Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Analise o seguinte fragmento de texto:
“Eu considerei a glória de um pavão, ostentando o esplendor, de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d’água em que a luz se fragmenta como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas”.
(O Pavão, Rubem Braga, extraído de lituraterre.com)
Ao se avaliar o último período do fragmento acima - "O pavão é um arco-íris de plumas." e levando
em conta o que nos ensina Cegalla a respeito de figuras de linguagem, podemos afirmar que se trata
de um(a):
( ) Relata propriamente mudanças de situação, mas não as propriedades e aspectos simultâneos dos elementos descritos, considerados, pois, em diversas situações. ( ) Os tempos verbais básicos nele utilizados são o pretérito perfeito e o futuro do pretérito (às vezes, ambos), pois o primeiro expressa concomitância em relação ao momento em que o fato ocorreu, e o segundo, em relação a que poderia ocorrer no futuro. ( ) Sua característica fundamental é a inexistência de progressão temporal.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Na frase “Quando escrevemos, referimo-nos à tarefa de colocar por escrito as nossas ideias”, assinala-se a crase com o acento grave. A contração à, que representa a fusão da preposição a com o artigo a, não é tônica, mas pode ser proferida mais fortemente que o a átono. II. Os termos diante dos quais ocorre a crase exercem as funções sintáticas de complementos (objeto direto, objeto indireto, complemento nominal) ou de adjuntos adverbiais. III. É opcional, na linguagem familiar, o uso do artigo diante de nomes próprios personativos. A crase, portanto, dependerá da preferência do escritor. Na língua formal, sobretudo quando se faz referência a mulheres célebres, não se usa artigo e, portanto, não se acentua o a.
Quais estão corretas?
Ana disse: 'Eu vou à festa.'"
Quando criança, convivia no interior de São Paulo com o curioso verbo pinchar e ainda o ouço por lá esporadicamente. O sentido da palavra é o de “jogar fora” (pincha fora essa porcaria) ou “mandar embora” (pincha esse fulano daqui). Teria sido uma das muitas palavras que ouvi menos na capital do estado e, por conseguinte, deixei de usar. Quando indago às pessoas se conhecem esse verbo, comumente escuto respostas como “minha avó fala isso”. Aparentemente, para muitos falantes, esse verbo é algo do passado, que deixará de existir tão logo essa geração antiga morrer.
As variações linguísticas são as diversas formas como elementos de uma língua podem se apresentar em uma situação de uso. O trecho acima refere-se a qual variedade linguística?
( ) O segundo parágrafo liga-se ao primeiro pela retomada das ideias de Antenor sobre praia.
( ) O terceiro parágrafo liga-se ao segundo pela contraposição que a família do idoso faz à ideia de férias sempre nos mesmos locais, exposta no segundo parágrafo.
( ) O quinto parágrafo liga-se ao quarto pelo escândalo causado pelo idoso ao saber das férias na praia e não em uma cidade do interior.
( ) O último parágrafo liga-se ao anterior pela referência às doenças proclamadas pelo idoso que pessoas frequentadoras de praia teriam.
Assinale a sequência correta.
O vocábulo em destaque só não pode ser substituído por: