Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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As frases a seguir mostram uma contradição lógica, à exceção de uma. Assinale-a.
Observe a seguinte frase:
“Eu gosto da palavra ‘indolência’. Faz minha preguiça parecer refinada”.
Essa frase explora o seguinte tema do ensino de linguagem:
Assinale a frase em que as duas palavras sublinhadas mostram o mesmo sentido.
O posicionamento de uma palavra em relação a outra pode modificar o sentido de algumas palavras. Assinale a frase em que o posicionamento do termo adjetivo em relação ao substantivo não modifica o seu sentido.
Assinale a frase em que a palavra sublinhada exerce a função de modalizador.
Assinale a frase que mostra uma metáfora explicada de forma inadequada.
Observe o seguinte texto descritivo:
“O livro estava de pé sobre a pequena mesa. Sua capa era de três cores: branca, vermelha e azul, com grandes e grossas letras pretas formando o título da obra. O papel da capa era macio, liso e brilhante, mas já apresentava marcas do tempo. Visto do outro lado, não havia nada impresso, somente as mesmas cores”.
Sobre a técnica descritiva empregada nesse texto, assinale a afirmativa correta.
Assinale a frase em que houve a substituição adequada do adjetivo “grande”, de valor semântico geral, por um outro adjetivo de valor mais específico.
Há duas figuras que se mostram muito próximas: a comparação ou símile e a metáfora. Assinale a frase que mostra uma metáfora e não uma comparação.
Todas as frases a seguir trazem expressões de quantidade. Assinale a opção em que a quantificação está definida inadequadamente.
A frase “O consenso, na maior parte das atividades públicas, é fundamental à base de estrutura política!”. (Millôr Fernandes)
Assinale a opção que apresenta o modo de reescrever essa frase que modifica o seu sentido original.
“Os que advogam a nudez total de todo mundo em nome de impurezas representadas pelo hábito de vestir, devem se recordar de que no princípio dos princípios todo mundo andava nu e alguém começou a advogar o vestuário como salvação da humanidade”. (Millôr Fernandes)
Sobre a estrutura desse texto argumentativo, assinale a afirmativa correta.
Leia o texto para responder às questões de números 08 e 09.
O local do enterro de uma criança que viveu 8 mil anos atrás foi descoberto no leste da Finlândia, fornecendo um raro vislumbre de como os humanos da Idade da Pedra tratavam seus falecidos.
A sepultura de Majoonsuo chamou a atenção de pesquisadores pela primeira vez em 1992 no município de Outokumpu, quando o ocre vermelho brilhante, uma argila rica em ferro, foi visto na superfície de uma nova trilha de serviço na floresta. O ocre vermelho tem sido associado à arte rupestre, bem como à ornamentação e aos enterros.
A Agência Finlandesa do Patrimônio começou a escavar o local em 2018 devido a preocupações com a erosão e o tráfego motorizado.
As sociedades finlandesas da Idade da Pedra enterravam seus mortos em covas no solo, o qual é tão ácido na Finlândia que pouco resta preservado após milhares de anos, o que significa que vestígios de evidências arqueológicas são extremamente raros.
Os dentes de uma criança foram encontrados no túmulo, além de outros objetos, como fragmentos de penas de pássaros, fibras de plantas e fios de cabelo canino, os quais só foram constatados após análise usando um protocolo meticuloso para descobrir traços microscópicos desses objetos.
“Tudo isso nos dá uma visão muito valiosa sobre os hábitos funerários na Idade da Pedra, indicando como as pessoas prepararam a criança para a jornada após a morte”, disse a autora principal do estudo, Tuija Kirkinen.
(Ashley Strickland. Túmulo de criança da Idade da Pedra na Finlândia revela surpresas. www.cnnbrasil.com.br, 03.11.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado introduz informação que detalha o que foi anteriormente mencionado.
Leia o texto para responder às questões de números 08 e 09.
O local do enterro de uma criança que viveu 8 mil anos atrás foi descoberto no leste da Finlândia, fornecendo um raro vislumbre de como os humanos da Idade da Pedra tratavam seus falecidos.
A sepultura de Majoonsuo chamou a atenção de pesquisadores pela primeira vez em 1992 no município de Outokumpu, quando o ocre vermelho brilhante, uma argila rica em ferro, foi visto na superfície de uma nova trilha de serviço na floresta. O ocre vermelho tem sido associado à arte rupestre, bem como à ornamentação e aos enterros.
A Agência Finlandesa do Patrimônio começou a escavar o local em 2018 devido a preocupações com a erosão e o tráfego motorizado.
As sociedades finlandesas da Idade da Pedra enterravam seus mortos em covas no solo, o qual é tão ácido na Finlândia que pouco resta preservado após milhares de anos, o que significa que vestígios de evidências arqueológicas são extremamente raros.
