os governos só estão pensando em cifrões, fiquem sabendo que vão lucrar, porque investir em Educação Infantil significa diminuir a repetência e a evasão.

       O Brasil só tem a ganhar, sobretudo do ponto de vista do desenvolvimento da cidadania. Essas crianças serão pessoas melhores, mais equilibradas, mais sofisticadas. Desperdiçar esses seis primeiros anos é uma negligência criminosa. Esse é um capital inestimável para nosso país. Estamos passando por uma crise ética grave. Onde isso vai terminar se não na redefinição de como educar as crianças? Educá-las não para que sejam apenas grandes inteligências, mas para construírem um quadro de valores éticos, políticos e estéticos. A definição de valores cidadãos não deve esperar até que a criança tenha 7 anos. Deve ser iniciada desde que ela é um bebê.

(https://novaescola.org.br/conteudo/967/a-educacao-infantil-da-retorno. Acesso em 09.01.2020)
Quanto à repetência e à evasão escolar, o texto afirma que
Alternativas
Q2038798 Português
Quanto aos aspectos linguísticos segundo a norma‐padrão da  língua portuguesa, julgue o item. 
O  vocábulo  “bom”  é  um  adjetivo  e  seu  antônimo  é  “mal”. 
Alternativas
Q2038158 Português
Um SPA para o cérebro

               Seis e meia da manhã. O celular desperta. Está na hora de acordar. Os olhos ainda reclamam da claridade e o corpo está adormecido, precisando espreguiçar. Você ignora o comando e só estica um dos braços, o suficiente para alcançar o telefone ao lado da mesa de cabeceira e desligar o alarme. Antes de um bocejo, abre a agenda para conferir os compromissos do dia. E, em um segundo de distração, já está checando os e-mails.
             A janela do quarto continua fechada e você não sabe se chove ou faz sol. Mas já descobriu pelo Instagram que uma colega de colégio noivou, o seu vizinho está na academia e a influencer de finanças fez mais uma live imperdível sobre investimentos. Antes do meio-dia, você assistiu ao jornal da manhã enquanto fazia café, ouviu podcast no caminho para o trabalho, respondeu oito clientes no Whatsapp e deu uma olhada nos links com as notícias suspeitas enviadas no grupo da família.
            No intervalo entre as reuniões do zoom, entrou no LinkedIn e se inscreveu em mais um webinar sobre “produtividade na pandemia”. Além disso, você lembrou que precisa terminar de assistir às aulas do curso online de engajamento do seu perfil profissional nas redes sociais, comprado no início da quarentena. Sem perceber o gatilho, você se culpa por ter abandonado pela metade os três últimos livros que são “leitura obrigatória” para se reinventar no “novo normal”. Por outro lado, você é invadido por angústia, sensação de impotência e medo de não dar conta. Sua respiração fica pesada, os batimentos cardíacos acelerados e você se sente um nativo de alguma terra primitiva, capturado e jogado em uma metrópole confusa e barulhenta. Dá vontade de fugir.
            Em síntese, somos todos da mesma tribo e estamos intoxicados com tanta informação. A preocupação com excessos de tecnologia na sociedade não é de hoje. Entretanto, não há dúvidas de que a pandemia agravou o cenário e nos tornou mais dependentes do mundo digital. Assim também, ganhamos um cardápio maior de conteúdos de qualidade, com a facilidade de interagirmos, sem sair de casa, com as pessoas mais requisitadas de todas as áreas inimagináveis. Por outro lado, estamos compulsivos e não sabemos filtrar as informações que nos agregam.
                Nossas mentes são gulosas e não tem maturidade para buffet livre. Se não soubermos controlá-las, consumiremos o que estiver disponível à mesa, só para provar um pouquinho de cada. Colocamos em um mesmo prato caviar e junk food e não sabemos diferenciar o que é preciso ser degustado do que é dispensável. No final, não digerimos nada, nem absorvemos o que consumimos de bom.
               É delicioso conversar com alguém com pluralidade de assuntos. E, mais do que isso, estar por dentro de todas as pautas discutidas num bate-papo. Alienação não é concebível para quem quer fazer a diferença. Mas, será que não passamos do ponto? A necessidade de saber falar sobre qualquer tema, ainda que superficialmente, diz muito sobre o nosso ego. Esquecemos que conversas são trocas e a sensação de aprender é tão gostosa quanto a de ensinar.
                 A vulnerabilidade e a honestidade de podermos dizer “não li esse livro”, “não conheço esse autor” ou “não estou sabendo dessa notícia” criam conexões e oportunidades de diálogos sinceros. Talvez tenhamos perdido o real propósito de nos mantermos informados. Nos submetemos a uma enxurrada de informações não para dialogarmos melhor, mas para travarmos uma batalha. Isto é: ganha quem sabe mais, ainda que saber seja somente ter ouvido falar a respeito...
           Supervalorizamos a mente, negligenciamos nossos instintos. Esquecemos que somos, de fato, nativos selvagens pertencentes à natureza. Precisamos encontrar meios de alimentar essa alma primitiva e reeducar nosso intelecto guloso. Caso contrário, sucumbiremos à intoxicação, com cabeças pesadas e corações desnutridos.

Disponível em: https://vidasimples.co/leitores/excesso-de-informacoes-e-o-spa-para-o-cerebro/. Acesso em: 18 out. 2021.
A alternativa em que se verifica uma marca de uso da oralidade é 
Alternativas
Q2038155 Português
Um SPA para o cérebro

               Seis e meia da manhã. O celular desperta. Está na hora de acordar. Os olhos ainda reclamam da claridade e o corpo está adormecido, precisando espreguiçar. Você ignora o comando e só estica um dos braços, o suficiente para alcançar o telefone ao lado da mesa de cabeceira e desligar o alarme. Antes de um bocejo, abre a agenda para conferir os compromissos do dia. E, em um segundo de distração, já está checando os e-mails.
             A janela do quarto continua fechada e você não sabe se chove ou faz sol. Mas já descobriu pelo Instagram que uma colega de colégio noivou, o seu vizinho está na academia e a influencer de finanças fez mais uma live imperdível sobre investimentos. Antes do meio-dia, você assistiu ao jornal da manhã enquanto fazia café, ouviu podcast no caminho para o trabalho, respondeu oito clientes no Whatsapp e deu uma olhada nos links com as notícias suspeitas enviadas no grupo da família.
            No intervalo entre as reuniões do zoom, entrou no LinkedIn e se inscreveu em mais um webinar sobre “produtividade na pandemia”. Além disso, você lembrou que precisa terminar de assistir às aulas do curso online de engajamento do seu perfil profissional nas redes sociais, comprado no início da quarentena. Sem perceber o gatilho, você se culpa por ter abandonado pela metade os três últimos livros que são “leitura obrigatória” para se reinventar no “novo normal”. Por outro lado, você é invadido por angústia, sensação de impotência e medo de não dar conta. Sua respiração fica pesada, os batimentos cardíacos acelerados e você se sente um nativo de alguma terra primitiva, capturado e jogado em uma metrópole confusa e barulhenta. Dá vontade de fugir.
            Em síntese, somos todos da mesma tribo e estamos intoxicados com tanta informação. A preocupação com excessos de tecnologia na sociedade não é de hoje. Entretanto, não há dúvidas de que a pandemia agravou o cenário e nos tornou mais dependentes do mundo digital. Assim também, ganhamos um cardápio maior de conteúdos de qualidade, com a facilidade de interagirmos, sem sair de casa, com as pessoas mais requisitadas de todas as áreas inimagináveis. Por outro lado, estamos compulsivos e não sabemos filtrar as informações que nos agregam.
                Nossas mentes são gulosas e não tem maturidade para buffet livre. Se não soubermos controlá-las, consumiremos o que estiver disponível à mesa, só para provar um pouquinho de cada. Colocamos em um mesmo prato caviar e junk food e não sabemos diferenciar o que é preciso ser degustado do que é dispensável. No final, não digerimos nada, nem absorvemos o que consumimos de bom.
               É delicioso conversar com alguém com pluralidade de assuntos. E, mais do que isso, estar por dentro de todas as pautas discutidas num bate-papo. Alienação não é concebível para quem quer fazer a diferença. Mas, será que não passamos do ponto? A necessidade de saber falar sobre qualquer tema, ainda que superficialmente, diz muito sobre o nosso ego. Esquecemos que conversas são trocas e a sensação de aprender é tão gostosa quanto a de ensinar.
                 A vulnerabilidade e a honestidade de podermos dizer “não li esse livro”, “não conheço esse autor” ou “não estou sabendo dessa notícia” criam conexões e oportunidades de diálogos sinceros. Talvez tenhamos perdido o real propósito de nos mantermos informados. Nos submetemos a uma enxurrada de informações não para dialogarmos melhor, mas para travarmos uma batalha. Isto é: ganha quem sabe mais, ainda que saber seja somente ter ouvido falar a respeito...
           Supervalorizamos a mente, negligenciamos nossos instintos. Esquecemos que somos, de fato, nativos selvagens pertencentes à natureza. Precisamos encontrar meios de alimentar essa alma primitiva e reeducar nosso intelecto guloso. Caso contrário, sucumbiremos à intoxicação, com cabeças pesadas e corações desnutridos.

Disponível em: https://vidasimples.co/leitores/excesso-de-informacoes-e-o-spa-para-o-cerebro/. Acesso em: 18 out. 2021.
Sobre as consequências do excesso de uso das tecnologias digitais, análise os itens que se seguem.
I. Assimilação consistente dos conteúdos. II. Conexão necessária com a natureza. III. Debilidade física, mental e emocional. IV. Ensino e aprendizagem dialogados.
Está(ão) CORRETO(S) o(s) item(ns):
Alternativas
Q2038154 Português
Um SPA para o cérebro

               Seis e meia da manhã. O celular desperta. Está na hora de acordar. Os olhos ainda reclamam da claridade e o corpo está adormecido, precisando espreguiçar. Você ignora o comando e só estica um dos braços, o suficiente para alcançar o telefone ao lado da mesa de cabeceira e desligar o alarme. Antes de um bocejo, abre a agenda para conferir os compromissos do dia. E, em um segundo de distração, já está checando os e-mails.
             A janela do quarto continua fechada e você não sabe se chove ou faz sol. Mas já descobriu pelo Instagram que uma colega de colégio noivou, o seu vizinho está na academia e a influencer de finanças fez mais uma live imperdível sobre investimentos. Antes do meio-dia, você assistiu ao jornal da manhã enquanto fazia café, ouviu podcast no caminho para o trabalho, respondeu oito clientes no Whatsapp e deu uma olhada nos links com as notícias suspeitas enviadas no grupo da família.
            No intervalo entre as reuniões do zoom, entrou no LinkedIn e se inscreveu em mais um webinar sobre “produtividade na pandemia”. Além disso, você lembrou que precisa terminar de assistir às aulas do curso online de engajamento do seu perfil profissional nas redes sociais, comprado no início da quarentena. Sem perceber o gatilho, você se culpa por ter abandonado pela metade os três últimos livros que são “leitura obrigatória” para se reinventar no “novo normal”. Por outro lado, você é invadido por angústia, sensação de impotência e medo de não dar conta. Sua respiração fica pesada, os batimentos cardíacos acelerados e você se sente um nativo de alguma terra primitiva, capturado e jogado em uma metrópole confusa e barulhenta. Dá vontade de fugir.
            Em síntese, somos todos da mesma tribo e estamos intoxicados com tanta informação. A preocupação com excessos de tecnologia na sociedade não é de hoje. Entretanto, não há dúvidas de que a pandemia agravou o cenário e nos tornou mais dependentes do mundo digital. Assim também, ganhamos um cardápio maior de conteúdos de qualidade, com a facilidade de interagirmos, sem sair de casa, com as pessoas mais requisitadas de todas as áreas inimagináveis. Por outro lado, estamos compulsivos e não sabemos filtrar as informações que nos agregam.
                Nossas mentes são gulosas e não tem maturidade para buffet livre. Se não soubermos controlá-las, consumiremos o que estiver disponível à mesa, só para provar um pouquinho de cada. Colocamos em um mesmo prato caviar e junk food e não sabemos diferenciar o que é preciso ser degustado do que é dispensável. No final, não digerimos nada, nem absorvemos o que consumimos de bom.
               É delicioso conversar com alguém com pluralidade de assuntos. E, mais do que isso, estar por dentro de todas as pautas discutidas num bate-papo. Alienação não é concebível para quem quer fazer a diferença. Mas, será que não passamos do ponto? A necessidade de saber falar sobre qualquer tema, ainda que superficialmente, diz muito sobre o nosso ego. Esquecemos que conversas são trocas e a sensação de aprender é tão gostosa quanto a de ensinar.
                 A vulnerabilidade e a honestidade de podermos dizer “não li esse livro”, “não conheço esse autor” ou “não estou sabendo dessa notícia” criam conexões e oportunidades de diálogos sinceros. Talvez tenhamos perdido o real propósito de nos mantermos informados. Nos submetemos a uma enxurrada de informações não para dialogarmos melhor, mas para travarmos uma batalha. Isto é: ganha quem sabe mais, ainda que saber seja somente ter ouvido falar a respeito...
           Supervalorizamos a mente, negligenciamos nossos instintos. Esquecemos que somos, de fato, nativos selvagens pertencentes à natureza. Precisamos encontrar meios de alimentar essa alma primitiva e reeducar nosso intelecto guloso. Caso contrário, sucumbiremos à intoxicação, com cabeças pesadas e corações desnutridos.

Disponível em: https://vidasimples.co/leitores/excesso-de-informacoes-e-o-spa-para-o-cerebro/. Acesso em: 18 out. 2021.
Sobre as ideias defendidas no texto, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Q2033279 Português
Relativamente aos Tipos e Gêneros Textuais, conforme nos ensina Marcuschi, avalie as afirmações que seguem:
I. As distinções entre um gênero e outro não são predominantemente linguísticas e sim funcionais. Já os critérios para distinguir os tipos textuais seriam linguísticos e estruturais, de modo que os gêneros são designações sociorretóricas e os tipos são designações teóricas. II. Os gêneros textuais são dinâmicos, de complexidade variável e não sabemos ao certo se é possível conta-los todos, pois como são sócio-históricos e variáveis, não há como fazer uma lista fechada, o que dificulta ainda mais sua classificação. A tendência hoje é explicar como eles se constituem e circulam socialmente. III. Os gêneros são atividades discursivas socialmente estabilizadas que se prestam aos mais variados tipos de controle social e até mesmo ao exercício do poder. Pode-se dizer que os gêneros textuais são nossa forma de inserção, ação e controle social no dia a dia.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q2016795 Português
TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Crescimento em Grupo

Um membro de um determinado grupo, sem nenhum aviso deixou de participar.
Após algumas semanas, o mestre do grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O mestre encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de um brilhante fogo.
Supondo a razão para a visita, o homem saudou-lhe, conduziu-lhe a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto esperando.
O mestre se fez confortável, mas não disse nada. No silêncio sério, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente. Após alguns minutos, o mestre examinou as brasas, cuidadosamente apanhou uma brasa ardente e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestou atenção a tudo, fascinado e quieto.
Então foi-se diminuindo a chama da solitária brasa, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou de vez. Logo estava frio e morto. Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial.
O mestre, antes de se preparar para sair, recolheu a brasa fria e inoperante e colocou-a de volta no meio do fogo. Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com a luz e o calor dos carvões ardentes em torno dela.
Quando o mestre alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse: - Obrigado tanto por sua visita quanto pelo sermão. Eu estou voltando ao convívio do grupo.

https://semeandocatequese.wordpress.com/category/mensagem/page/2/ - Adaptado
Figuras de linguagem, figuras de estilo ou figuras de retórica são estratégias que o orador pode aplicar ao texto para conseguir um determinado efeito na interpretação do ouvinte. Qual a figura de linguagem está presente no período "Então foi-se diminuindo a chama da solitária brasa, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou de vez."?
Alternativas
Q2015514 Português
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2015512 Português
Expedição internacional fará diagnóstico do Rio Uruguai

Pesquisadores argentinos e uruguaios iniciaram nesta segunda-feira uma visita à região Oeste de Santa Catarina, que faz parte do projeto “Expedición El Rio Uruguay”. A expedição vai coletar informações sobre o rio e a população de seu entorno, com o objetivo de elaborar uma lei integrada do Brasil, Argentina e Uruguai, para proteção da bacia hidrográfica. Também fará parte das comemorações dos 500 anos da chegada dos espanhóis no Rio da Prata, em 2020. A expedição vai percorrer 1770 quilômetros em dois anos.

