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Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

Questões Discursivas

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Q1850386 Português

Leia a matéria abaixo, com atenção para a carta nela contida, e responda à questão:


Assim como fizeram em Guerra Infinita, os diretores Joe e Anthony Russo publicaram nesta terça-feira (16), no Instagram, uma carta aberta sobre Vingadores: Ultimato, na qual pedem que os fãs não compartilhem spoilers sobre o tão aguardado filme, que encerra um importante capítulo no universo cinematográfico da Marvel. A publicação chegou um dia após cenas finais do longa vazarem na web.


“Para os melhores fãs do mundo:

        

    Por favor, saibam que nós dois, junto com todos os envolvidos no Ultimato, temos trabalhado incansavelmente nos últimos três anos com a única intenção de entregar uma conclusão surpreendente e emocionalmente poderosa para a Saga do Infinito. Como muitos de vocês investiram seu tempo, seus corações e suas almas nessas histórias, estamos mais uma vez pedindo sua ajuda. Quando você assistir a Vingadores: Ultimato nas próximas semanas, por favor, não dê spoilers para os outros, da mesma maneira que você não gostaria que dessem spoilers a você.

    Lembre-se, Thanos ainda exige seu silêncio.

    Como sempre, boa sorte e bom filme”.


AMADOR, R. Disponível em:<https://uol.com.br. Acesso em 20 de fevereiro de 2020.


O advento dos recursos digitais de informação promoveu modificações na estrutura de diversos gêneros, entre eles, as cartas. A carta aberta dos Irmãos Russo evidencia esse novo panorama. Nesse sentido, avalie a validade das proposições abaixo:


I- A tecnologia digital, juntamente com as redes sociais, tem alterado as possibilidades de interação, sendo a hibridização dos gêneros um recurso muito frequente.

II- A carta dos Irmãos Russo é veiculada em um meio de comunicação moderno que não admite o tipo de abordagem uniforme requerida pelo gênero carta, o que compromete o sentido da informação passada.

III- Os Irmãos Russo, conhecendo o poder atrativo dos recursos visuais que prevalecem no “Instagram”, estruturam a mensagem em formato de carta para dar mais visibilidade ao apelo pretendido.


É CORRETO o que se afirma em: 

Alternativas
Q1850385 Português
Na produção textual, a escolha não só de uma estrutura gramatical mas de um certo vocábulo é uma valiosa estratégia para a obtenção do efeito de sentido desejado pelo autor. Na charge abaixo, a criatividade da linguagem se evidencia no emprego das formas verbais e na polissemia do adjetivo. A respeito deste último, analise as proposições e as classifique em (V) verdadeiro ou (F) falso. 

Imagem associada para resolução da questão
FONTE: https://www.hojeemdia.com.br/polopoly_fs/1.683695!/image/image.jpg_gen/derivatives/landscape_653/image.jpg (04/01/19 - jornal Hoje em dia).

( ) Na primeira frase, que reproduz a fala de um jornalista, o adjetivo “escuro” é usado no sentido objetivo e neutro, representando “descoberta do lado negro” da lua, contexto típico da esfera científica.
( ) Na segunda frase, que reproduz a fala do telespectador, o adjetivo “escuro” é usado no sentido figurativo e avaliativo, aludindo ao lado obscuro, nebuloso, “descoberta da situação de dificuldade do brasileiro”, na esfera social.
( ) No segundo enunciado, proferido pelo telespectador, o adjetivo “escuro” é usado de forma ambígua: no sentido literal representa as pessoas de cor negra; e no figurativo, representa “o resgate da cultura negra e os problemas a serem enfrentados nesse campo, na esfera cultural.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
Alternativas
Q1850383 Português

Empregue, no fragmento textual abaixo exposto, extraídos da matéria “Como o ensino básico pode formar os profissionais do futuro” (Isto É, 05/02/20), os conectivos adequados, particularmente, pronomes relativos, de modo a estabelecer a relação entre as orações. 


Modelo tradicional, _________ o professor é o guardião do conhecimento, deve ceder lugar a métodos com maior participação dos alunos e disciplinas com temas mais próximos do dia a dia.


Embora a tecnologia permeie todas as áreas da nossa vida, a educação básica ainda não reflete completamente essa realidade. [...]