Os dentes de uma criança foram encontrados no túmulo, além de outros objetos, como fragmentos de penas de pássaros, fibras de plantas e fios de cabelo canino, os quais só foram constatados após análise usando um protocolo meticuloso para descobrir traços microscópicos desses objetos.
“Tudo isso nos dá uma visão muito valiosa sobre os hábitos funerários na Idade da Pedra, indicando como as pessoas prepararam a criança para a jornada após a morte”, disse a autora principal do estudo, Tuija Kirkinen.
(Ashley Strickland. Túmulo de criança da Idade da Pedra na Finlândia revela surpresas. www.cnnbrasil.com.br, 03.11.2022. Adaptado)
Dois vocábulos empregados no texto que possuem o mesmo sentido são:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.
Jamain mora em uma casa de paredes de madeira e telhado de palha com sua mulher, Pakao, e seu filho bebê. Tem 26 anos, rosto largo, com maxilares protuberantes, que lhe dão uma aparência peculiar.
Jamain não nasceu naquela aldeia, mas em outra, a três dias de caminhada. Foi viver ali depois que se casou com Pakao, filha de Moroxin, que lhe fora prometida no dia de seu nascimento. Jamain era então um menino de 12 anos e estava na aldeia de visita. Assim que Pakao nasceu, vieram lhe chamar na casa dos homens, onde ele dormia. Deram-lhe uma lâmina afiada de bambu e pediram que cortasse o cordão umbilical. Em seguida, colocaram o bebê em seu colo. Ele ainda se lembra da horrível sensação daquela coisa melada e vermelha em seus braços, se mexendo e fazendo caretas. Ficou de cabeça baixa, olhando para o chão, esperando que lhe pedissem o bebê de volta. Rindo, disseram: “ela é tua esposa!”.
Doze anos depois, quatro homens chegaram a sua aldeia com ar solene. Eram o seu futuro sogro com dois de seus irmãos e Tokorom, irmão de Pakao. O futuro sogro, depois de um tempo em silêncio, disse aos pais de Jamain que o rapaz devia ir até lá buscar a esposa e trazê-la para viver com ele. Foi um rebuliço na casa! Jamain dizia que não se casaria, que era novo ainda. Saiu pela porta e foi se esconder na casa de um primo, mas seu pai o encontrou e o trouxe de volta, para falar com o sogro.
Muito amuado, Jamain pegou um pequeno cesto e pendurou sua alça no peito, deixando-o descer pelas costas. Já na outra aldeia, foi a vez de Pakao dizer que não partiria com aquele rapaz de jeito nenhum. Sua mãe a pegou pelas orelhas e a levou até ele. Assim que tomaram o caminho, ela diminuiu o passo até sair da vista do marido e correu de volta. Dando-lhe uma bronca, a mãe arrastou-a novamente pelas orelhas até o marido. Depois de várias tentativas, Jamain acabou voltando para sua aldeia sem a noiva, aliviado por não tê-la trazido. Uma semana depois, no entanto, viu chegarem a sua casa os futuros sogro e sogra, trazendo a menina com seu cesto de roupas e assim começou sua vida de casal.
(Aparecida Vilaça e Francisco Vilaça Gaspar. Ficções amazônicas. Todavia, 2022. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o vocábulo entre parênteses pode substituir o vocábulo destacado mantendo a norma-padrão da língua portuguesa:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.
Jamain mora em uma casa de paredes de madeira e telhado de palha com sua mulher, Pakao, e seu filho bebê. Tem 26 anos, rosto largo, com maxilares protuberantes, que lhe dão uma aparência peculiar.
Jamain não nasceu naquela aldeia, mas em outra, a três dias de caminhada. Foi viver ali depois que se casou com Pakao, filha de Moroxin, que lhe fora prometida no dia de seu nascimento. Jamain era então um menino de 12 anos e estava na aldeia de visita. Assim que Pakao nasceu, vieram lhe chamar na casa dos homens, onde ele dormia. Deram-lhe uma lâmina afiada de bambu e pediram que cortasse o cordão umbilical. Em seguida, colocaram o bebê em seu colo. Ele ainda se lembra da horrível sensação daquela coisa melada e vermelha em seus braços, se mexendo e fazendo caretas. Ficou de cabeça baixa, olhando para o chão, esperando que lhe pedissem o bebê de volta. Rindo, disseram: “ela é tua esposa!”.
Doze anos depois, quatro homens chegaram a sua aldeia com ar solene. Eram o seu futuro sogro com dois de seus irmãos e Tokorom, irmão de Pakao. O futuro sogro, depois de um tempo em silêncio, disse aos pais de Jamain que o rapaz devia ir até lá buscar a esposa e trazê-la para viver com ele. Foi um rebuliço na casa! Jamain dizia que não se casaria, que era novo ainda. Saiu pela porta e foi se esconder na casa de um primo, mas seu pai o encontrou e o trouxe de volta, para falar com o sogro.
Muito amuado, Jamain pegou um pequeno cesto e pendurou sua alça no peito, deixando-o descer pelas costas. Já na outra aldeia, foi a vez de Pakao dizer que não partiria com aquele rapaz de jeito nenhum. Sua mãe a pegou pelas orelhas e a levou até ele. Assim que tomaram o caminho, ela diminuiu o passo até sair da vista do marido e correu de volta. Dando-lhe uma bronca, a mãe arrastou-a novamente pelas orelhas até o marido. Depois de várias tentativas, Jamain acabou voltando para sua aldeia sem a noiva, aliviado por não tê-la trazido. Uma semana depois, no entanto, viu chegarem a sua casa os futuros sogro e sogra, trazendo a menina com seu cesto de roupas e assim começou sua vida de casal.
(Aparecida Vilaça e Francisco Vilaça Gaspar. Ficções amazônicas. Todavia, 2022. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o vocábulo em destaque apresenta corretamente a ideia expressa entre parênteses.
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.
Jamain mora em uma casa de paredes de madeira e telhado de palha com sua mulher, Pakao, e seu filho bebê. Tem 26 anos, rosto largo, com maxilares protuberantes, que lhe dão uma aparência peculiar.
Jamain não nasceu naquela aldeia, mas em outra, a três dias de caminhada. Foi viver ali depois que se casou com Pakao, filha de Moroxin, que lhe fora prometida no dia de seu nascimento. Jamain era então um menino de 12 anos e estava na aldeia de visita. Assim que Pakao nasceu, vieram lhe chamar na casa dos homens, onde ele dormia. Deram-lhe uma lâmina afiada de bambu e pediram que cortasse o cordão umbilical. Em seguida, colocaram o bebê em seu colo. Ele ainda se lembra da horrível sensação daquela coisa melada e vermelha em seus braços, se mexendo e fazendo caretas. Ficou de cabeça baixa, olhando para o chão, esperando que lhe pedissem o bebê de volta. Rindo, disseram: “ela é tua esposa!”.
Doze anos depois, quatro homens chegaram a sua aldeia com ar solene. Eram o seu futuro sogro com dois de seus irmãos e Tokorom, irmão de Pakao. O futuro sogro, depois de um tempo em silêncio, disse aos pais de Jamain que o rapaz devia ir até lá buscar a esposa e trazê-la para viver com ele. Foi um rebuliço na casa! Jamain dizia que não se casaria, que era novo ainda. Saiu pela porta e foi se esconder na casa de um primo, mas seu pai o encontrou e o trouxe de volta, para falar com o sogro.
Muito amuado, Jamain pegou um pequeno cesto e pendurou sua alça no peito, deixando-o descer pelas costas. Já na outra aldeia, foi a vez de Pakao dizer que não partiria com aquele rapaz de jeito nenhum. Sua mãe a pegou pelas orelhas e a levou até ele. Assim que tomaram o caminho, ela diminuiu o passo até sair da vista do marido e correu de volta. Dando-lhe uma bronca, a mãe arrastou-a novamente pelas orelhas até o marido. Depois de várias tentativas, Jamain acabou voltando para sua aldeia sem a noiva, aliviado por não tê-la trazido. Uma semana depois, no entanto, viu chegarem a sua casa os futuros sogro e sogra, trazendo a menina com seu cesto de roupas e assim começou sua vida de casal.
(Aparecida Vilaça e Francisco Vilaça Gaspar. Ficções amazônicas. Todavia, 2022. Adaptado)
No trecho “Foi viver ali depois que se casou com Pakao, filha de Moroxin, que lhe fora prometida no dia de seu nascimento”, a expressão em destaque pode ser substituída, sem prejuízo do sentido e da correção gramatical, por:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.
Jamain mora em uma casa de paredes de madeira e telhado de palha com sua mulher, Pakao, e seu filho bebê. Tem 26 anos, rosto largo, com maxilares protuberantes, que lhe dão uma aparência peculiar.
Jamain não nasceu naquela aldeia, mas em outra, a três dias de caminhada. Foi viver ali depois que se casou com Pakao, filha de Moroxin, que lhe fora prometida no dia de seu nascimento. Jamain era então um menino de 12 anos e estava na aldeia de visita. Assim que Pakao nasceu, vieram lhe chamar na casa dos homens, onde ele dormia. Deram-lhe uma lâmina afiada de bambu e pediram que cortasse o cordão umbilical. Em seguida, colocaram o bebê em seu colo. Ele ainda se lembra da horrível sensação daquela coisa melada e vermelha em seus braços, se mexendo e fazendo caretas. Ficou de cabeça baixa, olhando para o chão, esperando que lhe pedissem o bebê de volta. Rindo, disseram: “ela é tua esposa!”.
