Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 98.153 questões
As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:
Folie à Deux: o que é, características e tratamento
Folie à deux, também conhecido por "delírio a dois", transtorno delirante induzido ou perturbação delirante partilhada, é uma síndrome em que há a transferência de delírios psicóticos de uma pessoa doente, o psicótico primário, para uma pessoa aparentemente saudável, o sujeito secundário.
Essa transferência da idéia delirante é mais freqüente em pessoas que mantêm uma relação próxima e acontece mais frequentemente em mulheres, havendo a transferência dos delírios de uma pessoa mais velha para uma mais nova, como de mãe para filha, por exemplo.
Na maior parte dos casos, somente as pessoas envolvidas no compartilhamento do delírio sofrem de um transtorno psicótico genuíno, e os delírios no sujeito secundário geralmente desaparecem quando as pessoas são separadas.
Segundo alguns estudos, o fenômeno folie a deux é explicado pela presença de um conjunto de condições, como:
a) Uma das pessoas, o psicótico primário, sofre de uma perturbação psicótica e exerce uma relação de dominância em relação à outra pessoa considerada saudável;
b) Ambas as pessoas que sofrem do transtorno mantêm uma relação próxima e duradoura e geralmente convivem em um ambiente com pouca influência do exterior;
c) O elemento passivo é geralmente mais novo e do sexo feminino e possui uma hereditariedade favorável ao desenvolvimento psicótico;
d) Os sintomas manifestados pelo elemento passivo são geralmente menos severos do que pelo elemento ativo.
Geralmente, esta perturbação acontece quando o sujeito indutor sofre de uma perturbação psicótica, sendo que, a perturbação psicótica mais frequentemente encontrada nos elementos indutores foi a esquizofrenia, seguida da perturbação delirante, perturbação bipolar e depressão major.
(Por Gonzalo Ramirez, disponível em https://www.tuasaude.com/folie-a-deux/)
Dentre os fatores que influenciam na ocorrência do folie à deux, podemos destacar, exceto:
As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:
Folie à Deux: o que é, características e tratamento
Folie à deux, também conhecido por "delírio a dois", transtorno delirante induzido ou perturbação delirante partilhada, é uma síndrome em que há a transferência de delírios psicóticos de uma pessoa doente, o psicótico primário, para uma pessoa aparentemente saudável, o sujeito secundário.
Essa transferência da idéia delirante é mais freqüente em pessoas que mantêm uma relação próxima e acontece mais frequentemente em mulheres, havendo a transferência dos delírios de uma pessoa mais velha para uma mais nova, como de mãe para filha, por exemplo.
Na maior parte dos casos, somente as pessoas envolvidas no compartilhamento do delírio sofrem de um transtorno psicótico genuíno, e os delírios no sujeito secundário geralmente desaparecem quando as pessoas são separadas.
Segundo alguns estudos, o fenômeno folie a deux é explicado pela presença de um conjunto de condições, como:
a) Uma das pessoas, o psicótico primário, sofre de uma perturbação psicótica e exerce uma relação de dominância em relação à outra pessoa considerada saudável;
b) Ambas as pessoas que sofrem do transtorno mantêm uma relação próxima e duradoura e geralmente convivem em um ambiente com pouca influência do exterior;
c) O elemento passivo é geralmente mais novo e do sexo feminino e possui uma hereditariedade favorável ao desenvolvimento psicótico;
d) Os sintomas manifestados pelo elemento passivo são geralmente menos severos do que pelo elemento ativo.
Geralmente, esta perturbação acontece quando o sujeito indutor sofre de uma perturbação psicótica, sendo que, a perturbação psicótica mais frequentemente encontrada nos elementos indutores foi a esquizofrenia, seguida da perturbação delirante, perturbação bipolar e depressão major.
(Por Gonzalo Ramirez, disponível em https://www.tuasaude.com/folie-a-deux/)
Segundo a leitura do texto, podemos afirmar corretamente sobre folie à deux:
Marque a alternativa cujas palavras admitem, sem alteração de significado, formas variantes:
As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:
VIOLÊNCIA POLICIAL: ESTRATÉGIAS DE CONTROLE E PELO MINISTÉRIO PÚBLICO
O risco de violência e corrupção é inerente à atividade policial, por sua própria dinâmica. Trata-se de uma relação de poder aplicada em situações problemáticas, com baixa visibilidade de supervisão, usualmente exercida sobre sujeitos com poucas noções sobre cidadania e que naturalmente tende a desenvolver uma cultura ocupacional de valorização da autoridade, ampliação das ferramentas de trabalho (incluindo-se o uso da força), normalização de pequenos excessos e proteção recíproca por fortes laços de solidariedade.
A incapacidade do Estado de Direito em fazer frente à violência policial abre portas para a evolução desta para atos mais graves de criminalidade, como a corrupção e o envolvimento aberto no crime organizado. Essas modalidades de desvio policial minam a legitimidade da polícia e de todo o sistema de justiça, fomentando graves violações de direitos humanos.
O controle da violência policial é resultado de um conjunto de estratégias que passam pela regulamentação da atividade, pela criação de códigos de ética, pelo fomento ao treinamento reforçado, pelo desenvolvimento de mecanismos ordinários de controle procedimental do uso da força, por investigações imediatas das situações mais graves e pelo fortalecimento do controle externo. O Ministério Público detém uma responsabilidade acentuada de ser ativo na investigação e responsabilização do desvio policial e na alteração de padrões de atuação potencialmente arbitrários. A atuação do Ministério Público relacionada à prevenção da violência policial se insere na atividade de controle externo da atividade policial bem como no zelo dos princípios constitucionais relacionados à segurança pública (LC n. 75/1993, art. 5º, II, “e”).
