Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

Questões Discursivas

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Q2121507 Português
Leia o texto para responder a questão.

Tenho a honra de comunicar que Vossa Senhoria foi sorteado(a) para servir como jurado(a) desta Vara do Júri e DEVERÁ COMPARECER neste Fórum (endereço acima), impreterivelmente no dia: __ DE _____ DE ____ ÀS 10:00 HORAS.

ATENÇÃO: A AUSÊNCIA INJUSTIFICADA DO JURADO ACARRETARÁ IMPOSIÇÃO DE MULTA, NO VALOR DE 1 A 10 SALÁRIOS-MÍNIMOS, NOS TERMOS DO ARTIGO 442 DO CÓGIGO DE PROCESSO PENAL.

Conforme determinado pela Portaria nº 10.134/2022, fica restabelecido o uso obrigatório de máscaras faciais.

OBS: Apresentar-se a qualquer portaria com esta convocação para entrada imediata nas dependências do fórum (não é permitida a entrada de homens trajando bermuda e mulheres trajando roupa curta).

OBS (1): Para quaisquer dúvidas ou pedidos de dispensa, enviar e-mail pelo endereço informado no cabeçalho desta correspondência com o seguinte assunto: “PLENÁRIO XX GRUPO (XX) – DÚVIDA – SEU NOME COMPLETO”

OBS (2): Será fornecido atestado no local.
Assinale a alternativa que analisa as informações apresentadas no texto corretamente.
Alternativas
Q2121505 Português
Leia o texto para responder a questão.

Tenho a honra de comunicar que Vossa Senhoria foi sorteado(a) para servir como jurado(a) desta Vara do Júri e DEVERÁ COMPARECER neste Fórum (endereço acima), impreterivelmente no dia: __ DE _____ DE ____ ÀS 10:00 HORAS.

ATENÇÃO: A AUSÊNCIA INJUSTIFICADA DO JURADO ACARRETARÁ IMPOSIÇÃO DE MULTA, NO VALOR DE 1 A 10 SALÁRIOS-MÍNIMOS, NOS TERMOS DO ARTIGO 442 DO CÓGIGO DE PROCESSO PENAL.

Conforme determinado pela Portaria nº 10.134/2022, fica restabelecido o uso obrigatório de máscaras faciais.

OBS: Apresentar-se a qualquer portaria com esta convocação para entrada imediata nas dependências do fórum (não é permitida a entrada de homens trajando bermuda e mulheres trajando roupa curta).

OBS (1): Para quaisquer dúvidas ou pedidos de dispensa, enviar e-mail pelo endereço informado no cabeçalho desta correspondência com o seguinte assunto: “PLENÁRIO XX GRUPO (XX) – DÚVIDA – SEU NOME COMPLETO”

OBS (2): Será fornecido atestado no local.
Após a leitura do texto apresentado, pode-se concluir corretamente que
Alternativas
Q2121504 Português

Leia a tirinha.

Imagem associada para resolução da questão

<https://tinyurl.com/bdcuccaa> Acesso em: 23.11.2022. Original colorido.


A construção de humor da tirinha se dá devido à

Alternativas
Q2121033 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Tartaruga “sorridente”, extinta há quase 20 anos, é recuperada por grupo de conservação da Ásia

A tartaruga-de-telhado-birmanesa, conhecida por tartaruga “sorridente”, estava na lista de animais extintos há quase 20 anos. A boa notícia é que, por causa de um projeto de conservação muito bem elaborado, a espécie foi trazida de volta.

O trabalho vem sendo realizado por conservacionistas da WCS, Turtle Survival Alliance (TSA), e do Departamento Florestal de Mianmar, país asiático. Eles descobriram que uma tartaruga “sorridente” foi comprada no mercado chinês em 2000 e conseguiram resgatar o animal.

Pouco tempo depois, o grupo descobriu mais animais da espécie em bancos de areia nos rios Dokhtawady e Chindwin, também em Mianmar.

De lá para cá, as únicas tartarugas “sorridentes” foram cuidadas em cativeiro, onde um projeto de conservação foi todo pensado e montado somente para que a espécie sobrevivesse e reproduzisse.

Os profissionais da WCS enfim notificaram a recuperação da espécie nesta semana. Hoje já existe uma população de aproximadamente mil tartarugas sob os cuidados do grupo.

Eles também divulgaram uma série de fotos mostrando as tartarugas birmanesas no criadouro, que fica na vila de Limpha, na região de Sagaing, em Mianmar.

Embora a boa notícia da recuperação da espécie, essas novas tartarugas foram geradas em cativeiro. Ainda haverá o processo de reinclusão do animal em seu habitat natural, que deve acontecer nos próximos meses.

A soltura também pode ser prejudicada pela caça à espécie, que foi exatamente o que causou a sua extinção.

O presidente da Turtle Survival Alliance, Rick Hudson, reconheceu que ainda faltam processos para que os cientistas possam determinar quais aspectos do meio ambiente precisam ser protegidos, evitando que a tartaruga não entre em extinção novamente.

Parte desse processo depende de nós, claro!

Disponível em: https://cutt.ly/DfFUWkx. Acesso em: 17 set. 2020 (adaptado).
Releia este trecho.
“Os profissionais da WCS enfim notificaram a recuperação da espécie nesta semana.”
Sem alterar o sentido da frase, a palavra destacada pode ser substituída por
Alternativas
Q2121032 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Tartaruga “sorridente”, extinta há quase 20 anos, é recuperada por grupo de conservação da Ásia

A tartaruga-de-telhado-birmanesa, conhecida por tartaruga “sorridente”, estava na lista de animais extintos há quase 20 anos. A boa notícia é que, por causa de um projeto de conservação muito bem elaborado, a espécie foi trazida de volta.

O trabalho vem sendo realizado por conservacionistas da WCS, Turtle Survival Alliance (TSA), e do Departamento Florestal de Mianmar, país asiático. Eles descobriram que uma tartaruga “sorridente” foi comprada no mercado chinês em 2000 e conseguiram resgatar o animal.

