Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

Questões Discursivas

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Q1974664 Português
No texto, o instrutor compara dirigir um automóvel a 
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Q1974663 Português
No texto, a personagem que narra dirigia um jipe de alavancas duras, quando se preparava para tirar a carteira de motorista, porque
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Q1974662 Português

Internet: <maioamarelo.com>(com adaptações).

No texto, a expressão “coisa muito errada” refere-se
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Q1974654 Português
Cada uma das alternativas a seguir apresenta uma proposta de reescrita para o seguinte trecho do texto: “A evolução de carros autônomos só é possível com essa nova tecnologia.” (linhas 39 e 40). Assinale a alternativa em que a proposta apresentada preserva a correção gramatical do texto, no que se refere à ortografia. 
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Q1974651 Português
De acordo com o antepenúltimo parágrafo do texto, 
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Q1974497 Português
Em todas as frases abaixo há comparações; assinale a opção em que a comparação estabelecida não está explicada.
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Q1974495 Português
Em todas as opções abaixo, há um termo ou segmento sublinhado; assinale a opção em que esse termo ou segmento não mostra duplicidade de sentido em referência ao conteúdo da frase
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Q1974494 Português

Em todas as opções abaixo há uma oração reduzida de infinitivo, que foi modificada, respectivamente, para uma oração desenvolvida e, a seguir, para uma estrutura nominal.


Assinale a opção em que houve erro numa dessas modificações.

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Q1974492 Português
Assinala a frase em que a troca de posição dos termos sublinhados modifica o sentido original da frase.
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Q1974491 Português

Todas as frases abaixo foram reescritas após um deslocamento de termos, com a finalidade de criar-se um pleonasmo.

Assinale a opção em que essa modificação foi feita de forma adequada.

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Q1974488 Português
Uma das marcas da textualidade é a coerência. Entre as frases abaixo, assinale aquela que se mostra incoerente.
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Q1974437 Português
Nas opções abaixo, há um termo ou segmento sublinhado; assinale a opção em que esse termo ou segmento não mostra duplicidade de sentido.
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Q1974436 Português

Em todas as frases abaixo há um vocábulo sublinhado; para esse vocábulo foi proposta uma substituição por outro de mesmo sentido básico, mas de maior intensidade.


Assinale a opção em que a substituição proposta é inadequada, por não representar algo mais intenso.

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Q1974434 Português

Observe o seguinte texto:


– Você é que é o primo dele?

– Sim, sou eu...

– Puxa! Ele fala muito de você!

– Espero que bem...

– Quantos dias você vai ficar por aqui?

– Ainda não sei de que tempo vou dispor...

– Ora, veja se consegue almoçar conosco....


Nesse pequeno texto, só não está presente uma frase

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Q1974433 Português

Algumas frases destacam algum de seus elementos, ganhando valor enfático.

Assinale a opção que não apresenta qualquer termo com essa finalidade.

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Q1974431 Português

Observe quatro maneiras distintas de solicitar o empréstimo de uma caneta:


– Você, por acaso, teria uma caneta?

– Desculpe-me! Eu esqueci minha caneta.

– Empreste-me uma caneta.

– Sua caneta!


Sobre essas formas de solicitação, assinale a observação adequada. 

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Q1974429 Português

As opções a seguir apresentam troca de posição das orações.


Assinale o caso em que essa troca foi feita sem modificação de sentido.

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Q1973800 Português

Texto CG3A1-I


        Antes de mais nada, há a liberdade suspensiva oferecida pela caminhada, mesmo que seja um simples passeio: livrar-se da carga das preocupações, esquecer por algum tempo os afazeres. Optamos por não levar o escritório conosco: saímos, flanamos, pensamos em outras coisas. Com as excursões de vários dias, acentua-se o movimento de desapego: escapamos das obrigações do trabalho, libertamo-nos do jugo dos hábitos. Mas em que aspecto caminhar nos faria sentir essa liberdade mais do que numa longa viagem? Afinal, surgem outras limitações não menos penosas: o peso da mochila, a duração das etapas, a incerteza do tempo (ameaças de chuva ou de tempestade, calor sufocante), a rusticidade dos albergues, algumas dores... Mas só a caminhada consegue nos libertar das ilusões do indispensável. Como tal, ela permanece o reino de poderosas necessidades. Para chegar a determinada etapa, é preciso caminhar tantas horas, que correspondem a tantos passos; a improvisação é limitada, pois não estamos percorrendo caminhos de jardim e não podemos nos enganar nos entroncamentos, sob pena de pagar um preço muito alto. Quando a neblina invade a montanha ou uma chuva torrencial começa a cair, é preciso seguir, continuar. A comida e a água são objeto de cálculos precisos, em função do percurso e dos mananciais. Sem falar no desconforto. Ora, o milagre não é ficarmos felizes apesar disso, mas graças a isso. Quero dizer que não dispor de múltiplas opções de comida ou de bebida, estar submetido à grande fatalidade das condições climáticas, contar somente com a regularidade do próprio passo, tudo isso faz, de pronto, que a profusão da oferta (de mercadorias, de transportes, de conexões) e a multiplicação das facilidades (de comunicar, de comprar, de circular) nos pareçam outras tantas formas de dependência. Todas essas microlibertações não passam de acelerações do sistema, que me aprisiona com mais força. Tudo o que me liberta do tempo e do espaço me afasta da velocidade.

Frédéric Gros. Caminhar: uma filosofia.

São Paulo:Ubu Editora, 2021, p. 13-14 (com adaptações).

No que se refere a aspectos morfossintáticos do texto CG3A1-I, julgue o item subsecutivo.


A substituição de “pensamos” (segundo período) por damos atenção manteria os sentidos e a correção gramatical do texto.

Alternativas
Q1973795 Português

Texto CG3A1-I


        Antes de mais nada, há a liberdade suspensiva oferecida pela caminhada, mesmo que seja um simples passeio: livrar-se da carga das preocupações, esquecer por algum tempo os afazeres. Optamos por não levar o escritório conosco: saímos, flanamos, pensamos em outras coisas. Com as excursões de vários dias, acentua-se o movimento de desapego: escapamos das obrigações do trabalho, libertamo-nos do jugo dos hábitos. Mas em que aspecto caminhar nos faria sentir essa liberdade mais do que numa longa viagem? Afinal, surgem outras limitações não menos penosas: o peso da mochila, a duração das etapas, a incerteza do tempo (ameaças de chuva ou de tempestade, calor sufocante), a rusticidade dos albergues, algumas dores... Mas só a caminhada consegue nos libertar das ilusões do indispensável. Como tal, ela permanece o reino de poderosas necessidades. Para chegar a determinada etapa, é preciso caminhar tantas horas, que correspondem a tantos passos; a improvisação é limitada, pois não estamos percorrendo caminhos de jardim e não podemos nos enganar nos entroncamentos, sob pena de pagar um preço muito alto. Quando a neblina invade a montanha ou uma chuva torrencial começa a cair, é preciso seguir, continuar. A comida e a água são objeto de cálculos precisos, em função do percurso e dos mananciais. Sem falar no desconforto. Ora, o milagre não é ficarmos felizes apesar disso, mas graças a isso. Quero dizer que não dispor de múltiplas opções de comida ou de bebida, estar submetido à grande fatalidade das condições climáticas, contar somente com a regularidade do próprio passo, tudo isso faz, de pronto, que a profusão da oferta (de mercadorias, de transportes, de conexões) e a multiplicação das facilidades (de comunicar, de comprar, de circular) nos pareçam outras tantas formas de dependência. Todas essas microlibertações não passam de acelerações do sistema, que me aprisiona com mais força. Tudo o que me liberta do tempo e do espaço me afasta da velocidade.

Frédéric Gros. Caminhar: uma filosofia.

São Paulo:Ubu Editora, 2021, p. 13-14 (com adaptações).

Acerca dos sentidos e dos mecanismos de coesão do texto CG3A1-I, julgue o próximo item. 


O pronome “ela” (sétimo período) retoma “essa liberdade” (quarto período).

Alternativas
Q1973791 Português

Texto CG3A1-I


        Antes de mais nada, há a liberdade suspensiva oferecida pela caminhada, mesmo que seja um simples passeio: livrar-se da carga das preocupações, esquecer por algum tempo os afazeres. Optamos por não levar o escritório conosco: saímos, flanamos, pensamos em outras coisas. Com as excursões de vários dias, acentua-se o movimento de desapego: escapamos das obrigações do trabalho, libertamo-nos do jugo dos hábitos. Mas em que aspecto caminhar nos faria sentir essa liberdade mais do que numa longa viagem? Afinal, surgem outras limitações não menos penosas: o peso da mochila, a duração das etapas, a incerteza do tempo (ameaças de chuva ou de tempestade, calor sufocante), a rusticidade dos albergues, algumas dores... Mas só a caminhada consegue nos libertar das ilusões do indispensável. Como tal, ela permanece o reino de poderosas necessidades. Para chegar a determinada etapa, é preciso caminhar tantas horas, que correspondem a tantos passos; a improvisação é limitada, pois não estamos percorrendo caminhos de jardim e não podemos nos enganar nos entroncamentos, sob pena de pagar um preço muito alto. Quando a neblina invade a montanha ou uma chuva torrencial começa a cair, é preciso seguir, continuar. A comida e a água são objeto de cálculos precisos, em função do percurso e dos mananciais. Sem falar no desconforto. Ora, o milagre não é ficarmos felizes apesar disso, mas graças a isso. Quero dizer que não dispor de múltiplas opções de comida ou de bebida, estar submetido à grande fatalidade das condições climáticas, contar somente com a regularidade do próprio passo, tudo isso faz, de pronto, que a profusão da oferta (de mercadorias, de transportes, de conexões) e a multiplicação das facilidades (de comunicar, de comprar, de circular) nos pareçam outras tantas formas de dependência. Todas essas microlibertações não passam de acelerações do sistema, que me aprisiona com mais força. Tudo o que me liberta do tempo e do espaço me afasta da velocidade.

Frédéric Gros. Caminhar: uma filosofia.

São Paulo:Ubu Editora, 2021, p. 13-14 (com adaptações).

Considerando as ideias do texto CG3A1-I, julgue o seguinte item. 


Consoante a perspectiva defendida no texto, a abundância de comodidades na vida moderna promove uma sujeição desnecessária das pessoas.

Alternativas
Respostas
40221: E
40222: C
40223: E
40224: E
40225: C
40226: E
40227: D
40228: E
40229: B
40230: B
40231: D
40232: E
40233: A
40234: E
40235: D
40236: A
40237: A
40238: E
40239: E
40240: C