Negar o fenômeno ou explicá-lo exclusivamente numa dimensão individual corresponde a uma verdadeira fuga à responsabilidade de desenvolver ferramentas organizacionais para fazerem frente a tais graves violações de direitos humanos.
(De Tiago André Pierobom de Ávila)
Ainda sobre o texto, podemos afirmar corretamente que:
As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:
VIOLÊNCIA POLICIAL: ESTRATÉGIAS DE CONTROLE E PELO MINISTÉRIO PÚBLICO
O risco de violência e corrupção é inerente à atividade policial, por sua própria dinâmica. Trata-se de uma relação de poder aplicada em situações problemáticas, com baixa visibilidade de supervisão, usualmente exercida sobre sujeitos com poucas noções sobre cidadania e que naturalmente tende a desenvolver uma cultura ocupacional de valorização da autoridade, ampliação das ferramentas de trabalho (incluindo-se o uso da força), normalização de pequenos excessos e proteção recíproca por fortes laços de solidariedade.
A incapacidade do Estado de Direito em fazer frente à violência policial abre portas para a evolução desta para atos mais graves de criminalidade, como a corrupção e o envolvimento aberto no crime organizado. Essas modalidades de desvio policial minam a legitimidade da polícia e de todo o sistema de justiça, fomentando graves violações de direitos humanos.
O controle da violência policial é resultado de um conjunto de estratégias que passam pela regulamentação da atividade, pela criação de códigos de ética, pelo fomento ao treinamento reforçado, pelo desenvolvimento de mecanismos ordinários de controle procedimental do uso da força, por investigações imediatas das situações mais graves e pelo fortalecimento do controle externo. O Ministério Público detém uma responsabilidade acentuada de ser ativo na investigação e responsabilização do desvio policial e na alteração de padrões de atuação potencialmente arbitrários. A atuação do Ministério Público relacionada à prevenção da violência policial se insere na atividade de controle externo da atividade policial bem como no zelo dos princípios constitucionais relacionados à segurança pública (LC n. 75/1993, art. 5º, II, “e”).
Negar o fenômeno ou explicá-lo exclusivamente numa dimensão individual corresponde a uma verdadeira fuga à responsabilidade de desenvolver ferramentas organizacionais para fazerem frente a tais graves violações de direitos humanos.
(De Tiago André Pierobom de Ávila)
A atuação do Ministério Público relacionada à prevenção da violência policial se insere:
As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:
VIOLÊNCIA POLICIAL: ESTRATÉGIAS DE CONTROLE E PELO MINISTÉRIO PÚBLICO
O risco de violência e corrupção é inerente à atividade policial, por sua própria dinâmica. Trata-se de uma relação de poder aplicada em situações problemáticas, com baixa visibilidade de supervisão, usualmente exercida sobre sujeitos com poucas noções sobre cidadania e que naturalmente tende a desenvolver uma cultura ocupacional de valorização da autoridade, ampliação das ferramentas de trabalho (incluindo-se o uso da força), normalização de pequenos excessos e proteção recíproca por fortes laços de solidariedade.
A incapacidade do Estado de Direito em fazer frente à violência policial abre portas para a evolução desta para atos mais graves de criminalidade, como a corrupção e o envolvimento aberto no crime organizado. Essas modalidades de desvio policial minam a legitimidade da polícia e de todo o sistema de justiça, fomentando graves violações de direitos humanos.
O controle da violência policial é resultado de um conjunto de estratégias que passam pela regulamentação da atividade, pela criação de códigos de ética, pelo fomento ao treinamento reforçado, pelo desenvolvimento de mecanismos ordinários de controle procedimental do uso da força, por investigações imediatas das situações mais graves e pelo fortalecimento do controle externo. O Ministério Público detém uma responsabilidade acentuada de ser ativo na investigação e responsabilização do desvio policial e na alteração de padrões de atuação potencialmente arbitrários. A atuação do Ministério Público relacionada à prevenção da violência policial se insere na atividade de controle externo da atividade policial bem como no zelo dos princípios constitucionais relacionados à segurança pública (LC n. 75/1993, art. 5º, II, “e”).
Negar o fenômeno ou explicá-lo exclusivamente numa dimensão individual corresponde a uma verdadeira fuga à responsabilidade de desenvolver ferramentas organizacionais para fazerem frente a tais graves violações de direitos humanos.
(De Tiago André Pierobom de Ávila)
De quem seria a responsabilidade de ser ativo na investigação e responsabilização do desvio policial, segundo o autor do texto?
As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:
VIOLÊNCIA POLICIAL: ESTRATÉGIAS DE CONTROLE E PELO MINISTÉRIO PÚBLICO
O risco de violência e corrupção é inerente à atividade policial, por sua própria dinâmica. Trata-se de uma relação de poder aplicada em situações problemáticas, com baixa visibilidade de supervisão, usualmente exercida sobre sujeitos com poucas noções sobre cidadania e que naturalmente tende a desenvolver uma cultura ocupacional de valorização da autoridade, ampliação das ferramentas de trabalho (incluindo-se o uso da força), normalização de pequenos excessos e proteção recíproca por fortes laços de solidariedade.
A incapacidade do Estado de Direito em fazer frente à violência policial abre portas para a evolução desta para atos mais graves de criminalidade, como a corrupção e o envolvimento aberto no crime organizado. Essas modalidades de desvio policial minam a legitimidade da polícia e de todo o sistema de justiça, fomentando graves violações de direitos humanos.
