Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3845213 Português
Leia o fragmento a seguir: “No início da manhã, o professor chegou à escola, organizou os materiais e preparou a quadra. Logo depois, os alunos entraram, curiosos com a atividade proposta. Ao final da aula, todos comentavam a experiência vivida.”
O texto estrutura-se a partir da sequência temporal de ações, criando progressão dos fatos e permitindo ao leitor acompanhar o encadeamento dos acontecimentos.
O modo de organização predominante no texto é:
Alternativas
Q3845212 Português
Em um relatório acadêmico, um estudante organizou corretamente os períodos, empregou conectivos adequados e manteve concordância normativa. No entanto, ao longo do texto, ideias centrais foram abandonadas, argumentos contradisseram-se e a conclusão não dialogou com a introdução. Embora a superfície linguística estivesse correta, o texto apresentou dificuldades de compreensão global, exigindo releitura constante por parte do avaliador.
Considere o trecho hipotético: “Os jogos são importantes na escola. Portanto, a Educação Física deve trabalhar conteúdos teóricos. Assim, muitos alunos não participam das aulas práticas.”
O problema central desse trecho relaciona-se à: 
Alternativas
Q3845211 Português
Quando um texto literário, publicitário ou jornalístico estabelece diálogo direto ou indireto com outro texto anterior, retomando temas, estruturas, personagens ou expressões consagradas, cria-se uma rede de relações que amplia os sentidos da leitura. Esse diálogo pode ocorrer por citação explícita, paródia, alusão ou reescrita, exigindo do leitor repertório cultural para sua plena compreensão.
O recurso descrito caracteriza o fenômeno da:
Alternativas
Q3845210 Português
Em textos argumentativos, é comum que o autor recorra a discursos de outras esferas sociais, como o científico, o jurídico, o religioso ou o midiático, a fim de fortalecer seus argumentos. Mesmo sem mencionar explicitamente a fonte desses discursos, o texto se apropria de suas formas de dizer, de seus valores e de sua autoridade simbólica, produzindo sentidos que ultrapassam o texto em si.
Esse mecanismo de construção de sentido corresponde ao conceito de:
Alternativas
Q3845209 Português
Nenhum texto se constrói a partir de uma única voz isolada. Mesmo quando o autor aparenta expressar uma opinião individual, seu discurso é atravessado por enunciados anteriores, posições ideológicas, valores sociais e saberes historicamente constituídos. Esses diferentes pontos de vista podem aparecer de forma explícita, como citações diretas, ou implícita, por meio de ironias, alusões e reformulações discursivas, criando um jogo de vozes que dialogam, se complementam ou entram em conflito dentro do texto.
O fenômeno discursivo descrito no texto denomina-se:
Alternativas
Q3845208 Português
Ao longo da história, a palavra escrita desempenhou papel fundamental na organização das sociedades. Por meio dela, valores foram transmitidos, conflitos registrados e identidades construídas. Ler, portanto, não se resume à decodificação de signos gráficos, mas envolve a capacidade de inferir sentidos, reconhecer implícitos e estabelecer relações entre o texto e o contexto em que foi produzido.
Considerando o texto, compreender a leitura implica, sobretudo: 
Alternativas
Q3845172 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As 10 cidades mais quentes do Brasil em meio à onda de calor com alerta de 'grande perigo'


Segue válido até as 18h desta terça-feira (30/12) um alerta de "grande perigo" do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para a onda de calor que tem atingido especialmente o centro-sul do Brasil.

O alerta - em vigor para áreas de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo - significa que os termômetros podem marcar 5ºC acima da média para dezembro durante cinco dias ou mais nessas regiões.

A onda de calor começou no dia 22 de dezembro diante da combinação de fatores atmosféricos típicos do verão, mas intensificada neste fim de mês.

O fenômeno é classificado assim pelos meteorologistas quando as temperaturas ficam significativamente acima da média por vários dias consecutivos.

O que chama atenção neste episódio não é apenas o calor pontual de uma tarde específica, mas a sua continuidade.