Pouco tempo depois, o grupo descobriu mais animais da espécie em bancos de areia nos rios Dokhtawady e Chindwin, também em Mianmar.

De lá para cá, as únicas tartarugas “sorridentes” foram cuidadas em cativeiro, onde um projeto de conservação foi todo pensado e montado somente para que a espécie sobrevivesse e reproduzisse.

Os profissionais da WCS enfim notificaram a recuperação da espécie nesta semana. Hoje já existe uma população de aproximadamente mil tartarugas sob os cuidados do grupo.

Eles também divulgaram uma série de fotos mostrando as tartarugas birmanesas no criadouro, que fica na vila de Limpha, na região de Sagaing, em Mianmar.

Embora a boa notícia da recuperação da espécie, essas novas tartarugas foram geradas em cativeiro. Ainda haverá o processo de reinclusão do animal em seu habitat natural, que deve acontecer nos próximos meses.

A soltura também pode ser prejudicada pela caça à espécie, que foi exatamente o que causou a sua extinção.

O presidente da Turtle Survival Alliance, Rick Hudson, reconheceu que ainda faltam processos para que os cientistas possam determinar quais aspectos do meio ambiente precisam ser protegidos, evitando que a tartaruga não entre em extinção novamente.

Parte desse processo depende de nós, claro!

Disponível em: https://cutt.ly/DfFUWkx. Acesso em: 17 set. 2020 (adaptado).

Releia este trecho.


“Parte desse processo depende de nós, claro!”


Ao escrever que somos parte desse processo, o autor quer dizer que se deve

Alternativas
Q2121031 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Tartaruga “sorridente”, extinta há quase 20 anos, é recuperada por grupo de conservação da Ásia

A tartaruga-de-telhado-birmanesa, conhecida por tartaruga “sorridente”, estava na lista de animais extintos há quase 20 anos. A boa notícia é que, por causa de um projeto de conservação muito bem elaborado, a espécie foi trazida de volta.

O trabalho vem sendo realizado por conservacionistas da WCS, Turtle Survival Alliance (TSA), e do Departamento Florestal de Mianmar, país asiático. Eles descobriram que uma tartaruga “sorridente” foi comprada no mercado chinês em 2000 e conseguiram resgatar o animal.

Pouco tempo depois, o grupo descobriu mais animais da espécie em bancos de areia nos rios Dokhtawady e Chindwin, também em Mianmar.

De lá para cá, as únicas tartarugas “sorridentes” foram cuidadas em cativeiro, onde um projeto de conservação foi todo pensado e montado somente para que a espécie sobrevivesse e reproduzisse.

Os profissionais da WCS enfim notificaram a recuperação da espécie nesta semana. Hoje já existe uma população de aproximadamente mil tartarugas sob os cuidados do grupo.

Eles também divulgaram uma série de fotos mostrando as tartarugas birmanesas no criadouro, que fica na vila de Limpha, na região de Sagaing, em Mianmar.

Embora a boa notícia da recuperação da espécie, essas novas tartarugas foram geradas em cativeiro. Ainda haverá o processo de reinclusão do animal em seu habitat natural, que deve acontecer nos próximos meses.

A soltura também pode ser prejudicada pela caça à espécie, que foi exatamente o que causou a sua extinção.

O presidente da Turtle Survival Alliance, Rick Hudson, reconheceu que ainda faltam processos para que os cientistas possam determinar quais aspectos do meio ambiente precisam ser protegidos, evitando que a tartaruga não entre em extinção novamente.

Parte desse processo depende de nós, claro!

Disponível em: https://cutt.ly/DfFUWkx. Acesso em: 17 set. 2020 (adaptado).
De acordo com o texto, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2121030 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Tartaruga “sorridente”, extinta há quase 20 anos, é recuperada por grupo de conservação da Ásia

A tartaruga-de-telhado-birmanesa, conhecida por tartaruga “sorridente”, estava na lista de animais extintos há quase 20 anos. A boa notícia é que, por causa de um projeto de conservação muito bem elaborado, a espécie foi trazida de volta.

O trabalho vem sendo realizado por conservacionistas da WCS, Turtle Survival Alliance (TSA), e do Departamento Florestal de Mianmar, país asiático. Eles descobriram que uma tartaruga “sorridente” foi comprada no mercado chinês em 2000 e conseguiram resgatar o animal.

Pouco tempo depois, o grupo descobriu mais animais da espécie em bancos de areia nos rios Dokhtawady e Chindwin, também em Mianmar.

De lá para cá, as únicas tartarugas “sorridentes” foram cuidadas em cativeiro, onde um projeto de conservação foi todo pensado e montado somente para que a espécie sobrevivesse e reproduzisse.

Os profissionais da WCS enfim notificaram a recuperação da espécie nesta semana. Hoje já existe uma população de aproximadamente mil tartarugas sob os cuidados do grupo.

Eles também divulgaram uma série de fotos mostrando as tartarugas birmanesas no criadouro, que fica na vila de Limpha, na região de Sagaing, em Mianmar.

Embora a boa notícia da recuperação da espécie, essas novas tartarugas foram geradas em cativeiro. Ainda haverá o processo de reinclusão do animal em seu habitat natural, que deve acontecer nos próximos meses.

A soltura também pode ser prejudicada pela caça à espécie, que foi exatamente o que causou a sua extinção.

O presidente da Turtle Survival Alliance, Rick Hudson, reconheceu que ainda faltam processos para que os cientistas possam determinar quais aspectos do meio ambiente precisam ser protegidos, evitando que a tartaruga não entre em extinção novamente.

Parte desse processo depende de nós, claro!

