Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Ano: 2023 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Bagre - PA
Q3895867 Português
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Sorvete de açaí

Ingredientes
400 gramas de polpa de açaí
2 latas de leite condensado
2 caixas de creme de leite
2 pacotes de gelatina de sabor amora ou vermelha

Modo de fazer
Coloque a gelatina em 500ml de água e leve para ferver. Espere esfriar. Bata no liquidificador a polpa do açaí com o leite condensado. Em seguida, acrescente o creme de leite e a gelatina dissolvida. Despeje em um recipiente e reserve na geladeira por 4 horas. Sirva!

(https://www.receitadevovo.com.br/receitas/receita-de-sorvete-de-acai-caseiro)
O texto é um(a)
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Bagre - PA
Q3895686 Português
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Cabo de guerra

-Material utilizado: Uma corda bem forte.

-Número de participantes: 4 ou mais.

- Objetivo: Puxar a corda até ultrapassar um ponto demarcado.
O cabo de guerra é uma disputa entre duas equipes, que ao puxar uma corda (cada equipe para um lado) tentam deslocar ao máximo a corda em seu favor.

Vence a equipe que puxar a corda para seu lado.

A brincadeira, além de ser uma atividade física, estimula a organização de estratégias e o trabalho em equipe.

(https://www.todamateria.com.br/jogos-e-brincadeiras) 
No texto, “ultrapassar” quer dizer
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Bagre - PA
Q3895685 Português
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Cabo de guerra

-Material utilizado: Uma corda bem forte.

-Número de participantes: 4 ou mais.

- Objetivo: Puxar a corda até ultrapassar um ponto demarcado.
O cabo de guerra é uma disputa entre duas equipes, que ao puxar uma corda (cada equipe para um lado) tentam deslocar ao máximo a corda em seu favor.

Vence a equipe que puxar a corda para seu lado.

A brincadeira, além de ser uma atividade física, estimula a organização de estratégias e o trabalho em equipe.

(https://www.todamateria.com.br/jogos-e-brincadeiras) 
A expressão “trabalho em equipe” significa 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Bagre - PA
Q3895684 Português
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Cabo de guerra

-Material utilizado: Uma corda bem forte.

-Número de participantes: 4 ou mais.

- Objetivo: Puxar a corda até ultrapassar um ponto demarcado.
O cabo de guerra é uma disputa entre duas equipes, que ao puxar uma corda (cada equipe para um lado) tentam deslocar ao máximo a corda em seu favor.

Vence a equipe que puxar a corda para seu lado.

A brincadeira, além de ser uma atividade física, estimula a organização de estratégias e o trabalho em equipe.

(https://www.todamateria.com.br/jogos-e-brincadeiras) 
O aspecto positivo no cabo de guerra é o/a
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Bagre - PA
Q3895683 Português
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Cabo de guerra

-Material utilizado: Uma corda bem forte.

-Número de participantes: 4 ou mais.

- Objetivo: Puxar a corda até ultrapassar um ponto demarcado.
O cabo de guerra é uma disputa entre duas equipes, que ao puxar uma corda (cada equipe para um lado) tentam deslocar ao máximo a corda em seu favor.

Vence a equipe que puxar a corda para seu lado.

A brincadeira, além de ser uma atividade física, estimula a organização de estratégias e o trabalho em equipe.

(https://www.todamateria.com.br/jogos-e-brincadeiras) 
No cabo de guerra, a disputa ocorre entre 
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Ano: 2023 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Bagre - PA
Q3895682 Português
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Cabo de guerra

-Material utilizado: Uma corda bem forte.

-Número de participantes: 4 ou mais.

- Objetivo: Puxar a corda até ultrapassar um ponto demarcado.
O cabo de guerra é uma disputa entre duas equipes, que ao puxar uma corda (cada equipe para um lado) tentam deslocar ao máximo a corda em seu favor.

Vence a equipe que puxar a corda para seu lado.

A brincadeira, além de ser uma atividade física, estimula a organização de estratégias e o trabalho em equipe.

(https://www.todamateria.com.br/jogos-e-brincadeiras) 
O material usado no cabo de guerra é a
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Ano: 2023 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Bagre - PA
Q3895681 Português
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Cabo de guerra

-Material utilizado: Uma corda bem forte.

