Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

Questões Discursivas

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Q3559055 Português
A análise dos problemas concernentes ao ensinoaprendizagem da leitura e produção de textos passa pelo crivo da prática de ensino adotada. A partir do contexto brasileiro, são verdadeiras as seguintes afirmativas, exceto: 
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Q3559054 Português
Kleiman (1999) analisa de forma pormenorizada os aspectos cognitivos presentes na leitura. Ao longo do seu estudo, são evidenciadas duas atividades metacognitivas que corroboram para a compreensão textuais. Quais são elas? 
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Q3559053 Português
De acordo com Marcuschi (2008), ao ensinar os gêneros textuais em sala de aula, é preciso trabalhar três elementos básicos. Quais são eles? 
Alternativas
Q3559044 Português
Na literatura, há registros de vários autores que analisam a prática pedagógica a partir das variáveis linguísticas. De uma maneira específica, Bagno, Stubbs e Gagné (2002) analisam o posicionamento dos gramáticos dentro desse contexto, sendo pertinente afirmar:
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Q3559001 Português
Leia o texto para responder à questão.


   Não escreva poesias de amor. Evite de início as formas usuais e demasiado comuns: são essas as mais difíceis, pois precisa-se de uma força grande e amadurecida para se produzir algo de novo num domínio em que sobram tradições boas, algumas brilhantes. Eis por que deve fugir dos temas amorosos em geral para aqueles que a sua própria existência cotidiana lhe oferece; relate suas mágoas e seus desejos, seus pensamentos passageiros, sua fé em qualquer beleza − relate tudo isso com íntima e humilde sinceridade. Utilize, para se exprimir, as coisas de seu ambiente, as imagens de seus sonhos e os objetos de suas lembranças. Se a própria existência cotidiana lhe parecer pobre, não a acuse. Acuse a si mesmo, diga consigo que não é bastante poeta para extrair as suas riquezas.


(Rainer Maria Rilke. Cartas a um jovem poeta. Fragmento)
Nos trechos – ... são essas as mais difíceis... – e – ... não é bastante poeta para extrair as suas riquezas –, as expressões em destaque referem-se, respectivamente, a
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Q3559000 Português
Leia o texto para responder à questão.


   Não escreva poesias de amor. Evite de início as formas usuais e demasiado comuns: são essas as mais difíceis, pois precisa-se de uma força grande e amadurecida para se produzir algo de novo num domínio em que sobram tradições boas, algumas brilhantes. Eis por que deve fugir dos temas amorosos em geral para aqueles que a sua própria existência cotidiana lhe oferece; relate suas mágoas e seus desejos, seus pensamentos passageiros, sua fé em qualquer beleza − relate tudo isso com íntima e humilde sinceridade. Utilize, para se exprimir, as coisas de seu ambiente, as imagens de seus sonhos e os objetos de suas lembranças. Se a própria existência cotidiana lhe parecer pobre, não a acuse. Acuse a si mesmo, diga consigo que não é bastante poeta para extrair as suas riquezas.


(Rainer Maria Rilke. Cartas a um jovem poeta. Fragmento)
O autor aconselha que não se façam poesias de amor porque estas
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Q3558997 Português
Leia o texto para responder à questão.


   No final do século XIX, em Nova Iorque, as bananas eram vendidas a preços tão baixos que se tornaram um alimento popular. A Fruit Company inunda as cidades da América do Norte com excelentes bananas e todos, industriais, comerciantes e consumidores, ficam felizes. Para todo mundo, com exceção dos produtores, ou seja, os agricultores, cuja vergonhosa exploração nunca cessou desde que o fruto chegou à América trazido pelos espanhóis, a comercialização da banana passou a ser um ótimo negócio.

  Porém, se, por um lado, o consumo crescente da banana melhorou a alimentação de uma população acostumada a outros alimentos de baixo custo, por outro, levantou o problema de como eliminar a quantidade de resíduos produzidos por esse consumo. Em menos de uma geração, as cascas de banana se tornaram um dos resíduos mais comuns nas ruas de Nova Iorque. Não que o problema fosse a banana, é claro. A Nova Iorque do final do século XIX não se destaca pela limpeza nem pela ordem de suas ruas. Longe disso. Na prática, as cascas eram simplesmente jogadas na rua. Não havia programa de saneamento urbano nem sistema de coleta de lixo. Este formava nas ruas pilhas tão grandes que chegavam a impedir a passagem. Os jornais da época falam de desvios contínuos no tráfego pela simples necessidade de contornar vias intransitáveis em decorrência da quantidade de lixo. Bairros inteiros, em virtude de suas condições higiênicas, foram considerados infrequentáveis.