O modelo tradicional ainda prevalece, com salas de aulas ______ os alunos ficam perfilados, voltados para o professor, que é o guardião do saber e deve repassá-lo aos alunos. Esses, por sua vez, vão receber o conteúdo passivamente. Tal modelo, no entanto, não dá mais conta de formar os profissionais __________ o mercado de trabalho – atual e do futuro – precisa.


Nesse contexto, ganha força a chamada educação Steam, movimento ______ propõe um ensino baseado em cinco disciplinas específicas (Ciências, tecnologia, engenharia, artes e matemática, _________ iniciais em inglês compõem a sigla Steam), integradas em uma abordagem interdisciplinar.


A sequência que preenche CORRETAMENTE as lacunas é:

Alternativas
Q1850381 Português

As duas charges ilustradas abaixo abordam o mesmo tema, com delimitação distinta. Feita a leitura, avalie as proposições, de modo a julgar a sua correspondência com o enfoque dos chargistas.


Imagem associada para resolução da questão


I- A charge (1) focaliza os fatores condicionantes das enchentes, responsabilizando igualmente gestores públicos, a sociedade e aspectos ambientais, pelos transtornos causados pelas chuvas, e não apenas as causas naturais.

II- A charge (2) põe em evidência o desamparo da população quanto ao enfrentamento do problema das chuvas, já que o alerta dos órgãos públicos chegam tardiamente, corroborando com a causa apontada em (1), sobre a omissão do poder público.

III- Dada a função crítico-social e educativa do gênero charge, ambos os textos apelam para que as escolas discutam a temática com os jovens, de modo a conscientizá-los sobre a gravidade da situação e cobrem soluções dos políticos.


É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q1850379 Português

PICHINCHA A BORDO


Os ônibus entram na onda dos aplicativos de viagens compartilhadas no estilo Uber, provocam queda significativa nos preços e sacolejam o mercado (FERNANDO MOLICA E MARIA CLARA VIEIRA)


Fretar um ônibus remete à ideia de um negócio de alta envergadura, que envolve logística complicada. Pois esqueça o velho conceito, reinventado nos dias de hoje para atender um novo propósito: transportar gente que quer viajar pagando menos e sem ter trabalho. Até agora, duas empresas vêm chacoalhando o universo rodoviário ao oferecer um serviço já conhecido como o “Uber dos ônibus”. A exemplo do aplicativo que imprimiu outra lógica em um setor dominado pelos táxis, a safra que abarca os coletivos só opera on-line e consegue emagrecer os preços à base do casamento da demanda com a oferta. À medida que as pessoas compram as passagens na internet, a ocupação vai subindo, subindo, até que a turma reunida é suficiente para garantir o aluguel do ônibus com motorista – afinal é disso que tratam a paulista Buser, a maior do mercado que se desbrava no Brasil, e a gaúcha Levebus. Elas são “facilitadoras no compartilhamento”, como reza o jargão, e não companhias de transporte, já que não têm um único veículo na garagem. [...]”

(Veja, 28/08/19)

Dado o período: “À medida que as pessoas compram as passagens na internet, a ocupação vai subindo, subindo, até que a turma reunida é suficiente para garantir o aluguel do ônibus com motorista”, é possível que sejam sugeridas outras versões de acordo com a intenção comunicativa. Dependendo do sentido que se quer destacar, opta-se pelo uso de um conectivo específico.


Em face disso, assinale a única versão em que a troca do conectivo NÃO altera a relação de sentido entre as orações, mantendo-se o valor expresso no texto base: 

Alternativas
Q1850345 Português

    Há carroças exóticas, pintadas com desenhos de figuras populares, seres mitológicos, nuvens, pássaros e vampiros. A que mais me chamou atenção foi uma carroça linda, com uma pintura geométrica que lembra um quadro de Mondrian. Na lateral, estava escrito: “Carrego todo tipo de tralha, e carrego um sonho dentro de mim”.

    Era uma carroça mineira, pois ostentava uma bandeira de Minas. Conversei um pouco com esse carroceiro de São João del-Rei. Acho que perdeu a desconfiança nas ruas paulistanas, pois não se esquivou de mim, e ainda me mostrou uma luminária de aço, fabricada em Manchester (1946). Esse objeto havia sido abandonado numa caixa de papelão e recolhido pelo caprichoso carroceiro de Minas.

