Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Por que é tão difícil matar uma mosca?
As moscas passeiam pela nossa casa sem a menor pressa. Mas, quando tentamos alcançá-las, elas se esquivam com facilidade. Isso é possível porque, no tempo de um piscar os olhos – cerca de 100 milésimos de segundo –, o inseto é capaz de perceber uma ameaça, detectar a direção da qual ela vem e decolar na direção certa para se esquivar do golpe, batendo as asas 220 vezes por segundo. Essa agilidade toda é fruto de adaptações geradas por seleção natural após milhares de anos de tapas.
O primeiro passo é detectar a mão se aproximando. Uma mosca doméstica tem olhos compostos, formados por mais de 3 mil minúsculas estruturas chamadas omatídeos. Eles fornecem quase 360 graus de visão periférica. Além disso, ela possui uma grande quantidade de sensores espalhados pelo corpo que detectam perturbações na atmosfera circundante e na superfície em que está apoiada. Por fim, as moscas enxergam cerca de 250 frames por segundo (um ser humano fica em aproximadamente 24). Trata-se de uma resolução temporal altíssima – é como se o tempo passasse em câmera lenta para esses animaizinhos.
Além de reconhecer rapidamente uma ameaça, as moscas também são voadoras ágeis. Os músculos que controlam _____ asas só precisam de um pontapé inicial do sistema nervoso – mas, uma vez postos em movimento, repetem as oscilações automaticamente, sem necessidade de um novo comando. É isso que permite que elas batam as asas tão rapidamente.
Outro fator que auxilia o tempo de reação das moscas é a presença de um par de estruturas peculiares no tórax, chamadas de halteres ou balancins. Os halteres são, na verdade, asas super modificadas, cobertas por sensores que auxiliam na estabilidade durante o voo – o que permite _____ mosca executar manobras muito rápidas.
Os olhos minuciosos, as asas com musculatura potente e os halteres conferem _____ mosca reflexos com que o Homo sapiens, comparativamente tão grande e pesado, não pode concorrer. É como o imenso Thanos tentando acertar o frágil Homem-Formiga em um filme da Marvel: no tempo que o braço do vilão demora para ir, o herói já está voltando.
(Site: Abril - adaptado.)
Por que é tão difícil matar uma mosca?
As moscas passeiam pela nossa casa sem a menor pressa. Mas, quando tentamos alcançá-las, elas se esquivam com facilidade. Isso é possível porque, no tempo de um piscar os olhos – cerca de 100 milésimos de segundo –, o inseto é capaz de perceber uma ameaça, detectar a direção da qual ela vem e decolar na direção certa para se esquivar do golpe, batendo as asas 220 vezes por segundo. Essa agilidade toda é fruto de adaptações geradas por seleção natural após milhares de anos de tapas.
O primeiro passo é detectar a mão se aproximando. Uma mosca doméstica tem olhos compostos, formados por mais de 3 mil minúsculas estruturas chamadas omatídeos. Eles fornecem quase 360 graus de visão periférica. Além disso, ela possui uma grande quantidade de sensores espalhados pelo corpo que detectam perturbações na atmosfera circundante e na superfície em que está apoiada. Por fim, as moscas enxergam cerca de 250 frames por segundo (um ser humano fica em aproximadamente 24). Trata-se de uma resolução temporal altíssima – é como se o tempo passasse em câmera lenta para esses animaizinhos.
Além de reconhecer rapidamente uma ameaça, as moscas também são voadoras ágeis. Os músculos que controlam _____ asas só precisam de um pontapé inicial do sistema nervoso – mas, uma vez postos em movimento, repetem as oscilações automaticamente, sem necessidade de um novo comando. É isso que permite que elas batam as asas tão rapidamente.
Outro fator que auxilia o tempo de reação das moscas é a presença de um par de estruturas peculiares no tórax, chamadas de halteres ou balancins. Os halteres são, na verdade, asas super modificadas, cobertas por sensores que auxiliam na estabilidade durante o voo – o que permite _____ mosca executar manobras muito rápidas.