O projeto foi apresentado na manhã desta segunda-feira na Prefeitura de Chapecó. A iniciativa é do Fórum Permanente de Conservação e Uso Racional do Rio Uruguai e Aquífero Guarani, que tem apoio da União de Parlamentares do Mercosul. Representantes das universidades da região também vão participar da pesquisa. A Polícia Militar Ambiental vai apoiar na navegação pelo rio, prevista para o próximo sábado, quando o grupo vai se deslocar de Chapecó para Águas de Chapecó.

– Vamos mostrar as coisas bonitas do rio e a necessidade de preservá-lo. Ele é um corpo vivo que tem muitos braços e uma bacia muito importante, que cruza três países. Nossa intenção é integrar forças para preservá-lo, pois o que vemos é cada vez mais um rio deteriorado, não temos mais corredeiras, é um rio muito mais lento pelas barragens, o que contribui para a poluição pelas indústrias, agricultura e cidades, atrapalhando a auto-depuração – explicou José Antônio Persigo, secretário-geral do fórum.
DEBONA, Darci. Disponível em: . Acesso em: 11 mar de 2020. Publicado em: 06/08/2018. [Adaptado].
Assinale a pergunta que pode ser respondida com base no texto 1.
Alternativas
Q2015511 Português
Expedição internacional fará diagnóstico do Rio Uruguai

Pesquisadores argentinos e uruguaios iniciaram nesta segunda-feira uma visita à região Oeste de Santa Catarina, que faz parte do projeto “Expedición El Rio Uruguay”. A expedição vai coletar informações sobre o rio e a população de seu entorno, com o objetivo de elaborar uma lei integrada do Brasil, Argentina e Uruguai, para proteção da bacia hidrográfica. Também fará parte das comemorações dos 500 anos da chegada dos espanhóis no Rio da Prata, em 2020. A expedição vai percorrer 1770 quilômetros em dois anos.

O projeto foi apresentado na manhã desta segunda-feira na Prefeitura de Chapecó. A iniciativa é do Fórum Permanente de Conservação e Uso Racional do Rio Uruguai e Aquífero Guarani, que tem apoio da União de Parlamentares do Mercosul. Representantes das universidades da região também vão participar da pesquisa. A Polícia Militar Ambiental vai apoiar na navegação pelo rio, prevista para o próximo sábado, quando o grupo vai se deslocar de Chapecó para Águas de Chapecó.

– Vamos mostrar as coisas bonitas do rio e a necessidade de preservá-lo. Ele é um corpo vivo que tem muitos braços e uma bacia muito importante, que cruza três países. Nossa intenção é integrar forças para preservá-lo, pois o que vemos é cada vez mais um rio deteriorado, não temos mais corredeiras, é um rio muito mais lento pelas barragens, o que contribui para a poluição pelas indústrias, agricultura e cidades, atrapalhando a auto-depuração – explicou José Antônio Persigo, secretário-geral do fórum.
DEBONA, Darci. Disponível em: . Acesso em: 11 mar de 2020. Publicado em: 06/08/2018. [Adaptado].
Em relação ao texto 1, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2015159 Português
Leia o texto para responder a questão.

Produto vencido e oferta 'fantasma' são principais queixas em mercados

    Nos supermercados brasileiros, os consumidores se deparam com uma série de problemas de informação, desde rótulos trocados até promoções que não são cumpridas pelas empresas.
    No primeiro semestre de 2015, as reclamações por falsas promoções subiram 34% em relação ao ano passado. Só no Reclame Aqui, foram 8.550 queixas de consumidores envolvendo promoções.
    Há duas causas possíveis para esse aumento: um perfil mais atento do brasileiro com suas contas desde que a inflação alta veio a corroer a renda e a intensificação do uso de promoções por parte do varejo, para estimular o consumo desaquecido.
[..]
    Andrea Arantes, assessora-executiva do Procon-SP, cita como casos comuns as embalagens de "leve 3 e pague 2" com valores enganosos ou anúncios de desconto em produtos cujos estoques são insuficientes. "Às vezes, elevam o preço por período curto para depois anunciar que estão dando desconto, como na Black Friday [promoção que virou tradição em novembro]. É a famosa „metade do dobro'. Isso tudo pode ser denunciado."
    Em supermercados visitados, foram encontradas etiquetas erradas ou com preços desatualizados nas gôndolas, além de produtos vencidos.
A respeito dos produtos vencidos e oferta fantasma, depreende-se do texto que: 
Alternativas
Q2015155 Português
Na expressão “lavar a mão”, caso o artigo “a”, seja craseado, teremos, na oração, valor semântico de: 
Alternativas
Q2015153 Português
Leia o texto para responder a questão.

