Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q2184816 Português

Observe a imagem a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


 IBGE. Vista parcial cidade de Goiatuba. Disponível em: 

<https://cidades.ibge.gov.br/brasil/go/goiatuba/historico>. Acesso em: 25 

mar. 2023. 


A imagem apresenta a contradição entre 

Alternativas
Q2184815 Português
Leia o texto a seguir.


                        Goiaz Velha

Sair agora pela rua, encostar o meu rosto 

escaldante mas calmo ao rosto desses prédios 

velhos, muito brancos de velhice, 

mais velhos talvez do que a serra que ao sol posto 

se esbate enorme no azul claro do horizonte. 

E gozar a delícia de sentir 

Que o tempo passa e não existe o tempo, 

Que passa a vida e a vida não existe 

E nada é mau neste mundo, nada é triste. 

No bar da rua larga ninguém tem o que fazer. 

Sobre sua displicente indiferença 

tempo há de correr.


SOUSA, Domingos Felix de. Goiaz Velha. In: NASCENTE, Gabriel. Goiás, meio 

século de poesia. Goiânia, Kelps, 1997. P. 72.

poesia. Goiânia, Kelps, 1997. P. 72. 


Qual característica da cidade apresentada no poema foi usada para justificar a transferência da capital do estado de Goiás? 

Alternativas
Q2184814 Português

Leia o texto a seguir.

Na primeira metade do século XX, os meios de transporte, de modo geral, eram deficitários em Goiás, sendo que a ferrovia só adentrou o território goiano em 1912 e, com muita lentidão, alcançou a cidade de Anápolis em 1933. Também no que se refere às estradas de rodagem, essas eram raras em todo o estado. Em 1916 deu‐se a chegada a Goiás do primeiro automóvel, cujo proprietário era o empresário Ronan Rodrigues Borges: um Ford Double Phaeton, modelo T1916. Nesse veículo, mediante cuidadoso planejamento, foi vencido o percurso entre Santa Rita do Paranaíba (Itumbiara) e Jataí – passando por Rio Verde ‐ em viagem pioneira.

OLIVEIRA, M. de F.; FREITAS, L. C. B. F. de. Um médico no sertão: o rio, a 

cidade e a gente ribeirinha. História Revista, Goiânia, v. 24, n. 1, p. 218–238, 

2019, p. 232. 


A situação descrita gerava dificuldade econômica para Goiás em qual setor? 

Alternativas
Q2184813 Português

Leia o texto a seguir.

Com a construção de Brasília, tanto as terras como a vegetação eram tidas como algo “inútil”. Durante muito tempo, o Cerrado foi visto como impróprio para a agricultura. O médico higienista Antonio Pimentel afirmava que “a falta de conhecimentos sobre a região do Planalto Central fazia com que a maioria das pessoas visse todo o interior do Brasil como um lugar doentio, muito quente e inóspito”. A transferência da Capital Federal para a região Central do país teve como um dos objetivos a integração do Centro-Oeste à economia nacional.  

APARECIDO COSTA, R.; DE OLIVEIRA SANTOS, F. Expansão agrícola e 

vulnerabilidade natural do meio físico no sul goiano. Geografia em Atos

(Online), [S. l.], v. 2, n. 10, p. 23–35, 2011, P. 24. [Adaptado]. 


Que tipo de visão sobre o Cerrado é apresentada no texto? 

Alternativas
Q2184812 Português

Leia o texto a seguir.


O Fundo Amazônia (instituído pelo Decreto nº 6.527, de 1º de agosto de 2008) apoia projetos nas seguintes áreas:

• Gestão de florestas públicas e áreas protegidas; • Controle, monitoramento e fiscalização ambiental; • Manejo florestal sustentável; • Atividades econômicas desenvolvidas a partir do uso sustentável da vegetação; • Zoneamento ecológico e econômico, ordenamento territorial e regularização fundiária; • Conservação e uso sustentável da biodiversidade; • Recuperação de áreas desmatadas. 

Disponível em: <https://www.fundoamazonia.gov.br/pt/fundo-amazonia/>. 

Acesso em: 27 mar. 2023. [Adaptado]. 



Qual é o objetivo do apoio a projetos nas áreas descritas?

Alternativas
Q2184811 Português

Leia o texto a seguir.  


Os números mostram que o Brasil pode ser um caso à parte quando o tema é a mulher nas artes. Porém, o cenário aparentemente favorável pode ser apenas uma primeira impressão, na opinião da pesquisadora da Universidade de São Paulo, a doutora Ana Paula. “Muitas das artistas bem-sucedidas no mercado nem sempre desfrutam de boa colocação nos espaços museais. Ou seja, o valor de mercado nem sempre migra para uma valorização cultural ou outras instâncias de legitimação da cultura. E o mercado da arte não se resume a ser artista. Há outras posições em museus e galerias que ainda não são ocupados por mulheres”, disse ela.


Disponível em: <http://www.iea.usp.br/noticias/representatividade-

feminina-no-sistema-artistico-precisa-ser-melhor-avaliada>. Acesso em: 14

mar. 2023. [Adaptado]. 



Qual é o problema da arte brasileira demonstrado pela pesquisadora? 

Alternativas
Q2184810 Português

Leia o texto a seguir.


Criada há três décadas para assegurar a inclusão no mercado de trabalho brasileiro, a Lei de Cotas tem dado oportunidades a pessoas com deficiência, mas ainda enfrenta desafios para ser amplamente cumprida. No país, as empresas com 100 funcionários ou mais são obrigadas a destinar vagas para pessoas com deficiência.

Atualmente, cerca de 372 mil profissionais com deficiência estão empregados na Administração Pública, em empresas públicas e sociedades de economia mista e nas empresas privadas, o que representa uma ocupação de apenas 53% das vagas reservadas. Em municípios menores, as chances de postos formais são mais reduzidas.

 

Disponível em: <https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-

humanos/noticia/2022-03/mercado-de-trabalho-para-pessoas-com-

deficiencia-e-tema-do-caminhos>. Acesso em: 24 mar. 2023. 


Das características mencionadas a seguir para os municípios menores, qual delas justifica a última frase do texto? 

Alternativas
Q2184809 Português

Leia o texto a seguir. 


As principais rotas de contaminação por doenças de veiculação hídrica estão ligadas ao contato do ser humano com água - para consumo, recreação e/ou preparo de alimentos - contaminada. O contato com água contaminada pode ser intensificado por ações humanas, tais quais a disposição inadequada de esgotos domésticos. Também é possível que eventos climáticos extremos possam aumentar o risco de ocorrência de enchentes e enxurradas, que serviriam como meio de transporte e disseminação de doenças infecciosas, como, por exemplo, a leptospirose e a cólera. 


EMBRAPA. As mudanças ambientais e a saúde humana. Disponível em: 

<https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/52769086/artigo--

-as-mudancas-ambientais-e-a-saude-humana-impactos-da-degradacao-

ambiental-sobre-surtos-de-doencas-infecciosas>. Acesso em: 24 mar. 2023. 

[Adaptado]. 


Qual foi o comportamento humano que contribuiu para a situação descrita? 

Alternativas
Q2184808 Português

Leia o texto a seguir.  


O Tratado Global dos Oceanos foi finalmente acordado pela Organização das Nações Unidas (ONU), após quase duas décadas de negociações. Segundo Laura Meller, da campanha de Oceanos do Greenpeace Nórdico, a aprovação do Tratado sinaliza a importância de superar questões políticas.

“Elogiamos os países por se comprometerem, deixando de lado as diferenças e entregando um Tratado que nos permitirá proteger os oceanos, construir resiliência às mudanças climáticas e proteger a vida e a subsistência de bilhões de pessoas”, afirma Meller, ressaltando que os países devem adotar e ratificar o Tratado o mais rápido possível. 


GREENPEACE BRASIL. Tratado histórico para a proteção global dos 

oceanos. Disponível em: <encr.pw/m5za6>. Acesso em: 25 mar. 2023. 

[Adaptado]. 


O texto fala em superar questões políticas por qual motivo? 

Alternativas
Q2184795 Português
Texto 2
Solidários na porta
Luís Fernando Veríssimo
Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com o seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer lugar da cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. ‘É a sua!’
Mas você pode ter uma surpresa.
— Porta aberta!
— O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. ‘Olha a porta aberta!’ É como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.

Disponível em: <https://armazemdetexto.blogspot.com/2019/0>. Acesso 
em: 29 mar. 2023. 




Na frase “- Porta aberta!”, o sinal de pontuação (!) foi usado para 
Alternativas
Q2184794 Português
Texto 2
Solidários na porta
Luís Fernando Veríssimo
Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com o seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer lugar da cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. ‘É a sua!’
Mas você pode ter uma surpresa.
— Porta aberta!
— O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. ‘Olha a porta aberta!’ É como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.

Disponível em: <https://armazemdetexto.blogspot.com/2019/0>. Acesso 
em: 29 mar. 2023. 




No texto, a palavra “você” é usada como 
Alternativas
Q2184793 Português
Texto 2
Solidários na porta
Luís Fernando Veríssimo
Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com o seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer lugar da cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. ‘É a sua!’
Mas você pode ter uma surpresa.
— Porta aberta!
— O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. ‘Olha a porta aberta!’ É como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.

Disponível em: <https://armazemdetexto.blogspot.com/2019/0>. Acesso 
em: 29 mar. 2023. 




Na expressão “buzinando freneticamente”, o antônimo da palavra destacada é 
Alternativas
Q2184792 Português
Texto 2
Solidários na porta
Luís Fernando Veríssimo
Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com o seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer lugar da cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. ‘É a sua!’
Mas você pode ter uma surpresa.
— Porta aberta!
— O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. ‘Olha a porta aberta!’ É como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.

Disponível em: <https://armazemdetexto.blogspot.com/2019/0>. Acesso 
em: 29 mar. 2023. 




Segundo o texto, embora o ser humano se diferencie de outros animais devido a alguns gestos solidários, a irracionalidade ainda prevalece quando está no trânsito. O trecho que permite essa interpretação é: 
Alternativas
Q2184791 Português
Texto 2
Solidários na porta
Luís Fernando Veríssimo
Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com o seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer lugar da cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. ‘É a sua!’
Mas você pode ter uma surpresa.
— Porta aberta!
— O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. ‘Olha a porta aberta!’ É como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.

Disponível em: <https://armazemdetexto.blogspot.com/2019/0>. Acesso 
em: 29 mar. 2023. 




Inicialmente, o texto descreve os humanos, no trânsito, como seres  
Alternativas
Q2184789 Português

Texto 1

Brasileiros terão idade máxima para dirigir?


O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não possui uma cláusula específica que estipula uma idade limite para conduzir veículos. Isso gera dúvida sobre quando é seguro manter ou solicitar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Entretanto, após os 50 anos, a renovação da CNH deve ocorrer com mais frequência, conforme estabelecido por lei.
Assim, é importante que familiares e amigos de pessoas acima dessa idade fiquem atentos a sinais que possam indicar dificuldades na condução de veículos. Caso a pessoa apresente problemas de concentração ou dificuldades de audição e visão, é fundamental ser submetida a uma avaliação médica.
Além disso, em 2021, mudanças importantes foram implementadas no CTB em todo o país, afetando principalmente o período de validade da carteira de motorista. A renovação da CNH envolve exames médicos de aptidão física e mental, incluindo avaliações psicológicas preliminares e complementares.
Portanto, embora não exista uma idade máxima para dirigir, os motoristas com mais de 50 anos precisam estar cientes das mudanças recentes no CTB e realizar as avaliações médicas obrigatórias dentro dos prazos estipulados, a fim de garantir a segurança no trânsito.

FIGUEIREDO, Gabriela. Brasileiros terão idade máxima para dirigir? Saiba 
quais são as novas regras da CNH. Disponível em: 
<https://pronatec.pro.br/idade-maxima-para-dirigir-novas-regras-cnh/>. 
Acesso em: 13 mar. 2023. [Adaptado]. 
O texto diz que, de acordo com o Código Brasileiro de Trânsito, 
Alternativas
Q2184788 Português

Texto 1

Brasileiros terão idade máxima para dirigir?


O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não possui uma cláusula específica que estipula uma idade limite para conduzir veículos. Isso gera dúvida sobre quando é seguro manter ou solicitar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Entretanto, após os 50 anos, a renovação da CNH deve ocorrer com mais frequência, conforme estabelecido por lei.
Assim, é importante que familiares e amigos de pessoas acima dessa idade fiquem atentos a sinais que possam indicar dificuldades na condução de veículos. Caso a pessoa apresente problemas de concentração ou dificuldades de audição e visão, é fundamental ser submetida a uma avaliação médica.
Além disso, em 2021, mudanças importantes foram implementadas no CTB em todo o país, afetando principalmente o período de validade da carteira de motorista. A renovação da CNH envolve exames médicos de aptidão física e mental, incluindo avaliações psicológicas preliminares e complementares.
Portanto, embora não exista uma idade máxima para dirigir, os motoristas com mais de 50 anos precisam estar cientes das mudanças recentes no CTB e realizar as avaliações médicas obrigatórias dentro dos prazos estipulados, a fim de garantir a segurança no trânsito.

