Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q2231498 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Por que Nova York está ‘esvaziando’?

        Uma casa com quintal e espaço para montar um escritório já era um sonho de Giovanna Almeida antes de o mundo ouvir falar de um tal de coronavírus pela primeira vez. Ela morava no Brooklyn quando teve de se isolar em casa durante o pico da pandemia.
        Na época em que ainda frequentava o escritório, ela gastava uma hora no trajeto entre a casa e o trabalho. Hoje, ela e o marido moram em Nova Jersey, estado vizinho a Nova York, onde o bebê de 11 meses logo vai poder correr à vontade no gramado, nos fundos da casa que eles compraram recentemente. Giovanna é um exemplo de uma tendência que transformou Nova York num dos estados que mais perderam moradores nos últimos dois anos.
        O professor da Universidade Columbia, Stijn Van Nieuwerburgh, acha que as autoridades precisam tomar providências urgentes para evitar que a cidade entre em um ciclo vicioso com menos arrecadação, população cada vez menor, empresas se mudando e os serviços cada vez mais precários.
        Basta dar uma caminhada pela rua 57, entre a Quinta e a Sexta avenidas, para entender o que está acontecendo. Com o aumento do trabalho remoto, essa área, que tinha um dos metros quadrados comerciais mais caros da cidade, tem agora várias lojas fechadas e prédios de escritório completamente vazios, com anúncios de “aluga-se”.
        Uma das propostas da prefeitura da cidade é converter esses escritórios em residências. O professor Nieuwerburgh afirma que a ideia é boa e barata. Basta mudar a lei do zoneamento. “Você pode manter a loja no primeiro andar e converter todos os escritórios nos outros andares porque vai gerar demanda para o comércio.”
        “Nenhuma cidade pode viver só dos profissionais de finanças, tecnologia e de advogados”, afirma. Para voltar a ser uma cidade vibrante, será necessário manter, também, artistas, funcionários de hotéis e de restaurantes e quem trabalha no entretenimento.
        O risco é ver Nova York repetir o que já enfrentou nos anos 1970 e o que Detroit ainda não conseguiu superar. Por isso, Nieuwerburgh aconselha: quanto mais rápido a cidade votar a mudança do zoneamento e converter prédios comerciais em residências, mais depressa a arrecadação vai voltar a crescer, garantindo a manutenção dos serviços de transporte, educação e segurança.
(Heloisa Villela. BBC News Brasil. 28 dezembro 2022)
No texto, está empregada em sentido figurado a palavra destacada em:
Alternativas
Q2231497 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Por que Nova York está ‘esvaziando’?

        Uma casa com quintal e espaço para montar um escritório já era um sonho de Giovanna Almeida antes de o mundo ouvir falar de um tal de coronavírus pela primeira vez. Ela morava no Brooklyn quando teve de se isolar em casa durante o pico da pandemia.
        Na época em que ainda frequentava o escritório, ela gastava uma hora no trajeto entre a casa e o trabalho. Hoje, ela e o marido moram em Nova Jersey, estado vizinho a Nova York, onde o bebê de 11 meses logo vai poder correr à vontade no gramado, nos fundos da casa que eles compraram recentemente. Giovanna é um exemplo de uma tendência que transformou Nova York num dos estados que mais perderam moradores nos últimos dois anos.
        O professor da Universidade Columbia, Stijn Van Nieuwerburgh, acha que as autoridades precisam tomar providências urgentes para evitar que a cidade entre em um ciclo vicioso com menos arrecadação, população cada vez menor, empresas se mudando e os serviços cada vez mais precários.
        Basta dar uma caminhada pela rua 57, entre a Quinta e a Sexta avenidas, para entender o que está acontecendo. Com o aumento do trabalho remoto, essa área, que tinha um dos metros quadrados comerciais mais caros da cidade, tem agora várias lojas fechadas e prédios de escritório completamente vazios, com anúncios de “aluga-se”.
        Uma das propostas da prefeitura da cidade é converter esses escritórios em residências. O professor Nieuwerburgh afirma que a ideia é boa e barata. Basta mudar a lei do zoneamento. “Você pode manter a loja no primeiro andar e converter todos os escritórios nos outros andares porque vai gerar demanda para o comércio.”
        “Nenhuma cidade pode viver só dos profissionais de finanças, tecnologia e de advogados”, afirma. Para voltar a ser uma cidade vibrante, será necessário manter, também, artistas, funcionários de hotéis e de restaurantes e quem trabalha no entretenimento.
        O risco é ver Nova York repetir o que já enfrentou nos anos 1970 e o que Detroit ainda não conseguiu superar. Por isso, Nieuwerburgh aconselha: quanto mais rápido a cidade votar a mudança do zoneamento e converter prédios comerciais em residências, mais depressa a arrecadação vai voltar a crescer, garantindo a manutenção dos serviços de transporte, educação e segurança.
(Heloisa Villela. BBC News Brasil. 28 dezembro 2022)
De acordo com o texto, as transformações observadas na paisagem de Nova York
Alternativas
Q2231459 Português
Texto 1:

Estados aprovam imposto de 17% para compras on-line

Os governos estaduais confirmaram quinta-feira (22 de junho de 2023) que vão começar a cobrar um imposto de 17% sobre as compras on-line feitas no exterior, o que pode afetar diretamente as vendas de varejistas como Shein, Shopee, entre outras. A tributação já havia sido anunciada no começo do mês e dependia apenas da assinatura de um convênio do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz) e o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

Segundo o convênio, a alíquota é a menor do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), e a cobrança deve ser implementada pela Receita Federal em até um mês. O imposto será cobrado apenas às encomendas internacionais submetidas ao Regime de Tributação Simplificada (RTS), que hoje é de 60%.

A adesão a esse regime é espontânea pelas empresas, que têm as mercadorias encaminhadas para um canal verde de importação sem averiguações alfandegárias. Ou seja, os produtos passam a ser tributados no ato da compra, e não mais no recebimento com uma eventual cobrança pelo consumidor.

Retirado e adaptado de: GAZETA DO POVO. Estados aprovam imposto de 17% para compras on-line. Gazeta do Povo. Disponível em: ovaam--mmpoto-17-commpas-o n-nne/ economia/estados-aprovam-imposto-17-compras-on-line/ Acesso em: 26 jun., 2023.

Texto 2:

90% dos brasileiros não comprariam mais em sites da China com taxação

Em pesquisa realizada pelo Instituto PNH em parceria com a StartSe, dados apontam que, como o preço é o principal valor competitivo em sites de lojas chinesas, o imposto seria um impeditivo para mais compras por lá. Pelo menos é o que diz 90% da amostra.

A pesquisa Perfil e preferências do consumidor brasileiro em sites de lojas brasileiras e lojas de produtos da "China" surgiu para entender o impacto no e-commerce e o que guia os consumidores na hora de comprar on-line. O levantamento foi realizado por meio de contatos telefônicos, utilizando a técnica de amostra aleatória simples, no mês de maio - logo depois da notícia da possível taxação da Shein.

Entre todos os entrevistados que de alguma forma fizeram ou preferem comprar produtos de origem internacional (27%), o preço é o maior motivador para optarem por eles e não por sites de lojas brasileiras. Mas 73% preferem comprar em sites de lojas brasileiras. Sim, se o produto tiver o mesmo preço nas duas lojas, o brasileiro irá optar pelo nacional.

STARTSE. 90% dos brasileiros não comprariam mais em sites da China com taxação. StarSe. Disponível em: emm-stee-d-chinaa/ e.com/artigos/por-que-brasileiro-nao-compraria-mais-em-site-da-china/ Acesso em: 26 jun., 2023.
Considerando a leitura dos Textos 1 e 2, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Ambos os textos pertencem ao gênero notícia. (__)Segundo os textos, a decisão de taxar compras internacionais on-line não afeta os índices de compra pelos brasileiros. (__)A principal alteração com a taxação é que os produtos já recebem a carga tributária no ato da compra e não mais quando chegam ao Brasil. (__)Os Textos 1 e 2 estão relacionados, pois abordam a mesma temática.
Assinale a alternativa com a sequência correta: 
Alternativas
Q2231320 Português
A neblina da menopausa

