Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 98.156 questões

Q2377961 Português
A questão se refere ao texto abaixo:


A MERITOCRACIA É UMA ARMADILHA


           Em suas origens, a meritocracia fez sentido: com ela se lançava por terra o sistema aristocrático que dominou a maior parte da histó ria da humanidade, com privilégios herdados de geração em geração. Agora ela perpetua mitos e a desigualdade


                É possı́vel que se você chegou a certa posição socioeconômica, conseguiu reconhecimento social, um bom salário e um patrimônio considerável, o que conhecemos como sucesso, pense que foi exclusivamente por seus próprios méritos. Más notı́cias: também é muito possı́vel que não tenha sido assim. No percurso vital de cada um o esforço conta, como é natural, mas o esforço sozinho é mais um fator onde também é preciso considerar outros que escapam ao nosso controle e vontade: o berço, a sorte e o talento. A vida é uma loteria, já cantava Marisol, e também tem muito de herança e de contatos.

       Um sistema em que cada um consiga aquilo que merece graças ao trabalho duro se chama meritocracia. Soa bem, e muitas vezes nos dizem que vivemos em uma, e que, pelo menos, isso seria desejável. Mas vários especialistas consultados para esta reportagem alertam: a meritocracia não existe em nossas sociedades e não está claro que sua existência nos trará virtude. Nas últimas décadas a brecha entre os vencedores e os perdedores aumentou, gerando sociedades mais polarizadas e desiguais em rendimentos e riqueza. A conceitualização do sucesso também mudou: “Os que chegaram no topo acreditam que seu sucesso é obra sua, evidência de seu mérito superior, e que os que ficam para trás merecem seu destino da mesma forma”, diz o filósofo da Universidade Harvard Michael Sandel, prêmio Princesa de Astúrias de Ciências Sociais 2018 e autor do livro A Tirania do Mérito (Editora Civilização Braisleira, 2020). A realidade é que as coisas não são tão simples e a igualdade de oportunidades não existe. “Desde o começo do século se detecta um funcionamento pior de nosso elevador social”, diz o relató rio Espanha 2050 elaborado pelo Governo de Pedro Sánchez. “Na Espanha, nascer em famı́lias de baixa renda condiciona as oportunidades de educação e desenvolvimento profissional em maior medida do que em outros paı́ses europeus”. 

        “O talento e o esforço produzem pouco na ausência de um entorno social bem desenvolvido”, diz o economista da Universidade Cornell Robert H. Frank, autor do livro Success and Luck: Good Fortune and the Myth of Meritocracy (Sucesso e sorte: Boa Fortuna e o Mito da Meritocracia), que também aponta um dos feitos perniciosos da meritocracia: “As pessoas que minimizam a contribuição ao seu sucesso de um entorno propı́cio estão menos dispostas a apoiar os investimento públicos necessários para manter esse entorno”. Nesse sentido, a meritocracia pode corroer as polı́ticas sociais, o Estado de bem-estar, idealizados, justamente, para equilibrar o terreno social e diminuir as desigualdades. O imposto de sucessão, outra forma de reequilibrar a sociedade limando as heranças, é frequentemente ridicularizado (às vezes, por defensores habituais da meritocracia). Se legitimamos uma sociedade onde os poucos que ganham levam tudo, se isso parece justo e natural, se deslegitima a redistribuição da riqueza e a justiça social. “A ideia de meritocracia é utilizada para que um sistema social profundamente desigual pareça justo quando não o é”, diz a soció loga da Universidade de Londres Jo Littler, autora de Against Meritocracy: Culture, Power and Myths of Mobility (Contra a meritocracia: cultura, poder e mitos da mobilidade).

           Mas ainda que a meritocracia existisse, talvez não fosse desejável: “É corrosiva ao bem comum”, diz o filósofo Michael Sandel, “oferece a todos a oportunidade de subir pela escada do sucesso sem notar que os degraus da escadaria podem estar cada vez mais separados. E assume que a sociedade é uma corrida com vencedores e perdedores”. Segundo o filósofo, essa forma de pensar cria elites arrogantes e classes populares humilhadas e ressentidas, a quem disseram que não são suficientemente boas. Por isso, segundo Sandel, fenômenos de reação contra as elites como o populismo de Trump e o Brexit. Porque esse é o reverso tenebroso da meritocracia: se você não fez sucesso você não tem valor, é tudo culpa sua. 

         O que fazer? A desigualdade, que encontra justificativa nas ideias meritocráticas é, junto com a mudança climática, uma das maiores ameaças à estabilidade do sistema, como dizem muitas vozes até mesmo do próprio coração do capitalismo: leva à polarização social, ao auge dos totalitarismos e ao descrédito popular das democracias liberais. Mas “o cı́rculo vicioso que inflou a crescente desigualdade meritocrática pode ser substituı́do por um cı́rculo virtuoso que assegure a igualdade democrática para todos”, diz Markovits. Para minimizar essa desigualdade é fundamental conseguir uma educação pública eficiente que chegue a todas as camadas da sociedade, assim como a diminuição do desemprego e o desaparecimento dos empregos precários, em uma época em que a aceleração tecnológica complica o mercado de trabalho, ao mesmo tempo em que são propostas rendas básicas para manter a coesão social. Uma ideia que ganha cada vez mais força (por exemplo, nas ideias do presidente norte-americano Joe Biden): “A melhor resposta polı́tica à desigualdade produzida pela sorte é conseguir um maior investimento público, taxando mais os ricos”, conclui o economista Robert H. Frank.

(Adaptado. Autor: Sergio C. Fanjul. Publicado em 18/07/2019.
DisponÍvel em https://brasil.elpais.com/economia/2021-07-18/a-meritocracia-e-uma-armadilha.html)
Quanto ao texto acima, assinale a alternativa que aponta ideias que coadunam com a opinião do autor do texto:  
Alternativas
Q2377761 Português
Texto 1- O que nos mantém vivos?

(por Ricardo Viveiros)


“Mais um ano se inicia na vida de todos nós. Ficamos ‘bonzinhos’ na época de Natal, fizemos promessas de mudanças para 2024 e seguimos enfrentando novos e velhos problemas. É verdade que em termos de Brasil estamos evoluindo em diversos aspectos no esforço concentrado para reparar danos do passado.
Ao olhar com atenção além de nós, para o mundo como um todo, surge uma pergunta: o que nos mantém vivos? A fé, a esperança em dias melhores para muitas pessoas. Ter saúde, responderão outras. Várias dirão que os seus compromissos familiares, os que amam e delas dependem. Algumas afirmarão que é ter sonhos. Tudo isso é verdadeiro.
Para nos mantermos vivos há, entretanto, outras necessidades que passam pela paz, meio ambiente, segurança alimentar, cultura, educação e, claro, o equilíbrio econômico com crescimento sustentável.
Respeito é essencial. Soberania, independência, liberdade, democracia e direitos humanos. Nesse âmbito está a Política – desde que assim, com maiúscula.
Temos visto tantos desentendimentos, incompreensões, projetos pessoais em vez de coletivos, corrupção, violência. Tudo nos faz correr o risco do mal maior: a desesperança. (...)”


(Texto modificado especificamente para este concurso. O texto original foi retirado da Folha de São Paulo, 02-01-24) 
Analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) O texto 1 tem como único enfoque o nosso comportamento na época do Natal.
( ) Sobre o Brasil, o texto afirma que nosso país está evoluindo com a finalidade de se recuperar de danos já transcorridos.
( ) Paz, meio ambiente, segurança alimentar, cultura, educação e equilíbrio econômico com crescimento sustentável são algumas necessidades para a manutenção de nossa existência.
( ) Há um consenso sobre o que nos mantém vivos: apenas a fé.
( ) Ao escrever ‘Política’ com letra inicial maiúscula, o autor expõe soberania, independência, liberdade, democracia e direitos humanos como elementos execráveis ao nosso país.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo. 
Alternativas
Q2377323 Português
QUANDO VOCÊ PASSA


Esse turu, turu, turu aqui dentro
Que faz turu, turu, quando você passa
Meu olhar decora cada movimento
Até seu sorriso me deixa sem graça

Se eu pudesse te prender
Dominar seus sentimentos
Controlar seus passos
Ler sua agenda e pensamento
Mas meu frágil coração
Acelera o batimento
E faz turu, turu, turu, turu, turu, turu, tu

Se esse turu tatuado no meu peito
Gruda e o turu, turu, turu, não tem jeito
Deixa sua marca no meu dia a dia
Nesse misto de prazer e agonia

Nem estou dormindo mais
Já não saio com os amigos
Sinto falta dessa paz
Que encontrei no seu sorriso
Qualquer coisa entre nós
Vem crescendo pouco a pouco
E já não nos deixa sós
Isso vai nos deixar loucos

(...)

Disponível em: https://www.letras.mus.br/sandy-e-junior-musicas/107516/
Considerando que se trata de uma letra de música, com métrica e rimas, assinale a alternativa que apresenta a função de linguagem predominante no texto:
Alternativas
Q2377321 Português
QUANDO VOCÊ PASSA


Esse turu, turu, turu aqui dentro
Que faz turu, turu, quando você passa
Meu olhar decora cada movimento
Até seu sorriso me deixa sem graça

Se eu pudesse te prender
Dominar seus sentimentos
Controlar seus passos
Ler sua agenda e pensamento
Mas meu frágil coração
Acelera o batimento
E faz turu, turu, turu, turu, turu, turu, tu

Se esse turu tatuado no meu peito
Gruda e o turu, turu, turu, não tem jeito
Deixa sua marca no meu dia a dia
Nesse misto de prazer e agonia

Nem estou dormindo mais
Já não saio com os amigos
Sinto falta dessa paz
Que encontrei no seu sorriso
Qualquer coisa entre nós
Vem crescendo pouco a pouco
E já não nos deixa sós
Isso vai nos deixar loucos

(...)

Disponível em: https://www.letras.mus.br/sandy-e-junior-musicas/107516/
Dado o excerto:
“Deixa sua marca no meu dia a dia Nesse misto de prazer e agonia (...)”
Assinale a figura de linguagem reconhecível no fragmento:
Alternativas
Q2377320 Português
QUANDO VOCÊ PASSA


Esse turu, turu, turu aqui dentro
Que faz turu, turu, quando você passa
Meu olhar decora cada movimento
Até seu sorriso me deixa sem graça

Se eu pudesse te prender
Dominar seus sentimentos
Controlar seus passos
Ler sua agenda e pensamento
Mas meu frágil coração
Acelera o batimento
E faz turu, turu, turu, turu, turu, turu, tu

Se esse turu tatuado no meu peito
Gruda e o turu, turu, turu, não tem jeito
Deixa sua marca no meu dia a dia
Nesse misto de prazer e agonia

Nem estou dormindo mais
Já não saio com os amigos
Sinto falta dessa paz
Que encontrei no seu sorriso
Qualquer coisa entre nós
Vem crescendo pouco a pouco
E já não nos deixa sós
Isso vai nos deixar loucos

(...)

Disponível em: https://www.letras.mus.br/sandy-e-junior-musicas/107516/

Dado o excerto:


“Esse turu, turu, turu aqui dentro Que faz turu, turu, quando você passa (...)”


Assinale a figura de linguagem reconhecível no fragmento:

Alternativas
Q2377317 Português
SUSPENSE


      Às vezes a gente se depara com situações difíceis de acreditar, dignas de filmes de suspense, mas que ocorrem no dia a dia de gente simples, aqui bem perto de nós.

      Um trabalhador de uma cidade vizinha aqui do principado viveu um fato no mínimo estranho na última semana. O sujeito, muito religioso, vivia contando aos amigos histórias que ouvia a respeito de espíritos que tomavam o corpo de pessoas, manifestando-se nelas. Ele trabalhava de guarda-noturno e vivia contando essas histórias a alguns colegas de profissão. Alguns acreditavam, mas a maioria zombava dele.

       Na rotina do trabalhador, todas as manhãs, quando chegava em casa, tomava banho e ia até o quarto das filhas, dar-lhes um beijo. Numa manhã chuvosa de inverno, chegou em casa e, como de costume, tomou banho. Logo após, entrou no quarto e viu a filha, já acordada, encolhida sobre a cama, com expressão de medo nos olhos. Perguntou-lhe o que houve e ela, tremendo, disse:

     - Pai, tem uma menina, idêntica a mim, com o mesmo cabelo, os mesmos olhos azuis, escondida dentro do guarda-roupas!

     O pai acalmou a filha, disse que ela podia ter tido um pesadelo, cobriu ela novamente e ia saindo, mas a menina insistiu na história. Então o pai abriu o guarda-roupas e, para sua surpresa, estava lá a menina igual a sua filha. Ele então perguntou:

       - O que você faz aí dentro desse armário?

       A menina, com olhar fixo, cabelos desarrumados e voz grave, respondeu:

       - Ali naquela cama está uma menina igual a mim...

      O pai, então, com o olhar assustado, deu uma bronca nas gêmeas, mandou que se arrumassem para a escola e que parassem com essas brincadeiras idiotas de manhã cedo.


LINHARES, Ramires Sartor. Bom dia, boa tarde, boa noite, conforme a ocasião. Tubarão: Ilivroyou, 2022.
Dado o excerto:

“Alguns acreditavam, mas a maioria zombava dele.”

Assinale a alternativa que substitui a palavra em destaque sem alterar o sentido da oração: 
Alternativas
Q2377316 Português
SUSPENSE


      Às vezes a gente se depara com situações difíceis de acreditar, dignas de filmes de suspense, mas que ocorrem no dia a dia de gente simples, aqui bem perto de nós.

      Um trabalhador de uma cidade vizinha aqui do principado viveu um fato no mínimo estranho na última semana. O sujeito, muito religioso, vivia contando aos amigos histórias que ouvia a respeito de espíritos que tomavam o corpo de pessoas, manifestando-se nelas. Ele trabalhava de guarda-noturno e vivia contando essas histórias a alguns colegas de profissão. Alguns acreditavam, mas a maioria zombava dele.

       Na rotina do trabalhador, todas as manhãs, quando chegava em casa, tomava banho e ia até o quarto das filhas, dar-lhes um beijo. Numa manhã chuvosa de inverno, chegou em casa e, como de costume, tomou banho. Logo após, entrou no quarto e viu a filha, já acordada, encolhida sobre a cama, com expressão de medo nos olhos. Perguntou-lhe o que houve e ela, tremendo, disse:

     - Pai, tem uma menina, idêntica a mim, com o mesmo cabelo, os mesmos olhos azuis, escondida dentro do guarda-roupas!

     O pai acalmou a filha, disse que ela podia ter tido um pesadelo, cobriu ela novamente e ia saindo, mas a menina insistiu na história. Então o pai abriu o guarda-roupas e, para sua surpresa, estava lá a menina igual a sua filha. Ele então perguntou:

       - O que você faz aí dentro desse armário?

       A menina, com olhar fixo, cabelos desarrumados e voz grave, respondeu:

       - Ali naquela cama está uma menina igual a mim...

      O pai, então, com o olhar assustado, deu uma bronca nas gêmeas, mandou que se arrumassem para a escola e que parassem com essas brincadeiras idiotas de manhã cedo.


LINHARES, Ramires Sartor. Bom dia, boa tarde, boa noite, conforme a ocasião. Tubarão: Ilivroyou, 2022.
O desfecho da história pode ser considerado inusitado, uma vez que:
Alternativas
Q2377080 Português
A coisa mais árdua do mundo, depois do ofício de governar, seria dizer a idade exata de D. Benedita. Uns davam-lhe quarenta anos, outros quarenta e cinco, alguns trinta e seis. Um corretor de fundos descia aos vinte e nove; mas esta opinião, eivada de intenções ocultas, carecia daquele cunho de sinceridade que todos gostamos de achar nos conceitos humanos. Nem eu a cito, senão para dizer, desde logo, que D. Benedita foi sempre um padrão de bons costumes. A astúcia do corretor não fez mais do que indigná-la, embora, momentaneamente; digo momentaneamente. Quanto às outras conjeturas, oscilando entre os trinta e seis e os quarenta e cinco, não desdiziam das feições de D. Benedita, que eram maduramente graves e juvenilmente graciosas. Mas, se alguma coisa admira é que houvesse suposições neste negócio, quando bastava interrogá-la para saber a verdade verdadeira.


ASSIS, Machado de. Dona Benedita. Obra Completa. Vol. II. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994.


Considerando a classificação morfológica dos termos, a relação mantida entre as palavras em destaque no texto pode ser percebida também em: 

Alternativas
Q2377077 Português
INSTRUÇÃO: Leia o fragmento de um texto para responder à questão.



Empresa brasileira recolhe plástico dos oceanos
para fabricação de calçados



Uma fabricante de tênis brasileira usa apenas materiais recicláveis para a produção dos calçados. Além de cana-de-açúcar, utilizada na sola dos sapatos, a empresa recicla garrafas PET e demais plásticos retirados do oceano.


A Denovo retira o etanol da cana-de-açúcar e transforma a substância em EVA Verde. Assim, traz uma alternativa ecologicamente correta e substitui o tradicional solado derivado do petróleo.


Em relação ao Polietileno Tereftalato (PET), plástico encontrado na fabricação de embalagens e garrafas, a Denovo estima que há pelo menos 8,8 milhões de toneladas de plástico sendo despejadas nos oceanos todos os anos. Por isso, a empresa faz o recolhimento do material para reciclagem e reutilização nos calçados.


Segundo a marca, para a fabricação de cada par de tênis da linha REPET são necessárias quatro garrafas PET de dois litros. Além disso, segundo a empresa, para a produção o consumo de energia cai em 72%, a emissão de carbono diminui em 76%. Além disso, são gerados cerca de 250 mil empregos diretos na cadeia da coleta seletiva no Brasil.



BERNARDI, Leandro. Empresa brasileira recolhe plástico dos oceanos para fabricação de calçados. R7. Disponível em: https://www.tudojaexiste.com.br/ empresa-brasileira-recolhe-plastico-dos-oceanos-para-fabricacao-de-calcados/?utm_source=rss&utm_ medium=rss&utm_campaign=empresa-brasileira-recolhe-plastico-dos-oceanos-para-fabricacao-de-calcados. Acesso em: 26 set. 2023.
De acordo com as informações apresentadas, a empresa Denovo tem como objetivo
Alternativas
Q2377076 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Seca na Amazônia pode bater recorde e se
estender até janeiro; situação de rios
estratégicos é crítica



A seca severa que atinge a Amazônia neste ano pode bater recorde e se estender até o mês de janeiro, segundo previsão do Centro de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), ligado ao governo federal. A situação de diversos rios estratégicos para a região é crítica, com vazões (volumes) abaixo da média histórica.


Diante desse cenário, o número de municípios afetados pela estiagem deve aumentar até o final do ano, impactando a navegação e o acesso à água, intensificando as queimadas e contribuindo com perdas na produção agrícola familiar.


Só no Amazonas, o governo local estima que a população atingida chegue a 500 mil pessoas em outubro. Manaus e Rio Branco decretaram estado de emergência. 



GARCIA, Mariana; CALGARO, Fernanda. Seca na Amazônia pode bater recorde e se estender até janeiro;  situação de rios estratégicos é crítica. Portal G1. Disponível em: https://acesse. one/vS8cN. Acesso em: 30
set. 2023. [Fragmento] 
Considerando a linguagem empregada no texto e seu objetivo, é correto afirmar:
Alternativas
Q2377074 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Seca na Amazônia pode bater recorde e se
estender até janeiro; situação de rios
estratégicos é crítica



A seca severa que atinge a Amazônia neste ano pode bater recorde e se estender até o mês de janeiro, segundo previsão do Centro de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), ligado ao governo federal. A situação de diversos rios estratégicos para a região é crítica, com vazões (volumes) abaixo da média histórica.


Diante desse cenário, o número de municípios afetados pela estiagem deve aumentar até o final do ano, impactando a navegação e o acesso à água, intensificando as queimadas e contribuindo com perdas na produção agrícola familiar.


Só no Amazonas, o governo local estima que a população atingida chegue a 500 mil pessoas em outubro. Manaus e Rio Branco decretaram estado de emergência. 



GARCIA, Mariana; CALGARO, Fernanda. Seca na Amazônia pode bater recorde e se estender até janeiro;  situação de rios estratégicos é crítica. Portal G1. Disponível em: https://acesse. one/vS8cN. Acesso em: 30
set. 2023. [Fragmento] 
Uma característica do gênero textual a que esse texto pertence é a
Alternativas
Q2377072 Português
INSTRUÇÃO: Leia o fragmento de um artigo de opinião para responder à questão.


Sustentabilidade e consciência: uma construção que começa na escola


Sustentabilidade. Não é incomum que esta palavra cruze o cotidiano das pessoas ao menos uma ou duas vezes por semana, seja em notícias da imprensa, nas reuniões profissionais ou em documentários. No entanto, consumir informações sobre este tema não está necessariamente atrelado ao ato de tomar a consciência da sua essencialidade. Partimos do pressuposto de que uma parte significativa das pessoas compreendem, por exemplo, a importância de evitar o consumo dos plásticos de uso único (aqueles utilizados e descartados imediatamente), no entanto repetem o uso em seus cotidianos, através de garrafas, embalagens de delivery etc. E é neste ponto que na função da escola se faz cada vez mais urgente a necessidade de inserir no currículo obrigatório práticas sustentáveis e reflexões sobre como as atitudes individuais podem impactar e definir o futuro da vida no Planeta Terra.


PASCHOAL, Carolina. Sustentabilidade e consciência: uma construção que começa na escola.
Gazeta do Povo, 26 set. 2023. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/sustentabilidade-e-consciencia-uma-construcao-que-
comeca-na-escola/. Acesso em: 26 set. 2023. [Fragmento]
Em seu artigo, a autora aponta que um dos problemas relacionados ao tema da sustentabilidade é a
Alternativas
Q2377069 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir, fragmento de um conto de Clarice Lispector, para responder à questão.


O búfalo


Mas era primavera. Até o leão lambeu a testa glabra da leoa. Os dois animais louros. A mulher desviou os olhos da jaula, onde só o cheiro quente lembrava a carnificina que ela viera buscar no Jardim Zoológico. Depois o leão passeou enjubado e tranquilo, e a leoa lentamente reconstituiu sobre as patas estendidas a cabeça de uma esfinge. “Mas isso é amor, é amor de novo”, revoltou-se a mulher tentando encontrar-se com o próprio ódio mas era primavera e dois leões se tinham amado. Com os punhos nos bolsos do casaco, olhou em torno de si, rodeada pelas jaulas, enjaulada pelas jaulas fechadas.


LISPECTOR, Clarice. O búfalo. Disponível em: https://
contobrasileiro.com.br/o-bufalo-conto-de-clarice-lispector/.
Acesso em: 23 set. 2023. [Fragmento]
Releia o trecho a seguir.

“Até o leão lambeu a testa glabra da leoa.”

No contexto apresentado, se o termo em destaque fosse substituído por outra palavra de sentido equivalente, a frase poderia ser reescrita como:
Alternativas
Q2377068 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir, fragmento de um conto de Clarice Lispector, para responder à questão.


O búfalo


Mas era primavera. Até o leão lambeu a testa glabra da leoa. Os dois animais louros. A mulher desviou os olhos da jaula, onde só o cheiro quente lembrava a carnificina que ela viera buscar no Jardim Zoológico. Depois o leão passeou enjubado e tranquilo, e a leoa lentamente reconstituiu sobre as patas estendidas a cabeça de uma esfinge. “Mas isso é amor, é amor de novo”, revoltou-se a mulher tentando encontrar-se com o próprio ódio mas era primavera e dois leões se tinham amado. Com os punhos nos bolsos do casaco, olhou em torno de si, rodeada pelas jaulas, enjaulada pelas jaulas fechadas.


LISPECTOR, Clarice. O búfalo. Disponível em: https://
contobrasileiro.com.br/o-bufalo-conto-de-clarice-lispector/.
Acesso em: 23 set. 2023. [Fragmento]
Pela leitura do texto, pode-se inferir que a mulher
Alternativas
Q2377066 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir, fragmento de um artigo de opinião, para responder à questão.



Saúde mental nas organizações: mais do que estratégia, investimento!



A saúde mental é um aspecto crucial do bem-estar global de um indivíduo e desempenha um papel fundamental em sua capacidade de realizar seu trabalho de forma eficaz. Existe atualmente uma grande quantidade de doenças conectadas à saúde mental da população. A ansiedade, por exemplo, atinge cerca de 18,5 milhões de brasileiros, e é responsável por mais de um terço do número total de incapacidades nas Américas.


Segundo relatório da Organização Mundial da Saúde publicado em junho de 2022, quase 1 bilhão de pessoas viviam com transtorno mental em 2019 no mundo. O relatório também aponta que pessoas com condições severas de saúde mental morrem, em média, de 10 a 20 anos mais cedo do que a população em geral, principalmente devido a doenças físicas evitáveis.


KINJO, Alessandra Pinatti. Saúde mental nas organizações:
mais do que estratégia, investimento! Hoje em Dia, 23
set. 2023. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/
opiniao/opiniao/saude-mental-nas-organizac-es-mais-do-que-
estrategia-investimento-1.980450.
Acesso em: 23 set. 2023. [Fragmento]
De acordo com o texto, pode-se concluir que
Alternativas
Q2377041 Português
INSTRUÇÃO: Leia o fragmento do texto para responder à questão.



Educação precisa desenvolver qualidades humanas nos estudantes



A educação do século XXI representa um compromisso com o futuro, uma crença no poder transformador do conhecimento. Em um mundo marcado por constantes mudanças sociais, econômicas e ambientais, ela desempenha um papel fundamental na preparação das gerações futuras para os desafios de nutrir uma sociedade com equilíbrio e desenvolvimento, usufruindo dos recursos de inovação e tecnologia disponíveis no presente.


Um aspecto crucial dessa evolução é a integração das novas tecnologias no processo educacional. Elas não são apenas ferramentas no dia a dia, mas também recursos poderosos para o desenvolvimento pleno do educando, seguindo o artigo 2° da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). Um exemplo mais recente é a inteligência artificial em suas diversas manifestações, que desempenha um papel cada vez mais importante e indispensável na sociedade. Ainda que seja um debate recente, é evidente que ela não substitui ou substituirá o papel do educador, mas enriquece a experiência de aprendizado, personalizando abordagens e oferecendo insights valiosos sobre o progresso do aluno.



NEVES, Mozart; BELDI, Thais. Educação precisa desenvolver qualidades humanas nos estudantes. Gazeta do Povo, 2023. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/educacao-precisa-desenvolver-qualidades-humanas-nos-estudantes/. Acesso em: 27 set. 2023. [Fragmento]
De acordo com o texto, a tecnologia é considerada pelos autores como
Alternativas
Q2377038 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir, fragmento de um artigo de opinião, para responder à questão.



Fatos e relatos



Dizem que, em relação a um fato, há a minha versão, a sua versão e a verdade. E faz sentido, afinal, a despeito dos interesses — sempre! — envolvidos e da tentativa — genuína, muitas vezes! — de ser imparcial, cada um faz a leitura a partir do seu ponto de vista, ou da sua vista do ponto. Essas divergências fazem-se ainda mais evidentes quando os narradores assumem, sabidamente, papéis diferentes. Por exemplo, o historiador e o artista.


E, vale dizer, não se trata de trabalhos concorrentes, mas sim complementares, ainda que com objetivos próprios. É de uma riqueza imensurável submeter um mesmo cenário às lentes da Arte e da História. Nesta, destacar-se-á, de maneira utilitária, objetiva e unissignificativa (dentro do possível!), a realidade dos fatos; naquela, sob a luz da estética, de maneira subjetiva e, intencionalmente, plurissignificativa, a leitura feita pelo artista.


Mesmo que se questione a viabilidade da total imparcialidade [...], o historiador tem compromisso com a fidedignidade aos fatos.



LOPES, Daniela M. A.; FONTES, Ênio C. M. Fatos e relatos. Hoje em Dia, 25 set. 2023. Disponível em: https://www. hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/fatos-e-relatos-1.980452. Acesso em: 25 set. 2023. [Fragmento] 
Pela leitura do texto e análise dos procedimentos argumentativos empregados, pode-se inferir que os autores
Alternativas
Q2377037 Português
INSTRUÇÃO: Leia o fragmento a seguir para responder à questão.



Publicitário cria ONG para ajudar refugiados a recomeçar no Brasil



Tudo começou com um sonho — literalmente. Em outubro de 2018, Fernando Rangel, 35, sonhou com uma menina que não conhecia. Um dia, ele reconheceu aquela criança na foto de uma reportagem sobre a crise migratória venezuelana.


Nasceu, ali, uma vontade de ajudar que se tornou o propósito de vida do publicitário mineiro e o motivou a trocar um cargo de gerência em uma multinacional pelo terceiro setor.


Cinco anos depois, a ONG criada por ele, Refúgio 343, já realizou o sonho de 2.000 famílias que buscam no Brasil uma chance de recomeçar. São duas frentes de atuação: educação, com cursos de português e capacitação profissional para recém-chegados a Roraima, e integração socioeconômica em outros estados.


Inspirado pelo sonho, Fernando procurou uma organização humanitária e se ofereceu para patrocinar a viagem de uma família para São Paulo. “Eu tinha uma edícula em casa, pensei: ‘Vou até Boa Vista e volto com cinco pessoas no avião. Elas moram aqui até conseguirem emprego e depois alugo um lugar para eles.’”



MANTOVANI, Flávia. Publicitário cria ONG para ajudar refugiados a recomeçar no Brasil. Folha de S. Paulo, 2023. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/folha-social-mais/2023/09/publicitario-cria-ong-para-ajudar-venezuelanos-a-recomecar-no-brasil.shtml. Acesso em: 30 set. 2023. [Fragmento]

Conforme exposto no texto, o objetivo da ONG Refúgio 343 é
Alternativas
Q2377035 Português
INSTRUÇÃO: Leia o fragmento a seguir para responder à questão.



Publicitário cria ONG para ajudar refugiados a recomeçar no Brasil



Tudo começou com um sonho — literalmente. Em outubro de 2018, Fernando Rangel, 35, sonhou com uma menina que não conhecia. Um dia, ele reconheceu aquela criança na foto de uma reportagem sobre a crise migratória venezuelana.


Nasceu, ali, uma vontade de ajudar que se tornou o propósito de vida do publicitário mineiro e o motivou a trocar um cargo de gerência em uma multinacional pelo terceiro setor.


Cinco anos depois, a ONG criada por ele, Refúgio 343, já realizou o sonho de 2.000 famílias que buscam no Brasil uma chance de recomeçar. São duas frentes de atuação: educação, com cursos de português e capacitação profissional para recém-chegados a Roraima, e integração socioeconômica em outros estados.


Inspirado pelo sonho, Fernando procurou uma organização humanitária e se ofereceu para patrocinar a viagem de uma família para São Paulo. “Eu tinha uma edícula em casa, pensei: ‘Vou até Boa Vista e volto com cinco pessoas no avião. Elas moram aqui até conseguirem emprego e depois alugo um lugar para eles.’”



MANTOVANI, Flávia. Publicitário cria ONG para ajudar refugiados a recomeçar no Brasil. Folha de S. Paulo, 2023. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/folha-social-mais/2023/09/publicitario-cria-ong-para-ajudar-venezuelanos-a-recomecar-no-brasil.shtml. Acesso em: 30 set. 2023. [Fragmento]

Releia este trecho.


“Eu tinha uma edícula em casa, pensei: ‘Vou até Boa Vista e volto com cinco pessoas no avião. Elas moram aqui até conseguirem emprego e depois alugo um lugar para eles.’”


Considerando o contexto apresentado, o termo em destaque significa que o publicitário tinha uma
Alternativas
Q2375725 Português
A questão refere-se ao texto abaixo:



Brasileiro ou Brasiliano? Como você se define?



Há anos fui cativado pelo ótimo artigo “Brasiliana” (Revista O Globo – 29/03/15), da jornalista Leilane Neubarth, sobre o quanto a diferença de sufixo entre as palavras brasileiro e brasiliano ajuda a explicar a falta de noção do brasileiro sobre nação. Gostei tanto, principalmente pelo fato de corroborar minha opinião sobre visões opostas de cidadania fundamentadas pela diferença na motivação da colonização entre Brasil e Estados Unidos, que capturei a página e a guardei.



Dois meses depois, ao ler a matéria “Orgulho de ser brasileiro” (Jornal O Globo – 30/05/15), do jornalista Renato Grandelle, que trata dos portugueses que voltavam ricos da antiga colônia e atuavam como filantropos na terra natal, fui compelido a escrever esse texto conectando as duas abordagens complementares sobre o tema.



Em seu artigo, Leilane nos conta sobre o encontro com o professor e dicionarista Antônio Houaiss, quando, após ouvir suas lamúrias sobre os escândalos de corrupção e sobre pessoas e polı́ticos que só pensam em seu próprio bem-estar, afirmou que o “problema está no sufixo”. Houaiss explicou: o sufixo de nação é “ano”, como em americano, australiano, italiano, mexicano, ou “ês”, como em francês, português, inglês ou japonês. Já o sufixo de profissão é “eiro”, como em padeiro, carpinteiro, jardineiro, relojoeiro, engenheiro e, lamentavelmente, em “brasileiro”.



Surpresa com a descoberta, Leilane desabafou com muita propriedade: “Eu fico imaginando quantas pessoas vieram para cá ser brasileiros. Ganhar dinheiro com nossas terras, pedras, rios e florestas… Milhões ao longo dos séculos usando o Brasil como profissão em vez de trabalhar para ele, por ele, pelo nosso povo, pela nossa nação.”



Eis então que o artigo de Renato Grandelle, que gira em torno de sua descoberta, em um Festival de História no norte de Portugal, de que, a partir de meados do século XIX, o português que voltava rico da antiga colônia (Brasil) era definido como um verdadeiro “brasileiro” por seus compatriotas, revalida o sufixo como parte da explicação de Houaiss para a herança portuguesa de falta de sentimento de nação (e cidadania) entre muitos de nós brasileiros.



Em função do sucesso em fazer dinheiro por aqui, e voltar para Portugal, havia dois tipos de personagens. Aqueles que regressavam ricos, os “brasileiros”, bancavam obras do governo, colecionavam tı́tulos de nobreza e atuavam como filantropos e mecenas na terra natal. Já aqueles que retornavam de bolsos vazios, pois conseguiram apenas o necessário para o próprio sustento, eram debochadamente denominados “abrasileirados”.



Arrasado por uma guerra civil e com a economia estagnada, Portugal tornou-se simples porta de saı́da para o outro lado do Atlântico e o sonho de milhares de portugueses, na maioria semianalfabetos, era ir para o Brasil fazer fortuna e voltar recompensados para ganhar o respeito, a admiração e a reputação que nunca teriam se não tivessem deixado as terras lusitanas. Os “brasileiros” retornavam para suas cidades portuguesas de origem, exibiam seu poder (novo rico) construindo palacetes, escolas, hospitais, estradas e igrejas, ou tornando-se sócios de bancos, seguradoras e outras empresas, e ganhavam reconhecimento do governo e da igreja com comendas e tı́tulos.



Desta forma, o exemplo dos regressos bem-sucedidos retroalimentava e ampliava a imigração dos candidatos a “brasileiros”. O Brasil passou a ser visto pelos portugueses como um paı́s do futuro (deles) e a vinda para cá tinha um objetivo muito claro e pragmático: trabalhar duro e acumular o máximo possıv́el de recursos que somente seriam gastos após o retorno à terrinha. Ou seja, como ainda hoje pensam e agem muitos “brasileiros”, o mais importante é o interesse pessoal e o Brasil que se dane.



Assim como a Leilane se definiu muito bem em seu artigo, eu também prefiro me considerar um BRASILIANO. E você?



(MARCELO SZPILMAN, disponıv́el no link grupocataratas.com/brasileiro-ou-brasiliano-como-voce-se-define/, publicado originalmente em 06/01/2021) 
De acordo com as ideias do texto, qual seria a ordem correta para chamarmos as seguintes pessoas abaixo:


I. Um vereador que desvia recursos municipais para enriquecer.
II. Uma mãe de família que luta pelo seu sustento.
III. Um colono português que regressava rico para Portugal.
IV. Um colono português que regressava de bolsos vazios para Portugal.


A ordem correta seria:
Alternativas
Respostas
28801: C
28802: B
28803: D
28804: B
28805: B
28806: C
28807: C
28808: C
28809: B
28810: C
28811: B
28812: C
28813: A
28814: D
28815: C
28816: C
28817: C
28818: C
28819: D
28820: C