Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Peixe-leão já é encontrado em oito estados brasileiros
O peixe-leão, espécie nativa do Indo-Pacífico, já pode ser encontrado em oito estados brasileiros. As informações são da Universidade Estadual Paulista (UNESP). De acordo com pesquisadores da instituição, desde março de 2022, o peixe já foi visto no Amapá, no Pará, no Maranhão, no Piauí, no Ceará, no Rio Grande do Norte, em Pernambuco e na Paraíba.
Para os estudiosos, a presença crescente do peixe-leão na costa brasileira é preocupante. Isso porque ele compete com espécies nativas por alimento e habitat, ameaçando a biodiversidade local.
Com cerca de 47 centímetros, corpo listrado de branco, vermelho, laranja e marrom, o peixe-leão tem espinhos venenosos não fatais, que ele usa como defesa.
Não se sabe exatamente como o animal chegou ao Oceano Atlântico, mas acredita-se que peixes de aquário tenham sido liberados no mar, na década de 1990, na Flórida, Estados Unidos, o que tem feito o animal se espalhar pela costa de todo continente desde então, visto que seus predadores são encontrados no Indo-Pacífico.
No Brasil, desde 2020, já foram encontrados cerca de 300 indivíduos de peixe-leão, embora, segundo os pesquisadores, não seja possível determinar o tamanho exato da população na costa brasileira. Por aqui, caso um peixe-leão seja capturado, é necessário contatar o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e autoridades locais.
(Fonte: Globo — adaptado.)
A palavra “que”, sublinhada no terceiro parágrafo, faz referência:
Peixe-leão já é encontrado em oito estados brasileiros
O peixe-leão, espécie nativa do Indo-Pacífico, já pode ser encontrado em oito estados brasileiros. As informações são da Universidade Estadual Paulista (UNESP). De acordo com pesquisadores da instituição, desde março de 2022, o peixe já foi visto no Amapá, no Pará, no Maranhão, no Piauí, no Ceará, no Rio Grande do Norte, em Pernambuco e na Paraíba.
Para os estudiosos, a presença crescente do peixe-leão na costa brasileira é preocupante. Isso porque ele compete com espécies nativas por alimento e habitat, ameaçando a biodiversidade local.
Com cerca de 47 centímetros, corpo listrado de branco, vermelho, laranja e marrom, o peixe-leão tem espinhos venenosos não fatais, que ele usa como defesa.
Não se sabe exatamente como o animal chegou ao Oceano Atlântico, mas acredita-se que peixes de aquário tenham sido liberados no mar, na década de 1990, na Flórida, Estados Unidos, o que tem feito o animal se espalhar pela costa de todo continente desde então, visto que seus predadores são encontrados no Indo-Pacífico.
No Brasil, desde 2020, já foram encontrados cerca de 300 indivíduos de peixe-leão, embora, segundo os pesquisadores, não seja possível determinar o tamanho exato da população na costa brasileira. Por aqui, caso um peixe-leão seja capturado, é necessário contatar o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e autoridades locais.
(Fonte: Globo — adaptado.)
Por que, para os pesquisadores, é preocupante a presença crescente do peixe-leão?
Peixe-leão já é encontrado em oito estados brasileiros
O peixe-leão, espécie nativa do Indo-Pacífico, já pode ser encontrado em oito estados brasileiros. As informações são da Universidade Estadual Paulista (UNESP). De acordo com pesquisadores da instituição, desde março de 2022, o peixe já foi visto no Amapá, no Pará, no Maranhão, no Piauí, no Ceará, no Rio Grande do Norte, em Pernambuco e na Paraíba.
Para os estudiosos, a presença crescente do peixe-leão na costa brasileira é preocupante. Isso porque ele compete com espécies nativas por alimento e habitat, ameaçando a biodiversidade local.
Com cerca de 47 centímetros, corpo listrado de branco, vermelho, laranja e marrom, o peixe-leão tem espinhos venenosos não fatais, que ele usa como defesa.
Não se sabe exatamente como o animal chegou ao Oceano Atlântico, mas acredita-se que peixes de aquário tenham sido liberados no mar, na década de 1990, na Flórida, Estados Unidos, o que tem feito o animal se espalhar pela costa de todo continente desde então, visto que seus predadores são encontrados no Indo-Pacífico.
No Brasil, desde 2020, já foram encontrados cerca de 300 indivíduos de peixe-leão, embora, segundo os pesquisadores, não seja possível determinar o tamanho exato da população na costa brasileira. Por aqui, caso um peixe-leão seja capturado, é necessário contatar o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e autoridades locais.
(Fonte: Globo — adaptado.)
De uma forma geral, o texto trata sobre:
Em relação à ambiguidade, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) A ausência indevida de um termo pode impossibilitar o entendimento do sentido que se quer dar a uma frase.
(_) A ambiguidade decorre, em geral, da dificuldade de se identificar a que palavra se refere um pronome que possui mais de um antecedente na terceira pessoa.
Assinalar a alternativa que apresenta a figura de linguagem que aparece na oração "Aquele homem sempre age como uma criança.":
Nova Zelândia se mobiliza para salvar o kiwi, sua ave-símbolo
O kiwi, ave-símbolo da Nova Zelândia, está de volta: pela primeira vez em um século, kiwis perambulam pelas colinas verdejantes de Wellington, após uma campanha de eliminação de seus predadores invasores que rondavam a capital.
Qualquer um que tenha passado pela Nova Zelândia há um milênio teria visto um verdadeiro paraíso ornitológico, povoado por seres emplumados de todo tipo, que evoluíram sem a sombra de um predador mamífero.
Mas a chegada das populações polinésias, no século XIII, e depois dos europeus mudou a situação. Os ratos eliminaram os petréis e os ralídeos. Os ratos roíam todas as sementes e bagas, deixando pouco para as aves bicarem.
Os gambás, introduzidos por sua pelagem, despojaram as árvores. Os coelhos se reproduziram tão rápido que devoraram pastagens. E os furões, importados para acabar com os coelhos, ceifaram as populações de aves de toca, tordos, corujas e codornas.
Assim, a quantidade de aves endêmicas da Nova Zelândia que não voam caiu, caso do kiwi. Restam apenas 70 mil kiwis silvestres, segundo o Ministério da Conservação, encarregado de preservar o patrimônio natural e histórico do país.
E embora o “Apterygiforme” seja um verdadeiro símbolo do país, poucos neozelandeses viram essa ave na natureza, com seu bico longo, plumagem parda e asas pequenas demais para voar.
A população desses animais voltou a crescer graças as mais de 90 iniciativas em escala nacional desenvolvidas para protegê-los. Entre elas, está a Capital Kiwi Project, uma organização beneficente dotada de milhões de dólares neozelandeses, provenientes de subvenções governamentais e doações privadas.
O acompanhamento regular mostra que essa primeira geração evolui bem. Nos próximos cinco anos, o projeto tem como meta liberar 250 aves e incorporar seu característico grito estridente à vida cotidiana dos moradores dos arredores da capital.
(Fonte: G1 Globo — adaptado.)
Qual das seguintes palavras pode substituir o termo "endêmicas", sublinhado no quinto parágrafo, sem que haja alteração de sentido?
Nova Zelândia se mobiliza para salvar o kiwi, sua ave-símbolo
O kiwi, ave-símbolo da Nova Zelândia, está de volta: pela primeira vez em um século, kiwis perambulam pelas colinas verdejantes de Wellington, após uma campanha de eliminação de seus predadores invasores que rondavam a capital.
Qualquer um que tenha passado pela Nova Zelândia há um milênio teria visto um verdadeiro paraíso ornitológico, povoado por seres emplumados de todo tipo, que evoluíram sem a sombra de um predador mamífero.
