Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q2037530 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

TEXTO

Especialista comenta as principais tecnologias para a segurança pública.

Anuário de Segurança Pública apresenta dados do setor em 2021; Especialista da Samsung SDS comenta as principais tecnologias já disponíveis no mercado. Em 21/07/2022

Além de ser um dever do Estado, "a segurança pública é um direito e uma responsabilidade de todos, a ser exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio". É o que afirma o Artigo 144 da Constituição Federal, que, para garantir a proteção de todos os cidadãos, utiliza-se de seis órgãos: Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Ferroviária Federal, Polícias Civis, Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares.
De acordo com dados do anuário de Segurança Pública, realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública referente a 2021 e divulgado no final de junho, o número de mortes violentas intencionais caiu 6,5% no Brasil. Quanto à força policial, a análise registrou a queda de 4,9% nas mortes em intervenções. Ao todo, 190 policiais foram assassinados no período analisado, uma baixa de 12% em comparação ao ano precedente.
Henrique Tesoto, especialista em soluções para o setor público da Samsung SDS, chama a atenção para o fato de que, cada vez mais, têm sido criadas tecnologias que contribuem para a redução dos números mencionados acima. "Tecnologias como Body Cams (Câmeras Corporais, em português) têm sido usadas para oferecer mais segurança à força policial presente nas ruas brasileiras. Essas câmeras permitem gravação e transmissão de dados em tempo real ao centro de controle. Ao ser integrada com sistemas de reconhecimento facial e banco de dados governamentais, a ferramenta tem a capacidade de identificar cidadãos e consultar informações como mandados de prisão, foragidos, entre outros", exemplifica. "O uso de câmeras corporais também permite às Corporações Policiais se resguardar de acusações de abuso da força policial e outros ataques ao gravar todas as interações dos agentes com a população e suspeitos", complementa o especialista. "Além de proporcionar um controle maior das operações e a coleta e documentação mais eficiente de provas e evidências.”
Tesoto ainda destaca outras tecnologias que apoiam as corporações policiais no controle das operações: "Uma delas contribui para o monitoramento de informações de saúde dos agentes, como batimentos cardíacos, pressão sanguínea, por exemplo, antecipando e identificando situações de stress. É possível também oferecer um mapeamento de áreas de risco e controle dos agentes que passam por tais áreas", exemplifica.
"Através de um smartwatch, por exemplo, um agente pode acionar o botão de emergência que envia uma notificação automática com a localização do mesmo para uma central de controle", informa.
Segundo o especialista em soluções para o setor público da Samsung SDS, também ganham destaque tecnologias de Realidade Virtual e Aumentada para simulações e treinamentos imersivos dos agentes policiais. "A utilização desse tipo de tecnologia permite que projetos sejam desenvolvidos, a fim de que os formandos interajam com um cenário realista do que encontrarão em campo, visando o aprendizado na prática por meio de simulações".
Ainda que os números referentes à pesquisa do Fórum Brasileiro sejam de quedas, Tesoto reforça a importância de investimento de empresas privadas no setor de segurança pública. "A sociedade como um todo, não só organizações públicas, deve estar atenta à segurança pública, uma vez que a falta dela pode impactar a todos enquanto sociedade", finaliza.
(https://www.terra.com.br)
Conforme Henrique Tesoto, especialista em soluções para o setor público da Samsung SDS, algumas tecnologias de segurança já estão disponíveis no mercado, como por exemplo:
Alternativas
Q2037529 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

TEXTO

Especialista comenta as principais tecnologias para a segurança pública.

Anuário de Segurança Pública apresenta dados do setor em 2021; Especialista da Samsung SDS comenta as principais tecnologias já disponíveis no mercado. Em 21/07/2022

Além de ser um dever do Estado, "a segurança pública é um direito e uma responsabilidade de todos, a ser exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio". É o que afirma o Artigo 144 da Constituição Federal, que, para garantir a proteção de todos os cidadãos, utiliza-se de seis órgãos: Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Ferroviária Federal, Polícias Civis, Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares.
De acordo com dados do anuário de Segurança Pública, realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública referente a 2021 e divulgado no final de junho, o número de mortes violentas intencionais caiu 6,5% no Brasil. Quanto à força policial, a análise registrou a queda de 4,9% nas mortes em intervenções. Ao todo, 190 policiais foram assassinados no período analisado, uma baixa de 12% em comparação ao ano precedente.
Henrique Tesoto, especialista em soluções para o setor público da Samsung SDS, chama a atenção para o fato de que, cada vez mais, têm sido criadas tecnologias que contribuem para a redução dos números mencionados acima. "Tecnologias como Body Cams (Câmeras Corporais, em português) têm sido usadas para oferecer mais segurança à força policial presente nas ruas brasileiras. Essas câmeras permitem gravação e transmissão de dados em tempo real ao centro de controle. Ao ser integrada com sistemas de reconhecimento facial e banco de dados governamentais, a ferramenta tem a capacidade de identificar cidadãos e consultar informações como mandados de prisão, foragidos, entre outros", exemplifica. "O uso de câmeras corporais também permite às Corporações Policiais se resguardar de acusações de abuso da força policial e outros ataques ao gravar todas as interações dos agentes com a população e suspeitos", complementa o especialista. "Além de proporcionar um controle maior das operações e a coleta e documentação mais eficiente de provas e evidências.”
Tesoto ainda destaca outras tecnologias que apoiam as corporações policiais no controle das operações: "Uma delas contribui para o monitoramento de informações de saúde dos agentes, como batimentos cardíacos, pressão sanguínea, por exemplo, antecipando e identificando situações de stress. É possível também oferecer um mapeamento de áreas de risco e controle dos agentes que passam por tais áreas", exemplifica.
"Através de um smartwatch, por exemplo, um agente pode acionar o botão de emergência que envia uma notificação automática com a localização do mesmo para uma central de controle", informa.
Segundo o especialista em soluções para o setor público da Samsung SDS, também ganham destaque tecnologias de Realidade Virtual e Aumentada para simulações e treinamentos imersivos dos agentes policiais. "A utilização desse tipo de tecnologia permite que projetos sejam desenvolvidos, a fim de que os formandos interajam com um cenário realista do que encontrarão em campo, visando o aprendizado na prática por meio de simulações".
Ainda que os números referentes à pesquisa do Fórum Brasileiro sejam de quedas, Tesoto reforça a importância de investimento de empresas privadas no setor de segurança pública. "A sociedade como um todo, não só organizações públicas, deve estar atenta à segurança pública, uma vez que a falta dela pode impactar a todos enquanto sociedade", finaliza.
(https://www.terra.com.br)
Os gêneros textuais são caracterizados, dentre outros fatores, por seus objetivos. Esse texto é um(a):
Alternativas
Q2037441 Português
Estudo traça as diversas ameaças ambientais à Floresta Amazônica