         Neblina cerebral é queixa frequente na perimenopausa. Ela refere-se às dificuldades de concentração encontradas ao se fazerem contas ou tentar lembrar palavras e nomes de pessoas, ao comprometimento do raciocínio lógico e ao “cansaço mental” que se instalam quando as menstruações se tornam irregulares.
      Em cerca de 80% das mulheres, essas queixas costumam vir acompanhadas de crises de sensação de calor intenso e sudorese abundante, seguidas de um frio siberiano. São os fogachos, em linguagem popular — ou, para os médicos, sintomas vasoativos.             Essa fase, que algumas atravessam com poucos sintomas, provoca sofrimentos de longa duração à maioria delas: insônia, ressecamento da pele e das mucosas, dor às relações sexuais, infecções urinárias de repetição, inchaço, cólicas abdominais, diminuição da libido e fadiga, entre outros transtornos. Além disso, o psiquismo é invadido por pensamentos negativos, crises de choro inexplicável, irritabilidade e depressão.                 Infelizmente, a medicina levou séculos para se interessar pela fisiopatologia responsável por distúrbios cerebrais tão variados. Uma das primeiras descobertas aconteceu apenas na década de 1990, quando Naomi Rance, neuropatologista da Universidade do Arizona, demonstrou que, nas autópsias de mulheres na menopausa, o hipotálamo duplicava de tamanho às custas do aumento do número de neurônios. Como a essa região do cérebro é atribuído o controle da termorregulação e das sensações térmicas, Rance considerou que o achado deveria guardar relação com os sintomas vasoativos que afligem tantas mulheres.
        Esse trabalho inicial trouxe investimentos para a área dos medicamentos, uma vez que o único tratamento disponível era a reposição hormonal, com estrogênio e progesterona. Pesquisas com camundongos nos quais foi adaptado um pequeno dispositivo para medir as mudanças de temperatura, ocorridas depois da retirada dos ovários, permitiram avaliar a influência da neurocinina B no aparecimento dos sintomas vasoativos.
    Quando as moléculas de neuromicina B se ligam aos receptores ancorados na membrana dos neurônios, surgem os sintomas vasoativos. O contrário acontece quando esses receptores são bloqueados por manipulação farmacológica.
       A redução nas concentrações de estrogênio que chegam ao cérebro por ocasião da falência dos ovários tem grande impacto no metabolismo e no sistema imunológico do tecido cerebral de seres humanos e de roedores. A presença de estrogênio é fundamental para a captura e o metabolismo da glicose, a principal fonte de energia para eles. 
     Na perimenopausa, as irregularidades menstruais refletem o sobe e desce na produção de estrogênio. Essas variações imprevisíveis não dão tempo para que o metabolismo dos circuitos cerebrais de neurônios se adapte às novas circunstâncias. A alteração resultante pode provocar um processo inflamatório no cérebro que contribui para as queixas de “neblina” e para o aumento do risco de doenças neurodegenerativas como Alzheimer e Parkinson.
      Por outro lado, o aparecimento do fezolinetant, primeiro medicamento não hormonal para tratamento dos fogachos, representa uma mudança de paradigma. A menopausa deixa de ser interpretada apenas como uma condição restrita aos ovários, para ser considerada um fenômeno biológico complexo, que interfere nas funções de múltiplos órgãos e na neurobiologia do cérebro.

(Fonte: Drauzio Varella. A neblina da menopausa — adaptado.)
Uma nova redação do trecho “A redução nas concentrações de estrogênio que chegam ao cérebro por ocasião da falência dos ovários tem grande impacto no metabolismo e no sistema imunológico do tecido cerebral de seres humanos e de roedores” mostra-se gramaticalmente CORRETA e coerente, com o sentido original, na seguinte formulação: 
Alternativas
Q2230895 Português
Leia o texto a seguir:

Empresas aproveitam home office para demitir funcionários a distância

Na semana passada, o McDonald’s pediu aos funcionários corporativos, que geralmente trabalham no escritório pelo menos três dias por semana, que fizessem seu serviço de casa. O plano era demitir centenas de funcionários, segundo o site DealBook, e a empresa preferia divulgar a notícia virtualmente.

O McDonald’s não é a única empresa a modificar o manual de demissões. Em janeiro, o Google demitiu milhares de empregados por e-mail. E Mark Zuckerberg, CEO da Meta, anunciou no mês passado planos para um ano de grandes cortes em um memorando de 2.000 palavras, explicando que a equipe da Meta “queria mais transparência em qualquer plano de reestruturação”.

Assim como muitas normas de trabalho, a forma de demitir funcionários está sendo reescrita após a pandemia, quando as empresas que reduziam de tamanho geralmente não tinham escolha a não ser fazer demissões via Slack, Zoom e e-mail, e muitas vezes o fizeram de forma descuidada. Com os escritórios abertos novamente e o trabalho remoto mais comum, as empresas agora têm opções – e não está necessariamente claro o que é melhor para os trabalhadores.

