Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q2306317 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Texto 04 



Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura das falas que compõem o texto. 

I - O termo “se”, na fala do médico, no primeiro quadro, insere nela uma ideia hipotética.

II - O advérbio “aqui” foi usado pelo médico com significado diferente do que foi entendido por Hagar.

III - A flexão no futuro do presente do indicativo do verbo “ficará” foi motivada pelo uso da expressão “se não mudar [...]”.

IV - No primeiro quadro, na fala do médico, as vírgulas intercalam uma oração subordinada adverbial condicional.

V - A forma verbal “vamos mudar”, na fala de Hagar, no segundo quadro, poderia ser substituída, com igual correção pela forma “mudaremos”, sem que haja alteração de sentido.

Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Q2306310 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Texto 01 


Disponível em: https://vidasimples.co/vida-emocional/primavera. Acesso em: 28 set. 2023. Adaptado. 

Considerando o trecho “Porém, incentivou o ‘exercício fino’ de se auscultar os primeiros sinais da estação mais artística de todas. Irrecusável, não?” (linhas 3-4), analise as afirmativas a seguir.

I - O termo “porém” insere, no primeiro período, uma ideia de adversidade.

II - O termo “fino”, na expressão “exercício fino”, assume o sentido de aguçado.

III - A frase “Irrecusável, não?” comprova o uso da função fática da linguagem.

IV - O termo “auscultar” foi usado com o significado de “escutar atentamente”.

V - O adjetivo em “estação mais artística de todas” foi elevado ao máximo grau.   

Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Q2306275 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere. 

Texto 03 


Sobre a velhice 

[...] Por oposição aos gerontologistas, que analisam a velhice como um processo biológico, eu estou interessado na velhice como um acontecimento estético. A velhice tem a sua beleza, que é a beleza do crepúsculo. A juventude eterna, que é o padrão estético dominante em nossa sociedade, pertence à estética das manhãs. As manhãs têm uma beleza única, que lhes é própria. Mas o crepúsculo tem um outro tipo de beleza, totalmente diferente da beleza das manhãs. A beleza do crepúsculo é tranquila, silenciosa – talvez solitária. No crepúsculo, tomamos consciência do tempo. Nas manhãs, o céu é como um mar azul, imóvel. No crepúsculo, as cores se põem em movimento: o azul vira verde, o verde vira amarelo, o amarelo vira abóbora, o abóbora vira vermelho, o vermelho vira roxo – tudo rapidamente. Ao sentir a passagem do tempo, nos apercebemos que é preciso viver o momento intensamente. Tempus fugit – o tempo foge – portanto, carpe diem – colha o dia. [...] 


Disponível em: https://www.pensador.com/autor/rubemalves/. Acesso em: 28 set. 2023. 

Analise as afirmativas, tendo em vista a estrutura formal do texto.


I - Em “As manhãs têm uma beleza única [...]”, o verbo “têm” encontra-se no presente do indicativo e foi acentuado porque foi flexionado na terceira pessoa do plural, para concordar com o seu sujeito.

II - Em, “Nas manhãs, o céu é como um mar azul, imóvel”, a conjunção “como” foi usada para construir uma comparação subjetiva.

III - Em “As manhãs têm uma beleza única, que lhes é própria.”, o pronome oblíquo átono “lhes” encontra-se proclítico, porque a palavra “que” é atrativa.

IV - Em [...] o azul vira verde, o verde vira amarelo, o amarelo vira abóbora, o abóbora vira vermelho, o vermelho vira roxo [...]”, percebe-se que o artigo “o” substantiva vários adjetivos.

V - Em “Tempus fugit – o tempo foge – portanto, carpe diem – colha o dia.”, a conjunção “portanto” assume o valor semântico de explicação. 


Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Q2306269 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere. 

Texto 01


Jardins

Rubem Alves 

[...] Menino, os jardins eram o lugar de minha maior felicidade. Dentro da casa os adultos estavam sempre vigiando: “Não mexa aí, não faça isso, não faça aquilo...” O Paraíso foi perdido quando Adão e Eva começaram a se vigiar. O inferno começa no olhar do outro que pede que eu preste contas. E como as crianças são seres paradisíacos, eu fugia para o jardim. Lá eu estava longe dos adultos. Eu podia ser eu mesmo. O jardim era o espaço da minha liberdade. As árvores eram minhas melhores amigas. A pitangueira, com seus frutinhos sem vergonha. Meu primeiro furto foi o furto de uma pitanga: “furto” – “fruto” – é só trocar uma letra.... Até mesmo inventei uma maquineta de roubar pitangas... Havia uma jabuticabeira que eu considerava minha, em especial. Fiz um rego à sua volta para que ela bebesse água todo dia. Jabuticabeiras regadas sempre florescem e frutificam várias vezes por ano. Na ocasião da florada era uma festa. O perfume das suas flores brancas é inesquecível. E vinham milhares de abelhas. No pé de nêspera eu fiz um balanço. Já disse que balançar é o melhor remédio para depressão. Quem balança vira criança de novo. Razão por que eu acho um crime que, nas praças públicas, só haja balancinhos para crianças pequenas. Há de haver balanços grandes para os grandes! Já imaginaram o pai e a mãe, o avô e a avó, balançando? Riram? Absurdo? Entendo. Vocês estão velhos. Têm medo do ridículo. Seu sonho fundamental está enterrado debaixo do cimento. Eu já sou avô e me rejuvenesço balançando até tocar a ponta do pé na folha do caquizeiro onde meu balanço está amarrado! [...]


Disponível em: https://www.pensador.com/cronicas/rubem_alves/. Acesso em: 28 set. 2023. 

Analise as afirmativas, tendo em vista a estrutura de composição do texto 01. 


I - Em “E como as crianças são seres paradisíacos, eu fugia para o jardim.”, o termo “paradisíacos” atribui às crianças uma característica negativa.

II - Em “Menino, os jardins eram o lugar de minha maior felicidade.”, o termo “menino” expressa uma circunstância de tempo.

III - Em “Riram? Absurdo? Entendo. Vocês estão velhos.”, as frases interrogativas expressam, respectivamente, possível reação e opinião do interlocutor.

IV - Em “Têm medo do ridículo.”, o verbo “têm” foi empregado na terceira pessoa do plural para indicar uma ideia de indeterminação do ser sobre o qual a declaração é feita.

V - Em “A pitangueira, com seus frutinhos sem vergonha.”, o termo “sem vergonha” confere ao termo “frutinhos” um valor depreciativo. 


Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Q2306268 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere. 

Texto 01


Jardins

Rubem Alves 

[...] Menino, os jardins eram o lugar de minha maior felicidade. Dentro da casa os adultos estavam sempre vigiando: “Não mexa aí, não faça isso, não faça aquilo...” O Paraíso foi perdido quando Adão e Eva começaram a se vigiar. O inferno começa no olhar do outro que pede que eu preste contas. E como as crianças são seres paradisíacos, eu fugia para o jardim. Lá eu estava longe dos adultos. Eu podia ser eu mesmo. O jardim era o espaço da minha liberdade. As árvores eram minhas melhores amigas. A pitangueira, com seus frutinhos sem vergonha. Meu primeiro furto foi o furto de uma pitanga: “furto” – “fruto” – é só trocar uma letra.... Até mesmo inventei uma maquineta de roubar pitangas... Havia uma jabuticabeira que eu considerava minha, em especial. Fiz um rego à sua volta para que ela bebesse água todo dia. Jabuticabeiras regadas sempre florescem e frutificam várias vezes por ano. Na ocasião da florada era uma festa. O perfume das suas flores brancas é inesquecível. E vinham milhares de abelhas. No pé de nêspera eu fiz um balanço. Já disse que balançar é o melhor remédio para depressão. Quem balança vira criança de novo. Razão por que eu acho um crime que, nas praças públicas, só haja balancinhos para crianças pequenas. Há de haver balanços grandes para os grandes! Já imaginaram o pai e a mãe, o avô e a avó, balançando? Riram? Absurdo? Entendo. Vocês estão velhos. Têm medo do ridículo. Seu sonho fundamental está enterrado debaixo do cimento. Eu já sou avô e me rejuvenesço balançando até tocar a ponta do pé na folha do caquizeiro onde meu balanço está amarrado! [...]


Disponível em: https://www.pensador.com/cronicas/rubem_alves/. Acesso em: 28 set. 2023. 

O texto é marcado, principalmente, por 
Alternativas
Q2306179 Português
TEXTO 1



LETRAS (Genérico: “ESCRITA CERTA”)


APRESENTAÇÃO – 4mg
USO ADULTO – Livros e escritos diversos
FÓRMULA
Palavras 1mg
Poesia 1mg
Encantamento 1mg
Leituras 1mg


Informações ao candidato


LETRAS apresenta uma composição recheada de envolvimento com a arte da leitura e da escrita.


VALIDADE
Validade inicial de quatro anos, a contar da data de ingresso. Após esse período, validade por tempo indeterminado.


INDICAÇÕES
Indicado para pessoas que buscam expressar beleza e imprimir felicidade e verdade em sua vida, através da expressão oral e escrita.


PRECAUÇÕES
Deve ser evitado por quem não ama os livros e a força da palavra, sob o risco de não chegar ao fim do curso, devendo, nesse caso, optar por outro, mais adequado às suas necessidades.


INTERAÇÃO COM OUTRAS ÁREAS
Recomenda-se evitar a interação com a preguiça pela busca do saber, em geral. O uso concomitante com qualquer outra área é altamente benéfico, proporcionando maiores e mais emocionantes descobertas.


REAÇÕES ADVERSAS
LETRAS costuma ser muito bem tolerado, apenas causando sono, mal-estar, náuseas e a conhecida pouca vontade em indivíduos que não assimilarem os componentes da fórmula supracitada, ou que forem alérgicos a ela.

POSOLOGIA
Frequentar oito semestres ao primeiro sinal de encantamento pela palavra escrita. Para potencializar os efeitos benéficos, proceder à leitura de um livro a cada dois dias, ou de dois livros ao mesmo tempo.


CONDUTA NA SUPERDOSAGEM
Até o momento, há inúmeros registros de superdosagem. Indivíduos graduados procuraram imediatamente cursos de pós-graduação, apresentando sintomas de maior fluência na língua e grande facilidade comunicativa.
[...]
Tome a iniciativa de se inscrever no Curso de Letras. Será a garantia de um futuro promissor. Pense nisso!


FARMACÊUTICAS RESPONSÁVEIS
Acadêmica Raquel M. P. Copat
Acadêmica Simone de Fátima Aver
LABORATÓRIO
UCS/Carvi
Alameda João Dal Sasso – Bairro Universitário
Bento Gonçalves –RS


COPAT,Raquel M.P.;AVER, Simone de Fátima. Letras
(genérico: “escrita certa”). Usina das Letras, Caxias do Sul,
ano 1, n.2, p.11. – Adaptado

Considere os elementos da comunicação enfocados no texto e marque as duas funções de linguagem que predominam nele:
Alternativas
Q2306178 Português
TEXTO 1



LETRAS (Genérico: “ESCRITA CERTA”)


APRESENTAÇÃO – 4mg
USO ADULTO – Livros e escritos diversos
FÓRMULA
Palavras 1mg
Poesia 1mg
Encantamento 1mg
Leituras 1mg


Informações ao candidato


LETRAS apresenta uma composição recheada de envolvimento com a arte da leitura e da escrita.


VALIDADE
Validade inicial de quatro anos, a contar da data de ingresso. Após esse período, validade por tempo indeterminado.


INDICAÇÕES
Indicado para pessoas que buscam expressar beleza e imprimir felicidade e verdade em sua vida, através da expressão oral e escrita.


PRECAUÇÕES
Deve ser evitado por quem não ama os livros e a força da palavra, sob o risco de não chegar ao fim do curso, devendo, nesse caso, optar por outro, mais adequado às suas necessidades.


INTERAÇÃO COM OUTRAS ÁREAS
Recomenda-se evitar a interação com a preguiça pela busca do saber, em geral. O uso concomitante com qualquer outra área é altamente benéfico, proporcionando maiores e mais emocionantes descobertas.


REAÇÕES ADVERSAS
LETRAS costuma ser muito bem tolerado, apenas causando sono, mal-estar, náuseas e a conhecida pouca vontade em indivíduos que não assimilarem os componentes da fórmula supracitada, ou que forem alérgicos a ela.

POSOLOGIA
Frequentar oito semestres ao primeiro sinal de encantamento pela palavra escrita. Para potencializar os efeitos benéficos, proceder à leitura de um livro a cada dois dias, ou de dois livros ao mesmo tempo.


CONDUTA NA SUPERDOSAGEM
Até o momento, há inúmeros registros de superdosagem. Indivíduos graduados procuraram imediatamente cursos de pós-graduação, apresentando sintomas de maior fluência na língua e grande facilidade comunicativa.
[...]
Tome a iniciativa de se inscrever no Curso de Letras. Será a garantia de um futuro promissor. Pense nisso!


FARMACÊUTICAS RESPONSÁVEIS
Acadêmica Raquel M. P. Copat
Acadêmica Simone de Fátima Aver
LABORATÓRIO
UCS/Carvi
Alameda João Dal Sasso – Bairro Universitário
Bento Gonçalves –RS


COPAT,Raquel M.P.;AVER, Simone de Fátima. Letras
(genérico: “escrita certa”). Usina das Letras, Caxias do Sul,
ano 1, n.2, p.11. – Adaptado

Analise a estrutura e a linguagem desse texto e marque o recurso estilístico empregado em sua construção:
Alternativas
Q2306177 Português
TEXTO 1



LETRAS (Genérico: “ESCRITA CERTA”)


APRESENTAÇÃO – 4mg
USO ADULTO – Livros e escritos diversos
FÓRMULA
Palavras 1mg
Poesia 1mg
Encantamento 1mg
Leituras 1mg


Informações ao candidato


LETRAS apresenta uma composição recheada de envolvimento com a arte da leitura e da escrita.


VALIDADE
Validade inicial de quatro anos, a contar da data de ingresso. Após esse período, validade por tempo indeterminado.


INDICAÇÕES
Indicado para pessoas que buscam expressar beleza e imprimir felicidade e verdade em sua vida, através da expressão oral e escrita.


PRECAUÇÕES
Deve ser evitado por quem não ama os livros e a força da palavra, sob o risco de não chegar ao fim do curso, devendo, nesse caso, optar por outro, mais adequado às suas necessidades.


INTERAÇÃO COM OUTRAS ÁREAS
Recomenda-se evitar a interação com a preguiça pela busca do saber, em geral. O uso concomitante com qualquer outra área é altamente benéfico, proporcionando maiores e mais emocionantes descobertas.


REAÇÕES ADVERSAS
LETRAS costuma ser muito bem tolerado, apenas causando sono, mal-estar, náuseas e a conhecida pouca vontade em indivíduos que não assimilarem os componentes da fórmula supracitada, ou que forem alérgicos a ela.

POSOLOGIA
Frequentar oito semestres ao primeiro sinal de encantamento pela palavra escrita. Para potencializar os efeitos benéficos, proceder à leitura de um livro a cada dois dias, ou de dois livros ao mesmo tempo.


CONDUTA NA SUPERDOSAGEM
Até o momento, há inúmeros registros de superdosagem. Indivíduos graduados procuraram imediatamente cursos de pós-graduação, apresentando sintomas de maior fluência na língua e grande facilidade comunicativa.
[...]
Tome a iniciativa de se inscrever no Curso de Letras. Será a garantia de um futuro promissor. Pense nisso!


FARMACÊUTICAS RESPONSÁVEIS
Acadêmica Raquel M. P. Copat
Acadêmica Simone de Fátima Aver
LABORATÓRIO
UCS/Carvi
Alameda João Dal Sasso – Bairro Universitário
Bento Gonçalves –RS


COPAT,Raquel M.P.;AVER, Simone de Fátima. Letras
(genérico: “escrita certa”). Usina das Letras, Caxias do Sul,
ano 1, n.2, p.11. – Adaptado

Marque a alternativa que apresenta o gênero textual no qual se enquadra esse texto:
Alternativas
Q2306176 Português
TEXTO 1



LETRAS (Genérico: “ESCRITA CERTA”)


APRESENTAÇÃO – 4mg
USO ADULTO – Livros e escritos diversos
FÓRMULA
Palavras 1mg
Poesia 1mg
Encantamento 1mg
Leituras 1mg


Informações ao candidato


LETRAS apresenta uma composição recheada de envolvimento com a arte da leitura e da escrita.


VALIDADE
Validade inicial de quatro anos, a contar da data de ingresso. Após esse período, validade por tempo indeterminado.


INDICAÇÕES
Indicado para pessoas que buscam expressar beleza e imprimir felicidade e verdade em sua vida, através da expressão oral e escrita.


PRECAUÇÕES
Deve ser evitado por quem não ama os livros e a força da palavra, sob o risco de não chegar ao fim do curso, devendo, nesse caso, optar por outro, mais adequado às suas necessidades.


INTERAÇÃO COM OUTRAS ÁREAS
Recomenda-se evitar a interação com a preguiça pela busca do saber, em geral. O uso concomitante com qualquer outra área é altamente benéfico, proporcionando maiores e mais emocionantes descobertas.


REAÇÕES ADVERSAS
LETRAS costuma ser muito bem tolerado, apenas causando sono, mal-estar, náuseas e a conhecida pouca vontade em indivíduos que não assimilarem os componentes da fórmula supracitada, ou que forem alérgicos a ela.

POSOLOGIA
Frequentar oito semestres ao primeiro sinal de encantamento pela palavra escrita. Para potencializar os efeitos benéficos, proceder à leitura de um livro a cada dois dias, ou de dois livros ao mesmo tempo.


CONDUTA NA SUPERDOSAGEM
Até o momento, há inúmeros registros de superdosagem. Indivíduos graduados procuraram imediatamente cursos de pós-graduação, apresentando sintomas de maior fluência na língua e grande facilidade comunicativa.
[...]
Tome a iniciativa de se inscrever no Curso de Letras. Será a garantia de um futuro promissor. Pense nisso!


FARMACÊUTICAS RESPONSÁVEIS
Acadêmica Raquel M. P. Copat
Acadêmica Simone de Fátima Aver
LABORATÓRIO
UCS/Carvi
Alameda João Dal Sasso – Bairro Universitário
Bento Gonçalves –RS


COPAT,Raquel M.P.;AVER, Simone de Fátima. Letras
(genérico: “escrita certa”). Usina das Letras, Caxias do Sul,
ano 1, n.2, p.11. – Adaptado

Analise a estrutura e a linguagem do texto LETRAS (Genérico: “ESCRITA CERTA”) e marque a alternativa que apresenta a tipologia textual predominante nesse texto:
Alternativas
Q2306142 Português
Profundamente


[...]
Quando eu tinha seis anos
Não pude ver o fim da festa de São João
Porque adormeci


Hoje não ouço mais as vozes daquele tempo
Minha avó
Meu avô
Totônio Rodrigues
Tomásia
Rosa
Onde estão todos eles?


— Estão todos dormindo
Estão todos deitados
Dormindo
Profundamente.


(BANDEIRA, Manoel. Antologia poética.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. P.81. Fragmento.)
Em “— Estão todos dormindo / Estão todos deitados / Dormindo / Profundamente” /, o Autor empregou, como recurso estilístico, uma figura de linguagem (pensamento) conhecida como:
Alternativas
Q2306141 Português
Profundamente


[...]
Quando eu tinha seis anos
Não pude ver o fim da festa de São João
Porque adormeci


Hoje não ouço mais as vozes daquele tempo
Minha avó
Meu avô
Totônio Rodrigues
Tomásia
Rosa
Onde estão todos eles?


— Estão todos dormindo
Estão todos deitados
Dormindo
Profundamente.


(BANDEIRA, Manoel. Antologia poética.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. P.81. Fragmento.)
Considerando o título e os sentidos propostos no poema, é correto afirmar que predominam nele as funções de linguagem:
Alternativas
Q2306139 Português
Profundamente


[...]
Quando eu tinha seis anos
Não pude ver o fim da festa de São João
Porque adormeci


Hoje não ouço mais as vozes daquele tempo
Minha avó
Meu avô
Totônio Rodrigues
Tomásia
Rosa
Onde estão todos eles?


— Estão todos dormindo
Estão todos deitados
Dormindo
Profundamente.


(BANDEIRA, Manoel. Antologia poética.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. P.81. Fragmento.)
O texto em estudo, “Profundamente”, pertence ao gênero textual poema. Entretanto, sua tipologia textual de base é: 
Alternativas
Q2306137 Português
Profundamente


[...]
Quando eu tinha seis anos
Não pude ver o fim da festa de São João
Porque adormeci


Hoje não ouço mais as vozes daquele tempo
Minha avó
Meu avô
Totônio Rodrigues
Tomásia
Rosa
Onde estão todos eles?


— Estão todos dormindo
Estão todos deitados
Dormindo
Profundamente.


(BANDEIRA, Manoel. Antologia poética.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. P.81. Fragmento.)
A segunda estrofe retoma o momento presente, evocado pelo advérbio “hoje”, que a inicia. A lista de familiares, associada à pergunta final (“Onde estão todos eles?”), cria o contexto necessário para que o verbo “dormir” ganhe um sentido figurado. Marque a alternativa que apresenta o sentido de “dormindo” nesse contexto:
Alternativas
Q2306136 Português
Profundamente


[...]
Quando eu tinha seis anos
Não pude ver o fim da festa de São João
Porque adormeci


Hoje não ouço mais as vozes daquele tempo
Minha avó
Meu avô
Totônio Rodrigues
Tomásia
Rosa
Onde estão todos eles?


— Estão todos dormindo
Estão todos deitados
Dormindo
Profundamente.


(BANDEIRA, Manoel. Antologia poética.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. P.81. Fragmento.)
O trecho do poema começa com a lembrança de um acontecimento passado. Um menino de seis anos adormeceu e não viu o fim da festa de São João. Nesse trecho, o verbo “adormecer” é usado em sentido: 
Alternativas
Q2306112 Português
O Reizinho Mandão


         Eu vou contar pra vocês uma história que o meu avô sempre contava. Ele dizia que esta história aconteceu há muitos e muitos anos, num lugar muito longe daqui. Neste lugar tinha um rei, daqueles que têm nas histórias. De barba branca batendo no peito, de capa vermelha batendo no pé. Como este rei era rei da história, era um rei muito bonzinho, muito justo... E tudo que ele fazia era pro bem do povo.
        Vai que esse rei morreu, porque era muito velhinho, e o príncipe, filho do rei, virou rei daquele lugar. O príncipe era um sujeitinho muito mal-educado, mimado, destes que as mães deles fazem todas as vontades, e eles ficam pensando que são os donos do mundo. Precisa de ver que reizinho chato que ele ficou! Mandão, teimoso, implicante, xereta! Ele era tão xereta, tão mandão, que ele queria mandar em tudo que acontecia no reino.
       Os conselheiros do rei ficavam desesperados, tentavam dar conselhos a ele, que afinal é pra isso que os conselheiros existem. Mas o reizinho não queria saber de nada. Era só um conselheiro abrir a boca para dar um conselho e ele ficava vermelhinho de raiva, batia o pé no chão e gritava de maus modos: ___ Cala a boca! Eu é que sou o rei . Eu é que mando! Podia ser ministro, embaixador, professor. E tantas vezes ele mandava, que o papagaio dele acabou aprendendo a dizer “Cala a boca” também.
       Tinha horas que era até engraçado. O reizinho gritava “Cala a boca” de cá, e o papagaio gritava “Cala a boca” de lá. As pessoas, então foram ficando cada vez mais quietas, cada vez mais caladas.E de tanto ficarem caladas as pessoas foram esquecendo como é que se falava. Até que chegou um dia que o reizinho percebeu que ninguém mais no reino sabia falar. Ninguém.


(ROCHA RUTH. O Reizinho Mandão.
3ª Edição. Livraria Pioneira.)
Analise as afirmações sobre o comportamento do Reizinho. Ele era mandão porque

I. aprendera com o seu pai, o velho rei. II. tinha gênio ruim. III. aprendera com os conselheiros. IV. fora mimado quando criança.

Marque a alternativa correta:
Alternativas
Q2306111 Português
O Reizinho Mandão


         Eu vou contar pra vocês uma história que o meu avô sempre contava. Ele dizia que esta história aconteceu há muitos e muitos anos, num lugar muito longe daqui. Neste lugar tinha um rei, daqueles que têm nas histórias. De barba branca batendo no peito, de capa vermelha batendo no pé. Como este rei era rei da história, era um rei muito bonzinho, muito justo... E tudo que ele fazia era pro bem do povo.
        Vai que esse rei morreu, porque era muito velhinho, e o príncipe, filho do rei, virou rei daquele lugar. O príncipe era um sujeitinho muito mal-educado, mimado, destes que as mães deles fazem todas as vontades, e eles ficam pensando que são os donos do mundo. Precisa de ver que reizinho chato que ele ficou! Mandão, teimoso, implicante, xereta! Ele era tão xereta, tão mandão, que ele queria mandar em tudo que acontecia no reino.
       Os conselheiros do rei ficavam desesperados, tentavam dar conselhos a ele, que afinal é pra isso que os conselheiros existem. Mas o reizinho não queria saber de nada. Era só um conselheiro abrir a boca para dar um conselho e ele ficava vermelhinho de raiva, batia o pé no chão e gritava de maus modos: ___ Cala a boca! Eu é que sou o rei . Eu é que mando! Podia ser ministro, embaixador, professor. E tantas vezes ele mandava, que o papagaio dele acabou aprendendo a dizer “Cala a boca” também.
       Tinha horas que era até engraçado. O reizinho gritava “Cala a boca” de cá, e o papagaio gritava “Cala a boca” de lá. As pessoas, então foram ficando cada vez mais quietas, cada vez mais caladas.E de tanto ficarem caladas as pessoas foram esquecendo como é que se falava. Até que chegou um dia que o reizinho percebeu que ninguém mais no reino sabia falar. Ninguém.


(ROCHA RUTH. O Reizinho Mandão.
3ª Edição. Livraria Pioneira.)
Marque a alternativa que apresenta as características do comportamento do velho rei para com o povo do seu reino:
Alternativas
Q2306107 Português
O Reizinho Mandão


         Eu vou contar pra vocês uma história que o meu avô sempre contava. Ele dizia que esta história aconteceu há muitos e muitos anos, num lugar muito longe daqui. Neste lugar tinha um rei, daqueles que têm nas histórias. De barba branca batendo no peito, de capa vermelha batendo no pé. Como este rei era rei da história, era um rei muito bonzinho, muito justo... E tudo que ele fazia era pro bem do povo.
        Vai que esse rei morreu, porque era muito velhinho, e o príncipe, filho do rei, virou rei daquele lugar. O príncipe era um sujeitinho muito mal-educado, mimado, destes que as mães deles fazem todas as vontades, e eles ficam pensando que são os donos do mundo. Precisa de ver que reizinho chato que ele ficou! Mandão, teimoso, implicante, xereta! Ele era tão xereta, tão mandão, que ele queria mandar em tudo que acontecia no reino.
       Os conselheiros do rei ficavam desesperados, tentavam dar conselhos a ele, que afinal é pra isso que os conselheiros existem. Mas o reizinho não queria saber de nada. Era só um conselheiro abrir a boca para dar um conselho e ele ficava vermelhinho de raiva, batia o pé no chão e gritava de maus modos: ___ Cala a boca! Eu é que sou o rei . Eu é que mando! Podia ser ministro, embaixador, professor. E tantas vezes ele mandava, que o papagaio dele acabou aprendendo a dizer “Cala a boca” também.
       Tinha horas que era até engraçado. O reizinho gritava “Cala a boca” de cá, e o papagaio gritava “Cala a boca” de lá. As pessoas, então foram ficando cada vez mais quietas, cada vez mais caladas.E de tanto ficarem caladas as pessoas foram esquecendo como é que se falava. Até que chegou um dia que o reizinho percebeu que ninguém mais no reino sabia falar. Ninguém.


(ROCHA RUTH. O Reizinho Mandão.
3ª Edição. Livraria Pioneira.)
Analise o fragmento do texto : “Precisa ver que reizinho chato que ele ficou! Mandão , teimoso, implicante, xereta!”. Marque a alternativa que apresenta sinônimos para implicante e xereta, respectivamente, nesse contexto.
Alternativas
Q2306106 Português
O Reizinho Mandão


         Eu vou contar pra vocês uma história que o meu avô sempre contava. Ele dizia que esta história aconteceu há muitos e muitos anos, num lugar muito longe daqui. Neste lugar tinha um rei, daqueles que têm nas histórias. De barba branca batendo no peito, de capa vermelha batendo no pé. Como este rei era rei da história, era um rei muito bonzinho, muito justo... E tudo que ele fazia era pro bem do povo.
        Vai que esse rei morreu, porque era muito velhinho, e o príncipe, filho do rei, virou rei daquele lugar. O príncipe era um sujeitinho muito mal-educado, mimado, destes que as mães deles fazem todas as vontades, e eles ficam pensando que são os donos do mundo. Precisa de ver que reizinho chato que ele ficou! Mandão, teimoso, implicante, xereta! Ele era tão xereta, tão mandão, que ele queria mandar em tudo que acontecia no reino.
       Os conselheiros do rei ficavam desesperados, tentavam dar conselhos a ele, que afinal é pra isso que os conselheiros existem. Mas o reizinho não queria saber de nada. Era só um conselheiro abrir a boca para dar um conselho e ele ficava vermelhinho de raiva, batia o pé no chão e gritava de maus modos: ___ Cala a boca! Eu é que sou o rei . Eu é que mando! Podia ser ministro, embaixador, professor. E tantas vezes ele mandava, que o papagaio dele acabou aprendendo a dizer “Cala a boca” também.
       Tinha horas que era até engraçado. O reizinho gritava “Cala a boca” de cá, e o papagaio gritava “Cala a boca” de lá. As pessoas, então foram ficando cada vez mais quietas, cada vez mais caladas.E de tanto ficarem caladas as pessoas foram esquecendo como é que se falava. Até que chegou um dia que o reizinho percebeu que ninguém mais no reino sabia falar. Ninguém.


(ROCHA RUTH. O Reizinho Mandão.
3ª Edição. Livraria Pioneira.)

Analise as informações abaixo sobre as características do povo daquele reino: 


I. Eram corajosos.

II. Eram tristes e oprimidos.

III. Tinham senso crítico.

IV. Eram passivos.


Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q2306069 Português
TEXTO 


      Tô Pedindo Trabalho   


        Eu tinha de cuidar da mamãe. Zelar da Divina. E expulsar o Bené do barraco. Faz dois dias que tô rondando o armazém do Seu Sebastião. Tô com fome. Eu olhava de cá, ele despistava de lá. (...) Um dia, trinquei a coragem nos dentes, saltei pra dentro do armazém e botei olho no olho dele: — Seu Sebastião, tô falando de verdade, me dá serviço! Eu sou esteio de casa. — Seu malandro, você pode ser é rato de lixo, isto sim. Esteio de casa... ora essa!... tá até de bumbum de fora. Rapa daqui.
        — Se o Senhor me botar pra trabalhar, posso comprar um calção e uma camiseta. Ali de frente tem na liquidação... — Você é renitente, hem? Já disse: não emprego menino. Inda mais de favela. É capaz que me leve o armazém. Fora daqui! E, se trouxer turma, chamo a patrulha. Sabe de uma coisa? Vou chamar o guarda.
        Saí chutando lixo. Andei. Andeiandeiandeiandei, andei. Voltei.
     Peguei assento em frente da porta do armazém. O sol já tava morrendo lá no finzinho do céu com cor de sangue pisado. Tive uma gastura nas tripas porque fiquei lembrando da perna da Binha saindo da salmoura, sem sentença de cura. Nem demorou muito, o céu coalhou de estrelas, e a diacha da fome atazanou minha barriga. Fiquei juntando cuspe na boca. Um cara jogou um toco de cigarro aceso no meu pé. Ai, que alívio! Dei uma chupada bem pra dentro, a fome calou um tico.
      Embolei papel do lixo pra fazer cama. Já tavaesquentando. Mas a ronqueira da barriga virou uma danação, quando um rato saiu debaixo da porta, atrás de mim com um pedaço de carne seca. Outro veio atrás e trancafiaram na luta.Enquanto um chiava com as mordidas do outro, num bote só, tomei a carne. Tive medo dos ratos. Tive medo da fome que barulhava minha ideia. Tive medo até do medo. Dormi na porta do armazém do Seu Sebastião.


(ALVARENGA TEREZINHA. Tô pedindo trabalho.
 Editora Miguilim. pp. 10/11. Texto adaptado).
Na frase “— Seu Sebastião, tô falando de verdade, me dá serviço! Eu sou o esteio da casa”, o menino
Alternativas
Q2306068 Português
TEXTO 


      Tô Pedindo Trabalho   


        Eu tinha de cuidar da mamãe. Zelar da Divina. E expulsar o Bené do barraco. Faz dois dias que tô rondando o armazém do Seu Sebastião. Tô com fome. Eu olhava de cá, ele despistava de lá. (...) Um dia, trinquei a coragem nos dentes, saltei pra dentro do armazém e botei olho no olho dele: — Seu Sebastião, tô falando de verdade, me dá serviço! Eu sou esteio de casa. — Seu malandro, você pode ser é rato de lixo, isto sim. Esteio de casa... ora essa!... tá até de bumbum de fora. Rapa daqui.
        — Se o Senhor me botar pra trabalhar, posso comprar um calção e uma camiseta. Ali de frente tem na liquidação... — Você é renitente, hem? Já disse: não emprego menino. Inda mais de favela. É capaz que me leve o armazém. Fora daqui! E, se trouxer turma, chamo a patrulha. Sabe de uma coisa? Vou chamar o guarda.
        Saí chutando lixo. Andei. Andeiandeiandeiandei, andei. Voltei.
     Peguei assento em frente da porta do armazém. O sol já tava morrendo lá no finzinho do céu com cor de sangue pisado. Tive uma gastura nas tripas porque fiquei lembrando da perna da Binha saindo da salmoura, sem sentença de cura. Nem demorou muito, o céu coalhou de estrelas, e a diacha da fome atazanou minha barriga. Fiquei juntando cuspe na boca. Um cara jogou um toco de cigarro aceso no meu pé. Ai, que alívio! Dei uma chupada bem pra dentro, a fome calou um tico.
      Embolei papel do lixo pra fazer cama. Já tavaesquentando. Mas a ronqueira da barriga virou uma danação, quando um rato saiu debaixo da porta, atrás de mim com um pedaço de carne seca. Outro veio atrás e trancafiaram na luta.Enquanto um chiava com as mordidas do outro, num bote só, tomei a carne. Tive medo dos ratos. Tive medo da fome que barulhava minha ideia. Tive medo até do medo. Dormi na porta do armazém do Seu Sebastião.


(ALVARENGA TEREZINHA. Tô pedindo trabalho.
 Editora Miguilim. pp. 10/11. Texto adaptado).
A autora usa a expressão “andeiandeiandeiandei”. Essa montagem da palavra “andei”, conforme o contexto onde foi empregada, significa: 
Alternativas
Respostas
30581: A
30582: E
30583: A
30584: C
30585: B
30586: D
30587: C
30588: B
30589: A
30590: A
30591: B
30592: D
30593: B
30594: A
30595: C
30596: B
30597: A
30598: D
30599: D
30600: C