  Mesmo fora desses bairros, a cidade era tomada pelo lixo. O que fazer então? Uma das soluções concebidas pela prefeitura de Nova Iorque demonstra, em sua simplicidade, toda a genialidade prática dos americanos. O que se faz com os resíduos nas fazendas? Simples: são dados aos porcos. Então, por que não fazer o mesmo na cidade? Dito e feito. Dezenas de milhares de porcos foram transportados do campo para a cidade e deixados livres para circular pelas ruas de Nova Iorque para se alimentar do lixo da cidade. Hoje pareceria uma solução desesperada, mas pensemos nos gritantes aspectos práticos da questão: a remoção da maior parte do lixo e sua transformação em carne suína de qualidade.


(Stefano Mancuso. A planta do mundo. Adaptado
Leia o trecho:

•  Bairros inteiros, em virtude de suas condições higiênicas, foram considerados infrequentáveis. (2o parágrafo)

A expressão em destaque apresenta sentido de          
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Q3558996 Português
Leia o texto para responder à questão.


   No final do século XIX, em Nova Iorque, as bananas eram vendidas a preços tão baixos que se tornaram um alimento popular. A Fruit Company inunda as cidades da América do Norte com excelentes bananas e todos, industriais, comerciantes e consumidores, ficam felizes. Para todo mundo, com exceção dos produtores, ou seja, os agricultores, cuja vergonhosa exploração nunca cessou desde que o fruto chegou à América trazido pelos espanhóis, a comercialização da banana passou a ser um ótimo negócio.

  Porém, se, por um lado, o consumo crescente da banana melhorou a alimentação de uma população acostumada a outros alimentos de baixo custo, por outro, levantou o problema de como eliminar a quantidade de resíduos produzidos por esse consumo. Em menos de uma geração, as cascas de banana se tornaram um dos resíduos mais comuns nas ruas de Nova Iorque. Não que o problema fosse a banana, é claro. A Nova Iorque do final do século XIX não se destaca pela limpeza nem pela ordem de suas ruas. Longe disso. Na prática, as cascas eram simplesmente jogadas na rua. Não havia programa de saneamento urbano nem sistema de coleta de lixo. Este formava nas ruas pilhas tão grandes que chegavam a impedir a passagem. Os jornais da época falam de desvios contínuos no tráfego pela simples necessidade de contornar vias intransitáveis em decorrência da quantidade de lixo. Bairros inteiros, em virtude de suas condições higiênicas, foram considerados infrequentáveis.

  Mesmo fora desses bairros, a cidade era tomada pelo lixo. O que fazer então? Uma das soluções concebidas pela prefeitura de Nova Iorque demonstra, em sua simplicidade, toda a genialidade prática dos americanos. O que se faz com os resíduos nas fazendas? Simples: são dados aos porcos. Então, por que não fazer o mesmo na cidade? Dito e feito. Dezenas de milhares de porcos foram transportados do campo para a cidade e deixados livres para circular pelas ruas de Nova Iorque para se alimentar do lixo da cidade. Hoje pareceria uma solução desesperada, mas pensemos nos gritantes aspectos práticos da questão: a remoção da maior parte do lixo e sua transformação em carne suína de qualidade.


(Stefano Mancuso. A planta do mundo. Adaptado
Assinale a alternativa cujo trecho apresenta expressão em sentido figurado. 
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Q3558995 Português
Leia o texto para responder à questão.


   No final do século XIX, em Nova Iorque, as bananas eram vendidas a preços tão baixos que se tornaram um alimento popular. A Fruit Company inunda as cidades da América do Norte com excelentes bananas e todos, industriais, comerciantes e consumidores, ficam felizes. Para todo mundo, com exceção dos produtores, ou seja, os agricultores, cuja vergonhosa exploração nunca cessou desde que o fruto chegou à América trazido pelos espanhóis, a comercialização da banana passou a ser um ótimo negócio.

  Porém, se, por um lado, o consumo crescente da banana melhorou a alimentação de uma população acostumada a outros alimentos de baixo custo, por outro, levantou o problema de como eliminar a quantidade de resíduos produzidos por esse consumo. Em menos de uma geração, as cascas de banana se tornaram um dos resíduos mais comuns nas ruas de Nova Iorque. Não que o problema fosse a banana, é claro. A Nova Iorque do final do século XIX não se destaca pela limpeza nem pela ordem de suas ruas. Longe disso. Na prática, as cascas eram simplesmente jogadas na rua. Não havia programa de saneamento urbano nem sistema de coleta de lixo. Este formava nas ruas pilhas tão grandes que chegavam a impedir a passagem. Os jornais da época falam de desvios contínuos no tráfego pela simples necessidade de contornar vias intransitáveis em decorrência da quantidade de lixo. Bairros inteiros, em virtude de suas condições higiênicas, foram considerados infrequentáveis.