Disponível em: https://cutt.ly/DfFUWkx. Acesso em: 17 set. 2020 (adaptado).
São objetivos do projeto de conservação das tartarugas sorridentes:
Alternativas
Q2121029 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Tartaruga “sorridente”, extinta há quase 20 anos, é recuperada por grupo de conservação da Ásia

A tartaruga-de-telhado-birmanesa, conhecida por tartaruga “sorridente”, estava na lista de animais extintos há quase 20 anos. A boa notícia é que, por causa de um projeto de conservação muito bem elaborado, a espécie foi trazida de volta.

O trabalho vem sendo realizado por conservacionistas da WCS, Turtle Survival Alliance (TSA), e do Departamento Florestal de Mianmar, país asiático. Eles descobriram que uma tartaruga “sorridente” foi comprada no mercado chinês em 2000 e conseguiram resgatar o animal.

Pouco tempo depois, o grupo descobriu mais animais da espécie em bancos de areia nos rios Dokhtawady e Chindwin, também em Mianmar.

De lá para cá, as únicas tartarugas “sorridentes” foram cuidadas em cativeiro, onde um projeto de conservação foi todo pensado e montado somente para que a espécie sobrevivesse e reproduzisse.

Os profissionais da WCS enfim notificaram a recuperação da espécie nesta semana. Hoje já existe uma população de aproximadamente mil tartarugas sob os cuidados do grupo.

Eles também divulgaram uma série de fotos mostrando as tartarugas birmanesas no criadouro, que fica na vila de Limpha, na região de Sagaing, em Mianmar.

Embora a boa notícia da recuperação da espécie, essas novas tartarugas foram geradas em cativeiro. Ainda haverá o processo de reinclusão do animal em seu habitat natural, que deve acontecer nos próximos meses.

A soltura também pode ser prejudicada pela caça à espécie, que foi exatamente o que causou a sua extinção.

O presidente da Turtle Survival Alliance, Rick Hudson, reconheceu que ainda faltam processos para que os cientistas possam determinar quais aspectos do meio ambiente precisam ser protegidos, evitando que a tartaruga não entre em extinção novamente.

Parte desse processo depende de nós, claro!

Disponível em: https://cutt.ly/DfFUWkx. Acesso em: 17 set. 2020 (adaptado).
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2120778 Português

Analise a charge a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://bityli.com/fCSKm. Acesso em: 21 set. 2020.


A charge pretende

Alternativas
Q2120777 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Estudo responde se governantes mulheres foram melhores no combate à Covid

Pesquisa comparou desempenho de líderes mulheres e homens de países com perfil socioeconômico semelhante



Logo no começo da pandemia do novo coronavírus, passou a circular na internet a informação de que os países que tinham mulheres como líderes estavam respondendo de maneira mais eficaz ao desafio da Covid-19. O dado, porém, não tinha um embasamento sólido e comparavam alguns números sem a devida checagem estatística.

As pesquisadoras Supriya Garikipati e Uma Kambhampati, das Universidades de Liverpool e de Reading, ambas no Reino Unido, resolveram tirar essa história a limpo, comparando de maneira científica os dados da pandemia em nações governadas por homens e mulheres. Resultado: pode-se dizer que, sim, as mulheres têm se saído melhor na luta contra a Covid-19. 

Para chegar a essa conclusão, as cientistas começaram com um levantamento e notaram que, dos 194 países que selecionaram para a análise, só aproximadamente 10%, ou seja, 19, eram governados por mulheres. Como fazer, então, uma avaliação justa? Para resolver essa questão, elas decidiram comparar os países geridos por mulheres — como a Alemanha de Angela Merkel, a Nova Zelândia de Jacinda Ardern e a Taiwan de Tsai Ing-Wen — com nações de tamanho e perfil socioeconômico (PIB per capita, população, densidade populacional e índice de pessoas com mais de 65 anos) parecidos.

Assim, Hong Kong, liderado por uma mulher, foi comparado com Singapura, cujo governante é homem. Seguindo a mesma lógica, a Noruega foi comparada com a Irlanda; Taiwan, com a Coreia do Sul. Nesses três casos, até maio deste ano, as líderes mulheres tinham menos casos e menos mortes que os líderes homens com os quais estavam sendo avaliadas.

O melhor desempenho das mulheres ficou mais claro quando se olhava apenas o total de mortes. Nos países governados por elas, morreu-se menos de Covid-19 até maio deste ano. Alguns exemplos: o coronavírus matou menos na Alemanha do que na França e na Inglaterra; menos na Finlândia do que na Suécia, Áustria e França; e menos em Bangladesh do que no Paquistão e nas Filipinas.

Por que governantes mulheres se saíram melhor?

 Ao tentar responder a essa pergunta, Garikipati e Kambhampati compararam outros dados, como as medidas de isolamento.

“Analisando o que pode ter causado essa diferença de performance, notamos que países governados por mulheres adotaram o lock-down significativamente mais cedo e de maneira mais decidida”, escreveram as pesquisadoras em um artigo publicado no site IFLScience (disponível em inglês).

Outra explicação, segundo as autoras do estudo, publicado na revista especializada Social Science Research Network, poderia estar na diferença de estilos de liderança de homens e mulheres. “Estudos sugerem que homens tendem a liderar de maneira mais voltada a cumprimento de tarefas, enquanto as mulheres adotam uma abordagem mais voltada ao relacionamento interpessoal. Mulheres, portanto, tendem a adotar um estilo mais democrático e participativo e a ter melhor habilidade de comunicação”, escreveram.

Disponível em: https://bityli.com/cIQUX. Acesso em: 21 set. 2020 (fragmento adaptado).
Analise as afirmativas a seguir.
I. As pesquisadoras iniciaram uma pesquisa totalmente desvinculada dos fatos que circulavam pela internet.
II. Sempre que possível, as comparações foram feitas entre países com perfis parecidos, mas houve casos em que isso não aconteceu.
III. A pesquisa foi realizada sob critérios científicos para que tivesse validade acadêmica.