Os olhos minuciosos, as asas com musculatura potente e os halteres conferem _____ mosca reflexos com que o Homo sapiens, comparativamente tão grande e pesado, não pode concorrer. É como o imenso Thanos tentando acertar o frágil Homem-Formiga em um filme da Marvel: no tempo que o braço do vilão demora para ir, o herói já está voltando.
(Site: Abril - adaptado.)
Lendo com as mãos: entenda como funciona o sistema de escrita Braile
O sistema de escrita Braile é um processo de escrita e leitura ___________ em 63 símbolos em alto-relevo, que surgem da combinação de até seis pontos dispostos em duas colunas de três pontos cada.
Os símbolos representam letras, algarismos e sinais de pontuação. O Braile é usado por pessoas que não enxergam ou _______ baixa visão e funciona por meio do tato, com uma ou duas mãos. A leitura é feita da esquerda para a direita.
O código foi criado pelo francês Louis Braille, em 1825. Aos 3 anos, Louis teve o olho perfurado por uma ferramenta na oficina do pai. O _____________ causou uma grave infecção, que resultou em cegueira nos dois olhos. Então, aos 16 anos, ele simplificou outros métodos de escrita em relevo já existentes. O código de Braille se tornou popular no Instituto Nacional de Jovens Cegos, onde ele estudava, e foi adotado oficialmente pela instituição em 1854. Até o fim do século 19, se espalhou pelo mundo.
O Braile é codificado em diferentes níveis. No grau 1, as palavras são escritas letra por letra. Ele é mais fácil de aprender, mas é mais demorado para ser transcrito e lido. A maioria dos livros que usam o sistema tem a escrita em grau 2, que combina as letras e as substitui por palavras. Por exemplo: o sinal para N representa não, e ABX significa abaixo. No inglês, a letra Y quer dizer you (você) e B significa but (mas).
Hoje, o Braile é utilizado em todo o mundo, inclusive no Brasil – são cerca de 500 mil pessoas que usam esse sistema. Institutos como o Benjamin Constant, o Dorina Nowill e muitos outros pelo País oferecem programas de aprendizado e capacitação em Braile, e fornecem material sobre o assunto.
(Site: UOL - adaptado.)
Leia o texto para responder a questão.
Google lança página para defender suas iniciativas contra a desinformação
Empresa tenta responder a cinco "mitos" relacionados com as fake news nas buscas on-line e anúncios digitais.
Por G1
O Google colocou no ar nesta quinta-feira (7) uma página sobre como sua plataforma de buscas e anúncios digitais lidam com a desinformação. O material é parecido com uma iniciativa do YouTube, publicada em outubro passado.
O site possui "5 mitos e fatos" e tenta responder a questões como "o algoritmo da busca favorece sites que disseminam fake news" ou "as plataformas do Google não são transparentes".
A empresa defende que os resultados da busca são determinados por uma série de algoritmos que analisam fatores como os termos da pesquisa, relevância e usabilidade das páginas, localização, entre outros.
Ao fim de cada "mito", a página tem um link para um "saiba mais", que amplia a resposta e leva os leitores a mais links sobre suas políticas.
Identificação de conteúdo falso
O primeiro deles responde a uma questão que diz que "o Google pode identificar e remover toda a desinformação da internet".
A empresa diz que "a desinformação é um desafio complexo para o qual não existe uma resposta simples e única". Na versão estendida, a companhia afirma que "não está em posição de avaliar, de modo objetivo e em grande escala, a veracidade de um conteúdo ou a intenção dos criadores".
Há ainda trechos que dizem que a companhia toma "outras medidas para aprimorar a qualidade dos nossos resultados para contextos e tópicos" e que fornece aos usuários "ferramentas para acessar o contexto e a diversidade de perspectivas de que precisam para formar as próprias opiniões", sem detalhar nos tópicos quais medidas e ferramentas são essas. Publicidade digital
Outro "mito", segundo o Google, seria que a "publicidade digital financia disseminadores de desinformação".
A defesa da empresa é que existem políticas que "estabelecem regras claras para limitar o conteúdo permitido nos anúncios em nossas plataformas ou nos sites que recebem publicidade por meio delas".
A empresa diz ainda que em 2019 encerrou 1,2 milhão de contas, removeu anúncios de mais de 21 milhões de páginas da web por violar essas políticas e que os anunciantes podem escolher barrar determinados sites ou tópicos.
Relação com veículos jornalísticos
O Google também se defende da crítica que diz que suas plataformas usam o conteúdo de veículos jornalísticos sem que eles ganhem algo com isso.
A empresa diz que são direcionados 24 bilhões de cliques por mês para sites de notícia em todo o mundo e que muitos deles utilizam suas ferramentas de publicidade digital para arrecadar receita.
O fato de o Google direcionar tráfego para sites que utilizam suas próprias ferramentas de publicidade digital faz parte das acusações de condutas anticompetitivas em processos nos Estados Unidos.
Na ação liderada pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, a atuação da empresa é comparada à de todos os jogadores de uma partida de beisebol. Segundo o procurador, o Google faz uso de informações privilegiadas para negociar anúncios porque atua em todas as posições, arremessando e recebendo a bola, por exemplo.
A relação entre a companhia e os veículos jornalísticos é alvo de discussão regulatória em alguns países como França e Austrália.
Em outubro passado, a Justiça francesa ordenou que o Google negociasse com editoras o pagamento pelo uso do conteúdo em seus produtos – um mês depois, a empresa assinou acordos de direitos autorais com seis jornais e revistas do país.
A Austrália anunciou em julho que empresas como Google e Facebook terão que pagar aos meios de comunicação pelo uso de seu conteúdo, mas o buscador se colocou contra a medida.
Disponível em
https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2021/01/07/google-lanca-pagina-para-defender-suas-iniciativas-contra-a-desinformacao.ghtml
Leia o texto para responder a questão.
Google lança página para defender suas iniciativas contra a desinformação
Empresa tenta responder a cinco "mitos" relacionados com as fake news nas buscas on-line e anúncios digitais.
Por G1
O Google colocou no ar nesta quinta-feira (7) uma página sobre como sua plataforma de buscas e anúncios digitais lidam com a desinformação. O material é parecido com uma iniciativa do YouTube, publicada em outubro passado.
O site possui "5 mitos e fatos" e tenta responder a questões como "o algoritmo da busca favorece sites que disseminam fake news" ou "as plataformas do Google não são transparentes".
A empresa defende que os resultados da busca são determinados por uma série de algoritmos que analisam fatores como os termos da pesquisa, relevância e usabilidade das páginas, localização, entre outros.
Ao fim de cada "mito", a página tem um link para um "saiba mais", que amplia a resposta e leva os leitores a mais links sobre suas políticas.
Identificação de conteúdo falso
O primeiro deles responde a uma questão que diz que "o Google pode identificar e remover toda a desinformação da internet".
A empresa diz que "a desinformação é um desafio complexo para o qual não existe uma resposta simples e única". Na versão estendida, a companhia afirma que "não está em posição de avaliar, de modo objetivo e em grande escala, a veracidade de um conteúdo ou a intenção dos criadores".
Há ainda trechos que dizem que a companhia toma "outras medidas para aprimorar a qualidade dos nossos resultados para contextos e tópicos" e que fornece aos usuários "ferramentas para acessar o contexto e a diversidade de perspectivas de que precisam para formar as próprias opiniões", sem detalhar nos tópicos quais medidas e ferramentas são essas. Publicidade digital
Outro "mito", segundo o Google, seria que a "publicidade digital financia disseminadores de desinformação".
A defesa da empresa é que existem políticas que "estabelecem regras claras para limitar o conteúdo permitido nos anúncios em nossas plataformas ou nos sites que recebem publicidade por meio delas".