Mas a chegada das populações polinésias, no século XIII, e depois dos europeus mudou a situação. Os ratos eliminaram os petréis e os ralídeos. Os ratos roíam todas as sementes e bagas, deixando pouco para as aves bicarem.
Os gambás, introduzidos por sua pelagem, despojaram as árvores. Os coelhos se reproduziram tão rápido que devoraram pastagens. E os furões, importados para acabar com os coelhos, ceifaram as populações de aves de toca, tordos, corujas e codornas.
Assim, a quantidade de aves endêmicas da Nova Zelândia que não voam caiu, caso do kiwi. Restam apenas 70 mil kiwis silvestres, segundo o Ministério da Conservação, encarregado de preservar o patrimônio natural e histórico do país.
E embora o “Apterygiforme” seja um verdadeiro símbolo do país, poucos neozelandeses viram essa ave na natureza, com seu bico longo, plumagem parda e asas pequenas demais para voar.
A população desses animais voltou a crescer graças as mais de 90 iniciativas em escala nacional desenvolvidas para protegê-los. Entre elas, está a Capital Kiwi Project, uma organização beneficente dotada de milhões de dólares neozelandeses, provenientes de subvenções governamentais e doações privadas.
O acompanhamento regular mostra que essa primeira geração evolui bem. Nos próximos cinco anos, o projeto tem como meta liberar 250 aves e incorporar seu característico grito estridente à vida cotidiana dos moradores dos arredores da capital.
(Fonte: G1 Globo — adaptado.)
O termo “ceifaram”, sublinhado no quarto parágrafo, representa uma ação referente a quais animais?
Nova Zelândia se mobiliza para salvar o kiwi, sua ave-símbolo
O kiwi, ave-símbolo da Nova Zelândia, está de volta: pela primeira vez em um século, kiwis perambulam pelas colinas verdejantes de Wellington, após uma campanha de eliminação de seus predadores invasores que rondavam a capital.
Qualquer um que tenha passado pela Nova Zelândia há um milênio teria visto um verdadeiro paraíso ornitológico, povoado por seres emplumados de todo tipo, que evoluíram sem a sombra de um predador mamífero.
Mas a chegada das populações polinésias, no século XIII, e depois dos europeus mudou a situação. Os ratos eliminaram os petréis e os ralídeos. Os ratos roíam todas as sementes e bagas, deixando pouco para as aves bicarem.
Os gambás, introduzidos por sua pelagem, despojaram as árvores. Os coelhos se reproduziram tão rápido que devoraram pastagens. E os furões, importados para acabar com os coelhos, ceifaram as populações de aves de toca, tordos, corujas e codornas.
Assim, a quantidade de aves endêmicas da Nova Zelândia que não voam caiu, caso do kiwi. Restam apenas 70 mil kiwis silvestres, segundo o Ministério da Conservação, encarregado de preservar o patrimônio natural e histórico do país.
E embora o “Apterygiforme” seja um verdadeiro símbolo do país, poucos neozelandeses viram essa ave na natureza, com seu bico longo, plumagem parda e asas pequenas demais para voar.
A população desses animais voltou a crescer graças as mais de 90 iniciativas em escala nacional desenvolvidas para protegê-los. Entre elas, está a Capital Kiwi Project, uma organização beneficente dotada de milhões de dólares neozelandeses, provenientes de subvenções governamentais e doações privadas.
O acompanhamento regular mostra que essa primeira geração evolui bem. Nos próximos cinco anos, o projeto tem como meta liberar 250 aves e incorporar seu característico grito estridente à vida cotidiana dos moradores dos arredores da capital.
(Fonte: G1 Globo — adaptado.)
