Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3639779 Português
Leia com atenção:

I- Em seu sentido tradicional, a cidadania expressa um conjunto de direitos e de deveres que permite aos cidadãos e cidadãs o direito de participar da vida política e da vida pública, podendo votar e serem votados, participando ativamente na elaboração das leis e do exercício de funções públicas, por exemplo.

II- Hoje o significado da cidadania assume contornos mais amplos, que extrapolam o sentido de apenas atender às necessidades políticas e sociais, e assume como objetivo a busca por condições que garantam uma vida digna às pessoas.

III- Entender a cidadania a partir da redução do ser humano às suas relações sociais e políticas é coerente com a multidimensionalidade que nos caracteriza e com a complexidade das relações que cada um e todas as pessoas estabelecem com o mundo à sua volta.

Sobre os itens acima: 
Alternativas
Q3639511 Português
Leia o texto a seguir.


Amor proibido


    Fernanda, bela, carismática, filha de uma família muito rica.

   Ele, belo, sem nome, simples, de uma família pobre. Pobre não tem nome; tem apelido.

  Conheceram-se na praça. Apaixonaram-se na praça.     

    Começaram a escrever uma história de amor. Todavia, foram vistos pelo irmão dela e, este ao contar para os pais, aquela história foi dada como ponto final. Para os dois, fez-se em reticências............

   Reticências estas que denunciaram, em fuga, a continuação daquela história de amor.


Fabiana e Otávio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública
Ao omitir o nome do amado de Fernanda e afirmar que “Pobre não tem nome; tem apelido.” Os autores deixam subentendido, como um dos temas a serem inferidos:
Alternativas
Q3639465 Português
“O trabalho infantil acarreta prejuízos que interferem no crescimento e desenvolvimento físico, psíquico e cognitivo de crianças e adolescentes”.
Na frase acima, a palavra em destaque poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Q3639464 Português
O cenário mudou rapidamente em poucos dias. Passouse de uma situação em que se observava como os casos na China pareciam ser contidos e como no resto do mundo as infecções eram muito escassas a outra com surtos descontrolados na Itália, na Coreia do Norte e no Irã. Ghebreyesus ressaltou que os surtos podem ser contidos e que o cenário continua sendo de epidemia, tanto pelo número de casos como de mortes fora da China. Ao mesmo tempo, no entanto, pediu que os países e comunidades se preparem para a propagação do coronavírus. “Não é uma questão de branco ou preto, de sim ou não. Cada país tem que elaborar seu próprio plano de contenção de riscos. As prioridades são a proteção dos profissionais de saúde, a mobilização das comunidades para ter um cuidado especial com os idosos e com as patologias [elas as quais houve mais de 80% das mortes até agora] e a proteção dos países mais vulneráveis, contendo a epidemia nos que podem fazê-lo”.

[“OMS pede ao mundo que se prepare para uma “potencial pandemia” por coronavírus”, no El País, 24/2/2020]
A palavra escassas é sinônimo de:
Alternativas
Q3639463 Português
O cenário mudou rapidamente em poucos dias. Passouse de uma situação em que se observava como os casos na China pareciam ser contidos e como no resto do mundo as infecções eram muito escassas a outra com surtos descontrolados na Itália, na Coreia do Norte e no Irã. Ghebreyesus ressaltou que os surtos podem ser contidos e que o cenário continua sendo de epidemia, tanto pelo número de casos como de mortes fora da China. Ao mesmo tempo, no entanto, pediu que os países e comunidades se preparem para a propagação do coronavírus. “Não é uma questão de branco ou preto, de sim ou não. Cada país tem que elaborar seu próprio plano de contenção de riscos. As prioridades são a proteção dos profissionais de saúde, a mobilização das comunidades para ter um cuidado especial com os idosos e com as patologias [elas as quais houve mais de 80% das mortes até agora] e a proteção dos países mais vulneráveis, contendo a epidemia nos que podem fazê-lo”.

[“OMS pede ao mundo que se prepare para uma “potencial pandemia” por coronavírus”, no El País, 24/2/2020]
A partir da leitura do texto pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3639422 Português
Qual palavra, se trocada pela palavra destacada, manteria o sentido da frase “você pensa que é moleza a vida que eu levo”?
Alternativas
Q3639346 Português

TEXTO I



    Lembro de todo mundo que conheci. Só não sei de onde. Nem faço ideia do nome. É grave. [...] Seria de pensar que me recordo de pessoas especiais. Não é uma memória seletiva. Esqueço velhos amigos do peito, amores ... e me lembro de alguém com quem falei uma ou duas vezes! Pior: chego a pensar que conheço pessoas totalmente estranhas. Já passei por cada situação!

    — Oi, tudo bem?

    O outro se espanta. Franze o cenho, acha que a gafe é dele.

    — É... E Como vai?

    — Vou indo... E você?

    Acabamos nos despedindo como velhos amigos, sem a menor ideia de quem seja quem!



(CARRASCO, Walcyr. Ah, que memória! Veja SP, p. 218. In: Veja, São Paulo: Abril, ano 38, n.47, 23 nov. 2005. Fragmento.)

Considere a expressão: “Já passei por cada situação!”. Nessa oração, o autor empregou como recurso estilístico na construção da mensagem as seguintes figuras de linguagem:
Alternativas
Q3639340 Português

TEXTO I



    Lembro de todo mundo que conheci. Só não sei de onde. Nem faço ideia do nome. É grave. [...] Seria de pensar que me recordo de pessoas especiais. Não é uma memória seletiva. Esqueço velhos amigos do peito, amores ... e me lembro de alguém com quem falei uma ou duas vezes! Pior: chego a pensar que conheço pessoas totalmente estranhas. Já passei por cada situação!

    — Oi, tudo bem?

    O outro se espanta. Franze o cenho, acha que a gafe é dele.

    — É... E Como vai?

    — Vou indo... E você?

    Acabamos nos despedindo como velhos amigos, sem a menor ideia de quem seja quem!



(CARRASCO, Walcyr. Ah, que memória! Veja SP, p. 218. In: Veja, São Paulo: Abril, ano 38, n.47, 23 nov. 2005. Fragmento.)

O texto em análise, do ponto de vista de gênero textual é um relato de memória. Marque a alternativa que apresenta as tipologias de base empregadas na construção desse texto:
Alternativas
Q3639338 Português

TEXTO I



    Lembro de todo mundo que conheci. Só não sei de onde. Nem faço ideia do nome. É grave. [...] Seria de pensar que me recordo de pessoas especiais. Não é uma memória seletiva. Esqueço velhos amigos do peito, amores ... e me lembro de alguém com quem falei uma ou duas vezes! Pior: chego a pensar que conheço pessoas totalmente estranhas. Já passei por cada situação!

    — Oi, tudo bem?

    O outro se espanta. Franze o cenho, acha que a gafe é dele.

    — É... E Como vai?

    — Vou indo... E você?

    Acabamos nos despedindo como velhos amigos, sem a menor ideia de quem seja quem!



(CARRASCO, Walcyr. Ah, que memória! Veja SP, p. 218. In: Veja, São Paulo: Abril, ano 38, n.47, 23 nov. 2005. Fragmento.)

Observe o fragmento: “Franze o cenho, acha que a gafe é dele”. Os vocábulos “cenho” e “gafe” podem ser substituídos, sem prejuízo de sentido pelas seguintes palavras:
Alternativas
Q3639337 Português

TEXTO I



    Lembro de todo mundo que conheci. Só não sei de onde. Nem faço ideia do nome. É grave. [...] Seria de pensar que me recordo de pessoas especiais. Não é uma memória seletiva. Esqueço velhos amigos do peito, amores ... e me lembro de alguém com quem falei uma ou duas vezes! Pior: chego a pensar que conheço pessoas totalmente estranhas. Já passei por cada situação!

    — Oi, tudo bem?

    O outro se espanta. Franze o cenho, acha que a gafe é dele.

    — É... E Como vai?

    — Vou indo... E você?

    Acabamos nos despedindo como velhos amigos, sem a menor ideia de quem seja quem!



(CARRASCO, Walcyr. Ah, que memória! Veja SP, p. 218. In: Veja, São Paulo: Abril, ano 38, n.47, 23 nov. 2005. Fragmento.)

Observe a mensagem repassada nesse texto e marque a alternativa que apresenta as funções de linguagem predominantes nele: 
Alternativas
Q3639250 Português
TEXTO I

A FÁBULA DOS FABULOSOS

    Era uma vez um homem que vivia à beira de uma estrada e que vendia cachorro-quente .Ele não ouvia bem, por isso não tinha rádio. Ele tinha problemas com os olhos, por isso não lia jornais. Mas ele vendia bons cachorros-quentes. Colocava cartazes pela estrada, fazendo propaganda da qualidade dos cachorros-quentes. Ele ficava à beira da estrada e oferecia o seu produto em voz alta, e o povo comprava. Lentamente foi aumentando as vendas, e também cada vez mais aumentava a compra de carne e pão. Também comprou um fogão maior para melhor atender os fregueses, e o negócio prosperava. Conseguiu dar boa escola ao filho. Finalmente, o filho já formado voltou para casa para ajudar o pai. Mas então uma coisa aconteceu. O filho falou para o pai: “Pai, então você não ouve rádio? Você não lê jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação na Europa é terrível. A situação aqui no país é ainda pior. Tudo está indo para o “vinagre”! O pai pensou: “Bom, meu filho estudou, lê jornais, ouve rádio, e só pode estar com a razão”. O pai foi diminuindo as compras de carne e pão. Tirou os cartazes da propaganda. Já não mais forçava as vendas em voz alta, abatido pelas notícias de crises. As vendas foram caindo. O pai falou ao filho: “Você estava certo, meu filho, nós certamente estamos no meio de uma grande crise”.

(JORNAL AUTOPLAN. Janeiro de 1984. Curitiba, Paraná.)
Considere o trecho: “e o negócio prosperava”. O vocábulo prosperava pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Q3639249 Português
TEXTO I

A FÁBULA DOS FABULOSOS

    Era uma vez um homem que vivia à beira de uma estrada e que vendia cachorro-quente .Ele não ouvia bem, por isso não tinha rádio. Ele tinha problemas com os olhos, por isso não lia jornais. Mas ele vendia bons cachorros-quentes. Colocava cartazes pela estrada, fazendo propaganda da qualidade dos cachorros-quentes. Ele ficava à beira da estrada e oferecia o seu produto em voz alta, e o povo comprava. Lentamente foi aumentando as vendas, e também cada vez mais aumentava a compra de carne e pão. Também comprou um fogão maior para melhor atender os fregueses, e o negócio prosperava. Conseguiu dar boa escola ao filho. Finalmente, o filho já formado voltou para casa para ajudar o pai. Mas então uma coisa aconteceu. O filho falou para o pai: “Pai, então você não ouve rádio? Você não lê jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação na Europa é terrível. A situação aqui no país é ainda pior. Tudo está indo para o “vinagre”! O pai pensou: “Bom, meu filho estudou, lê jornais, ouve rádio, e só pode estar com a razão”. O pai foi diminuindo as compras de carne e pão. Tirou os cartazes da propaganda. Já não mais forçava as vendas em voz alta, abatido pelas notícias de crises. As vendas foram caindo. O pai falou ao filho: “Você estava certo, meu filho, nós certamente estamos no meio de uma grande crise”.

