Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 93.561 questões
Atenção: Leia a crônica “Cobrança”, de Moacyr Scliar, para responder à questão.

Atenção: Examine a tirinha de Fernando Gonsales para responder à questão:

Atenção: Examine a tirinha de Fernando Gonsales para responder à questão:

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
O que é gaslighting e como reconhecer que você está sendo manipulado
Em relação aos Elementos de Comunicação, pode-se afirmar que:
A respeito dos aspectos linguísticos do texto CB1A2-II, julgue o item que se segue.
No trecho “Conclusões falsas são tiradas todo o tempo, mas
elas constituem tentativas” (primeiro parágrafo), o teor da
oração introduzida pelo vocábulo “mas” atenua a força
argumentativa do conteúdo da primeira oração.
Considerando as ideias do texto CB1A2-II, julgue o item seguinte.
No primeiro parágrafo, o trecho “Conclusões falsas são
tiradas todo o tempo, mas elas constituem tentativas”
representa uma das características da pseudociência que a
torna diferente da ciência.
Considerando as ideias do texto CB1A2-II, julgue o item seguinte.
Conforme se explicita no texto, a ciência só prospera quando
elimina todos os erros.
Considerando as ideias do texto CB1A2-II, julgue o item seguinte.
De acordo com o texto, a abertura à refutação de hipóteses formuladas é uma prática constante na metodologia de trabalho da ciência.Considerando as ideias do texto CB1A2-II, julgue o item seguinte.
O texto concebe as pseudociências como ciências em si
mesmas, na medida em que explicita que elas evitam, em sua
metodologia de trabalho, o confronto de suas hipóteses com
hipóteses alternativas.
Texto CB1A2-I
O uso da palavra está, necessariamente, ligado à questão da eficácia. Visando a uma multidão indistinta, a um grupo definido ou a um auditório privilegiado, o discurso procura sempre produzir um impacto sobre seu público. Esforça-se, frequentemente, para fazê-lo aderir a uma tese: ele tem, então, uma visada argumentativa. Mas o discurso também pode, mais modestamente, procurar modificar a orientação dos modos de ver e de sentir: nesse caso, ele tem uma dimensão argumentativa. Como o uso da palavra se dota do poder de influenciar seu auditório? Por quais meios verbais, por quais estratégias programadas ou espontâneas ele assegura a sua força?
Essas questões, das quais se percebe facilmente a importância na prática social, estão no centro de uma disciplina cujas raízes remontam à Antiguidade: a retórica. Para os antigos, a retórica era uma teoria da fala eficaz e também uma aprendizagem ao longo da qual os homens da cidade se iniciavam na arte de persuadir. Com o passar do tempo, entretanto, ela tornou-se, progressivamente, uma arte do bem dizer, reduzindo-se a um arsenal de figuras. Voltada para os ornamentos do discurso, a retórica chegou a se esquecer de sua vocação primeira: imprimir ao verbo a capacidade de provocar a convicção. É a esse objetivo que retornam, atualmente, as reflexões que se desenvolvem na era da democracia e da comunicação.
Ruth Amosy. A argumentação no discurso.
São Paulo: Editora Contexto, 2018, p. 7 (com adaptações).
Julgue o item subsequente, relativo aos aspectos linguísticos do texto CB1A2-I.
No último período do segundo parágrafo, o vocábulo “que”,
em suas duas ocorrências, tem a função coesiva de retomar a
palavra que imediatamente o antecede — na primeira
ocorrência, retoma “objetivo”, e na segunda, “reflexões”.
Texto CB1A2-I
O uso da palavra está, necessariamente, ligado à questão da eficácia. Visando a uma multidão indistinta, a um grupo definido ou a um auditório privilegiado, o discurso procura sempre produzir um impacto sobre seu público. Esforça-se, frequentemente, para fazê-lo aderir a uma tese: ele tem, então, uma visada argumentativa. Mas o discurso também pode, mais modestamente, procurar modificar a orientação dos modos de ver e de sentir: nesse caso, ele tem uma dimensão argumentativa. Como o uso da palavra se dota do poder de influenciar seu auditório? Por quais meios verbais, por quais estratégias programadas ou espontâneas ele assegura a sua força?
Essas questões, das quais se percebe facilmente a importância na prática social, estão no centro de uma disciplina cujas raízes remontam à Antiguidade: a retórica. Para os antigos, a retórica era uma teoria da fala eficaz e também uma aprendizagem ao longo da qual os homens da cidade se iniciavam na arte de persuadir. Com o passar do tempo, entretanto, ela tornou-se, progressivamente, uma arte do bem dizer, reduzindo-se a um arsenal de figuras. Voltada para os ornamentos do discurso, a retórica chegou a se esquecer de sua vocação primeira: imprimir ao verbo a capacidade de provocar a convicção. É a esse objetivo que retornam, atualmente, as reflexões que se desenvolvem na era da democracia e da comunicação.
Ruth Amosy. A argumentação no discurso.
São Paulo: Editora Contexto, 2018, p. 7 (com adaptações).
Julgue o item subsequente, relativo aos aspectos linguísticos do texto CB1A2-I.
No segundo período do primeiro parágrafo, a eliminação do
vocábulo “a”, em todas as suas ocorrências, não prejudicaria
a correção gramatical do texto, mas implicaria mudança de
sentido.
Texto CB1A2-I
O uso da palavra está, necessariamente, ligado à questão da eficácia. Visando a uma multidão indistinta, a um grupo definido ou a um auditório privilegiado, o discurso procura sempre produzir um impacto sobre seu público. Esforça-se, frequentemente, para fazê-lo aderir a uma tese: ele tem, então, uma visada argumentativa. Mas o discurso também pode, mais modestamente, procurar modificar a orientação dos modos de ver e de sentir: nesse caso, ele tem uma dimensão argumentativa. Como o uso da palavra se dota do poder de influenciar seu auditório? Por quais meios verbais, por quais estratégias programadas ou espontâneas ele assegura a sua força?
Essas questões, das quais se percebe facilmente a importância na prática social, estão no centro de uma disciplina cujas raízes remontam à Antiguidade: a retórica. Para os antigos, a retórica era uma teoria da fala eficaz e também uma aprendizagem ao longo da qual os homens da cidade se iniciavam na arte de persuadir. Com o passar do tempo, entretanto, ela tornou-se, progressivamente, uma arte do bem dizer, reduzindo-se a um arsenal de figuras. Voltada para os ornamentos do discurso, a retórica chegou a se esquecer de sua vocação primeira: imprimir ao verbo a capacidade de provocar a convicção. É a esse objetivo que retornam, atualmente, as reflexões que se desenvolvem na era da democracia e da comunicação.
Ruth Amosy. A argumentação no discurso.
São Paulo: Editora Contexto, 2018, p. 7 (com adaptações).
Julgue o item subsequente, relativos aos aspectos linguísticos do texto CB1A2-I.
O emprego do presente do indicativo no primeiro parágrafo
tem a finalidade de aproximar o leitor do exato momento em
que a autora escrevia o texto.
Texto CB1A2-I
O uso da palavra está, necessariamente, ligado à questão da eficácia. Visando a uma multidão indistinta, a um grupo definido ou a um auditório privilegiado, o discurso procura sempre produzir um impacto sobre seu público. Esforça-se, frequentemente, para fazê-lo aderir a uma tese: ele tem, então, uma visada argumentativa. Mas o discurso também pode, mais modestamente, procurar modificar a orientação dos modos de ver e de sentir: nesse caso, ele tem uma dimensão argumentativa. Como o uso da palavra se dota do poder de influenciar seu auditório? Por quais meios verbais, por quais estratégias programadas ou espontâneas ele assegura a sua força?
Essas questões, das quais se percebe facilmente a importância na prática social, estão no centro de uma disciplina cujas raízes remontam à Antiguidade: a retórica. Para os antigos, a retórica era uma teoria da fala eficaz e também uma aprendizagem ao longo da qual os homens da cidade se iniciavam na arte de persuadir. Com o passar do tempo, entretanto, ela tornou-se, progressivamente, uma arte do bem dizer, reduzindo-se a um arsenal de figuras. Voltada para os ornamentos do discurso, a retórica chegou a se esquecer de sua vocação primeira: imprimir ao verbo a capacidade de provocar a convicção. É a esse objetivo que retornam, atualmente, as reflexões que se desenvolvem na era da democracia e da comunicação.
Ruth Amosy. A argumentação no discurso.
São Paulo: Editora Contexto, 2018, p. 7 (com adaptações).
Julgue o item a seguir, com base nas ideias do texto CB1A2-I.
Segundo o texto, a visada argumentativa de um discurso e a
sua dimensão argumentativa são duas características
indissociáveis e de igual importância no estudo e na
compreensão dos discursos.
Texto CB1A2-I
O uso da palavra está, necessariamente, ligado à questão da eficácia. Visando a uma multidão indistinta, a um grupo definido ou a um auditório privilegiado, o discurso procura sempre produzir um impacto sobre seu público. Esforça-se, frequentemente, para fazê-lo aderir a uma tese: ele tem, então, uma visada argumentativa. Mas o discurso também pode, mais modestamente, procurar modificar a orientação dos modos de ver e de sentir: nesse caso, ele tem uma dimensão argumentativa. Como o uso da palavra se dota do poder de influenciar seu auditório? Por quais meios verbais, por quais estratégias programadas ou espontâneas ele assegura a sua força?
Essas questões, das quais se percebe facilmente a importância na prática social, estão no centro de uma disciplina cujas raízes remontam à Antiguidade: a retórica. Para os antigos, a retórica era uma teoria da fala eficaz e também uma aprendizagem ao longo da qual os homens da cidade se iniciavam na arte de persuadir. Com o passar do tempo, entretanto, ela tornou-se, progressivamente, uma arte do bem dizer, reduzindo-se a um arsenal de figuras. Voltada para os ornamentos do discurso, a retórica chegou a se esquecer de sua vocação primeira: imprimir ao verbo a capacidade de provocar a convicção. É a esse objetivo que retornam, atualmente, as reflexões que se desenvolvem na era da democracia e da comunicação.
Ruth Amosy. A argumentação no discurso.
São Paulo: Editora Contexto, 2018, p. 7 (com adaptações).
Julgue o item a seguir, com base nas ideias do texto CB1A2-I.
O texto informa que, já na Antiguidade, o discurso era
relacionado à retórica, uma teoria da fala eficaz e uma arte
de persuadir.
Texto CB1A2-I
O uso da palavra está, necessariamente, ligado à questão da eficácia. Visando a uma multidão indistinta, a um grupo definido ou a um auditório privilegiado, o discurso procura sempre produzir um impacto sobre seu público. Esforça-se, frequentemente, para fazê-lo aderir a uma tese: ele tem, então, uma visada argumentativa. Mas o discurso também pode, mais modestamente, procurar modificar a orientação dos modos de ver e de sentir: nesse caso, ele tem uma dimensão argumentativa. Como o uso da palavra se dota do poder de influenciar seu auditório? Por quais meios verbais, por quais estratégias programadas ou espontâneas ele assegura a sua força?
Essas questões, das quais se percebe facilmente a importância na prática social, estão no centro de uma disciplina cujas raízes remontam à Antiguidade: a retórica. Para os antigos, a retórica era uma teoria da fala eficaz e também uma aprendizagem ao longo da qual os homens da cidade se iniciavam na arte de persuadir. Com o passar do tempo, entretanto, ela tornou-se, progressivamente, uma arte do bem dizer, reduzindo-se a um arsenal de figuras. Voltada para os ornamentos do discurso, a retórica chegou a se esquecer de sua vocação primeira: imprimir ao verbo a capacidade de provocar a convicção. É a esse objetivo que retornam, atualmente, as reflexões que se desenvolvem na era da democracia e da comunicação.
Ruth Amosy. A argumentação no discurso.
São Paulo: Editora Contexto, 2018, p. 7 (com adaptações).
Julgue o item a seguir, com base nas ideias do texto CB1A2-I.
De acordo com o texto, o discurso caracteriza-se por
pretender gerar impacto no público ao qual se destina.
Julgue o item a seguir, que apresentam propostas de substituição ou de reescrita para trechos do texto CB1A1-I.
A correção gramatical e a coerência do texto seriam
preservadas se o primeiro período do primeiro parágrafo
fosse reescrito da seguinte forma: Há motivos para se
preocupar com a sobrevivência da democracia em um mundo
dominado pela inteligência artificial, mesmo sem temer as
máquinas à maneira do Exterminador do futuro.
Julgue o item a seguir, que apresentam propostas de substituição ou de reescrita para trechos do texto CB1A1-I.
No último período do texto, a substituição de “até exaltam”
por chegam a exaltar manteria a correção gramatical e a
coerência do texto.
Com relação a aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o seguinte item.
No terceiro parágrafo, o adjetivo “tecnocrata” (segundo
período) qualifica o termo “pensamento político” (primeiro
período).
Com relação a aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o seguinte item.
No segundo período do primeiro parágrafo, o segmento “de
que é sobretudo por meio da deliberação e do debate que
expressamos nossa aprovação e nosso descontentamento”
complementa o termo “pressupostos”.
Com relação a aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o seguinte item.
No segundo período do terceiro parágrafo, a forma
pronominal “sua” tem como referente o termo “essa
corrente”.