O controle da violência policial é resultado de um conjunto de estratégias que passam pela regulamentação da atividade, pela criação de códigos de ética, pelo fomento ao treinamento reforçado, pelo desenvolvimento de mecanismos ordinários de controle procedimental do uso da força, por investigações imediatas das situações mais graves e pelo fortalecimento do controle externo. O Ministério Público detém uma responsabilidade acentuada de ser ativo na investigação e responsabilização do desvio policial e na alteração de padrões de atuação potencialmente arbitrários. A atuação do Ministério Público relacionada à prevenção da violência policial se insere na atividade de controle externo da atividade policial bem como no zelo dos princípios constitucionais relacionados à segurança pública (LC n. 75/1993, art. 5º, II, “e”).
Negar o fenômeno ou explicá-lo exclusivamente numa dimensão individual corresponde a uma verdadeira fuga à responsabilidade de desenvolver ferramentas organizacionais para fazerem frente a tais graves violações de direitos humanos.
(De Tiago André Pierobom de Ávila)
Assinale a alternativa abaixo que não contém uma estratégia para o controle da violência policial, de acordo com a leitura do texto:
As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:
VIOLÊNCIA POLICIAL: ESTRATÉGIAS DE CONTROLE E PELO MINISTÉRIO PÚBLICO
O risco de violência e corrupção é inerente à atividade policial, por sua própria dinâmica. Trata-se de uma relação de poder aplicada em situações problemáticas, com baixa visibilidade de supervisão, usualmente exercida sobre sujeitos com poucas noções sobre cidadania e que naturalmente tende a desenvolver uma cultura ocupacional de valorização da autoridade, ampliação das ferramentas de trabalho (incluindo-se o uso da força), normalização de pequenos excessos e proteção recíproca por fortes laços de solidariedade.
A incapacidade do Estado de Direito em fazer frente à violência policial abre portas para a evolução desta para atos mais graves de criminalidade, como a corrupção e o envolvimento aberto no crime organizado. Essas modalidades de desvio policial minam a legitimidade da polícia e de todo o sistema de justiça, fomentando graves violações de direitos humanos.
O controle da violência policial é resultado de um conjunto de estratégias que passam pela regulamentação da atividade, pela criação de códigos de ética, pelo fomento ao treinamento reforçado, pelo desenvolvimento de mecanismos ordinários de controle procedimental do uso da força, por investigações imediatas das situações mais graves e pelo fortalecimento do controle externo. O Ministério Público detém uma responsabilidade acentuada de ser ativo na investigação e responsabilização do desvio policial e na alteração de padrões de atuação potencialmente arbitrários. A atuação do Ministério Público relacionada à prevenção da violência policial se insere na atividade de controle externo da atividade policial bem como no zelo dos princípios constitucionais relacionados à segurança pública (LC n. 75/1993, art. 5º, II, “e”).
Negar o fenômeno ou explicá-lo exclusivamente numa dimensão individual corresponde a uma verdadeira fuga à responsabilidade de desenvolver ferramentas organizacionais para fazerem frente a tais graves violações de direitos humanos.
(De Tiago André Pierobom de Ávila)
Ainda segundo a leitura do texto, podemos afirmar corretamente que:
As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:
VIOLÊNCIA POLICIAL: ESTRATÉGIAS DE CONTROLE E PELO MINISTÉRIO PÚBLICO
O risco de violência e corrupção é inerente à atividade policial, por sua própria dinâmica. Trata-se de uma relação de poder aplicada em situações problemáticas, com baixa visibilidade de supervisão, usualmente exercida sobre sujeitos com poucas noções sobre cidadania e que naturalmente tende a desenvolver uma cultura ocupacional de valorização da autoridade, ampliação das ferramentas de trabalho (incluindo-se o uso da força), normalização de pequenos excessos e proteção recíproca por fortes laços de solidariedade.
A incapacidade do Estado de Direito em fazer frente à violência policial abre portas para a evolução desta para atos mais graves de criminalidade, como a corrupção e o envolvimento aberto no crime organizado. Essas modalidades de desvio policial minam a legitimidade da polícia e de todo o sistema de justiça, fomentando graves violações de direitos humanos.
O controle da violência policial é resultado de um conjunto de estratégias que passam pela regulamentação da atividade, pela criação de códigos de ética, pelo fomento ao treinamento reforçado, pelo desenvolvimento de mecanismos ordinários de controle procedimental do uso da força, por investigações imediatas das situações mais graves e pelo fortalecimento do controle externo. O Ministério Público detém uma responsabilidade acentuada de ser ativo na investigação e responsabilização do desvio policial e na alteração de padrões de atuação potencialmente arbitrários. A atuação do Ministério Público relacionada à prevenção da violência policial se insere na atividade de controle externo da atividade policial bem como no zelo dos princípios constitucionais relacionados à segurança pública (LC n. 75/1993, art. 5º, II, “e”).
Negar o fenômeno ou explicá-lo exclusivamente numa dimensão individual corresponde a uma verdadeira fuga à responsabilidade de desenvolver ferramentas organizacionais para fazerem frente a tais graves violações de direitos humanos.
(De Tiago André Pierobom de Ávila)
Segundo a leitura do texto, podemos afirmar corretamente sobre a violência policial:
Atente aos enunciados abaixo e responda ao que se pede.
I- Os relatos que ouvi são graves e exigem respostas imediatas do Governo, que tem se comportado de maneira omissa em relação às questões que dizem respeito aos direitos humanos.