De acordo com o texto, estão incorretas as afirmativas
Alternativas
Q2120773 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Estudo responde se governantes mulheres foram melhores no combate à Covid

Pesquisa comparou desempenho de líderes mulheres e homens de países com perfil socioeconômico semelhante



Logo no começo da pandemia do novo coronavírus, passou a circular na internet a informação de que os países que tinham mulheres como líderes estavam respondendo de maneira mais eficaz ao desafio da Covid-19. O dado, porém, não tinha um embasamento sólido e comparavam alguns números sem a devida checagem estatística.

As pesquisadoras Supriya Garikipati e Uma Kambhampati, das Universidades de Liverpool e de Reading, ambas no Reino Unido, resolveram tirar essa história a limpo, comparando de maneira científica os dados da pandemia em nações governadas por homens e mulheres. Resultado: pode-se dizer que, sim, as mulheres têm se saído melhor na luta contra a Covid-19. 

Para chegar a essa conclusão, as cientistas começaram com um levantamento e notaram que, dos 194 países que selecionaram para a análise, só aproximadamente 10%, ou seja, 19, eram governados por mulheres. Como fazer, então, uma avaliação justa? Para resolver essa questão, elas decidiram comparar os países geridos por mulheres — como a Alemanha de Angela Merkel, a Nova Zelândia de Jacinda Ardern e a Taiwan de Tsai Ing-Wen — com nações de tamanho e perfil socioeconômico (PIB per capita, população, densidade populacional e índice de pessoas com mais de 65 anos) parecidos.

Assim, Hong Kong, liderado por uma mulher, foi comparado com Singapura, cujo governante é homem. Seguindo a mesma lógica, a Noruega foi comparada com a Irlanda; Taiwan, com a Coreia do Sul. Nesses três casos, até maio deste ano, as líderes mulheres tinham menos casos e menos mortes que os líderes homens com os quais estavam sendo avaliadas.

O melhor desempenho das mulheres ficou mais claro quando se olhava apenas o total de mortes. Nos países governados por elas, morreu-se menos de Covid-19 até maio deste ano. Alguns exemplos: o coronavírus matou menos na Alemanha do que na França e na Inglaterra; menos na Finlândia do que na Suécia, Áustria e França; e menos em Bangladesh do que no Paquistão e nas Filipinas.

Por que governantes mulheres se saíram melhor?

 Ao tentar responder a essa pergunta, Garikipati e Kambhampati compararam outros dados, como as medidas de isolamento.

“Analisando o que pode ter causado essa diferença de performance, notamos que países governados por mulheres adotaram o lock-down significativamente mais cedo e de maneira mais decidida”, escreveram as pesquisadoras em um artigo publicado no site IFLScience (disponível em inglês).

Outra explicação, segundo as autoras do estudo, publicado na revista especializada Social Science Research Network, poderia estar na diferença de estilos de liderança de homens e mulheres. “Estudos sugerem que homens tendem a liderar de maneira mais voltada a cumprimento de tarefas, enquanto as mulheres adotam uma abordagem mais voltada ao relacionamento interpessoal. Mulheres, portanto, tendem a adotar um estilo mais democrático e participativo e a ter melhor habilidade de comunicação”, escreveram.

Disponível em: https://bityli.com/cIQUX. Acesso em: 21 set. 2020 (fragmento adaptado).
Analise as afirmativas a seguir.
I. Embora tenha partido de dados não confirmados, a pesquisa concluiu que, de fato, os países governados por mulheres administraram melhor a questão da pandemia. II. As pesquisadoras se valeram de métodos científicos mais rigorosos para verificar a veracidade do que estava sendo difundido pela internet. III. O motivo da diferença evidenciada pela pesquisa está relacionado a fatores administrativos e comportamentais.

De acordo com o texto, estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2120771 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Jacinda Ardern, a mãe trabalhadora, “influencer”’ e primeira-ministra da Nova Zelândia


Ela é a grande favorita para as próximas eleições do país por sua gestão eficaz da pandemia de Covid-19 e por seu carisma nas redes sociais, onde é capaz de rir de si mesma.



Quando sua filha Neve fez dois anos, em junho, Jacinda Ardern assou um bolo em forma de piano que foi muito mais difícil de preparar do que ela esperava. A primeira-ministra da Nova Zelândia publicou uma selfie ao lado de sua criação em sua conta no Instagram, com o seguinte comentário: “Tem uma lata de lentilhas escorando esta coisa por trás. Feliz aniversário, Neve! Obrigada por ignorar todas as imperfeições da vida e ser uma alegria”. Desde que assumiu o cargo, em 2017, Ardern tem compartilhado com os neozelandeses os momentos marcantes e as dificuldades de combinar o poder com a maternidade, e já agradeceu várias vezes em público o trabalho feito por seu companheiro, o jornalista Clarke Gayford, que é o principal cuidador de Neve. Em uma entrevista à imprensa local, Gayford confessou que a chegada da Covid-19 foi um desafio para a família, com dias em que Ardern chegava em casa após a meia-noite para depois se levantar às cinco da manhã.

A capacidade de mostrar seu lado mais humano é um dos atributos por trás da alta popularidade da primeira-ministra, com a qual o Partido Trabalhista espera ganhar as eleições de 17 de outubro.Adeputada Priyanca Radhakrishnan explica ao EL PAÍS por que acredita que sua chefa desperta tanta admiração: “Já tivemos três primeiras-ministras na Nova Zelândia, mas Jacinda faz política de forma diferente. Ela não ataca o adversário, ela joga limpo e combina empatia com força. As pessoas se concentram em sua bondade porque é o aspecto novo, mas ela também é uma líder que toma decisões com garra”.

