Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q1949251 Português

Em relação à ortografia oficial, à correção gramatical e à preservação dos sentidos do texto, julgue o item, que consistem em propostas de substituição para vocábulos e trechos destacados do texto.


“que se baseia” (linha 3) por embasa-se

Alternativas
Q1949250 Português

Em relação à ortografia oficial, à correção gramatical e à preservação dos sentidos do texto, julgue o item, que consistem em propostas de substituição para vocábulos e trechos destacados do texto.


“culminar” (linha 1) por coligir 

Alternativas
Q1949245 Português

Acerca da tipologia do texto, das ideias nele expressas e de seus aspectos linguísticos, julgue o item.


Constituem, segundo o texto, vantagens da digitalização da indústria a redução do tempo de desenvolvimento dos produtos e o aumento da produtividade. 

Alternativas
Q1949244 Português

Acerca da tipologia do texto, das ideias nele expressas e de seus aspectos linguísticos, julgue o item.


Entende-se da leitura do texto que o Brasil já teve lugar de destaque entre os principais competidores no mercado industrial mundial. 

Alternativas
Q1949243 Português

Acerca da tipologia do texto, das ideias nele expressas e de seus aspectos linguísticos, julgue o item.


Pelo exposto no texto, entende-se que os novos modelos de negócios, característicos da digitalização da indústria, estão associados a uma nova forma de relacionamento com os clientes. 

Alternativas
Q1949242 Português

Acerca da tipologia do texto, das ideias nele expressas e de seus aspectos linguísticos, julgue o item.


De acordo com as informações do texto, um dos fatores estimuladores para os novos processos de produção industrial, que envolvem o emprego de tecnologia digital, é a privação de recursos. 

Alternativas
Q1948930 Português
A língua como direito humano

   Deu na tevê. Uma haitiana gesticula desesperada. Não chora. Talvez tenha gastado as lágrimas. Ou o corpo, desidratado, não pudesse desperdiçar uma gota de líquido sequer. O soldado tenta entendê-la. Não consegue. Ela não fala francês, língua oficial do país. Fala dialeto próprio, incomunicável. Compadecido, o homem se esforça pra interpretar o código estranho. Infere que ela quer lhe dizer onde estão corpos soterrados. Provavelmente mãe, marido, filhos dela.

   Tivesse ocorrido antes da divulgação do decreto brasileiro sobre direitos humanos, a cena inspiraria a inclusão de outro assunto. Trata-se da língua. Ela figuraria ao lado da salvaguarda à vida, à educação, à segurança, ao trabalho. A razão é simples. Se considerarmos direito humano a garantia de vida digna independentemente de raça, sexo, idade ou religião, a língua não pode ficar de fora. É com ela que pensamos. É com ela que nos tornamos seres sociais sofisticados — conquistamos amigos, educamos os filhos.

   Povos e governantes lhe conhecem o poder. Os árabes só são árabes porque falam árabe. São 23 países cuja única identidade é o idioma. O generalíssimo Franco, pra pisar o orgulho catalão, proibiu-os de falar catalão. As escolas também apagaram o idioma dos currículos. Morto o ditador, o enterrado voltou à luz. Hoje convive com o espanhol. Os judeus, quando criaram o Estado de Israel, precisaram de uma língua nacional. Ressuscitaram o hebraico. Nome de ruas, placas, cardápios, livros, revistas, jornais são escritos como nos tempos idos e vividos.

  A Declaração Universal dos Direitos Humanos completou 60 anos. Entre os 30 mandamentos, está a manifestação livre do pensamento. Como chegar lá sem o domínio da língua? Como pensar sem palavras? Como expressar-se sem elas? Conclusão: se o homem é animal racional, a língua faz a diferença. Se o homem é animal social, a língua antecede os demais direitos.

DAD SQUARISI Adaptado de https://blogs-correiobraziliense-com-br.cdn.ampproject.org
De acordo com o texto, a língua tem, entre outras, a função de:
Alternativas
Q1948928 Português
A língua como direito humano

   Deu na tevê. Uma haitiana gesticula desesperada. Não chora. Talvez tenha gastado as lágrimas. Ou o corpo, desidratado, não pudesse desperdiçar uma gota de líquido sequer. O soldado tenta entendê-la. Não consegue. Ela não fala francês, língua oficial do país. Fala dialeto próprio, incomunicável. Compadecido, o homem se esforça pra interpretar o código estranho. Infere que ela quer lhe dizer onde estão corpos soterrados. Provavelmente mãe, marido, filhos dela.