Pesquisadores examinaram os impactos causados pelas alterações provocadas por humanos em duas regiões do Pará — Santarém e Paragominas. Postado em 28/06/2022

Um grande estudo sobre as mudanças da paisagem na Amazônia brasileira lança uma nova luz sobre as muitas ameaças ambientais que o bioma enfrenta, mas, segundo os autores, também oferece oportunidades para a sustentabilidade na floresta tropical com maior biodiversidade do mundo. A pesquisa, publicada na revista Pnas, foi conduzida por uma equipe internacional de cientistas do Brasil e do Reino Unido. Eles examinaram os impactos causados pelas alterações provocadas por humanos em duas regiões do Pará — Santarém e Paragominas.

As descobertas são críticas porque, à medida que a Amazônia se aproxima de um ponto de inflexão — quando os estragos não têm mais volta —, elas fornecem uma base de evidências para apontar as prioridades de conservação e regeneração na floresta. Os autores mostram que os ganhos podem ser alcançados por meio de uma série de ações — incluindo, mas não se limitando a, deter o desmatamento.

"Embora o foco até agora tenha sido o desmatamento, sabemos que as paisagens das florestas tropicais são alteradas por uma gama muito mais ampla de atividades humanas", disse o pesquisador principal, Cássio Alencar Nunes, da Universidade Federal de Lavras, no Brasil, e da Universidade de Lancaster, no Reino Unido. "Essas modificações incluem o desmatamento e a degradação da floresta primária, por exemplo, por meio de corte seletivo e incêndios. Mas mesmo as paisagens desmatadas estão mudando à medida que o abandono da agricultura leva ao crescimento da floresta secundária. Como resultado, muitas paisagens tropicais são, agora, um mosaico de usos não florestais da terra, florestas secundárias em regeneração e florestas primárias degradadas", resume.

Os pesquisadores identificaram as transições que são comuns e têm altos impactos ecológicos, bem como aquelas que são tão prejudiciais quanto, mas ocorrem com menos frequência. "Nossos resultados revelaram uma compreensão mais rica de como as pessoas estão afetando a Amazônia e seu ecossistema", disse Alencar Nunes. Com dados de 310 parcelas de terra, os cientistas analisaram como as mudanças afetam a biodiversidade, examinando mais de 2 mil espécies de árvores, cipós, pássaros e insetos. Eles também avaliaram as propriedades do carbono e do solo. Além disso, utilizaram informações referentes aos anos 2006 a 2019 sobre a rapidez com que o cenário mudou em pouco mais de uma década.

As transições de florestas primárias e secundárias para pastagens por meio do desmatamento totalizaram 24 mil quilômetros quadrados por ano. Além disso, a riqueza de espécies de quase todos os grupos de biodiversidade diminuiu entre 18% e 100% nas regiões onde a floresta primária ou secundária foi convertida em pastagem ou em agricultura mecanizada. Esse segundo cenário provocou o maior impacto ecológico, mas ocorreu com menos frequência do que a conversão em pasto.

O estudo também revelou oportunidades de ação, por exemplo, destacando a importância de proteger as florestas secundárias e permitir que elas amadureçam. Os cientistas descobriram que a diversidade de grandes árvores dobrou, enquanto que a de espécies menores aumentou 55% quando as florestas secundárias jovens atingiram mais de 20 anos. "São descobertas importantes, pois mostram que felizmente há uma infinidade de ações que podem ser tomadas para proteger e melhorar a ecologia da Amazônia", destaca o pesquisador brasileiro.
https://www.correiobraziliense.com.br
“Mas mesmo as paisagens desmatadas estão mudando à medida que o abandono da agricultura leva ao crescimento da floresta secundária.” 3º§

A oração destacada nesse período exprime valor semântico de:
Alternativas
Q2037437 Português
Estudo traça as diversas ameaças ambientais à Floresta Amazônica

Pesquisadores examinaram os impactos causados pelas alterações provocadas por humanos em duas regiões do Pará — Santarém e Paragominas. Postado em 28/06/2022

Um grande estudo sobre as mudanças da paisagem na Amazônia brasileira lança uma nova luz sobre as muitas ameaças ambientais que o bioma enfrenta, mas, segundo os autores, também oferece oportunidades para a sustentabilidade na floresta tropical com maior biodiversidade do mundo. A pesquisa, publicada na revista Pnas, foi conduzida por uma equipe internacional de cientistas do Brasil e do Reino Unido. Eles examinaram os impactos causados pelas alterações provocadas por humanos em duas regiões do Pará — Santarém e Paragominas.