Jacinda Ardern não tem problemas em mostrar suas fraquezas tanto no âmbito pessoal como no político. Quando o coronavírus voltou à Nova Zelândia em meados de agosto, a primeira-ministra confessou ter ficado “abatida”, depois de celebrar mais de 100 dias sem nenhum caso de Covid-19. Ela disse à imprensa que se sentiu melhor depois de falar por telefone com a chanceler (chefa de Governo) alemã, Angela Merkel. Apesar de terem ideologias políticas distintas, as duas líderes têm uma relação calorosa — tanto que, quando um jornalista perguntou “que líder mundial visitaria primeiro”, Ardern respondeu: “Acho que não vou surpreendê-lo, é Merkel”.

O governo neozelandês foi reconhecido internacionalmente por sua estratégia de contenção da pandemia, que causou apenas 25 mortes em um país de quase cinco milhões de habitantes. A deputada Radhakrishnan explica como a primeira-ministra coloca a vida dos neozelandeses acima de qualquer outra consideração. “Não é fácil confinar uma cidade, uma região ou um país porque o impacto econômico é significativo, todos nós sabemos disso, mas, para nós, escolher entre as pessoas e a economia é uma dicotomia falsa, porque se você perde as pessoas, perde a economia”, afirma a deputada.

A região de Auckland, a mais populosa do país, continua em nível de alerta elevado pela Covid-19, com os eventos públicos da campanha eleitoral cancelados até novo aviso. É por isso que as redes sociais se transformaram em campo de batalha para os líderes políticos. Jacinda Ardern aparece quase diariamente em suas contas no Facebook e no Instagram, e combina postagens formais, nas quais promove suas promessas eleitorais, com conexões muito mais informais, a partir de sua casa e vestida com um moletom, com introduções como esta: “Saudações a todos. Estou diante de uma parede vazia porque é o único lugar da minha casa que não está desarrumado”.

A conta de Ardern no Facebook tem 1,7 milhão de seguidores, enquanto a de sua rival, a líder da oposição Judith Collins, tem 58.000. Ardern e seu companheiro não publicam fotos de sua filha, mas compartilham muitos detalhes de sua vida privada, como quando ele teve de pintar o cabelo dela (durante o confinamento), ou seu fracasso quando tentaram desfraldar a menina muito cedo. A líder trabalhista virou sensação na internet graças à sua naturalidade diante da câmera, sua simpatia e sua capacidade de rir de si mesma, a tal ponto que os veículos de comunicação a chamam de “maior influencer política do país” e “primeira-ministra do Facebook”.

Embora sirva de inspiração para mulheres na Nova Zelândia e no resto do mundo, a primeira-ministra admitiu em uma entrevista que seu desejo é “normalizar” a figura da mãe trabalhadora. Quando uma menina se aproximou dela durante um evento de campanha, agarrando com as duas mãos um conto ilustrado sobre sua vida, Ardern parou por alguns minutos para conversar com ela e escreveu esta dedicatória no livro: “As garotas podem fazer qualquer coisa”.

Disponível em: https://bityli.com/KYmNL. Acesso em: 21 set. 2020. (Fragmento adaptado)
Nesse texto, o autor faz uso dos recursos a seguir, exceto:
Alternativas
Q2120734 Português

Instrução: Leia o texto a seguir para responder à questão.


O perigo das vacinas caseiras contra o coronavírus


Vários pesquisadores vinculados à Universidade Harvard promovem uma imunização sem aval para que os cidadãos a fabriquem e administrem em casa


Um grupo de cientistas, profissionais da biotecnologia e cidadãos que nem sequer querem ser identificados está testando na própria carne uma suposta vacina contra o coronavírus que eles mesmos desenvolveram. Trata-se de um coquetel de proteínas sem eficácia comprovada, cuja primeira versão foi preparada por Preston Estep, um cientista que já esteve ligado à Universidade Harvard e cuja principal motivação é conseguir uma imunização antes que sejam lançadas as vacinas oficiais promovidas por governos e empresas farmacêuticas. Este projeto, chamado Radvac – sigla em inglês de “vacina colaborativa de implantação rápida” – se define como “um necessário ato de compaixão”.

Esta é uma das várias vacinas caseiras que estão circulando pelo mundo. Algumas não têm fins lucrativos, como a Radvac, e outras chegam a custar o equivalente a R$ 1.900. Nos EUA são conhecidas como vacinas DIY (sigla em inglês de “faça você mesmo”).

Muitos especialistas mostram preocupação com um fenômeno que pode causar danos e dinamitar a confiança nas vacinas convencionais. O mais inquietante talvez seja que, com a lei na mão, é impossível proibir alguém de obter e inocular esses preparados. Na prática pode ser muito complicado inclusive impedir que sejam distribuídas ou que seus adeptos causem infecções por Covid-19, de forma deliberada ou acidental, por se julgarem imunizados.

Muitos de seus promotores iniciais estavam vinculados à prestigiosa Universidade Harvard (EUA). Um dos principais é o conhecido geneticista George Church, um dos pesquisadores mais respeitados em seu campo. Church admitiu ter usado em si mesmo a suposta vacina, e inclusive tirou uma foto enquanto a administrava, conforme revelou o veículo especializado Technology Review.

A suposta vacina defendida por Church é uma mistura de peptídeos, proteínas sintéticas que imitam as proteínas que compõem o SARS-CoV-2, como a característica espícula pontiaguda que usa para se unir às células humanas, penetrá-las e sequestrar seu maquinário biológico para se multiplicar. Em um documento de 59 páginas, Estep, Church e seus colegas explicam como misturar esses peptídeos com os outros quatro ingredientes básicos do preparado. Todos eles podem ser adquiridos de “distribuidores comerciais”, afirmam.


O produto final é um vapor inalável, administrado pelo nariz. O documento também detalha como usá-lo corretamente e recomenda fazer exames de anticorpos e linfócitos para comprovar seu efeito, como se os participantes fossem cobaias humanas. “Somos os animais”, disse Estep, ex-orientando de Church, ao The New York Times. Há 30 pessoas dos EUA, Alemanha, Reino Unido, China e Suécia que já se autoinocularam, afirma.

O próprio Estep afirma ter dado a vacina caseira a seu filho de 23 anos, e outros promotores também as administraram a familiares, segundo o jornal nova-iorquino.

O documento científico da Radvac adverte que a vacina não tem nenhuma eficácia demonstrada, não foi aprovada pelas autoridades e pode causar efeitos secundários, embora não descreva uma forma de controlar as reações adversas. Os promotores a definem como “ciência cidadã” e fornecem toda a informação sobre seu preparado com uma licença aberta. O EL PAÍS tentou contato com Estep e Church sem sucesso. “Este projeto não tem nenhuma filiação à Universidade Harvard”, declarou a instituição por sua vez. “A urgência em conseguir uma vacina efetiva para a Covid-19 é enorme, mas isso não pode acarretar um relaxamento dos padrões dos ensaios clínicos, que devem fornecer provas concludentes da eficácia dessa vacina para proteger a saúde pública”, acrescenta.

[...] Se as autoridades não frearem este tipo de experimentação caseira, “estas vacinas de efetividade e segurança duvidosa porão a saúde pública em risco”, alertam. Além disso, “pode derrubar a confiança da sociedade nas verdadeiras vacinas” contra a Covid-19, escrevem. Em sua carta, especialistas pedem que as autoridades federais dos EUA tomem as rédeas do assunto, como já fizeram para impedir a difusão de exames caseiros do novo coronavírus que não tinham aval científico. “Parte do interesse nestas vacinas caseiras surge aparentemente da crença de que a experimentação consigo mesmo não precisa respeitar as normas e os critérios éticos. É uma crença totalmente falsa”, disparam.

[...]

“Promover este tipo de produto como uma possível solução sem ter provas viola o método científico, é reprovável”, ressalta Federico de Montalvo Jääskeläinen, presidente do Comitê de Bioética da Espanha. “Mesmo se funcionasse, só significaria que dispararam no ar e acertaram no prato por acaso”, acrescenta.


O especialista concorda com seus colegas norte-americanos sobre o perigo que estes cientistas representam na luta contra a pior pandemia deste século. “Que a vacina demore não é o nosso maior problema. Onde arriscamos a saída desta pandemia é na confiança da população em relação às vacinas. Esta gente está minando essa confiança com uma narrativa antissistema. Se uma parte da população comprar estas mensagens, pode haver um enorme dano à saúde pública”, conclui. 

Disponível em: https://bityli.com/dt36e. Acesso em: 18 set.
2020 (adaptado).
Releia o trecho a seguir.
“[...] uma imunização sem aval [...].”
Analise a seguir as definições da palavra destacada retiradas do dicionário virtual Caldas Aulete.
1. Garantia de pagamento de empréstimo feito por outrem. 2. Assinatura que confirma uma garantia. 3. Aprovação ou apoio a uma proposta, opinião, decisão, ação etc. 4. Algo que serve de garantia.
Disponível em: http://www.aulete.com.br/aval. Acesso em: 2 ago. 2022.
Assinale a alternativa que indica a definição que se aplica à palavra “aval” no contexto exposto.
Alternativas
Q2120731 Português

Instrução: Leia o texto a seguir para responder à questão.


O perigo das vacinas caseiras contra o coronavírus


Vários pesquisadores vinculados à Universidade Harvard promovem uma imunização sem aval para que os cidadãos a fabriquem e administrem em casa


Um grupo de cientistas, profissionais da biotecnologia e cidadãos que nem sequer querem ser identificados está testando na própria carne uma suposta vacina contra o coronavírus que eles mesmos desenvolveram. Trata-se de um coquetel de proteínas sem eficácia comprovada, cuja primeira versão foi preparada por Preston Estep, um cientista que já esteve ligado à Universidade Harvard e cuja principal motivação é conseguir uma imunização antes que sejam lançadas as vacinas oficiais promovidas por governos e empresas farmacêuticas. Este projeto, chamado Radvac – sigla em inglês de “vacina colaborativa de implantação rápida” – se define como “um necessário ato de compaixão”.

Esta é uma das várias vacinas caseiras que estão circulando pelo mundo. Algumas não têm fins lucrativos, como a Radvac, e outras chegam a custar o equivalente a R$ 1.900. Nos EUA são conhecidas como vacinas DIY (sigla em inglês de “faça você mesmo”).

Muitos especialistas mostram preocupação com um fenômeno que pode causar danos e dinamitar a confiança nas vacinas convencionais. O mais inquietante talvez seja que, com a lei na mão, é impossível proibir alguém de obter e inocular esses preparados. Na prática pode ser muito complicado inclusive impedir que sejam distribuídas ou que seus adeptos causem infecções por Covid-19, de forma deliberada ou acidental, por se julgarem imunizados.

Muitos de seus promotores iniciais estavam vinculados à prestigiosa Universidade Harvard (EUA). Um dos principais é o conhecido geneticista George Church, um dos pesquisadores mais respeitados em seu campo. Church admitiu ter usado em si mesmo a suposta vacina, e inclusive tirou uma foto enquanto a administrava, conforme revelou o veículo especializado Technology Review.

A suposta vacina defendida por Church é uma mistura de peptídeos, proteínas sintéticas que imitam as proteínas que compõem o SARS-CoV-2, como a característica espícula pontiaguda que usa para se unir às células humanas, penetrá-las e sequestrar seu maquinário biológico para se multiplicar. Em um documento de 59 páginas, Estep, Church e seus colegas explicam como misturar esses peptídeos com os outros quatro ingredientes básicos do preparado. Todos eles podem ser adquiridos de “distribuidores comerciais”, afirmam.


O produto final é um vapor inalável, administrado pelo nariz. O documento também detalha como usá-lo corretamente e recomenda fazer exames de anticorpos e linfócitos para comprovar seu efeito, como se os participantes fossem cobaias humanas. “Somos os animais”, disse Estep, ex-orientando de Church, ao The New York Times. Há 30 pessoas dos EUA, Alemanha, Reino Unido, China e Suécia que já se autoinocularam, afirma.

O próprio Estep afirma ter dado a vacina caseira a seu filho de 23 anos, e outros promotores também as administraram a familiares, segundo o jornal nova-iorquino.

O documento científico da Radvac adverte que a vacina não tem nenhuma eficácia demonstrada, não foi aprovada pelas autoridades e pode causar efeitos secundários, embora não descreva uma forma de controlar as reações adversas. Os promotores a definem como “ciência cidadã” e fornecem toda a informação sobre seu preparado com uma licença aberta. O EL PAÍS tentou contato com Estep e Church sem sucesso. “Este projeto não tem nenhuma filiação à Universidade Harvard”, declarou a instituição por sua vez. “A urgência em conseguir uma vacina efetiva para a Covid-19 é enorme, mas isso não pode acarretar um relaxamento dos padrões dos ensaios clínicos, que devem fornecer provas concludentes da eficácia dessa vacina para proteger a saúde pública”, acrescenta.

[...] Se as autoridades não frearem este tipo de experimentação caseira, “estas vacinas de efetividade e segurança duvidosa porão a saúde pública em risco”, alertam. Além disso, “pode derrubar a confiança da sociedade nas verdadeiras vacinas” contra a Covid-19, escrevem. Em sua carta, especialistas pedem que as autoridades federais dos EUA tomem as rédeas do assunto, como já fizeram para impedir a difusão de exames caseiros do novo coronavírus que não tinham aval científico. “Parte do interesse nestas vacinas caseiras surge aparentemente da crença de que a experimentação consigo mesmo não precisa respeitar as normas e os critérios éticos. É uma crença totalmente falsa”, disparam.

[...]

“Promover este tipo de produto como uma possível solução sem ter provas viola o método científico, é reprovável”, ressalta Federico de Montalvo Jääskeläinen, presidente do Comitê de Bioética da Espanha. “Mesmo se funcionasse, só significaria que dispararam no ar e acertaram no prato por acaso”, acrescenta.


O especialista concorda com seus colegas norte-americanos sobre o perigo que estes cientistas representam na luta contra a pior pandemia deste século. “Que a vacina demore não é o nosso maior problema. Onde arriscamos a saída desta pandemia é na confiança da população em relação às vacinas. Esta gente está minando essa confiança com uma narrativa antissistema. Se uma parte da população comprar estas mensagens, pode haver um enorme dano à saúde pública”, conclui. 

Disponível em: https://bityli.com/dt36e. Acesso em: 18 set.
2020 (adaptado).
Em relação às vacinas caseiras, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2119567 Português

    O mundo inteiro vem sofrendo impactos econômicos por causa da pandemia da Covid-19. E, por conta das medidas de restrição à circulação de pessoas, muitas lojas tiveram de ser fechadas temporariamente. Nesse cenário de incertezas, talvez os desafios mais importantes sejam manter o vínculo com o consumidor e conquistar novos clientes, apesar de tudo.

MUFARREJ, Liane. Como eles mantêm a confiança do consumidor em tempos difíceis. Seleções/Reader’s Digest. Jul., 2021. Rio de Janeiro: Plural Indústria Gráfica. p. 75. (Fragmento adaptado.)

No trecho negritado, o uso do termo “talvez” marca a
Alternativas
Q2119566 Português

    O mundo inteiro vem sofrendo impactos econômicos por causa da pandemia da Covid-19. E, por conta das medidas de restrição à circulação de pessoas, muitas lojas tiveram de ser fechadas temporariamente. Nesse cenário de incertezas, talvez os desafios mais importantes sejam manter o vínculo com o consumidor e conquistar novos clientes, apesar de tudo.

MUFARREJ, Liane. Como eles mantêm a confiança do consumidor em tempos difíceis. Seleções/Reader’s Digest. Jul., 2021. Rio de Janeiro: Plural Indústria Gráfica. p. 75. (Fragmento adaptado.)

A expressão “Nesse cenário de incertezas”, no trecho negritado, faz remissão 
Alternativas
Q2119564 Português

Livro reúne os casos clínicos que projetaram Freud


    Você não precisa ser um psicanalista para perambular pelas histórias de quem passou, em carne e osso, pelo divã de Sigmund Freud. Em narrativas que entraram para os anais da ciência e da literatura, o médico de Viena expõe como o método inventado por ele ajuda a montar o quebra-cabeça das experiências e dos sofrimentos psíquicos vividos por cinco personagens reais – Dora, Schreber, o pequeno Hans, o Homem dos Ratos e o Homem dos Lobos. Os nomes até insinuam a vocação literária dos relatos, mas, fora as descrições biográficas, com direito a episódios que seriam facilmente (auto)censurados no início do século 20, os textos oferecem o roteiro freudiano para investigar as origens de histerias, neuroses, fobias e obsessões – com destaque para a interpretação de sonhos e episódios ligados à infância e às descobertas sexuais. Na obra recém-publicada pela Autêntica, as cinco histórias clínicas ganham nova tradução e vêm acrescidas de notas explicativas e materiais inéditos em português. Goste-se ou não de até onde ele vai – na mente e na leitura dos casos –, é Freud puro.

DA EDIÇÃO. Livro reúne casos clínicos que projetaram Freud. Veja Saúde. N. 485, nov., 2022. São Paulo: Editora Abril. p.18. (Fragmento)

Com base no trecho negritado – e também em outros elementos que compõem o texto acima, como seu título, por exemplo –, é correto afirmar que o objetivo discursivo primordial do texto é

Alternativas
Q2119563 Português

    Uma das questões mais perniciosas das mudanças climáticas é que estamos falando de um sistema muito complexo. Um exemplo cada vez mais evidente disso está surgindo no extremo norte das Américas. No Alaska, novos lagos estão brotando do nada – e se tornando impulsionadores poderosos de mais aquecimento. O aumento da temperatura média, com verões mais quentes, promove o derretimento de permafrost – gelo misturado ao solo, logo abaixo da superfície. Ele se transforma em água e há o colapso da superfície, que afunda. Nasce um lago. E o maior problema vem em seguida: o material orgânico que até então estava congelado passa a ser consumido por microorganismos metanógenos. Aí esse metano passa a borbulhar da água em copiosas quantidades. E o metano retém 100 vezes mais calor na atmosfera do que o CO2.

    Um desses novos lagos ganhou o nome de Big Trail. Cinquenta anos atrás, ele nem existia. Agora é uma das maiores fontes emissoras de metano no Ártico. E está bem longe de ser a única. Do Alaska à Sibéria, o processo de derretimento está impulsionando as emissões de metano. Que por sua vez aumentam o efeito estufa. Que por sua vez eleva a temperatura média do planeta. Que por sua vez produz mais derretimento de gelo. E por aí vai...

NOGUEIRA, Salvador. Carbono zero. Superinteressante. Edição 445, ano 33, n. 11, nov. 2022. São Paulo: Editora Abril. p. 12. (Fragmento adaptado).


O trecho negritado apresenta um conjunto de informações sequenciadas e relacionadas entre si por meio de relações de sentido

Alternativas
Q2119562 Português

    O brado do Ipiranga, a declaração de Independência pelo então príncipe regente Dom Pedro de Alcântara (1798-1834), foi construído historicamente como um dos atos fundadores do Brasil, afirmam os estudiosos do período. Sua representação mais emblemática é o quadro Independência ou morte!, de 4,15 metros (m) por 7,60 m, elaborado entre 1886 e 1888 em Florença, na Itália. Exposto no salão nobre do Museu Paulista da Universidade de São Paulo (MP-SP), sabe-se hoje que seu autor, Pedro Américo de Figueiredo e Melo (1843-1905), um dos mais famosos pintores brasileiros do final do século XIX, não o concebeu como tentativa de representação fidedigna do ato nem como fantasia desvinculada da realidade.

     A pintura expressa não só uma intensa pesquisa sobre a história e a cultura brasileiras, mas também uma marcante influência europeia, observa a historiadora Michelli Scapol Monteiro. Em 2019 e 2020, como parte de seu estágio de pós-doutorado no MP, ela visitou arquivos, bibliotecas e museus de Florença e Paris para identificar as influências artísticas e políticas do quadro e as referências a outras obras e artistas, também chamadas de citações, procedimento comum em pinturas históricas da época. “As citações eram uma forma de o artista mostrar erudição e conhecimento de seus predecessores e contemporâneos”, diz ela. “Serviam para mostrar deferência a pinturas que inspiram a composição de uma tela”.

     As citações aparecem geralmente nos gestos de personagens, em detalhes ou na disposição dos elementos de uma cena que se assemelham aos das obras inspiradoras. Costumavam ser esperadas e até valorizadas, por evidenciarem a capacidade de um artista em adaptar um elemento prévio a um novo contexto.

ALBERGARIA, Danilo. As raízes do quadro Independência ou morte! Pesquisa FAPESP. Ano 23, n. 318, ago., 2023. p. 59. (Fragmento adaptado.)

Em relação ao enunciado negritado no terceiro parágrafo, assinale a alternativa que apresenta uma paráfrase do trecho “Costumavam ser esperadas e até valorizadas”.
Alternativas
Q2119561 Português

    O brado do Ipiranga, a declaração de Independência pelo então príncipe regente Dom Pedro de Alcântara (1798-1834), foi construído historicamente como um dos atos fundadores do Brasil, afirmam os estudiosos do período. Sua representação mais emblemática é o quadro Independência ou morte!, de 4,15 metros (m) por 7,60 m, elaborado entre 1886 e 1888 em Florença, na Itália. Exposto no salão nobre do Museu Paulista da Universidade de São Paulo (MP-SP), sabe-se hoje que seu autor, Pedro Américo de Figueiredo e Melo (1843-1905), um dos mais famosos pintores brasileiros do final do século XIX, não o concebeu como tentativa de representação fidedigna do ato nem como fantasia desvinculada da realidade.

     A pintura expressa não só uma intensa pesquisa sobre a história e a cultura brasileiras, mas também uma marcante influência europeia, observa a historiadora Michelli Scapol Monteiro. Em 2019 e 2020, como parte de seu estágio de pós-doutorado no MP, ela visitou arquivos, bibliotecas e museus de Florença e Paris para identificar as influências artísticas e políticas do quadro e as referências a outras obras e artistas, também chamadas de citações, procedimento comum em pinturas históricas da época. “As citações eram uma forma de o artista mostrar erudição e conhecimento de seus predecessores e contemporâneos”, diz ela. “Serviam para mostrar deferência a pinturas que inspiram a composição de uma tela”.

     As citações aparecem geralmente nos gestos de personagens, em detalhes ou na disposição dos elementos de uma cena que se assemelham aos das obras inspiradoras. Costumavam ser esperadas e até valorizadas, por evidenciarem a capacidade de um artista em adaptar um elemento prévio a um novo contexto.

ALBERGARIA, Danilo. As raízes do quadro Independência ou morte! Pesquisa FAPESP. Ano 23, n. 318, ago., 2023. p. 59. (Fragmento adaptado.)

    Em relação ao enunciado negritado no primeiro parágrafo, é correto afirmar que a relação de sentido existente entre as expressões “O brado do Ipiranga” e “a declaração de Independência pelo então príncipe regente Dom Pedro de Alcântara (1798-1834)” é expressa pelo trecho 

Alternativas
Respostas
37241: B
37242: D
37243: B
37244: B
37245: A
37246: B
37247: A
37248: D
37249: A
37250: A
37251: D
37252: B
37253: C
37254: A
37255: D
37256: B
37257: A
37258: D
37259: C
37260: A