A empresa diz ainda que em 2019 encerrou 1,2 milhão de contas, removeu anúncios de mais de 21 milhões de páginas da web por violar essas políticas e que os anunciantes podem escolher barrar determinados sites ou tópicos.
Relação com veículos jornalísticos
O Google também se defende da crítica que diz que suas plataformas usam o conteúdo de veículos jornalísticos sem que eles ganhem algo com isso.
A empresa diz que são direcionados 24 bilhões de cliques por mês para sites de notícia em todo o mundo e que muitos deles utilizam suas ferramentas de publicidade digital para arrecadar receita.
O fato de o Google direcionar tráfego para sites que utilizam suas próprias ferramentas de publicidade digital faz parte das acusações de condutas anticompetitivas em processos nos Estados Unidos.
Na ação liderada pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, a atuação da empresa é comparada à de todos os jogadores de uma partida de beisebol. Segundo o procurador, o Google faz uso de informações privilegiadas para negociar anúncios porque atua em todas as posições, arremessando e recebendo a bola, por exemplo.
A relação entre a companhia e os veículos jornalísticos é alvo de discussão regulatória em alguns países como França e Austrália.
Em outubro passado, a Justiça francesa ordenou que o Google negociasse com editoras o pagamento pelo uso do conteúdo em seus produtos – um mês depois, a empresa assinou acordos de direitos autorais com seis jornais e revistas do país.
A Austrália anunciou em julho que empresas como Google e Facebook terão que pagar aos meios de comunicação pelo uso de seu conteúdo, mas o buscador se colocou contra a medida.
Disponível em
https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2021/01/07/google-lanca-pagina-para-defender-suas-iniciativas-contra-a-desinformacao.ghtml
Leia o texto para responder a questão.
Google lança página para defender suas iniciativas contra a desinformação
Empresa tenta responder a cinco "mitos" relacionados com as fake news nas buscas on-line e anúncios digitais.
Por G1
O Google colocou no ar nesta quinta-feira (7) uma página sobre como sua plataforma de buscas e anúncios digitais lidam com a desinformação. O material é parecido com uma iniciativa do YouTube, publicada em outubro passado.
O site possui "5 mitos e fatos" e tenta responder a questões como "o algoritmo da busca favorece sites que disseminam fake news" ou "as plataformas do Google não são transparentes".
A empresa defende que os resultados da busca são determinados por uma série de algoritmos que analisam fatores como os termos da pesquisa, relevância e usabilidade das páginas, localização, entre outros.
Ao fim de cada "mito", a página tem um link para um "saiba mais", que amplia a resposta e leva os leitores a mais links sobre suas políticas.
Identificação de conteúdo falso
O primeiro deles responde a uma questão que diz que "o Google pode identificar e remover toda a desinformação da internet".
A empresa diz que "a desinformação é um desafio complexo para o qual não existe uma resposta simples e única". Na versão estendida, a companhia afirma que "não está em posição de avaliar, de modo objetivo e em grande escala, a veracidade de um conteúdo ou a intenção dos criadores".
Há ainda trechos que dizem que a companhia toma "outras medidas para aprimorar a qualidade dos nossos resultados para contextos e tópicos" e que fornece aos usuários "ferramentas para acessar o contexto e a diversidade de perspectivas de que precisam para formar as próprias opiniões", sem detalhar nos tópicos quais medidas e ferramentas são essas. Publicidade digital
Outro "mito", segundo o Google, seria que a "publicidade digital financia disseminadores de desinformação".
A defesa da empresa é que existem políticas que "estabelecem regras claras para limitar o conteúdo permitido nos anúncios em nossas plataformas ou nos sites que recebem publicidade por meio delas".
A empresa diz ainda que em 2019 encerrou 1,2 milhão de contas, removeu anúncios de mais de 21 milhões de páginas da web por violar essas políticas e que os anunciantes podem escolher barrar determinados sites ou tópicos.
