Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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A autora, ao citar outro texto, exemplifica uma marca característica da textualidade.
Assinale a opção que a indica:
I–Segundo a canção, o canto de sofrimento das etnias ecoa até os dias de hoje.
II–O “canto” pode ser interpretado, no sentido figurado, como uma das mais variadas formas de resistência frente à opressão.
III–Não é possível afirmar que, ao final da música, ocorre a união das raças pela condição de trabalhador.
É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):
I–As três etnias que constituem o Brasil, segundo a canção, são: a etnia indígena, a negra e a branca.
II–A primeira estrofe pontua a ignorância de algumas pessoas frente ao sofrimento fortemente marcado na História brasileira, sofrimento esse descrito pelas demais estrofes da canção.
III–Segundo a canção, não houve resistência das etnias diante das opressões sofridas.
É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):
INSTRUÇÃO: leia o texto abaixo e responda à questão.
Saudades da secretária eletrônica
INSTRUÇÃO: leia o texto abaixo e responda à questão.
Saudades da secretária eletrônica
INSTRUÇÃO: leia o texto abaixo e responda à questão.
Saudades da secretária eletrônica
INSTRUÇÃO: leia o texto abaixo e responda à questão.
Saudades da secretária eletrônica
INSTRUÇÃO: leia o texto abaixo e responda à questão.
Saudades da secretária eletrônica
INSTRUÇÃO: leia o texto abaixo e responda à questão.
Saudades da secretária eletrônica
INSTRUÇÃO: leia o texto abaixo e responda à questão.
Saudades da secretária eletrônica
1. Saborizadas e com embalagens atraentes, as bebidas energéticas podem parecer inofensivas para crianças e adolescentes, mas não são.
2. Tanto que a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) emitiu nesta sexta-feira, 20, um alerta sobre o tema e informando que o produto não é indicado para o público.
3. A Sociedade Brasileira de Pediatria lança alerta sobre produtos estimulantes e diz que não são recomendados para menores de 18 anos.
4. Diante deste cenário, a Academia Americana de Pediatria tem recomendado que o produto não seja consumido por crianças e adolescentes.
5. Em documento, a entidade informou que as bebidas energéticas têm substâncias estimulantes, como a cafeína e o guaraná, e podem conter ginseng taurina, carnitina, creatina, glucoronolactona, que não são adequadas para crianças e adolescentes.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/os-riscos-das-bebidas-energeticas-para-criancase-adolescentes/ - Texto adaptado. Acesso em: 23/05/2022)
Os voluntários foram selecionados para o estudo porque já haviam se submetido a exames de ressonância magnética antes de ter Covid. Só que esses exames eram bem antigos: haviam sido realizados há 3 anos, em média. De lá para cá, o cérebro pode ter encolhido naturalmente, por causa do envelhecimento – os voluntários tinham entre 51 e 81 anos – e não devido ao coronavírus. Além disso, os voluntários foram testados apenas 4 meses após a Covid, ou seja, ainda podiam estar com sintomas temporários.
Busto romano perdido é vendido em brechó pelo equivalente a R$ 180 Após comprar a peça, uma colecionadora de arte do Texas percebeu que a estátua parecia antiga e gasta – até descobrir que o busto, na verdade, tinha dois mil anos
(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/busto-romano-perdido-e-vendido-em-brechopor-180-reais/. Acesso em: 22/05/2022)
Leia o texto abaixo e responda.
Por que cérebro dos humanos há 3 mil anos era maior que o nosso
Por BBC
(https://g1.globo.com/ciência/. Acesso em 22/05/2022)
Nossa civilização moderna pode ser a mais avançada que já existiu na Terra, mas nossos ancestrais tinham cérebros maiores que os nossos cerca de 100 gerações atrás.
Alguns milhares de anos atrás, os seres humanos atingiram um marco na sua história, quando começaram a surgir as primeiras civilizações complexas conhecidas. Em muitos aspectos, as pessoas que andavam e se reuniam nas primeiras cidades do mundo teriam sido parecidas com os moradores das cidades atuais. Mas, daquela época até hoje, os cérebros humanos se encolheram, ainda que levemente.
O volume médio perdido seria mais ou menos equivalente a quatro bolas de tênis de mesa, segundo Jeremy DeSilva, antropólogo da Faculdade Dartmouth, nos Estados Unidos. E, segundo análises de fósseis cranianos publicadas por ele e seus colegas em 2021, essa redução começou há apenas 3 mil anos.
“É muito mais recente do que prevíamos”, afirma DeSilva. “Esperávamos algo mais próximo de 30 mil anos.”
A agricultura surgiu entre 5 e 10 mil anos atrás, mas existem evidências de que o cultivo de plantas pode ter começado até 23 mil anos atrás. E logo se seguiu a expansão das civilizações, repletas de arquitetura e máquinas.
A escrita surgiu inicialmente mais ou menos na mesma época. Mas por que, durante essa era de extraordinário desenvolvimento tecnológico, os cérebros humanos começaram a diminuir de tamanho?