II- É isto que te desejo: paz, saúde e harmonia. isto
III- Faze tais coisas, pois isto pode te agradar.
IV- Quando tudo parece perdido, eis que me vem a salvação.
V- Vi uma foto sua no ônibus 524.
Marque a alternativa CORRETA.
Atente ao texto a seguir para responder às questões 8, 9 e 10.
O ChatGPT é uma ferramenta de processamento de linguagem natural impulsionada pela tecnologia AI que permite que você tenha conversas semelhantes às humanas e muito mais com um chatbot. O modelo de linguagem pode responder a perguntas e ajudá-lo com tarefas como redação de e-mails, ensaios e código.Atualmente, o uso é aberto ao público gratuitamente porque o ChatGPT está em fase de pesquisa e coleta de feedback.Apartir de 1º de fevereiro, também há uma versão de assinatura paga chamada ChatGPT Plus.
Certamente causou um grande impacto. “ChatGPT é assustadoramente bom. Não estamos longe de uma IAperigosamente forte”, disse Elon Musk, que foi um dos fundadores da OpenAI antes de sair. Sam Altman, chefe da OpenAI, disse no Twitter que o ChatGPT teve mais de 1 milhão de usuários nos primeiros cinco dias após o lançamento. Altman disse a Musk que o custo médio de cada resposta foi em “centavos de um dígito”, mas admitiu que precisará monetizá-lo eventualmente por causa de seus custos de computação “de dar água na boca”.
De acordo com a análise do banco suíço UBS, o ChatGPT é o aplicativo de crescimento mais rápido de todos os tempos. Em janeiro, apenas dois meses após seu lançamento, a análise do UBS estima que o ChatGPT tinha 100 milhões de usuários ativos. Para comparação, levou nove meses para o TikTok chegar a 100 milhões.
O ChatGPT é um modelo de linguagem criado com o objetivo de manter uma conversa com o usuário final. Um mecanismo de pesquisa indexa páginas da Web na Internet para ajudar o usuário a encontrar as informações solicitadas. O ChatGPT não tem a capacidade de pesquisar informações na Internet. Ele usa as informações que aprendeu com os dados de treinamento para gerar uma resposta, o que deixa espaço para erros.
Apesar de parecer muito impressionante, o ChatGPT ainda tem limitações. Essas limitações incluem a incapacidade de responder a perguntas formuladas de uma maneira específica, pois é necessário reformular a redação para entender a pergunta de entrada. Uma limitação maior é a falta de qualidade nas respostas que oferece – que às vezes podem soar plausíveis, mas não fazem sentido prático ou podem ser excessivamente prolixas.
Em vez de pedir esclarecimentos sobre questões ambíguas, o modelo apenas adivinha o que sua pergunta significa, o que pode levar a respostas não intencionais às perguntas. Isso já levou o site de perguntas e respostas do desenvolvedor StackOverflow a proibir, pelo menos temporariamente, as respostas geradas pelo ChatGPT às perguntas.
“O principal problema é que, embora as respostas que o ChatGPT produz tenham uma alta taxa de incorretas, elas geralmente parecem boas e as respostas são muito fáceis de produzir”, dizem os moderadores do Stack Overflow em um post . Os críticos argumentam que essas ferramentas são muito boas em colocar as palavras em uma ordem que faça sentido do ponto de vista estatístico, mas não conseguem entender o significado ou saber se as afirmações feitas estão corretas. Outra grande limitação é que os dados do ChatGPT são limitados a 2021. O chatbot não tem conhecimento de eventos ou notícias que ocorreram desde então. Portanto, alguns prompts que você perguntar não renderão resultados, como “Quem ganhou a Copa do Mundo em 2022?”
As pessoas estão expressando preocupação com os chatbots de IA substituindo ou atrofiando a inteligência humana. Por exemplo, o chatbot pode escrever um artigo sobre qualquer tópico com eficiência (embora não necessariamente com precisão) em segundos, eliminando potencialmente a necessidade de um redator humano. O chatbot também pode escrever uma redação completa em segundos, tornando mais fácil para os alunos trapacear ou evitar aprender a escrever corretamente. Isso levou alguns distritos escolares a bloquear o acesso a ele.
Outra preocupação com o chatbot de IA é a possível disseminação de desinformação. Como o bot não está conectado à Internet, ele pode cometer erros nas informações que compartilha. O próprio bot diz: “Minhas respostas não devem ser tomadas como fatos e sempre incentivo as pessoas a verificarem todas as informações que receberem de mim ou de qualquer outra fonte”. O próprio OpenAI também observa que o ChatGPT às vezes escreve “respostas que parecem plausíveis, mas incorretas ou sem sentido”.
(Disponível em: <https://expertdigital.net/o-que-e-chatgpt-e-por-que-isso-importa-aqui-esta-tudo-o-que-voce-precisa-saber/#Quem_criou_o_ChatGPT>. Data daconsulta: 25/03/2023.
Da leitura que se depreende dos argumentos de autoridade, no texto, se infere que as informações do chat GPT são:
Atente ao texto a seguir para responder às questões 8, 9 e 10.
O ChatGPT é uma ferramenta de processamento de linguagem natural impulsionada pela tecnologia AI que permite que você tenha conversas semelhantes às humanas e muito mais com um chatbot. O modelo de linguagem pode responder a perguntas e ajudá-lo com tarefas como redação de e-mails, ensaios e código.Atualmente, o uso é aberto ao público gratuitamente porque o ChatGPT está em fase de pesquisa e coleta de feedback.Apartir de 1º de fevereiro, também há uma versão de assinatura paga chamada ChatGPT Plus.