“Se tivéssemos esta conversa três anos atrás, eu teria dito que é uma punição cruel e incomum”, disse Bob Sutton, professor de Stanford e autor de “The No Asshole Rule”, sobre a demissão a distância. “Mas mudou tão drasticamente desde a pandemia que estou confuso.”

Cynthia Huang, gerente sênior de marketing, foi demitida de uma empresa de bens de consumo com uma política de trabalho híbrida em fevereiro. Por estar trabalhando remotamente naquele dia, ela recebeu a notícia por videochamada; outros foram dispensados no escritório.

Huang disse que preferiu receber a ligação em casa. “Foi mais confortável do que se eu tivesse que sair fisicamente do escritório, pegando as minhas coisas com todos me observando”, disse ela.

Demitir pessoas em casa às vezes pode ser mais compassivo na era do trabalho híbrido, disse Sutton. “Se você chamar para o escritório pessoas que não vão muito lá só para dispensá-las, é meio estranho”, disse ele.

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/04/trabalhe-no-escritorio-sejademitido-em-casa.shtml?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_ campaign=fbfolha. Acesso em 20 de maio de 2023.
“Cynthia Huang, gerente sênior de marketing, foi demitida de uma empresa de bens de consumo com uma política de trabalho híbrida em fevereiro” (5º parágrafo). Na voz ativa, essa frase poderia ser reescrita da seguinte forma:
Alternativas
Q2230892 Português
Leia o texto a seguir:

Empresas aproveitam home office para demitir funcionários a distância

Na semana passada, o McDonald’s pediu aos funcionários corporativos, que geralmente trabalham no escritório pelo menos três dias por semana, que fizessem seu serviço de casa. O plano era demitir centenas de funcionários, segundo o site DealBook, e a empresa preferia divulgar a notícia virtualmente.

O McDonald’s não é a única empresa a modificar o manual de demissões. Em janeiro, o Google demitiu milhares de empregados por e-mail. E Mark Zuckerberg, CEO da Meta, anunciou no mês passado planos para um ano de grandes cortes em um memorando de 2.000 palavras, explicando que a equipe da Meta “queria mais transparência em qualquer plano de reestruturação”.

Assim como muitas normas de trabalho, a forma de demitir funcionários está sendo reescrita após a pandemia, quando as empresas que reduziam de tamanho geralmente não tinham escolha a não ser fazer demissões via Slack, Zoom e e-mail, e muitas vezes o fizeram de forma descuidada. Com os escritórios abertos novamente e o trabalho remoto mais comum, as empresas agora têm opções – e não está necessariamente claro o que é melhor para os trabalhadores.

“Se tivéssemos esta conversa três anos atrás, eu teria dito que é uma punição cruel e incomum”, disse Bob Sutton, professor de Stanford e autor de “The No Asshole Rule”, sobre a demissão a distância. “Mas mudou tão drasticamente desde a pandemia que estou confuso.”

Cynthia Huang, gerente sênior de marketing, foi demitida de uma empresa de bens de consumo com uma política de trabalho híbrida em fevereiro. Por estar trabalhando remotamente naquele dia, ela recebeu a notícia por videochamada; outros foram dispensados no escritório.

Huang disse que preferiu receber a ligação em casa. “Foi mais confortável do que se eu tivesse que sair fisicamente do escritório, pegando as minhas coisas com todos me observando”, disse ela.

Demitir pessoas em casa às vezes pode ser mais compassivo na era do trabalho híbrido, disse Sutton. “Se você chamar para o escritório pessoas que não vão muito lá só para dispensá-las, é meio estranho”, disse ele.

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/04/trabalhe-no-escritorio-sejademitido-em-casa.shtml?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_ campaign=fbfolha. Acesso em 20 de maio de 2023.
“Por estar trabalhando remotamente naquele dia, ela recebeu a notícia por videochamada” (5º parágrafo). Essa frase poderia ser reescrita, sem alteração de sentido, da seguinte forma: 
Alternativas
Q2230889 Português
Leia o texto a seguir:

Empresas aproveitam home office para demitir funcionários a distância

Na semana passada, o McDonald’s pediu aos funcionários corporativos, que geralmente trabalham no escritório pelo menos três dias por semana, que fizessem seu serviço de casa. O plano era demitir centenas de funcionários, segundo o site DealBook, e a empresa preferia divulgar a notícia virtualmente.