Essa pergunta tem deixado os pesquisadores coçando a cabeça. E também levanta
questões sobre o que o tamanho do cérebro realmente revela sobre a inteligência dos animais
ou sua capacidade cognitiva em geral.
Instrução: leia o texto abaixo e responda a questão, relativas a ele.
O poder e a superioridade moral da rabiçaca
Xico Sá
1 abr. 2022
Ainda impressionado com a cena do Oscar — o tabefe do ator Will Smith na cara do humorista Chris Rock —, lembrei um gesto de superioridade moral que tem a marca do povo do Nordeste. Trato, óbvio, da rabiçaca (admite-se também a grafia rabissaca), aquela clássica atitude de desprezo com direito a virada brusca no corpo e uma sacodida de cabeça sob medida, de preferência com um efeito especial na cabeleira. [...]
A rabiçaca é a solução, caro Will, embora entenda que a vida possa sair um pouco do roteiro, acontece. A rabiçaca é um gesto tão nobre que foge à alçada do cancelamento. Não há lei que a enquadre, é inimputável.
Nem o muxoxo, aquele estalo com a língua e os lábios, supera a rabiçaca. Vai bem nos personagens de Machado de Assis, mas anda um pouco datado, coisa de época. A rabiçaca segue atualíssima ̶ a cantora maranhense Pabllo é mestra nessa arte.
Por mais que o muxoxo contenha desprezo e desdém, não tem a carga dramática da rabiçaca. Deixemos esse gesto antigo reservado às humilhações sofridas pelo pobre Brás Cubas. Tabefe, tapa ou soco, jamais. No máximo um croque, um cascudo, uns bolos na palmatória, como fazia dona Heroína, minha primeira professora.
O problema do tapa, Chris Rock, nem é o tapa em si, é o barulho. O estalo é que humilha, assegurava Nelson Rodrigues, autoridade teatral por excelência. Outro cara do ramo, o amigo Gregório Duvivier, também escreveu, na Folha, um belo tratado sobre o assunto, incluindo o poder da bifa e suas variantes. Recomendo a leitura.
A rabiçaca, porém, é a melhor vingança. Falo como vítima. A última que dei, ainda era um jovem cabeludo e hippie no clube Titãs de Nova Olinda. Agora não tenho mais condições, rabiçaca de careca ninguém liga, ninguém leva a sério, perde muito em matéria de potência e dramaticidade.
(SÁ, Xico. Disponível em: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/opiniao/colunistas/xicosa/o-poder-e-a-superioridade-moral-da-rabicaca-1.3211652. Acesso em: 01 abr. 2022. Adapt.)
“Não há lei que a enquadre, é inimputável.”
Assinale a alternativa cujo verbo em destaque do período acima foi substituído CORRETAMENTE de acordo com a gramática normativa da língua portuguesa.
Instrução: leia o texto abaixo e responda a questão, relativas a ele.
O poder e a superioridade moral da rabiçaca
Xico Sá
1 abr. 2022
Ainda impressionado com a cena do Oscar — o tabefe do ator Will Smith na cara do humorista Chris Rock —, lembrei um gesto de superioridade moral que tem a marca do povo do Nordeste. Trato, óbvio, da rabiçaca (admite-se também a grafia rabissaca), aquela clássica atitude de desprezo com direito a virada brusca no corpo e uma sacodida de cabeça sob medida, de preferência com um efeito especial na cabeleira. [...]
A rabiçaca é a solução, caro Will, embora entenda que a vida possa sair um pouco do roteiro, acontece. A rabiçaca é um gesto tão nobre que foge à alçada do cancelamento. Não há lei que a enquadre, é inimputável.
Nem o muxoxo, aquele estalo com a língua e os lábios, supera a rabiçaca. Vai bem nos personagens de Machado de Assis, mas anda um pouco datado, coisa de época. A rabiçaca segue atualíssima ̶ a cantora maranhense Pabllo é mestra nessa arte.
Por mais que o muxoxo contenha desprezo e desdém, não tem a carga dramática da rabiçaca. Deixemos esse gesto antigo reservado às humilhações sofridas pelo pobre Brás Cubas. Tabefe, tapa ou soco, jamais. No máximo um croque, um cascudo, uns bolos na palmatória, como fazia dona Heroína, minha primeira professora.
O problema do tapa, Chris Rock, nem é o tapa em si, é o barulho. O estalo é que humilha, assegurava Nelson Rodrigues, autoridade teatral por excelência. Outro cara do ramo, o amigo Gregório Duvivier, também escreveu, na Folha, um belo tratado sobre o assunto, incluindo o poder da bifa e suas variantes. Recomendo a leitura.
A rabiçaca, porém, é a melhor vingança. Falo como vítima. A última que dei, ainda era um jovem cabeludo e hippie no clube Titãs de Nova Olinda. Agora não tenho mais condições, rabiçaca de careca ninguém liga, ninguém leva a sério, perde muito em matéria de potência e dramaticidade.
(SÁ, Xico. Disponível em: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/opiniao/colunistas/xicosa/o-poder-e-a-superioridade-moral-da-rabicaca-1.3211652. Acesso em: 01 abr. 2022. Adapt.)
Instrução: leia o texto abaixo e responda a questão, relativas a ele.
O poder e a superioridade moral da rabiçaca
Xico Sá
1 abr. 2022
Ainda impressionado com a cena do Oscar — o tabefe do ator Will Smith na cara do humorista Chris Rock —, lembrei um gesto de superioridade moral que tem a marca do povo do Nordeste. Trato, óbvio, da rabiçaca (admite-se também a grafia rabissaca), aquela clássica atitude de desprezo com direito a virada brusca no corpo e uma sacodida de cabeça sob medida, de preferência com um efeito especial na cabeleira. [...]
A rabiçaca é a solução, caro Will, embora entenda que a vida possa sair um pouco do roteiro, acontece. A rabiçaca é um gesto tão nobre que foge à alçada do cancelamento. Não há lei que a enquadre, é inimputável.
Nem o muxoxo, aquele estalo com a língua e os lábios, supera a rabiçaca. Vai bem nos personagens de Machado de Assis, mas anda um pouco datado, coisa de época. A rabiçaca segue atualíssima ̶ a cantora maranhense Pabllo é mestra nessa arte.
Por mais que o muxoxo contenha desprezo e desdém, não tem a carga dramática da rabiçaca. Deixemos esse gesto antigo reservado às humilhações sofridas pelo pobre Brás Cubas. Tabefe, tapa ou soco, jamais. No máximo um croque, um cascudo, uns bolos na palmatória, como fazia dona Heroína, minha primeira professora.
O problema do tapa, Chris Rock, nem é o tapa em si, é o barulho. O estalo é que humilha, assegurava Nelson Rodrigues, autoridade teatral por excelência. Outro cara do ramo, o amigo Gregório Duvivier, também escreveu, na Folha, um belo tratado sobre o assunto, incluindo o poder da bifa e suas variantes. Recomendo a leitura.
A rabiçaca, porém, é a melhor vingança. Falo como vítima. A última que dei, ainda era um jovem cabeludo e hippie no clube Titãs de Nova Olinda. Agora não tenho mais condições, rabiçaca de careca ninguém liga, ninguém leva a sério, perde muito em matéria de potência e dramaticidade.
(SÁ, Xico. Disponível em: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/opiniao/colunistas/xicosa/o-poder-e-a-superioridade-moral-da-rabicaca-1.3211652. Acesso em: 01 abr. 2022. Adapt.)
“[...] aquela clássica atitude de desprezo com direito a virada brusca no corpo e uma sacodida de cabeça sob medida, de preferência com um efeito especial na cabeleira.”
É CORRETO afirmar que essa passagem se organiza predominantemente por
Instrução: leia o texto abaixo e responda a questão, relativas a ele.
O poder e a superioridade moral da rabiçaca
Xico Sá
1 abr. 2022
Ainda impressionado com a cena do Oscar — o tabefe do ator Will Smith na cara do humorista Chris Rock —, lembrei um gesto de superioridade moral que tem a marca do povo do Nordeste. Trato, óbvio, da rabiçaca (admite-se também a grafia rabissaca), aquela clássica atitude de desprezo com direito a virada brusca no corpo e uma sacodida de cabeça sob medida, de preferência com um efeito especial na cabeleira. [...]
A rabiçaca é a solução, caro Will, embora entenda que a vida possa sair um pouco do roteiro, acontece. A rabiçaca é um gesto tão nobre que foge à alçada do cancelamento. Não há lei que a enquadre, é inimputável.
Nem o muxoxo, aquele estalo com a língua e os lábios, supera a rabiçaca. Vai bem nos personagens de Machado de Assis, mas anda um pouco datado, coisa de época. A rabiçaca segue atualíssima ̶ a cantora maranhense Pabllo é mestra nessa arte.
Por mais que o muxoxo contenha desprezo e desdém, não tem a carga dramática da rabiçaca. Deixemos esse gesto antigo reservado às humilhações sofridas pelo pobre Brás Cubas. Tabefe, tapa ou soco, jamais. No máximo um croque, um cascudo, uns bolos na palmatória, como fazia dona Heroína, minha primeira professora.
O problema do tapa, Chris Rock, nem é o tapa em si, é o barulho. O estalo é que humilha, assegurava Nelson Rodrigues, autoridade teatral por excelência. Outro cara do ramo, o amigo Gregório Duvivier, também escreveu, na Folha, um belo tratado sobre o assunto, incluindo o poder da bifa e suas variantes. Recomendo a leitura.
A rabiçaca, porém, é a melhor vingança. Falo como vítima. A última que dei, ainda era um jovem cabeludo e hippie no clube Titãs de Nova Olinda. Agora não tenho mais condições, rabiçaca de careca ninguém liga, ninguém leva a sério, perde muito em matéria de potência e dramaticidade.
(SÁ, Xico. Disponível em: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/opiniao/colunistas/xicosa/o-poder-e-a-superioridade-moral-da-rabicaca-1.3211652. Acesso em: 01 abr. 2022. Adapt.)