Certamente causou um grande impacto. “ChatGPT é assustadoramente bom. Não estamos longe de uma IAperigosamente forte”, disse Elon Musk, que foi um dos fundadores da OpenAI antes de sair. Sam Altman, chefe da OpenAI, disse no Twitter que o ChatGPT teve mais de 1 milhão de usuários nos primeiros cinco dias após o lançamento. Altman disse a Musk que o custo médio de cada resposta foi em “centavos de um dígito”, mas admitiu que precisará monetizá-lo eventualmente por causa de seus custos de computação “de dar água na boca”.
De acordo com a análise do banco suíço UBS, o ChatGPT é o aplicativo de crescimento mais rápido de todos os tempos. Em janeiro, apenas dois meses após seu lançamento, a análise do UBS estima que o ChatGPT tinha 100 milhões de usuários ativos. Para comparação, levou nove meses para o TikTok chegar a 100 milhões.
O ChatGPT é um modelo de linguagem criado com o objetivo de manter uma conversa com o usuário final. Um mecanismo de pesquisa indexa páginas da Web na Internet para ajudar o usuário a encontrar as informações solicitadas. O ChatGPT não tem a capacidade de pesquisar informações na Internet. Ele usa as informações que aprendeu com os dados de treinamento para gerar uma resposta, o que deixa espaço para erros.
Apesar de parecer muito impressionante, o ChatGPT ainda tem limitações. Essas limitações incluem a incapacidade de responder a perguntas formuladas de uma maneira específica, pois é necessário reformular a redação para entender a pergunta de entrada. Uma limitação maior é a falta de qualidade nas respostas que oferece – que às vezes podem soar plausíveis, mas não fazem sentido prático ou podem ser excessivamente prolixas.
Em vez de pedir esclarecimentos sobre questões ambíguas, o modelo apenas adivinha o que sua pergunta significa, o que pode levar a respostas não intencionais às perguntas. Isso já levou o site de perguntas e respostas do desenvolvedor StackOverflow a proibir, pelo menos temporariamente, as respostas geradas pelo ChatGPT às perguntas.
“O principal problema é que, embora as respostas que o ChatGPT produz tenham uma alta taxa de incorretas, elas geralmente parecem boas e as respostas são muito fáceis de produzir”, dizem os moderadores do Stack Overflow em um post . Os críticos argumentam que essas ferramentas são muito boas em colocar as palavras em uma ordem que faça sentido do ponto de vista estatístico, mas não conseguem entender o significado ou saber se as afirmações feitas estão corretas. Outra grande limitação é que os dados do ChatGPT são limitados a 2021. O chatbot não tem conhecimento de eventos ou notícias que ocorreram desde então. Portanto, alguns prompts que você perguntar não renderão resultados, como “Quem ganhou a Copa do Mundo em 2022?”
As pessoas estão expressando preocupação com os chatbots de IA substituindo ou atrofiando a inteligência humana. Por exemplo, o chatbot pode escrever um artigo sobre qualquer tópico com eficiência (embora não necessariamente com precisão) em segundos, eliminando potencialmente a necessidade de um redator humano. O chatbot também pode escrever uma redação completa em segundos, tornando mais fácil para os alunos trapacear ou evitar aprender a escrever corretamente. Isso levou alguns distritos escolares a bloquear o acesso a ele.
Outra preocupação com o chatbot de IA é a possível disseminação de desinformação. Como o bot não está conectado à Internet, ele pode cometer erros nas informações que compartilha. O próprio bot diz: “Minhas respostas não devem ser tomadas como fatos e sempre incentivo as pessoas a verificarem todas as informações que receberem de mim ou de qualquer outra fonte”. O próprio OpenAI também observa que o ChatGPT às vezes escreve “respostas que parecem plausíveis, mas incorretas ou sem sentido”.
(Disponível em: <https://expertdigital.net/o-que-e-chatgpt-e-por-que-isso-importa-aqui-esta-tudo-o-que-voce-precisa-saber/#Quem_criou_o_ChatGPT>. Data daconsulta: 25/03/2023.
Atente à fala de Elon Musk, um dos fundadores da OpenAI, e, em seguida, as a avalie firmações abaixo.
“O ChatGPT é assustadoramente bom. Não estamos longe de uma IA perigosamente forte”. No seu discurso, depreende-se a sensação de que o aplicativo poderia trazer:
I- Risco e ameaça imprevisíveis ao futuro da escrita humana, isto é, aquela feita genuinamente.
II- Temor inteiramente justificado, mas que pode ser controlado.
III- Risco iminente da possibilidade de cometimento de crimes cibernéticos os mais diversificados.
IV- Incerteza quanto ao futuro da escrita, feita genuinamente por pessoas.
Está CORRETO o que se afirma em:
Leia o excerto de Fiquei afásica, artigo de divulgação científica, publicado na Roseta (em 2022), revista de popularização da ciência, e responda às questões de 10 a 15.
Texto 4:
Fiquei afásica
O cérebro de uma pessoa afásica trabalha de forma diferente de uma pessoa não afásica, o que afeta, na maioria das vezes, o uso linguístico.
Lou-Ann Kleppa
Perdi as palavras de um dia
pro outro
Não uso mais “enfim”, “sabe?”