    Especulei a origem da luminária e me indaguei: quantas páginas esse belo objeto tinha iluminado em noites do pós- -guerra?

    Depois o carroceiro abriu uma caixa e me mostrou livros velhos, em língua alemã. Disse que tinha encontrado tudo numa mesma calçada do Jardim Europa, e agora ia vender os livros para um sebo. Ele me olhou e acrescentou: “Ando solto, não gosto de ser botado preso dentro de curral. A gente encontra cada coisa por aí... Só não encontra o que a gente sonha”.

    Comprei a luminária desse filósofo ambulante, mas não me interessei pelos livros.

    Sei que não é fácil encontrar um sonho nas ruas; mas encontrei carroceiros simpáticos e um assunto para escrever esta crônica.


(Milton Hatoum. Catadores de tralhas e sonhos.

https://cultura.estadao.com.br, 27.03.2015. Adaptado)

Um vocábulo empregado em sentido figurado está destacado em:
Alternativas
Q1850344 Português

    Há carroças exóticas, pintadas com desenhos de figuras populares, seres mitológicos, nuvens, pássaros e vampiros. A que mais me chamou atenção foi uma carroça linda, com uma pintura geométrica que lembra um quadro de Mondrian. Na lateral, estava escrito: “Carrego todo tipo de tralha, e carrego um sonho dentro de mim”.

    Era uma carroça mineira, pois ostentava uma bandeira de Minas. Conversei um pouco com esse carroceiro de São João del-Rei. Acho que perdeu a desconfiança nas ruas paulistanas, pois não se esquivou de mim, e ainda me mostrou uma luminária de aço, fabricada em Manchester (1946). Esse objeto havia sido abandonado numa caixa de papelão e recolhido pelo caprichoso carroceiro de Minas.

    Especulei a origem da luminária e me indaguei: quantas páginas esse belo objeto tinha iluminado em noites do pós- -guerra?

    Depois o carroceiro abriu uma caixa e me mostrou livros velhos, em língua alemã. Disse que tinha encontrado tudo numa mesma calçada do Jardim Europa, e agora ia vender os livros para um sebo. Ele me olhou e acrescentou: “Ando solto, não gosto de ser botado preso dentro de curral. A gente encontra cada coisa por aí... Só não encontra o que a gente sonha”.

    Comprei a luminária desse filósofo ambulante, mas não me interessei pelos livros.

    Sei que não é fácil encontrar um sonho nas ruas; mas encontrei carroceiros simpáticos e um assunto para escrever esta crônica.


(Milton Hatoum. Catadores de tralhas e sonhos.

https://cultura.estadao.com.br, 27.03.2015. Adaptado)

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q1850342 Português

    David Peace tem a doença do neurônio motor, uma condição terminal que afeta seu cérebro e sistema nervoso de forma gradual. Sabendo da sua morte iminente, ele quer viajar até uma clínica na Suíça para fazê-lo por conta própria quando tudo ficar insuportável, enquanto ainda tem controle sobre suas competências mentais.

    “Tenho duas opções. Uma é enfrentar uma paralisia progressiva, impossível de parar e que me afeta por inteiro. A outra é viajar para a Suíça e saber que meu coração vai parar de bater enquanto eu estiver inconsciente”, diz ele.

    David é uma das pessoas que reivindicam uma atualização nas leis da Inglaterra para permitir que pessoas com doenças terminais tenham direito a uma morte assistida, mas pessoas contrárias à ideia dizem que deveria existir um foco maior em ajudar pessoas com doenças de longo prazo para que vivam mais confortavelmente, em vez de ajudá-las a morrer.


(“Quero decidir morrer enquanto posso”: a luta pelo direito à morte assistida na Inglaterra. www.bbc.com, 09.08.2021. Adaptado)

No trecho – … ele quer viajar até uma clínica na Suíça para fazê-lo por conta própria quando tudo _________ insuportável … –, se alterarmos o vocábulo em destaque para “queria”, devemos preencher a lacuna, segundo a norma-padrão, com o vocábulo:
Alternativas
Q1850341 Português

    David Peace tem a doença do neurônio motor, uma condição terminal que afeta seu cérebro e sistema nervoso de forma gradual. Sabendo da sua morte iminente, ele quer viajar até uma clínica na Suíça para fazê-lo por conta própria quando tudo ficar insuportável, enquanto ainda tem controle sobre suas competências mentais.