As descobertas são críticas porque, à medida que a Amazônia se aproxima de um ponto de inflexão — quando os estragos não têm mais volta —, elas fornecem uma base de evidências para apontar as prioridades de conservação e regeneração na floresta. Os autores mostram que os ganhos podem ser alcançados por meio de uma série de ações — incluindo, mas não se limitando a, deter o desmatamento.

"Embora o foco até agora tenha sido o desmatamento, sabemos que as paisagens das florestas tropicais são alteradas por uma gama muito mais ampla de atividades humanas", disse o pesquisador principal, Cássio Alencar Nunes, da Universidade Federal de Lavras, no Brasil, e da Universidade de Lancaster, no Reino Unido. "Essas modificações incluem o desmatamento e a degradação da floresta primária, por exemplo, por meio de corte seletivo e incêndios. Mas mesmo as paisagens desmatadas estão mudando à medida que o abandono da agricultura leva ao crescimento da floresta secundária. Como resultado, muitas paisagens tropicais são, agora, um mosaico de usos não florestais da terra, florestas secundárias em regeneração e florestas primárias degradadas", resume.

Os pesquisadores identificaram as transições que são comuns e têm altos impactos ecológicos, bem como aquelas que são tão prejudiciais quanto, mas ocorrem com menos frequência. "Nossos resultados revelaram uma compreensão mais rica de como as pessoas estão afetando a Amazônia e seu ecossistema", disse Alencar Nunes. Com dados de 310 parcelas de terra, os cientistas analisaram como as mudanças afetam a biodiversidade, examinando mais de 2 mil espécies de árvores, cipós, pássaros e insetos. Eles também avaliaram as propriedades do carbono e do solo. Além disso, utilizaram informações referentes aos anos 2006 a 2019 sobre a rapidez com que o cenário mudou em pouco mais de uma década.

As transições de florestas primárias e secundárias para pastagens por meio do desmatamento totalizaram 24 mil quilômetros quadrados por ano. Além disso, a riqueza de espécies de quase todos os grupos de biodiversidade diminuiu entre 18% e 100% nas regiões onde a floresta primária ou secundária foi convertida em pastagem ou em agricultura mecanizada. Esse segundo cenário provocou o maior impacto ecológico, mas ocorreu com menos frequência do que a conversão em pasto.

O estudo também revelou oportunidades de ação, por exemplo, destacando a importância de proteger as florestas secundárias e permitir que elas amadureçam. Os cientistas descobriram que a diversidade de grandes árvores dobrou, enquanto que a de espécies menores aumentou 55% quando as florestas secundárias jovens atingiram mais de 20 anos. "São descobertas importantes, pois mostram que felizmente há uma infinidade de ações que podem ser tomadas para proteger e melhorar a ecologia da Amazônia", destaca o pesquisador brasileiro.
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“Como resultado, muitas paisagens tropicais são, agora, um mosaico de usos não florestais da terra [...].” 3º§
Nessa frase, o autor do texto usou o seguinte tipo de figura de linguagem:
Alternativas
Q2037434 Português
Estudo traça as diversas ameaças ambientais à Floresta Amazônica

Pesquisadores examinaram os impactos causados pelas alterações provocadas por humanos em duas regiões do Pará — Santarém e Paragominas. Postado em 28/06/2022

Um grande estudo sobre as mudanças da paisagem na Amazônia brasileira lança uma nova luz sobre as muitas ameaças ambientais que o bioma enfrenta, mas, segundo os autores, também oferece oportunidades para a sustentabilidade na floresta tropical com maior biodiversidade do mundo. A pesquisa, publicada na revista Pnas, foi conduzida por uma equipe internacional de cientistas do Brasil e do Reino Unido. Eles examinaram os impactos causados pelas alterações provocadas por humanos em duas regiões do Pará — Santarém e Paragominas.

As descobertas são críticas porque, à medida que a Amazônia se aproxima de um ponto de inflexão — quando os estragos não têm mais volta —, elas fornecem uma base de evidências para apontar as prioridades de conservação e regeneração na floresta. Os autores mostram que os ganhos podem ser alcançados por meio de uma série de ações — incluindo, mas não se limitando a, deter o desmatamento.

"Embora o foco até agora tenha sido o desmatamento, sabemos que as paisagens das florestas tropicais são alteradas por uma gama muito mais ampla de atividades humanas", disse o pesquisador principal, Cássio Alencar Nunes, da Universidade Federal de Lavras, no Brasil, e da Universidade de Lancaster, no Reino Unido. "Essas modificações incluem o desmatamento e a degradação da floresta primária, por exemplo, por meio de corte seletivo e incêndios. Mas mesmo as paisagens desmatadas estão mudando à medida que o abandono da agricultura leva ao crescimento da floresta secundária. Como resultado, muitas paisagens tropicais são, agora, um mosaico de usos não florestais da terra, florestas secundárias em regeneração e florestas primárias degradadas", resume.

Os pesquisadores identificaram as transições que são comuns e têm altos impactos ecológicos, bem como aquelas que são tão prejudiciais quanto, mas ocorrem com menos frequência. "Nossos resultados revelaram uma compreensão mais rica de como as pessoas estão afetando a Amazônia e seu ecossistema", disse Alencar Nunes. Com dados de 310 parcelas de terra, os cientistas analisaram como as mudanças afetam a biodiversidade, examinando mais de 2 mil espécies de árvores, cipós, pássaros e insetos. Eles também avaliaram as propriedades do carbono e do solo. Além disso, utilizaram informações referentes aos anos 2006 a 2019 sobre a rapidez com que o cenário mudou em pouco mais de uma década.

As transições de florestas primárias e secundárias para pastagens por meio do desmatamento totalizaram 24 mil quilômetros quadrados por ano. Além disso, a riqueza de espécies de quase todos os grupos de biodiversidade diminuiu entre 18% e 100% nas regiões onde a floresta primária ou secundária foi convertida em pastagem ou em agricultura mecanizada. Esse segundo cenário provocou o maior impacto ecológico, mas ocorreu com menos frequência do que a conversão em pasto.

O estudo também revelou oportunidades de ação, por exemplo, destacando a importância de proteger as florestas secundárias e permitir que elas amadureçam. Os cientistas descobriram que a diversidade de grandes árvores dobrou, enquanto que a de espécies menores aumentou 55% quando as florestas secundárias jovens atingiram mais de 20 anos. "São descobertas importantes, pois mostram que felizmente há uma infinidade de ações que podem ser tomadas para proteger e melhorar a ecologia da Amazônia", destaca o pesquisador brasileiro.
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O tema central abordado no texto é:
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Q2037396 Português
Leia o parágrafo a seguir.
“O livro é mercadoria que se registra nos gêneros de primeira importância. É vital como o oxigênio, como a água, como uma proteína. Devia haver uma lei que obrigasse toda casa a consumir pelo menos cada semana um livro, que nem precisava ser tamanho família, podia ser um livro de bolso mesmo.”
FERREIRA, Jurandir. O livro e seus magníficos chavões. In: Da inquieta substância dos dias. São Paulo: IMS, 1991. p. 353-355.
Ao justificar, no segundo período desse parágrafo, a essencialidade do livro na vida dos cidadãos, o autor se vale da seguinte figura de linguagem:
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Q2037394 Português
Leia o artigo a seguir.
         Agosto é o mês de conscientização sobre o câncer de pulmão. Fumar é o principal fator de risco para esta doença e para vários outros tipos de tumores, além de ser responsável por diversas doenças respiratórias e cardiovasculares.
         Os problemas de saúde trazidos pelo tabagismo são conhecidos e debatidos há décadas. Muito evoluímos em educação e em tratamento contra a dependência do tabaco. No entanto, um modismo recente, que pretende parecer inofensivo pode representar uma das maiores ameaças para todas as conquistas das políticas antitabagistas: o cigarro eletrônico.
         É preciso alertar, conscientizar, informar. O que é um cigarro eletrônico? Em termos bem gerais, trata-se de uma bateria e um recipiente para a nicotina líquida e outros aditivos com sabores, como chocolate, menta, hortelã, entre outros.
     Ao consumi-lo, são introduzidas no organismo milhares de substâncias tóxicas, incluindo a nicotina, que causa dependência. Essas substâncias causam mais de 10 tipos de câncer, doenças cardíacas e pulmonares.
         Vale lembrar que a “comercialização, importação e propaganda de todos os tipos de dispositivos eletrônicos para fumar são proibidas no Brasil, por meio da Resolução de Diretoria Colegiada da Anvisa: RDC nº 46, de 28 de agosto de 2009”.
         Ao falar dos cigarros eletrônicos, lembrei a proibição, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, da fabricação e venda de cigarros com sabor artificial aqui no Brasil, na tentativa de proteger a saúde dos jovens e dificultar a iniciação do vício em cigarro.
         Nenhum dispositivo eletrônico para fumar é seguro e, ressalto, sua venda é proibida aqui no país. Além disso, o consumo do cigarro eletrônico também é prejudicial à saúde.
         Prevenir é muito mais inteligente e mais barato que remediar. Para não fumar, não comece.
MALUF, Fernando. Câncer de pulmão e o perigo dos cigarros eletrônicos. Forbes Brasil, 15 de agosto de 2022. Disponível em: https://forbes.com.br/forbessaude/2022/08/fernando-maluf-cancer-de-pulmao-eo-perigo-dos-cigarros-eletronicos/. Acesso em: 21 ago. 2022.

De acordo com o texto
Alternativas
Q2036733 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Será que o robô humanoide Optimus de Elon Musk vai realmente substituir o ser humano?

Como prometido, o robô humanoide de Elon Musk realmente fez sua estreia na etapa do AI Day 2022. Tesla, na verdade, trouxe dois protótipos. O primeiro, chamado 'Bumble-C', feito de componentes padrão, apareceu no palco caminhando de forma completamente autônoma e executando uma série de movimentos também com seus braços. Poderá regar plantas e transportar pacotes, a um custo totalmente baixo comparado ao que se pensava: 20 mil dólares, contra os 100 mil estimados. O negócio, o dos robôs, para o empresário vulcânico de origem sul-africana, valerá mais do que os carros elétricos. Musk explicou que o robô foi projetado para pesar 73 kg, mas ainda não está "pronto para andar". Falta-lhe um cérebro", e "a capacidade de resolver problemas por si só".

Será que o robô humanoide Optimus da Elon Musk vai realmente substituir o ser humano? (msn.com). Adaptado.
Cada vez mais, filmes como 'Eu, Robô', tornam-se realidades em nossa sociedade. No entanto, nunca estivemos tão perto disso com os novos robôs apresentados por Elon Musk.
De acordo com o texto:
Alternativas
Q2036639 Português
Encontrar "gás do riso" no espaço pode ser sinal de vida, sugere estudo.

Pesquisadores defendem que óxido nitroso detectado em atmosferas de exoplanetas deve ser considerado bioassinatura, já que microrganismos são capazes de produzi-lo.

Além de moléculas de oxigênio, hidrogênio e carbono, um time de pesquisadores da Universidade da Califórnia em Riverside (UCR), nos Estados Unidos, sugere que mais um gás deve ser considerado favorável à vida, caso seja encontrado no espaço: o óxido nitroso (N2O). Ou, como ele é mais conhecido, o "gás hilariante" ou "gás do riso".

O óxido nitroso pode ser produzido de várias formas pelos seres vivos, principalmente por microorganismos que realizam um processo metabólico que transforma outros compostos de nitrogênio em N2O, produzindo, assim, energia útil.

(...)

A primeira parte da investigação consistiu em determinar quanto de óxido nitroso seres vivos, em um planeta semelhante à Terra, poderiam produzir. Para isso, eles criaram um simulador de biosfera que apontava quanto N2O o planeta escolhido poderia produzir em torno de diferentes tipos de estrelas, além de quanto N2O poderia ser detectado por um observatório como o Telescópio Espacial James Webb.

Um dos escolhidos para essa simulação foram planetas do sistema estelar da anã vermelha TRAPPIST-1, que contém algumas similaridades com o nosso sistema solar.

O gás hilariante também pode ser detectado em uma atmosfera e, mesmo assim, não indicar vida, conforme descobriu a equipe de Schwieterman. Isso porque eles identificaram que certa quantidade de N2O pode ser detectada junto de dióxido de nitrogênio (NO2) — um poluente. Esses gases são criados por raios, o que evidencia para a astrobiologia que um clima ou que processos geológicos não favoráveis à vida produzem o gás.

O astrobiólogo ainda afirma que estrelas anãs dos tipos K e M produzem um espectro de luz menos eficaz em quebrar moléculas de gás hilariante, resultando em uma maior quantidade do composto em um planeta que pode ser habitado.

(...)

Para os pesquisadores, agora é hora dos astrobiólogos considerarem gases alternativos de bioassinatura, como é o caso do óxido nitroso. Isso porque o telescópio James Webb pode, em breve, enviar informações sobre as atmosferas de planetas rochosos semelhantes à Terra, como os do sistema TRAPPIST-1.

Fonte: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/ 2022/10/encontrar-gas-do-riso-no-espaco-pode-ser-sinalde-vida-sugere-estudo.htm
A partir da leitura do texto, julgue as afirmativas que seguem.
I- Os Cientistas estão sugerindo que algo está faltando na lista típica de produtos químicos que os astrobiólogos usam para procurar vida em planetas ao redor de outras estrelas – gás do riso.
II- Para a pesquisa foram feitos modelos simulando um planeta em torno de diferentes tipos de estrelas e determinaram quantidades de N2O que poderiam ser detectadas por um observatório como o Telescópio Espacial James Webb.
III- A equipe de pesquisa acredita que agora é a hora de os astrobiólogos considerarem gases alternativos de bioassinatura como o N2O, porque o telescópio James Webb pode, em breve, enviar informações sobre as atmosferas de planetas rochosos semelhantes à Terra no sistema TRAPPIST-1.
IV- Schwieterman acrescentou que estrelas comuns como as anãs K e M produzem um espectro de luz que é menos eficaz em quebrar a molécula de N2O do que o nosso Sol. Esses dois efeitos descombinados podem aumentar muito a quantidade prevista desse gás de bioassinatura em um mundo habitado.
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q2036491 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Home office e trabalho híbrido desencadearam casos de Burnout entre jovens, aponta estudo.

Síndrome tem afetado principalmente a saúde menta dos trabalhadores da Geração Z, que têm papéis de liderança em suas empresas.

A pandemia da Covid-19 tem afetado não somente a dinâmica das relações de trabalho, mas também a saúde mental dos profissionais que estão trabalhando a distância. Segundo pesquisa feita pela LHH do Grupo Adecco, empresa suíça de recursos humanos que atua em 60 países, 38% das pessoas ouvidas dizem ter sofrido da Síndrome de Burnout ao longo do ano passado.

O levantamento mostrou também que 32% dos entrevistados informaram que a saúde mental piorou significativamente por conta do trabalho à distância. Os pesquisadores entrevistaram 15 mil pessoas, em meados de 2021, em diversos países do mundo.

A Síndrome de Burnout tem afetado especialmente as gerações mais jovens, principalmente as novas lideranças. Para 45% desses líderes, que fazem parte da geração da Geração Z (nascidos entre 1995 e 2010), o trabalho remoto e/ou híbrido desencadeou aumento da Síndrome de Burnout e o deterioramento da saúde mental.

Esse índice é de 42% entre a Geração Y (ou millennials), nascidos entre 1983 e 1999; 35% entre a Geração X (1961 e 1982) e de 27% entre os chamados Baby Boomers (1945 e 1960).

Roberto Aylmer, médico e especialista em gestão estratégica de pessoas, explica que, com o home office, as pessoas passaram a gerenciar questões de trabalho e familiares no mesmo ambiente.

“Com o aumento da pressão a partir do contexto da Covid, a capacidade de resistência que já estava bastante prejudicada se mostra insuficiente para fazer frente às demandas que aumentaram. Demandas de home office, que parecem simples, mas mudam o ambiente de trabalho, demandas de gerenciar famílias e relacionamentos, dentre outras”, destacou.

Aylmer também chamou atenção para o cenário futuro, com a diminuição do home office e os efeitos a longo prazo depois do período pandêmico.

