Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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“Como nativos do membro mais pobre da União Europeia, os búlgaros têm deixado seu país em massa, contribuindo para o declínio populacional mais rápido do mundo. A população da Bulgária era de cerca de 9 milhões no final da década de 1980, mas caiu para menos de 7 milhões em 2018. Em 50 anos, deve chegar abaixo de 6 milhões. A Divisão de População das Nações Unidas (ONU) projeta que a Bulgária perderá 23% de sua população até 2050 — uma previsão tão alta que o país compete com a Lituânia pelo posto de população que encolhe mais rapidamente no mundo.
Baixas taxas de natalidade são o principal fator para esse declínio acentuado. Mas o que diferencia a Bulgária de outros países europeus com população também em declínio é sua emigração maciça.
O governo não tem estatísticas confiáveis, mas alguns economistas, como Cvetan Davidkov, estimam que pelo menos 60 mil búlgaros partam a cada ano. E mesmo essa estimativa pode ser baixa, já que a Alemanha diz ter recebido, apenas ela, 30 mil novos residentes búlgaros em 2017. ‘
O prognóstico [da população] não é otimista, e isso é um grande problema para nós’, diz Davidkov, professor da faculdade de economia da Universidade de Sófia.
A fuga de cérebros, diz ele, afeta todos os setores da economia, já que a maioria dos búlgaros — de médicos a trabalhadores da construção civil — acredita que as melhores oportunidades estão no exterior.”
(Denise Hruby – BBC Brasil 17/11/2019"
“Como nativos do membro mais pobre da União Europeia, os búlgaros têm deixado seu país em massa, contribuindo para o declínio populacional mais rápido do mundo. A população da Bulgária era de cerca de 9 milhões no final da década de 1980, mas caiu para menos de 7 milhões em 2018. Em 50 anos, deve chegar abaixo de 6 milhões. A Divisão de População das Nações Unidas (ONU) projeta que a Bulgária perderá 23% de sua população até 2050 — uma previsão tão alta que o país compete com a Lituânia pelo posto de população que encolhe mais rapidamente no mundo.
Baixas taxas de natalidade são o principal fator para esse declínio acentuado. Mas o que diferencia a Bulgária de outros países europeus com população também em declínio é sua emigração maciça.
O governo não tem estatísticas confiáveis, mas alguns economistas, como Cvetan Davidkov, estimam que pelo menos 60 mil búlgaros partam a cada ano. E mesmo essa estimativa pode ser baixa, já que a Alemanha diz ter recebido, apenas ela, 30 mil novos residentes búlgaros em 2017. ‘
O prognóstico [da população] não é otimista, e isso é um grande problema para nós’, diz Davidkov, professor da faculdade de economia da Universidade de Sófia.
A fuga de cérebros, diz ele, afeta todos os setores da economia, já que a maioria dos búlgaros — de médicos a trabalhadores da construção civil — acredita que as melhores oportunidades estão no exterior.”
(Denise Hruby – BBC Brasil 17/11/2019"
“Como nativos do membro mais pobre da União Europeia, os búlgaros têm deixado seu país em massa, contribuindo para o declínio populacional mais rápido do mundo. A população da Bulgária era de cerca de 9 milhões no final da década de 1980, mas caiu para menos de 7 milhões em 2018. Em 50 anos, deve chegar abaixo de 6 milhões. A Divisão de População das Nações Unidas (ONU) projeta que a Bulgária perderá 23% de sua população até 2050 — uma previsão tão alta que o país compete com a Lituânia pelo posto de população que encolhe mais rapidamente no mundo.
Baixas taxas de natalidade são o principal fator para esse declínio acentuado. Mas o que diferencia a Bulgária de outros países europeus com população também em declínio é sua emigração maciça.
O governo não tem estatísticas confiáveis, mas alguns economistas, como Cvetan Davidkov, estimam que pelo menos 60 mil búlgaros partam a cada ano. E mesmo essa estimativa pode ser baixa, já que a Alemanha diz ter recebido, apenas ela, 30 mil novos residentes búlgaros em 2017. ‘
O prognóstico [da população] não é otimista, e isso é um grande problema para nós’, diz Davidkov, professor da faculdade de economia da Universidade de Sófia.
A fuga de cérebros, diz ele, afeta todos os setores da economia, já que a maioria dos búlgaros — de médicos a trabalhadores da construção civil — acredita que as melhores oportunidades estão no exterior.”