    “Tenho duas opções. Uma é enfrentar uma paralisia progressiva, impossível de parar e que me afeta por inteiro. A outra é viajar para a Suíça e saber que meu coração vai parar de bater enquanto eu estiver inconsciente”, diz ele.

    David é uma das pessoas que reivindicam uma atualização nas leis da Inglaterra para permitir que pessoas com doenças terminais tenham direito a uma morte assistida, mas pessoas contrárias à ideia dizem que deveria existir um foco maior em ajudar pessoas com doenças de longo prazo para que vivam mais confortavelmente, em vez de ajudá-las a morrer.


(“Quero decidir morrer enquanto posso”: a luta pelo direito à morte assistida na Inglaterra. www.bbc.com, 09.08.2021. Adaptado)

No trecho – Sabendo da sua morte iminente, ele quer viajar até uma clínica na Suíça… (1º parágrafo) –, o vocábulo em destaque tem como sinônimo no contexto em que se encontra:
Alternativas
Q1850340 Português

    David Peace tem a doença do neurônio motor, uma condição terminal que afeta seu cérebro e sistema nervoso de forma gradual. Sabendo da sua morte iminente, ele quer viajar até uma clínica na Suíça para fazê-lo por conta própria quando tudo ficar insuportável, enquanto ainda tem controle sobre suas competências mentais.

    “Tenho duas opções. Uma é enfrentar uma paralisia progressiva, impossível de parar e que me afeta por inteiro. A outra é viajar para a Suíça e saber que meu coração vai parar de bater enquanto eu estiver inconsciente”, diz ele.

    David é uma das pessoas que reivindicam uma atualização nas leis da Inglaterra para permitir que pessoas com doenças terminais tenham direito a uma morte assistida, mas pessoas contrárias à ideia dizem que deveria existir um foco maior em ajudar pessoas com doenças de longo prazo para que vivam mais confortavelmente, em vez de ajudá-las a morrer.


(“Quero decidir morrer enquanto posso”: a luta pelo direito à morte assistida na Inglaterra. www.bbc.com, 09.08.2021. Adaptado)

De acordo com o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q1850338 Português

Leia a tira para responder à questão.


(André Dahmer. Malvados. www1.folha.uol.com.br, 13.07.2017. Adaptado) 

Para compreender a tira e o efeito de humor por ela causado, o leitor precisa saber
Alternativas
Q1850258 Português
Texto para a questão. 

Internet: <https://mv.com.br> (com adaptações).
Assinale a alternativa correta em relação ao texto. 
Alternativas
Q1850099 Português
Considere o texto abaixo para responder à questão.

Arte digital e leilões pela internet revolucionaram o mercado

   Os NFTs, certificados de autenticidade digital de conteúdos da internet (como imagens e animações), revolucionaram o mercado de arte no mundo, o que colocou a criação contemporânea como "locomotiva" do setor - afirma o relatório anual da empresa francesa Artprice publicado nesta segunda-feira, 4. As vendas públicas alcançaram o recorde de US$ 2,7 bilhões durante o ano fiscal 2020-2021, o que representa um aumento anual de 117%.
   Considera-se arte contemporânea qualquer obra de um artista (tanto pintura, escultura, instalações, desenho, fotografia, gravuras, vídeos e, agora, NFT) nascido depois de 1945.
   Entre 30 de junho de 2020 e 30 de junho de 2021, 102 mil obras contemporâneas foram vendidas no mundo, o que representa 23% do mercado mundial de arte. Um índice que era de apenas 3% em 2000-2001, destaca a Artprice, líder mundial das informações sobre o setor.
   Com 40% das vendas no mundo, China continental, Taiwan e Hong Kong, viraram o principal mercado de arte contemporânea, à frente de Estados Unidos (32%) e Reino Unido (16%). Nova York continua liderando a lista de mercados emblemáticos da arte, mas Hong Kong está bem perto, destronando Londres do segundo lugar.
   As mulheres representam 37% das artistas, quase metade no setor de fotografia, disse à AFP o presidente da Artprice, Thierry Ehrmann.
   As obras digitais em NFT representam dois terços do valor das vendas pela internet, e 2% do mercado global de arte em 2021, segundo o relatório.
   "Há artistas emergentes como Beeple, que saem do nada, sem galeristas nem exposições, que se recusam a entrar no circuito tradicional da arte", afirma Ehrmann.
   Considerados em algumas ocasiões uma "bolha especulativa", "os NFTs permitem que jovens artistas ganhem a vida com isto, sobretudo, os criadores de 'street art', efêmera por natureza". Banksy, um dos mais famosos artistas de rua, registrou no primeiro semestre de 2021 um volume de negócios de US$ 123 milhões. Ele está entre os cinco artistas mais rentáveis nas salas de leilões, atrás de Picasso, Basquiat, Warhol e Monet, segundo o relatório.
   (...) Os NFTs chamam a atenção de "novos colecionadores, com idade média de 32 anos, a geração 2.0 que compra arte a preços mais baratos, mas como um modo de vida", explica Thierry Ehrmann.
   Outro fato relevante do ano é a forte presença de artistas afro-americanos, afro-britânicos e africanos no mercado de leilões. O pintor Amoako Boafo, de Gana, viu seu quadro Baba Diop ser leiloado em dezembro de 2020, em Hong Kong, por US$ 1,14 milhão, 10 vezes mais que a estimativa inicial.