Um poema como um gole d'água bebido no escuro. Como um pobre animal palpitando ferido. Como pequenina moeda de prata perdida para semprena
[floresta noturna.
Um poema sem outra angústia que a sua misteriosa condição de poema. Triste. Solitário Único. Ferido de mortal beleza.

Mário Quintana  
Releia o trecho “Um poema como um gole d'água bebido no escuro. Como um pobre animal palpitando ferido. /Como pequenina moeda de prata perdida para sempre na /[floresta noturna.”e marque corretamente a figura de linguagem predominante nele.
Alternativas
Q2015152 Português
Leia o texto para responder a questão.

Um poema como um gole d'água bebido no escuro. Como um pobre animal palpitando ferido. Como pequenina moeda de prata perdida para semprena
[floresta noturna.
Um poema sem outra angústia que a sua misteriosa condição de poema. Triste. Solitário Único. Ferido de mortal beleza.

Mário Quintana  
Em relação ao trecho “Um poema sem outra angústia que a sua misteriosa condição/ [de poema./Triste. /Solitário. /Único. Ferido de mortal beleza”, julgue os itens a seguir e marque a opção correta.
Alternativas
Q2014293 Português

TEXTO 01


O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


 Realidades da vida

(...)

A vida é um grande banquete. Se fecharmos os olhos e ouvidos não conseguiremos ver nem escutar os sons e imagens que acontecem ao nosso redor. Se fecharmos as portas do coração, somos incapazes de sentir afeto, amor e gratidão.

A vida é agora! Todas as flores do futuro estão nas sementes do seu sorriso e do seu amor. Por mais dura que seja a sua angústia, tenha sempre uma flor reservada para alguém que está precisando sentir o seu perfume.

(...)


José Geraldo da Rocha Barros Palmeira.Acesso https://www.diariodecuiaba. com.br/artigo/realidades-da-vida/141399

As figuras de linguagem são usadas como recursos estilísticos para dar maior valor expressivo à linguagem.


Qual a figura de linguagem está presente no período "A vida é um grande banquete"? 

Alternativas
Q2014273 Português
TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

AJUDANDO A CHORAR

A menina chegou em casa atrasada para o jantar.

Sua mãe tentava acalmar o nervoso pai enquanto pedia explicações sobre o que havia acontecido.

A menina respondeu que tinha parado para ajudar Janie, sua amiga, pois ela tinha levado um tombo e sua bicicleta tinha se quebrado.

- E desde quando você sabe consertar bicicletas? - perguntou a mãe.

- Eu não sei consertar bicicletas! - disse a menina, eu só parei para ajudá-la a chorar.

Não muitos de nós sabemos consertar bicicletas. E quando nossos amigos caíram e quebraram, não as suas bicicletas, mas suas vidas, poucas vezes tivemos capacidade para consertá-las. Não podemos simplesmente consertar a vida de outra pessoa, embora isso seja o que nós gostaríamos de fazer.

Mas como a menina, nós podemos parar para lhes ajudar a chorar. Se isso é o melhor que nós podemos fazer... e isso é muito!

Giani (adaptado). https://www.contandohistorias.com.br/html/contandohistorias. html
Qual a ideia expressa na palavra destacada no trecho "Não podemos simplesmente consertar a vida de outra pessoa, EMBORA isso seja o que nós gostaríamos de fazer"?
Alternativas
Respostas
45821: E
45822: E
45823: C
45824: B
45825: C
45826: E
45827: B
45828: A
45829: D
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