Relação com veículos jornalísticos
O Google também se defende da crítica que diz que suas plataformas usam o conteúdo de veículos jornalísticos sem que eles ganhem algo com isso.
A empresa diz que são direcionados 24 bilhões de cliques por mês para sites de notícia em todo o mundo e que muitos deles utilizam suas ferramentas de publicidade digital para arrecadar receita.
O fato de o Google direcionar tráfego para sites que utilizam suas próprias ferramentas de publicidade digital faz parte das acusações de condutas anticompetitivas em processos nos Estados Unidos.
Na ação liderada pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, a atuação da empresa é comparada à de todos os jogadores de uma partida de beisebol. Segundo o procurador, o Google faz uso de informações privilegiadas para negociar anúncios porque atua em todas as posições, arremessando e recebendo a bola, por exemplo.
A relação entre a companhia e os veículos jornalísticos é alvo de discussão regulatória em alguns países como França e Austrália.
Em outubro passado, a Justiça francesa ordenou que o Google negociasse com editoras o pagamento pelo uso do conteúdo em seus produtos – um mês depois, a empresa assinou acordos de direitos autorais com seis jornais e revistas do país.
A Austrália anunciou em julho que empresas como Google e Facebook terão que pagar aos meios de comunicação pelo uso de seu conteúdo, mas o buscador se colocou contra a medida.
Disponível em
https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2021/01/07/google-lanca-pagina-para-defender-suas-iniciativas-contra-a-desinformacao.ghtml
Leia o texto para responder a questão.
Google lança página para defender suas iniciativas contra a desinformação
Empresa tenta responder a cinco "mitos" relacionados com as fake news nas buscas on-line e anúncios digitais.
Por G1
O Google colocou no ar nesta quinta-feira (7) uma página sobre como sua plataforma de buscas e anúncios digitais lidam com a desinformação. O material é parecido com uma iniciativa do YouTube, publicada em outubro passado.
O site possui "5 mitos e fatos" e tenta responder a questões como "o algoritmo da busca favorece sites que disseminam fake news" ou "as plataformas do Google não são transparentes".
A empresa defende que os resultados da busca são determinados por uma série de algoritmos que analisam fatores como os termos da pesquisa, relevância e usabilidade das páginas, localização, entre outros.
Ao fim de cada "mito", a página tem um link para um "saiba mais", que amplia a resposta e leva os leitores a mais links sobre suas políticas.
Identificação de conteúdo falso
O primeiro deles responde a uma questão que diz que "o Google pode identificar e remover toda a desinformação da internet".
A empresa diz que "a desinformação é um desafio complexo para o qual não existe uma resposta simples e única". Na versão estendida, a companhia afirma que "não está em posição de avaliar, de modo objetivo e em grande escala, a veracidade de um conteúdo ou a intenção dos criadores".
Há ainda trechos que dizem que a companhia toma "outras medidas para aprimorar a qualidade dos nossos resultados para contextos e tópicos" e que fornece aos usuários "ferramentas para acessar o contexto e a diversidade de perspectivas de que precisam para formar as próprias opiniões", sem detalhar nos tópicos quais medidas e ferramentas são essas. Publicidade digital
Outro "mito", segundo o Google, seria que a "publicidade digital financia disseminadores de desinformação".
A defesa da empresa é que existem políticas que "estabelecem regras claras para limitar o conteúdo permitido nos anúncios em nossas plataformas ou nos sites que recebem publicidade por meio delas".
A empresa diz ainda que em 2019 encerrou 1,2 milhão de contas, removeu anúncios de mais de 21 milhões de páginas da web por violar essas políticas e que os anunciantes podem escolher barrar determinados sites ou tópicos.
Relação com veículos jornalísticos
O Google também se defende da crítica que diz que suas plataformas usam o conteúdo de veículos jornalísticos sem que eles ganhem algo com isso.
A empresa diz que são direcionados 24 bilhões de cliques por mês para sites de notícia em todo o mundo e que muitos deles utilizam suas ferramentas de publicidade digital para arrecadar receita.