Entendo o que me dizem, mas
se tento falar
Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ
Fiquei afásica
Perdi o controle da escolha
Só me resta o gesto
Não uso mais “obrigado”, “até”
O som que sai não é sequer uma palavra
dessa língua
Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ
Fiquei afásica
Depois do AVC
minha vida para/pa-ra-li-sou
Sou paciente, passiva, sujeito sem ação
Quero voltar pra mim
inventar nova comunicação
Por enquanto só sai TISSA TISSA TISSA TÁ
Fiquei afásica
Você já tentou passar um dia inteiro sem dizer qualquer palavra? A não ser que você esteja socialmente isolado ou tenha feito voto de silêncio, se você conseguir desenvolver suas atividades rotineiras sem dizer uma palavra ao longo de 24h, então isso foi uma opção e provavelmente não uma imposição. Agora imagine uma pessoa que, da noite pro dia, não seja mais capaz de usar as palavras da sua língua materna.
Para preservar a identidade da pessoa afásica, chamaremos de Liliane uma moça que, aos 33 anos de idade, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC, popularmente conhecido como derrame). Este episódio neurológico fez com que um pedacinho do hemisfério esquerdo do cérebro de Liliane parasse de receber fluxo de sangue. E isto deixou duas sequelas marcantes nela: os membros do lado direito do corpo perderam força e mobilidade e a linguagem dela foi afetada.
A perna direita arrastava na caminhada e a mão direita não segurava mais objetos (escrever com caneta ou lápis deixou de ser possível), mas isso não a impedia de digitar no celular. Perceba que Liliane conseguiu se adaptar a uma limitação do seu corpo digitando no celular com a mão esquerda.
A princípio, sua linguagem falada se reduzia a um automatismo: espontaneamente (quando não lia ou repetia palavras), ela só produzia TISSA (TÁ). Chegaram até a chamá-la de Ticiane, tão característico tinha virado o TISSA dela. “Oi, tudo bem?” “TISSA.” “Aceita mais uma fatia de bolo?” “TISSA”, Liliane procurou tratamento fonoaudiológico e entendeu que sua dificuldade não era mecânica: era a linguagem dela que estava afetada.
Gestos como descascar frutas, cortar alimentos ou desenhar algo podem estar preservados. O problema não é articulatório (localizado na boca ou na mão), mas afeta as funções da linguagem no cérebro.
Liliane procurou um grupo de extensão universitária e foi acolhida num grupo interdisciplinar em que atuavam fonoterapeutas, terapeutas ocupacionais e linguistas. Lá ela conheceu pessoas com os mais diversos tipos de afasias e seus acompanhantes. Alino grupo, ela entendeu que a afasia é uma decorrência de lesão cerebral. [...]
Há casos de pessoas com afasia que acompanham um grupo como esses por 10 anos, por exemplo. Voltar não só para a linguagem, mas para as atividades linguageiras e se sentir aceito na sociedade novamente demanda tempo e paciência. [...]
Dado que o Texto 4 é um artigo de divulgação científica, é a CORRETO firmar que:
Leia o excerto de Fiquei afásica, artigo de divulgação científica, publicado na Roseta (em 2022), revista de popularização da ciência, e responda às questões de 10 a 15.
Texto 4:
Fiquei afásica
O cérebro de uma pessoa afásica trabalha de forma diferente de uma pessoa não afásica, o que afeta, na maioria das vezes, o uso linguístico.
Lou-Ann Kleppa
Perdi as palavras de um dia
pro outro
Não uso mais “enfim”, “sabe?”
Entendo o que me dizem, mas
se tento falar
Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ
Fiquei afásica
Perdi o controle da escolha
Só me resta o gesto
Não uso mais “obrigado”, “até”
O som que sai não é sequer uma palavra
dessa língua
Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ
Fiquei afásica
Depois do AVC
minha vida para/pa-ra-li-sou
Sou paciente, passiva, sujeito sem ação
Quero voltar pra mim
inventar nova comunicação
Por enquanto só sai TISSA TISSA TISSA TÁ
Fiquei afásica
Você já tentou passar um dia inteiro sem dizer qualquer palavra? A não ser que você esteja socialmente isolado ou tenha feito voto de silêncio, se você conseguir desenvolver suas atividades rotineiras sem dizer uma palavra ao longo de 24h, então isso foi uma opção e provavelmente não uma imposição. Agora imagine uma pessoa que, da noite pro dia, não seja mais capaz de usar as palavras da sua língua materna.
Para preservar a identidade da pessoa afásica, chamaremos de Liliane uma moça que, aos 33 anos de idade, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC, popularmente conhecido como derrame). Este episódio neurológico fez com que um pedacinho do hemisfério esquerdo do cérebro de Liliane parasse de receber fluxo de sangue. E isto deixou duas sequelas marcantes nela: os membros do lado direito do corpo perderam força e mobilidade e a linguagem dela foi afetada.
A perna direita arrastava na caminhada e a mão direita não segurava mais objetos (escrever com caneta ou lápis deixou de ser possível), mas isso não a impedia de digitar no celular. Perceba que Liliane conseguiu se adaptar a uma limitação do seu corpo digitando no celular com a mão esquerda.
A princípio, sua linguagem falada se reduzia a um automatismo: espontaneamente (quando não lia ou repetia palavras), ela só produzia TISSA (TÁ). Chegaram até a chamá-la de Ticiane, tão característico tinha virado o TISSA dela. “Oi, tudo bem?” “TISSA.” “Aceita mais uma fatia de bolo?” “TISSA”, Liliane procurou tratamento fonoaudiológico e entendeu que sua dificuldade não era mecânica: era a linguagem dela que estava afetada.
Gestos como descascar frutas, cortar alimentos ou desenhar algo podem estar preservados. O problema não é articulatório (localizado na boca ou na mão), mas afeta as funções da linguagem no cérebro.