  Mesmo fora desses bairros, a cidade era tomada pelo lixo. O que fazer então? Uma das soluções concebidas pela prefeitura de Nova Iorque demonstra, em sua simplicidade, toda a genialidade prática dos americanos. O que se faz com os resíduos nas fazendas? Simples: são dados aos porcos. Então, por que não fazer o mesmo na cidade? Dito e feito. Dezenas de milhares de porcos foram transportados do campo para a cidade e deixados livres para circular pelas ruas de Nova Iorque para se alimentar do lixo da cidade. Hoje pareceria uma solução desesperada, mas pensemos nos gritantes aspectos práticos da questão: a remoção da maior parte do lixo e sua transformação em carne suína de qualidade.


(Stefano Mancuso. A planta do mundo. Adaptado
Nos trechos − ... com exceção dos produtores... (1o parágrafo) – e − ... gritantes aspectos práticos da questão... (3o parágrafo) −, as expressões em destaque podem ser substituídas, sem alteração do sentido original, respectivamente, por:
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Q3558994 Português
Leia o texto para responder à questão.


   No final do século XIX, em Nova Iorque, as bananas eram vendidas a preços tão baixos que se tornaram um alimento popular. A Fruit Company inunda as cidades da América do Norte com excelentes bananas e todos, industriais, comerciantes e consumidores, ficam felizes. Para todo mundo, com exceção dos produtores, ou seja, os agricultores, cuja vergonhosa exploração nunca cessou desde que o fruto chegou à América trazido pelos espanhóis, a comercialização da banana passou a ser um ótimo negócio.

  Porém, se, por um lado, o consumo crescente da banana melhorou a alimentação de uma população acostumada a outros alimentos de baixo custo, por outro, levantou o problema de como eliminar a quantidade de resíduos produzidos por esse consumo. Em menos de uma geração, as cascas de banana se tornaram um dos resíduos mais comuns nas ruas de Nova Iorque. Não que o problema fosse a banana, é claro. A Nova Iorque do final do século XIX não se destaca pela limpeza nem pela ordem de suas ruas. Longe disso. Na prática, as cascas eram simplesmente jogadas na rua. Não havia programa de saneamento urbano nem sistema de coleta de lixo. Este formava nas ruas pilhas tão grandes que chegavam a impedir a passagem. Os jornais da época falam de desvios contínuos no tráfego pela simples necessidade de contornar vias intransitáveis em decorrência da quantidade de lixo. Bairros inteiros, em virtude de suas condições higiênicas, foram considerados infrequentáveis.

  Mesmo fora desses bairros, a cidade era tomada pelo lixo. O que fazer então? Uma das soluções concebidas pela prefeitura de Nova Iorque demonstra, em sua simplicidade, toda a genialidade prática dos americanos. O que se faz com os resíduos nas fazendas? Simples: são dados aos porcos. Então, por que não fazer o mesmo na cidade? Dito e feito. Dezenas de milhares de porcos foram transportados do campo para a cidade e deixados livres para circular pelas ruas de Nova Iorque para se alimentar do lixo da cidade. Hoje pareceria uma solução desesperada, mas pensemos nos gritantes aspectos práticos da questão: a remoção da maior parte do lixo e sua transformação em carne suína de qualidade.


(Stefano Mancuso. A planta do mundo. Adaptado
De acordo com o autor,
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Q3558105 Português
Sobre o gênero textual de "Baleia colossal descoberta no Peru pode ser o animal mais pesado de todos os tempos", analise o trecho a seguir:

O texto pertence ao gênero textual ___________, que é um gênero jornalístico e não literário que está presente em nosso dia a dia, sendo encontrado principalmente nos meios de comunicação. Trata-se de um texto informativo sobre um tema atual ou algum acontecimento real, veiculado/a pelos principais meios de comunicação (DIANA, 2023).

Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto: 
Alternativas
Q3558104 Português
A respeito das relações coesivas presentes em "Baleia colossal descoberta no Peru pode ser o animal mais pesado de todos os tempos", indique qual antecedente está sendo retomado por cada um dos anafóricos a seguir:

I. Seu parente gigante (segundo parágrafo).
a. Baleia azul.
b. Perucetus.

II. O que (quarto parágrafo).
a. Estilo de natação, que era ondulatório e anguiliforme.
b. Anguiliforme.

III. Ele (sexto parágrafo).
a. Um esqueleto particularmente pesado atua como um 'lastro'.
b. Bianucci.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3558102 Português
A partir da leitura de "Baleia colossal descoberta no Peru pode ser o animal mais pesado de todos os tempos", analise as afirmações a seguir:

I. O fóssil da Perucetus é menor do que o da baleia azul.
II. O processo de estudo da Perucetus já passa de uma década.
III. A estrutura óssea da Perucetus pesava de duas a três vezes mais do que a baleia azul.
IV. A massa esquelética da Perucetus sugere que ainda não se sabe tudo sobre as formas de evolução dos organismos.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CPCON Órgão: UEPB Provas: CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Desenvolvimento e Ensaios de Medicamentos - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Patologia Oral e Biologia Molecular - CAMPUS VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Química - Cromatografia Líquida, Iônica e Gasosa - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Química e Fertilidade do Solo - CAMPUS II e IV) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Química - Análise das Águas - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico de Prótese Dentária - CAMPUS I | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Análises Clínicas - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Análises de Peçonhas e Toxinas - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Esterelização - CAMPUS I e VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório (Fitopatologia - CAMPUS II) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Física - CAMPUS VII e VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Agropecuária - Produção de Mudas - CAMPUS II | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Informática - CAMPUS VI | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Geotecnia - CAMPUS VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Manutenção de Equipamentos Odontológicos - CAMPUS I e VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Radiologia - CAMPUS I e VIII | CPCON - 2023 - UEPB - Atendente de Consultório Dentário - CAMPUS VIII | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Hidráulica - CAMPUS VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Microbiologia de Alimentos - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Morfofisiologia - CAMPUS VIII) |
Q3557635 Português
Após a leitura do texto abaixo, responda à questão:


Na multidão (Ferreira Gullar)


    Saio de casa e a confusão começa: ônibus passam –, que digo! – farfalham, tilintam, rosnam; bondes chiam e estridem; buzinas, explosões, batidos, apitos – estou em plena cidade brasileira! 

    Sair de casa cansa mais que trabalhar. Andar pelas ruas do Rio é quase tão estafante quanto quebrar pedras. Não vou, precisamente, para parte alguma a esta hora, não tenho pressa, mas.... Disparam lotações, voam automóveis, motocicletas, lambretas, um ciclista desliza milagrosamente no caos e dobra, lépido, a primeira esquina. O sinal fecha, as pessoas estacam de golpe, e ficam de motor roncando; outras atravessam entre os veículos, praguejam, e quase me atropelam quando abre o sinal: são pastas, embrulhos, quepes, batedeiras, relógios, enceradeiras, seres de um mundo velocíssimo, que a todos levam de roldão.

    A todos nós, vítimas da Cidade gigantesca. Estou, cada dia que passa, mais certo de que o maior problema da vida moderna é a Cidade grande, monstruosamente grande, que nos oferece cubículos por casas e gasta nossas horas de ócio em infinitas e incômodas viagens.

    Para uma cidade gigantesca não há água que chegue, não há transporte que chegue, não há pão, arroz, feijão, carne que cheguem. Uma cidade de três milhões de habitantes*, perdoem o paradoxo, é inabitável. 

    E como é triste ser um em três milhões: Pedro, Antônia, Gisela, Carlos? De quê? Carlos de Três Milhões Anônimos da Silva. Mais triste quando se tem dezoito anos, e mais triste ainda quando se tem trinta como se fossem dezoito. O jeito é comprar uma motocicleta, tirar o abafador e sair gritando pelo cano de descarga a notícia de nossa presença no mundo. Presença que nem a nossa cara, nem nosso nome, nem nossa voz conseguem afirmar, dissolvidas na multidão. Saudemos, pois, o homem anônimo. De blusão, de blue-jeans, de motocicleta, de lambreta, lá vai ele, o indivíduo contra a massa, João, filho de dona Maria.

*Em 2004, a população do Rio de Janeiro é de aproximadamente 6 milhões de habitantes, segundo dados do IBGE.

Fonte: Antologias (Crônica infanto-juvenil brasileira) Carlos Eduardo Novaes. São Paulo: Ática, 2005.
Avalie as proposições a seguir, que dizem respeito a aspectos globais do texto, sinalizando (V) verdadeiro ou (F) falso:

( ) No texto o autor descreve a rotina agitada das grandes cidades, aludindo aos problemas sociais decorrentes das demandas ali existentes e também ao ofuscamento das pessoas, que não interagem na multidão.
( ) Ao inserir na narrativa, que é predominantemente em 1ª pessoa, marcas de indeterminação, a exemplo do verbo no infinitivo e da partícula “se”, o autor promove a generalização dos fatos, tornando-os também atemporais, deixando claro que se está caracterizando um estilo de vida – no caso em questão, o dos grandes centros urbanos.
( ) Na descrição minuciosa do caos em que vivem as pessoas nas metrópoles, evidencia-se um certo incômodo do autor em relação ao barulho/ruído ali existente e, portanto, uma defesa da volta das pessoas à vida no campo, já que o equilíbrio e a felicidade das pessoas estaria na dependência desse ambiente.

A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é
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Ano: 2023 Banca: CPCON Órgão: UEPB Provas: CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Desenvolvimento e Ensaios de Medicamentos - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Patologia Oral e Biologia Molecular - CAMPUS VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Química - Cromatografia Líquida, Iônica e Gasosa - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Química e Fertilidade do Solo - CAMPUS II e IV) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Química - Análise das Águas - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico de Prótese Dentária - CAMPUS I | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Análises Clínicas - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Análises de Peçonhas e Toxinas - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Esterelização - CAMPUS I e VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório (Fitopatologia - CAMPUS II) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Física - CAMPUS VII e VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Agropecuária - Produção de Mudas - CAMPUS II | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Informática - CAMPUS VI | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Geotecnia - CAMPUS VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Manutenção de Equipamentos Odontológicos - CAMPUS I e VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Radiologia - CAMPUS I e VIII | CPCON - 2023 - UEPB - Atendente de Consultório Dentário - CAMPUS VIII | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Hidráulica - CAMPUS VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Microbiologia de Alimentos - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Morfofisiologia - CAMPUS VIII) |
Q3557630 Português
Leia o texto a seguir, que discorre sobre os desastres ambientais ocorridos em Minas Gerais, em 2019, e responda a questão:


TRAGÉDIA AMBIENTALDE MARIANAE BRUMADINHO


É lugar-comum no meio acadêmico que a Geografia somente é dividida em Humana e Física. Na prática, a Geografia mistura elementos teórico-metodológicos de seus dois ramos para investigar mais precisamente a relação do meio ambiente e vice-versa.

Essa ressalva é necessária porque eventos como os desastres ambientais em Minas só se entendem adequadamente quando se compreende a relação entre a sociedade humana e a natureza que a envolve. Se os homens pretendem dominar a natureza para aproveitá-la em seu favor, então é esperado que a ação humana produza consequências ambientais. Para evitar que tais consequências sejam trágicas, é necessário que as empresas de mineração, públicas ou privadas, tomem os devidos cuidados técnicos.

Em 2015, a mineradora Saramago, controlada parcialmente pela Vale, não se precaveu o suficiente e teve uma de suas barragens rompidas, no município mineiro de Mariana; em 2019, outra barragem sob a responsabilidade da Vale se rompeu em Brumadinho, também em Minas Gerais. A soma dos dois desastres ambientais resultou em contaminação dos rios, destruição de regiões inteiras, soterramento de casas, além de mortes.

O curto intervalo entre os dois desastres evidencia o despreparo da Vale no que se refere à prevenção de acidentes dessa natureza. No caso do desastre de Brumadinho, engenheiros e técnicos responsáveis por avaliar as condições de segurança das barragens chegaram a ser presos, mas foram liberados pouco tempo depois. [...]

Os danos ecológicos são significativos. Nos dois desastres, a contaminação dos rios provocou a morte de peixes e organismos, impedindo a prática de pesca; trabalhadores rurais que se abasteciam com a água dos rios também perderam uma importante fonte de vida. Em Mariana a lama seca formou um cimento que obstruiu a passagem de oxigênio e luz à terra, o que sufocou as raízes e infertilizou a região. [...] 

As tragédias trouxeram ao debate público duas questões: a necessidade de se fazer uma fiscalização menos burocrática e mais eficiente; a celeridade na punição dos responsáveis pelo desastre. [...]

Os casos de Mariana e Brumadinho impõem a necessidade de reflexão sobre os limites da ação humana em relação à natureza. (Filosofia – Ciência e vida, ed. 150 – 2019)
Analise as versões apresentadas na sequência como paráfrases do trecho: “Para evitar que tais consequências sejam trágicas, é necessário que as empresas de mineração, públicas ou privadas, tomem os devidos cuidados técnicos.”

I- Para evitar que tais consequências sejam trágicas, é necessário as empresas de mineração, públicas ou privadas, tomarem os devidos cuidados técnicos.
II- Para evitar que tais consequências sejam trágicas, é necessário as empresas de mineração, públicas ou privadas, tomem os devidos cuidados técnicos.
III- Para evitar que tais consequências sejam trágicas, são necessários os devidos cuidados técnicos por parte das empresas de mineração, públicas ou privadas.
IV- Para evitar que tais consequências sejam trágicas, é necessário o devido cuidado técnico pelas empresas de mineração, públicas ou privadas.
V- Para evitar que tais consequências sejam trágicas, é necessário os devidos cuidado técnico pelas empresas de mineração, públicas ou privadas.

Dentre as versões propostas, estão CORRETAS apenas
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CPCON Órgão: UEPB Provas: CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Desenvolvimento e Ensaios de Medicamentos - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Patologia Oral e Biologia Molecular - CAMPUS VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Química - Cromatografia Líquida, Iônica e Gasosa - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Química e Fertilidade do Solo - CAMPUS II e IV) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Química - Análise das Águas - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico de Prótese Dentária - CAMPUS I | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Análises Clínicas - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Análises de Peçonhas e Toxinas - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Esterelização - CAMPUS I e VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório (Fitopatologia - CAMPUS II) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Física - CAMPUS VII e VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Agropecuária - Produção de Mudas - CAMPUS II | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Informática - CAMPUS VI | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Geotecnia - CAMPUS VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Manutenção de Equipamentos Odontológicos - CAMPUS I e VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Radiologia - CAMPUS I e VIII | CPCON - 2023 - UEPB - Atendente de Consultório Dentário - CAMPUS VIII | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Hidráulica - CAMPUS VIII) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Microbiologia de Alimentos - CAMPUS I) | CPCON - 2023 - UEPB - Técnico em Laboratório - (Morfofisiologia - CAMPUS VIII) |
Q3557629 Português
Leia o texto a seguir, que discorre sobre os desastres ambientais ocorridos em Minas Gerais, em 2019, e responda a questão:


TRAGÉDIA AMBIENTALDE MARIANAE BRUMADINHO


É lugar-comum no meio acadêmico que a Geografia somente é dividida em Humana e Física. Na prática, a Geografia mistura elementos teórico-metodológicos de seus dois ramos para investigar mais precisamente a relação do meio ambiente e vice-versa.

Essa ressalva é necessária porque eventos como os desastres ambientais em Minas só se entendem adequadamente quando se compreende a relação entre a sociedade humana e a natureza que a envolve. Se os homens pretendem dominar a natureza para aproveitá-la em seu favor, então é esperado que a ação humana produza consequências ambientais. Para evitar que tais consequências sejam trágicas, é necessário que as empresas de mineração, públicas ou privadas, tomem os devidos cuidados técnicos.

Em 2015, a mineradora Saramago, controlada parcialmente pela Vale, não se precaveu o suficiente e teve uma de suas barragens rompidas, no município mineiro de Mariana; em 2019, outra barragem sob a responsabilidade da Vale se rompeu em Brumadinho, também em Minas Gerais. A soma dos dois desastres ambientais resultou em contaminação dos rios, destruição de regiões inteiras, soterramento de casas, além de mortes.

O curto intervalo entre os dois desastres evidencia o despreparo da Vale no que se refere à prevenção de acidentes dessa natureza. No caso do desastre de Brumadinho, engenheiros e técnicos responsáveis por avaliar as condições de segurança das barragens chegaram a ser presos, mas foram liberados pouco tempo depois. [...]

Os danos ecológicos são significativos. Nos dois desastres, a contaminação dos rios provocou a morte de peixes e organismos, impedindo a prática de pesca; trabalhadores rurais que se abasteciam com a água dos rios também perderam uma importante fonte de vida. Em Mariana a lama seca formou um cimento que obstruiu a passagem de oxigênio e luz à terra, o que sufocou as raízes e infertilizou a região. [...] 

As tragédias trouxeram ao debate público duas questões: a necessidade de se fazer uma fiscalização menos burocrática e mais eficiente; a celeridade na punição dos responsáveis pelo desastre. [...]

Os casos de Mariana e Brumadinho impõem a necessidade de reflexão sobre os limites da ação humana em relação à natureza. (Filosofia – Ciência e vida, ed. 150 – 2019)
O texto alerta sobre alguns pontos que merecem reflexão no que diz respeito à relação homem/natureza. Avalie a veracidade dos pontos sugeridos abaixo:

I- Necessidade de as empresas mineradoras se precaverem, de modo a evitar falhas técnicas que venham a causar prejuízos ambientais e danos às pessoas, muitas das quais tiram seu sustento da pesca e agricultura.
II- Importância de fiscalização pelo poder público, tanto para garantir a segurança das atividades desenvolvidas, quanto para punir os responsáveis por danos causados, uma vez comprovada a irregularidade.
III- Necessidade de a população se mobilizar para cobrar celeridade das autoridades públicas quanto à responsabilização e consequente punição das empresas, em caso de negligência.

É verdade o que se afirma apenas em 
Alternativas
Q3557267 Português
A leitura é um processo que se movimenta entre o que se reconhece no texto e o que se expropria dele, revelando estratégias dinâmicas de produção de sentido que possibilitam as várias condições de interação entre sujeito e linguagem, deve então, ser entendida como habilidade fundamental do ser humano, como prática social. Existem etapas de leitura que, segundo poucos autores, vistas separadamente, nem sempre equivalem à efetiva realização do processo conceituado. Para melhor compreender o processo de leitura apresentam-se as etapas identificadas como: decodificação, compreensão, interpretação e retenção.

A etapa de leitura compreendida como retenção é:
Alternativas
Q3557235 Português
Texto 1


Leia o texto e responda a questão:


Bença ( Juliette)


Quem perguntar por mim
Diga que tô por aí
Quem perguntar por mim
Diga que tô por aqui


Agora, se foi fácil, foi não
Rapadura é doce, mas não é mole, não
Na estrada a gente pena, a gente sofre
Mas a gente ama
Não me arrependo de nada, não
Porque foi tudo de coração
Na vida a gente colhe o que planta


Quem perguntar por mim
Diga que tô por aí
Quem perguntar por mim
Diga que tô por aqui


Mas é que eu venho lá do sertão
O coco é seco demais, irmão
E o preconceito еu só engulo com farinha
Não tenho medo dе escuridão
Eu sou fogueira de São João
Trago no peito a oração de mainha


Bença?


Agora, se foi fácil, foi não
Rapadura é doce, mas não é mole, não
E o preconceito eu só engulo com farinha
Não tenho medo de escuridão
Eu sou fogueira de São João
Trago no peito a oração de mainha


Quem perguntar por mim
Diga que tô por aí
Quem perguntar por mim
Diga que tô por aqui


Composição: Dann Costara / Juzé
Considerando a adequação da linguagem e os elementos de referenciação presentes no texto 1.

Sobre a frase “o preconceito еu só engulo com farinha” é verdadeiro dizer que: 
Alternativas
Q3556995 Português
Dia Nacional dos Agentes da Autoridade de Trânsito


No dia 23 de setembro, é comemorado o Dia Nacional dos Agentes da Autoridade de Trânsito.


Leia o texto de Kelber Fernandes.


Com uma nobre missão, não há como recuar, mesmo com as intempéries, avante, segue a enfrentar, seja o sol do Nordeste ou as enchentes no Sudeste, ainda que no Sul o frio muito aperte e a umidade do Norte muito se eleve, nada acovarda aquele que é a vanguarda.

O Agente de Trânsito atua a favor da preservação de vidas no trânsito, retirando condutores potencialmente perigosos de circulação, ou ainda, em ações preventivas, com a simples presença na via pública intencionando desestimular práticas infracionais. Ainda que todo o trabalho desenvolvido por esses profissionais tente ser deturpado por um pequeno grupo, que busca, tão somente, promover a desordem, a imagem dos Agentes de Trânsito não ficará obscura nem os serviços prestados serão desconstituídos.

Desde informações e orientações aos usuários do trânsito, passando pela garantia de igualdade na utilização do espaço público, os Agentes são a referência que o cidadão encontra durante seus deslocamentos. Muito além de fiscais, identificamos na figura do Agente de Trânsito um conjunto de competências voltadas à mobilidade urbana, sem deixar de refletir o papel de multiplicadores e influenciadores de boas práticas.


A verdade é que aqueles que adentram nessa área, em sua grande maioria, se identificam, laborando com muito prazer e satisfação.

O trânsito é cativante e coloca o agente como peça fundamental para o exercício do direito de ir e vir em condições seguras.

O cargo de Agente de Trânsito reveste-se de uma importância significativa, contribuindo para a preservação da ordem pública, seja através da fiscalização, seja em ações que visem a melhoria do tráfego de nossas vias, sempre agindo quando interesses individuais tentam sobrepujar o direito coletivo ao trânsito seguro.

Corroborando, o Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito – MBFT apresenta, em texto seu introdutório, declaração que muito bem coloca o Agente de Trânsito como corresponsável pela paz social. E mais ainda, a Constituição Federal, Lei Maior do Estado brasileiro, desde a Emenda Constitucional 82/14, elevou os agentes de trânsito a garantidores da segurança viária, entendida esta como parte integrante da segurança pública.

Coincidindo com a data da edição do atual Código de Trânsito Brasileiro, o qual hoje completa 26 anos de existência, o mesmo 23 de setembro foi escolhido para homenagear a categoria dos Agentes de Trânsito. A partir da Lei n o 12.821/2013, ficou definido o Dia Nacional dos Agentes da Autoridade de Trânsito.

Parabéns aos meus amigos e amigas Agentes de Trânsito espalhados por todo o Brasil, pelo profissionalismo, afinco e comprometimento com a segurança viária. Reconhecimento àqueles que não estão subjugados a interesses outros que não seja o público, que não se sujeitam aos desmandos políticos, mas têm suas ações pautadas na legalidade e no bem estar social.


Disponível em: https://www.portaldotransito,com,br/ noticias/fiscalizacao-e-legislacao/agente-de-transito/artigo-homenagem-ao-dia-nacional-dos-agentes-da-autoridade-de=transito/. Acesso em: 02 set. 2023. Adaptado.
Pode-se classificar o texto de Kelber Fernandes como texto predominantemente do gênero textual
Alternativas
Q3556994 Português
Dia Nacional dos Agentes da Autoridade de Trânsito


No dia 23 de setembro, é comemorado o Dia Nacional dos Agentes da Autoridade de Trânsito.


Leia o texto de Kelber Fernandes.


Com uma nobre missão, não há como recuar, mesmo com as intempéries, avante, segue a enfrentar, seja o sol do Nordeste ou as enchentes no Sudeste, ainda que no Sul o frio muito aperte e a umidade do Norte muito se eleve, nada acovarda aquele que é a vanguarda.

O Agente de Trânsito atua a favor da preservação de vidas no trânsito, retirando condutores potencialmente perigosos de circulação, ou ainda, em ações preventivas, com a simples presença na via pública intencionando desestimular práticas infracionais. Ainda que todo o trabalho desenvolvido por esses profissionais tente ser deturpado por um pequeno grupo, que busca, tão somente, promover a desordem, a imagem dos Agentes de Trânsito não ficará obscura nem os serviços prestados serão desconstituídos.

Desde informações e orientações aos usuários do trânsito, passando pela garantia de igualdade na utilização do espaço público, os Agentes são a referência que o cidadão encontra durante seus deslocamentos. Muito além de fiscais, identificamos na figura do Agente de Trânsito um conjunto de competências voltadas à mobilidade urbana, sem deixar de refletir o papel de multiplicadores e influenciadores de boas práticas.


A verdade é que aqueles que adentram nessa área, em sua grande maioria, se identificam, laborando com muito prazer e satisfação.

O trânsito é cativante e coloca o agente como peça fundamental para o exercício do direito de ir e vir em condições seguras.

O cargo de Agente de Trânsito reveste-se de uma importância significativa, contribuindo para a preservação da ordem pública, seja através da fiscalização, seja em ações que visem a melhoria do tráfego de nossas vias, sempre agindo quando interesses individuais tentam sobrepujar o direito coletivo ao trânsito seguro.

Corroborando, o Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito – MBFT apresenta, em texto seu introdutório, declaração que muito bem coloca o Agente de Trânsito como corresponsável pela paz social. E mais ainda, a Constituição Federal, Lei Maior do Estado brasileiro, desde a Emenda Constitucional 82/14, elevou os agentes de trânsito a garantidores da segurança viária, entendida esta como parte integrante da segurança pública.

Coincidindo com a data da edição do atual Código de Trânsito Brasileiro, o qual hoje completa 26 anos de existência, o mesmo 23 de setembro foi escolhido para homenagear a categoria dos Agentes de Trânsito. A partir da Lei n o 12.821/2013, ficou definido o Dia Nacional dos Agentes da Autoridade de Trânsito.

Parabéns aos meus amigos e amigas Agentes de Trânsito espalhados por todo o Brasil, pelo profissionalismo, afinco e comprometimento com a segurança viária. Reconhecimento àqueles que não estão subjugados a interesses outros que não seja o público, que não se sujeitam aos desmandos políticos, mas têm suas ações pautadas na legalidade e no bem estar social.


Disponível em: https://www.portaldotransito,com,br/ noticias/fiscalizacao-e-legislacao/agente-de-transito/artigo-homenagem-ao-dia-nacional-dos-agentes-da-autoridade-de=transito/. Acesso em: 02 set. 2023. Adaptado.
Com relação às funções da linguagem, pode-se constatar que, no primeiro parágrafo do texto, o autor faz uso da função
Alternativas
Respostas
31301: C
31302: A
31303: D
31304: C
31305: D
31306: A
31307: D
31308: B
31309: E
31310: A
31311: A
31312: E
31313: B
31314: E
31315: D
31316: C
31317: E
31318: C
31319: E
31320: A