Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

Questões Discursivas

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Q3105344 Português
Cuidado com o ‘171’: crime da moda, estelionato bate recorde em 2022


Segundo o Anuário da Segurança Pública, número de ocorrências chegou
a 1,8 milhão no ano passado, mais que o triplo de quatro anos atrás.


        O estelionato é um crime previsto no artigo 171 do Código Penal brasileiro, que o define assim: “Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento”.

        Em razão da lei, o número “171” se tornou tão popular que passou a ser utilizado como uma gíria para definir quando alguém está tentando aplicar um golpe. Pois o crime que ele define também nunca foi tão popular no país quanto no ano passado.

        Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, foram 1.819.409 ocorrências de estelionato registradas no país no ano passado, uma alta de 326,3% em relação a 2018. Os dados são fornecidos pelas polícias e pelas Secretarias de Segurança Pública.

        O avanço espetacular desse tipo de crime tem a ver com a popularização do uso da internet, especialmente por meio dos celulares. Segundo o mesmo anuário, foram roubados ou furtados só no ano passado nada menos que 999.223 aparelhos desse tipo.

        Desde 2021, o artigo 171 ganhou um parágrafo para tipificar o crime de fraude eletrônica, que “é cometida com a utilização de informações fornecidas pela vítima ou por terceiro induzido a erro por meio de redes sociais, contatos telefônicos ou envio de correio eletrônico fraudulento, ou por qualquer outro meio fraudulento análogo”. Ou seja, é o estelionato praticado por meios virtuais.

        Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, responsável pelo anuário, estudos demonstram que o aumento do uso da internet e das redes sociais na pandemia tanto para as rotinas de trabalho e compras, como para manter laços em vista do distanciamento físico forçado, gerou um enorme campo de oportunidade para criminosos virtuais.

        Ainda de acordo com o anuário, “os estudos indicam que os criminosos têm explorado fatores situacionais ao identificar vítimas mais vulneráveis, diversificando os métodos de ataque e empregando técnicas de engenharia social (induzir usuários a enviar dados confidenciais)”, como informações pessoais, logins e senhas.

        Outro tipo de crime que tem se tornado cada vez mais comum é o “estelionato sentimental”, modalidade de golpe em que o autor estabelece uma relação amorosa com a vítima – que pode ser apenas virtual – e obtém vantagens financeiras. O próprio anuário lembra de um caso recente, de uma idosa que reside em São Paulo e perdeu 208 mil reais para um golpista que se passava pelo ator Johnny Depp, com quem ela pensava estar vivendo um romance.

(José Benedito da Silva. Editora Abril. Acesso em: 21/07/2023.)
De acordo com o título, o crime 171 “virou moda”. Assinale a alternativa cujo trecho justifica tal afirmação. 
Alternativas
Q3083033 Português
Eu amanheci nervosa. Porque eu queria ficar em casa, mas eu não tinha nada para comer....Eu não ia comer porque o pão era pouco. Será que é só eu que levo esta vida? O que posso esperar do futuro? Um leito em Campos do Jordão. Eu quando estou com fome quero matar o Janio, quero enforcar o Adhemar e queimar o Juscelino. As dificuldades corta o afeto do povo pelos políticos.
Maria Carolina de Jesus. Quarto de despejo: diário de uma favelada

Quanto ao trecho “As dificuldades corta o afeto do povo pelos políticos”, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3083015 Português
Surto ou padeço. Abdico ou não surto. Pelejo ou não padeço. Ora, não pelejo. Assim,
Alternativas
Q3083007 Português
TEXTO 2


Leia o texto e responda a cinco questão seguinte

Esta é a história de um sujeito que só falava palavras começadas pela letra “F”.

O sujeito chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:

– Faz favor! Firmeza? Fineza fazer frango frito!
– Pois não. Com quê, cavalheiro?
– Farofa, feijão, fritas.
– Deseja beber alguma coisa?
– Fanta.
– Um pãozinho para esperar a refeição?
– Faça fatiado.
O garçom serve o cliente, inconformado com o fato de ele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
– Vai querer sobremesa?
– Frutas frescas.
– Tem alguma preferência?
– Figo.
Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
– O senhor deseja um café?
– Forte, fervido.
Quando o sujeito termina o café, o garçom lhe faz algumas perguntas:
– E então, como estava o cafezinho?
– Frio, fraco, fedorento, fervido filtro furado,
formiguinhas flutuando fundo, fazendo fofoca.
Aí o garçom decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.
– Qual é sua graça?
– Felipe Florêncio Farias Filho.
– De onde o senhor vem?
– Fortaleza.
– O senhor trabalha?
– Fui ferreiro.
– Deixou o serviço?
– Fui forçado.
– Por quê?
– Faltou ferro.
– E o que o senhor fazia?
– Ferrolho, ferradura, faca, ferragem.
– O senhor torce por algum time?
– Fui Flamengo,
– E deixou de ser por quê?
– Fez feio.
– O senhor é casado?
– Fui
– E sua esposa?
– Faleceu.
– De quê?
– Frio, fome.
O garçom perde a calma e diz:
– Olha aqui, se o senhor falar mais dez palavras com a letra F, pode se levantar e ir embora sem pagar a conta.
– Foi formidável, figura. Fazendo fiado, fácil, fácil, fico freguês.
O homem levanta-se e sai andando, mas o garçom grita:
– Ei, espere aí, ainda falta uma palavra!
O homem responde, sem se virar:
– Felicidades!


Betty Vibranovski.
https://portuguessemmisterio.com.br/. Acesso em
14/09/2023
Pela leitura do texto, é possível afirmar que impressiona o garçom:
Alternativas
Q3083006 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
A partir do sentido em que as palavras são utilizadas no texto, não se aproximam, por seus significados, os termos presentes no seguinte par:
Alternativas
Q3083004 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
Pela leitura do texto como um todo, é possível apontar que se evidencia como tema central:
Alternativas
Q3083002 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
A partir, sobretudo, de sua linguagem e conteúdo, é possível afirmar que o texto acima caracteriza-se como:
Alternativas
Q3072047 Português
Escrever uma redação eficaz envolve vários aspectos importantes a serem considerados. A este respeito, leia as assertivas:

I. Antes de começar a escrever, pode-se fazer um esboço ou um plano para organizar as ideias, pois isso ajudará a estruturar a redação de forma lógica.
II. Deve-se usar conectores e frases de transição para manter a coesão entre os parágrafos.
III. Deve-se repetir informações e usar palavras desnecessárias, pois uma redação prolixa é mais eficaz.

Pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3068090 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Baleia colossal descoberta no Peru pode ser o animal mais pesado de todos os tempos

Uma baleia colossal antiga descoberta no Peru pode ser o animal mais pesado já registrado, de acordo com um novo estudo. Com uma massa corporal estimada de 85 a 340 toneladas, o peso da agora extinta Perucetus colossus é equivalente ou superior ao da baleia azul, que foi indiscutivelmente considerada o animal com a maior massa corporal até agora, disse Giovanni Bianucci, principal autor do estudo publicado em 02 de agosto, na revista Nature.
O esqueleto parcial de Perucetus, composto por 13 vértebras, quatro costelas e um osso do quadril, é estimado em 17 a 20 metros de comprimento. O espécime fóssil é menor do que o de uma baleia azul de 25 metros de comprimento − mas sua massa esquelética ainda potencialmente excedeu a de qualquer mamífero ou vertebrado marinho conhecido, incluindo seu parente gigante, de acordo com o estudo.
Além disso, Perucetus provavelmente pesava duas a três vezes mais que a baleia azul, que hoje pesa até 149,6 toneladas. "Perucetus poderia pesar quase duas baleias azuis, três argentinossauros (um dinossauro saurópode gigante), mais de 30 elefantes africanos e até 5 mil pessoas", disse Bianucci, que é professor associado de paleontologia no departamento de ciências da Terra da Universidade de Pisa, na Itália.
Perucetus provavelmente nadou lentamente devido à sua enorme massa corporal e estilo de natação, que era ondulatório e anguiliforme, o que significa que seu corpo flexível se movia em ondas curvas da cabeça à cauda.
Os ossos do Perucetus "são extremamente densos e compactos", disse Bianucci. "Esse tipo de espessamento e peso do esqueleto − chamado paquiosteosclerose − que o Perucetus compartilha com os sirênios não é encontrado em nenhum cetáceo vivo". Os sirênios são grandes mamíferos herbívoros aquáticos, como peixes-boi, vacas marinhas e dugongos.
O peso e o tamanho do Perucetus podem ter sido adaptações evolucionárias à vida em águas costeiras rasas e agitadas, disse ele, "onde um esqueleto particularmente pesado atua como um 'lastro'" para a estabilidade.
A descoberta é o resultado mais recente da "intensa atividade" de um grupo diverso de pesquisadores que começou em 2006 no Vale Ica, no sul do Peru, "em uma das mais importantes assembleias de vertebrados fósseis da Era Cenozóica", que ocorreu cerca de 66 milhões anos atrás, disse Bianucci.
Outros espécimes encontrados anteriormente nesta área incluem "Peregocetus pacificus, o cetáceo quadrúpede mais antigo que chegou ao Oceano Pacífico, Mystacodon selenesis, o ancestral mais antigo das baleias modernas e o enorme cachalote macropredador Livyatan melvillei", acrescentou.
"A extrema massa esquelética do Perucetus sugere que a evolução pode gerar organismos com características que vão além da nossa imaginação", disse Bianucci.

Extraindo um gigante

A primeira vértebra do Perucetus foi descoberta pelo paleontólogo peruano Mario Urbina Schmitt há mais de 10 anos, disse Bianucci. Schmitt, coautor do estudo, é pesquisador e coletor de campo no departamento de paleontologia de vertebrados do Museu de História Natural da Universidade Nacional de San Marcos, em Lima.
A escavação da Formação Paracas silte-argilosa "demorou vários anos devido à rocha dura, ao fato de o fóssil estar dentro do núcleo da montanha, ao tamanho extremo dos ossos e às duras condições ambientais do deserto de Ica", explicou.
Com aproximadamente 39 milhões de anos, o Perucetus colossus é novo para a família dos basilosaurídeos dentro da ordem Cetacea, que inclui baleias, golfinhos e botos. O nome da gigantesca criatura denota sua origem geográfica, Peru; "cetus", a palavra latina para baleia; e "kolossós", que em grego antigo significa "grande estátua".

Retirado e adaptado de: CNN. Baleia colossal descoberta no Peru pode ser o animal mais pesado de todos os tempos, aponta estudo. CNN. Disponível em: perruppooe-eero-animmaa-mais-ppesado-dde-od dos-os-temmpoos scoberta-no-peru-pode-ser-o-animal-mais-pesado-de-todos-os-tempos/ Acesso em: 07 ago., 2023.
Sobre o gênero textual de "Baleia colossal descoberta no Peru pode ser o animal mais pesado de todos os tempos", analise o trecho a seguir:
O texto pertence ao gênero textual ___________, que é um gênero jornalístico e não literário que está presente em nosso dia a dia, sendo encontrado principalmente nos meios de comunicação. Trata-se de um texto informativo sobre um tema atual ou algum acontecimento real, veiculado/a pelos principais meios de comunicação (DIANA, 2023).

Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto:
Alternativas
Q3068088 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Baleia colossal descoberta no Peru pode ser o animal mais pesado de todos os tempos

Uma baleia colossal antiga descoberta no Peru pode ser o animal mais pesado já registrado, de acordo com um novo estudo. Com uma massa corporal estimada de 85 a 340 toneladas, o peso da agora extinta Perucetus colossus é equivalente ou superior ao da baleia azul, que foi indiscutivelmente considerada o animal com a maior massa corporal até agora, disse Giovanni Bianucci, principal autor do estudo publicado em 02 de agosto, na revista Nature.
O esqueleto parcial de Perucetus, composto por 13 vértebras, quatro costelas e um osso do quadril, é estimado em 17 a 20 metros de comprimento. O espécime fóssil é menor do que o de uma baleia azul de 25 metros de comprimento − mas sua massa esquelética ainda potencialmente excedeu a de qualquer mamífero ou vertebrado marinho conhecido, incluindo seu parente gigante, de acordo com o estudo.
Além disso, Perucetus provavelmente pesava duas a três vezes mais que a baleia azul, que hoje pesa até 149,6 toneladas. "Perucetus poderia pesar quase duas baleias azuis, três argentinossauros (um dinossauro saurópode gigante), mais de 30 elefantes africanos e até 5 mil pessoas", disse Bianucci, que é professor associado de paleontologia no departamento de ciências da Terra da Universidade de Pisa, na Itália.
Perucetus provavelmente nadou lentamente devido à sua enorme massa corporal e estilo de natação, que era ondulatório e anguiliforme, o que significa que seu corpo flexível se movia em ondas curvas da cabeça à cauda.
Os ossos do Perucetus "são extremamente densos e compactos", disse Bianucci. "Esse tipo de espessamento e peso do esqueleto − chamado paquiosteosclerose − que o Perucetus compartilha com os sirênios não é encontrado em nenhum cetáceo vivo". Os sirênios são grandes mamíferos herbívoros aquáticos, como peixes-boi, vacas marinhas e dugongos.
O peso e o tamanho do Perucetus podem ter sido adaptações evolucionárias à vida em águas costeiras rasas e agitadas, disse ele, "onde um esqueleto particularmente pesado atua como um 'lastro'" para a estabilidade.
A descoberta é o resultado mais recente da "intensa atividade" de um grupo diverso de pesquisadores que começou em 2006 no Vale Ica, no sul do Peru, "em uma das mais importantes assembleias de vertebrados fósseis da Era Cenozóica", que ocorreu cerca de 66 milhões anos atrás, disse Bianucci.
Outros espécimes encontrados anteriormente nesta área incluem "Peregocetus pacificus, o cetáceo quadrúpede mais antigo que chegou ao Oceano Pacífico, Mystacodon selenesis, o ancestral mais antigo das baleias modernas e o enorme cachalote macropredador Livyatan melvillei", acrescentou.
"A extrema massa esquelética do Perucetus sugere que a evolução pode gerar organismos com características que vão além da nossa imaginação", disse Bianucci.

Extraindo um gigante

A primeira vértebra do Perucetus foi descoberta pelo paleontólogo peruano Mario Urbina Schmitt há mais de 10 anos, disse Bianucci. Schmitt, coautor do estudo, é pesquisador e coletor de campo no departamento de paleontologia de vertebrados do Museu de História Natural da Universidade Nacional de San Marcos, em Lima.
A escavação da Formação Paracas silte-argilosa "demorou vários anos devido à rocha dura, ao fato de o fóssil estar dentro do núcleo da montanha, ao tamanho extremo dos ossos e às duras condições ambientais do deserto de Ica", explicou.
Com aproximadamente 39 milhões de anos, o Perucetus colossus é novo para a família dos basilosaurídeos dentro da ordem Cetacea, que inclui baleias, golfinhos e botos. O nome da gigantesca criatura denota sua origem geográfica, Peru; "cetus", a palavra latina para baleia; e "kolossós", que em grego antigo significa "grande estátua".

Retirado e adaptado de: CNN. Baleia colossal descoberta no Peru pode ser o animal mais pesado de todos os tempos, aponta estudo. CNN. Disponível em: perruppooe-eero-animmaa-mais-ppesado-dde-od dos-os-temmpoos scoberta-no-peru-pode-ser-o-animal-mais-pesado-de-todos-os-tempos/ Acesso em: 07 ago., 2023.
Sobre a função da linguagem predominante em "Baleia colossal descoberta no Peru pode ser o animal mais pesado de todos os tempos", analise as assertivas a seguir e a relação proposta entre elas:

I. No texto, a função da linguagem predominante é a expressiva.
PORQUE
II. Essa função da linguagem tem como objetivo principal informar, referenciar algo. Voltada para o contexto da comunicação, esse tipo de texto é escrito na terceira pessoa, enfatizando seu caráter impessoal.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Alternativas
Q3067045 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Baleia colossal descoberta no Peru pode ser o animal mais pesado de todos os tempos

Uma baleia colossal antiga descoberta no Peru pode ser o animal mais pesado já registrado, de acordo com um novo estudo. Com uma massa corporal estimada de 85 a 340 toneladas, o peso da agora extinta Perucetus colossus é equivalente ou superior ao da baleia azul, que foi indiscutivelmente considerada o animal com a maior massa corporal até agora, disse Giovanni Bianucci, principal autor do estudo publicado em 02 de agosto, na revista Nature.
O esqueleto parcial de Perucetus, composto por 13 vértebras, quatro costelas e um osso do quadril, é estimado em 17 a 20 metros de comprimento. O espécime fóssil é menor do que o de uma baleia azul de 25 metros de comprimento − mas sua massa esquelética ainda potencialmente excedeu a de qualquer mamífero ou vertebrado marinho conhecido, incluindo seu parente gigante, de acordo com o estudo.
Além disso, Perucetus provavelmente pesava duas a três vezes mais que a baleia azul, que hoje pesa até 149,6 toneladas. "Perucetus poderia pesar quase duas baleias azuis, três argentinossauros (um dinossauro saurópode gigante), mais de 30 elefantes africanos e até 5 mil pessoas", disse Bianucci, que é professor associado de paleontologia no departamento de ciências da Terra da Universidade de Pisa, na Itália.
Perucetus provavelmente nadou lentamente devido à sua enorme massa corporal e estilo de natação, que era ondulatório e anguiliforme, o que significa que seu corpo flexível se movia em ondas curvas da cabeça à cauda.
Os ossos do Perucetus "são extremamente densos e compactos", disse Bianucci. "Esse tipo de espessamento e peso do esqueleto − chamado paquiosteosclerose − que o Perucetus compartilha com os sirênios não é encontrado em nenhum cetáceo vivo". Os sirênios são grandes mamíferos herbívoros aquáticos, como peixes-boi, vacas marinhas e dugongos.
O peso e o tamanho do Perucetus podem ter sido adaptações evolucionárias à vida em águas costeiras rasas e agitadas, disse ele, "onde um esqueleto particularmente pesado atua como um 'lastro'" para a estabilidade.
A descoberta é o resultado mais recente da "intensa atividade" de um grupo diverso de pesquisadores que começou em 2006 no Vale Ica, no sul do Peru, "em uma das mais importantes assembleias de vertebrados fósseis da Era Cenozóica", que ocorreu cerca de 66 milhões anos atrás, disse Bianucci.
Outros espécimes encontrados anteriormente nesta área incluem "Peregocetus pacificus, o cetáceo quadrúpede mais antigo que chegou ao Oceano Pacífico, Mystacodon selenesis, o ancestral mais antigo das baleias modernas e o enorme cachalote macropredador Livyatan melvillei", acrescentou.
"A extrema massa esquelética do Perucetus sugere que a evolução pode gerar organismos com características que vão além da nossa imaginação", disse Bianucci.

Extraindo um gigante

A primeira vértebra do Perucetus foi descoberta pelo paleontólogo peruano Mario Urbina Schmitt há mais de 10 anos, disse Bianucci. Schmitt, coautor do estudo, é pesquisador e coletor de campo no departamento de paleontologia de vertebrados do Museu de História Natural da Universidade Nacional de San Marcos, em Lima.
A escavação da Formação Paracas silte-argilosa "demorou vários anos devido à rocha dura, ao fato de o fóssil estar dentro do núcleo da montanha, ao tamanho extremo dos ossos e às duras condições ambientais do deserto de Ica", explicou.
Com aproximadamente 39 milhões de anos, o Perucetus colossus é novo para a família dos basilosaurídeos dentro da ordem Cetacea, que inclui baleias, golfinhos e botos. O nome da gigantesca criatura denota sua origem geográfica, Peru; "cetus", a palavra latina para baleia; e "kolossós", que em grego antigo significa "grande estátua".

Retirado e adaptado de: CNN. Baleia colossal descoberta no Peru pode ser o animal mais pesado de todos os tempos, aponta estudo. CNN. Disponível em: perruppooe-eero-animmaa-mais-ppesado-dde-od dos-os-temmpoos scoberta-no-peru-pode-ser-o-animal-mais-pesado-de-todos-os-tempos/ Acesso em: 07 ago., 2023.
A partir da leitura de "Baleia colossal descoberta no Peru pode ser o animal mais pesado de todos os tempos", analise as afirmações a seguir:

I. O fóssil da Perucetus é menor do que o da baleia azul.
II. O processo de estudo da Perucetus já passa de uma década.
III. A estrutura óssea da Perucetus pesava de duas a três vezes mais do que a baleia azul.
IV. A massa esquelética da Perucetus sugere que ainda não se sabe tudo sobre as formas de evolução dos organismos.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3067043 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Baleia colossal descoberta no Peru pode ser o animal mais pesado de todos os tempos

Uma baleia colossal antiga descoberta no Peru pode ser o animal mais pesado já registrado, de acordo com um novo estudo. Com uma massa corporal estimada de 85 a 340 toneladas, o peso da agora extinta Perucetus colossus é equivalente ou superior ao da baleia azul, que foi indiscutivelmente considerada o animal com a maior massa corporal até agora, disse Giovanni Bianucci, principal autor do estudo publicado em 02 de agosto, na revista Nature.
O esqueleto parcial de Perucetus, composto por 13 vértebras, quatro costelas e um osso do quadril, é estimado em 17 a 20 metros de comprimento. O espécime fóssil é menor do que o de uma baleia azul de 25 metros de comprimento − mas sua massa esquelética ainda potencialmente excedeu a de qualquer mamífero ou vertebrado marinho conhecido, incluindo seu parente gigante, de acordo com o estudo.
Além disso, Perucetus provavelmente pesava duas a três vezes mais que a baleia azul, que hoje pesa até 149,6 toneladas. "Perucetus poderia pesar quase duas baleias azuis, três argentinossauros (um dinossauro saurópode gigante), mais de 30 elefantes africanos e até 5 mil pessoas", disse Bianucci, que é professor associado de paleontologia no departamento de ciências da Terra da Universidade de Pisa, na Itália.
Perucetus provavelmente nadou lentamente devido à sua enorme massa corporal e estilo de natação, que era ondulatório e anguiliforme, o que significa que seu corpo flexível se movia em ondas curvas da cabeça à cauda.
Os ossos do Perucetus "são extremamente densos e compactos", disse Bianucci. "Esse tipo de espessamento e peso do esqueleto − chamado paquiosteosclerose − que o Perucetus compartilha com os sirênios não é encontrado em nenhum cetáceo vivo". Os sirênios são grandes mamíferos herbívoros aquáticos, como peixes-boi, vacas marinhas e dugongos.
O peso e o tamanho do Perucetus podem ter sido adaptações evolucionárias à vida em águas costeiras rasas e agitadas, disse ele, "onde um esqueleto particularmente pesado atua como um 'lastro'" para a estabilidade.
A descoberta é o resultado mais recente da "intensa atividade" de um grupo diverso de pesquisadores que começou em 2006 no Vale Ica, no sul do Peru, "em uma das mais importantes assembleias de vertebrados fósseis da Era Cenozóica", que ocorreu cerca de 66 milhões anos atrás, disse Bianucci.
Outros espécimes encontrados anteriormente nesta área incluem "Peregocetus pacificus, o cetáceo quadrúpede mais antigo que chegou ao Oceano Pacífico, Mystacodon selenesis, o ancestral mais antigo das baleias modernas e o enorme cachalote macropredador Livyatan melvillei", acrescentou.
"A extrema massa esquelética do Perucetus sugere que a evolução pode gerar organismos com características que vão além da nossa imaginação", disse Bianucci.

Extraindo um gigante

A primeira vértebra do Perucetus foi descoberta pelo paleontólogo peruano Mario Urbina Schmitt há mais de 10 anos, disse Bianucci. Schmitt, coautor do estudo, é pesquisador e coletor de campo no departamento de paleontologia de vertebrados do Museu de História Natural da Universidade Nacional de San Marcos, em Lima.
A escavação da Formação Paracas silte-argilosa "demorou vários anos devido à rocha dura, ao fato de o fóssil estar dentro do núcleo da montanha, ao tamanho extremo dos ossos e às duras condições ambientais do deserto de Ica", explicou.
Com aproximadamente 39 milhões de anos, o Perucetus colossus é novo para a família dos basilosaurídeos dentro da ordem Cetacea, que inclui baleias, golfinhos e botos. O nome da gigantesca criatura denota sua origem geográfica, Peru; "cetus", a palavra latina para baleia; e "kolossós", que em grego antigo significa "grande estátua".

Retirado e adaptado de: CNN. Baleia colossal descoberta no Peru pode ser o animal mais pesado de todos os tempos, aponta estudo. CNN. Disponível em: perruppooe-eero-animmaa-mais-ppesado-dde-od dos-os-temmpoos scoberta-no-peru-pode-ser-o-animal-mais-pesado-de-todos-os-tempos/ Acesso em: 07 ago., 2023.
A respeito dos efeitos de sentido construídos pelo uso do "como" em "Baleia colossal descoberta no Peru pode ser o animal mais pesado de todos os tempos", analise as afirmações a seguir:

I. Em "Os sirênios são grandes mamíferos herbívoros aquáticos, como peixes-boi, vacas marinhas e dugongos", temos uma ______________.
II. Em "Onde um esqueleto particularmente pesado atua como um 'lastro'" para a estabilidade", temos uma ___________.

Assinale a alternativa que correta e respectivamente preenche as lacunas nos excertos:
Alternativas
Q3056949 Português
Julgue o próximo item, considerando a correção gramatical do trecho apresentado bem como a adequação da linguagem nele empregada no que se refere aos atributos de concisão e objetividade, característicos da correspondência oficial.

Informamos que o objetivo deste documento nada mais é que comunicar que a sistematização dos trabalhos realizados durante a Semana Pedagógica deverão ser concluídos até o último dia útil deste mês.
Alternativas
Q3046259 Português
Todo astronauta precisa de grande capacidade de ________________ e controle de __________________ .

As palavras que completam corretamente a frase acima são: 
Alternativas
Q3046255 Português
Que animais o homem já enviou ao espaço?

Animais no espaço: até moscas já foram enviadas para fora da Terra. 


Entre os terráqueos, o homem não foi o pioneiro no espaço. Mas foi o responsável por enviar várias espécies de animais antes de Yuri Gagarin e Neil Armstrong. Moscas, peixes, tartarugas, lesmas, minhocas e abelhas já tiveram sua experiência extraterrena. Até mesmo aranhas foram enviadas para testar suas habilidades de tecer uma teia em ambiente de microgravidade.


A viagem de animais ao espaço começou em 1947, quando os americanos enviaram moscas-das-frutas em uma cápsula. A partir de então, Rússia e EUA passaram a mandar animais maiores. Primatas eram os preferidos pelos astronautas (NASA/União Europeia), enquanto os cães eram os escolhidos dos cosmonautas (russos). Já na França, um gato ficou famoso por ser o primeiro, e único, felino escolhido para desbravar o cosmos.


Entre todos os animais que estiveram no espaço, a cadela Laika é a mais famosa. Em 4 de outubro de 1957, a era espacial teve início com o lançamento da Sputnik 1. Um mês depois, a cadela foi enviada ao espaço, a bordo da Sputnik 2, sem chances de retornar com vida. Embora sua morte tenha provocado revolta, Laika e os outros animais que ultrapassaram os limites terrenos abriram caminho para os humanos.


De acordo com Douglas Galante, doutor em Astronomia pelo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP), esse pioneirismo animal foi importante para entender os possíveis efeitos que o ambiente espacial poderia provocar nos seres humanos. “Um dos objetivos na época era o de enviar humanos ao espaço. Nesse cenário, as naves espaciais e os sistemas de manutenção de condições vitais no espaço foram testados sucessivamente, com animais maiores e mais complexos (dos insetos aos macacos), até que houvesse uma confiança grande o suficiente para enviar o primeiro astronauta”, argumenta.


Adaptado
https://www.terra.com.br
GHX Comunicação - maio/2013
Entre os terráqueos, o homem não foi o pioneiro no espaço.” 1º§

É sinônimo da palavra sublinhada nessa frase:
Alternativas
Q3046253 Português
Que animais o homem já enviou ao espaço?

Animais no espaço: até moscas já foram enviadas para fora da Terra. 


Entre os terráqueos, o homem não foi o pioneiro no espaço. Mas foi o responsável por enviar várias espécies de animais antes de Yuri Gagarin e Neil Armstrong. Moscas, peixes, tartarugas, lesmas, minhocas e abelhas já tiveram sua experiência extraterrena. Até mesmo aranhas foram enviadas para testar suas habilidades de tecer uma teia em ambiente de microgravidade.


A viagem de animais ao espaço começou em 1947, quando os americanos enviaram moscas-das-frutas em uma cápsula. A partir de então, Rússia e EUA passaram a mandar animais maiores. Primatas eram os preferidos pelos astronautas (NASA/União Europeia), enquanto os cães eram os escolhidos dos cosmonautas (russos). Já na França, um gato ficou famoso por ser o primeiro, e único, felino escolhido para desbravar o cosmos.


Entre todos os animais que estiveram no espaço, a cadela Laika é a mais famosa. Em 4 de outubro de 1957, a era espacial teve início com o lançamento da Sputnik 1. Um mês depois, a cadela foi enviada ao espaço, a bordo da Sputnik 2, sem chances de retornar com vida. Embora sua morte tenha provocado revolta, Laika e os outros animais que ultrapassaram os limites terrenos abriram caminho para os humanos.


De acordo com Douglas Galante, doutor em Astronomia pelo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP), esse pioneirismo animal foi importante para entender os possíveis efeitos que o ambiente espacial poderia provocar nos seres humanos. “Um dos objetivos na época era o de enviar humanos ao espaço. Nesse cenário, as naves espaciais e os sistemas de manutenção de condições vitais no espaço foram testados sucessivamente, com animais maiores e mais complexos (dos insetos aos macacos), até que houvesse uma confiança grande o suficiente para enviar o primeiro astronauta”, argumenta.