FIGUEIREDO, Gabriela. Brasileiros terão idade máxima para dirigir? Saiba 
quais são as novas regras da CNH. Disponível em: 
<https://pronatec.pro.br/idade-maxima-para-dirigir-novas-regras-cnh/>. 
Acesso em: 13 mar. 2023. [Adaptado]. 
A função social do texto é 
Alternativas
Q2184715 Português

Objetos de estimação


Os objetos do outro não devem ser menosprezados. Não se pode julgar pela aparência, pois, muitas vezes, são de estimação. O valor emocional nunca está explícito na etiqueta. Assim, um tênis velho pode ser o mais confortável. Um chinelo indigente talvez represente a liberdade do lar. Não são objetos de valor, como um relógio antigo ou um colar de prata. Mas são objetos quebrados, machucados, sofridos, enferrujados.

O avô de Fabrício, Leônida, por exemplo, entrava em pânico quando não achava a tesourinha de aparar bigode, que tinha desde a época de sua adolescência. Às vezes, ele nem queria a tesourinha para usar na hora, era somente para se certificar de que permanecia no mesmo lugar onde a tinha deixado.

A maior indignação de Leônida foi quando desapareceu o seu pulôver amarelo, que repousava sempre nas costas de uma cadeira. Tamanho o apego, nem corria o risco de colocá-lo para lavar com frequência. Vestia a malha para cortar lenha de manhã. Qualquer um o enxergava de longe, trabalhando com a machadinha no quintal.

Um dia, depois de procurar incansavelmente o pulôver nas gavetas e nos armários, de esculhambar a casa, revirar o quarto, chegou perto da mulher, que estava encerando o piso, e perguntou-lhe se ela não tinha pegado a peça por engano. Ela nem precisou responder. Leônida, arrasado, enxergou o pulôver amarelo nos pés de sua esposa. Havia sido aposentado à força e transformado num pano para lustrar o chão.

(Fabrício Carpinejar. Família é tudo. 4a ed. Rio de Janeiro: 

Bertrand Brasil, 2020. Adaptado)

No trecho contido no 1o parágrafo − Não se pode julgar pela aparência, pois, muitas vezes, são de estimação. –, os verbos destacados estão no tempo presente. Passando-os para o futuro, tem-se, respectivamente: 
Alternativas
Q2184714 Português

Objetos de estimação


Os objetos do outro não devem ser menosprezados. Não se pode julgar pela aparência, pois, muitas vezes, são de estimação. O valor emocional nunca está explícito na etiqueta. Assim, um tênis velho pode ser o mais confortável. Um chinelo indigente talvez represente a liberdade do lar. Não são objetos de valor, como um relógio antigo ou um colar de prata. Mas são objetos quebrados, machucados, sofridos, enferrujados.

O avô de Fabrício, Leônida, por exemplo, entrava em pânico quando não achava a tesourinha de aparar bigode, que tinha desde a época de sua adolescência. Às vezes, ele nem queria a tesourinha para usar na hora, era somente para se certificar de que permanecia no mesmo lugar onde a tinha deixado.

A maior indignação de Leônida foi quando desapareceu o seu pulôver amarelo, que repousava sempre nas costas de uma cadeira. Tamanho o apego, nem corria o risco de colocá-lo para lavar com frequência. Vestia a malha para cortar lenha de manhã. Qualquer um o enxergava de longe, trabalhando com a machadinha no quintal.

Um dia, depois de procurar incansavelmente o pulôver nas gavetas e nos armários, de esculhambar a casa, revirar o quarto, chegou perto da mulher, que estava encerando o piso, e perguntou-lhe se ela não tinha pegado a peça por engano. Ela nem precisou responder. Leônida, arrasado, enxergou o pulôver amarelo nos pés de sua esposa. Havia sido aposentado à força e transformado num pano para lustrar o chão.