Diferentemente de picos isolados, comuns no verão, a atual configuração atmosférica favorece dias sucessivos de temperaturas altas, inclusive durante a noite e a madrugada, o que dificulta a recuperação do corpo humano e aumenta o desconforto térmico.

Segundo os dados consolidados do Inmet no domingo (28/12), das 10 cidades mais quentes do Brasil, quatro estão na faixa do alerta de "grande perigo" no Sudeste do Brasil. As outras seis são cidades do sertão do Nordeste, região tradicionalmente quente nessa época do ano.

A 125 km do Rio de Janeiro, Três Rios tem cerca de 80 mil habitantes. A cidade fica numa área de vale, o que dificulta a circulação de ventos e faz o ar quente "ficar preso". Já Caicó está no coração do semiárido potiguar, longe do mar, com muito sol e pouca chuva.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c14v4r3gn1po
O texto "As 10 cidades mais quentes do Brasil em meio à onda de calor com alerta de 'grande perigo'", ao apresentar dados do Inmet, explicações meteorológicas e informações sobre os efeitos da continuidade das altas temperaturas, enquadra-se predominantemente no tipo textual:
Alternativas
Q3845169 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As 10 cidades mais quentes do Brasil em meio à onda de calor com alerta de 'grande perigo'


Segue válido até as 18h desta terça-feira (30/12) um alerta de "grande perigo" do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para a onda de calor que tem atingido especialmente o centro-sul do Brasil.

O alerta - em vigor para áreas de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo - significa que os termômetros podem marcar 5ºC acima da média para dezembro durante cinco dias ou mais nessas regiões.

A onda de calor começou no dia 22 de dezembro diante da combinação de fatores atmosféricos típicos do verão, mas intensificada neste fim de mês.

O fenômeno é classificado assim pelos meteorologistas quando as temperaturas ficam significativamente acima da média por vários dias consecutivos.

O que chama atenção neste episódio não é apenas o calor pontual de uma tarde específica, mas a sua continuidade.

Diferentemente de picos isolados, comuns no verão, a atual configuração atmosférica favorece dias sucessivos de temperaturas altas, inclusive durante a noite e a madrugada, o que dificulta a recuperação do corpo humano e aumenta o desconforto térmico.

Segundo os dados consolidados do Inmet no domingo (28/12), das 10 cidades mais quentes do Brasil, quatro estão na faixa do alerta de "grande perigo" no Sudeste do Brasil. As outras seis são cidades do sertão do Nordeste, região tradicionalmente quente nessa época do ano.

A 125 km do Rio de Janeiro, Três Rios tem cerca de 80 mil habitantes. A cidade fica numa área de vale, o que dificulta a circulação de ventos e faz o ar quente "ficar preso". Já Caicó está no coração do semiárido potiguar, longe do mar, com muito sol e pouca chuva.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c14v4r3gn1po
Com base no texto "As 10 cidades mais quentes do Brasil em meio à onda de calor com alerta de 'grande perigo'", analise as afirmativas a seguir:

I.A onda de calor é considerada perigosa somente quando ocorrem picos de temperatura isolados ao longo do dia.
II.Quando as altas temperaturas persistem, inclusive durante a noite, o desconforto térmico aumenta e a recuperação do corpo humano se torna mais difícil.
III.Regiões afastadas do mar ou localizadas em vales podem sofrer maior acúmulo de calor.
IV.Apenas cidades do Nordeste estão entre as mais quentes do Brasil, segundo o Inmet.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3844966 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As 10 cidades mais quentes do Brasil em meio à onda de calor com alerta de 'grande perigo'


Segue válido até as 18h desta terça-feira (30/12) um alerta de "grande perigo" do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para a onda de calor que tem atingido especialmente o centro-sul do Brasil.

O alerta - em vigor para áreas de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo - significa que os termômetros podem marcar 5ºC acima da média para dezembro durante cinco dias ou mais nessas regiões.

A onda de calor começou no dia 22 de dezembro diante da combinação de fatores atmosféricos típicos do verão, mas intensificada neste fim de mês.