Liliane procurou um grupo de extensão universitária e foi acolhida num grupo interdisciplinar em que atuavam fonoterapeutas, terapeutas ocupacionais e linguistas. Lá ela conheceu pessoas com os mais diversos tipos de afasias e seus acompanhantes. Alino grupo, ela entendeu que a afasia é uma decorrência de lesão cerebral. [...]
Há casos de pessoas com afasia que acompanham um grupo como esses por 10 anos, por exemplo. Voltar não só para a linguagem, mas para as atividades linguageiras e se sentir aceito na sociedade novamente demanda tempo e paciência. [...]
A partir da significação linguística do título “Fiquei afásica”, assinale a alternativa com a análise INCORRETA:
Responda às questões 8 e 9, a partir do texto que se apresenta na sequência:
Texto 3:
Estudante cria talher para pacientes com Mal de Parkinson
O projeto foi desenvolvido pelo Centro Universitário de Brasília (CEUB) e impede que o alimento caia durante o tremor nas mãos dos pacientes.
23 de janeiro de 2023
“Mesmo com os tremores, 2 o alimento se mantém no talher”
Davi Mogrovejo, aluno do curso de engenharia elétrica do Centro Universitário de Brasília (CEUB), desenvolveu um talher eletrônico com o objetivo de ajudar pessoas com Mal de Parkinson. O equipamento impede que o alimento caia em função dos tremores nas mãos dos pacientes.
Mesmo com os tremores, o alimento se mantém no talher. Foram utilizados sensores e o equipamento foi testado em vários pacientes. Muito além da tecnologia, em si, o objetivo é que o aparelho seja acessível. Atualmente, no mercado, aparelhos com o mesmo objetivo são vendidos por cerca de R$ 3 mil. Existem várias outras pesquisas e protótipos com o objetivo de melhorar a qualidade de vida das pessoas diagnosticadas com a doença.
Leia mais em: https://forbes.com.br/forbessaude/2023/01/estudantes-criam-talher-para-pacientes-com-mal-de-parkinson/
Acerca das características (dos fatores) de textualidade na matéria “Estudante cria talher para pacientes com Mal de Parkinson”, assinale a alternativa ERRADA.
Após a leitura do editorial publicado na revista Segredos da Mente – Superinteligência, do ano de 2016, responda da 1ª à 3ª questão.
Texto 1:
O que é ser inteligente?
Está aí um dos grandes desafios para a ciência. Afinal, passamos muito tempo sem uma definição precisa sobre essa habilidade cognitiva. Para o senso comum, perdura a ideia de que ser inteligente é saber de cor diversas fórmulas da física, da química, da matemática... Ou, então, conhecer muito sobre algum assunto incomum, por exemplo, a reprodução das pteridófitas. Você não sabe o que é uma pteridófita? Pois nem por isso será mais ou menos inteligente do que outra pessoa! As pteridófitas são um grupo de plantas, e entre as mais conhecidas estão as samambaias, as avencas e os xaxins.
Enfim, a definição do que é ser inteligente consiste em algo complexo e tem envolvido diversas áreas do conhecimento. Aliás, não existe apenas uma concepção sobre esse termo. Além disso, uma teoria recente diz que as pessoas podem apresentar múltiplas inteligências. Segundo esse conceito, um físico premiado é tão inteligente quanto um habilidoso jogador de futebol.
Ampliando o leque sobre essa investigação, já foram propostos outros dois tipos de inteligência, como a emocional, que reconhece a habilidade de reconhecer e lidar com as emoções próprias e as dos outros. Ainda existem conceitos como inteligência artificial, animal...
Em SEGREDOS DA MENTE – SUPERINTELIGÊNCIA, vamos a fundo nesse assunto tão intrigante. No decorrer das melhores matérias já publicadas, além dos assuntos que já falamos, você irá descobrir algumas formas de turbinar a sua mente com atividades do dia a dia e 30 exercícios específicos. Também desvendamos alguns mitos e questionamentos – quem é mais inteligente: homem ou mulher? Ou ainda: existem pessoas mais inteligentes do que outras?
Nessa busca por conhecimento, sempre me lembro de uma afirmação atribuída ao filósofo Sócrates. Mesmo sendo considerado um dos homens mais sábios de seu tempo e um dos grandes gênios da humanidade, o ateniense teria um dia proferido: “Só sei que nada sei”. Então, em cada página a seguir, desejo que você tenha a mente aberta para o novo. Com certeza, depois dessa leitura, você será alguém mais inteligente.
Ricardo Piccinato, editor
Um escritor utiliza um referente no texto como uma maneira de dizer ao leitor: do que se trata e do que é preciso guardar na memória. Com os referentes, escritores assentam uma espécie de acordo sobre o qual estabelece a construção de sentido textual. Com esse entendimento, assinale a CORRETA relação de sentido para o referente ser inteligente, conforme Ricardo Piccinato.
Após a leitura do editorial publicado na revista Segredos da Mente – Superinteligência, do ano de 2016, responda da 1ª à 3ª questão.
Texto 1:
O que é ser inteligente?
Está aí um dos grandes desafios para a ciência. Afinal, passamos muito tempo sem uma definição precisa sobre essa habilidade cognitiva. Para o senso comum, perdura a ideia de que ser inteligente é saber de cor diversas fórmulas da física, da química, da matemática... Ou, então, conhecer muito sobre algum assunto incomum, por exemplo, a reprodução das pteridófitas. Você não sabe o que é uma pteridófita? Pois nem por isso será mais ou menos inteligente do que outra pessoa! As pteridófitas são um grupo de plantas, e entre as mais conhecidas estão as samambaias, as avencas e os xaxins.