(Fabrício Carpinejar. Família é tudo. 4a ed. Rio de Janeiro: 

Bertrand Brasil, 2020. Adaptado)

No trecho do 1º parágrafo − Os objetos do outro não devem ser menosprezados. –, a palavra destacada tem sentido contrário de 
Alternativas
Q2184713 Português

Objetos de estimação


Os objetos do outro não devem ser menosprezados. Não se pode julgar pela aparência, pois, muitas vezes, são de estimação. O valor emocional nunca está explícito na etiqueta. Assim, um tênis velho pode ser o mais confortável. Um chinelo indigente talvez represente a liberdade do lar. Não são objetos de valor, como um relógio antigo ou um colar de prata. Mas são objetos quebrados, machucados, sofridos, enferrujados.

O avô de Fabrício, Leônida, por exemplo, entrava em pânico quando não achava a tesourinha de aparar bigode, que tinha desde a época de sua adolescência. Às vezes, ele nem queria a tesourinha para usar na hora, era somente para se certificar de que permanecia no mesmo lugar onde a tinha deixado.

A maior indignação de Leônida foi quando desapareceu o seu pulôver amarelo, que repousava sempre nas costas de uma cadeira. Tamanho o apego, nem corria o risco de colocá-lo para lavar com frequência. Vestia a malha para cortar lenha de manhã. Qualquer um o enxergava de longe, trabalhando com a machadinha no quintal.

Um dia, depois de procurar incansavelmente o pulôver nas gavetas e nos armários, de esculhambar a casa, revirar o quarto, chegou perto da mulher, que estava encerando o piso, e perguntou-lhe se ela não tinha pegado a peça por engano. Ela nem precisou responder. Leônida, arrasado, enxergou o pulôver amarelo nos pés de sua esposa. Havia sido aposentado à força e transformado num pano para lustrar o chão.

(Fabrício Carpinejar. Família é tudo. 4a ed. Rio de Janeiro: 

Bertrand Brasil, 2020. Adaptado)

A alternativa em que há palavra(s) ou expressão(ões) empregadas com sentido figurado é: 
Alternativas
Q2184711 Português

Objetos de estimação


Os objetos do outro não devem ser menosprezados. Não se pode julgar pela aparência, pois, muitas vezes, são de estimação. O valor emocional nunca está explícito na etiqueta. Assim, um tênis velho pode ser o mais confortável. Um chinelo indigente talvez represente a liberdade do lar. Não são objetos de valor, como um relógio antigo ou um colar de prata. Mas são objetos quebrados, machucados, sofridos, enferrujados.

O avô de Fabrício, Leônida, por exemplo, entrava em pânico quando não achava a tesourinha de aparar bigode, que tinha desde a época de sua adolescência. Às vezes, ele nem queria a tesourinha para usar na hora, era somente para se certificar de que permanecia no mesmo lugar onde a tinha deixado.

A maior indignação de Leônida foi quando desapareceu o seu pulôver amarelo, que repousava sempre nas costas de uma cadeira. Tamanho o apego, nem corria o risco de colocá-lo para lavar com frequência. Vestia a malha para cortar lenha de manhã. Qualquer um o enxergava de longe, trabalhando com a machadinha no quintal.

Um dia, depois de procurar incansavelmente o pulôver nas gavetas e nos armários, de esculhambar a casa, revirar o quarto, chegou perto da mulher, que estava encerando o piso, e perguntou-lhe se ela não tinha pegado a peça por engano. Ela nem precisou responder. Leônida, arrasado, enxergou o pulôver amarelo nos pés de sua esposa. Havia sido aposentado à força e transformado num pano para lustrar o chão.

(Fabrício Carpinejar. Família é tudo. 4a ed. Rio de Janeiro: 

Bertrand Brasil, 2020. Adaptado)

Na frase contida no 4º parágrafo − Um dia, depois de procurar incansavelmente o pulôver nas gavetas e nos armários, de esculhambar a casa ... −, as palavras destacadas podem ser substituídas, na ordem em que se apresentam e sem alteração de sentido, por: 
Alternativas
Respostas
33461: D
33462: C
33463: A
33464: B
33465: D
33466: A
33467: B
33468: D
33469: A
33470: D
33471: A
33472: C
33473: B
33474: A
33475: D
33476: C
33477: B
33478: D
33479: B
33480: B