   Tivesse ocorrido antes da divulgação do decreto brasileiro sobre direitos humanos, a cena inspiraria a inclusão de outro assunto. Trata-se da língua. Ela figuraria ao lado da salvaguarda à vida, à educação, à segurança, ao trabalho. A razão é simples. Se considerarmos direito humano a garantia de vida digna independentemente de raça, sexo, idade ou religião, a língua não pode ficar de fora. É com ela que pensamos. É com ela que nos tornamos seres sociais sofisticados — conquistamos amigos, educamos os filhos.

   Povos e governantes lhe conhecem o poder. Os árabes só são árabes porque falam árabe. São 23 países cuja única identidade é o idioma. O generalíssimo Franco, pra pisar o orgulho catalão, proibiu-os de falar catalão. As escolas também apagaram o idioma dos currículos. Morto o ditador, o enterrado voltou à luz. Hoje convive com o espanhol. Os judeus, quando criaram o Estado de Israel, precisaram de uma língua nacional. Ressuscitaram o hebraico. Nome de ruas, placas, cardápios, livros, revistas, jornais são escritos como nos tempos idos e vividos.

  A Declaração Universal dos Direitos Humanos completou 60 anos. Entre os 30 mandamentos, está a manifestação livre do pensamento. Como chegar lá sem o domínio da língua? Como pensar sem palavras? Como expressar-se sem elas? Conclusão: se o homem é animal racional, a língua faz a diferença. Se o homem é animal social, a língua antecede os demais direitos.

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Com base na seguinte frase “Ou o corpo, desidratado, não pudesse desperdiçar uma gota de líquido sequer” (1º parágrafo), responda à questão.


A palavra “sequer” tem o mesmo sentido de: 
Alternativas
Q1948927 Português
A língua como direito humano

   Deu na tevê. Uma haitiana gesticula desesperada. Não chora. Talvez tenha gastado as lágrimas. Ou o corpo, desidratado, não pudesse desperdiçar uma gota de líquido sequer. O soldado tenta entendê-la. Não consegue. Ela não fala francês, língua oficial do país. Fala dialeto próprio, incomunicável. Compadecido, o homem se esforça pra interpretar o código estranho. Infere que ela quer lhe dizer onde estão corpos soterrados. Provavelmente mãe, marido, filhos dela.

   Tivesse ocorrido antes da divulgação do decreto brasileiro sobre direitos humanos, a cena inspiraria a inclusão de outro assunto. Trata-se da língua. Ela figuraria ao lado da salvaguarda à vida, à educação, à segurança, ao trabalho. A razão é simples. Se considerarmos direito humano a garantia de vida digna independentemente de raça, sexo, idade ou religião, a língua não pode ficar de fora. É com ela que pensamos. É com ela que nos tornamos seres sociais sofisticados — conquistamos amigos, educamos os filhos.

   Povos e governantes lhe conhecem o poder. Os árabes só são árabes porque falam árabe. São 23 países cuja única identidade é o idioma. O generalíssimo Franco, pra pisar o orgulho catalão, proibiu-os de falar catalão. As escolas também apagaram o idioma dos currículos. Morto o ditador, o enterrado voltou à luz. Hoje convive com o espanhol. Os judeus, quando criaram o Estado de Israel, precisaram de uma língua nacional. Ressuscitaram o hebraico. Nome de ruas, placas, cardápios, livros, revistas, jornais são escritos como nos tempos idos e vividos.

  A Declaração Universal dos Direitos Humanos completou 60 anos. Entre os 30 mandamentos, está a manifestação livre do pensamento. Como chegar lá sem o domínio da língua? Como pensar sem palavras? Como expressar-se sem elas? Conclusão: se o homem é animal racional, a língua faz a diferença. Se o homem é animal social, a língua antecede os demais direitos.

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Com base na seguinte frase “Ou o corpo, desidratado, não pudesse desperdiçar uma gota de líquido sequer” (1º parágrafo), responda à questão.

No contexto da descrição da cena, essa frase assume o sentido de:
Alternativas
Q1948925 Português
A língua como direito humano

   Deu na tevê. Uma haitiana gesticula desesperada. Não chora. Talvez tenha gastado as lágrimas. Ou o corpo, desidratado, não pudesse desperdiçar uma gota de líquido sequer. O soldado tenta entendê-la. Não consegue. Ela não fala francês, língua oficial do país. Fala dialeto próprio, incomunicável. Compadecido, o homem se esforça pra interpretar o código estranho. Infere que ela quer lhe dizer onde estão corpos soterrados. Provavelmente mãe, marido, filhos dela.

