Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q2640226 Português

Em relação ao uso dos pronomes para substituir substantivos, analisar os itens abaixo:

I. Carla elabora questões, mas ela gosta mais é de dar aula.

II. Meu pai é muito querido, ela nunca se irrita.

III. Cachorros são muito leais, eles nunca decepcionam.

Está(ão) CORRETO(S):

Alternativas
Q2640147 Português

A circunstância de se ter iniciado a ação da Companhia em fins do Renascimento, quando os primeiros sintomas do Barroco já se faziam sentir, e de se desenvolverem, depois, os dois movimentos paralelamente, levou alguns críticos a pretenderem englobar, sob a denominação comum de “arte jesuítica”, todas as manifestações de arte religiosa dos séculos 17 e 18. Ora, as transformações por que passou a Arquitetura religiosa, juntamente com a civil, durante esse longo período, obedeceram a um processo evolutivo normal, de natureza, por assim dizer, fisiológica.


COSTA, Lúcio. A arquitetura dos jesuítas no Brasil. ARS. São Paulo, v. 8, 2010, p. 128, com adaptações.

O verbo sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo ao sentido original do texto, por

Alternativas
Q2640144 Português

Texto para responder às questões 5 e 6.

1 Em vista da proeminência dos jesuítas como

aristocracia intelectual e cultural da Colônia, e do

consequente interesse de seus monumentos, a destruição e

4 desfiguração em larga escala que os atingiu são uma perda

lastimável para o patrimônio brasileiro.

Contudo, em certos casos, foram preservadas plantas,

7 elevações e vistas de obras que depois se perderam ou foram

modificadas a ponto de ficarem irreconhecíveis. O Arquivo

Militar do Rio de Janeiro, em particular, conserva uma

10 coleção de desenhos setecentistas das construções dos

jesuítas no Brasil, feitos por engenheiros militares

portugueses, que foram exaustivamente estudados por

13 Robert C. Smith.

BURY, John. Arquitetura e Arte no Brasil Colonial. Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira (org.). Brasília, DF: IPHAN/MONUMENTA, 2006, p. 68, com adaptações.

O trecho sublinhado nas linhas 12 e 13 retoma, textualmente, a expressão

Alternativas
Q2640143 Português

Texto para responder às questões 5 e 6.

1 Em vista da proeminência dos jesuítas como

aristocracia intelectual e cultural da Colônia, e do

consequente interesse de seus monumentos, a destruição e

4 desfiguração em larga escala que os atingiu são uma perda

lastimável para o patrimônio brasileiro.

Contudo, em certos casos, foram preservadas plantas,

7 elevações e vistas de obras que depois se perderam ou foram

modificadas a ponto de ficarem irreconhecíveis. O Arquivo

Militar do Rio de Janeiro, em particular, conserva uma

10 coleção de desenhos setecentistas das construções dos

jesuítas no Brasil, feitos por engenheiros militares

portugueses, que foram exaustivamente estudados por

13 Robert C. Smith.

BURY, John. Arquitetura e Arte no Brasil Colonial. Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira (org.). Brasília, DF: IPHAN/MONUMENTA, 2006, p. 68, com adaptações.

A palavra “Contudo”, linha 6, sublinhada no texto pode ser substituída, sem prejuízo ao sentido original do texto, por

Alternativas
Q2640142 Português

A arquitetura de Muqui comprova a tese de Reis Filho da não existência, por parte do homem da época, de preferências de padrões estéticos estabelecidos, por isso a diversidade da Arquitetura produzida na época. O que pudemos observar no estudo das edificações é que, independentemente da tipologia da casa, seja ela térrea residencial, térrea mista ou sobrado, as mudanças na maneira de morar, no período de 1919 a 1970, foram muito pequenas.

HAUTEQUESTT FILHO, Genildo Coelho. Arquitetura urbana do café em Muqui-ES. Dissertação de mestrado defendida na Universidade Federal do Espírito Santo, 2011, com adaptações.

Assinale a alternativa que apresenta a reescrita do trecho sublinhado sem prejuízo ao sentido original e sem erro gramatical ou modificação do tempo verbal.

Alternativas
Q2640141 Português

Tipologias, materiais e técnicas construtivas da Arquitetura urbana do café, produzida em Muqui, sul do estado do Espírito Santo, entre os anos de 1918 (final da Primeira Guerra Mundial) e 1976 (após o Programa de Erradicação dos Cafeeiros Improdutivos) são objetos deste estudo. Em função de diversos determinantes históricos, o município teve boa parte de seu acervo arquitetônico urbano e rural preservado, sendo que, somente a partir do ano de 1998, foi iniciado um processo de gestão patrimonial local. Para a compreensão da Arquitetura, discutiremos a economia do café e seus reflexos na formação da cidade de Muqui, buscando compreender sua importância no contexto regional e nacional. A partir deste estudo, foi possível dividir a Arquitetura remanescente em quatro períodos distintos de evolução e, posteriormente, classificá-la de acordo com suas características tipológicas. A pesquisa tem como base o levantamento cadastral de 35 dos 45 imóveis estudados, aliado ao conhecimento prévio de todos os 272 imóveis de interesse de preservação remanescentes na cidade, atualmente tombada pelo Conselho Estadual de Cultura. A partir dela, foi possível classificar os materiais e as técnicas construtivas de forma descritiva e analítica, o que poderá contribuir para a melhoria no processo de gestão do patrimônio local.

HAUTEQUESTT FILHO, Genildo Coelho. Arquitetura urbana do café em Muqui-ES. Dissertação de mestrado defendida na Universidade Federal do Espírito Santo, 2011, com adaptações.

Quanto aos tipos e gêneros textuais, o texto apresentado é classificado como

Alternativas
Q2640128 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.


Benefícios da atividade física para quem tem deficiência


Passaram-se muitos dias depois de 3 de dezembro, data instituída pela ONU (Organizações das Nações Unidas) como Dia Internacional das Pessoas com Deficiência. Fato que não impede de citar a atividade física como boa solução ao público PcD (Pessoa com deficiência). Quem garante é a professora do curso de Educação Física do CEUB (Centro Universitário de Brasília) Hetty Lobo.

Questionada sobre qual atividade é ou não recomendada, Lobo admite que tudo varia de acordo com a necessidade da pessoa. E não deixou de citar quais são as modalidades que fazem sucesso entre o público paralímpico.

"Depende da patologia e do grau de comprometimento, considerando os diversos contextos em que a atividade física estabelece uma relação de interação social também, além do aspecto da saúde.

Como exemplos, podemos citar a ginástica artística, a dança, os jogos e os esportes realizados na terra e na água e suas devidas adaptações para maior conforto aos praticantes paralímpicos.

Podemos citar, também, as atividades do goalball, o atletismo e o futebol de cinco", explica Hetty Lobo com exclusividade para o Sport Life.

A docente do CEUB discorre que esse estímulo é vital para que uma pessoa portadora de necessidade especial possa desfrutar de uma vida saudável e que precisa haver a eliminação de obstáculos diários.

"No caso de pessoas com deficiência, em particular, o estímulo, a educação e o lazer ativo na infância e na adolescência são pressupostos para uma vida adulta com mais saúde e qualidade. Para que isso aconteça, a eliminação de barreiras de todas as naturezas e a criação de oportunidades de participação em igualdade de condições com as demais pessoas são necessárias", completa Hetty.


Benefícios da atividade física para quem tem deficiência (msn.com). Adaptado.


Segundo a Organização das Nações Unidas, ONU, o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência - PcD - é comemorado no dia 03 de dezembro, um bom momento para uma reflexão de como incluir tais pessoas na prática de atividade física.


De acordo com o enunciado e o texto fornecido, é correto afirmar que:

Alternativas
Q2640087 Português

Desse modo, Élio Vianna mostrou coerência com sua experiência pregressa e com sua vontade de atuar em prol da modernização cultural regional. Ele foi intransigente acerca da defesa de uma “arquitetura social em benefício da coletividade” e ao apresentar argumentos contra seus desafetos: o tradicionalismo e o conservadorismo.


MIRANDA, Clara Luiza. A arquitetura moderna brasileira: experiência e expectativa de modernização do Espírito Santo. Seminário Docomomo Brasil, v. 9, 2011. p, 7, com adaptações.


A palavra sublinhada no texto pode ser substituída, sem que haja prejuízo ao sentido original, por

Alternativas
Q2640081 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.


Benefícios da atividade física para quem tem deficiência


Passaram-se muitos dias depois de 3 de dezembro, data instituída pela ONU (Organizações das Nações Unidas) como Dia Internacional das Pessoas com Deficiência. Fato que não impede de citar a atividade física como boa solução ao público PcD (Pessoa com deficiência). Quem garante é a professora do curso de Educação Física do CEUB (Centro Universitário de Brasília) Hetty Lobo.

Questionada sobre qual atividade é ou não recomendada, Lobo admite que tudo varia de acordo com a necessidade da pessoa. E não deixou de citar quais são as modalidades que fazem sucesso entre o público paralímpico.

"Depende da patologia e do grau de comprometimento, considerando os diversos contextos em que a atividade física estabelece uma relação de interação social também, além do aspecto da saúde.

Como exemplos, podemos citar a ginástica artística, a dança, os jogos e os esportes realizados na terra e na água e suas devidas adaptações para maior conforto aos praticantes paralímpicos.

Podemos citar, também, as atividades do goalball, o atletismo e o futebol de cinco", explica Hetty Lobo com exclusividade para o Sport Life.

A docente do CEUB discorre que esse estímulo é vital para que uma pessoa portadora de necessidade especial possa desfrutar de uma vida saudável e que precisa haver a eliminação de obstáculos diários.

"No caso de pessoas com deficiência, em particular, o estímulo, a educação e o lazer ativo na infância e na adolescência são pressupostos para uma vida adulta com mais saúde e qualidade. Para que isso aconteça, a eliminação de barreiras de todas as naturezas e a criação de oportunidades de participação em igualdade de condições com as demais pessoas são necessárias", completa Hetty.


Benefícios da atividade física para quem tem deficiência (msn.com). Adaptado.


Ao ser questionada, Lobo admite que tudo varia de acordo com a necessidade da pessoa.

Assinale a opção CORRETA de acordo com a nova pontuação.

Alternativas
Q2639979 Português

O segundo tempo começou


Por Fernando Mantovani


  1. Se o ano passa rápido, o segundo semestre definitivamente voa. Por isso mesmo, esse é o
  2. momento ideal para que profissionais revejam os planos de carreira construídos para 2023,
  3. realizem os ajustes necessários e ________ em prática iniciativas dedicadas a acelerar sua
  4. evolução.
  5. Embalados pela Copa do Mundo Feminina, tal qual uma partida de futebol, é possível chegar
  6. a dezembro com bons motivos para comemorar. Isso depende, é claro, de muito esforço e foco
  7. na reta final. Como diz o ditado, não ____ terceiro tempo.
  8. Analisar o próprio desenvolvimento e agir no sentido de melhorá-lo é um grande desafio
  9. para qualquer profissional. Afinal, é muito mais fácil (e menos doloroso) enxergar os pontos
  10. positivos e negativos dos outros e dar bons conselhos do que investir em si mesmo, sem ter um
  11. chefe, cliente ou prazo para nos “empurrar” adiante.
  12. Para esse processo dar certo, o primeiro passo é ter um plano de carreira atualizado. No
  13. cenário ideal, esse documento foi feito no início do ano e será revisitado agora. É importante que
  14. ele contenha objetivos no curto, médio e longo prazo e a estratégia para alcançá-los. As
  15. informações do plano também devem ser apoiadas em uma reflexão sincera sobre a trajetória
  16. já realizada (experiência acadêmica e corporativa) e o perfil profissional (técnico, generalista,
  17. comunicativo, introvertido etc.).
  18. É necessário responder a algumas perguntas-chave antes de iniciar a atualização (ou
  19. elaboração, quem sabe) do seu plano de carreira. Uma delas é a clássica, porém não menos
  20. relevante, “aonde quero chegar?”, imaginando o tipo de empresa, cargo ou área desejada. Aqui,
  21. sonhar é válido; delirar, não tanto. Considero delírio almejar, por exemplo, uma ascensão a um
  22. nível hierárquico muito acima do atual em um curto prazo. A possibilidade de frustração é
  23. imensa.
  24. Outra questão básica é “como posso chegar lá?”. Essa resposta varia tanto quanto a
  25. criatividade e a disponibilidade de energia, bem como o tempo e a capacidade de investimento
  26. financeiro do profissional. Há muitas ações que contribuem para impulsionar o crescimento na
  27. carreira, tais como cursos de idioma, especializações, networking, mentoria, terapia, entre
  28. muitas outras. Até uma viagem ou hobby podem contribuir, a depender do objetivo de cada um.
  29. O principal é entender que iniciativas são relevantes para o propósito estabelecido. Se a
  30. rede de contatos profissionais e pessoais está bem nutrida, apostar em um curso pode ser mais
  31. interessante. Se o segundo idioma estiver em dia, um mentor talvez seja uma boa pedida. E
  32. assim por diante.
  33. Por fim, é fundamental identificar “quais recursos já tenho e quais preciso ter”. Aqui, me
  34. refiro às competências e às habilidades técnicas e socioemocionais. Essa resposta é o que fará o
  35. plano de carreira se tornar factível ou não. Simplesmente não é viável que alguém com inglês
  36. básico tenha como meta trabalhar em uma organização na Inglaterra ainda neste semestre.
  37. Entre o presente e o futuro, ____ degraus a serem galgados, e raramente se pula direto da base
  38. ao topo, lembre-se disso.


(Disponível em: exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/o-segundo-tempo-comecou – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 03, 07 e 37.

Alternativas
Q2639976 Português

O segundo tempo começou


Por Fernando Mantovani


  1. Se o ano passa rápido, o segundo semestre definitivamente voa. Por isso mesmo, esse é o
  2. momento ideal para que profissionais revejam os planos de carreira construídos para 2023,
  3. realizem os ajustes necessários e ________ em prática iniciativas dedicadas a acelerar sua
  4. evolução.
  5. Embalados pela Copa do Mundo Feminina, tal qual uma partida de futebol, é possível chegar
  6. a dezembro com bons motivos para comemorar. Isso depende, é claro, de muito esforço e foco
  7. na reta final. Como diz o ditado, não ____ terceiro tempo.
  8. Analisar o próprio desenvolvimento e agir no sentido de melhorá-lo é um grande desafio
  9. para qualquer profissional. Afinal, é muito mais fácil (e menos doloroso) enxergar os pontos
  10. positivos e negativos dos outros e dar bons conselhos do que investir em si mesmo, sem ter um
  11. chefe, cliente ou prazo para nos “empurrar” adiante.
  12. Para esse processo dar certo, o primeiro passo é ter um plano de carreira atualizado. No
  13. cenário ideal, esse documento foi feito no início do ano e será revisitado agora. É importante que
  14. ele contenha objetivos no curto, médio e longo prazo e a estratégia para alcançá-los. As
  15. informações do plano também devem ser apoiadas em uma reflexão sincera sobre a trajetória
  16. já realizada (experiência acadêmica e corporativa) e o perfil profissional (técnico, generalista,
  17. comunicativo, introvertido etc.).
  18. É necessário responder a algumas perguntas-chave antes de iniciar a atualização (ou
  19. elaboração, quem sabe) do seu plano de carreira. Uma delas é a clássica, porém não menos
  20. relevante, “aonde quero chegar?”, imaginando o tipo de empresa, cargo ou área desejada. Aqui,
  21. sonhar é válido; delirar, não tanto. Considero delírio almejar, por exemplo, uma ascensão a um
  22. nível hierárquico muito acima do atual em um curto prazo. A possibilidade de frustração é
  23. imensa.
  24. Outra questão básica é “como posso chegar lá?”. Essa resposta varia tanto quanto a
  25. criatividade e a disponibilidade de energia, bem como o tempo e a capacidade de investimento
  26. financeiro do profissional. Há muitas ações que contribuem para impulsionar o crescimento na
  27. carreira, tais como cursos de idioma, especializações, networking, mentoria, terapia, entre
  28. muitas outras. Até uma viagem ou hobby podem contribuir, a depender do objetivo de cada um.
  29. O principal é entender que iniciativas são relevantes para o propósito estabelecido. Se a
  30. rede de contatos profissionais e pessoais está bem nutrida, apostar em um curso pode ser mais
  31. interessante. Se o segundo idioma estiver em dia, um mentor talvez seja uma boa pedida. E
  32. assim por diante.
  33. Por fim, é fundamental identificar “quais recursos já tenho e quais preciso ter”. Aqui, me
  34. refiro às competências e às habilidades técnicas e socioemocionais. Essa resposta é o que fará o
  35. plano de carreira se tornar factível ou não. Simplesmente não é viável que alguém com inglês
  36. básico tenha como meta trabalhar em uma organização na Inglaterra ainda neste semestre.
  37. Entre o presente e o futuro, ____ degraus a serem galgados, e raramente se pula direto da base
  38. ao topo, lembre-se disso.


(Disponível em: exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/o-segundo-tempo-comecou – texto adaptado especialmente para esta prova).

No tocante aos recursos coesivos, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) O termo “lo”, localizado na expressão “melhorá-lo” (l. 08), refere-se ao desenvolvimento do profissional, mencionado anteriormente.

( ) O vocábulo “esse” (l. 01) faz referência à expressão “segundo semestre”, na mesma linha.

( ) A expressão “esse documento” (l. 13) faz referência ao termo “processo” (l. 12).

( ) O pronome “ele” (l. 14) se refere à expressão “plano de carreira” (l. 12).


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2639975 Português

O segundo tempo começou


Por Fernando Mantovani


  1. Se o ano passa rápido, o segundo semestre definitivamente voa. Por isso mesmo, esse é o
  2. momento ideal para que profissionais revejam os planos de carreira construídos para 2023,
  3. realizem os ajustes necessários e ________ em prática iniciativas dedicadas a acelerar sua
  4. evolução.
  5. Embalados pela Copa do Mundo Feminina, tal qual uma partida de futebol, é possível chegar
  6. a dezembro com bons motivos para comemorar. Isso depende, é claro, de muito esforço e foco
  7. na reta final. Como diz o ditado, não ____ terceiro tempo.
  8. Analisar o próprio desenvolvimento e agir no sentido de melhorá-lo é um grande desafio
  9. para qualquer profissional. Afinal, é muito mais fácil (e menos doloroso) enxergar os pontos
  10. positivos e negativos dos outros e dar bons conselhos do que investir em si mesmo, sem ter um
  11. chefe, cliente ou prazo para nos “empurrar” adiante.
  12. Para esse processo dar certo, o primeiro passo é ter um plano de carreira atualizado. No
  13. cenário ideal, esse documento foi feito no início do ano e será revisitado agora. É importante que
  14. ele contenha objetivos no curto, médio e longo prazo e a estratégia para alcançá-los. As
  15. informações do plano também devem ser apoiadas em uma reflexão sincera sobre a trajetória
  16. já realizada (experiência acadêmica e corporativa) e o perfil profissional (técnico, generalista,
  17. comunicativo, introvertido etc.).
  18. É necessário responder a algumas perguntas-chave antes de iniciar a atualização (ou
  19. elaboração, quem sabe) do seu plano de carreira. Uma delas é a clássica, porém não menos
  20. relevante, “aonde quero chegar?”, imaginando o tipo de empresa, cargo ou área desejada. Aqui,
  21. sonhar é válido; delirar, não tanto. Considero delírio almejar, por exemplo, uma ascensão a um
  22. nível hierárquico muito acima do atual em um curto prazo. A possibilidade de frustração é
  23. imensa.
  24. Outra questão básica é “como posso chegar lá?”. Essa resposta varia tanto quanto a
  25. criatividade e a disponibilidade de energia, bem como o tempo e a capacidade de investimento
  26. financeiro do profissional. Há muitas ações que contribuem para impulsionar o crescimento na
  27. carreira, tais como cursos de idioma, especializações, networking, mentoria, terapia, entre
  28. muitas outras. Até uma viagem ou hobby podem contribuir, a depender do objetivo de cada um.
  29. O principal é entender que iniciativas são relevantes para o propósito estabelecido. Se a
  30. rede de contatos profissionais e pessoais está bem nutrida, apostar em um curso pode ser mais
  31. interessante. Se o segundo idioma estiver em dia, um mentor talvez seja uma boa pedida. E
  32. assim por diante.
  33. Por fim, é fundamental identificar “quais recursos já tenho e quais preciso ter”. Aqui, me
  34. refiro às competências e às habilidades técnicas e socioemocionais. Essa resposta é o que fará o
  35. plano de carreira se tornar factível ou não. Simplesmente não é viável que alguém com inglês
  36. básico tenha como meta trabalhar em uma organização na Inglaterra ainda neste semestre.
  37. Entre o presente e o futuro, ____ degraus a serem galgados, e raramente se pula direto da base
  38. ao topo, lembre-se disso.


(Disponível em: exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/o-segundo-tempo-comecou – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “Embalados pela Copa do Mundo Feminina, tal qual uma partida de futebol, é possível chegar a dezembro com bons motivos para comemorar”, predomina a figura de linguagem denominada:

Alternativas
Q2639974 Português

O segundo tempo começou


Por Fernando Mantovani


  1. Se o ano passa rápido, o segundo semestre definitivamente voa. Por isso mesmo, esse é o
  2. momento ideal para que profissionais revejam os planos de carreira construídos para 2023,
  3. realizem os ajustes necessários e ________ em prática iniciativas dedicadas a acelerar sua
  4. evolução.
  5. Embalados pela Copa do Mundo Feminina, tal qual uma partida de futebol, é possível chegar
  6. a dezembro com bons motivos para comemorar. Isso depende, é claro, de muito esforço e foco
  7. na reta final. Como diz o ditado, não ____ terceiro tempo.
  8. Analisar o próprio desenvolvimento e agir no sentido de melhorá-lo é um grande desafio
  9. para qualquer profissional. Afinal, é muito mais fácil (e menos doloroso) enxergar os pontos
  10. positivos e negativos dos outros e dar bons conselhos do que investir em si mesmo, sem ter um
  11. chefe, cliente ou prazo para nos “empurrar” adiante.
  12. Para esse processo dar certo, o primeiro passo é ter um plano de carreira atualizado. No
  13. cenário ideal, esse documento foi feito no início do ano e será revisitado agora. É importante que
  14. ele contenha objetivos no curto, médio e longo prazo e a estratégia para alcançá-los. As
  15. informações do plano também devem ser apoiadas em uma reflexão sincera sobre a trajetória
  16. já realizada (experiência acadêmica e corporativa) e o perfil profissional (técnico, generalista,
  17. comunicativo, introvertido etc.).
  18. É necessário responder a algumas perguntas-chave antes de iniciar a atualização (ou
  19. elaboração, quem sabe) do seu plano de carreira. Uma delas é a clássica, porém não menos
  20. relevante, “aonde quero chegar?”, imaginando o tipo de empresa, cargo ou área desejada. Aqui,
  21. sonhar é válido; delirar, não tanto. Considero delírio almejar, por exemplo, uma ascensão a um
  22. nível hierárquico muito acima do atual em um curto prazo. A possibilidade de frustração é
  23. imensa.
  24. Outra questão básica é “como posso chegar lá?”. Essa resposta varia tanto quanto a
  25. criatividade e a disponibilidade de energia, bem como o tempo e a capacidade de investimento
  26. financeiro do profissional. Há muitas ações que contribuem para impulsionar o crescimento na
  27. carreira, tais como cursos de idioma, especializações, networking, mentoria, terapia, entre
  28. muitas outras. Até uma viagem ou hobby podem contribuir, a depender do objetivo de cada um.
  29. O principal é entender que iniciativas são relevantes para o propósito estabelecido. Se a
  30. rede de contatos profissionais e pessoais está bem nutrida, apostar em um curso pode ser mais
  31. interessante. Se o segundo idioma estiver em dia, um mentor talvez seja uma boa pedida. E
  32. assim por diante.
  33. Por fim, é fundamental identificar “quais recursos já tenho e quais preciso ter”. Aqui, me
  34. refiro às competências e às habilidades técnicas e socioemocionais. Essa resposta é o que fará o
  35. plano de carreira se tornar factível ou não. Simplesmente não é viável que alguém com inglês
  36. básico tenha como meta trabalhar em uma organização na Inglaterra ainda neste semestre.
  37. Entre o presente e o futuro, ____ degraus a serem galgados, e raramente se pula direto da base
  38. ao topo, lembre-se disso.


(Disponível em: exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/o-segundo-tempo-comecou – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem predominante no fragmento “Se o ano passa rápido, o segundo semestre definitivamente voa”.

Alternativas
Q2639973 Português

O segundo tempo começou


Por Fernando Mantovani


  1. Se o ano passa rápido, o segundo semestre definitivamente voa. Por isso mesmo, esse é o
  2. momento ideal para que profissionais revejam os planos de carreira construídos para 2023,
  3. realizem os ajustes necessários e ________ em prática iniciativas dedicadas a acelerar sua
  4. evolução.
  5. Embalados pela Copa do Mundo Feminina, tal qual uma partida de futebol, é possível chegar
  6. a dezembro com bons motivos para comemorar. Isso depende, é claro, de muito esforço e foco
  7. na reta final. Como diz o ditado, não ____ terceiro tempo.
  8. Analisar o próprio desenvolvimento e agir no sentido de melhorá-lo é um grande desafio
  9. para qualquer profissional. Afinal, é muito mais fácil (e menos doloroso) enxergar os pontos
  10. positivos e negativos dos outros e dar bons conselhos do que investir em si mesmo, sem ter um
  11. chefe, cliente ou prazo para nos “empurrar” adiante.
  12. Para esse processo dar certo, o primeiro passo é ter um plano de carreira atualizado. No
  13. cenário ideal, esse documento foi feito no início do ano e será revisitado agora. É importante que
  14. ele contenha objetivos no curto, médio e longo prazo e a estratégia para alcançá-los. As
  15. informações do plano também devem ser apoiadas em uma reflexão sincera sobre a trajetória
  16. já realizada (experiência acadêmica e corporativa) e o perfil profissional (técnico, generalista,
  17. comunicativo, introvertido etc.).
  18. É necessário responder a algumas perguntas-chave antes de iniciar a atualização (ou
  19. elaboração, quem sabe) do seu plano de carreira. Uma delas é a clássica, porém não menos
  20. relevante, “aonde quero chegar?”, imaginando o tipo de empresa, cargo ou área desejada. Aqui,
  21. sonhar é válido; delirar, não tanto. Considero delírio almejar, por exemplo, uma ascensão a um
  22. nível hierárquico muito acima do atual em um curto prazo. A possibilidade de frustração é
  23. imensa.
  24. Outra questão básica é “como posso chegar lá?”. Essa resposta varia tanto quanto a
  25. criatividade e a disponibilidade de energia, bem como o tempo e a capacidade de investimento
  26. financeiro do profissional. Há muitas ações que contribuem para impulsionar o crescimento na
  27. carreira, tais como cursos de idioma, especializações, networking, mentoria, terapia, entre
  28. muitas outras. Até uma viagem ou hobby podem contribuir, a depender do objetivo de cada um.
  29. O principal é entender que iniciativas são relevantes para o propósito estabelecido. Se a
  30. rede de contatos profissionais e pessoais está bem nutrida, apostar em um curso pode ser mais
  31. interessante. Se o segundo idioma estiver em dia, um mentor talvez seja uma boa pedida. E
  32. assim por diante.
  33. Por fim, é fundamental identificar “quais recursos já tenho e quais preciso ter”. Aqui, me
  34. refiro às competências e às habilidades técnicas e socioemocionais. Essa resposta é o que fará o
  35. plano de carreira se tornar factível ou não. Simplesmente não é viável que alguém com inglês
  36. básico tenha como meta trabalhar em uma organização na Inglaterra ainda neste semestre.
  37. Entre o presente e o futuro, ____ degraus a serem galgados, e raramente se pula direto da base
  38. ao topo, lembre-se disso.


(Disponível em: exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/o-segundo-tempo-comecou – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto no texto, analise as assertivas a seguir:


I. Existem apenas os perfis profissionais denominados generalista e introvertido.

II. As informações colocadas no plano de carreira necessitam ter base em uma reflexão verdadeira sobre a trajetória do profissional, como sua experiência acadêmica e corporativa.

III. O profissional não deve imaginar o tipo de empresa em que deseja trabalhar, pois isso representa apenas uma ilusão.

IV. Um dos itens que devem constar no plano de carreira é a estratégia para alcançar os objetivos almejados.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2639880 Português

Texto para as questões de 6 a 10.


1 ____ Sinais sutis, como, por exemplo, agressividade,

falta de apetite e isolamento social podem denunciar que

algo errado está ocorrendo na vida de uma criança ou de

4 um adolescente. É o que afirma a pedagoga Carol Cianni,

diretora de uma escola em Brasília.

O abuso sexual é uma das causas de

7 comportamentos como esses e o crescimento desse

tipo de crime no Brasil assusta. Só nos quatro primeiros

meses deste ano, 17,5 mil violações sexuais contra

10 crianças ou adolescentes foram registradas pelo Disque

100. Os dados são do Ministério dos Direitos Humanos e

da Cidadania e apontam um aumento de quase 70% em

13 relação ao mesmo período de 2022.

Nos quatro primeiros meses de 2023, foram

registradas, ao todo, 69,3 mil denúncias e 397 mil

16 violações de direitos humanos de crianças e adolescentes,

das quais 9,5 mil denúncias e 17,5 mil violações envolvem

violências sexuais físicas – abuso, estupro e exploração

19 sexual – e psíquicas.

A casa da vítima, do suspeito ou de familiares está

entre os piores cenários, com quase 14 mil violações. Ainda

22 nos quatro primeiros meses do ano, foram registradas

763 denúncias e 1,4 mil violações sexuais ocorridas na

Internet. Em todo o ambiente virtual, houve registros de

25 exploração sexual, com 316 denúncias e 319 violações;

estupro, com 375 denúncias e 378 violações; abuso sexual

físico, com 73 denúncias e 74 violações; e violência sexual

28 psíquica, com 480 denúncias e 631 violações.

Os dados foram consolidados pelo Ministério

dos Direitos Humanos e da Cidadania, por ocasião do

31 Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração

Sexual de Crianças e Adolescentes, em 18 de maio.


Internet: <agenciabrasil.ebc.com.br> (com adaptações).

Mantendo‑se o sentido original e a correção gramatical do texto, a locução verbal “foram registradas” (linhas 14 e 15) poderia ser substituída por

Alternativas
Q2639879 Português

Texto para as questões de 6 a 10.


1 ____ Sinais sutis, como, por exemplo, agressividade,

falta de apetite e isolamento social podem denunciar que

algo errado está ocorrendo na vida de uma criança ou de

4 um adolescente. É o que afirma a pedagoga Carol Cianni,

diretora de uma escola em Brasília.

O abuso sexual é uma das causas de

7 comportamentos como esses e o crescimento desse

tipo de crime no Brasil assusta. Só nos quatro primeiros

meses deste ano, 17,5 mil violações sexuais contra

10 crianças ou adolescentes foram registradas pelo Disque

100. Os dados são do Ministério dos Direitos Humanos e

da Cidadania e apontam um aumento de quase 70% em

13 relação ao mesmo período de 2022.

Nos quatro primeiros meses de 2023, foram

registradas, ao todo, 69,3 mil denúncias e 397 mil

16 violações de direitos humanos de crianças e adolescentes,

das quais 9,5 mil denúncias e 17,5 mil violações envolvem

violências sexuais físicas – abuso, estupro e exploração

19 sexual – e psíquicas.

A casa da vítima, do suspeito ou de familiares está

entre os piores cenários, com quase 14 mil violações. Ainda

22 nos quatro primeiros meses do ano, foram registradas

763 denúncias e 1,4 mil violações sexuais ocorridas na

Internet. Em todo o ambiente virtual, houve registros de

25 exploração sexual, com 316 denúncias e 319 violações;

estupro, com 375 denúncias e 378 violações; abuso sexual

físico, com 73 denúncias e 74 violações; e violência sexual

28 psíquica, com 480 denúncias e 631 violações.

Os dados foram consolidados pelo Ministério

dos Direitos Humanos e da Cidadania, por ocasião do

31 Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração

Sexual de Crianças e Adolescentes, em 18 de maio.


Internet: <agenciabrasil.ebc.com.br> (com adaptações).

Assinale a alternativa que apresenta uma proposta de reescrita que une o primeiro e o segundo períodos do segundo parágrafo do texto em um só, mantendo a correção gramatical e a coerência textual.

Alternativas
Q2639878 Português

Texto para as questões de 6 a 10.


1 ____ Sinais sutis, como, por exemplo, agressividade,

falta de apetite e isolamento social podem denunciar que

algo errado está ocorrendo na vida de uma criança ou de

4 um adolescente. É o que afirma a pedagoga Carol Cianni,

diretora de uma escola em Brasília.

O abuso sexual é uma das causas de

7 comportamentos como esses e o crescimento desse

tipo de crime no Brasil assusta. Só nos quatro primeiros

meses deste ano, 17,5 mil violações sexuais contra

10 crianças ou adolescentes foram registradas pelo Disque

100. Os dados são do Ministério dos Direitos Humanos e

da Cidadania e apontam um aumento de quase 70% em

13 relação ao mesmo período de 2022.

Nos quatro primeiros meses de 2023, foram

registradas, ao todo, 69,3 mil denúncias e 397 mil

16 violações de direitos humanos de crianças e adolescentes,

das quais 9,5 mil denúncias e 17,5 mil violações envolvem

violências sexuais físicas – abuso, estupro e exploração

19 sexual – e psíquicas.

A casa da vítima, do suspeito ou de familiares está

entre os piores cenários, com quase 14 mil violações. Ainda

22 nos quatro primeiros meses do ano, foram registradas

763 denúncias e 1,4 mil violações sexuais ocorridas na

Internet. Em todo o ambiente virtual, houve registros de

25 exploração sexual, com 316 denúncias e 319 violações;

estupro, com 375 denúncias e 378 violações; abuso sexual

físico, com 73 denúncias e 74 violações; e violência sexual

28 psíquica, com 480 denúncias e 631 violações.

Os dados foram consolidados pelo Ministério

dos Direitos Humanos e da Cidadania, por ocasião do

31 Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração

Sexual de Crianças e Adolescentes, em 18 de maio.


Internet: <agenciabrasil.ebc.com.br> (com adaptações).

De acordo com o texto, em relação ao número de ocorrências de abuso sexual,

Alternativas
Q2639877 Português

Texto para as questões de 6 a 10.


1 ____ Sinais sutis, como, por exemplo, agressividade,

falta de apetite e isolamento social podem denunciar que

algo errado está ocorrendo na vida de uma criança ou de

4 um adolescente. É o que afirma a pedagoga Carol Cianni,

diretora de uma escola em Brasília.

O abuso sexual é uma das causas de

7 comportamentos como esses e o crescimento desse

tipo de crime no Brasil assusta. Só nos quatro primeiros

meses deste ano, 17,5 mil violações sexuais contra

10 crianças ou adolescentes foram registradas pelo Disque

100. Os dados são do Ministério dos Direitos Humanos e

da Cidadania e apontam um aumento de quase 70% em

13 relação ao mesmo período de 2022.

Nos quatro primeiros meses de 2023, foram

registradas, ao todo, 69,3 mil denúncias e 397 mil

16 violações de direitos humanos de crianças e adolescentes,

das quais 9,5 mil denúncias e 17,5 mil violações envolvem

violências sexuais físicas – abuso, estupro e exploração

19 sexual – e psíquicas.

A casa da vítima, do suspeito ou de familiares está

entre os piores cenários, com quase 14 mil violações. Ainda

22 nos quatro primeiros meses do ano, foram registradas

763 denúncias e 1,4 mil violações sexuais ocorridas na

Internet. Em todo o ambiente virtual, houve registros de

25 exploração sexual, com 316 denúncias e 319 violações;

estupro, com 375 denúncias e 378 violações; abuso sexual

físico, com 73 denúncias e 74 violações; e violência sexual

28 psíquica, com 480 denúncias e 631 violações.

Os dados foram consolidados pelo Ministério

dos Direitos Humanos e da Cidadania, por ocasião do

31 Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração

Sexual de Crianças e Adolescentes, em 18 de maio.


Internet: <agenciabrasil.ebc.com.br> (com adaptações).

Conforme as ideias do texto, o abuso sexual

Alternativas
Q2639875 Português

Texto para as questões de 1 a 5.


1 ____ Todos conhecemos as propriedades alucinógenas das drogas psicodélicas, mas os medicamentos comuns podem

ser igualmente potentes. Do paracetamol a anti‑histamínicos, estatinas, medicamentos para asma e antidepressivos, existem

evidências de que eles podem nos tornar impulsivos, irritados ou inquietos, diminuir nossa empatia por estranhos e até

4 manipular aspectos fundamentais de nossas personalidades (como, por exemplo, o quão neuróticos somos).

A pesquisa sobre esses efeitos não poderia estar em um momento melhor. O mundo está passando por uma crise

de excesso de medicação, com os Estados Unidos comprando 49.000 toneladas de paracetamol por ano — o equivalente

7 a cerca de 298 comprimidos de paracetamol por pessoa — e o americano médio consumindo US$ 1.200 (R$ 5.000) em

medicamentos prescritos no mesmo período.

E, à medida que a população global envelhece, nossa sede de drogas está prestes a ficar ainda mais fora

10 de controle; no Reino Unido, uma em cada dez pessoas com mais de 65 anos de idade já toma oito medicamentos

por semana.

Beatrice Golomb, que lidera um grupo de pesquisa da Universidade da Califórnia, em San Diego, suspeitou que havia

13 uma conexão entre estatinas e mudanças de personalidade quase duas décadas atrás, depois de uma série de descobertas

misteriosas. Mas a descoberta mais perturbadora de Golomb não é o quão impactantes as drogas comuns podem ser sobre

quem somos — é a falta de interesse em descobrir esse impacto.

16 ___ Isso é algo que Dominik Mischkowski, um pesquisador da dor na Universidade de Ohio, também notou. “Existe

uma lacuna notável na pesquisa, na verdade, quando se trata dos efeitos dos medicamentos na personalidade e no

comportamento”, diz. “Sabemos muito sobre os efeitos fisiológicos desses medicamentos. Mas não entendemos como eles

19 influenciam o comportamento humano.”

A pesquisa de Mischkowski descobriu um efeito colateral surpreendente do paracetamol. Há muito tempo, os

cientistas sabem que a droga reduz a dor física ao diminuir a atividade em certas áreas do cérebro, como o córtex insular,

22 que desempenha um papel importante em nossas emoções. Acontece que essas áreas também estão envolvidas em nossa

experiência de dor social — e, curiosamente, o paracetamol pode nos fazer sentir melhor após uma rejeição.

Pesquisas recentes revelaram que o paracetamol reduz significativamente nossa capacidade de sentir empatia

25 positiva — um resultado com implicações em como a droga está moldando as relações sociais de milhões de pessoas todos

os dias. Embora o experimento não tenha olhado para a empatia negativa — que diz respeito a quando sentimos e nos

identificamos com a dor de outras pessoas —, Mischkowski suspeita que ela também seria mais difícil de ser sentida depois

28 de tomar o medicamento.

Tecnicamente, o paracetamol não está mudando nossa personalidade, porque os efeitos duram apenas algumas

horas e a minoria das pessoas o toma continuamente. Mas Mischkowski enfatiza que precisamos ser informados sobre as

31 maneiras como isso nos afeta, para que possamos usar nosso bom senso. “Assim como devemos estar cientes de que não

devemos dirigir se estivermos sob a influência de álcool, não devemos tomar paracetamol e nos colocarmos em uma situação

que exige que sejamos emocionalmente sensíveis — como em uma conversa séria com um parceiro ou colega de trabalho.”


Internet: <www.bbc.com> (com adaptações).

A correção gramatical e a coerência do trecho “suspeitou que havia uma conexão entre estatinas e mudanças de personalidade quase duas décadas atrás” (linhas 12 e 13) seriam mantidas caso ele fosse reescrito da seguinte forma:

Alternativas
Q2639874 Português

Texto para as questões de 1 a 5.


1 ____ Todos conhecemos as propriedades alucinógenas das drogas psicodélicas, mas os medicamentos comuns podem

ser igualmente potentes. Do paracetamol a anti‑histamínicos, estatinas, medicamentos para asma e antidepressivos, existem

evidências de que eles podem nos tornar impulsivos, irritados ou inquietos, diminuir nossa empatia por estranhos e até

4 manipular aspectos fundamentais de nossas personalidades (como, por exemplo, o quão neuróticos somos).

A pesquisa sobre esses efeitos não poderia estar em um momento melhor. O mundo está passando por uma crise

de excesso de medicação, com os Estados Unidos comprando 49.000 toneladas de paracetamol por ano — o equivalente

7 a cerca de 298 comprimidos de paracetamol por pessoa — e o americano médio consumindo US$ 1.200 (R$ 5.000) em

medicamentos prescritos no mesmo período.

E, à medida que a população global envelhece, nossa sede de drogas está prestes a ficar ainda mais fora

10 de controle; no Reino Unido, uma em cada dez pessoas com mais de 65 anos de idade já toma oito medicamentos

por semana.

Beatrice Golomb, que lidera um grupo de pesquisa da Universidade da Califórnia, em San Diego, suspeitou que havia

13 uma conexão entre estatinas e mudanças de personalidade quase duas décadas atrás, depois de uma série de descobertas

misteriosas. Mas a descoberta mais perturbadora de Golomb não é o quão impactantes as drogas comuns podem ser sobre

quem somos — é a falta de interesse em descobrir esse impacto.

16 ___ Isso é algo que Dominik Mischkowski, um pesquisador da dor na Universidade de Ohio, também notou. “Existe

uma lacuna notável na pesquisa, na verdade, quando se trata dos efeitos dos medicamentos na personalidade e no

comportamento”, diz. “Sabemos muito sobre os efeitos fisiológicos desses medicamentos. Mas não entendemos como eles

19 influenciam o comportamento humano.”

A pesquisa de Mischkowski descobriu um efeito colateral surpreendente do paracetamol. Há muito tempo, os

cientistas sabem que a droga reduz a dor física ao diminuir a atividade em certas áreas do cérebro, como o córtex insular,

22 que desempenha um papel importante em nossas emoções. Acontece que essas áreas também estão envolvidas em nossa

experiência de dor social — e, curiosamente, o paracetamol pode nos fazer sentir melhor após uma rejeição.

Pesquisas recentes revelaram que o paracetamol reduz significativamente nossa capacidade de sentir empatia

25 positiva — um resultado com implicações em como a droga está moldando as relações sociais de milhões de pessoas todos

os dias. Embora o experimento não tenha olhado para a empatia negativa — que diz respeito a quando sentimos e nos

identificamos com a dor de outras pessoas —, Mischkowski suspeita que ela também seria mais difícil de ser sentida depois

28 de tomar o medicamento.

Tecnicamente, o paracetamol não está mudando nossa personalidade, porque os efeitos duram apenas algumas

horas e a minoria das pessoas o toma continuamente. Mas Mischkowski enfatiza que precisamos ser informados sobre as

31 maneiras como isso nos afeta, para que possamos usar nosso bom senso. “Assim como devemos estar cientes de que não

devemos dirigir se estivermos sob a influência de álcool, não devemos tomar paracetamol e nos colocarmos em uma situação

que exige que sejamos emocionalmente sensíveis — como em uma conversa séria com um parceiro ou colega de trabalho.”


Internet: <www.bbc.com> (com adaptações).

A expressão “à medida que” (linha 9) poderia ser substituída no texto, mantendo‑se seu sentido original e sua correção gramatical, por

Alternativas
Respostas
28801: C
28802: D
28803: C
28804: A
28805: D
28806: A
28807: C
28808: B
28809: D
28810: E
28811: A
28812: A
28813: D
28814: E
28815: E
28816: B
28817: A
28818: C
28819: A
28820: B