O fato de o Google direcionar tráfego para sites que utilizam suas próprias ferramentas de publicidade digital faz parte das acusações de condutas anticompetitivas em processos nos Estados Unidos.
Na ação liderada pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, a atuação da empresa é comparada à de todos os jogadores de uma partida de beisebol. Segundo o procurador, o Google faz uso de informações privilegiadas para negociar anúncios porque atua em todas as posições, arremessando e recebendo a bola, por exemplo.
A relação entre a companhia e os veículos jornalísticos é alvo de discussão regulatória em alguns países como França e Austrália.
Em outubro passado, a Justiça francesa ordenou que o Google negociasse com editoras o pagamento pelo uso do conteúdo em seus produtos – um mês depois, a empresa assinou acordos de direitos autorais com seis jornais e revistas do país.
A Austrália anunciou em julho que empresas como Google e Facebook terão que pagar aos meios de comunicação pelo uso de seu conteúdo, mas o buscador se colocou contra a medida.
Disponível em
https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2021/01/07/google-lanca-pagina-para-defender-suas-iniciativas-contra-a-desinformacao.ghtml
Leia o texto para responder a questão.
Google lança página para defender suas iniciativas contra a desinformação
Empresa tenta responder a cinco "mitos" relacionados com as fake news nas buscas on-line e anúncios digitais.
Por G1
O Google colocou no ar nesta quinta-feira (7) uma página sobre como sua plataforma de buscas e anúncios digitais lidam com a desinformação. O material é parecido com uma iniciativa do YouTube, publicada em outubro passado.
O site possui "5 mitos e fatos" e tenta responder a questões como "o algoritmo da busca favorece sites que disseminam fake news" ou "as plataformas do Google não são transparentes".
A empresa defende que os resultados da busca são determinados por uma série de algoritmos que analisam fatores como os termos da pesquisa, relevância e usabilidade das páginas, localização, entre outros.
Ao fim de cada "mito", a página tem um link para um "saiba mais", que amplia a resposta e leva os leitores a mais links sobre suas políticas.
Identificação de conteúdo falso
O primeiro deles responde a uma questão que diz que "o Google pode identificar e remover toda a desinformação da internet".
A empresa diz que "a desinformação é um desafio complexo para o qual não existe uma resposta simples e única". Na versão estendida, a companhia afirma que "não está em posição de avaliar, de modo objetivo e em grande escala, a veracidade de um conteúdo ou a intenção dos criadores".
Há ainda trechos que dizem que a companhia toma "outras medidas para aprimorar a qualidade dos nossos resultados para contextos e tópicos" e que fornece aos usuários "ferramentas para acessar o contexto e a diversidade de perspectivas de que precisam para formar as próprias opiniões", sem detalhar nos tópicos quais medidas e ferramentas são essas. Publicidade digital
Outro "mito", segundo o Google, seria que a "publicidade digital financia disseminadores de desinformação".
A defesa da empresa é que existem políticas que "estabelecem regras claras para limitar o conteúdo permitido nos anúncios em nossas plataformas ou nos sites que recebem publicidade por meio delas".
A empresa diz ainda que em 2019 encerrou 1,2 milhão de contas, removeu anúncios de mais de 21 milhões de páginas da web por violar essas políticas e que os anunciantes podem escolher barrar determinados sites ou tópicos.
Relação com veículos jornalísticos
O Google também se defende da crítica que diz que suas plataformas usam o conteúdo de veículos jornalísticos sem que eles ganhem algo com isso.
A empresa diz que são direcionados 24 bilhões de cliques por mês para sites de notícia em todo o mundo e que muitos deles utilizam suas ferramentas de publicidade digital para arrecadar receita.
O fato de o Google direcionar tráfego para sites que utilizam suas próprias ferramentas de publicidade digital faz parte das acusações de condutas anticompetitivas em processos nos Estados Unidos.
