Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Pedro I, czar da Rússia, escreveu certa vez: “Sobre uma cabeça arrependida não se abaixa a espada”.
O czar, com essa frase, defende que:
A respeito do período acima, analise as afirmativas a seguir:
I. É possível compreender que somente os hutus que defendiam o extermínio dos tutsis os chamavam de “baratas”, conforme o texto. II. Há uma estrutura de voz passiva no período. III. Só há, no período, um pronome que exerce papel adjetivo.
Assinale

Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história e a ciência do sonho. São
Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 19-20 (com adaptações).
Com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1, julgue o item que se segue.
No último período do terceiro parágrafo do texto, todas as
orações iniciadas pela conjunção “se” poderiam ser
introduzidas por quando, sem prejuízo do sentido original do
texto.

Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história e a ciência do sonho. São
Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 19-20 (com adaptações).
Com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1, julgue o item que se segue.
Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, a
forma verbal “são” (l.2) poderia ser substituída por
tratam-se de.

Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história e a ciência do sonho. São
Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 19-20 (com adaptações).
Com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1, julgue o item que se segue.
A retirada da vírgula após a palavra “veleiros” (l.18), apesar de
manter a correção gramatical do texto, alteraria seu sentido
original.

Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história e a ciência do sonho. São
Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 19-20 (com adaptações).
Com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1, julgue o item que se segue.
O uso de reticências no trecho “altamente… desejáveis” (l.19)
reforça a expressividade do que o autor deseja sugerir com
relação à intensificação da equivalência entre sonho e desejo.

Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história e a ciência do sonho. São
Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 19-20 (com adaptações).
No que se refere aos sentidos do texto CB1A1, julgue o próximo item.
A palavra “cornucópia” (l.33) está empregada no texto com o
sentido de abundância, profusão, grande quantidade.

Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história e a ciência do sonho. São
Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 19-20 (com adaptações).
No que se refere aos sentidos do texto CB1A1, julgue o próximo item.
O termo “ainda” (l.38) está empregado no texto com o mesmo
sentido de embora.

Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história e a ciência do sonho. São
Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 19-20 (com adaptações).
A partir das ideias e da estrutura do texto CB1A1, julgue o item a seguir.
Conforme o texto, o sonho noturno, por suas características, é
um território de liberdade acessível a todas as pessoas.

Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história e a ciência do sonho. São
Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 19-20 (com adaptações).
A partir das ideias e da estrutura do texto CB1A1, julgue o item a seguir.
Depreende-se do texto que a impossibilidade de dormir é uma
constante do mundo contemporâneo e compromete quantitativa
e qualitativamente a capacidade das pessoas de sonhar.

Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história e a ciência do sonho. São
Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 19-20 (com adaptações).
A partir das ideias e da estrutura do texto CB1A1, julgue o item a seguir.
A exposição de fatos e argumentos que estrutura o texto
caracteriza-o como predominantemente dissertativo.

Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história e a ciência do sonho. São
Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 19-20 (com adaptações).
A partir das ideias e da estrutura do texto CB1A1, julgue o item a seguir.
O texto defende que o mal-estar da civilização contemporânea
deve-se ao fato de que desejo de consumo e sonho se
confundem cada vez mais.

Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história e a ciência do sonho. São
Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 19-20 (com adaptações).
A partir das ideias e da estrutura do texto CB1A1, julgue o item a seguir.
O texto aponta dois problemas relativos ao sonho: a sua
hipervalorização pela cultura consumista e a sua banalização
pela indústria da saúde do sono.

Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história e a ciência do sonho. São
Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 19-20 (com adaptações).
A partir das ideias e da estrutura do texto CB1A1, julgue o item a seguir.
O texto discute a noção de sonho vinculando-a à dimensão
cultural e social do mundo contemporâneo.
Leia o texto e responda à questão.
A China está se tornando um dos maiores produtores de vinho do mundo. Está investindo e daqui a
dez, vinte anos deve ter grandes vinhos. Já em relação ao consumo, é preocupante. Se um dia os chineses
resolverem beber uma taça de vinho cada um, não vai sobrar. Além disso, se o consumo chinês aumentar
como está se desenhando, a bebida ficará mais cara. Por outro lado, é um mercado em potencial para o
avanço das exportações de diversos países.
(VIANNA JÚNIOR, D. Revista Veja, Ed. 2666.)
Leia a parte final do artigo Pessoas e pragas, de J.R. Guzzo, publicado em 21/08/2019, no blog Fatos, e responda à questão.
[...]
Nunca houve tanto agronegócio no mundo. Nunca se consumiram tanta carne, frango e outras proteínas básicas. Nunca houve tanto alimento para o homem – e nunca se produziu e vendeu tanto produto artificial para o campo. Ao mesmo tempo, jamais a população do planeta foi tão grande como hoje. Nem tão bem alimentada, até por razões legais – uma Volkswagen, por exemplo, é obrigada por lei a oferecer dois tipos de proteínas em seus refeitórios, no almoço e no jantar, todos os dias. Só consegue cumprir a lei se acha frango e boi em quantidade suficiente – e para isso frangos e bois têm de engordar cada vez mais depressa, o que é impossível sem hormônios, rações com complementos químicos, vacinas. Milhares de outras empresas brasileiras precisam, por lei, fazer exatamente a mesma coisa – ou os fiscais vão lhes socar em cima uma quantidade de multas capaz de levar até o Google à falência.
Como fica, então? Se estivessem pondo “veneno” na comida, você iria ver gente caindo morta na sua
frente em cada esquina, todo dia. Em vez disso, a população só aumenta. É óbvio que o uso da química,
biogenética e de outras tecnologias na agricultura é uma questão de doses certas, produtos de qualidade,
mais segurança quanto aos seus danos prejudiciais à saúde, mais competência no manejo. Mas nunca,
também, houve progressos tão espetaculares na melhoria científica dos adubos, pesticidas, transgênicos e
tudo o mais que se põe na lavoura. São os fatos. A alternativa é voltar à Idade da Pedra, quando a
alimentação era 100% natural – e o sujeito precisava ter uma sorte do cão para chegar vivo aos 30 anos de
idade.

A respeito da tira, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) As formas verbais na terceira pessoa do plural e o pronome eles têm um único referente: os outros animais do jardim.
( ) Na fala de Joaninha, nos quadrinhos 1, 2 e 3, é estabelecida uma relação de finalidade entre as ideias expostas.
( ) O ritmo de vida do homem e as comodidades hodiernas constituem foco da crítica de Joaninha e Mauro, personagens da tira.
( ) No último quadrinho, Mauro e Joaninha apresentam uma sugestão de comportamento e a expressam com certeza de que eles a acatarão.
Assinale a sequência correta.
Leia a tira.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 18/03/2020.)
O uso da linguagem pelas personagens revela uma das formas de atribuir sentido às palavras. Assinale a
alternativa em que o verbo cortar apresenta o mesmo sentido do último quadrinho.