Fonte: https://cultura.estadao.com.br/noticias/artes,arte-digital-e-leiloes
pela-internet-revolucionaram-o-mercado,70003859081

De acordo com o texto, é correto afirmar que 
Alternativas
Q1850098 Português
Considere o texto abaixo para responder à questão.

Arte digital e leilões pela internet revolucionaram o mercado

   Os NFTs, certificados de autenticidade digital de conteúdos da internet (como imagens e animações), revolucionaram o mercado de arte no mundo, o que colocou a criação contemporânea como "locomotiva" do setor - afirma o relatório anual da empresa francesa Artprice publicado nesta segunda-feira, 4. As vendas públicas alcançaram o recorde de US$ 2,7 bilhões durante o ano fiscal 2020-2021, o que representa um aumento anual de 117%.
   Considera-se arte contemporânea qualquer obra de um artista (tanto pintura, escultura, instalações, desenho, fotografia, gravuras, vídeos e, agora, NFT) nascido depois de 1945.
   Entre 30 de junho de 2020 e 30 de junho de 2021, 102 mil obras contemporâneas foram vendidas no mundo, o que representa 23% do mercado mundial de arte. Um índice que era de apenas 3% em 2000-2001, destaca a Artprice, líder mundial das informações sobre o setor.
   Com 40% das vendas no mundo, China continental, Taiwan e Hong Kong, viraram o principal mercado de arte contemporânea, à frente de Estados Unidos (32%) e Reino Unido (16%). Nova York continua liderando a lista de mercados emblemáticos da arte, mas Hong Kong está bem perto, destronando Londres do segundo lugar.
   As mulheres representam 37% das artistas, quase metade no setor de fotografia, disse à AFP o presidente da Artprice, Thierry Ehrmann.
   As obras digitais em NFT representam dois terços do valor das vendas pela internet, e 2% do mercado global de arte em 2021, segundo o relatório.
   "Há artistas emergentes como Beeple, que saem do nada, sem galeristas nem exposições, que se recusam a entrar no circuito tradicional da arte", afirma Ehrmann.
   Considerados em algumas ocasiões uma "bolha especulativa", "os NFTs permitem que jovens artistas ganhem a vida com isto, sobretudo, os criadores de 'street art', efêmera por natureza". Banksy, um dos mais famosos artistas de rua, registrou no primeiro semestre de 2021 um volume de negócios de US$ 123 milhões. Ele está entre os cinco artistas mais rentáveis nas salas de leilões, atrás de Picasso, Basquiat, Warhol e Monet, segundo o relatório.
   (...) Os NFTs chamam a atenção de "novos colecionadores, com idade média de 32 anos, a geração 2.0 que compra arte a preços mais baratos, mas como um modo de vida", explica Thierry Ehrmann.
   Outro fato relevante do ano é a forte presença de artistas afro-americanos, afro-britânicos e africanos no mercado de leilões. O pintor Amoako Boafo, de Gana, viu seu quadro Baba Diop ser leiloado em dezembro de 2020, em Hong Kong, por US$ 1,14 milhão, 10 vezes mais que a estimativa inicial.

