Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q1998214 Português
Dois rios
Samuel Rosa

O céu está no chão
O céu não cai do alto
É o claro, é a escuridão
O céu que toca o chão
E o céu que vai no alto
Dois lados deram as mãos
Como eu fiz também
Só pra poder conhecer
O que a voz da vida vem dizer
Que os braços sentem
E os olhos veem
Que os lábios sejam
Dois rios inteiros
Sem direção
O sol é o pé e a mão
O sol é a mãe e o pai
Dissolve a escuridão
O sol se põe se vai
E após se pôr
O sol renasce no Japão
Eu vi também
Só pra poder entender
Na voz a vida ouvi dizer
Que os braços sentem
E os olhos veem
E os lábios beijam
Dois rios inteiros
Sem direção
E o meu lugar é esse
Ao lado seu, meu corpo inteiro
Dou o meu lugar pois o seu lugar
É o meu amor primeiro
As quatro estações

In: https://www.letras.mus.br/skank/71463/. Acessado em novembro de 2022. 
Os versos “ O sol se põe se vai / E após se pôr / O sol renasce no Japão” fazem referência a fenômeno da natureza, ideia reiterada em outras passagens da canção, que expressam:
Alternativas
Q1998213 Português
Dois rios
Samuel Rosa

O céu está no chão
O céu não cai do alto
É o claro, é a escuridão
O céu que toca o chão
E o céu que vai no alto
Dois lados deram as mãos
Como eu fiz também
Só pra poder conhecer
O que a voz da vida vem dizer
Que os braços sentem
E os olhos veem
Que os lábios sejam
Dois rios inteiros
Sem direção
O sol é o pé e a mão
O sol é a mãe e o pai
Dissolve a escuridão
O sol se põe se vai
E após se pôr
O sol renasce no Japão
Eu vi também
Só pra poder entender
Na voz a vida ouvi dizer
Que os braços sentem
E os olhos veem
E os lábios beijam
Dois rios inteiros
Sem direção
E o meu lugar é esse
Ao lado seu, meu corpo inteiro
Dou o meu lugar pois o seu lugar
É o meu amor primeiro
As quatro estações

In: https://www.letras.mus.br/skank/71463/. Acessado em novembro de 2022. 
A canção Dois Rios aborda metaforicamente o encontro, a relação entre duas pessoas. No texto, pode-se depreender que o par é constituído de duas pessoas:
Alternativas
Q1998209 Português
Os casarões portugueses do Litoral, a arquitetura em estilo enxaimel no Vale do Itajaí e no Norte do Estado e as tradições italianas ainda fortes no Oeste são exemplos concretos da diversidade cultural catarinense, hoje enriquecida com a soma de novos sotaques e costumes daqueles que escolheram Santa Catarina para viver. Para proteger essa riqueza, o circuito cultural catarinense é composto por dezenas de conjuntos arquitetônicos tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) ou pelo Estado e pelos municípios. Além do patrimônio arquitetônico e artístico, há também os acervos nos museus.

In: https://www.sc.gov.br/conhecasc/cultura . Acessado em novembro de 2022.  
Em “hoje enriquecida com a soma de novos sotaques e costumes daqueles que escolheram Santa Catarina para viver” a redação correspondente ao trecho sublinhado, que não altera a correção gramatical nem o sentido é: 
Alternativas
Q1998208 Português
Os casarões portugueses do Litoral, a arquitetura em estilo enxaimel no Vale do Itajaí e no Norte do Estado e as tradições italianas ainda fortes no Oeste são exemplos concretos da diversidade cultural catarinense, hoje enriquecida com a soma de novos sotaques e costumes daqueles que escolheram Santa Catarina para viver. Para proteger essa riqueza, o circuito cultural catarinense é composto por dezenas de conjuntos arquitetônicos tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) ou pelo Estado e pelos municípios. Além do patrimônio arquitetônico e artístico, há também os acervos nos museus.