Adaptado
https://www.terra.com.br
GHX Comunicação - maio/2013
O autor do texto transmite:
Alternativas
Q3046252 Português
Que animais o homem já enviou ao espaço?

Animais no espaço: até moscas já foram enviadas para fora da Terra. 


Entre os terráqueos, o homem não foi o pioneiro no espaço. Mas foi o responsável por enviar várias espécies de animais antes de Yuri Gagarin e Neil Armstrong. Moscas, peixes, tartarugas, lesmas, minhocas e abelhas já tiveram sua experiência extraterrena. Até mesmo aranhas foram enviadas para testar suas habilidades de tecer uma teia em ambiente de microgravidade.


A viagem de animais ao espaço começou em 1947, quando os americanos enviaram moscas-das-frutas em uma cápsula. A partir de então, Rússia e EUA passaram a mandar animais maiores. Primatas eram os preferidos pelos astronautas (NASA/União Europeia), enquanto os cães eram os escolhidos dos cosmonautas (russos). Já na França, um gato ficou famoso por ser o primeiro, e único, felino escolhido para desbravar o cosmos.


Entre todos os animais que estiveram no espaço, a cadela Laika é a mais famosa. Em 4 de outubro de 1957, a era espacial teve início com o lançamento da Sputnik 1. Um mês depois, a cadela foi enviada ao espaço, a bordo da Sputnik 2, sem chances de retornar com vida. Embora sua morte tenha provocado revolta, Laika e os outros animais que ultrapassaram os limites terrenos abriram caminho para os humanos.


De acordo com Douglas Galante, doutor em Astronomia pelo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP), esse pioneirismo animal foi importante para entender os possíveis efeitos que o ambiente espacial poderia provocar nos seres humanos. “Um dos objetivos na época era o de enviar humanos ao espaço. Nesse cenário, as naves espaciais e os sistemas de manutenção de condições vitais no espaço foram testados sucessivamente, com animais maiores e mais complexos (dos insetos aos macacos), até que houvesse uma confiança grande o suficiente para enviar o primeiro astronauta”, argumenta.


Adaptado
https://www.terra.com.br
GHX Comunicação - maio/2013
O objetivo do texto lido é de: 
Alternativas
Q3045715 Português
Leia a charge e responda a seguir.


Imagem associada para resolução da questão



O efeito de sentido da charge é provocado pelo uso da palavra “rede”, que representa um(a): 
Alternativas
Q3045473 Português

Leia o meme abaixo.


Imagem associada para resolução da questão


O humor desse meme se baseia no uso do(a): 

Alternativas
Q3045471 Português
Leia o fragmento abaixo, observando o emprego da palavra sublinhada.

          “O Banco Central do Brasil (BCB) anunciou nesta segunda-feira (6) que o projeto piloto do Real Digital, uma versão digital da moeda brasileira, começou a ser desenvolvida oficialmente. A partir de hoje, uma equipe da instituição irá iniciar o desenvolvimento e os testes com a moeda, que devem durar até fevereiro de 2024.

         De acordo com o Banco Central, na fase inicial os testes com a nova versão da moeda serão realizados em um ambiente simulado, não envolvendo transações ou valores reais. A plataforma escolhida foi a Hyperledger Besu.

        Além do anúncio do início dos testes, o Banco Central informou que irá simular transações de compras e vendas de títulos públicos federais. A ideia dos testes é que cidadãos possam comprar e vender títulos públicos para outros cidadãos, com ambos usando instituições financeiras diferentes. [...]”


BARRETO, Elis. Banco Central inicia projeto piloto do Real Digital e irá testar transações de títulos públicos. CNN Brasil, 06 de março de 2023. Disponível em: (Fonte:https://www.cnnbrasil.com.br/business/banco-centralinicia-projeto-piloto-do-real-digital-e-ira-testar-transacoes-detitulos-publicos/. Acesso em: 06 mar. 2023. adap.)


Quais referentes textuais a palavra grifada retoma?
Alternativas
Respostas
31541: A
31542: D
31543: A
31544: D
31545: B
31546: B
31547: C
31548: D
31549: E
31550: C
31551: C
31552: B
31553: E
31554: C
31555: A
31556: A
31557: D
31558: D
31559: D
31560: E