“A expectativa é de que, com o fim da pandemia, o nível de preocupação diminua, mas os efeitos do impacto desse período de dois anos continuem aparecendo. O estresse pós-traumático, o transtorno obsessivo compulsivo, depressão, ansiedade e sintomas fóbicos tendem a aparecer. E todos eles fazem parte de um contexto que vai desembocar em Burnout, se não for tratado ou gerenciado adequadamente”, pontuou ele, destacando que, caso esses quadros não sejam olhados com atenção, a tendência é de que a saúde mental nos próximos anos piore ainda mais.

O levantamento mostrou ainda que o trabalho a distância tem, muitas vezes, elevado a carga de trabalho das pessoas, o que pode e deve contribuir para um cenário futuro preocupante. 40% dos entrevistados dizem ter produzido mais do que no período pré-pandêmico. Já 42% disseram que trabalharam tanto quanto, mesmo que estejam realizando suas tarefas a distância. Além disso, 63% dos respondentes disseram que estão trabalhando 40 horas ou mais por semana, e 43% afirmaram que, provavelmente, teriam que continuar realizando tarefas laborais mais de 40 horas por semana para completar toda a demanda exigida.

Maiti Junqueira, gerente de Desenvolvimento de Talentos da LHH, disse que os líderes precisam cada vez mais olhar com atenção para a saúde mental dos trabalhadores e criar espaços para que o tema não seja tratado em segundo plano.

“Estes dados nos obrigam a olhar a saúde de forma integral (física, mental e até mesmo espiritual) e não somente física, como já é o habitual do mundo corporativo. A pandemia criou um espaço de fala para saúde mental e vejo isso como uma oportunidade para líderes e profissionais de uma maneira geral entenderem melhor sobre o tema e o colocarem como pauta de discussão. Cada um pode, além de criar consciência, criar novos hábitos e se autocuidarem”, destacou.

O Burnout é um transtorno psíquico de caráter depressivo, com sintomas parecidos com os do estresse, da ansiedade e da síndrome do pânico, mas, segundo especialistas, é desencadeada por esgotamento profissional. Ela causa problemas como insônia, dificuldade de concentração, irritabilidade e sintomas físicos como dores pelo corpo.

A síndrome, que foi incluída na Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2019, em uma lista que entrará em vigor em 2022, se não tratada, pode evoluir para doenças como hipertensão, problemas gastrointestinais, depressão profunda, problemas coronarianos e alcoolismo.
02/02/2022 - https://www.cnnbrasil.com.br
A coesão textual é responsável por estabelecer relações entre as partes do texto. Verifica-se o uso de conector com ideia de concessão no fragmento da seguinte frase: 
Alternativas
Q2036490 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Home office e trabalho híbrido desencadearam casos de Burnout entre jovens, aponta estudo.

Síndrome tem afetado principalmente a saúde menta dos trabalhadores da Geração Z, que têm papéis de liderança em suas empresas.

A pandemia da Covid-19 tem afetado não somente a dinâmica das relações de trabalho, mas também a saúde mental dos profissionais que estão trabalhando a distância. Segundo pesquisa feita pela LHH do Grupo Adecco, empresa suíça de recursos humanos que atua em 60 países, 38% das pessoas ouvidas dizem ter sofrido da Síndrome de Burnout ao longo do ano passado.

O levantamento mostrou também que 32% dos entrevistados informaram que a saúde mental piorou significativamente por conta do trabalho à distância. Os pesquisadores entrevistaram 15 mil pessoas, em meados de 2021, em diversos países do mundo.

A Síndrome de Burnout tem afetado especialmente as gerações mais jovens, principalmente as novas lideranças. Para 45% desses líderes, que fazem parte da geração da Geração Z (nascidos entre 1995 e 2010), o trabalho remoto e/ou híbrido desencadeou aumento da Síndrome de Burnout e o deterioramento da saúde mental.

Esse índice é de 42% entre a Geração Y (ou millennials), nascidos entre 1983 e 1999; 35% entre a Geração X (1961 e 1982) e de 27% entre os chamados Baby Boomers (1945 e 1960).

Roberto Aylmer, médico e especialista em gestão estratégica de pessoas, explica que, com o home office, as pessoas passaram a gerenciar questões de trabalho e familiares no mesmo ambiente.

“Com o aumento da pressão a partir do contexto da Covid, a capacidade de resistência que já estava bastante prejudicada se mostra insuficiente para fazer frente às demandas que aumentaram. Demandas de home office, que parecem simples, mas mudam o ambiente de trabalho, demandas de gerenciar famílias e relacionamentos, dentre outras”, destacou.

Aylmer também chamou atenção para o cenário futuro, com a diminuição do home office e os efeitos a longo prazo depois do período pandêmico.

“A expectativa é de que, com o fim da pandemia, o nível de preocupação diminua, mas os efeitos do impacto desse período de dois anos continuem aparecendo. O estresse pós-traumático, o transtorno obsessivo compulsivo, depressão, ansiedade e sintomas fóbicos tendem a aparecer. E todos eles fazem parte de um contexto que vai desembocar em Burnout, se não for tratado ou gerenciado adequadamente”, pontuou ele, destacando que, caso esses quadros não sejam olhados com atenção, a tendência é de que a saúde mental nos próximos anos piore ainda mais.

O levantamento mostrou ainda que o trabalho a distância tem, muitas vezes, elevado a carga de trabalho das pessoas, o que pode e deve contribuir para um cenário futuro preocupante. 40% dos entrevistados dizem ter produzido mais do que no período pré-pandêmico. Já 42% disseram que trabalharam tanto quanto, mesmo que estejam realizando suas tarefas a distância. Além disso, 63% dos respondentes disseram que estão trabalhando 40 horas ou mais por semana, e 43% afirmaram que, provavelmente, teriam que continuar realizando tarefas laborais mais de 40 horas por semana para completar toda a demanda exigida.

Maiti Junqueira, gerente de Desenvolvimento de Talentos da LHH, disse que os líderes precisam cada vez mais olhar com atenção para a saúde mental dos trabalhadores e criar espaços para que o tema não seja tratado em segundo plano.

“Estes dados nos obrigam a olhar a saúde de forma integral (física, mental e até mesmo espiritual) e não somente física, como já é o habitual do mundo corporativo. A pandemia criou um espaço de fala para saúde mental e vejo isso como uma oportunidade para líderes e profissionais de uma maneira geral entenderem melhor sobre o tema e o colocarem como pauta de discussão. Cada um pode, além de criar consciência, criar novos hábitos e se autocuidarem”, destacou.

O Burnout é um transtorno psíquico de caráter depressivo, com sintomas parecidos com os do estresse, da ansiedade e da síndrome do pânico, mas, segundo especialistas, é desencadeada por esgotamento profissional. Ela causa problemas como insônia, dificuldade de concentração, irritabilidade e sintomas físicos como dores pelo corpo.

A síndrome, que foi incluída na Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2019, em uma lista que entrará em vigor em 2022, se não tratada, pode evoluir para doenças como hipertensão, problemas gastrointestinais, depressão profunda, problemas coronarianos e alcoolismo.
02/02/2022 - https://www.cnnbrasil.com.br
O objetivo persuasivo do texto é observado principalmente na linguagem da seguinte frase:
Alternativas
Q2036489 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Home office e trabalho híbrido desencadearam casos de Burnout entre jovens, aponta estudo.

Síndrome tem afetado principalmente a saúde menta dos trabalhadores da Geração Z, que têm papéis de liderança em suas empresas.

A pandemia da Covid-19 tem afetado não somente a dinâmica das relações de trabalho, mas também a saúde mental dos profissionais que estão trabalhando a distância. Segundo pesquisa feita pela LHH do Grupo Adecco, empresa suíça de recursos humanos que atua em 60 países, 38% das pessoas ouvidas dizem ter sofrido da Síndrome de Burnout ao longo do ano passado.

O levantamento mostrou também que 32% dos entrevistados informaram que a saúde mental piorou significativamente por conta do trabalho à distância. Os pesquisadores entrevistaram 15 mil pessoas, em meados de 2021, em diversos países do mundo.

A Síndrome de Burnout tem afetado especialmente as gerações mais jovens, principalmente as novas lideranças. Para 45% desses líderes, que fazem parte da geração da Geração Z (nascidos entre 1995 e 2010), o trabalho remoto e/ou híbrido desencadeou aumento da Síndrome de Burnout e o deterioramento da saúde mental.

Esse índice é de 42% entre a Geração Y (ou millennials), nascidos entre 1983 e 1999; 35% entre a Geração X (1961 e 1982) e de 27% entre os chamados Baby Boomers (1945 e 1960).

Roberto Aylmer, médico e especialista em gestão estratégica de pessoas, explica que, com o home office, as pessoas passaram a gerenciar questões de trabalho e familiares no mesmo ambiente.

“Com o aumento da pressão a partir do contexto da Covid, a capacidade de resistência que já estava bastante prejudicada se mostra insuficiente para fazer frente às demandas que aumentaram. Demandas de home office, que parecem simples, mas mudam o ambiente de trabalho, demandas de gerenciar famílias e relacionamentos, dentre outras”, destacou.

Aylmer também chamou atenção para o cenário futuro, com a diminuição do home office e os efeitos a longo prazo depois do período pandêmico.

“A expectativa é de que, com o fim da pandemia, o nível de preocupação diminua, mas os efeitos do impacto desse período de dois anos continuem aparecendo. O estresse pós-traumático, o transtorno obsessivo compulsivo, depressão, ansiedade e sintomas fóbicos tendem a aparecer. E todos eles fazem parte de um contexto que vai desembocar em Burnout, se não for tratado ou gerenciado adequadamente”, pontuou ele, destacando que, caso esses quadros não sejam olhados com atenção, a tendência é de que a saúde mental nos próximos anos piore ainda mais.

O levantamento mostrou ainda que o trabalho a distância tem, muitas vezes, elevado a carga de trabalho das pessoas, o que pode e deve contribuir para um cenário futuro preocupante. 40% dos entrevistados dizem ter produzido mais do que no período pré-pandêmico. Já 42% disseram que trabalharam tanto quanto, mesmo que estejam realizando suas tarefas a distância. Além disso, 63% dos respondentes disseram que estão trabalhando 40 horas ou mais por semana, e 43% afirmaram que, provavelmente, teriam que continuar realizando tarefas laborais mais de 40 horas por semana para completar toda a demanda exigida.

Maiti Junqueira, gerente de Desenvolvimento de Talentos da LHH, disse que os líderes precisam cada vez mais olhar com atenção para a saúde mental dos trabalhadores e criar espaços para que o tema não seja tratado em segundo plano.

“Estes dados nos obrigam a olhar a saúde de forma integral (física, mental e até mesmo espiritual) e não somente física, como já é o habitual do mundo corporativo. A pandemia criou um espaço de fala para saúde mental e vejo isso como uma oportunidade para líderes e profissionais de uma maneira geral entenderem melhor sobre o tema e o colocarem como pauta de discussão. Cada um pode, além de criar consciência, criar novos hábitos e se autocuidarem”, destacou.