In: https://www.sc.gov.br/conhecasc/cultura . Acessado em novembro de 2022.  
O trecho “Os casarões portugueses do Litoral, a arquitetura em estilo enxaimel no Vale do Itajaí e no Norte do Estado e as tradições italianas ainda fortes no Oeste são exemplos concretos da diversidade cultural catarinense” pode ser reescrito corretamente da seguinte forma:
Alternativas
Q1998207 Português
Os casarões portugueses do Litoral, a arquitetura em estilo enxaimel no Vale do Itajaí e no Norte do Estado e as tradições italianas ainda fortes no Oeste são exemplos concretos da diversidade cultural catarinense, hoje enriquecida com a soma de novos sotaques e costumes daqueles que escolheram Santa Catarina para viver. Para proteger essa riqueza, o circuito cultural catarinense é composto por dezenas de conjuntos arquitetônicos tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) ou pelo Estado e pelos municípios. Além do patrimônio arquitetônico e artístico, há também os acervos nos museus.

In: https://www.sc.gov.br/conhecasc/cultura . Acessado em novembro de 2022.  
Em “Para proteger essa riqueza, o circuito cultural catarinense é composto por dezenas de conjuntos arquitetônicos tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) ou pelo Estado e pelos municípios”, a primeira oração, sem alteração do sentido, pode ser substituída por:
Alternativas
Q1998206 Português
Os casarões portugueses do Litoral, a arquitetura em estilo enxaimel no Vale do Itajaí e no Norte do Estado e as tradições italianas ainda fortes no Oeste são exemplos concretos da diversidade cultural catarinense, hoje enriquecida com a soma de novos sotaques e costumes daqueles que escolheram Santa Catarina para viver. Para proteger essa riqueza, o circuito cultural catarinense é composto por dezenas de conjuntos arquitetônicos tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) ou pelo Estado e pelos municípios. Além do patrimônio arquitetônico e artístico, há também os acervos nos museus.

In: https://www.sc.gov.br/conhecasc/cultura . Acessado em novembro de 2022.  
Em “Além do patrimônio arquitetônico, há também os acervos nos museus”, o verbo haver pode ser substituído, sem prejuízo do sentido, por:
Alternativas
Q1997369 Português
Nas canções populares, é adequada a utilização de linguagem menos formal, diferente de correspondências oficiais ou textos de documentos. O verso “O céu de Ícaro tem mais poesia que o de Galileu”, se fosse reescrito no nível formal da língua portuguesa, teria a seguinte forma:
Alternativas
Q1997363 Português
Para compreender a importância histórica da Casa dos Açores – Museu é preciso relembrar fatos importantes que ocorreram na região de São Miguel. Em meados do século XVIII - por volta de 1747 -, o rei D. João V de Portugal aproveitou a escassez de habitantes nas terras portuguesas do sul do Brasil para resolver dois problemas do reino: a ocupação efetiva dessas terras e a diminuição dos problemas populacionais e alimentares nos arquipélagos dos Açores e da Madeira, com a instituição de fluxos migratórios de habitantes das ilhas dos arquipélagos para, inicialmente, a Ilha de Santa Catarina e arredores. Isso fez com que centenas de famílias se candidatassem para a experiência de colonizar uma região sobre a qual pouco conheciam.


In:https://www.cultura.sc.gov.br/espacos/casadosacores/ historia-do-local - acessado em novembro de 2022
Em “é preciso relembrar fatos importantes que ocorreram na região de São Miguel” o trecho sublinhado pode ser substituído por:
Alternativas
Q1997362 Português
Para compreender a importância histórica da Casa dos Açores – Museu é preciso relembrar fatos importantes que ocorreram na região de São Miguel. Em meados do século XVIII - por volta de 1747 -, o rei D. João V de Portugal aproveitou a escassez de habitantes nas terras portuguesas do sul do Brasil para resolver dois problemas do reino: a ocupação efetiva dessas terras e a diminuição dos problemas populacionais e alimentares nos arquipélagos dos Açores e da Madeira, com a instituição de fluxos migratórios de habitantes das ilhas dos arquipélagos para, inicialmente, a Ilha de Santa Catarina e arredores. Isso fez com que centenas de famílias se candidatassem para a experiência de colonizar uma região sobre a qual pouco conheciam.