(JORNAL AUTOPLAN. Janeiro de 1984. Curitiba, Paraná.)
Considerando a temática do texto, marque a alternativa correta quanto à atitude que o vendedor deveria ter tido após as informações passadas por seu filho:
Alternativas
Q3639248 Português
TEXTO I

A FÁBULA DOS FABULOSOS

    Era uma vez um homem que vivia à beira de uma estrada e que vendia cachorro-quente .Ele não ouvia bem, por isso não tinha rádio. Ele tinha problemas com os olhos, por isso não lia jornais. Mas ele vendia bons cachorros-quentes. Colocava cartazes pela estrada, fazendo propaganda da qualidade dos cachorros-quentes. Ele ficava à beira da estrada e oferecia o seu produto em voz alta, e o povo comprava. Lentamente foi aumentando as vendas, e também cada vez mais aumentava a compra de carne e pão. Também comprou um fogão maior para melhor atender os fregueses, e o negócio prosperava. Conseguiu dar boa escola ao filho. Finalmente, o filho já formado voltou para casa para ajudar o pai. Mas então uma coisa aconteceu. O filho falou para o pai: “Pai, então você não ouve rádio? Você não lê jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação na Europa é terrível. A situação aqui no país é ainda pior. Tudo está indo para o “vinagre”! O pai pensou: “Bom, meu filho estudou, lê jornais, ouve rádio, e só pode estar com a razão”. O pai foi diminuindo as compras de carne e pão. Tirou os cartazes da propaganda. Já não mais forçava as vendas em voz alta, abatido pelas notícias de crises. As vendas foram caindo. O pai falou ao filho: “Você estava certo, meu filho, nós certamente estamos no meio de uma grande crise”.

(JORNAL AUTOPLAN. Janeiro de 1984. Curitiba, Paraná.)
Segundo o texto, as vendas foram aumentando e a condição de vida do vendedor melhorou. Esse fato se deu porque ele:
Alternativas
Q3639247 Português
TEXTO I

A FÁBULA DOS FABULOSOS

    Era uma vez um homem que vivia à beira de uma estrada e que vendia cachorro-quente .Ele não ouvia bem, por isso não tinha rádio. Ele tinha problemas com os olhos, por isso não lia jornais. Mas ele vendia bons cachorros-quentes. Colocava cartazes pela estrada, fazendo propaganda da qualidade dos cachorros-quentes. Ele ficava à beira da estrada e oferecia o seu produto em voz alta, e o povo comprava. Lentamente foi aumentando as vendas, e também cada vez mais aumentava a compra de carne e pão. Também comprou um fogão maior para melhor atender os fregueses, e o negócio prosperava. Conseguiu dar boa escola ao filho. Finalmente, o filho já formado voltou para casa para ajudar o pai. Mas então uma coisa aconteceu. O filho falou para o pai: “Pai, então você não ouve rádio? Você não lê jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação na Europa é terrível. A situação aqui no país é ainda pior. Tudo está indo para o “vinagre”! O pai pensou: “Bom, meu filho estudou, lê jornais, ouve rádio, e só pode estar com a razão”. O pai foi diminuindo as compras de carne e pão. Tirou os cartazes da propaganda. Já não mais forçava as vendas em voz alta, abatido pelas notícias de crises. As vendas foram caindo. O pai falou ao filho: “Você estava certo, meu filho, nós certamente estamos no meio de uma grande crise”.

(JORNAL AUTOPLAN. Janeiro de 1984. Curitiba, Paraná.)
O fato de o vendedor colocar cartazes pela estrada, fazendo propaganda da qualidade dos cachorros-quentes revela que ele:  
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Q3639234 Português
Numere as frases de acordo com a legenda.

(1) Afirmativa.
(2) Negativa.

( ) A tradição esportiva no município é forte.
( ) Divino das Laranjeiras não possui um clima frio.
( ) Divino das Laranjeiras possui cerca de 4.178 habitantes.
( ) O alto do Zuza é um local de prática de voo livre.
( ) O Morro do Cruzeiro é um local de religiosidade.
Alternativas
Q3639110 Português
Responda a questão de acordo com o texto abaixo:

Posso tomar banho após a refeição?