(Denise Hruby – BBC Brasil 17/11/2019"
(Fernando Gonsales. Níquel Náusea. www1.folha.uol.com.br, 10.04.2018. Adaptado) Assinale a alternativa em que se indica uma correção para um problema de norma-padrão observado na tira:
A expansão das pesquisas e da produção de vacinas pode colocar em risco uma criatura ancestral, conhecida como um “fóssil vivo” devido à sua aparência, que pouco mudou ao longo de cerca de 450 milhões de anos. É o límulo, também chamado de caranguejo-ferradura, mas que na verdade nem caranguejo é: não se trata de um crustáceo, e sim de um artrópode, mais próximo das aranhas e dos escorpiões. O sangue azul desse animal tem alta demanda na indústria farmacêutica. Isso porque ele representa a única fonte natural de uma substância chamada LAL (lisado de amebócitos do limulus), empregada em testes que garantem que vacinas, drogas intravenosas, instrumentos médicos esterilizados — entre outros itens — não estão contaminados com toxinas bacterianas. A presença dessas toxinas nos produtos farmacêuticos pode causar doenças e reações alérgicas potencialmente fatais. O LAL ajuda a identificá-las e a quantificar o nível de contaminação, por meio de células chamadas de amebócitos, que coagulam em torno das toxinas. Um galão de LAL custa em média US$ 60 mil. Existe uma alternativa sintética ao LAL, chamada rFC (fator C recombinante), desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Singapura em 1990. O produto já foi aprovado para uso em cerca de 60 países, incluindo a China (onde há uma espécie de caranguejo-ferradura listada como ameaçada de extinção) e nações da União Europeia. Nos Estados Unidos, entretanto, a agência reguladora do país decidiu que precisa de mais informações antes de colocar o rFC em mesmo patamar que o LAL. Empresas ainda podem usá-lo, mas precisam passar por mais etapas burocráticas. Ambientalistas temem que, sem a adoção da alternativa sintética, a exploração do límulo se intensifique com o aumento da demanda.
(Fredy Alexandrakis. Como a produção de vacinas ameaça o caranguejo-ferradura. www.nexojornal.com.br, 27.12.2021. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que
Leia a tira.
(Bill Waterson. O melhor de Calvin. https://cultura.estadao.com.br, 02.02.2022)
Um vocábulo empregado em sentido figurado foi:
De acordo com a norma-padrão, o trecho “Gambiarra é um achado importante e gambiarra se aceita nesse contexto.” está adequadamente reescrito em
I - Se aceita gambiarra nesse contexto devido à sua importância.
II - Gambiarra é um achado importante cujo aceita-se nesse contexto.
III - Gambiarra é um achado importante que se aceita nesse contexto.
IV - Como a gambiarra é um importante achado, o contexto lhe aceita.
Está correto apenas o que se afirma em
Texto I
“Da mesma forma, não há xingamentos bons como 'aldrabão', termo que designa com especial precisão um farsante muito específico, algo entre o trapaceiro e o impostor, que comete aldrabices, pequenas fraudes – não confundir com batotas, outra palavra que não viajou, que se refere às trapaças vultosas quando cometidas dentro de um jogo, por exemplo, embora algumas sem grande importância”.
Texto II

Isto É, n. 2715, 09 fev. 2022, p. 12
A esse respeito, avalie as afirmações seguintes.
I - Na expressão “trapaças vultosas” (Texto I), o adjetivo pode ser substituído por “vultuosas” sem prejuízo para o sentido do texto.
II - No Texto II há uma inadequação quanto à grafia de uma das palavras usadas para reproduzir, na escrita, a fala do tenista Rafael Nadal.
III - Em “que se refere às trapaças” (Texto I), o sinal indicativo de crase foi indevidamente assinalado, pois não se verifica a contração da preposição “as” com o artigo feminino “as”.
IV - Na frase “... não há xingamentos bons como "aldrabão" (Texto I), o verbo “haver” pode ser trocado por “existir”, sem prejuízo de sentido e de acordo com a norma-padrão, assim: “... não existe xingamentos bons como 'aldrabão'...”
V - No Texto II se identifica a presença de monossílabos tônicos, acentuados por terminarem em vogais, e de monossílabos átonos, assim considerados pelo fato de não possuírem autonomia fonética e por dispensarem acentuação.
Está correto apenas o que se afirma em
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre os aspectos composicionais do texto jornalístico produzido pelo autor.
( ) Há predominância de várias formas verbais no modo imperativo, por se tratar de frases de caráter prescritivo, muito comuns em textos jornalísticos.
( ) Destaca-se o emprego de uma linguagem reflexiva e mais formal, em razão das sequências argumentativas, com a despreocupação de partilhar com o leitor suas ponderações e análises.
( ) Vale-se do recurso da explicação, no penúltimo parágrafo, para expor um ponto de vista acerca de determinada unidade lexical de sua preferência entre outras componentes do léxico lusitano.
( ) Emprega a coesão remissiva com o pronome relativo “que” retomando um termo anterior na frase “Da mesma forma, não temos um xingamento bom como 'aldrabão', termo que designa com especial precisão um farsante muito específico...”
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
É correto afirmar que na passagem transcrita do texto manifesta-se uma variedade linguística
“Gosto em especial da palavra ronha – e de praticá-la. A palavra parece outra coisa, e de fato já foi: uma espécie de sarna, e, também, uma doença de plantas. Ninguém mais usa nesse sentido. A expressão 'ficar na ronha' se refere à prática de abrir os olhos, mas permanecer na cama. Não imaginam minha excitação ao descobrir que existe uma palavra pro meu esporte preferido”.
O caráter metalinguístico nessa passagem transcrita do texto se justifica, especialmente, pelo(a)
I - O último parágrafo remete a um cenário onírico, o que se evidencia pelo uso das palavras “desenrascado” e “desenrascanço”.
II - O título, em harmonia e coerência com as informações textuais, reporta à divulgação de um acontecimento conhecido, todavia constrangedor.
III - O ponto de vista expresso pelo autor reflete uma opinião, um juízo, um julgamento; a frase “De todas as palavras esquecidas, tenho uma predileta, aquela que designa a solução...” indica tal ideia.
Está correto apenas o que se afirma em