Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Ruído de passos
Tinha oitenta e um anos de idade. Chamava-se dona Cândida Raposo.
Essa senhora tinha a vertigem de viver. A vertigem se acentuava quando ia passar dias numa fazenda: a altitude, o verde das árvores, a chuva, tudo isso a piorava. Quando ouvia Liszt se arrepiava toda. Fora linda na juventude. E tinha vertigem quando cheirava profundamente uma rosa.
Pois foi com dona Cândida Raposo que o desejo de prazer não passava.
Teve enfim a grande coragem de ir a um ginecologista. E perguntou-lhe envergonhada, de cabeça baixa:
– Quando é que passa?
– Passa o quê, minha senhora?
– A coisa. – Que coisa?
– A coisa, repetiu. O desejo de prazer, disse enfim.
– Minha senhora, lamento lhe dizer que não passa nunca. Olhou-o espantada.
– Mas eu tenho oitenta e um anos de idade!
– Não importa, minha senhora. É até morrer.
– Mas isso é o inferno!
– É a vida, senhora Raposo. A vida era isso, então? essa falta de vergonha?
– E o que é que eu faço? ninguém me quer mais… O médico olhou-a com piedade.
– Não há remédio, minha senhora.
– E se eu pagasse?
– Não ia adiantar de nada. A senhora tem que se lembrar que tem oitenta e um anos de idade.
– E… e se eu me arranjasse sozinha? o senhor entende o que eu quero dizer?
– É, disse o médico. Pode ser um remédio.
Então saiu do consultório. A filha esperava-a embaixo, de carro. Um filho Cândida Raposo perdera na guerra, era um pracinha. Tinha essa intolerável dor no coração: a de sobreviver a um ser adorado.
Nessa mesma noite deu um jeito e solitária satisfez-se. Mudos fogos de artifícios. Depois chorou. Tinha vergonha. Daí em diante usaria o mesmo processo. Sempre triste. É a vida, senhora Raposo, é a vida. Até a bênção da morte.
A morte.
Pareceu-lhe ouvir ruído de passos. Os passos de seu marido Antenor Raposo.
LISPECTOR, Clarice. A via crucis do corpo. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
O texto clariceano se constrói por meio de uma preocupação com a forma, que se reflete no emprego de uma linguagem artística; assim, a imagem simbólica construída na passagem “Mudos fogos de artifícios.” (23º parágrafo) estrutura-se com o uso de um recurso estilístico:
Ruído de passos
Tinha oitenta e um anos de idade. Chamava-se dona Cândida Raposo.
Essa senhora tinha a vertigem de viver. A vertigem se acentuava quando ia passar dias numa fazenda: a altitude, o verde das árvores, a chuva, tudo isso a piorava. Quando ouvia Liszt se arrepiava toda. Fora linda na juventude. E tinha vertigem quando cheirava profundamente uma rosa.
Pois foi com dona Cândida Raposo que o desejo de prazer não passava.
Teve enfim a grande coragem de ir a um ginecologista. E perguntou-lhe envergonhada, de cabeça baixa:
– Quando é que passa?
– Passa o quê, minha senhora?
– A coisa. – Que coisa?
– A coisa, repetiu. O desejo de prazer, disse enfim.
– Minha senhora, lamento lhe dizer que não passa nunca. Olhou-o espantada.
– Mas eu tenho oitenta e um anos de idade!
– Não importa, minha senhora. É até morrer.
– Mas isso é o inferno!
– É a vida, senhora Raposo. A vida era isso, então? essa falta de vergonha?
– E o que é que eu faço? ninguém me quer mais… O médico olhou-a com piedade.
– Não há remédio, minha senhora.
– E se eu pagasse?
– Não ia adiantar de nada. A senhora tem que se lembrar que tem oitenta e um anos de idade.
– E… e se eu me arranjasse sozinha? o senhor entende o que eu quero dizer?
– É, disse o médico. Pode ser um remédio.
Então saiu do consultório. A filha esperava-a embaixo, de carro. Um filho Cândida Raposo perdera na guerra, era um pracinha. Tinha essa intolerável dor no coração: a de sobreviver a um ser adorado.
Nessa mesma noite deu um jeito e solitária satisfez-se. Mudos fogos de artifícios. Depois chorou. Tinha vergonha. Daí em diante usaria o mesmo processo. Sempre triste. É a vida, senhora Raposo, é a vida. Até a bênção da morte.
A morte.
Pareceu-lhe ouvir ruído de passos. Os passos de seu marido Antenor Raposo.
LISPECTOR, Clarice. A via crucis do corpo. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
A idade da personagem Cândida Raposa é enfatizada no texto, pois:
Ruído de passos
Tinha oitenta e um anos de idade. Chamava-se dona Cândida Raposo.
Essa senhora tinha a vertigem de viver. A vertigem se acentuava quando ia passar dias numa fazenda: a altitude, o verde das árvores, a chuva, tudo isso a piorava. Quando ouvia Liszt se arrepiava toda. Fora linda na juventude. E tinha vertigem quando cheirava profundamente uma rosa.
Pois foi com dona Cândida Raposo que o desejo de prazer não passava.
Teve enfim a grande coragem de ir a um ginecologista. E perguntou-lhe envergonhada, de cabeça baixa:
– Quando é que passa?
– Passa o quê, minha senhora?
– A coisa. – Que coisa?
– A coisa, repetiu. O desejo de prazer, disse enfim.
– Minha senhora, lamento lhe dizer que não passa nunca. Olhou-o espantada.
– Mas eu tenho oitenta e um anos de idade!
– Não importa, minha senhora. É até morrer.
– Mas isso é o inferno!
– É a vida, senhora Raposo. A vida era isso, então? essa falta de vergonha?
– E o que é que eu faço? ninguém me quer mais… O médico olhou-a com piedade.
– Não há remédio, minha senhora.
– E se eu pagasse?
– Não ia adiantar de nada. A senhora tem que se lembrar que tem oitenta e um anos de idade.
– E… e se eu me arranjasse sozinha? o senhor entende o que eu quero dizer?
– É, disse o médico. Pode ser um remédio.
Então saiu do consultório. A filha esperava-a embaixo, de carro. Um filho Cândida Raposo perdera na guerra, era um pracinha. Tinha essa intolerável dor no coração: a de sobreviver a um ser adorado.
Nessa mesma noite deu um jeito e solitária satisfez-se. Mudos fogos de artifícios. Depois chorou. Tinha vergonha. Daí em diante usaria o mesmo processo. Sempre triste. É a vida, senhora Raposo, é a vida. Até a bênção da morte.
A morte.
Pareceu-lhe ouvir ruído de passos. Os passos de seu marido Antenor Raposo.
LISPECTOR, Clarice. A via crucis do corpo. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
O texto de Clarice Lispector, quanto à sua organização interna, estrutura-se como uma sequência classificada como narrativa. Essa afirmativa se justifica conceitualmente com base no que se observa na alternativa:
Leia o texto a seguir e responda às questões propostas
Instapoetas, o fenômeno que tirou a poeira da poesia
Existe amor (em forma de poesia) nas redes sociais. [...] A internet também foi tomada por um movimento crescente de jovens poetas, que cravaram seu espaço no online com textos curtos, compartilháveis e fáceis de se relacionar, e acabaram refletidos com muito sucesso na literatura tradicional.
Pela força no Instagram, os escritores acabaram apelidados de instapoetas. Nomes como João Doederlein, Ryane Leão, Lucão e Zack Magiezi exploram de forma engenhosa temas como amor, decepção, saudade e autoestima, a maioria com caráter motivacional, bebendo de fontes filosóficas e do velho formato dos provérbios, enquanto ainda se arriscam na tendência metalinguística – que fala sobre a própria poesia e a arte de escrever.
Com centenas de milhares de seguidores, os poetas do Instagram migraram para o papel e, rapidamente, chegaram à lista de best-sellers. Na comparação entre os meses de janeiro a agosto de 2017 com o mesmo período de 2018, os livros de poesia nacionais cresceram em venda 107%, fenômeno diretamente causado pelos autores virtuais.
CARNEIRO, Raquel; KUSUMOTO, Meire. Instapoetas, o fenômeno que tirou a poeira da poesia. Veja, 12 out. 2018. Disponível em: https://veja.abril.com.br/especiais/instapoetas-o-fenomeno-que-tirou-a-poeira-da-poesia/. Acesso em 16/03/2023.
“- Mas em Nárnia é sempre inverno, e há muito tempo. Aliás, vamos apanhar um resfriado se ficarmos aqui conversando debaixo da neve. Filha de Eva das terras longínquas de Sala Vazia, em que reina o verão eterno da bela cidade de Guarda-Roupa, que tal se a gente tomasse uma xícara de chá?
- Muito obrigada, Sr. Tumnus, mas eu estava querendo voltar pra casa.
- É ali, virando aquela esquina - disse o fauno -, e lá tem uma lareira acesa, torradas, sardinha, bolo...
- É muita bondade de sua parte. Só que não posso demorar muito.
- Segure no meu braço, Filha de Eva. Assim a sombrinha dá para dois. O caminho é por aqui.
Foi assim que Lúcia começou a andar pelo bosque, de braço dado com aquela estranha criatura, como se fossem velhos amigos.”
(LEWIS, C.S. As Crônicas de Nárnia: volume único.2 ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010.p.11.)
Em “Filha de Eva das terras longínquas de Sala Vazia, em que reina o verão eterno”, a expressão ‘em que’ pode ser substituída corretamente por:
Leia o texto a seguir e responda às questões propostas
Instapoetas, o fenômeno que tirou a poeira da poesia
Existe amor (em forma de poesia) nas redes sociais. [...] A internet também foi tomada por um movimento crescente de jovens poetas, que cravaram seu espaço no online com textos curtos, compartilháveis e fáceis de se relacionar, e acabaram refletidos com muito sucesso na literatura tradicional.
Pela força no Instagram, os escritores acabaram apelidados de instapoetas. Nomes como João Doederlein, Ryane Leão, Lucão e Zack Magiezi exploram de forma engenhosa temas como amor, decepção, saudade e autoestima, a maioria com caráter motivacional, bebendo de fontes filosóficas e do velho formato dos provérbios, enquanto ainda se arriscam na tendência metalinguística – que fala sobre a própria poesia e a arte de escrever.
Com centenas de milhares de seguidores, os poetas do Instagram migraram para o papel e, rapidamente, chegaram à lista de best-sellers. Na comparação entre os meses de janeiro a agosto de 2017 com o mesmo período de 2018, os livros de poesia nacionais cresceram em venda 107%, fenômeno diretamente causado pelos autores virtuais.
CARNEIRO, Raquel; KUSUMOTO, Meire. Instapoetas, o fenômeno que tirou a poeira da poesia. Veja, 12 out. 2018. Disponível em: https://veja.abril.com.br/especiais/instapoetas-o-fenomeno-que-tirou-a-poeira-da-poesia/. Acesso em 16/03/2023.
“- Mas em Nárnia é sempre inverno, e há muito tempo. Aliás, vamos apanhar um resfriado se ficarmos aqui conversando debaixo da neve. Filha de Eva das terras longínquas de Sala Vazia, em que reina o verão eterno da bela cidade de Guarda-Roupa, que tal se a gente tomasse uma xícara de chá?
- Muito obrigada, Sr. Tumnus, mas eu estava querendo voltar pra casa.
- É ali, virando aquela esquina - disse o fauno -, e lá tem uma lareira acesa, torradas, sardinha, bolo...
- É muita bondade de sua parte. Só que não posso demorar muito.
- Segure no meu braço, Filha de Eva. Assim a sombrinha dá para dois. O caminho é por aqui.
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Foi assim que Lúcia começou a andar pelo bosque, de braço dado com aquela estranha criatura, como se fossem velhos amigos.”
(LEWIS, C.S. As Crônicas de Nárnia: volume único.2 ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010.p.11.)
Acerca dos aspectos linguísticos do texto, assinale a alternativa correta:
Leia o texto a seguir e responda às questões propostas
Instapoetas, o fenômeno que tirou a poeira da poesia
Existe amor (em forma de poesia) nas redes sociais. [...] A internet também foi tomada por um movimento crescente de jovens poetas, que cravaram seu espaço no online com textos curtos, compartilháveis e fáceis de se relacionar, e acabaram refletidos com muito sucesso na literatura tradicional.
Pela força no Instagram, os escritores acabaram apelidados de instapoetas. Nomes como João Doederlein, Ryane Leão, Lucão e Zack Magiezi exploram de forma engenhosa temas como amor, decepção, saudade e autoestima, a maioria com caráter motivacional, bebendo de fontes filosóficas e do velho formato dos provérbios, enquanto ainda se arriscam na tendência metalinguística – que fala sobre a própria poesia e a arte de escrever.
Com centenas de milhares de seguidores, os poetas do Instagram migraram para o papel e, rapidamente, chegaram à lista de best-sellers. Na comparação entre os meses de janeiro a agosto de 2017 com o mesmo período de 2018, os livros de poesia nacionais cresceram em venda 107%, fenômeno diretamente causado pelos autores virtuais.
CARNEIRO, Raquel; KUSUMOTO, Meire. Instapoetas, o fenômeno que tirou a poeira da poesia. Veja, 12 out. 2018. Disponível em: https://veja.abril.com.br/especiais/instapoetas-o-fenomeno-que-tirou-a-poeira-da-poesia/. Acesso em 16/03/2023.
“- Mas em Nárnia é sempre inverno, e há muito tempo. Aliás, vamos apanhar um resfriado se ficarmos aqui conversando debaixo da neve. Filha de Eva das terras longínquas de Sala Vazia, em que reina o verão eterno da bela cidade de Guarda-Roupa, que tal se a gente tomasse uma xícara de chá?
- Muito obrigada, Sr. Tumnus, mas eu estava querendo voltar pra casa.
- É ali, virando aquela esquina - disse o fauno -, e lá tem uma lareira acesa, torradas, sardinha, bolo...
- É muita bondade de sua parte. Só que não posso demorar muito.
- Segure no meu braço, Filha de Eva. Assim a sombrinha dá para dois. O caminho é por aqui.
Foi assim que Lúcia começou a andar pelo bosque, de braço dado com aquela estranha criatura, como se fossem velhos amigos.”
(LEWIS, C.S. As Crônicas de Nárnia: volume único.2 ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010.p.11.)
É possível inferir do tema do fragmento acima que:
Leia o texto a seguir e responda às questões propostas
Instapoetas, o fenômeno que tirou a poeira da poesia
Existe amor (em forma de poesia) nas redes sociais. [...] A internet também foi tomada por um movimento crescente de jovens poetas, que cravaram seu espaço no online com textos curtos, compartilháveis e fáceis de se relacionar, e acabaram refletidos com muito sucesso na literatura tradicional.
Pela força no Instagram, os escritores acabaram apelidados de instapoetas. Nomes como João Doederlein, Ryane Leão, Lucão e Zack Magiezi exploram de forma engenhosa temas como amor, decepção, saudade e autoestima, a maioria com caráter motivacional, bebendo de fontes filosóficas e do velho formato dos provérbios, enquanto ainda se arriscam na tendência metalinguística – que fala sobre a própria poesia e a arte de escrever.
Com centenas de milhares de seguidores, os poetas do Instagram migraram para o papel e, rapidamente, chegaram à lista de best-sellers. Na comparação entre os meses de janeiro a agosto de 2017 com o mesmo período de 2018, os livros de poesia nacionais cresceram em venda 107%, fenômeno diretamente causado pelos autores virtuais.
CARNEIRO, Raquel; KUSUMOTO, Meire. Instapoetas, o fenômeno que tirou a poeira da poesia. Veja, 12 out. 2018. Disponível em: https://veja.abril.com.br/especiais/instapoetas-o-fenomeno-que-tirou-a-poeira-da-poesia/. Acesso em 16/03/2023.
Em “ ...o fenômeno que tirou a poeira da poesia”, a expressão sublinhada é metafórica. O mesmo ocorre na expressão sublinhada em:
Leia o texto a seguir e responda às questões propostas
Instapoetas, o fenômeno que tirou a poeira da poesia
Existe amor (em forma de poesia) nas redes sociais. [...] A internet também foi tomada por um movimento crescente de jovens poetas, que cravaram seu espaço no online com textos curtos, compartilháveis e fáceis de se relacionar, e acabaram refletidos com muito sucesso na literatura tradicional.
Pela força no Instagram, os escritores acabaram apelidados de instapoetas. Nomes como João Doederlein, Ryane Leão, Lucão e Zack Magiezi exploram de forma engenhosa temas como amor, decepção, saudade e autoestima, a maioria com caráter motivacional, bebendo de fontes filosóficas e do velho formato dos provérbios, enquanto ainda se arriscam na tendência metalinguística – que fala sobre a própria poesia e a arte de escrever.
Com centenas de milhares de seguidores, os poetas do Instagram migraram para o papel e, rapidamente, chegaram à lista de best-sellers. Na comparação entre os meses de janeiro a agosto de 2017 com o mesmo período de 2018, os livros de poesia nacionais cresceram em venda 107%, fenômeno diretamente causado pelos autores virtuais.
CARNEIRO, Raquel; KUSUMOTO, Meire. Instapoetas, o fenômeno que tirou a poeira da poesia. Veja, 12 out. 2018. Disponível em: https://veja.abril.com.br/especiais/instapoetas-o-fenomeno-que-tirou-a-poeira-da-poesia/. Acesso em 16/03/2023.
Segundo a reportagem, é correto afirmar que:
Atenção: Para responder às questões de números 6 a 10, leia o texto abaixo.
Numa manhã, Donana acordou me chamando de Carmelita, dizendo que iria dar um jeito em tudo, que eu não me preocupasse, que não precisaria mais viajar. Àquela época eu tinha doze anos e Belonísia se aproximava dos onze. Vi Donana nas manhãs seguintes chamar Belonísia de Carmelita também. Minha irmã apenas ria da confusão. Olhávamos uma para a outra e nos deixávamos caçoar pela desordem que se instaurou nos falares de Donana. Em seus pensamentos, Fusco havia se tornado uma onça, pedia para que tivéssemos cuidado. Nos convidava a caminhar pelas veredas por onde iríamos buscar meu pai que, haviam dito, estava dormindo aos pés de um jatobá ao lado da onça mansa que o cão havia se tomado. Sabíamos que nosso pai estava na roça, trabalhando todos os dias, então as coisas que minha avó falava não faziam sentido. Mesmo assim, minha mãe pedia que a acompanhássemos, que vigiássemos para que não lhe sucedesse nenhum acidente ou se perdesse em meio à mala.
(Adaptado de: VIEIRA JÚNIOR, Itamar. Torto Arado. São Paulo, Cia. das Letras, 2019)
Retoma um termo mencionado anteriormente no texto a palavra sublinhada em:
Leia o texto a seguir:
Brasil tem 1.294 pesquisadores na lista dos cientistas com maior impacto do mundo
Número quase quadruplicou nos últimos cinco anos, saindo de 342 em 2017 para 1.294 neste ano
O Brasil tem 1.294 pesquisadores no ranking dos cientistas mais influentes do mundo. Alista é elaborada anualmente pelo professor John PA. loannidis com pesquisadores da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, e classifica os cientistas em suas respectivas áreas de atuação. A quinta edição da "Updated science-wide author databases of standardized citation indicators" foi publicada recentemente pela Elsevier, a maior editora científica do mundo.
Alguns nomes citados na publicação são Paulo Hoff, presidente da Oncologia D'Or e colunista do GLOBO, a cardiologista e intensivista Ludhmila Hajjar, colunista do GLOBO e professora de cardiologia da Faculdade de Medicina da USP, o epidemiologista e professor da Faculdade de Medicina da USP Paulo Lotufo e a pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical Ester Sabino.
O número representa um crescimento de 287% no número de pesquisadores brasileiros incluídos na lista desde sua primeira edição, em 2017. Naquele ano, apenas 342 cientistas nacionais foram mencionados.
Dos pesquisadores brasileiros incluídos na nova atualização, 528 (40,8%) são ligados a instituições paulistas e 482 integram quadros de universidades, segundo informações da USP. Dentre esses, 244 são pesquisadores da USP, 89 da Unicamp, 67 da Unesp, 26 da Unifesp, 16 da UFABC e 12 da UFSCar.
Outras instituições brasileiras que tiveram pesquisadores citados na publicação são: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e Universidade Federal de Lavras (UFLA).
A seleção dos pesquisadores é feita por meio de uma análise de registros do Scopus, um dos mais importantes bancos de dados mundiais de resumos e citações científicas revisadas por pares, com mais de 85 milhões de publicações editadas por mais de sete mil editoras.
A metodologia utiliza o índice composto de citações (c-core), calculado com base em seis parâmetros:
- Número total de citações (exceto autocitações);
- Índice H (quantifica a produtividade e o impacto de artigos científicos mais citados);
- Índice de coautoria de Schreiber ajustado (índice Hm);
- Número de citações recebidas em trabalhos cujo pesquisador é um único autor;
- Número de citações recebidas em trabalhos cujo pesquisador é o único autor ou o primeiro autor;
- Número de citações recebidas em trabalhos cujo pesquisador é o único autor, o primeiro autor ou o último autor.
A seleção final inclui os 100 mil melhores cientistas com maior pontuação (c-score), mais os 100 mil cientistas classificados entre os 2% com maior pontuação (c-score) para cada subárea de conhecimento. Considerando os dois indicadores, a lista final contém 210.198 pesquisadores.
Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2023/10/20/brasil-tem-1294- pesquisadores-na-lista-dos-cientistas-com-maior-impacto-do-mundo. ghimi?utm source=Twitter&utm medium=Social&utm campaign=0OGlobo&fbcli d=IwAR3KDomyxLcpJiSsGSYAg6Evy63VuMdIsoouqgzDDa-hiyKvyUIt-4N43 vo. Acesso em: 15 nov. 2023.
O segundo parágrafo do texto apresenta nomes e qualificações de alguns cientistas citados na lista organizada por John lonannidis e colaboradores. Esse segundo parágrafo combina-se com o anterior por meio de uma relação de:
Leia o texto a seguir:
Brasil tem 1.294 pesquisadores na lista dos cientistas com maior impacto do mundo
Número quase quadruplicou nos últimos cinco anos, saindo de 342 em 2017 para 1.294 neste ano
O Brasil tem 1.294 pesquisadores no ranking dos cientistas mais influentes do mundo. Alista é elaborada anualmente pelo professor John PA. loannidis com pesquisadores da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, e classifica os cientistas em suas respectivas áreas de atuação. A quinta edição da "Updated science-wide author databases of standardized citation indicators" foi publicada recentemente pela Elsevier, a maior editora científica do mundo.
Alguns nomes citados na publicação são Paulo Hoff, presidente da Oncologia D'Or e colunista do GLOBO, a cardiologista e intensivista Ludhmila Hajjar, colunista do GLOBO e professora de cardiologia da Faculdade de Medicina da USP, o epidemiologista e professor da Faculdade de Medicina da USP Paulo Lotufo e a pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical Ester Sabino.
O número representa um crescimento de 287% no número de pesquisadores brasileiros incluídos na lista desde sua primeira edição, em 2017. Naquele ano, apenas 342 cientistas nacionais foram mencionados.
Dos pesquisadores brasileiros incluídos na nova atualização, 528 (40,8%) são ligados a instituições paulistas e 482 integram quadros de universidades, segundo informações da USP. Dentre esses, 244 são pesquisadores da USP, 89 da Unicamp, 67 da Unesp, 26 da Unifesp, 16 da UFABC e 12 da UFSCar.
Outras instituições brasileiras que tiveram pesquisadores citados na publicação são: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e Universidade Federal de Lavras (UFLA).
A seleção dos pesquisadores é feita por meio de uma análise de registros do Scopus, um dos mais importantes bancos de dados mundiais de resumos e citações científicas revisadas por pares, com mais de 85 milhões de publicações editadas por mais de sete mil editoras.
A metodologia utiliza o índice composto de citações (c-core), calculado com base em seis parâmetros:
- Número total de citações (exceto autocitações);
- Índice H (quantifica a produtividade e o impacto de artigos científicos mais citados);
- Índice de coautoria de Schreiber ajustado (índice Hm);
- Número de citações recebidas em trabalhos cujo pesquisador é um único autor;
- Número de citações recebidas em trabalhos cujo pesquisador é o único autor ou o primeiro autor;
- Número de citações recebidas em trabalhos cujo pesquisador é o único autor, o primeiro autor ou o último autor.
A seleção final inclui os 100 mil melhores cientistas com maior pontuação (c-score), mais os 100 mil cientistas classificados entre os 2% com maior pontuação (c-score) para cada subárea de conhecimento. Considerando os dois indicadores, a lista final contém 210.198 pesquisadores.
Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2023/10/20/brasil-tem-1294- pesquisadores-na-lista-dos-cientistas-com-maior-impacto-do-mundo. ghimi?utm source=Twitter&utm medium=Social&utm campaign=0OGlobo&fbcli d=IwAR3KDomyxLcpJiSsGSYAg6Evy63VuMdIsoouqgzDDa-hiyKvyUIt-4N43 vo. Acesso em: 15 nov. 2023.
“A seleção dos pesquisadores é feita por meio de uma análise de registros do Scopus, um dos mais importantes bancos de dados mundiais de resumos e citações científicas revisadas por pares, com mais de 85 milhões de publicações editadas por mais de sete mil editoras” (6º parágrafo). Uma possibilidade de reescrita dessa frase, sem alteração de sentido, à luz da norma-padrão, seria:
Leia o texto a seguir:
Brasil tem 1.294 pesquisadores na lista dos cientistas com maior impacto do mundo
Número quase quadruplicou nos últimos cinco anos, saindo de 342 em 2017 para 1.294 neste ano
O Brasil tem 1.294 pesquisadores no ranking dos cientistas mais influentes do mundo. Alista é elaborada anualmente pelo professor John PA. loannidis com pesquisadores da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, e classifica os cientistas em suas respectivas áreas de atuação. A quinta edição da "Updated science-wide author databases of standardized citation indicators" foi publicada recentemente pela Elsevier, a maior editora científica do mundo.
Alguns nomes citados na publicação são Paulo Hoff, presidente da Oncologia D'Or e colunista do GLOBO, a cardiologista e intensivista Ludhmila Hajjar, colunista do GLOBO e professora de cardiologia da Faculdade de Medicina da USP, o epidemiologista e professor da Faculdade de Medicina da USP Paulo Lotufo e a pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical Ester Sabino.
O número representa um crescimento de 287% no número de pesquisadores brasileiros incluídos na lista desde sua primeira edição, em 2017. Naquele ano, apenas 342 cientistas nacionais foram mencionados.
Dos pesquisadores brasileiros incluídos na nova atualização, 528 (40,8%) são ligados a instituições paulistas e 482 integram quadros de universidades, segundo informações da USP. Dentre esses, 244 são pesquisadores da USP, 89 da Unicamp, 67 da Unesp, 26 da Unifesp, 16 da UFABC e 12 da UFSCar.
Outras instituições brasileiras que tiveram pesquisadores citados na publicação são: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e Universidade Federal de Lavras (UFLA).
A seleção dos pesquisadores é feita por meio de uma análise de registros do Scopus, um dos mais importantes bancos de dados mundiais de resumos e citações científicas revisadas por pares, com mais de 85 milhões de publicações editadas por mais de sete mil editoras.
A metodologia utiliza o índice composto de citações (c-core), calculado com base em seis parâmetros:
- Número total de citações (exceto autocitações);
- Índice H (quantifica a produtividade e o impacto de artigos científicos mais citados);
- Índice de coautoria de Schreiber ajustado (índice Hm);
- Número de citações recebidas em trabalhos cujo pesquisador é um único autor;
- Número de citações recebidas em trabalhos cujo pesquisador é o único autor ou o primeiro autor;
- Número de citações recebidas em trabalhos cujo pesquisador é o único autor, o primeiro autor ou o último autor.
A seleção final inclui os 100 mil melhores cientistas com maior pontuação (c-score), mais os 100 mil cientistas classificados entre os 2% com maior pontuação (c-score) para cada subárea de conhecimento. Considerando os dois indicadores, a lista final contém 210.198 pesquisadores.
Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2023/10/20/brasil-tem-1294- pesquisadores-na-lista-dos-cientistas-com-maior-impacto-do-mundo. ghimi?utm source=Twitter&utm medium=Social&utm campaign=0OGlobo&fbcli d=IwAR3KDomyxLcpJiSsGSYAg6Evy63VuMdIsoouqgzDDa-hiyKvyUIt-4N43 vo. Acesso em: 15 nov. 2023.
Afinalidade principal do texto anterior é:
Emília parou de trabalhar as 17 horas e foi ao shopping, chegando lá, ela encontrou sua amiga. As duas tomaram chimarrão e comeram 0,7 ________ de torta.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Municípios gaúchos com nomes curiosos
Por Gustavo Chagas e Pedro Alt
- No Rio Grande do Sul, diversos municípios são conhecidos pelos nomes curiosos, como,
- por exemplo, Anta Gorda, Não-Me-Toque e Chuvisca. As origens desses nomes são bastante
- diferentes e curiosas, e abaixo apresentamos alguns deles.
- • Não-Me-Toque: existem duas hipóteses, uma delas é a presença de uma planta abundante na
- região, a “sucará”, chamada também de não-me-toques, justamente por causa dos espinhos.
- A outra possibilidade é a existência de uma fazenda batizada de Não-Me-Toque, registrada no
- cartório desde 1885.
- • Anta Gorda: a prefeitura diz que, quando o Vale do Taquari foi colonizado, uma anta de grandes
- proporções foi abatida por moradores no território do município. Admirados com o tamanho
- do animal, os desbravadores passaram a indicar o local como “lá onde mataram a anta gorda”.
- • Butiá: um pé de butiá, comum da região carbonífera, deu origem ao nome do município. De
- acordo com a prefeitura, uma árvore isolada, que ficava próxima a uma estância da localidade,
- acabou se tornando ponto de referência e local para descanso de carreteiros que passavam
- pela região.
- • Chuvisca: segundo a prefeitura, a origem do nome se deve a uma área no município em que
- ocorria uma garoa permanente. Localizado próximo a dois arroios, o fenômeno, que era
- popularmente chamado de “chuvisca”, é característico do município.
- • Palmitinho: os primeiros colonizadores da região plantaram seis palmeiras em frente ao
- primeiro oratório da cidade. A espécie plantada na praça era a de palmitos, o que deu origem
- ao nome do município.
(Disponível em: https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2023/04/25/nao-me-toque-anta-gorda-travesseiro-descubra-a-origem-dos-nomes-diferentes-de-cidades-do-rs.ghtml#formigueiro – texto adaptado especialmente para esta prova).
O par correto de sinônimos é:
Municípios gaúchos com nomes curiosos
Por Gustavo Chagas e Pedro Alt
- No Rio Grande do Sul, diversos municípios são conhecidos pelos nomes curiosos, como,
- por exemplo, Anta Gorda, Não-Me-Toque e Chuvisca. As origens desses nomes são bastante
- diferentes e curiosas, e abaixo apresentamos alguns deles.
- • Não-Me-Toque: existem duas hipóteses, uma delas é a presença de uma planta abundante na
- região, a “sucará”, chamada também de não-me-toques, justamente por causa dos espinhos.
- A outra possibilidade é a existência de uma fazenda batizada de Não-Me-Toque, registrada no
- cartório desde 1885.
- • Anta Gorda: a prefeitura diz que, quando o Vale do Taquari foi colonizado, uma anta de grandes
- proporções foi abatida por moradores no território do município. Admirados com o tamanho
- do animal, os desbravadores passaram a indicar o local como “lá onde mataram a anta gorda”.
- • Butiá: um pé de butiá, comum da região carbonífera, deu origem ao nome do município. De
- acordo com a prefeitura, uma árvore isolada, que ficava próxima a uma estância da localidade,
- acabou se tornando ponto de referência e local para descanso de carreteiros que passavam
- pela região.
- • Chuvisca: segundo a prefeitura, a origem do nome se deve a uma área no município em que
- ocorria uma garoa permanente. Localizado próximo a dois arroios, o fenômeno, que era
- popularmente chamado de “chuvisca”, é característico do município.
- • Palmitinho: os primeiros colonizadores da região plantaram seis palmeiras em frente ao
- primeiro oratório da cidade. A espécie plantada na praça era a de palmitos, o que deu origem
- ao nome do município.
(Disponível em: https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2023/04/25/nao-me-toque-anta-gorda-travesseiro-descubra-a-origem-dos-nomes-diferentes-de-cidades-do-rs.ghtml#formigueiro – texto adaptado especialmente para esta prova).
O objetivo principal do texto é:
Municípios gaúchos com nomes curiosos
Por Gustavo Chagas e Pedro Alt
- No Rio Grande do Sul, diversos municípios são conhecidos pelos nomes curiosos, como,
- por exemplo, Anta Gorda, Não-Me-Toque e Chuvisca. As origens desses nomes são bastante
- diferentes e curiosas, e abaixo apresentamos alguns deles.
- • Não-Me-Toque: existem duas hipóteses, uma delas é a presença de uma planta abundante na
- região, a “sucará”, chamada também de não-me-toques, justamente por causa dos espinhos.
- A outra possibilidade é a existência de uma fazenda batizada de Não-Me-Toque, registrada no
- cartório desde 1885.
- • Anta Gorda: a prefeitura diz que, quando o Vale do Taquari foi colonizado, uma anta de grandes
- proporções foi abatida por moradores no território do município. Admirados com o tamanho
- do animal, os desbravadores passaram a indicar o local como “lá onde mataram a anta gorda”.
- • Butiá: um pé de butiá, comum da região carbonífera, deu origem ao nome do município. De
- acordo com a prefeitura, uma árvore isolada, que ficava próxima a uma estância da localidade,
- acabou se tornando ponto de referência e local para descanso de carreteiros que passavam
- pela região.
- • Chuvisca: segundo a prefeitura, a origem do nome se deve a uma área no município em que
- ocorria uma garoa permanente. Localizado próximo a dois arroios, o fenômeno, que era
- popularmente chamado de “chuvisca”, é característico do município.
- • Palmitinho: os primeiros colonizadores da região plantaram seis palmeiras em frente ao
- primeiro oratório da cidade. A espécie plantada na praça era a de palmitos, o que deu origem
- ao nome do município.
(Disponível em: https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2023/04/25/nao-me-toque-anta-gorda-travesseiro-descubra-a-origem-dos-nomes-diferentes-de-cidades-do-rs.ghtml#formigueiro – texto adaptado especialmente para esta prova).
Segundo o texto, qual município tem nome de um fenômeno de garoa permanente?
Municípios gaúchos com nomes curiosos
Por Gustavo Chagas e Pedro Alt
- No Rio Grande do Sul, diversos municípios são conhecidos pelos nomes curiosos, como,
- por exemplo, Anta Gorda, Não-Me-Toque e Chuvisca. As origens desses nomes são bastante
- diferentes e curiosas, e abaixo apresentamos alguns deles.
- • Não-Me-Toque: existem duas hipóteses, uma delas é a presença de uma planta abundante na
- região, a “sucará”, chamada também de não-me-toques, justamente por causa dos espinhos.
- A outra possibilidade é a existência de uma fazenda batizada de Não-Me-Toque, registrada no
- cartório desde 1885.
- • Anta Gorda: a prefeitura diz que, quando o Vale do Taquari foi colonizado, uma anta de grandes
- proporções foi abatida por moradores no território do município. Admirados com o tamanho
- do animal, os desbravadores passaram a indicar o local como “lá onde mataram a anta gorda”.
- • Butiá: um pé de butiá, comum da região carbonífera, deu origem ao nome do município. De
- acordo com a prefeitura, uma árvore isolada, que ficava próxima a uma estância da localidade,
- acabou se tornando ponto de referência e local para descanso de carreteiros que passavam
- pela região.
- • Chuvisca: segundo a prefeitura, a origem do nome se deve a uma área no município em que
- ocorria uma garoa permanente. Localizado próximo a dois arroios, o fenômeno, que era
- popularmente chamado de “chuvisca”, é característico do município.
- • Palmitinho: os primeiros colonizadores da região plantaram seis palmeiras em frente ao
- primeiro oratório da cidade. A espécie plantada na praça era a de palmitos, o que deu origem
- ao nome do município.
(Disponível em: https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2023/04/25/nao-me-toque-anta-gorda-travesseiro-descubra-a-origem-dos-nomes-diferentes-de-cidades-do-rs.ghtml#formigueiro – texto adaptado especialmente para esta prova).
Segundo o texto, os municípios citados pertencem a qual localidade?
Pesquisa do Butantan traz esperança para o tratamento do Alzheimer

(Disponível em: https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/butantan-tratamento-alzheimer/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. No primeiro parágrafo, é mencionado o principal elemento causador da doença Alzheimer.
II. No terceiro parágrafo, é mencionada a origem da proteína modificada pelos pesquisadores do Butantan e da USF.
III. No quarto parágrafo, é mencionada a fala de uma das pesquisadoras responsáveis pelo estudo.
Quais estão corretas?
Vida sedentária pode ser combatida com simples atividades diárias
01 O sedentarismo – passar longas horas sentado, seja na frente da TV, no trabalho ou no
02 ______, representa um real perigo para a saúde. Essa prática é associada a diversos problemas,
03 como obesidade, doenças cardíacas e até a morte precoce. No entanto, um estudo recente vem
04 para trazer uma nova perspectiva a esse cenário.
05 Uma pesquisa realizada pela Universidade Ártica da Noruega revelou que é possível reduzir
06 significativamente o risco de morte prematura causada pelo sedentarismo ao praticar apenas 22
07 minutos de atividades físicas diárias. O estudo foi divulgado em outubro de 2023 no The British
08 Medical Journal.
09 Os pesquisadores noruegueses apontaram que tais atividades sequer precisam ser
10 realizadas inteiramente de uma vez ou em um espaço especializado como a academia. Basta
11 incorporá-las em nossa rotina, como subir ______ de escada ou limpar a varanda.
12 Edvard Sagelv, um dos autores do estudo, afirmou ao jornal britânico The Guardian que
13 “Se você fizer 22 minutos ou mais por dia, não haverá risco ______ por conta do tempo
14 sedentário. E, se praticar mais de 22 minutos por dia, haverá um risco geral menor de morte
15 prematura. Basicamente, quanto mais, melhor”.
16 Para a pesquisa, foram analisados dados de quatro estudos internacionais, envolvendo
17 informações de saúde de 12 mil adultos com 50 anos ou mais. Durante apro....imadamente cinco
18 anos, os participantes utilizaram relógios ou pulseiras de monitoramento de suas atividades
19 diárias.
20 O estudo considerou fatores como sexo, índice de massa corporal (IMC), escolaridade,
21 consumo de álcool, tabagismo, histórico de doenças cardíacas, câncer e diabetes. Durante o
22 período da pesquisa, 805 participantes faleceram, o que evidenciou que permanecer sentado por
23 mais de 12 horas ao dia aumenta o risco de mortalidade em 38%, exceto para aqueles que
24 praticam ao menos 22 minutos de atividade física diária.
25 Embora se trate de um estudo ob....ervacional, onde não se pode determinar causalidade,
26 os resultados confluem com outros estudos que exploram a relação entre atividade física, tempo
27 sedentário e morte. Portanto, essas descobertas são e....tremamente importantes para a saúde
28 pública, visto que estimulam uma rotina mais ativa, contribuindo para a prevenção de diversas
29 doenças e até mesmo da morte precoce.
(Disponível em: https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/vida-sedentaria-pode-ser-combatida-com-simples-atividades-diarias/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o estudo realizado pela Universidade Ártica da Noruega, assinale a alternativa que encontra respaldo no texto.
Vida sedentária pode ser combatida com simples atividades diárias
01 O sedentarismo – passar longas horas sentado, seja na frente da TV, no trabalho ou no
02 ______, representa um real perigo para a saúde. Essa prática é associada a diversos problemas,
03 como obesidade, doenças cardíacas e até a morte precoce. No entanto, um estudo recente vem
04 para trazer uma nova perspectiva a esse cenário.
05 Uma pesquisa realizada pela Universidade Ártica da Noruega revelou que é possível reduzir
06 significativamente o risco de morte prematura causada pelo sedentarismo ao praticar apenas 22
07 minutos de atividades físicas diárias. O estudo foi divulgado em outubro de 2023 no The British
08 Medical Journal.
09 Os pesquisadores noruegueses apontaram que tais atividades sequer precisam ser
10 realizadas inteiramente de uma vez ou em um espaço especializado como a academia. Basta
11 incorporá-las em nossa rotina, como subir ______ de escada ou limpar a varanda.
12 Edvard Sagelv, um dos autores do estudo, afirmou ao jornal britânico The Guardian que
13 “Se você fizer 22 minutos ou mais por dia, não haverá risco ______ por conta do tempo
14 sedentário. E, se praticar mais de 22 minutos por dia, haverá um risco geral menor de morte
15 prematura. Basicamente, quanto mais, melhor”.
16 Para a pesquisa, foram analisados dados de quatro estudos internacionais, envolvendo
17 informações de saúde de 12 mil adultos com 50 anos ou mais. Durante apro....imadamente cinco
18 anos, os participantes utilizaram relógios ou pulseiras de monitoramento de suas atividades
19 diárias.
20 O estudo considerou fatores como sexo, índice de massa corporal (IMC), escolaridade,
21 consumo de álcool, tabagismo, histórico de doenças cardíacas, câncer e diabetes. Durante o
22 período da pesquisa, 805 participantes faleceram, o que evidenciou que permanecer sentado por
23 mais de 12 horas ao dia aumenta o risco de mortalidade em 38%, exceto para aqueles que
24 praticam ao menos 22 minutos de atividade física diária.
25 Embora se trate de um estudo ob....ervacional, onde não se pode determinar causalidade,
26 os resultados confluem com outros estudos que exploram a relação entre atividade física, tempo
27 sedentário e morte. Portanto, essas descobertas são e....tremamente importantes para a saúde
28 pública, visto que estimulam uma rotina mais ativa, contribuindo para a prevenção de diversas
29 doenças e até mesmo da morte precoce.
(Disponível em: https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/vida-sedentaria-pode-ser-combatida-com-simples-atividades-diarias/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considere as assertivas abaixo sobre o texto:
I. O quarto parágrafo do texto apresenta uma fala de um dos autores do estudo realizado pela Universidade Ártica da Noruega.
II. O sexto parágrafo menciona um jornal britânico que falou sobre a temática da pesquisa em uma de suas publicações.
III. No último parágrafo, é reforçada a importância das descobertas da pesquisa para a saúde pública.
Quais estão corretas?