In:https://www.cultura.sc.gov.br/espacos/casadosacores/ historia-do-local - acessado em novembro de 2022
Em “o rei D. João V de Portugal aproveitou a escassez de habitantes nas terras portuguesas do sul do Brasil para resolver dois problemas do reino”, o vocábulo escassez pode ser substituído, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q1997361 Português
Para compreender a importância histórica da Casa dos Açores – Museu é preciso relembrar fatos importantes que ocorreram na região de São Miguel. Em meados do século XVIII - por volta de 1747 -, o rei D. João V de Portugal aproveitou a escassez de habitantes nas terras portuguesas do sul do Brasil para resolver dois problemas do reino: a ocupação efetiva dessas terras e a diminuição dos problemas populacionais e alimentares nos arquipélagos dos Açores e da Madeira, com a instituição de fluxos migratórios de habitantes das ilhas dos arquipélagos para, inicialmente, a Ilha de Santa Catarina e arredores. Isso fez com que centenas de famílias se candidatassem para a experiência de colonizar uma região sobre a qual pouco conheciam.


In:https://www.cultura.sc.gov.br/espacos/casadosacores/ historia-do-local - acessado em novembro de 2022
Os pronomes estabelecem coesão, ligação entre as partes do texto, retomando ou antecipando termos ou ideias. No último período, o pronome “isso”:
Alternativas
Q1997360 Português
Para compreender a importância histórica da Casa dos Açores – Museu é preciso relembrar fatos importantes que ocorreram na região de São Miguel. Em meados do século XVIII - por volta de 1747 -, o rei D. João V de Portugal aproveitou a escassez de habitantes nas terras portuguesas do sul do Brasil para resolver dois problemas do reino: a ocupação efetiva dessas terras e a diminuição dos problemas populacionais e alimentares nos arquipélagos dos Açores e da Madeira, com a instituição de fluxos migratórios de habitantes das ilhas dos arquipélagos para, inicialmente, a Ilha de Santa Catarina e arredores. Isso fez com que centenas de famílias se candidatassem para a experiência de colonizar uma região sobre a qual pouco conheciam.


In:https://www.cultura.sc.gov.br/espacos/casadosacores/ historia-do-local - acessado em novembro de 2022
Os conectivos evidenciam as relações semânticas estabelecidas entre as orações. Reesecrevendo a primeira oração do texto, sem alteração de sentido, poderíamos obter a seguinte construção:
Alternativas
Q1997149 Português
Assinale a frase abaixo que mostra uma inadequação semântica entre as palavras sublinhadas.
Alternativas
Q1997145 Português

Observe a frase


“A arte tem regras que não são as do mercado”


(Itamar Assumpção)


Essa frase foi reescrita, mantendo-se o sentido original de vários outros modos.


Assinale a forma que se mostra inadequada por não apresentar o mesmo sentido original. 

Alternativas
Q1996864 Português

De acordo com as figuras de pensamento, analise:


“Consiste na aproximação de ideias, palavras ou expressões de sentidos opostos. Exemplo: Quando os tiranos caem, os povos se levantam.”


(Fonte adaptada: Agnaldo Martino: Esquematizado - Português: gramática, interpretação de texto, redação oficial, redação discursiva> Acesso em 30 de junho de 2022) Com base na citação acima, assinale a alternativa que corresponde a figura de pensamento predominante.


Com base na citação acima, assinale a alternativa que corresponde a figura de pensamento predominante.

Alternativas
Q1996863 Português
Com base nas figuras de construção ou de sintaxe, assinale a alternativa que representa CORRETAMENTE um caso de “anacoluto”. 
Alternativas
Q1996862 Português

Com base na coesão e coerência, assinale a alternativa INCORRETA.


Fonte adaptada: Agnaldo Martino: Esquematizado - Português: gramática, interpretação de texto, redação oficial, redação discursiva> Acesso em 30 de junho de 2022)

Alternativas
Q1996861 Português
Há um caso exclusivo de ambiguidade na seguinte alternativa:
Alternativas
Q1996658 Português
Leia o texto, para responder à questão.


   “Viver é envelhecer, nada mais.” Hoje, a frase simples com que a intelectual francesa Simone de Beauvoir (1908- 1986) resumiu a vida e o envelhecimento poderia ter outra expressão. Se viver é envelhecer, como diz ela, envelhecer, atualmente, significa viver, e muito. Nos últimos vinte anos, o ritmo de descobertas, terapias e caminhos abertos para estender o tempo da vida humana foi incomparavelmente mais acelerado do que em qualquer outra época da história. O resultado é que, excetuando-se o período da pandemia de Covid-19, no qual a expectativa de vida caiu em decorrência das mortes causadas pela doença, a previsão é de que homens e mulheres vivam a cada ano um pouquinho mais. Só no Brasil, de 1940 até 2020 a média de vida aumentou 31 anos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
    Para uma espécie que no começo da existência apresentava tempo médio de vida de 20 e poucos anos, é um deslumbre testemunhar exemplos como os da rainha Elizabeth II, do Reino Unido, e do presidente Joe Biden, dos Estados Unidos. Elizabeth é a monarca que por mais tempo ocupa o trono britânico nos mais de quatro séculos da monarquia no Reino Unido – setenta anos no poder. Biden fará 80 anos, no papel do mais velho presidente a ocupar a Casa Branca. A contar o fôlego demonstrado pela ciência, as próximas décadas trarão outras mostras fabulosas do avançar do homem em direção a uma vida longeva e saudável.
    É sempre interessante, insista-se, seguir Simone de Beauvoir, que abriu a discussão que poucos ousavam pôr em cena. Inspirada na senilidade do marido, o filósofo Jean-Paul Sartre (1905-1980), a pensadora trata o assunto do ponto de vista cultural, jogando luz à desumanização e ao tratamento oferecido comumente aos idosos nas sociedades ocidentais, que perpassa o desprezo e a infantilização. Ela propõe mudanças para desmistificar a ideia de que envelhecer é o processo pelo qual a individualidade se dissipa como nuvem após a tempestade, restando no lugar de um indivíduo apenas uma máquina desgastada mantida em operação por meio de acertos aqui e ali.

(Cilene Pereira e Simone Banes, Na direção do tempo.
Veja, 12-01-2022. Adaptado.)
Na composição dos argumentos do texto, as autoras citam a longevidade de personalidades com importante papel no poder mundial. Esse recurso
Alternativas
Q1996657 Português
Leia o texto, para responder à questão.


   “Viver é envelhecer, nada mais.” Hoje, a frase simples com que a intelectual francesa Simone de Beauvoir (1908- 1986) resumiu a vida e o envelhecimento poderia ter outra expressão. Se viver é envelhecer, como diz ela, envelhecer, atualmente, significa viver, e muito. Nos últimos vinte anos, o ritmo de descobertas, terapias e caminhos abertos para estender o tempo da vida humana foi incomparavelmente mais acelerado do que em qualquer outra época da história. O resultado é que, excetuando-se o período da pandemia de Covid-19, no qual a expectativa de vida caiu em decorrência das mortes causadas pela doença, a previsão é de que homens e mulheres vivam a cada ano um pouquinho mais. Só no Brasil, de 1940 até 2020 a média de vida aumentou 31 anos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
    Para uma espécie que no começo da existência apresentava tempo médio de vida de 20 e poucos anos, é um deslumbre testemunhar exemplos como os da rainha Elizabeth II, do Reino Unido, e do presidente Joe Biden, dos Estados Unidos. Elizabeth é a monarca que por mais tempo ocupa o trono britânico nos mais de quatro séculos da monarquia no Reino Unido – setenta anos no poder. Biden fará 80 anos, no papel do mais velho presidente a ocupar a Casa Branca. A contar o fôlego demonstrado pela ciência, as próximas décadas trarão outras mostras fabulosas do avançar do homem em direção a uma vida longeva e saudável.
    É sempre interessante, insista-se, seguir Simone de Beauvoir, que abriu a discussão que poucos ousavam pôr em cena. Inspirada na senilidade do marido, o filósofo Jean-Paul Sartre (1905-1980), a pensadora trata o assunto do ponto de vista cultural, jogando luz à desumanização e ao tratamento oferecido comumente aos idosos nas sociedades ocidentais, que perpassa o desprezo e a infantilização. Ela propõe mudanças para desmistificar a ideia de que envelhecer é o processo pelo qual a individualidade se dissipa como nuvem após a tempestade, restando no lugar de um indivíduo apenas uma máquina desgastada mantida em operação por meio de acertos aqui e ali.