   Tivesse ocorrido antes da divulgação do decreto brasileiro sobre direitos humanos, a cena inspiraria a inclusão de outro assunto. Trata-se da língua. Ela figuraria ao lado da salvaguarda à vida, à educação, à segurança, ao trabalho. A razão é simples. Se considerarmos direito humano a garantia de vida digna independentemente de raça, sexo, idade ou religião, a língua não pode ficar de fora. É com ela que pensamos. É com ela que nos tornamos seres sociais sofisticados — conquistamos amigos, educamos os filhos.

   Povos e governantes lhe conhecem o poder. Os árabes só são árabes porque falam árabe. São 23 países cuja única identidade é o idioma. O generalíssimo Franco, pra pisar o orgulho catalão, proibiu-os de falar catalão. As escolas também apagaram o idioma dos currículos. Morto o ditador, o enterrado voltou à luz. Hoje convive com o espanhol. Os judeus, quando criaram o Estado de Israel, precisaram de uma língua nacional. Ressuscitaram o hebraico. Nome de ruas, placas, cardápios, livros, revistas, jornais são escritos como nos tempos idos e vividos.

  A Declaração Universal dos Direitos Humanos completou 60 anos. Entre os 30 mandamentos, está a manifestação livre do pensamento. Como chegar lá sem o domínio da língua? Como pensar sem palavras? Como expressar-se sem elas? Conclusão: se o homem é animal racional, a língua faz a diferença. Se o homem é animal social, a língua antecede os demais direitos.

DAD SQUARISI Adaptado de https://blogs-correiobraziliense-com-br.cdn.ampproject.org
A discussão do texto se organiza a partir da seguinte ideia: 
Alternativas
Q1948699 Português
Em relação às figuras de linguagem, assinalar a alternativa que apresenta o recurso utilizado na oração abaixo:
Felicidade é receber pouco e trabalhar muito. 
Alternativas
Q1948692 Português
Estudo analisa morte por câncer associada ____ exposição
laboral

    Estudo elaborado pelo Ministério da Saúde indica que, entre 1980 e 2019, mais de 3 milhões de pessoas morreram no Brasil por até 18 tipos de câncer que podem ter sido causados pela exposição ____ produtos, substâncias ou misturas presentes em ambientes de trabalho.
    Segundo o Atlas do Câncer Relacionado ao Trabalho no Brasil, ao longo de 39 anos, o Sistema de Informações sobre Mortalidade registrou 3.010.046 óbitos decorrentes desses tipos de câncer. O resultado, segundo ____ equipe técnica, poderia ser menor, caso mais ações tivessem sido feitas para controlar ou eliminar a exposição dos trabalhadores ____ agentes cancerígenos.
   Após uma primeira versão do atlas, publicada em 2018, os pesquisadores voltaram a se debruçar sobre os registros nacionais de câncer de bexiga, esôfago, estômago, fígado, glândula tireoide, laringe, mama, mesotélio, nasofaringe, ovário, próstata, rim e traqueia, brônquios e pulmões. Também são analisados o sistema nervoso central e os casos de leucemias, linfomas não Hodgkin, melanomas cutâneos e mielomas múltiplos.
   O objetivo do estudo é contribuir no planejamento e na tomada de decisão nas ações de vigilância em saúde do trabalhador.
   Segundo ____ estimativas globais, em 2015, cerca de 30% dos trabalhadores vítimas de doenças associadas ao trabalho morreram em consequência de um tipo de câncer também relacionado ao trabalho. Do total de mortes em consequência dos 18 tipos de câncer, a proporção de óbitos foi 1,4 vezes maior entre os homens.
    No caso do câncer de laringe, a diferença chegou a ser sete vezes maior. Além disso, os óbitos relacionados a apenas oito das 18 tipologias selecionadas (pulmão, mama, próstata, estômago, esôfago, fígado, leucemia e sistema nervoso central) representam mais de 80% de todos os falecimentos.
    O atlas apresenta uma análise do problema nas cinco regiões brasileiras e informações sobre atividades econômicas e situações de exposição. Há, ainda, recomendações, como a importância da fiscalização dos processos e atividades com potencial cancerígeno e a urgência de estruturação de sistemas de informação e monitoramento capazes de gerar dados sobre os efeitos dos contaminantes ambientais na saúde humana.
  “Quando falamos de câncer relacionado ao trabalho, estamos falando de agentes químicos, físicos e biológicos que podem ser eliminados e substituídos. No Brasil, isso constitui um problema, porque convivemos com agentes que já foram banidos em outros países”, disse a gerente da Unidade Técnica de Exposição Ocupacional, Ambiental e Câncer do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

(Fonte: Sul 21 - adaptado.)
De acordo com o texto, analisar os itens abaixo:

I. O atlas não apresenta uma análise individual das regiões do Brasil; traz informações mais relacionadas à preocupação com as atividades econômicas do país.
II. Em 2015, estimativas globais apontavam que entre as vítimas de doenças associadas ao trabalho, cerca de 30% morreram em consequência de um tipo de câncer.