O fenômeno é classificado assim pelos meteorologistas quando as temperaturas ficam significativamente acima da média por vários dias consecutivos.

O que chama atenção neste episódio não é apenas o calor pontual de uma tarde específica, mas a sua continuidade.

Diferentemente de picos isolados, comuns no verão, a atual configuração atmosférica favorece dias sucessivos de temperaturas altas, inclusive durante a noite e a madrugada, o que dificulta a recuperação do corpo humano e aumenta o desconforto térmico.

Segundo os dados consolidados do Inmet no domingo (28/12), das 10 cidades mais quentes do Brasil, quatro estão na faixa do alerta de "grande perigo" no Sudeste do Brasil. As outras seis são cidades do sertão do Nordeste, região tradicionalmente quente nessa época do ano.

A 125 km do Rio de Janeiro, Três Rios tem cerca de 80 mil habitantes. A cidade fica numa área de vale, o que dificulta a circulação de ventos e faz o ar quente "ficar preso". Já Caicó está no coração do semiárido potiguar, longe do mar, com muito sol e pouca chuva.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c14v4r3gn1po
Com base no texto "As 10 cidades mais quentes do Brasil em meio à onda de calor com alerta de 'grande perigo'", analise as afirmativas a seguir:

I.A onda de calor é considerada perigosa somente quando ocorrem picos de temperatura isolados ao longo do dia.
II.Quando as altas temperaturas persistem, inclusive durante a noite, o desconforto térmico aumenta e a recuperação do corpo humano se torna mais difícil.
III.Regiões afastadas do mar ou localizadas em vales podem sofrer maior acúmulo de calor.
IV.Apenas cidades do Nordeste estão entre as mais quentes do Brasil, segundo o Inmet.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3844964 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As 10 cidades mais quentes do Brasil em meio à onda de calor com alerta de 'grande perigo'


Segue válido até as 18h desta terça-feira (30/12) um alerta de "grande perigo" do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para a onda de calor que tem atingido especialmente o centro-sul do Brasil.

O alerta - em vigor para áreas de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo - significa que os termômetros podem marcar 5ºC acima da média para dezembro durante cinco dias ou mais nessas regiões.

A onda de calor começou no dia 22 de dezembro diante da combinação de fatores atmosféricos típicos do verão, mas intensificada neste fim de mês.

O fenômeno é classificado assim pelos meteorologistas quando as temperaturas ficam significativamente acima da média por vários dias consecutivos.

O que chama atenção neste episódio não é apenas o calor pontual de uma tarde específica, mas a sua continuidade.

Diferentemente de picos isolados, comuns no verão, a atual configuração atmosférica favorece dias sucessivos de temperaturas altas, inclusive durante a noite e a madrugada, o que dificulta a recuperação do corpo humano e aumenta o desconforto térmico.

Segundo os dados consolidados do Inmet no domingo (28/12), das 10 cidades mais quentes do Brasil, quatro estão na faixa do alerta de "grande perigo" no Sudeste do Brasil. As outras seis são cidades do sertão do Nordeste, região tradicionalmente quente nessa época do ano.