O McDonald’s não é a única empresa a modificar o manual de demissões. Em janeiro, o Google demitiu milhares de empregados por e-mail. E Mark Zuckerberg, CEO da Meta, anunciou no mês passado planos para um ano de grandes cortes em um memorando de 2.000 palavras, explicando que a equipe da Meta “queria mais transparência em qualquer plano de reestruturação”.

Assim como muitas normas de trabalho, a forma de demitir funcionários está sendo reescrita após a pandemia, quando as empresas que reduziam de tamanho geralmente não tinham escolha a não ser fazer demissões via Slack, Zoom e e-mail, e muitas vezes o fizeram de forma descuidada. Com os escritórios abertos novamente e o trabalho remoto mais comum, as empresas agora têm opções – e não está necessariamente claro o que é melhor para os trabalhadores.

“Se tivéssemos esta conversa três anos atrás, eu teria dito que é uma punição cruel e incomum”, disse Bob Sutton, professor de Stanford e autor de “The No Asshole Rule”, sobre a demissão a distância. “Mas mudou tão drasticamente desde a pandemia que estou confuso.”

Cynthia Huang, gerente sênior de marketing, foi demitida de uma empresa de bens de consumo com uma política de trabalho híbrida em fevereiro. Por estar trabalhando remotamente naquele dia, ela recebeu a notícia por videochamada; outros foram dispensados no escritório.

Huang disse que preferiu receber a ligação em casa. “Foi mais confortável do que se eu tivesse que sair fisicamente do escritório, pegando as minhas coisas com todos me observando”, disse ela.

Demitir pessoas em casa às vezes pode ser mais compassivo na era do trabalho híbrido, disse Sutton. “Se você chamar para o escritório pessoas que não vão muito lá só para dispensá-las, é meio estranho”, disse ele.

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/04/trabalhe-no-escritorio-sejademitido-em-casa.shtml?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_ campaign=fbfolha. Acesso em 20 de maio de 2023.
“Na semana passada, o McDonald’s pediu aos funcionários corporativos, que geralmente trabalham no escritório pelo menos três dias por semana, que fizessem seu serviço de casa. O plano era demitir centenas de funcionários, segundo o site DealBook, e a empresa preferia divulgar a notícia virtualmente” (1º parágrafo). No texto, o termo destacado retoma:
Alternativas
Q2230888 Português
Leia o texto a seguir:

Empresas aproveitam home office para demitir funcionários a distância

Na semana passada, o McDonald’s pediu aos funcionários corporativos, que geralmente trabalham no escritório pelo menos três dias por semana, que fizessem seu serviço de casa. O plano era demitir centenas de funcionários, segundo o site DealBook, e a empresa preferia divulgar a notícia virtualmente.

O McDonald’s não é a única empresa a modificar o manual de demissões. Em janeiro, o Google demitiu milhares de empregados por e-mail. E Mark Zuckerberg, CEO da Meta, anunciou no mês passado planos para um ano de grandes cortes em um memorando de 2.000 palavras, explicando que a equipe da Meta “queria mais transparência em qualquer plano de reestruturação”.

Assim como muitas normas de trabalho, a forma de demitir funcionários está sendo reescrita após a pandemia, quando as empresas que reduziam de tamanho geralmente não tinham escolha a não ser fazer demissões via Slack, Zoom e e-mail, e muitas vezes o fizeram de forma descuidada. Com os escritórios abertos novamente e o trabalho remoto mais comum, as empresas agora têm opções – e não está necessariamente claro o que é melhor para os trabalhadores.

“Se tivéssemos esta conversa três anos atrás, eu teria dito que é uma punição cruel e incomum”, disse Bob Sutton, professor de Stanford e autor de “The No Asshole Rule”, sobre a demissão a distância. “Mas mudou tão drasticamente desde a pandemia que estou confuso.”

Cynthia Huang, gerente sênior de marketing, foi demitida de uma empresa de bens de consumo com uma política de trabalho híbrida em fevereiro. Por estar trabalhando remotamente naquele dia, ela recebeu a notícia por videochamada; outros foram dispensados no escritório.

Huang disse que preferiu receber a ligação em casa. “Foi mais confortável do que se eu tivesse que sair fisicamente do escritório, pegando as minhas coisas com todos me observando”, disse ela.

Demitir pessoas em casa às vezes pode ser mais compassivo na era do trabalho híbrido, disse Sutton. “Se você chamar para o escritório pessoas que não vão muito lá só para dispensá-las, é meio estranho”, disse ele.