(Cilene Pereira e Simone Banes, Na direção do tempo.
Veja, 12-01-2022. Adaptado.)
Segundo as autoras do texto, as ideias de Simone de Beauvoir acerca do envelhecimento
Alternativas
Q1996656 Português
Leia o texto, para responder à questão.

  Ele estava em crise. Era uma encruzilhada profunda em uma alma sensível. Havia estudado em Harvard. Seu irmão tinha morrido, ele estava insatisfeito com a vida social e urbana. A escravidão nos EUA atormentava sua consciência. Henry David Thoreau decidiu sair de circulação. Internou-se em uma cabana às margens do lago Walden (Massachusetts).
   Era o verão de 1845. Thoureau era um jovem de 27 anos. Foi um experimento: morar por dois anos em uma cabana com isolamento e autossuficiência. Era um lugar ideal para que pudesse imergir na natureza e cultivar seus ideais.
  “Fui morar na floresta porque desejava viver deliberadamente, enfrentar os fatos essenciais da vida, e ver se conseguia aprender o que ela tinha a ensinar, em vez de descobrir só na hora da morte que não tinha vivido”. Talvez esse seja o trecho mais citado em sua obra Walden: viver fora da algaravia urbana para ouvir a própria voz e a da natureza.
 É provável que seja um exemplo claro dos benefícios da solitude o que o autor desenvolve. Apesar de ter tido visitas e companhia, ele imergiu em uma saudável experiência do isolamento produtivo e feliz (a dita solitude).
  E o vento furioso das tormentas lá fora? “Nunca houve tempestade que não fosse música eólica aos ouvidos saudáveis e inocentes. Nada tem o direito de compelir um homem simples e corajoso a uma tristeza vulgar”.
   Sentia-se isolado de outros? “Que tipo de espaço é esse que separa o homem de seus semelhantes e o torna solitário? Descobri que nenhum exercício das pernas pode aproximar duas mentes além de certo ponto”. Isolado, ele lança seu veredicto duro: “A sociedade é geralmente banal demais”.
  Inspirador de ecologistas, de hippies, de anarquistas e de pessoas avessas ao burburinho urbano, Thoureau continua fértil. Penso muito nele sempre que toca o aviso do WhatsApp... Alguém teria uma cabana para me emprestar? Sem sinal de celular? Com esperança de vida?

(Leandro Karnal, Walden. Diário da Região, 20-04-2022. Adaptado.)
Assinale a alternativa que substitui o trecho destacado na passagem – Alguém teria uma cabana para me emprestar? – de acordo com a norma-padrão de regência e emprego do pronome relativo, independentemente do sentido original.
Alternativas
Respostas
38001: A
38002: E
38003: A
38004: E
38005: C
38006: B
38007: B
38008: A
38009: B
38010: E
38011: D
38012: C
38013: D
38014: A
38015: E
38016: E
38017: A
38018: D
38019: C
38020: A