A 125 km do Rio de Janeiro, Três Rios tem cerca de 80 mil habitantes. A cidade fica numa área de vale, o que dificulta a circulação de ventos e faz o ar quente "ficar preso". Já Caicó está no coração do semiárido potiguar, longe do mar, com muito sol e pouca chuva.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c14v4r3gn1po
O texto "As 10 cidades mais quentes do Brasil em meio à onda de calor com alerta de 'grande perigo'", ao apresentar dados do Inmet, explicações meteorológicas e informações sobre os efeitos da continuidade das altas temperaturas, enquadra-se predominantemente no tipo textual:
Alternativas
Q3844922 Português
Texto II
A experiência da paternidade, ao longo da história, foi marcada por uma formação menos sistematizada do que a maternidade. Enquanto as mulheres, desde cedo, são socialmente educadas para exercer o papel de mãe, os homens acabam construindo sua identidade paterna de maneira improvisada, baseada em vivências pessoais, erros e acertos. Essa ausência de um modelo rígido resulta em múltiplas formas de ser pai, cada uma marcada por singularidades, contradições e afetos próprios.
Nesse sentido, o pai não se configura como uma figura padronizada, mas como alguém que se constitui na relação com os filhos e com o contexto social em que está inserido. Tal diversidade não diminui sua importância; ao contrário, revela a riqueza e a complexidade do exercício da paternidade na contemporaneidade.
A palavra “singularidades”, no contexto em que aparece, pode ser corretamente substituída, sem prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Q3844921 Português
Texto II
A experiência da paternidade, ao longo da história, foi marcada por uma formação menos sistematizada do que a maternidade. Enquanto as mulheres, desde cedo, são socialmente educadas para exercer o papel de mãe, os homens acabam construindo sua identidade paterna de maneira improvisada, baseada em vivências pessoais, erros e acertos. Essa ausência de um modelo rígido resulta em múltiplas formas de ser pai, cada uma marcada por singularidades, contradições e afetos próprios.
Nesse sentido, o pai não se configura como uma figura padronizada, mas como alguém que se constitui na relação com os filhos e com o contexto social em que está inserido. Tal diversidade não diminui sua importância; ao contrário, revela a riqueza e a complexidade do exercício da paternidade na contemporaneidade.
Do ponto de vista linguístico, o texto caracteriza-se predominantemente pelo uso de:
Alternativas
Q3844920 Português
Texto II
A experiência da paternidade, ao longo da história, foi marcada por uma formação menos sistematizada do que a maternidade. Enquanto as mulheres, desde cedo, são socialmente educadas para exercer o papel de mãe, os homens acabam construindo sua identidade paterna de maneira improvisada, baseada em vivências pessoais, erros e acertos. Essa ausência de um modelo rígido resulta em múltiplas formas de ser pai, cada uma marcada por singularidades, contradições e afetos próprios.
Nesse sentido, o pai não se configura como uma figura padronizada, mas como alguém que se constitui na relação com os filhos e com o contexto social em que está inserido. Tal diversidade não diminui sua importância; ao contrário, revela a riqueza e a complexidade do exercício da paternidade na contemporaneidade.
No desenvolvimento do texto, a autora sustenta a tese de que não existe um modelo único de paternidade, utilizando, como estratégia argumentativa predominante,
Alternativas
Q3844919 Português
Texto I
A água constitui um recurso natural de elevado valor econômico, social e ambiental, sendo essencial para a manutenção da vida humana e para o equilíbrio dos ecossistemas. Embora o planeta Terra apresente grande quantidade de água em sua composição, a distribuição desse recurso ocorre de maneira desigual, o que compromete o acesso de populações inteiras ao consumo adequado. Tal desigualdade revela que a aparente abundância hídrica não corresponde à realidade vivenciada por grande parte da humanidade.
Segundo dados da Agência Nacional de Águas, aproximadamente 97,5% da água existente no planeta é salgada, o que a torna imprópria para o consumo humano direto. Dos 2,5% de água doce disponíveis, a maior parte encontra-se concentrada em geleiras ou aquíferos subterrâneos de difícil acesso. Além disso, fatores como poluição, desperdício e má gestão dos recursos hídricos intensificam a crise da água, sobretudo em países em desenvolvimento. 
A afirmação de que fatores como poluição, desperdício e má gestão intensificam a crise hídrica revela uma relação semântica de 
Alternativas
Q3844918 Português
Texto I
A água constitui um recurso natural de elevado valor econômico, social e ambiental, sendo essencial para a manutenção da vida humana e para o equilíbrio dos ecossistemas. Embora o planeta Terra apresente grande quantidade de água em sua composição, a distribuição desse recurso ocorre de maneira desigual, o que compromete o acesso de populações inteiras ao consumo adequado. Tal desigualdade revela que a aparente abundância hídrica não corresponde à realidade vivenciada por grande parte da humanidade.
Segundo dados da Agência Nacional de Águas, aproximadamente 97,5% da água existente no planeta é salgada, o que a torna imprópria para o consumo humano direto. Dos 2,5% de água doce disponíveis, a maior parte encontra-se concentrada em geleiras ou aquíferos subterrâneos de difícil acesso. Além disso, fatores como poluição, desperdício e má gestão dos recursos hídricos intensificam a crise da água, sobretudo em países em desenvolvimento. 
Considerando o primeiro parágrafo do texto, observa-se que o autor constrói sua argumentação a partir da contraposição entre a ideia de abundância natural da água e a realidade social vivenciada por grande parte da população mundial. A ideia central do parágrafo estabelece-se, portanto, a partir da relação entre 
Alternativas
Q3844909 Português
Pais que entendem qualquer choro como necessidade de mamar (fome) sempre oferecem comida. Se o choro for causado por outro incômodo qualquer, a comida pode proporcionar um certo alívio, mas não é o "remédio" certo. No entanto, comer é um forte instinto de sobrevivência, e a boca é a primeira zona de prazer estimulada em nosso organismo; por isso, dificilmente comer deixará de ser prazeroso, ainda que inadequado.
Se traçarmos uma linha direta sem interferências, a criança cujos pais têm esse tipo de conduta pode tornar-se um adulto que, diante de qualquer contratempo, vai procurar comida em vez de tentar resolver seu problema.
Fonte: TIBA, Içami. Disciplina: limite na medida certa. São Paulo: Editora Gente, 1996.