No sexto parágrafo, há a afirmação de que mesmo sendo um símbolo nacional, poucos neozelandeses viram este animal. Isso se deve:
Nova Zelândia se mobiliza para salvar o kiwi, sua ave-símbolo
O kiwi, ave-símbolo da Nova Zelândia, está de volta: pela primeira vez em um século, kiwis perambulam pelas colinas verdejantes de Wellington, após uma campanha de eliminação de seus predadores invasores que rondavam a capital.
Qualquer um que tenha passado pela Nova Zelândia há um milênio teria visto um verdadeiro paraíso ornitológico, povoado por seres emplumados de todo tipo, que evoluíram sem a sombra de um predador mamífero.
Mas a chegada das populações polinésias, no século XIII, e depois dos europeus mudou a situação. Os ratos eliminaram os petréis e os ralídeos. Os ratos roíam todas as sementes e bagas, deixando pouco para as aves bicarem.
Os gambás, introduzidos por sua pelagem, despojaram as árvores. Os coelhos se reproduziram tão rápido que devoraram pastagens. E os furões, importados para acabar com os coelhos, ceifaram as populações de aves de toca, tordos, corujas e codornas.
Assim, a quantidade de aves endêmicas da Nova Zelândia que não voam caiu, caso do kiwi. Restam apenas 70 mil kiwis silvestres, segundo o Ministério da Conservação, encarregado de preservar o patrimônio natural e histórico do país.
E embora o “Apterygiforme” seja um verdadeiro símbolo do país, poucos neozelandeses viram essa ave na natureza, com seu bico longo, plumagem parda e asas pequenas demais para voar.
A população desses animais voltou a crescer graças as mais de 90 iniciativas em escala nacional desenvolvidas para protegê-los. Entre elas, está a Capital Kiwi Project, uma organização beneficente dotada de milhões de dólares neozelandeses, provenientes de subvenções governamentais e doações privadas.
O acompanhamento regular mostra que essa primeira geração evolui bem. Nos próximos cinco anos, o projeto tem como meta liberar 250 aves e incorporar seu característico grito estridente à vida cotidiana dos moradores dos arredores da capital.
(Fonte: G1 Globo — adaptado.)
De acordo com o texto, por qual motivo os kiwis voltaram a perambular pelas colinas de Wellington?
As frases a seguir mostram uma contradição lógica, à exceção de uma. Assinale-a.
Observe a seguinte frase:
“Eu gosto da palavra ‘indolência’. Faz minha preguiça parecer refinada”.
Essa frase explora o seguinte tema do ensino de linguagem:
Assinale a frase em que as duas palavras sublinhadas mostram o mesmo sentido.
O posicionamento de uma palavra em relação a outra pode modificar o sentido de algumas palavras. Assinale a frase em que o posicionamento do termo adjetivo em relação ao substantivo não modifica o seu sentido.
Assinale a frase em que a palavra sublinhada exerce a função de modalizador.
Assinale a frase que mostra uma metáfora explicada de forma inadequada.
Observe o seguinte texto descritivo:
“O livro estava de pé sobre a pequena mesa. Sua capa era de três cores: branca, vermelha e azul, com grandes e grossas letras pretas formando o título da obra. O papel da capa era macio, liso e brilhante, mas já apresentava marcas do tempo. Visto do outro lado, não havia nada impresso, somente as mesmas cores”.
Sobre a técnica descritiva empregada nesse texto, assinale a afirmativa correta.
Assinale a frase em que houve a substituição adequada do adjetivo “grande”, de valor semântico geral, por um outro adjetivo de valor mais específico.
Há duas figuras que se mostram muito próximas: a comparação ou símile e a metáfora. Assinale a frase que mostra uma metáfora e não uma comparação.
Todas as frases a seguir trazem expressões de quantidade. Assinale a opção em que a quantificação está definida inadequadamente.
A frase “O consenso, na maior parte das atividades públicas, é fundamental à base de estrutura política!”. (Millôr Fernandes)
Assinale a opção que apresenta o modo de reescrever essa frase que modifica o seu sentido original.