Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem.
Texto 01
A teoria do flow: foco total no fluxo
I - O estado flow permite que se atinja um alto nível de criatividade.
II - O estado flow pode ser atingido por meio de diferentes atividades.
III - O estado flow é alcançado por meio das atividades mais complexas.
IV - O máximo envolvimento do estado flow gera uma grande satisfação. V - O comodismo é um fator que impede que se chegue ao estado flow.
Estão CORRETAS as alternativas
Texto 3
O casamento do século
Um príncipe se apaixona por uma plebeia, colega de faculdade, pede-a em casamento e recebe a bênção da família real, da Igreja e do restante do mundo em uma história digna dos contos de fada. Diz-se que o casamento do príncipe William com Kate Middleton foi mais esperado que final de Copa do Mundo. Mais de dois bilhões de pessoas acompanharam a cerimônia, realizada na Abadia de Westminster, no dia 29 de abril de 2011.
Disponível em:<https://super.abril.com.br/coluna/superlistas/5-casamentosreais-que-abalaram-o-reino-unido>
A voz foi infiel trocando de traqueia E o dono foi perdendo a voz E o dono foi perdendo a linha – que tinha E foi perdendo a luz e além E disse: Minha voz, se vós não sereis minha Vós não sereis de mais ninguém
BUARQUE, Chico. A voz do dono e o dono da voz. Almanaque. Rio de Janeiro: Marola Edições Musicais, 1981.
Nesse trecho, destaca-se o trabalho com a polissemia a fim de se obterem efeitos semânticos e discursivos. O trecho emprega como elemento de progressão
O item a seguir apresenta proposta de reescrita para trechos do texto CB1A1. Julgue esse item quanto à correção gramatical e à coerência das ideias originais do texto.
“O estudo recente de Welsby, publicado na revista Nature
em 2021, mostra que a produção existente de carvão,
petróleo e gás deve ser descontinuada.” (terceiro período do
primeiro parágrafo): A produção atual de carvão, petróleo e
gás deve ser interrompida, como comprova o artigo de
Weslby, recém-publicado na revista Nature, em 2021.
Em relação ao emprego dos elementos de coesão no texto CB1A1, julgue o próximo item.
No texto, a expressão “Por outro lado” (último período do
último parágrafo) introduz uma ideia que contrasta com a
ideia expressa no período anterior.
No que se refere à significação de palavras empregadas no texto CB1A1, julgue o item subsequente.
No penúltimo período do último parágrafo,
“negligenciaram” é sinônimo de refutaram.
Acerca do emprego dos tempos e modos verbais no texto CB1A1, julgue o item seguinte.
No penúltimo período do último parágrafo, a referência
temporal da forma verbal “tinham” coincide com o momento
em que o texto foi escrito.
Considerando as ideias veiculadas pelo texto CB1A1, julgue o item a seguir.
Infere-se do texto que o economista Hans-Werner Sinn
assume uma postura contrária às medidas de contenção de
emissão de gases.
Considerando as ideias veiculadas pelo texto CB1A1, julgue o item a seguir.
No início do texto, a expressão “paradoxo verde” refere-se a
ações ecológicas cujos efeitos são contrários aos propósitos
que as motivaram.
I. Nasceu em Santa Catarina e se mudou para o Rio de Janeiro. II. Começou como vendedor de picolé e hoje atua só no ramo do agro brasileiro. III. Respeita e tem cuidado com os horários dos funcionários.
Está(ao) correta(s):
I. Não precisa de carteira assinada porque é empresário. II. Desde criança gostou da liberdade de ser empreendedor, trabalhando para si mesmo. III. Investe em um setor de “cauda longa”.
Está(ao) correta(s):
Etarismo, o preconceito contra os idosos
No Brasil, o preconceito contra os idosos, chamado de “etarismo”, ainda é um mal muito latente nos dias de hoje. Advindo de estereótipos que fazem parte da construção da sociedade, os preconceitos referem-se à saúde, à capacidade e ao empenho, à idade, à fragilidade, entre outros.
Algumas crenças fortalecem esses preconceitos, já que versam sobre premissas que não são verdadeiras, como: os idosos não podem trabalhar; as pessoas mais velhas são todas iguais e têm saúde debilitada; os idosos são frágeis; não conseguem resolver suas necessidades básicas; os mais velhos nada têm a contribuir; eles são um ônus econômico para a sociedade. Alguns desses juízos evidenciam uma discriminação a priori por parte da sociedade em relação aos idosos.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que no Brasil 13% da população tem mais de 60 anos, sendo que a partir de 2031 haverá mais idosos do que crianças e adolescentes, e em 2042 essa população alcançará o número de 57 milhões de brasileiros.
Esses números apontam a necessidade de olharmos para a velhice cada vez de modo mais positivo e real, valorizando todas as vantagens que esse período da vida traz para todos, seja por conta de maior conhecimento sobre a vida. É oportuno lembrar que a população idosa é heterogênea e que quando falamos de idoso, saber de qual idoso estamos tratando.
O estereótipo de que a idade é um empecilho afeta consideravelmente a vida das pessoas, fazendo com que elas sofram e se afastem do convívio social, ficando mais deprimidas e deixando até mesmo de cuidar de sua saúde.