Fonte: https://cultura.estadao.com.br/noticias/artes,arte-digital-e-leiloes
pela-internet-revolucionaram-o-mercado,70003859081

Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo para a palavra “emblemático”. 
Alternativas
Q1849913 Português
Leia a definição da palavra egoísmo, conforme consta no dicionário:
Egoísmo: amor exagerado aos próprios valores e interesses; sentimento que leva uma pessoa a se tomar como referência a tudo; excessiva vaidade, pretensão, orgulho, presunção.
(verbete egoísmo, do Dicionário Houaiss de língua portuguesa – adaptado)
Com base nessa definição, é correto afirmar que o egoísta é um homem
Alternativas
Q1849909 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Separadas por uma tela, as pessoas na sociedade virtual não alcançam o outro, motivo pelo qual não conseguem se colocar em seu lugar. Estamos vivendo o maior individualismo da história humana.

    A falta da empatia, do toque físico, do acolhimento, do contato ocular e da presença física faz com que a pessoa não veja o outro, não o perceba, não note a presença do outro e, consequentemente, não se coloque no lugar dele.

    A necessidade da felicidade como objetivo e não como consequência provoca a criação de um mundo irreal em que, para o outro, você é feliz, mas não para si mesmo. Esse mundo perfeito exposto na mídia social gera uma concorrência, uma competição que resulta em duelo, e isso cria um individualismo que, com o tempo, passa a ficar impregnado no indivíduo.

    O individualismo está ligado também à falta da verdade, ou seja, não quero que o outro saiba minha azeda verdade, já que o que projeto na mídia social não é real, não é de verdade.

    Ama-se tanto a si mesmo e promove-se tanto o amor próprio que esquecemos o outro e tornamos o egoísmo um hábito.

    Não admitimos que somos apenas humanos. Temos vidas fictícias fragmentadas em momentos e apenas nos alegra o impacto que isso causa no outro. 


(Fabiano de Abreu – A geração que não consegue se colocar no lugar do outro. www.deabreu.pt/artigo – acesso em 11.12.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa em que consta palavra empregada com sentido figurado. 
Alternativas
Q1849908 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Separadas por uma tela, as pessoas na sociedade virtual não alcançam o outro, motivo pelo qual não conseguem se colocar em seu lugar. Estamos vivendo o maior individualismo da história humana.

    A falta da empatia, do toque físico, do acolhimento, do contato ocular e da presença física faz com que a pessoa não veja o outro, não o perceba, não note a presença do outro e, consequentemente, não se coloque no lugar dele.

    A necessidade da felicidade como objetivo e não como consequência provoca a criação de um mundo irreal em que, para o outro, você é feliz, mas não para si mesmo. Esse mundo perfeito exposto na mídia social gera uma concorrência, uma competição que resulta em duelo, e isso cria um individualismo que, com o tempo, passa a ficar impregnado no indivíduo.

    O individualismo está ligado também à falta da verdade, ou seja, não quero que o outro saiba minha azeda verdade, já que o que projeto na mídia social não é real, não é de verdade.

    Ama-se tanto a si mesmo e promove-se tanto o amor próprio que esquecemos o outro e tornamos o egoísmo um hábito.

    Não admitimos que somos apenas humanos. Temos vidas fictícias fragmentadas em momentos e apenas nos alegra o impacto que isso causa no outro. 


(Fabiano de Abreu – A geração que não consegue se colocar no lugar do outro. www.deabreu.pt/artigo – acesso em 11.12.2019. Adaptado)

Na frase – Temos vidas fictícias fragmentadas em momentos... –, a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
Alternativas
Q1849907 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Separadas por uma tela, as pessoas na sociedade virtual não alcançam o outro, motivo pelo qual não conseguem se colocar em seu lugar. Estamos vivendo o maior individualismo da história humana.

    A falta da empatia, do toque físico, do acolhimento, do contato ocular e da presença física faz com que a pessoa não veja o outro, não o perceba, não note a presença do outro e, consequentemente, não se coloque no lugar dele.

    A necessidade da felicidade como objetivo e não como consequência provoca a criação de um mundo irreal em que, para o outro, você é feliz, mas não para si mesmo. Esse mundo perfeito exposto na mídia social gera uma concorrência, uma competição que resulta em duelo, e isso cria um individualismo que, com o tempo, passa a ficar impregnado no indivíduo.

    O individualismo está ligado também à falta da verdade, ou seja, não quero que o outro saiba minha azeda verdade, já que o que projeto na mídia social não é real, não é de verdade.

    Ama-se tanto a si mesmo e promove-se tanto o amor próprio que esquecemos o outro e tornamos o egoísmo um hábito.

    Não admitimos que somos apenas humanos. Temos vidas fictícias fragmentadas em momentos e apenas nos alegra o impacto que isso causa no outro. 


(Fabiano de Abreu – A geração que não consegue se colocar no lugar do outro. www.deabreu.pt/artigo – acesso em 11.12.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta o antônimo da palavra destacada no trecho:


“... isso cria um individualismo que ... passa a ficar impregnado no indivíduo.”.

Alternativas
Q1849906 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Separadas por uma tela, as pessoas na sociedade virtual não alcançam o outro, motivo pelo qual não conseguem se colocar em seu lugar. Estamos vivendo o maior individualismo da história humana.

    A falta da empatia, do toque físico, do acolhimento, do contato ocular e da presença física faz com que a pessoa não veja o outro, não o perceba, não note a presença do outro e, consequentemente, não se coloque no lugar dele.

    A necessidade da felicidade como objetivo e não como consequência provoca a criação de um mundo irreal em que, para o outro, você é feliz, mas não para si mesmo. Esse mundo perfeito exposto na mídia social gera uma concorrência, uma competição que resulta em duelo, e isso cria um individualismo que, com o tempo, passa a ficar impregnado no indivíduo.

    O individualismo está ligado também à falta da verdade, ou seja, não quero que o outro saiba minha azeda verdade, já que o que projeto na mídia social não é real, não é de verdade.

    Ama-se tanto a si mesmo e promove-se tanto o amor próprio que esquecemos o outro e tornamos o egoísmo um hábito.

    Não admitimos que somos apenas humanos. Temos vidas fictícias fragmentadas em momentos e apenas nos alegra o impacto que isso causa no outro. 


(Fabiano de Abreu – A geração que não consegue se colocar no lugar do outro. www.deabreu.pt/artigo – acesso em 11.12.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa em que as frases se equivalem quanto ao sentido.
Alternativas
Q1849905 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Separadas por uma tela, as pessoas na sociedade virtual não alcançam o outro, motivo pelo qual não conseguem se colocar em seu lugar. Estamos vivendo o maior individualismo da história humana.

    A falta da empatia, do toque físico, do acolhimento, do contato ocular e da presença física faz com que a pessoa não veja o outro, não o perceba, não note a presença do outro e, consequentemente, não se coloque no lugar dele.

    A necessidade da felicidade como objetivo e não como consequência provoca a criação de um mundo irreal em que, para o outro, você é feliz, mas não para si mesmo. Esse mundo perfeito exposto na mídia social gera uma concorrência, uma competição que resulta em duelo, e isso cria um individualismo que, com o tempo, passa a ficar impregnado no indivíduo.

    O individualismo está ligado também à falta da verdade, ou seja, não quero que o outro saiba minha azeda verdade, já que o que projeto na mídia social não é real, não é de verdade.

    Ama-se tanto a si mesmo e promove-se tanto o amor próprio que esquecemos o outro e tornamos o egoísmo um hábito.

    Não admitimos que somos apenas humanos. Temos vidas fictícias fragmentadas em momentos e apenas nos alegra o impacto que isso causa no outro. 


(Fabiano de Abreu – A geração que não consegue se colocar no lugar do outro. www.deabreu.pt/artigo – acesso em 11.12.2019. Adaptado)

No penúltimo parágrafo – Ama-se tanto a si mesmo e promove-se tanto o amor próprio que esquecemos o outro e tornamos o egoísmo um hábito. –, constam, respectivamente, relações entre
Alternativas
Respostas
44381: C
44382: D
44383: E
44384: D
44385: C
44386: A
44387: B
44388: D
44389: C
44390: B
44391: E
44392: D
44393: D
44394: C
44395: E
44396: D
44397: C
44398: B
44399: B
44400: C