Doze anos depois, quatro homens chegaram a sua aldeia com ar solene. Eram o seu futuro sogro com dois de seus irmãos e Tokorom, irmão de Pakao. O futuro sogro, depois de um tempo em silêncio, disse aos pais de Jamain que o rapaz devia ir até lá buscar a esposa e trazê-la para viver com ele. Foi um rebuliço na casa! Jamain dizia que não se casaria, que era novo ainda. Saiu pela porta e foi se esconder na casa de um primo, mas seu pai o encontrou e o trouxe de volta, para falar com o sogro.
Muito amuado, Jamain pegou um pequeno cesto e pendurou sua alça no peito, deixando-o descer pelas costas. Já na outra aldeia, foi a vez de Pakao dizer que não partiria com aquele rapaz de jeito nenhum. Sua mãe a pegou pelas orelhas e a levou até ele. Assim que tomaram o caminho, ela diminuiu o passo até sair da vista do marido e correu de volta. Dando-lhe uma bronca, a mãe arrastou-a novamente pelas orelhas até o marido. Depois de várias tentativas, Jamain acabou voltando para sua aldeia sem a noiva, aliviado por não tê-la trazido. Uma semana depois, no entanto, viu chegarem a sua casa os futuros sogro e sogra, trazendo a menina com seu cesto de roupas e assim começou sua vida de casal.
(Aparecida Vilaça e Francisco Vilaça Gaspar. Ficções amazônicas. Todavia, 2022. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
Atenção: Para responder às questões de números 11 a 14, leia o texto abaixo.
Quando me separei, deixei a beira-mar e voltei a morar num topo de ladeira, quase no mesmo endereço que dividi anos atrás com a minha primeira mulher. Ela ainda mora naquele prédio de pasfilhas, quatro abaixo do meu, e já deve ter me visto passar sob a sua janela. Talvez pense que ensaio uma reconciliação, embora esfeja cansada de saber que sou adepto de caminhadas peripatéticas*, sobretudo nos dias em que sento para escrever e me sinto amarrado, com a vista saturada de letras. Desço à rua sempre que as letras endurecem no papel, comprimidas entre si como as pequenas pedras em preto e branco do calçamento que piso. Pouco a pouco meus olhos se deixam levar por um automóvel, uma saia, uma folha, uma lagartixa, umas crianças de escola, passarinhos. Mais adiante já não vejo mais que cores, arestas, vultos, halos, e ideias solias me vêm à cabeça, esta boa, esta má, e toca a subir e descer a ladeira debaixo de sol ou chuva, pensando alto, discutindo comigo mesmo, com aqueles tiques e gestos falhos de que fala o poeta, aquelas caretas que fazem os porteiros abanar a cabeça: aê, o esquisitão voltou.
(Adaptado de: BUARQUE, Chico. Essa gente. São Paulo: Companhia das Letras, 2019, edição eletrônica)
* peripatético: que é exagerado na expressão e nos gestos.
No trecho, o narrador relata que sua atitude, durante a caminhada,
Atenção: Para responder às questões de números 9 e 10, leia o texto abaixo.
A emissão de gases de efeito estufa é o principal motivo que torna o clima na Terra progressivamente mais quente a partir de meados do século x 1x. Do início da Segunda Revolução Industrial até hoje, a femperatura média do planeta subiu cerca de 1,1 grau Celsius (ºC). No plano local, o estilo de vida urbano adotado atualmente pela maior parte da população global potencializa ainda mais o calor de fundo criado pelas mudanças climáticas. Desde 2007, segundo estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU), mais pessoas vivem em cidades do que no campo, um padrão de habitação e ocupação do solo provavelmente inédito na história da humanidade. Hoje, mais de 55% dos & bilhões de habitantes do planeta moram em centros urbanos. Em muitos países, esse percentual é bem maior e, no Brasil, chega a 88%.
Com menos áreas verdes, mais concreto e asfalto e ocupação geralmente desordenada do solo, as cidades são mais abafadas do que as áreas rurais. Dentro do meio urbano, as zonas com menos árvores e vegetação são ainda mais quentes e formam bolsões de clima abafado. Esse efeito é denominado ilha de calor urbana. Até poucos anos atrás, ele era mais sentido e estudado em grandes cidades, com milhões de habitantes, como São Paulo, Rio de Janeiro ou qualquer outra grande metrópole. Hoje, as ilhas de calor se manifestam em cidades de qualquer tamanho, das menores às maiores.
(PIVETTA, Marcos. Disponivel em: https :revistapesquisa fapesp.br)
A redação em que se mantém a correção e a relação lógica entre as ideias expostas no texto está em: