Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Leia o texto.
Notícias de um abraço
Leia o texto.
Notícias de um abraço
1. O tema principal da crônica é um beijo que aconteceu em uma praça. 2. O casal que estava se beijando ficou cativo, embora não indiciado. 3. O autor denuncia a violência, intimando o leitor a falar de afago e carinho. 4. Um beijo exaspera a dor, segundo pesquisadores do tema. 5. O beijo tem um efeito medicamentoso.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Leia o texto.
Notícias de um abraço
( ) E culminaram o seu estranho comportamento unindo os lábios. (fulminaram)
( ) Os protagonistas e seu gesto bizarro. (surreal)
( ) Conduta suscetível do enquadramento penal. (passível)
( ) Ele estalou os beiços e atirou com desdém. (pouco-caso)
( ) Em noite de plenilúnio. (lua nova)
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Leia:
O profissional de Enfermagem é essencial para o funcionamento de hospitais e outras instituições de saúde. Mas não é um trabalho pra qualquer pamonha não! Muito menos para um manteiga derretida!
As palavras destacadas no texto acima são figuras de linguagens
classificadas como:
Leia o texto para a questão.
CELULITE É POSSÍVEL MELHORAR A APARÊNCIA?
A Lipodistrofia Ginóide, conhecida popularmente como celulite, é uma queixa muito frequente que atinge até 98% das mulheres e em menor proporção os homens. Os locais mais afetados são nádegas, culotes, abdome e coxas.
A celulite surge devido a associação de fatores como predisposição genética, alterações hormonais e distúrbios circulatórios locais e se agrava devido à presença de gordura localizada e flacidez cutânea. Esses fatores levam a uma inflamação na pele que vão formar pontes endurecidas que se ligam ao tecido gorduroso. São essas pontes que puxam a pele pra baixo, dando o aspecto de “furinhos”.
Não existe um tratamento único para melhorar a causa, mas uma associação de medidas que melhoram seu aspecto. Dieta e atividade física são imprescindíveis para ter melhora do quadro como o controle do açúcar e ingestão líquida adequada.
Os principais tratamentos estéticos que nós temos na atualidade são os bioestimuladores de colágeno que vão melhorar o aspecto da flacidez de pele aumentando o colágeno local.
Outros tratamentos incluem a subincisão, ultrassom macrofocado, radiofrequência
e não menos importante as drenagens linfáticas. Dessa forma, conseguimos através
de associação de tratamentos ter uma melhora significativa do aspecto das
indesejáveis celulites.
Observe o seguinte silogismo:
“Todos os cientistas são meio amalucados / Meu irmão é amalucado / Meu irmão é cientista.”
Evidentemente, a conclusão desse raciocínio é falsa; o problema desse silogismo é que
“O melhor colégio de Salvador é, sem dúvida, o de meu filho, pois é o que possui melhores condições de ensino”.
Nesse raciocínio, a falha de raciocínio argumentativo é identificada como
Leia com atenção os segmentos argumentativos a seguir.
Assinale a opção que apresenta uma argumentação subjetiva.
Indique o mecanismo que NÃO contribui para a coesão e coerência do texto.
O rapaz insistiu: - Me dá esse documento aí!
Na transposição da fala acima para o discurso indireto, a frase CORRETA é:
Qual frase apresenta exemplo de discurso INDIRETO?
O homem era atraente e educado, de 35 a 40 anos, 1,65m de altura, 70 quilos, moreno, cabelos negros e olhos castanhos. Estava bem vestido, trajava uma blusa de malha verde e calça jeans. Eu não podia imaginar que se tratava de um bandido contumaz.
O tipo textual predominante no excerto do depoimento acima é:
Leia atentamente o texto a seguir, extraído de um dos discursos do Barão do Rio Branco, o patrono da diplomacia brasileira, para responder a questão.
“Ser, como fui desde a adolescência e na idade viril, um estudioso do nosso antigo passado militar;
ter sido, sempre que pude, em outros tempos, tanto
aqui quanto no estrangeiro, um modesto divulgador
de feitos gloriosos da nossa gente portuguesa e brasileira de outrora na defesa e dilatação do território
do Brasil; prezar constantemente os que se dedicam
à carreira das armas, indispensável para a segurança dos direitos e da honra da pátria; tudo isso, meus
senhores, não significa que eu tenha sido ou seja um
‘militarista’, como, no ardor das recentes lutas políticas, me acoimaram às vezes de o ser em alguns
dos combatentes, mal informados dos meus sentimentos e ações. Também todos os meus atos e afirmações solenes no serviço diplomático, continuando
no desempenho das funções que desde alguns anos
exerço, protestam contra as tendências belicosas e
imperialistas que alguns estrangeiros e nacionais me
têm injustamente atribuído. Nunca fui conselheiro ou
instigador de armamentos formidáveis, nem da aquisição de máquinas de guerra colossais. Limitei-me a
lembrar, como tantos outros compatriotas, a necessidade de, após vinte anos de descuido, tratarmos seriamente de reorganizar a defesa nacional seguindo
o exemplo de alguns países vizinhos, os quais em
pouco tempo haviam conseguido aparelhar-se com
elementos de defesa e ataque muito superiores aos
nossos”.
Leia atentamente o texto a seguir, extraído de um dos discursos do Barão do Rio Branco, o patrono da diplomacia brasileira, para responder a questão.
“Ser, como fui desde a adolescência e na idade viril, um estudioso do nosso antigo passado militar;
ter sido, sempre que pude, em outros tempos, tanto
aqui quanto no estrangeiro, um modesto divulgador
de feitos gloriosos da nossa gente portuguesa e brasileira de outrora na defesa e dilatação do território
do Brasil; prezar constantemente os que se dedicam
à carreira das armas, indispensável para a segurança dos direitos e da honra da pátria; tudo isso, meus
senhores, não significa que eu tenha sido ou seja um
‘militarista’, como, no ardor das recentes lutas políticas, me acoimaram às vezes de o ser em alguns
dos combatentes, mal informados dos meus sentimentos e ações. Também todos os meus atos e afirmações solenes no serviço diplomático, continuando
no desempenho das funções que desde alguns anos
exerço, protestam contra as tendências belicosas e
imperialistas que alguns estrangeiros e nacionais me
têm injustamente atribuído. Nunca fui conselheiro ou
instigador de armamentos formidáveis, nem da aquisição de máquinas de guerra colossais. Limitei-me a
lembrar, como tantos outros compatriotas, a necessidade de, após vinte anos de descuido, tratarmos seriamente de reorganizar a defesa nacional seguindo
o exemplo de alguns países vizinhos, os quais em
pouco tempo haviam conseguido aparelhar-se com
elementos de defesa e ataque muito superiores aos
nossos”.
O trecho a seguir foi extraído de um dos discursos do Barão do Rio Branco, o patrono da diplomacia brasileira. Considere-o atentamente para responder a questão.
“O estudo da história nacional é ocupação das mais gratas e tão absorvente para os que por ele se apaixonam, que, às vezes, uma vida inteira se passa em reunir elementos para trabalhos de conjunto, que nem sempre nos julgamos bastante preparados para empreender resolutamente ou cuja execução adiamos seduzidos pelo desejo de novas, mais amplas e contínuas pesquisas. Mas, durante essa longa, prolixa e paciente preparação, em que as descobertas pessoais se multiplicam, enchendo de encanto o investigador, durante o minucioso inquérito a que procedemos sobre os nossos antecedentes sociais e políticos, vai-se formando em nós, primeiro obscuramente e, depois, com evidência e autoridade irrecusáveis, a convicção da grandeza dos nossos destinos no hemisfério americano. Nenhuma recompensa cívica, nenhuma coroa de louros, nenhuma aclamação gloriosa vale esse resultado moral, que é a segurança de que o nosso patriotismo se objetiva dignamente. Diante do pessimismo irredutível dos que veem o mundo através das próprias irritações e tristezas, e mesmo nas horas escuras das nossas fadigas e desalentos pessoais, a confiança nos destinos do Brasil se apresenta como o melhor dos tônicos. Foi ela certamente a que nos amparou nos momentos difíceis com a energia que sempre pôde vencer vaticínios sinistros e infundados, nascidos somente de fatos de passageira realidade”.
(Trecho com adaptações)
O trecho a seguir foi extraído de um dos discursos do Barão do Rio Branco, o patrono da diplomacia brasileira. Considere-o atentamente para responder a questão.
“O estudo da história nacional é ocupação das mais gratas e tão absorvente para os que por ele se apaixonam, que, às vezes, uma vida inteira se passa em reunir elementos para trabalhos de conjunto, que nem sempre nos julgamos bastante preparados para empreender resolutamente ou cuja execução adiamos seduzidos pelo desejo de novas, mais amplas e contínuas pesquisas. Mas, durante essa longa, prolixa e paciente preparação, em que as descobertas pessoais se multiplicam, enchendo de encanto o investigador, durante o minucioso inquérito a que procedemos sobre os nossos antecedentes sociais e políticos, vai-se formando em nós, primeiro obscuramente e, depois, com evidência e autoridade irrecusáveis, a convicção da grandeza dos nossos destinos no hemisfério americano. Nenhuma recompensa cívica, nenhuma coroa de louros, nenhuma aclamação gloriosa vale esse resultado moral, que é a segurança de que o nosso patriotismo se objetiva dignamente. Diante do pessimismo irredutível dos que veem o mundo através das próprias irritações e tristezas, e mesmo nas horas escuras das nossas fadigas e desalentos pessoais, a confiança nos destinos do Brasil se apresenta como o melhor dos tônicos. Foi ela certamente a que nos amparou nos momentos difíceis com a energia que sempre pôde vencer vaticínios sinistros e infundados, nascidos somente de fatos de passageira realidade”.
(Trecho com adaptações)
O trecho a seguir foi extraído de um dos discursos do Barão do Rio Branco, o patrono da diplomacia brasileira. Considere-o atentamente para responder a questão.
“O estudo da história nacional é ocupação das mais gratas e tão absorvente para os que por ele se apaixonam, que, às vezes, uma vida inteira se passa em reunir elementos para trabalhos de conjunto, que nem sempre nos julgamos bastante preparados para empreender resolutamente ou cuja execução adiamos seduzidos pelo desejo de novas, mais amplas e contínuas pesquisas. Mas, durante essa longa, prolixa e paciente preparação, em que as descobertas pessoais se multiplicam, enchendo de encanto o investigador, durante o minucioso inquérito a que procedemos sobre os nossos antecedentes sociais e políticos, vai-se formando em nós, primeiro obscuramente e, depois, com evidência e autoridade irrecusáveis, a convicção da grandeza dos nossos destinos no hemisfério americano. Nenhuma recompensa cívica, nenhuma coroa de louros, nenhuma aclamação gloriosa vale esse resultado moral, que é a segurança de que o nosso patriotismo se objetiva dignamente. Diante do pessimismo irredutível dos que veem o mundo através das próprias irritações e tristezas, e mesmo nas horas escuras das nossas fadigas e desalentos pessoais, a confiança nos destinos do Brasil se apresenta como o melhor dos tônicos. Foi ela certamente a que nos amparou nos momentos difíceis com a energia que sempre pôde vencer vaticínios sinistros e infundados, nascidos somente de fatos de passageira realidade”.
(Trecho com adaptações)
Texto 2
Leia a anedota.
— Então, o senhor sofre de reumatismo?
— É claro. O que o senhor queria? Que eu usufruísse do reumatismo, que eu desfrutasse do reumatismo, que eu fruísse do reumatismo, que eu gozasse o reumatismo?
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