O Burnout é um transtorno psíquico de caráter depressivo, com sintomas parecidos com os do estresse, da ansiedade e da síndrome do pânico, mas, segundo especialistas, é desencadeada por esgotamento profissional. Ela causa problemas como insônia, dificuldade de concentração, irritabilidade e sintomas físicos como dores pelo corpo.

A síndrome, que foi incluída na Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2019, em uma lista que entrará em vigor em 2022, se não tratada, pode evoluir para doenças como hipertensão, problemas gastrointestinais, depressão profunda, problemas coronarianos e alcoolismo.
02/02/2022 - https://www.cnnbrasil.com.br
Analise as afirmativas a seguir.
I- A maioria dos entrevistados disse que tem feito trabalho remoto por 40h ou mais na semana.
II- Um dos motivos apontados como causa da síndrome de Burnout é a ansiedade.
III- A síndrome de Burnout se reflete em irritabilidade, depressão e ausências no trabalho, entre outras atitudes. IV- A Geração Z (ou millennials), que tem papéis de liderança, é a mais atingida pela síndrome de Burnout.
De acordo com o texto, está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Q2036431 Português

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TEXTO 4

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Adão Iturrusgarai


Considere os Textos 2, 3 e 4. Em cada um deles, é possível perceber diferentes significados para catar.


A sequência de palavras que se relaciona com o vocábulo em questão, na ordem de cada texto, sem perda semântica, é

Alternativas
Q2036430 Português
Ora, nesse catar feijão entra um risco: o de que entre os grãos pesados entre um grão qualquer, pedra ou indigesto, um grão imastigável, de quebrar dente. Certo não, quando ao catar palavras:
MELO NETO, J. C. A educação pela pedra. São Paulo: Alfaguara, 2008.

As palavras marcadas em negrito 
Alternativas
Q2036429 Português

TEXTO 3


Catar feijão


Catar feijão se limita com escrever:

jogam-se os grãos na água do alguidar

e as palavras na da folha de papel;

e depois, joga-se fora o que boiar.

Certo, toda palavra boiará no papel,

água congelada, por chumbo seu verbo:

pois para catar esse feijão, soprar nele,

e jogar fora o leve e oco, palha e eco.


 2.


Ora, nesse catar feijão entra um risco:

o de que entre os grãos pesados entre

um grão qualquer, pedra ou indigesto,

um grão imastigável, de quebrar dente.

Certo não, quando ao catar palavras:

a pedra dá à frase seu grão mais vivo:

obstrui a leitura fluviante, flutual,

açula a atenção, isca-a com o risco.


MELO NETO, J. C. A educação pela pedra. São Paulo: Alfaguara, 2008.

O texto de João Cabral de Melo Neto é 
Alternativas
Q2036419 Português
TEXTO 1
Leia o texto a seguir:
Chuva surpreende Doha no verão e causa grandes alagamentos em sede da Copa do Mundo
Relatos mostram problemas de infraestrutura na cidade para escoamento da água, com região da orla inundada. Mundial será realizado no inverno, em novembro.
Por Redação do GE — Doha, Catar, 28/07/2022 (adaptado).
A cidade de Doha, capital do Catar, foi surpreendida nesta semana por um período de chuvas raro para a região em tempos de verão – estação neste momento no hemisfério norte. Naquela quinta-feira, uma forte tempestade causou uma série de alagamentos na cidade, com relatos mostrando problemas de infraestrutura local para o escoamento da água.
Um vídeo postado pelo Doha News mostra que a área do Corniche, a orla da região, teve água invadindo as pistas para os carros, em frente ao novo Museu Nacional. Também houve o relato de casas sofrendo com o escoamento da água, como o da blogueira brasileira Leia Martinez, que mostrou os problemas que a chuva causou em sua casa.
(...)
A Copa do Mundo de 2022 será realizada no inverno catari, entre novembro e dezembro deste ano. A escolha da Fifa para mexer na tradicional data do evento se deu pelo fato de o verão no local ter temperaturas muito elevadas, podendo dificultar não só a prática esportiva, mas os deslocamentos dos fãs pela cidade.
De acordo com o texto, é correto afirmar que 
Alternativas
Q2035705 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO

FURTO DE FLOR

Carlos Drummond de Andrade

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor.

Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem.

Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la no jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara.

O porteiro estava atento e repreendeu-me.

– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! 

“Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição.” 3º parágrafo Na frase acima, a palavra sublinhada: 
Alternativas
Q2035704 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO

FURTO DE FLOR

Carlos Drummond de Andrade

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor.

Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem.

Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la no jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara.

O porteiro estava atento e repreendeu-me.

– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! 

Releia o trecho a seguir.
“Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água.” 2º parágrafo
As palavras sublinhadas nessa frase referem-se a:
Alternativas
Q2035701 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO

FURTO DE FLOR

Carlos Drummond de Andrade

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor.

Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem.

Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la no jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara.

O porteiro estava atento e repreendeu-me.

– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! 

“Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia.” 4º parágrafo
Sem mudança de sentido, a palavra acima sublinhada pode ser substituída por:
Alternativas
Q2035700 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO

FURTO DE FLOR

Carlos Drummond de Andrade

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor.

Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem.

Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la no jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara.

O porteiro estava atento e repreendeu-me.

– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! 

Marque a alternativa que apresenta a mensagem do texto. 
Alternativas
Respostas
41261: C
41262: E
41263: C
41264: A
41265: A
41266: A
41267: C
41268: E
41269: A
41270: B
41271: E
41272: A
41273: C
41274: C
41275: D
41276: A
41277: C
41278: B
41279: A
41280: E