III. Os 18 tipos de câncer apontados no estudo matam mais os homens do que mulheres.

Está(ão) CORRETO(S): 
Alternativas
Q1948691 Português
Estudo analisa morte por câncer associada ____ exposição
laboral

    Estudo elaborado pelo Ministério da Saúde indica que, entre 1980 e 2019, mais de 3 milhões de pessoas morreram no Brasil por até 18 tipos de câncer que podem ter sido causados pela exposição ____ produtos, substâncias ou misturas presentes em ambientes de trabalho.
    Segundo o Atlas do Câncer Relacionado ao Trabalho no Brasil, ao longo de 39 anos, o Sistema de Informações sobre Mortalidade registrou 3.010.046 óbitos decorrentes desses tipos de câncer. O resultado, segundo ____ equipe técnica, poderia ser menor, caso mais ações tivessem sido feitas para controlar ou eliminar a exposição dos trabalhadores ____ agentes cancerígenos.
   Após uma primeira versão do atlas, publicada em 2018, os pesquisadores voltaram a se debruçar sobre os registros nacionais de câncer de bexiga, esôfago, estômago, fígado, glândula tireoide, laringe, mama, mesotélio, nasofaringe, ovário, próstata, rim e traqueia, brônquios e pulmões. Também são analisados o sistema nervoso central e os casos de leucemias, linfomas não Hodgkin, melanomas cutâneos e mielomas múltiplos.
   O objetivo do estudo é contribuir no planejamento e na tomada de decisão nas ações de vigilância em saúde do trabalhador.
   Segundo ____ estimativas globais, em 2015, cerca de 30% dos trabalhadores vítimas de doenças associadas ao trabalho morreram em consequência de um tipo de câncer também relacionado ao trabalho. Do total de mortes em consequência dos 18 tipos de câncer, a proporção de óbitos foi 1,4 vezes maior entre os homens.
    No caso do câncer de laringe, a diferença chegou a ser sete vezes maior. Além disso, os óbitos relacionados a apenas oito das 18 tipologias selecionadas (pulmão, mama, próstata, estômago, esôfago, fígado, leucemia e sistema nervoso central) representam mais de 80% de todos os falecimentos.
    O atlas apresenta uma análise do problema nas cinco regiões brasileiras e informações sobre atividades econômicas e situações de exposição. Há, ainda, recomendações, como a importância da fiscalização dos processos e atividades com potencial cancerígeno e a urgência de estruturação de sistemas de informação e monitoramento capazes de gerar dados sobre os efeitos dos contaminantes ambientais na saúde humana.
  “Quando falamos de câncer relacionado ao trabalho, estamos falando de agentes químicos, físicos e biológicos que podem ser eliminados e substituídos. No Brasil, isso constitui um problema, porque convivemos com agentes que já foram banidos em outros países”, disse a gerente da Unidade Técnica de Exposição Ocupacional, Ambiental e Câncer do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

(Fonte: Sul 21 - adaptado.)
De acordo com o texto, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q1948568 Português
Julgue o item, que consistem em propostas de substituição para termos e trechos destacados do texto, no que se refere à correção gramatical e à manutenção das ideias.

“há a necessidade premente da” (linha 34) por urge a
Alternativas
Q1948566 Português
Julgue o item, que consistem em propostas de substituição para termos e trechos destacados do texto, no que se refere à correção gramatical e à manutenção das ideias.

“que abrem caminhos para” (linha 4) por cujos caminhos se abrem para
Alternativas
Q1948565 Português
Julgue o item, que consistem em propostas de substituição para termos e trechos destacados do texto, no que se refere à correção gramatical e à manutenção das ideias.

“que vem acompanhando a indústria” (linhas 1 e 2) por a ser acompanhada pela indústria
Alternativas
Q1948562 Português

Considerando a tipologia do texto, as ideias nele expressas e seus aspectos linguísticos, julgue o item.



Estaria mantida a correção gramatical do texto caso fosse inserida uma vírgula imediatamente após o termo “ponta” (linha 8). 

Alternativas
Q1948559 Português

Considerando a tipologia do texto, as ideias nele expressas e seus aspectos linguísticos, julgue o item. 



De acordo com a organização das ideias no texto, entende-se que o “desafio” mencionado à linha 41 diz respeito à digitalização da indústria. 

Alternativas
Respostas
39401: E
39402: E
39403: C
39404: E
39405: C
39406: C
39407: C
39408: B
39409: A
39410: C
39411: A
39412: C
39413: B
39414: C
39415: C
39416: E
39417: E
39418: C
39419: C
39420: E