-Número de participantes: 4 ou mais.

- Objetivo: Puxar a corda até ultrapassar um ponto demarcado.
O cabo de guerra é uma disputa entre duas equipes, que ao puxar uma corda (cada equipe para um lado) tentam deslocar ao máximo a corda em seu favor.

Vence a equipe que puxar a corda para seu lado.

A brincadeira, além de ser uma atividade física, estimula a organização de estratégias e o trabalho em equipe.

(https://www.todamateria.com.br/jogos-e-brincadeiras) 
Segundo o texto, pode(m) participar no cabo de guerra 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Bagre - PA
Q3895680 Português
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Cabo de guerra

-Material utilizado: Uma corda bem forte.

-Número de participantes: 4 ou mais.

- Objetivo: Puxar a corda até ultrapassar um ponto demarcado.
O cabo de guerra é uma disputa entre duas equipes, que ao puxar uma corda (cada equipe para um lado) tentam deslocar ao máximo a corda em seu favor.

Vence a equipe que puxar a corda para seu lado.

A brincadeira, além de ser uma atividade física, estimula a organização de estratégias e o trabalho em equipe.

(https://www.todamateria.com.br/jogos-e-brincadeiras) 
No cabo de guerra, o objetivo é
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Ano: 2023 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Bagre - PA
Q3895679 Português
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Cabo de guerra

-Material utilizado: Uma corda bem forte.

-Número de participantes: 4 ou mais.

- Objetivo: Puxar a corda até ultrapassar um ponto demarcado.
O cabo de guerra é uma disputa entre duas equipes, que ao puxar uma corda (cada equipe para um lado) tentam deslocar ao máximo a corda em seu favor.

Vence a equipe que puxar a corda para seu lado.

A brincadeira, além de ser uma atividade física, estimula a organização de estratégias e o trabalho em equipe.

(https://www.todamateria.com.br/jogos-e-brincadeiras) 
Estão definidos no texto: 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Bagre - PA
Q3895678 Português
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Cabo de guerra

-Material utilizado: Uma corda bem forte.

-Número de participantes: 4 ou mais.

- Objetivo: Puxar a corda até ultrapassar um ponto demarcado.
O cabo de guerra é uma disputa entre duas equipes, que ao puxar uma corda (cada equipe para um lado) tentam deslocar ao máximo a corda em seu favor.

Vence a equipe que puxar a corda para seu lado.

A brincadeira, além de ser uma atividade física, estimula a organização de estratégias e o trabalho em equipe.

(https://www.todamateria.com.br/jogos-e-brincadeiras) 
O texto lido apresenta os/as
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Bagre - PA
Q3895677 Português
LEIA O TEXTO E DEPOIS RESPONDA À QUESTÃO A SEGUIR

Cabo de guerra

-Material utilizado: Uma corda bem forte.

-Número de participantes: 4 ou mais.

- Objetivo: Puxar a corda até ultrapassar um ponto demarcado.
O cabo de guerra é uma disputa entre duas equipes, que ao puxar uma corda (cada equipe para um lado) tentam deslocar ao máximo a corda em seu favor.

Vence a equipe que puxar a corda para seu lado.

A brincadeira, além de ser uma atividade física, estimula a organização de estratégias e o trabalho em equipe.

(https://www.todamateria.com.br/jogos-e-brincadeiras) 
Segundo o texto, cabo de guerra é um(a)
Alternativas
Q3895478 Português
Deixar, pela primeira vez, um filho de colo aos cuidados de funcionárias de um berçário é uma experiência traumática para qualquer mãe. E, quanto menor a criança, maior a angústia. Mas a separação é uma etapa importante no desenvolvimento do bebê. Apesar do sofrimento, é possível encarar com naturalidade esse período tão complicado. Assinale a alternativa ERRADA com respeito a procedimento de Adaptação da criança na creche.
Alternativas
Q3894117 Português