Com o intuito de combater o preconceito contra os idosos, lembramos que o Estatuto do Idoso, definido pela Lei Federal nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, prevê uma série de normas com vistas à proteção e à defesa dos direitos da pessoa idosa.
Uma das formas mais adequadas de combater o etarismo é disseminar informações pertinentes ao tema, a fim de oportunizar que a população de maneira geral tenha conhecimento sobre a velhice.
Negar o envelhecimento de outras pessoas, discriminando-as por isso, é negar a própria vida, pois todos seguirão pelo mesmo caminho — o do envelhecimento que, aliás, é um privilégio.
(Fonte: SBGG — adaptado.)
Etarismo, o preconceito contra os idosos
No Brasil, o preconceito contra os idosos, chamado de “etarismo”, ainda é um mal muito latente nos dias de hoje. Advindo de estereótipos que fazem parte da construção da sociedade, os preconceitos referem-se à saúde, à capacidade e ao empenho, à idade, à fragilidade, entre outros.
Algumas crenças fortalecem esses preconceitos, já que versam sobre premissas que não são verdadeiras, como: os idosos não podem trabalhar; as pessoas mais velhas são todas iguais e têm saúde debilitada; os idosos são frágeis; não conseguem resolver suas necessidades básicas; os mais velhos nada têm a contribuir; eles são um ônus econômico para a sociedade. Alguns desses juízos evidenciam uma discriminação a priori por parte da sociedade em relação aos idosos.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que no Brasil 13% da população tem mais de 60 anos, sendo que a partir de 2031 haverá mais idosos do que crianças e adolescentes, e em 2042 essa população alcançará o número de 57 milhões de brasileiros.
Esses números apontam a necessidade de olharmos para a velhice cada vez de modo mais positivo e real, valorizando todas as vantagens que esse período da vida traz para todos, seja por conta de maior conhecimento sobre a vida. É oportuno lembrar que a população idosa é heterogênea e que quando falamos de idoso, saber de qual idoso estamos tratando.
O estereótipo de que a idade é um empecilho afeta consideravelmente a vida das pessoas, fazendo com que elas sofram e se afastem do convívio social, ficando mais deprimidas e deixando até mesmo de cuidar de sua saúde.
Com o intuito de combater o preconceito contra os idosos, lembramos que o Estatuto do Idoso, definido pela Lei Federal nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, prevê uma série de normas com vistas à proteção e à defesa dos direitos da pessoa idosa.
Uma das formas mais adequadas de combater o etarismo é disseminar informações pertinentes ao tema, a fim de oportunizar que a população de maneira geral tenha conhecimento sobre a velhice.
Negar o envelhecimento de outras pessoas, discriminando-as por isso, é negar a própria vida, pois todos seguirão pelo mesmo caminho — o do envelhecimento que, aliás, é um privilégio.
(Fonte: SBGG — adaptado.)
• [...] ainda é um mal muito latente nos dias de hoje. (1º parágrafo) • Algumas crenças fortalecem esses preconceitos já que versam [...] (2º parágrafo) • Advindo de estereótipos que fazem parte [...] (1º parágrafo)
Os termos sublinhados significam, CORRETA e respectivamente:
Capítulo Primeiro
Do título
[...]
Não consultes dicionários. Casmurro não está aqui no sentido que eles lhe dão, mas no que lhe pôs o vulgo de homem calado e metido consigo. Dom veio por ironia, para atribuir-me fumos de fidalgo. Tudo por estar cochilando! Também não achei melhor título para a minha narração; se não tiver outro daqui até o fim do livro, vai este mesmo. [...]
Capítulo Segundo
Do livro
Agora que expliquei o título, passo a escrever o livro. Antes disso, porém, digamos os motivos que me põem a pena na mão.
ASSIS, Machado de. Dom Casmurro. Disponível em: http:// www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv00180a.pdf. Acesso em: 8 jun. 2023.
A função de linguagem predominante nesse texto de Machado de Assis é a função
Neste artigo são apresentados os resultados de uma pesquisa sobre o fenômeno da pós-verdade e suas implicações para a Ciência da Informação enquanto um objeto de estudo. São apresentadas diferentes visões sobre o fenômeno: as que o enquadram na perspectiva de um fenômeno cultural ou político, e as que o correlacionam a outros fenômenos ou fatores. A seguir, apresenta-se a maneira como a Ciência da Informação definiu, historicamente, seus objetos de pesquisa, bem como as teorias e métodos para os estudar. Do confronto entre as duas discussões, propõe-se a necessidade de adaptações no âmbito da Ciência da Informação, para o desenvolvimento de categorias de análise que possam estudar de maneira adequada o fenômeno da pós-verdade: não como um problema tecnológico ou humano, mas como um processo da ordem da cultura.
ÁVILA, Carlos Alberto. A pós-verdade como desafio central para a ciência da informação contemporânea. Em Questão, Porto Alegre, v. 27, n. 1, p. 13-29, jan./abr. 2021. Disponível em: http://dx.doi.org/10.19132/1808-5245271.13-29. Acesso em: 10 jun. 2023.
Considerando a construção desse texto, analise as relações dos termos destacados no contexto em que se inserem. Com base na referenciação, é incorreto afirmar que