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/04/trabalhe-no-escritorio-sejademitido-em-casa.shtml?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_ campaign=fbfolha. Acesso em 20 de maio de 2023.
“O McDonald’s não é a única empresa a modificar o manual de demissões” (2º parágrafo). Essa frase, no contexto da notícia, significa que a empresa citada: 
Alternativas
Q2230887 Português
Leia o texto a seguir:

Empresas aproveitam home office para demitir funcionários a distância

Na semana passada, o McDonald’s pediu aos funcionários corporativos, que geralmente trabalham no escritório pelo menos três dias por semana, que fizessem seu serviço de casa. O plano era demitir centenas de funcionários, segundo o site DealBook, e a empresa preferia divulgar a notícia virtualmente.

O McDonald’s não é a única empresa a modificar o manual de demissões. Em janeiro, o Google demitiu milhares de empregados por e-mail. E Mark Zuckerberg, CEO da Meta, anunciou no mês passado planos para um ano de grandes cortes em um memorando de 2.000 palavras, explicando que a equipe da Meta “queria mais transparência em qualquer plano de reestruturação”.

Assim como muitas normas de trabalho, a forma de demitir funcionários está sendo reescrita após a pandemia, quando as empresas que reduziam de tamanho geralmente não tinham escolha a não ser fazer demissões via Slack, Zoom e e-mail, e muitas vezes o fizeram de forma descuidada. Com os escritórios abertos novamente e o trabalho remoto mais comum, as empresas agora têm opções – e não está necessariamente claro o que é melhor para os trabalhadores.

“Se tivéssemos esta conversa três anos atrás, eu teria dito que é uma punição cruel e incomum”, disse Bob Sutton, professor de Stanford e autor de “The No Asshole Rule”, sobre a demissão a distância. “Mas mudou tão drasticamente desde a pandemia que estou confuso.”

Cynthia Huang, gerente sênior de marketing, foi demitida de uma empresa de bens de consumo com uma política de trabalho híbrida em fevereiro. Por estar trabalhando remotamente naquele dia, ela recebeu a notícia por videochamada; outros foram dispensados no escritório.

Huang disse que preferiu receber a ligação em casa. “Foi mais confortável do que se eu tivesse que sair fisicamente do escritório, pegando as minhas coisas com todos me observando”, disse ela.

Demitir pessoas em casa às vezes pode ser mais compassivo na era do trabalho híbrido, disse Sutton. “Se você chamar para o escritório pessoas que não vão muito lá só para dispensá-las, é meio estranho”, disse ele.

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/04/trabalhe-no-escritorio-sejademitido-em-casa.shtml?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_ campaign=fbfolha. Acesso em 20 de maio de 2023.
De acordo com o texto anterior, a demissão de funcionários a distância, sem a presença física dos trabalhadores, é um procedimento:
Alternativas
Q2230865 Português
Crônica: o motorista social

Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
O principal objetivo do texto é:
Alternativas
Q2230864 Português
Crônica: o motorista social

Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
O desrespeito às leis de trânsito é verificado de forma explícita no trecho: 
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Q2230863 Português
Crônica: o motorista social

Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
Uma expressão que, no texto, indica movimentação do veículo é:
Alternativas
Q2230862 Português
Crônica: o motorista social

Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
O trecho “As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.” poderia ser substituído, mantendo seu sentido original, por:
Alternativas
Q2230861 Português
Crônica: o motorista social

Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
O texto apresenta o tipo de narrador denominado:
Alternativas
Q2230860 Português
Crônica: o motorista social

Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
No texto, o espaço virtual é retratado como um local:
Alternativas
Q2230859 Português
Crônica: o motorista social

Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
Para o personagem principal, o sinal de trânsito, em alguns momentos, além de servir para que ele aguarde o fluxo do cruzamento, também funciona como momento para:
Alternativas
Q2230858 Português
Crônica: o motorista social

Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
A frase “Vou ter que silenciar”, em relação à quantidade de mensagens no grupo, reflete uma relação de: 
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Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
No texto, uma das ações do personagem principal que estimula outros motoristas a tocarem a buzina é:
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Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

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“Presta atenção, ô barbeiro!” sugere a externalização de sentimento de:
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Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
O trecho “Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.” transmite a ideia de:
Alternativas
Respostas
32381: E
32382: A
32383: A
32384: E
32385: D
32386: A
32387: C
32388: D
32389: B
32390: D
32391: B
32392: A
32393: C
32394: B
32395: A
32396: B
32397: C
32398: C
32399: B
32400: A