Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q4337715 Português
A palavra “misterioso”, utilizada no texto, tem como sinônimo, EXCETO: 
Alternativas
Q4337706 Português
Um navio "fantasma" apareceu na costa do Condado de Cork, na Irlanda, levado pelo mau tempo que atingiu a Europa em decorrência da tempestade Dennis. O barco, abandonado pela tripulação, foi encontrado em meio às rochas de uma vila de pescadores em Ballycotton por uma pessoa que passava pelo local. O navio parece ter ficado à deriva por mais de um ano, percorrendo milhares de quilômetros no Oceano Atlântico desde que foi abandonado no sudeste das Bermudas em 2018. "É uma chance em um milhão", disse John Tattan, gerente de operações da Royal National Lifeboat Institution (RNLI) de Ballycotton.

Em entrevista ao jornal Irish Examiner, ele afirmou que "nunca havia visto nada desta forma em termos de abandono". Mas qual é a história por trás deste navio misterioso sem tripulação? Construído em 1976, o navio, de nome Alta, teve uma série de proprietários e nomes — mais recentemente, navegava com a bandeira da Tanzânia. Autoridades de vários países sabiam que a embarcação estava à deriva no oceano. Ela tinha sido vista pela última vez em setembro de 2019 por um navio da Marinha Real Britânica. A saga que levou a embarcação para a Irlanda começou em setembro de 2018, quando navegava da Grécia para o Haiti, ainda com tripulação a bordo. 

Mas problemas não identificados levaram a uma queda de energia na embarcação, e o Alta ficou à deriva em alto mar por 20 dias, a cerca de 2,1 mil quilômetros a sudeste das Bermudas, segundo a Guarda Costeira dos EUA, que estava ciente da situação. Como restavam apenas dois dias de comida a bordo para a tripulação, a autoridade marítima americana lançou comida e outros suprimentos de uma aeronave. Quando um furacão se aproximou, decidiram resgatar os 10 tripulantes do navio avariado e levá-los para Porto Rico.


(O mistério do navio fantasma que apareceu na costa da Irlanda após uma tempestade.) Trecho extraído do G1. 2020. Disponível em:<https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/02/18/omisterio-do-navio-fantasma-que-apareceu-na-costa-da-irlanda-apos-uma-tempestade.ghtml>. 
De acordo com o texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:

I- O navio foi construído em 1976.
II- Iris Examiner afirmou que “nunca havia visto nada desta forma em termos de abandono”.
III- O gerente de operações da Royal National Lifeboat Institution, Iris Examiner, disse que “é uma chance em um milhão”.
Alternativas
Q4337705 Português
Um navio "fantasma" apareceu na costa do Condado de Cork, na Irlanda, levado pelo mau tempo que atingiu a Europa em decorrência da tempestade Dennis. O barco, abandonado pela tripulação, foi encontrado em meio às rochas de uma vila de pescadores em Ballycotton por uma pessoa que passava pelo local. O navio parece ter ficado à deriva por mais de um ano, percorrendo milhares de quilômetros no Oceano Atlântico desde que foi abandonado no sudeste das Bermudas em 2018. "É uma chance em um milhão", disse John Tattan, gerente de operações da Royal National Lifeboat Institution (RNLI) de Ballycotton.

Em entrevista ao jornal Irish Examiner, ele afirmou que "nunca havia visto nada desta forma em termos de abandono". Mas qual é a história por trás deste navio misterioso sem tripulação? Construído em 1976, o navio, de nome Alta, teve uma série de proprietários e nomes — mais recentemente, navegava com a bandeira da Tanzânia. Autoridades de vários países sabiam que a embarcação estava à deriva no oceano. Ela tinha sido vista pela última vez em setembro de 2019 por um navio da Marinha Real Britânica. A saga que levou a embarcação para a Irlanda começou em setembro de 2018, quando navegava da Grécia para o Haiti, ainda com tripulação a bordo. 

Mas problemas não identificados levaram a uma queda de energia na embarcação, e o Alta ficou à deriva em alto mar por 20 dias, a cerca de 2,1 mil quilômetros a sudeste das Bermudas, segundo a Guarda Costeira dos EUA, que estava ciente da situação. Como restavam apenas dois dias de comida a bordo para a tripulação, a autoridade marítima americana lançou comida e outros suprimentos de uma aeronave. Quando um furacão se aproximou, decidiram resgatar os 10 tripulantes do navio avariado e levá-los para Porto Rico.


(O mistério do navio fantasma que apareceu na costa da Irlanda após uma tempestade.) Trecho extraído do G1. 2020. Disponível em:<https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/02/18/omisterio-do-navio-fantasma-que-apareceu-na-costa-da-irlanda-apos-uma-tempestade.ghtml>. 
De acordo com o texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:

I- Em 2018, o navio tinha tripulação a bordo.
II- Ocorreu uma queda de energia no navio.
III- O nome do navio é Alta. 
Alternativas
Q4337704 Português
Um navio "fantasma" apareceu na costa do Condado de Cork, na Irlanda, levado pelo mau tempo que atingiu a Europa em decorrência da tempestade Dennis. O barco, abandonado pela tripulação, foi encontrado em meio às rochas de uma vila de pescadores em Ballycotton por uma pessoa que passava pelo local. O navio parece ter ficado à deriva por mais de um ano, percorrendo milhares de quilômetros no Oceano Atlântico desde que foi abandonado no sudeste das Bermudas em 2018. "É uma chance em um milhão", disse John Tattan, gerente de operações da Royal National Lifeboat Institution (RNLI) de Ballycotton.

Em entrevista ao jornal Irish Examiner, ele afirmou que "nunca havia visto nada desta forma em termos de abandono". Mas qual é a história por trás deste navio misterioso sem tripulação? Construído em 1976, o navio, de nome Alta, teve uma série de proprietários e nomes — mais recentemente, navegava com a bandeira da Tanzânia. Autoridades de vários países sabiam que a embarcação estava à deriva no oceano. Ela tinha sido vista pela última vez em setembro de 2019 por um navio da Marinha Real Britânica. A saga que levou a embarcação para a Irlanda começou em setembro de 2018, quando navegava da Grécia para o Haiti, ainda com tripulação a bordo. 

Mas problemas não identificados levaram a uma queda de energia na embarcação, e o Alta ficou à deriva em alto mar por 20 dias, a cerca de 2,1 mil quilômetros a sudeste das Bermudas, segundo a Guarda Costeira dos EUA, que estava ciente da situação. Como restavam apenas dois dias de comida a bordo para a tripulação, a autoridade marítima americana lançou comida e outros suprimentos de uma aeronave. Quando um furacão se aproximou, decidiram resgatar os 10 tripulantes do navio avariado e levá-los para Porto Rico.


(O mistério do navio fantasma que apareceu na costa da Irlanda após uma tempestade.) Trecho extraído do G1. 2020. Disponível em:<https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/02/18/omisterio-do-navio-fantasma-que-apareceu-na-costa-da-irlanda-apos-uma-tempestade.ghtml>. 
De acordo com o texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:

I- A Guarda Costeira da Irlanda estava ciente da situação.
II- A saga da embarcação começou em setembro de 2018.
III- O navio fantasma foi encontrado por diversos pescadores. 
Alternativas
Q4337703 Português
Um navio "fantasma" apareceu na costa do Condado de Cork, na Irlanda, levado pelo mau tempo que atingiu a Europa em decorrência da tempestade Dennis. O barco, abandonado pela tripulação, foi encontrado em meio às rochas de uma vila de pescadores em Ballycotton por uma pessoa que passava pelo local. O navio parece ter ficado à deriva por mais de um ano, percorrendo milhares de quilômetros no Oceano Atlântico desde que foi abandonado no sudeste das Bermudas em 2018. "É uma chance em um milhão", disse John Tattan, gerente de operações da Royal National Lifeboat Institution (RNLI) de Ballycotton.

Em entrevista ao jornal Irish Examiner, ele afirmou que "nunca havia visto nada desta forma em termos de abandono". Mas qual é a história por trás deste navio misterioso sem tripulação? Construído em 1976, o navio, de nome Alta, teve uma série de proprietários e nomes — mais recentemente, navegava com a bandeira da Tanzânia. Autoridades de vários países sabiam que a embarcação estava à deriva no oceano. Ela tinha sido vista pela última vez em setembro de 2019 por um navio da Marinha Real Britânica. A saga que levou a embarcação para a Irlanda começou em setembro de 2018, quando navegava da Grécia para o Haiti, ainda com tripulação a bordo. 

Mas problemas não identificados levaram a uma queda de energia na embarcação, e o Alta ficou à deriva em alto mar por 20 dias, a cerca de 2,1 mil quilômetros a sudeste das Bermudas, segundo a Guarda Costeira dos EUA, que estava ciente da situação. Como restavam apenas dois dias de comida a bordo para a tripulação, a autoridade marítima americana lançou comida e outros suprimentos de uma aeronave. Quando um furacão se aproximou, decidiram resgatar os 10 tripulantes do navio avariado e levá-los para Porto Rico.


(O mistério do navio fantasma que apareceu na costa da Irlanda após uma tempestade.) Trecho extraído do G1. 2020. Disponível em:<https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/02/18/omisterio-do-navio-fantasma-que-apareceu-na-costa-da-irlanda-apos-uma-tempestade.ghtml>. 
De acordo com o texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:

I- O navio foi levado em consequência da tempestade de Dennis.
II- O barco foi encontrado em meio às rochas de uma vila de pescadores.
III- O navio navegava com a bandeira da Irlanda.
Alternativas
Q4337702 Português
Um navio "fantasma" apareceu na costa do Condado de Cork, na Irlanda, levado pelo mau tempo que atingiu a Europa em decorrência da tempestade Dennis. O barco, abandonado pela tripulação, foi encontrado em meio às rochas de uma vila de pescadores em Ballycotton por uma pessoa que passava pelo local. O navio parece ter ficado à deriva por mais de um ano, percorrendo milhares de quilômetros no Oceano Atlântico desde que foi abandonado no sudeste das Bermudas em 2018. "É uma chance em um milhão", disse John Tattan, gerente de operações da Royal National Lifeboat Institution (RNLI) de Ballycotton.

Em entrevista ao jornal Irish Examiner, ele afirmou que "nunca havia visto nada desta forma em termos de abandono". Mas qual é a história por trás deste navio misterioso sem tripulação? Construído em 1976, o navio, de nome Alta, teve uma série de proprietários e nomes — mais recentemente, navegava com a bandeira da Tanzânia. Autoridades de vários países sabiam que a embarcação estava à deriva no oceano. Ela tinha sido vista pela última vez em setembro de 2019 por um navio da Marinha Real Britânica. A saga que levou a embarcação para a Irlanda começou em setembro de 2018, quando navegava da Grécia para o Haiti, ainda com tripulação a bordo. 

Mas problemas não identificados levaram a uma queda de energia na embarcação, e o Alta ficou à deriva em alto mar por 20 dias, a cerca de 2,1 mil quilômetros a sudeste das Bermudas, segundo a Guarda Costeira dos EUA, que estava ciente da situação. Como restavam apenas dois dias de comida a bordo para a tripulação, a autoridade marítima americana lançou comida e outros suprimentos de uma aeronave. Quando um furacão se aproximou, decidiram resgatar os 10 tripulantes do navio avariado e levá-los para Porto Rico.


(O mistério do navio fantasma que apareceu na costa da Irlanda após uma tempestade.) Trecho extraído do G1. 2020. Disponível em:<https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/02/18/omisterio-do-navio-fantasma-que-apareceu-na-costa-da-irlanda-apos-uma-tempestade.ghtml>. 
De acordo com o texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:

I- Desde o início o barco estava sem tripulação.
II- O navio estava à deriva no oceano, e era de conhecimento de vários países.
III- A embarcação foi vista pela última vez por um navio da Marinha Real Britânica.
Alternativas
Q4337701 Português
Um navio "fantasma" apareceu na costa do Condado de Cork, na Irlanda, levado pelo mau tempo que atingiu a Europa em decorrência da tempestade Dennis. O barco, abandonado pela tripulação, foi encontrado em meio às rochas de uma vila de pescadores em Ballycotton por uma pessoa que passava pelo local. O navio parece ter ficado à deriva por mais de um ano, percorrendo milhares de quilômetros no Oceano Atlântico desde que foi abandonado no sudeste das Bermudas em 2018. "É uma chance em um milhão", disse John Tattan, gerente de operações da Royal National Lifeboat Institution (RNLI) de Ballycotton.

Em entrevista ao jornal Irish Examiner, ele afirmou que "nunca havia visto nada desta forma em termos de abandono". Mas qual é a história por trás deste navio misterioso sem tripulação? Construído em 1976, o navio, de nome Alta, teve uma série de proprietários e nomes — mais recentemente, navegava com a bandeira da Tanzânia. Autoridades de vários países sabiam que a embarcação estava à deriva no oceano. Ela tinha sido vista pela última vez em setembro de 2019 por um navio da Marinha Real Britânica. A saga que levou a embarcação para a Irlanda começou em setembro de 2018, quando navegava da Grécia para o Haiti, ainda com tripulação a bordo. 

Mas problemas não identificados levaram a uma queda de energia na embarcação, e o Alta ficou à deriva em alto mar por 20 dias, a cerca de 2,1 mil quilômetros a sudeste das Bermudas, segundo a Guarda Costeira dos EUA, que estava ciente da situação. Como restavam apenas dois dias de comida a bordo para a tripulação, a autoridade marítima americana lançou comida e outros suprimentos de uma aeronave. Quando um furacão se aproximou, decidiram resgatar os 10 tripulantes do navio avariado e levá-los para Porto Rico.


(O mistério do navio fantasma que apareceu na costa da Irlanda após uma tempestade.) Trecho extraído do G1. 2020. Disponível em:<https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/02/18/omisterio-do-navio-fantasma-que-apareceu-na-costa-da-irlanda-apos-uma-tempestade.ghtml>. 
De acordo com o texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:

I – O navio foi abandonado no sudeste das Bermudas em 2018.
II – O navio fantasma naufragou em Ballycotton.
III – O navio ficou à deriva por mais de um ano até naufragar.
Alternativas
Q4337570 Português

PRIMEIRA DEMONSTRAÇÃO PÚBLICA DO TELÉGRAFO.



O inventor e pintor Samuel Finley Breese Morse nasceu em 1791, em Charlestown, Massachussets, Estados Unidos. Estudou na Universidade de Yale, embora nunca tenha demonstrado grande interesse pelas aulas; sua paixão era a pintura e a eletricidade. Depois que se formou, trabalhou para um editor de Boston durante alguns meses, até que convenceu seus pais a deixa-lo estudar belas-artes em Londres, onde se tornaria retratista e escultor de sucesso. Quando regressou aos Estados Unidos, estabeleceu-se em Nova Iorque, onde veio a ser um retratista famoso e respeitado. Além disso, foi fundador e primeiro presidente da Academia Nacional de Desenho e professor de arte e desenho na Universidade de Nova Iorque. Morse retornou à Europa, onde se interessou pelas descobertas realizadas pelo físico e matemático francês André-Marie Ampère sobre a corrente elétrica e o magnetismo. Em 1832, de volta aos Estados Unidos, após escutar uma conversa sobre a invenção do eletroímã, decidiu pôr em prática a ideia de criar um telégrafo elétrico que servisse para enviar mensagens a longa distância através de um cabo. Em 1835, construiu o primeiro protótipo de um telégrafo e, no dia 6 de janeiro de 1838, fez a primeira demonstração pública do seu funcionamento; para enviar as mensagens, utilizou um código criado por ele, conhecido por “alfabeto morse” ou “código morse”, que era composto de pontos e traços – correspondendo, respectivamente, a sinais curtos e longos –, emitidos de forma intermitente. Em 1843, o Congresso dos Estados Unidos lhe concedeu uma verba de 30 mil dólares para construir a linha telegráfica eletromagnética que uniu as cidades de Baltimore e Washington. O segundo cabo telegráfico foi estendido entre Washington e Nova Jersey. No começo, as primeiras linhas telegráficas conectaram somente estações ferroviárias, depois foram utilizadas para uso oficial dos governos e, por último, para o envio de mensagens a pessoas comuns. Uma vez que se demonstrou na prática a possibilidade de enviar mensagens a grandes distâncias em pouco tempo, começou a se fazer a rápida conexão entre diferentes cidades dos Estados Unidos. Apesar do sucesso obtido, Morse precisou travar uma longa batalha para que reconhecessem seu direito à patente da invenção do telégrafo. Como cientistas de outros países também estavam desenvolvendo o sistema de transmissão de mensagens por cabo, ele se viu envolvido em litígios intermináveis diante dos tribunais até que, em 1854, o Tribunal Supremo dos Estados Unidos o reconheceu como único inventor do telégrafo. Samuel Morse morreu em Nova Iorque, em 1872. A transmissão de mensagens telegráficas por cabo de forma imediata e a longa distância, bem como o seu código de transcrição, constituem o sistema de comunicação mais simples e prático que foi utilizado pela humanidade durante muitos anos. (365 Dias que Mudaram o Mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p. 20). 

Assinale a alternativa que NÃO apresenta um sinônimo da palavra protótipo, utilizada pelo autor do texto:
Alternativas
Q4337569 Português

PRIMEIRA DEMONSTRAÇÃO PÚBLICA DO TELÉGRAFO.



O inventor e pintor Samuel Finley Breese Morse nasceu em 1791, em Charlestown, Massachussets, Estados Unidos. Estudou na Universidade de Yale, embora nunca tenha demonstrado grande interesse pelas aulas; sua paixão era a pintura e a eletricidade. Depois que se formou, trabalhou para um editor de Boston durante alguns meses, até que convenceu seus pais a deixa-lo estudar belas-artes em Londres, onde se tornaria retratista e escultor de sucesso. Quando regressou aos Estados Unidos, estabeleceu-se em Nova Iorque, onde veio a ser um retratista famoso e respeitado. Além disso, foi fundador e primeiro presidente da Academia Nacional de Desenho e professor de arte e desenho na Universidade de Nova Iorque. Morse retornou à Europa, onde se interessou pelas descobertas realizadas pelo físico e matemático francês André-Marie Ampère sobre a corrente elétrica e o magnetismo. Em 1832, de volta aos Estados Unidos, após escutar uma conversa sobre a invenção do eletroímã, decidiu pôr em prática a ideia de criar um telégrafo elétrico que servisse para enviar mensagens a longa distância através de um cabo. Em 1835, construiu o primeiro protótipo de um telégrafo e, no dia 6 de janeiro de 1838, fez a primeira demonstração pública do seu funcionamento; para enviar as mensagens, utilizou um código criado por ele, conhecido por “alfabeto morse” ou “código morse”, que era composto de pontos e traços – correspondendo, respectivamente, a sinais curtos e longos –, emitidos de forma intermitente. Em 1843, o Congresso dos Estados Unidos lhe concedeu uma verba de 30 mil dólares para construir a linha telegráfica eletromagnética que uniu as cidades de Baltimore e Washington. O segundo cabo telegráfico foi estendido entre Washington e Nova Jersey. No começo, as primeiras linhas telegráficas conectaram somente estações ferroviárias, depois foram utilizadas para uso oficial dos governos e, por último, para o envio de mensagens a pessoas comuns. Uma vez que se demonstrou na prática a possibilidade de enviar mensagens a grandes distâncias em pouco tempo, começou a se fazer a rápida conexão entre diferentes cidades dos Estados Unidos. Apesar do sucesso obtido, Morse precisou travar uma longa batalha para que reconhecessem seu direito à patente da invenção do telégrafo. Como cientistas de outros países também estavam desenvolvendo o sistema de transmissão de mensagens por cabo, ele se viu envolvido em litígios intermináveis diante dos tribunais até que, em 1854, o Tribunal Supremo dos Estados Unidos o reconheceu como único inventor do telégrafo. Samuel Morse morreu em Nova Iorque, em 1872. A transmissão de mensagens telegráficas por cabo de forma imediata e a longa distância, bem como o seu código de transcrição, constituem o sistema de comunicação mais simples e prático que foi utilizado pela humanidade durante muitos anos. (365 Dias que Mudaram o Mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p. 20). 

Assinale a alternativa que NÃO apresenta um sinônimo para a palavra/expressão “além disso”, utilizada pelo autor na primeira parte do texto: 
Alternativas
Q4337567 Português

PRIMEIRA DEMONSTRAÇÃO PÚBLICA DO TELÉGRAFO.



O inventor e pintor Samuel Finley Breese Morse nasceu em 1791, em Charlestown, Massachussets, Estados Unidos. Estudou na Universidade de Yale, embora nunca tenha demonstrado grande interesse pelas aulas; sua paixão era a pintura e a eletricidade. Depois que se formou, trabalhou para um editor de Boston durante alguns meses, até que convenceu seus pais a deixa-lo estudar belas-artes em Londres, onde se tornaria retratista e escultor de sucesso. Quando regressou aos Estados Unidos, estabeleceu-se em Nova Iorque, onde veio a ser um retratista famoso e respeitado. Além disso, foi fundador e primeiro presidente da Academia Nacional de Desenho e professor de arte e desenho na Universidade de Nova Iorque. Morse retornou à Europa, onde se interessou pelas descobertas realizadas pelo físico e matemático francês André-Marie Ampère sobre a corrente elétrica e o magnetismo. Em 1832, de volta aos Estados Unidos, após escutar uma conversa sobre a invenção do eletroímã, decidiu pôr em prática a ideia de criar um telégrafo elétrico que servisse para enviar mensagens a longa distância através de um cabo. Em 1835, construiu o primeiro protótipo de um telégrafo e, no dia 6 de janeiro de 1838, fez a primeira demonstração pública do seu funcionamento; para enviar as mensagens, utilizou um código criado por ele, conhecido por “alfabeto morse” ou “código morse”, que era composto de pontos e traços – correspondendo, respectivamente, a sinais curtos e longos –, emitidos de forma intermitente. Em 1843, o Congresso dos Estados Unidos lhe concedeu uma verba de 30 mil dólares para construir a linha telegráfica eletromagnética que uniu as cidades de Baltimore e Washington. O segundo cabo telegráfico foi estendido entre Washington e Nova Jersey. No começo, as primeiras linhas telegráficas conectaram somente estações ferroviárias, depois foram utilizadas para uso oficial dos governos e, por último, para o envio de mensagens a pessoas comuns. Uma vez que se demonstrou na prática a possibilidade de enviar mensagens a grandes distâncias em pouco tempo, começou a se fazer a rápida conexão entre diferentes cidades dos Estados Unidos. Apesar do sucesso obtido, Morse precisou travar uma longa batalha para que reconhecessem seu direito à patente da invenção do telégrafo. Como cientistas de outros países também estavam desenvolvendo o sistema de transmissão de mensagens por cabo, ele se viu envolvido em litígios intermináveis diante dos tribunais até que, em 1854, o Tribunal Supremo dos Estados Unidos o reconheceu como único inventor do telégrafo. Samuel Morse morreu em Nova Iorque, em 1872. A transmissão de mensagens telegráficas por cabo de forma imediata e a longa distância, bem como o seu código de transcrição, constituem o sistema de comunicação mais simples e prático que foi utilizado pela humanidade durante muitos anos. (365 Dias que Mudaram o Mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p. 20). 

A palavra “embora”, utilizada pelo autor no começo do texto, tem como sinônimo, EXCETO: 
Alternativas
Q4337566 Português

PRIMEIRA DEMONSTRAÇÃO PÚBLICA DO TELÉGRAFO.



O inventor e pintor Samuel Finley Breese Morse nasceu em 1791, em Charlestown, Massachussets, Estados Unidos. Estudou na Universidade de Yale, embora nunca tenha demonstrado grande interesse pelas aulas; sua paixão era a pintura e a eletricidade. Depois que se formou, trabalhou para um editor de Boston durante alguns meses, até que convenceu seus pais a deixa-lo estudar belas-artes em Londres, onde se tornaria retratista e escultor de sucesso. Quando regressou aos Estados Unidos, estabeleceu-se em Nova Iorque, onde veio a ser um retratista famoso e respeitado. Além disso, foi fundador e primeiro presidente da Academia Nacional de Desenho e professor de arte e desenho na Universidade de Nova Iorque. Morse retornou à Europa, onde se interessou pelas descobertas realizadas pelo físico e matemático francês André-Marie Ampère sobre a corrente elétrica e o magnetismo. Em 1832, de volta aos Estados Unidos, após escutar uma conversa sobre a invenção do eletroímã, decidiu pôr em prática a ideia de criar um telégrafo elétrico que servisse para enviar mensagens a longa distância através de um cabo. Em 1835, construiu o primeiro protótipo de um telégrafo e, no dia 6 de janeiro de 1838, fez a primeira demonstração pública do seu funcionamento; para enviar as mensagens, utilizou um código criado por ele, conhecido por “alfabeto morse” ou “código morse”, que era composto de pontos e traços – correspondendo, respectivamente, a sinais curtos e longos –, emitidos de forma intermitente. Em 1843, o Congresso dos Estados Unidos lhe concedeu uma verba de 30 mil dólares para construir a linha telegráfica eletromagnética que uniu as cidades de Baltimore e Washington. O segundo cabo telegráfico foi estendido entre Washington e Nova Jersey. No começo, as primeiras linhas telegráficas conectaram somente estações ferroviárias, depois foram utilizadas para uso oficial dos governos e, por último, para o envio de mensagens a pessoas comuns. Uma vez que se demonstrou na prática a possibilidade de enviar mensagens a grandes distâncias em pouco tempo, começou a se fazer a rápida conexão entre diferentes cidades dos Estados Unidos. Apesar do sucesso obtido, Morse precisou travar uma longa batalha para que reconhecessem seu direito à patente da invenção do telégrafo. Como cientistas de outros países também estavam desenvolvendo o sistema de transmissão de mensagens por cabo, ele se viu envolvido em litígios intermináveis diante dos tribunais até que, em 1854, o Tribunal Supremo dos Estados Unidos o reconheceu como único inventor do telégrafo. Samuel Morse morreu em Nova Iorque, em 1872. A transmissão de mensagens telegráficas por cabo de forma imediata e a longa distância, bem como o seu código de transcrição, constituem o sistema de comunicação mais simples e prático que foi utilizado pela humanidade durante muitos anos. (365 Dias que Mudaram o Mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p. 20). 

De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:



I – Samuel Morse morreu na cidade de Nova Iorque.


II – A invenção de Samuel Morse é considerada o sistema de comunicação mais complexo já utilizado pela humanidade.


III – Samuel Morse faleceu no ano de 1782.

Alternativas
Q4337565 Português

PRIMEIRA DEMONSTRAÇÃO PÚBLICA DO TELÉGRAFO.



O inventor e pintor Samuel Finley Breese Morse nasceu em 1791, em Charlestown, Massachussets, Estados Unidos. Estudou na Universidade de Yale, embora nunca tenha demonstrado grande interesse pelas aulas; sua paixão era a pintura e a eletricidade. Depois que se formou, trabalhou para um editor de Boston durante alguns meses, até que convenceu seus pais a deixa-lo estudar belas-artes em Londres, onde se tornaria retratista e escultor de sucesso. Quando regressou aos Estados Unidos, estabeleceu-se em Nova Iorque, onde veio a ser um retratista famoso e respeitado. Além disso, foi fundador e primeiro presidente da Academia Nacional de Desenho e professor de arte e desenho na Universidade de Nova Iorque. Morse retornou à Europa, onde se interessou pelas descobertas realizadas pelo físico e matemático francês André-Marie Ampère sobre a corrente elétrica e o magnetismo. Em 1832, de volta aos Estados Unidos, após escutar uma conversa sobre a invenção do eletroímã, decidiu pôr em prática a ideia de criar um telégrafo elétrico que servisse para enviar mensagens a longa distância através de um cabo. Em 1835, construiu o primeiro protótipo de um telégrafo e, no dia 6 de janeiro de 1838, fez a primeira demonstração pública do seu funcionamento; para enviar as mensagens, utilizou um código criado por ele, conhecido por “alfabeto morse” ou “código morse”, que era composto de pontos e traços – correspondendo, respectivamente, a sinais curtos e longos –, emitidos de forma intermitente. Em 1843, o Congresso dos Estados Unidos lhe concedeu uma verba de 30 mil dólares para construir a linha telegráfica eletromagnética que uniu as cidades de Baltimore e Washington. O segundo cabo telegráfico foi estendido entre Washington e Nova Jersey. No começo, as primeiras linhas telegráficas conectaram somente estações ferroviárias, depois foram utilizadas para uso oficial dos governos e, por último, para o envio de mensagens a pessoas comuns. Uma vez que se demonstrou na prática a possibilidade de enviar mensagens a grandes distâncias em pouco tempo, começou a se fazer a rápida conexão entre diferentes cidades dos Estados Unidos. Apesar do sucesso obtido, Morse precisou travar uma longa batalha para que reconhecessem seu direito à patente da invenção do telégrafo. Como cientistas de outros países também estavam desenvolvendo o sistema de transmissão de mensagens por cabo, ele se viu envolvido em litígios intermináveis diante dos tribunais até que, em 1854, o Tribunal Supremo dos Estados Unidos o reconheceu como único inventor do telégrafo. Samuel Morse morreu em Nova Iorque, em 1872. A transmissão de mensagens telegráficas por cabo de forma imediata e a longa distância, bem como o seu código de transcrição, constituem o sistema de comunicação mais simples e prático que foi utilizado pela humanidade durante muitos anos. (365 Dias que Mudaram o Mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p. 20). 

De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:



I – Samuel Morse era a única pessoa no mundo desenvolvendo o sistema de transmissão de mensagens por cabo.


II – O Tribunal Superior Europeu reconheceu Samuel Morse como o primeiro inventor do telégrafo.


III – Na metade do século XIX não existia ainda o processo de “patente”. 

Alternativas
Q4337564 Português

PRIMEIRA DEMONSTRAÇÃO PÚBLICA DO TELÉGRAFO.



O inventor e pintor Samuel Finley Breese Morse nasceu em 1791, em Charlestown, Massachussets, Estados Unidos. Estudou na Universidade de Yale, embora nunca tenha demonstrado grande interesse pelas aulas; sua paixão era a pintura e a eletricidade. Depois que se formou, trabalhou para um editor de Boston durante alguns meses, até que convenceu seus pais a deixa-lo estudar belas-artes em Londres, onde se tornaria retratista e escultor de sucesso. Quando regressou aos Estados Unidos, estabeleceu-se em Nova Iorque, onde veio a ser um retratista famoso e respeitado. Além disso, foi fundador e primeiro presidente da Academia Nacional de Desenho e professor de arte e desenho na Universidade de Nova Iorque. Morse retornou à Europa, onde se interessou pelas descobertas realizadas pelo físico e matemático francês André-Marie Ampère sobre a corrente elétrica e o magnetismo. Em 1832, de volta aos Estados Unidos, após escutar uma conversa sobre a invenção do eletroímã, decidiu pôr em prática a ideia de criar um telégrafo elétrico que servisse para enviar mensagens a longa distância através de um cabo. Em 1835, construiu o primeiro protótipo de um telégrafo e, no dia 6 de janeiro de 1838, fez a primeira demonstração pública do seu funcionamento; para enviar as mensagens, utilizou um código criado por ele, conhecido por “alfabeto morse” ou “código morse”, que era composto de pontos e traços – correspondendo, respectivamente, a sinais curtos e longos –, emitidos de forma intermitente. Em 1843, o Congresso dos Estados Unidos lhe concedeu uma verba de 30 mil dólares para construir a linha telegráfica eletromagnética que uniu as cidades de Baltimore e Washington. O segundo cabo telegráfico foi estendido entre Washington e Nova Jersey. No começo, as primeiras linhas telegráficas conectaram somente estações ferroviárias, depois foram utilizadas para uso oficial dos governos e, por último, para o envio de mensagens a pessoas comuns. Uma vez que se demonstrou na prática a possibilidade de enviar mensagens a grandes distâncias em pouco tempo, começou a se fazer a rápida conexão entre diferentes cidades dos Estados Unidos. Apesar do sucesso obtido, Morse precisou travar uma longa batalha para que reconhecessem seu direito à patente da invenção do telégrafo. Como cientistas de outros países também estavam desenvolvendo o sistema de transmissão de mensagens por cabo, ele se viu envolvido em litígios intermináveis diante dos tribunais até que, em 1854, o Tribunal Supremo dos Estados Unidos o reconheceu como único inventor do telégrafo. Samuel Morse morreu em Nova Iorque, em 1872. A transmissão de mensagens telegráficas por cabo de forma imediata e a longa distância, bem como o seu código de transcrição, constituem o sistema de comunicação mais simples e prático que foi utilizado pela humanidade durante muitos anos. (365 Dias que Mudaram o Mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p. 20). 

De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:



I – No ano do 1843, o Congresso dos Estados Unidos concedeu a Samuel Morse uma verba de 30 milhões de dólares.


II – O primeiro cabo telegráfico construído uniu as cidades de Washington e Nove Jersey.


III – No começo, as primeiras linhas telegráficas conectavam apenas estações rodoviárias. 

Alternativas
Q4337563 Português

PRIMEIRA DEMONSTRAÇÃO PÚBLICA DO TELÉGRAFO.



O inventor e pintor Samuel Finley Breese Morse nasceu em 1791, em Charlestown, Massachussets, Estados Unidos. Estudou na Universidade de Yale, embora nunca tenha demonstrado grande interesse pelas aulas; sua paixão era a pintura e a eletricidade. Depois que se formou, trabalhou para um editor de Boston durante alguns meses, até que convenceu seus pais a deixa-lo estudar belas-artes em Londres, onde se tornaria retratista e escultor de sucesso. Quando regressou aos Estados Unidos, estabeleceu-se em Nova Iorque, onde veio a ser um retratista famoso e respeitado. Além disso, foi fundador e primeiro presidente da Academia Nacional de Desenho e professor de arte e desenho na Universidade de Nova Iorque. Morse retornou à Europa, onde se interessou pelas descobertas realizadas pelo físico e matemático francês André-Marie Ampère sobre a corrente elétrica e o magnetismo. Em 1832, de volta aos Estados Unidos, após escutar uma conversa sobre a invenção do eletroímã, decidiu pôr em prática a ideia de criar um telégrafo elétrico que servisse para enviar mensagens a longa distância através de um cabo. Em 1835, construiu o primeiro protótipo de um telégrafo e, no dia 6 de janeiro de 1838, fez a primeira demonstração pública do seu funcionamento; para enviar as mensagens, utilizou um código criado por ele, conhecido por “alfabeto morse” ou “código morse”, que era composto de pontos e traços – correspondendo, respectivamente, a sinais curtos e longos –, emitidos de forma intermitente. Em 1843, o Congresso dos Estados Unidos lhe concedeu uma verba de 30 mil dólares para construir a linha telegráfica eletromagnética que uniu as cidades de Baltimore e Washington. O segundo cabo telegráfico foi estendido entre Washington e Nova Jersey. No começo, as primeiras linhas telegráficas conectaram somente estações ferroviárias, depois foram utilizadas para uso oficial dos governos e, por último, para o envio de mensagens a pessoas comuns. Uma vez que se demonstrou na prática a possibilidade de enviar mensagens a grandes distâncias em pouco tempo, começou a se fazer a rápida conexão entre diferentes cidades dos Estados Unidos. Apesar do sucesso obtido, Morse precisou travar uma longa batalha para que reconhecessem seu direito à patente da invenção do telégrafo. Como cientistas de outros países também estavam desenvolvendo o sistema de transmissão de mensagens por cabo, ele se viu envolvido em litígios intermináveis diante dos tribunais até que, em 1854, o Tribunal Supremo dos Estados Unidos o reconheceu como único inventor do telégrafo. Samuel Morse morreu em Nova Iorque, em 1872. A transmissão de mensagens telegráficas por cabo de forma imediata e a longa distância, bem como o seu código de transcrição, constituem o sistema de comunicação mais simples e prático que foi utilizado pela humanidade durante muitos anos. (365 Dias que Mudaram o Mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p. 20). 

De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:



I – Samuel Morse nasceu no ano de 1791, na cidade de Charlottesville.


II – Samuel Morse estudou na Universidade de Nova Iorque.


III – Os maiores interesses de Samuel Morse eram a pintura e a eletricidade. 

Alternativas
Q4337562 Português

PRIMEIRA DEMONSTRAÇÃO PÚBLICA DO TELÉGRAFO.



O inventor e pintor Samuel Finley Breese Morse nasceu em 1791, em Charlestown, Massachussets, Estados Unidos. Estudou na Universidade de Yale, embora nunca tenha demonstrado grande interesse pelas aulas; sua paixão era a pintura e a eletricidade. Depois que se formou, trabalhou para um editor de Boston durante alguns meses, até que convenceu seus pais a deixa-lo estudar belas-artes em Londres, onde se tornaria retratista e escultor de sucesso. Quando regressou aos Estados Unidos, estabeleceu-se em Nova Iorque, onde veio a ser um retratista famoso e respeitado. Além disso, foi fundador e primeiro presidente da Academia Nacional de Desenho e professor de arte e desenho na Universidade de Nova Iorque. Morse retornou à Europa, onde se interessou pelas descobertas realizadas pelo físico e matemático francês André-Marie Ampère sobre a corrente elétrica e o magnetismo. Em 1832, de volta aos Estados Unidos, após escutar uma conversa sobre a invenção do eletroímã, decidiu pôr em prática a ideia de criar um telégrafo elétrico que servisse para enviar mensagens a longa distância através de um cabo. Em 1835, construiu o primeiro protótipo de um telégrafo e, no dia 6 de janeiro de 1838, fez a primeira demonstração pública do seu funcionamento; para enviar as mensagens, utilizou um código criado por ele, conhecido por “alfabeto morse” ou “código morse”, que era composto de pontos e traços – correspondendo, respectivamente, a sinais curtos e longos –, emitidos de forma intermitente. Em 1843, o Congresso dos Estados Unidos lhe concedeu uma verba de 30 mil dólares para construir a linha telegráfica eletromagnética que uniu as cidades de Baltimore e Washington. O segundo cabo telegráfico foi estendido entre Washington e Nova Jersey. No começo, as primeiras linhas telegráficas conectaram somente estações ferroviárias, depois foram utilizadas para uso oficial dos governos e, por último, para o envio de mensagens a pessoas comuns. Uma vez que se demonstrou na prática a possibilidade de enviar mensagens a grandes distâncias em pouco tempo, começou a se fazer a rápida conexão entre diferentes cidades dos Estados Unidos. Apesar do sucesso obtido, Morse precisou travar uma longa batalha para que reconhecessem seu direito à patente da invenção do telégrafo. Como cientistas de outros países também estavam desenvolvendo o sistema de transmissão de mensagens por cabo, ele se viu envolvido em litígios intermináveis diante dos tribunais até que, em 1854, o Tribunal Supremo dos Estados Unidos o reconheceu como único inventor do telégrafo. Samuel Morse morreu em Nova Iorque, em 1872. A transmissão de mensagens telegráficas por cabo de forma imediata e a longa distância, bem como o seu código de transcrição, constituem o sistema de comunicação mais simples e prático que foi utilizado pela humanidade durante muitos anos. (365 Dias que Mudaram o Mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p. 20). 

De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:



I – Samuel Morse foi o último presidente da Academia Nacional de Desenho.


II – Samuel Morse interessou-se pelos trabalhos do francês André-Marie Ampère.


III – Samuel Morse estudou Belas-Artes em Paris. 

Alternativas
Q4337561 Português

PRIMEIRA DEMONSTRAÇÃO PÚBLICA DO TELÉGRAFO.



O inventor e pintor Samuel Finley Breese Morse nasceu em 1791, em Charlestown, Massachussets, Estados Unidos. Estudou na Universidade de Yale, embora nunca tenha demonstrado grande interesse pelas aulas; sua paixão era a pintura e a eletricidade. Depois que se formou, trabalhou para um editor de Boston durante alguns meses, até que convenceu seus pais a deixa-lo estudar belas-artes em Londres, onde se tornaria retratista e escultor de sucesso. Quando regressou aos Estados Unidos, estabeleceu-se em Nova Iorque, onde veio a ser um retratista famoso e respeitado. Além disso, foi fundador e primeiro presidente da Academia Nacional de Desenho e professor de arte e desenho na Universidade de Nova Iorque. Morse retornou à Europa, onde se interessou pelas descobertas realizadas pelo físico e matemático francês André-Marie Ampère sobre a corrente elétrica e o magnetismo. Em 1832, de volta aos Estados Unidos, após escutar uma conversa sobre a invenção do eletroímã, decidiu pôr em prática a ideia de criar um telégrafo elétrico que servisse para enviar mensagens a longa distância através de um cabo. Em 1835, construiu o primeiro protótipo de um telégrafo e, no dia 6 de janeiro de 1838, fez a primeira demonstração pública do seu funcionamento; para enviar as mensagens, utilizou um código criado por ele, conhecido por “alfabeto morse” ou “código morse”, que era composto de pontos e traços – correspondendo, respectivamente, a sinais curtos e longos –, emitidos de forma intermitente. Em 1843, o Congresso dos Estados Unidos lhe concedeu uma verba de 30 mil dólares para construir a linha telegráfica eletromagnética que uniu as cidades de Baltimore e Washington. O segundo cabo telegráfico foi estendido entre Washington e Nova Jersey. No começo, as primeiras linhas telegráficas conectaram somente estações ferroviárias, depois foram utilizadas para uso oficial dos governos e, por último, para o envio de mensagens a pessoas comuns. Uma vez que se demonstrou na prática a possibilidade de enviar mensagens a grandes distâncias em pouco tempo, começou a se fazer a rápida conexão entre diferentes cidades dos Estados Unidos. Apesar do sucesso obtido, Morse precisou travar uma longa batalha para que reconhecessem seu direito à patente da invenção do telégrafo. Como cientistas de outros países também estavam desenvolvendo o sistema de transmissão de mensagens por cabo, ele se viu envolvido em litígios intermináveis diante dos tribunais até que, em 1854, o Tribunal Supremo dos Estados Unidos o reconheceu como único inventor do telégrafo. Samuel Morse morreu em Nova Iorque, em 1872. A transmissão de mensagens telegráficas por cabo de forma imediata e a longa distância, bem como o seu código de transcrição, constituem o sistema de comunicação mais simples e prático que foi utilizado pela humanidade durante muitos anos. (365 Dias que Mudaram o Mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p. 20). 

De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:



I – No ano de 1838, Samuel Morse constrói o primeiro protótipo de telégrafo.


II – Samuel Morse criou o alfabeto “Ampère”.


III – A cidade de Charlestown está localizada no Estado de Nova Iorque. 

Alternativas
Q4334971 Português

TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A PROCURA DAS CHAVES


Experimente morar em casa grande. Muitas portas, janelas, cômodos. Se além da morada tem a sorte de ter outros imóveis, um na praia, outro na montanha, a casa da mãe, do irmão, está perdido! Todas essas casas, com suas portas, de entrada, de saída, do portão da rua, da garagem exigem chaves e mais chaves. Ou seja, exigem atenção, cuidado permanente para escolher o chaveiro certo e não o perder de vista jamais!

A esses molhos de chaves se somam ainda outras, do escritório, do consultório, da caixa de joias: uma profusão de chaves de tamanhos, formatos, modelos diversos. Chaves em lindos chaveiros, em chaveiros baratos. Chaves juntadas aleatoriamente por antigos barbantes. Pequenas, grandes, simples, trifásicas.

Antigas, modernas. A do malão de madeira maciça do meu avô tem duzentos anos e chegou no Brasil com a mudança de meus bisavós, vinda da Itália. É uma peça de museu, pesada, colonial, e ainda funciona. Essa é inconfundível, fácil de achar. O oposto daquelas pequenininhas, indistinguíveis, de cadeado.

Nunca acertamos a chave certa na hora de abrir o cadeado. Tem um no portão lateral, outro na porta de vidro da sala. Um terceiro na porta de entrada da praia. E nenhum deles parece funcionar. Permanecem imóveis diante das inúmeras tentativas frustradas. 

Muito chata essa história de ter que fechar as coisas. Quero viver num lugar em que tudo possa ficar aberto, inclusive o coração.



http://viveragora.com.br/cronicas-rapidas/

Assinale a alternativa cuja palavra destacada NÃO está empregada no sentido real:
Alternativas
Q4334970 Português

TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A PROCURA DAS CHAVES


Experimente morar em casa grande. Muitas portas, janelas, cômodos. Se além da morada tem a sorte de ter outros imóveis, um na praia, outro na montanha, a casa da mãe, do irmão, está perdido! Todas essas casas, com suas portas, de entrada, de saída, do portão da rua, da garagem exigem chaves e mais chaves. Ou seja, exigem atenção, cuidado permanente para escolher o chaveiro certo e não o perder de vista jamais!

A esses molhos de chaves se somam ainda outras, do escritório, do consultório, da caixa de joias: uma profusão de chaves de tamanhos, formatos, modelos diversos. Chaves em lindos chaveiros, em chaveiros baratos. Chaves juntadas aleatoriamente por antigos barbantes. Pequenas, grandes, simples, trifásicas.

Antigas, modernas. A do malão de madeira maciça do meu avô tem duzentos anos e chegou no Brasil com a mudança de meus bisavós, vinda da Itália. É uma peça de museu, pesada, colonial, e ainda funciona. Essa é inconfundível, fácil de achar. O oposto daquelas pequenininhas, indistinguíveis, de cadeado.

Nunca acertamos a chave certa na hora de abrir o cadeado. Tem um no portão lateral, outro na porta de vidro da sala. Um terceiro na porta de entrada da praia. E nenhum deles parece funcionar. Permanecem imóveis diante das inúmeras tentativas frustradas. 

Muito chata essa história de ter que fechar as coisas. Quero viver num lugar em que tudo possa ficar aberto, inclusive o coração.



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No trecho "O oposto daquelas pequenininhas, INDISTINGUÍVEIS , de cadeado. ", a palavra em destaque, no contexto em que está empregada, mantendo o mesmo sentido, pode ser substituída por:
Alternativas
Q4334966 Português

TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A PROCURA DAS CHAVES


Experimente morar em casa grande. Muitas portas, janelas, cômodos. Se além da morada tem a sorte de ter outros imóveis, um na praia, outro na montanha, a casa da mãe, do irmão, está perdido! Todas essas casas, com suas portas, de entrada, de saída, do portão da rua, da garagem exigem chaves e mais chaves. Ou seja, exigem atenção, cuidado permanente para escolher o chaveiro certo e não o perder de vista jamais!

A esses molhos de chaves se somam ainda outras, do escritório, do consultório, da caixa de joias: uma profusão de chaves de tamanhos, formatos, modelos diversos. Chaves em lindos chaveiros, em chaveiros baratos. Chaves juntadas aleatoriamente por antigos barbantes. Pequenas, grandes, simples, trifásicas.

Antigas, modernas. A do malão de madeira maciça do meu avô tem duzentos anos e chegou no Brasil com a mudança de meus bisavós, vinda da Itália. É uma peça de museu, pesada, colonial, e ainda funciona. Essa é inconfundível, fácil de achar. O oposto daquelas pequenininhas, indistinguíveis, de cadeado.

Nunca acertamos a chave certa na hora de abrir o cadeado. Tem um no portão lateral, outro na porta de vidro da sala. Um terceiro na porta de entrada da praia. E nenhum deles parece funcionar. Permanecem imóveis diante das inúmeras tentativas frustradas. 

Muito chata essa história de ter que fechar as coisas. Quero viver num lugar em que tudo possa ficar aberto, inclusive o coração.



http://viveragora.com.br/cronicas-rapidas/

Com base nas relações lógico-discursivas do texto, no trecho "Nunca acertamos a chave certa NA HORA DE ABRIR O CADEADO. ", a oração sublinhada expressa a ideia de:
Alternativas
Q4331856 Português
TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ORQUÍDEAS

Elas floresceram todas ao mesmo tempo. Abri a janela, olhei para fora e lá estavam: brancas, violetas, amarelas, gritando de alegria ao sol da manhã!

Ao longo dos anos foram sendo amarradas, com displicência, ao redor dos troncos finos e grossos das árvores do jardim. Lá elas repousam o ano inteiro, expostas ao sol, ao vento, ao frio, ao calor.

Daqueles talos aparentemente estéreis nascem como por milagre as flores mais lindas, trazidas nos braços da Primavera. Vivem esquecidas no meu jardim, gestam a beleza em humilde silêncio.

Não exigem cuidados especiais. Ficam lá, em repouso. E de repente, bum! Dominam o jardim com a beleza inegável de suas flores. Não falo com elas, não presto atenção. Elas retribuem meu alheamento com alumbramento, dividem conosco sua gratuita beleza.


http://viveragora.com.br/cronicas-rapidas/
Considere a frase:

Elas FLORESCERAM todas ao mesmo tempo. ABRI a janela, OLHEI para fora e lá estavam: brancas, violetas, amarelas, gritando de alegria ao sol da manhã!

O cronista usou os verbos em destaque, conjugadas no pretérito perfeito do indicativo, porque esse tempo verbal lhe permitiu apresentar, na narrativa, fatos:
Alternativas
Respostas
45281: D
45282: A
45283: E
45284: B
45285: B
45286: D
45287: A
45288: E
45289: D
45290: E
45291: A
45292: E
45293: E
45294: C
45295: B
45296: E
45297: A
45298: D
45299: A
45300: A