Enfim, a definição do que é ser inteligente consiste em algo complexo e tem envolvido diversas áreas do conhecimento. Aliás, não existe apenas uma concepção sobre esse termo. Além disso, uma teoria recente diz que as pessoas podem apresentar múltiplas inteligências. Segundo esse conceito, um físico premiado é tão inteligente quanto um habilidoso jogador de futebol.
Ampliando o leque sobre essa investigação, já foram propostos outros dois tipos de inteligência, como a emocional, que reconhece a habilidade de reconhecer e lidar com as emoções próprias e as dos outros. Ainda existem conceitos como inteligência artificial, animal...
Em SEGREDOS DA MENTE – SUPERINTELIGÊNCIA, vamos a fundo nesse assunto tão intrigante. No decorrer das melhores matérias já publicadas, além dos assuntos que já falamos, você irá descobrir algumas formas de turbinar a sua mente com atividades do dia a dia e 30 exercícios específicos. Também desvendamos alguns mitos e questionamentos – quem é mais inteligente: homem ou mulher? Ou ainda: existem pessoas mais inteligentes do que outras?
Nessa busca por conhecimento, sempre me lembro de uma afirmação atribuída ao filósofo Sócrates. Mesmo sendo considerado um dos homens mais sábios de seu tempo e um dos grandes gênios da humanidade, o ateniense teria um dia proferido: “Só sei que nada sei”. Então, em cada página a seguir, desejo que você tenha a mente aberta para o novo. Com certeza, depois dessa leitura, você será alguém mais inteligente.
Ricardo Piccinato, editor
Acerca do conteúdo do Texto 1, analise as proposições abaixo relacionadas:
I. O título O que é ser inteligente? introduz uma relação de progressão textual dialógica no editorial exposto.
II. O título O que é ser inteligente? evidencia um diálogo com o leitor do editorial.
III. O primeiro parágrafo do Texto 1 expõe uma pesquisa científica que responde à pergunta feita no título.
IV. Os questionamentos: O que é ser inteligente?, Você não sabe o que é uma pteridófita?, Quem é mais inteligente: homem ou mulher? e Existem pessoas mais inteligentes do que outras?, correspondem a intertextualidades da pesquisa científica sobre as pteridófitas, apresentada no editorial.
V. O Texto 1 apresenta diversas estratégias de argumentação, a exemplo da intertextualidade com uma frase atribuída a Sócrates.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
Em relação a elementos de coesão e coerência textuais, conforme Ingedore Koch, afirma-se que:
I. A coesão lexical é obtida por meio de dois mecanismos: a composição e a derivação vocabulares.
II. São formas gramaticais remissivas livres os pronomes pessoais de 3ª pessoa e os pronomes substantivos, que em geral têm função pronominal propriamente dita, bem como os advérbios pronominais do tipo lá, aí, ali, acima etc.
III. São formas remissivas gramaticais presas aquelas que vêm relacionadas a um nome com o qual concordam em gênero e/ou número, antecedendo-o e ao(s) possível(is) modificador(es) do nome dentro do grupo nominal, e que, embora não sendo (a priori e sempre) artigos, exercem, nessas condições a “função-artigo”, isto é, pertencem ao paradigma dos determinantes.
Quais estão corretas?
Segundo Bechara, no decorrer da história, nem sempre a palavra guarda seu significado etimológico, isto é, originário. Por variadas razões, ultrapassa os limites de sua primitiva “esfera semântica” e assume valores novos. Sobre figuras de palavras, de pensamento e de sintaxe, avalie as assertivas a seguir, conforme o autor citado:
I. Eufemismo: translação de sentido pela suavização da ideia, como, por exemplo, para referir-se à morte, usar a expressão “ir para a cidade dos pés juntos”.
II. Ironia: consiste na expressão de pensamentos antitéticos aparentemente absurdos, como na expressão “vivo sem viver em mim”.
III. Elipse: inserção de um termo que recupera expressão anteriormente citada, evitando a possibilidade de interpretação inadequada, como, por exemplo, em “a vida é bela, ela deve ser vivida intensamente”.
Quais estão corretas?
O grande encontro dos desaparecidos
“Sem destino: 102,2 mil desapareceram em 6 meses.”
Cotidiano, 10 jul. 1999.
Uma vez ao ano os desaparecidos se reúnem. Sempre em data diferente e em local diferente: às margens de um grande rio, no meio da floresta, no alto de uma montanha. Ninguém falta. Por certos mecanismos de comunicação, do qual só os desaparecidos têm conhecimento, a notícia chega a todos e a cada um deles.
No dia aprazado lá estão.
[...]
O encontro é, sobretudo, de trabalho. Para isso, os desaparecidos são divididos em comissões temáticas, que têm como objetivo responder a perguntas cruciais: é lícito desaparecer quando há uma crise na família? O desemprego é uma boa razão para o desaparecimento? Deve uma possível reaparição ser precedida de exigências ao grupo, à comunidade, ao país?
As discussões são intensas e acaloradas. Mas há também tempo para amenidades, para amável convívio, em que os desaparecidos intercambiam experiências e relatam episódios diversos, pitorescos ou não.
SCLIAR, Moacyr. O grande encontro dos desaparecidos. In: Conto Brasileiro. Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/o-grande-encontro-dos-desaparecidos-cronica-de-moacyr-scliar/. Acesso em: 23 out. 2023. [Adaptado]
A crônica narrativa é um gênero textual cujo tema geralmente é inspirado em fatos cotidianos. No texto apresentado, essa inspiração pode ser observada