Na ação liderada pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, a atuação da empresa é comparada à de todos os jogadores de uma partida de beisebol. Segundo o procurador, o Google faz uso de informações privilegiadas para negociar anúncios porque atua em todas as posições, arremessando e recebendo a bola, por exemplo.
A relação entre a companhia e os veículos jornalísticos é alvo de discussão regulatória em alguns países como França e Austrália.
Em outubro passado, a Justiça francesa ordenou que o Google negociasse com editoras o pagamento pelo uso do conteúdo em seus produtos – um mês depois, a empresa assinou acordos de direitos autorais com seis jornais e revistas do país.
A Austrália anunciou em julho que empresas como Google e Facebook terão que pagar aos meios de comunicação pelo uso de seu conteúdo, mas o buscador se colocou contra a medida.
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https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2021/01/07/google-lanca-pagina-para-defender-suas-iniciativas-contra-a-desinformacao.ghtml
Como evitar esse crime?
China envia primeiros astronautas para a construção de sua nova estação espacial
Sete horas de viagem. Poderíamos estar falando da _________ ao litoral em véspera de Ano Novo, mas foi o quanto durou a viagem dos três astronautas a bordo da espaçonave Shenzhou-2, que chegou em junho em Tiangong, a nova Estação Espacial Chinesa. É a primeira missão tripulada feita pelo País desde 2016.
Os astronautas partiram do Centro de Lançamento de Satélite de Jiuquan, no deserto de Gobi (noroeste da China). Eles foram lançados a bordo do módulo Shenzhou-2 pelo foguete Longa Marcha 2F, um propulsor chinês projetado para voos tripulados.
Ao chegar à Estação Espacial Chinesa (CSS, na sigla em inglês), a cápsula em que estavam foi acoplada ao Tianhe – o primeiro módulo da estação enviado para a órbita da Terra, em abril.
O módulo Tianhe é o principal da Tiangong, já que abriga os centros de controle da estação e também um alojamento com capacidade para três astronautas. Além da Shenzhou-2, outra cápsula que levava suprimentos para os novos hóspedes também se atracou ao local.
A CSS começou a ser construída em 2021, e a previsão é para que as “obras” acabem em 2022. O papel dos astronautas está intimamente ligado ______ isto: eles devem cuidar da instalação de equipamentos e testar as tecnologias estabelecidas ali.
Além disso, ______ duas caminhadas espaciais agendadas. Nelas, eles deverão sair da nave para resolver pendências na área externa da estação – 390 quilômetros acima da Terra. Se tudo ocorrer como planejado, essa missão se consagrará como o período de permanência mais longo que astronautas chineses já ficaram no espaço.
Após os três meses de estadia, os astronautas retornarão para a Terra e outro grupo partirá rumo ao espaço para continuar o serviço. A construção total da estação espacial demandará cerca de 11 lançamentos, dos quais quatro serão tripulados.
A CSS é a terceira estação espacial já lançada pela China. As duas anteriores permaneceram em órbita por poucos anos e logo foram desativadas, mas o País asiático tem planos de manter a Tiangong em órbita por, pelo menos, uma década.
(Site: Abril - adaptado.)

Internet: <https://www.bbc.com>
Julgue o item, que consistem em proposta de reescrita para o trecho destacado do texto, no que se refere à correção gramatical e à manutenção dos sentidos do texto.
“de acordo com uma pesquisa divulgada em 2017, no
Canadá. Isso porque” (linha 2): conforme pesquisa
divulgada em 2017, no Canadá, de modo que

Internet: <https://www.bbc.com>
Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“enquanto” (linha 20) por ao passo que
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas, mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.
(LUFT, Lya. In www.pensador.com/lya_luft_textos/. Acesso em 20/06/2021.)
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas, mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.
(LUFT, Lya. In www.pensador.com/lya_luft_textos/. Acesso em 20/06/2021.)
A respeito do texto, assinale a afirmativa em que a característica dada é própria do gênero textual ao qual o
texto pertence.