Tomar banho frio ou entrar numa piscina depois de ter comido não oferece riscos. O que não se deve fazer é qualquer tipo de exercício físico intenso, como nadar ou surfar. Isso desvia o sangue do estômago para os músculos que estão trabalhando. Após as refeições, boa parte do seu sangue vai para o estômago e o intestino a fim de realizar uma digestão adequada. Ao praticar esportes depois de comer, a pessoa fica com dificuldades na digestão e acaba passando mal (enjôo, suor frio e tontura). Tomar banhos longos e quentes dilata os vasos sanguíneos da pele e também acaba desviando o sangue do estômago.


(Marcelo Duarte – O guia dos curiosos)
Pela leitura do texto, a resposta dada pelo autor se apoia em:
Alternativas
Q3639109 Português
Responda a questão de acordo com o texto abaixo:

Posso tomar banho após a refeição?

Tomar banho frio ou entrar numa piscina depois de ter comido não oferece riscos. O que não se deve fazer é qualquer tipo de exercício físico intenso, como nadar ou surfar. Isso desvia o sangue do estômago para os músculos que estão trabalhando. Após as refeições, boa parte do seu sangue vai para o estômago e o intestino a fim de realizar uma digestão adequada. Ao praticar esportes depois de comer, a pessoa fica com dificuldades na digestão e acaba passando mal (enjôo, suor frio e tontura). Tomar banhos longos e quentes dilata os vasos sanguíneos da pele e também acaba desviando o sangue do estômago.


(Marcelo Duarte – O guia dos curiosos)
Os atos de nadar e surfar são citados no texto como:
Alternativas
Q3639094 Português
Vá plantar batatas!

A origem desta frase é portuguesa. Antigamente em Portugal, país voltado a navegações e à pesca, a agricultura, conquanto fornecedora de alimentos básicos, era vítima de certo desdém. Algumas de suas culturas eram ainda mais depreciadas, como era o caso da batata, que demorou a entrar na culinária portuguesa e brasileira. Era tida como alimento vulgar, e quem se dedicasse a plantar batatas estava se sujeitando a uma atividade desqualificada. A expressão aparece registrada em O povo português, obra do famoso poeta, folclorista e político lusitano Teófilo Braga (1843-1924), comentando a decadência das pequenas indústrias, ocasião em que trabalhadores qualificados, de repente sem emprego, foram aconselhados a plantar batatas.

(Dionísio da Silva – De onde vêm as palavras)
“Antigamente em Portugal, país voltado a navegações e à pesca, a agricultura, conquanto fornecedora de alimentos básicos, era vítima de certo desdém.” A palavra destacada tem como sinônimo, levando em consideração o contexto:
Alternativas
Q3639092 Português
Vá plantar batatas!

A origem desta frase é portuguesa. Antigamente em Portugal, país voltado a navegações e à pesca, a agricultura, conquanto fornecedora de alimentos básicos, era vítima de certo desdém. Algumas de suas culturas eram ainda mais depreciadas, como era o caso da batata, que demorou a entrar na culinária portuguesa e brasileira. Era tida como alimento vulgar, e quem se dedicasse a plantar batatas estava se sujeitando a uma atividade desqualificada. A expressão aparece registrada em O povo português, obra do famoso poeta, folclorista e político lusitano Teófilo Braga (1843-1924), comentando a decadência das pequenas indústrias, ocasião em que trabalhadores qualificados, de repente sem emprego, foram aconselhados a plantar batatas.

(Dionísio da Silva – De onde vêm as palavras)
Leia as afirmativas a seguir relacionadas ao texto.

I. De acordo com o texto, toda atividade agrícola em Portugal era tida como trabalho desqualificado.
II. As pessoas que se dedicassem ao plantio de batatas, estavam sujeitas a uma atividade desqualificada.
III. A expressão “plantar batatas” surgiu em uma obra de um poeta português.

NÃO condiz com o texto:
Alternativas
Q3638878 Português
Frase geralmente dita em agradecimento depois que alguém lhe faz um elogio no ambiente de trabalho:
Alternativas
Respostas
27721: B
27722: C
27723: C
27724: C
27725: B
27726: B
27727: A
27728: C
27729: B
27730: A
27731: B
27732: C
27733: A
27734: A
27735: B
27736: B
27737: C
27738: D
27739: C
27740: C