Diante do exposto no texto, assinale a alternativa CORRETA, que concorda com o autor e estabelece relação com a indisciplina.
Alternativas
Q3844886 Português
Como nosso corpo sofre (e se adapta) em uma onda de calor.


O Brasil enfrenta uma nova onda de calor, com temperaturas cerca de 5ºC acima da média. O cenário fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitisse um alerta vermelho.

O alerta vermelho, que é válido até a próxima segunda-feira (29/12), é o maior grau entre os três avisos emitidos pelo instituto: amarelo, para perigo potencial; laranja, para perigo; e vermelho, para grande perigo.

Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão totalmente incluídos no alerta vermelho, além da região norte do Paraná, compreendendo as áreas de Londrina e Curitiba; o sul de Minas Gerais, englobando Uberaba, Varginha e Juiz de Fora; o leste do Mato Grosso do Sul, incluindo Três Lagoas; e o sul do Espírito Santo, na área de Cachoeiro de Itapemirim.

Pelo segundo dia seguido na sexta-feira (26/12) , a cidade São Paulo registrou recorde de calor para o mês de dezembro ao atingir 36,2ºC.

O Estado do Rio de Janeiro registrou, nos últimos dias, mais de 2 mil atendimentos de pessoas passando mal por conta do calor em postos de saúde. Somente na capital fluminense, foram mais de 1 mil atendimentos entre os dias 23, 24 e 25 de dezembro, segundo a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.

Estar exposto — especialmente nos horários de pico do calor, entre 12h e 16h — pode causar alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos com saúde mais frágil, incluindo idosos, pessoas com comorbidades, e crianças pequenas.

Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.

No caso da exposição ao calor, primeira reação do organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para o ambiente.

No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.

"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas.

Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.

A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), a sede intensa e fadiga.

"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro pode evoluir para choque térmico, com confusão mental, convulsões, e seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica ele, que é coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

De acordo com um relatório publicado na revista científica The Lancet, nos últimos 20 anos o aumento da mortalidade relacionado com o calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.

Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes atribuíveis ao calor entre 30 de maio e 4 de setembro de 2022, segundo uma análise recente publicada na Nature Medicine.

Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que por algum motivo os tornem mais vulneráveis ao calor.

"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos, por exemplo. Eles naturalmente já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvrmn343mo
"O Brasil enfrenta uma nova onda de calor, com temperaturas cerca de 5ºC acima da média. O cenário fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitisse um alerta vermelho."
O texto tem como principal objetivo:
Alternativas
Q3844884 Português
Como nosso corpo sofre (e se adapta) em uma onda de calor.


O Brasil enfrenta uma nova onda de calor, com temperaturas cerca de 5ºC acima da média. O cenário fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitisse um alerta vermelho.

O alerta vermelho, que é válido até a próxima segunda-feira (29/12), é o maior grau entre os três avisos emitidos pelo instituto: amarelo, para perigo potencial; laranja, para perigo; e vermelho, para grande perigo.

Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão totalmente incluídos no alerta vermelho, além da região norte do Paraná, compreendendo as áreas de Londrina e Curitiba; o sul de Minas Gerais, englobando Uberaba, Varginha e Juiz de Fora; o leste do Mato Grosso do Sul, incluindo Três Lagoas; e o sul do Espírito Santo, na área de Cachoeiro de Itapemirim.

Pelo segundo dia seguido na sexta-feira (26/12) , a cidade São Paulo registrou recorde de calor para o mês de dezembro ao atingir 36,2ºC.

O Estado do Rio de Janeiro registrou, nos últimos dias, mais de 2 mil atendimentos de pessoas passando mal por conta do calor em postos de saúde. Somente na capital fluminense, foram mais de 1 mil atendimentos entre os dias 23, 24 e 25 de dezembro, segundo a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.

Estar exposto — especialmente nos horários de pico do calor, entre 12h e 16h — pode causar alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos com saúde mais frágil, incluindo idosos, pessoas com comorbidades, e crianças pequenas.

Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.

No caso da exposição ao calor, primeira reação do organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para o ambiente.

No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.

"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas.

Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.

A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), a sede intensa e fadiga.

"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro pode evoluir para choque térmico, com confusão mental, convulsões, e seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica ele, que é coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

De acordo com um relatório publicado na revista científica The Lancet, nos últimos 20 anos o aumento da mortalidade relacionado com o calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.

Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes atribuíveis ao calor entre 30 de maio e 4 de setembro de 2022, segundo uma análise recente publicada na Nature Medicine.

Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que por algum motivo os tornem mais vulneráveis ao calor.

"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos, por exemplo. Eles naturalmente já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvrmn343mo
Considerando as marcas de coesão e coerência evidenciadas no texto, analise as afirmativas:

I.As informações seguem uma lógica clara: primeiro se apresenta a condição (altas temperaturas), depois a adaptação da população e, finalmente, o risco associado.

II.O texto contém elementos de referenciação anafórica, como o uso de pronomes, que permitem retomar ideias mencionadas anteriormente, como observa-se em "Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna".

III.Em "Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese", o uso da palavra "outro" sugere que um risco já havia sido mencionado anteriormente. Como isso não ocorreu, há uma quebra na coesão sequencial, pois a referência anafórica criada por "outro" não encontra antecedente no texto.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3844882 Português
Como nosso corpo sofre (e se adapta) em uma onda de calor.


O Brasil enfrenta uma nova onda de calor, com temperaturas cerca de 5ºC acima da média. O cenário fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitisse um alerta vermelho.

O alerta vermelho, que é válido até a próxima segunda-feira (29/12), é o maior grau entre os três avisos emitidos pelo instituto: amarelo, para perigo potencial; laranja, para perigo; e vermelho, para grande perigo.

Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão totalmente incluídos no alerta vermelho, além da região norte do Paraná, compreendendo as áreas de Londrina e Curitiba; o sul de Minas Gerais, englobando Uberaba, Varginha e Juiz de Fora; o leste do Mato Grosso do Sul, incluindo Três Lagoas; e o sul do Espírito Santo, na área de Cachoeiro de Itapemirim.

Pelo segundo dia seguido na sexta-feira (26/12) , a cidade São Paulo registrou recorde de calor para o mês de dezembro ao atingir 36,2ºC.

O Estado do Rio de Janeiro registrou, nos últimos dias, mais de 2 mil atendimentos de pessoas passando mal por conta do calor em postos de saúde. Somente na capital fluminense, foram mais de 1 mil atendimentos entre os dias 23, 24 e 25 de dezembro, segundo a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.

Estar exposto — especialmente nos horários de pico do calor, entre 12h e 16h — pode causar alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos com saúde mais frágil, incluindo idosos, pessoas com comorbidades, e crianças pequenas.

Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.

No caso da exposição ao calor, primeira reação do organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para o ambiente.

No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.

"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas.

Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.

A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), a sede intensa e fadiga.

"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro pode evoluir para choque térmico, com confusão mental, convulsões, e seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica ele, que é coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

De acordo com um relatório publicado na revista científica The Lancet, nos últimos 20 anos o aumento da mortalidade relacionado com o calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.

Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes atribuíveis ao calor entre 30 de maio e 4 de setembro de 2022, segundo uma análise recente publicada na Nature Medicine.

Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que por algum motivo os tornem mais vulneráveis ao calor.

"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos, por exemplo. Eles naturalmente já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvrmn343mo
Dentre os grupos mais vulneráveis aos efeitos do calor extremo, de acordo com o texto, destacam-se:
Alternativas
Q3844880 Português
Como nosso corpo sofre (e se adapta) em uma onda de calor.


O Brasil enfrenta uma nova onda de calor, com temperaturas cerca de 5ºC acima da média. O cenário fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitisse um alerta vermelho.

O alerta vermelho, que é válido até a próxima segunda-feira (29/12), é o maior grau entre os três avisos emitidos pelo instituto: amarelo, para perigo potencial; laranja, para perigo; e vermelho, para grande perigo.

Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão totalmente incluídos no alerta vermelho, além da região norte do Paraná, compreendendo as áreas de Londrina e Curitiba; o sul de Minas Gerais, englobando Uberaba, Varginha e Juiz de Fora; o leste do Mato Grosso do Sul, incluindo Três Lagoas; e o sul do Espírito Santo, na área de Cachoeiro de Itapemirim.

Pelo segundo dia seguido na sexta-feira (26/12) , a cidade São Paulo registrou recorde de calor para o mês de dezembro ao atingir 36,2ºC.

O Estado do Rio de Janeiro registrou, nos últimos dias, mais de 2 mil atendimentos de pessoas passando mal por conta do calor em postos de saúde. Somente na capital fluminense, foram mais de 1 mil atendimentos entre os dias 23, 24 e 25 de dezembro, segundo a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.

Estar exposto — especialmente nos horários de pico do calor, entre 12h e 16h — pode causar alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos com saúde mais frágil, incluindo idosos, pessoas com comorbidades, e crianças pequenas.

Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.

No caso da exposição ao calor, primeira reação do organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para o ambiente.

No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.

"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas.

Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.

A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), a sede intensa e fadiga.

"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro pode evoluir para choque térmico, com confusão mental, convulsões, e seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica ele, que é coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

De acordo com um relatório publicado na revista científica The Lancet, nos últimos 20 anos o aumento da mortalidade relacionado com o calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.

Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes atribuíveis ao calor entre 30 de maio e 4 de setembro de 2022, segundo uma análise recente publicada na Nature Medicine.

Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que por algum motivo os tornem mais vulneráveis ao calor.

"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos, por exemplo. Eles naturalmente já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvrmn343mo
Com base no texto "Como nosso corpo sofre (e se adapta) em uma onda de calor", pode-se concluir que:

I.O calor intenso atual representa risco até para pessoas que já estão adaptadas.
II.O calor brasileiro é constantemente mais forte do que o europeu.
III.Comparações entre Brasil e Europa destacam diferenças climáticas e de impacto sobre a população.
IV.A intensidade do calor é um fator crítico que aumenta a perigosidade da situação.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
4481: C
4482: D
4483: C
4484: D
4485: B
4486: C
4487: E
4488: B
4489: B
4490: E
4491: B
4492: D
4493: A
4494: C
4495: B
4496: E
4497: C
4498: C
4499: D
4500: E