As vítimas


     Viralizou nas redes sociais o vídeo que mostra uma motorista em Brasília, abordada pela fiscalização de rânsito da PM, jogando a bolsa no chão e dirigindose a uma árvore, na qual, por várias vezes, arremessa seu rosto contra o tronco, de casca grossa. Depois ela se volta, pedindo para os acompanhantes dela gravarem: lo" olha aqui, ele me agrediu, filme aqui". Insistia em que fora agredida pelo PM, sem saber que havia sido filmada batendo o rosto na árvore. A tentativa era inverter a condição de agressora da lei para a de agredida pelo agente da lei. Isso é mais comum do que se imagina. Contou-me um delegado da Polícia Federal que um detido no compartimento de trás da viatura havia sucessivamente golpeado o nariz com o joelho, para se mostrar como vítima ao juiz da audiência de custódia. Em outra ocasião, já dentro do fórum, um detido se feriu jogando-se na quina da porta por onde passariam. A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.


       Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vítimas. Em geral, vítimas da sociedade opressora, burguesa e fascista. Vítimas do preconceito, das desigualdades sociais. Por isso, a idosa de Caxias do Sul, que atirou e matou um ladrão que invadira sua casa, acabou indiciada por usar um velho revólver com munição ultravencida. Defensores de bandidos aplaudiram: afinal, ele só queria roubar. Logo vão defender o livre exercício da profissão de assaltante, ou de vendedor de cocaína. Vão justificar que o latrocida apenas atirou e matou porque o assaltado não seguiu a recomendação da polícia para não resistir. A velhinha de Caxias não cumpriu a lei do desarmamento, pois tinha revólver em casa. Ora já se viu ter o direito de se preparar para defender seu refúgio, seu abrigo, sua caverna, sua cidadela, que é seu lar? Ou reagir ante o ladrão que quer apenas equilibrar uma injustiça social, tirando de quem tem?

   

       No Rio, essa cultura é soberana. Com isso, as vítimas reais dessa criminosa ideologia estão enjauladas em casa, onde, mesmo assim, são vítimas de balas perdidas. Todos foram desarmados, menos os bandidos, que usam ostensivamente fuzis, metralhadoras e granadas. Tudo gente boa, que sofre da síndrome de não dar valor à vida dos outros. Nem se importam de vender drogas em torno de escolas. Assim como os que sustentam os bandos de criminosos não se sentem constrangi ngidos em fazer passeatas pedindo paz.A cocaína não os deixa pensar que são eles que sustentam a guerra.

   

    Defensores de bandidos, felizmente, são minoria. Fico observando a reação das pessoas quando a Polícia Civil de São Paulo elimina um bando de assaltantes de residência, todos bem armados; ou, como aconteceu esta semana em Brasília, quando um Cabo PM à paisana reagiu a um assalto em ônibus e matou os dois assaltantes armados. A maioria aplaude, mas nos meios de informação teme-se encorajar a morte de nossos queridos bandidos de estimação. No Congresso, os que querem representar maioria estão reagindo. Embora o jornalista os chame pejorativamente de "bancada da bala”, a maioria torce por mudanças no Estatuto do Desarmamento e nos direitos dos que nos aprisionam pelo medo ou nos fazem chorar a perda de bens e, principalmente, de amigos e parentes.


Alexandre Garcia

www.sonoticias.com.br,27/09/201

Analise as afirmativas abaixo, com base no texto, e assinale a alternativa INCORRETА
Alternativas
Q3893702 Português
Leia o texto e responda à questão

As vítimas

    Viralizou nas redes sociais o vídeo que mostra uma motorista em Brasília, abordada pela fiscalização de trânsito da PM, jogando a bolsa no chão e dirigindo-se a uma árvore, na qual, por várias vezes, arremessa seu rosto contra o tronco, de casca grossa. Depois ela se volta, pedindo para os acompanhantes dela gravarem: “olha aqui, ele me agrediu, filme aqui”. Insistia em que fora agredida pelo PM, sem saber que havia sido filmada batendo o rosto na árvore. A tentativa era inverter a condição de agressora da lei para a de agredida pelo agente da lei. Isso é mais comum do que se imagina. Contou-me um delegado da Polícia Federal que um detido no compartimento de trás da viatura havia sucessivamente golpeado o nariz com o joelho, para se mostrar como vítima ao juiz da audiência de custódia. Em outra ocasião, já dentro do fórum, um detido se feriu jogando-se na quina da porta por onde passariam. A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.

      Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vítimas. Em geral, vítimas da sociedade opressora, burguesa e fascista. Vítimas do preconceito, das desigualdades sociais. Por isso, a idosa de Caxias do Sul, que atirou e matou um ladrão que invadira sua casa, acabou indiciada por usar um velho revólver com munição ultravencida. Defensores de bandidos aplaudiram: afinal, ele só queria roubar. Logo vão defender o livre exercício da profissão de assaltante, ou de vendedor de cocaína. Vão justificar que o latrocida apenas atirou e matou porque o assaltado não seguiu a recomendação da polícia para não resistir. A velhinha de Caxias não cumpriu a lei do desarmamento, pois tinha revólver em casa. Ora já se viu ter o direito de se preparar para defender seu refúgio, seu abrigo, sua caverna, sua cidadela, que é seu lar? Ou reagir ante o ladrão que quer apenas equilibrar uma injustiça social, tirando de quem tem?

     No Rio, essa cultura é soberana. Com isso, as vítimas reais dessa criminosa ideologia estão enjauladas em casa, onde, mesmo assim, são vítimas de balas perdidas. Todos foram desarmados, menos os bandidos, que usam ostensivamente fuzis, metralhadoras e granadas. Tudo gente boa, que sofre da síndrome de não dar valor à vida dos outros. Nem se importam de vender drogas em torno de escolas. Assim como os que sustentam os bandos de criminosos não se sentem constrangidos em fazer passeatas pedindo paz. À cocaína não os deixa pensar que são eles que sustentam a guerra.

       Defensores de bandidos, felizmente, são minoria. Fico observando a reação das pessoas quando a Polícia Civil de São Paulo elimina um bando de assaltantes de residência, todos bem armados; ou, como aconteceu esta semana em Brasília, quando um Cabo PM à paisana reagiu a um assalto em ônibus e matou os dois assaltantes armados. A maioria aplaude, mas nos meios de informação teme-se encorajar a morte de nossos queridos bandidos de estimação. No Congresso, os que querem representar maioria estão reagindo. Embora o jornalista os chame pejorativamente de “bancada da bala”, a maioria torce por mudanças no Estatuto do Desarmamento e nos direitos dos que nos aprisionam pelo medo ou nos fazem chorar a perda de bens e, principalmente, de amigos e parentes.

Alexandre Garcia

www.sonoticias.com.br,27/09/2017
Analise as afirmativas abaixo, com base no texto, e assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3893690 Português
Após a trágica morte da professora Elizabeth Tenreiro, 71 anos, assassinada por um adolescente de 13 anos, na segunda-feira (27/3/2023), na Escola Estadual Thomazia Montoro, o estado de São Paulo decretou luto oficial de três dias. A escola, que fica no bairro Vila Sônia, Zona Oeste de São Paulo, ficara fechada e a sua reabertura deverá ser gradual. As primeiras noticias apontam como causa:  
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Q3893196 Português
“(...) Durante sua longa e expressiva trajetória, embora atuasse em diversas áreas do saber, Cãmara Cascudo privilegiou o estudo da Etnografia e do folclore como fontes para a compreensão da diversidade cultural brasileira e foi com os estudos sobre as tradições populares que ganhou notoriedade e reconhecimento. Neste sentido, o escritor criou a Sociedade Brasileira de Folclore, em 1941, a primeira iniciativa de institucionalizar a pesquisa folclórica no Brasil. Com mais de uma centena de publicações, a extensa produção intelectual de Luís da Câmara Cascudo se revela como um convite para conhecer o Brasil através do universo da oralidade e da valorização das diversidades regionais. Sua intenção de recolher, organizar e documentar a riqueza folclórica do Brasil foi coroada com a edição, em 1954, de sua obra maisfamosa: o Dicionário do Folclore Brasileiro, conhecido apenas como "o Cascudo". A palavra folklore foi criada pelo inglês William John Thoms quando publicou, em 1846, um artigo na revista The Atheneum, de Londres. O uso deste vocábulo tornou-se definitivo e englobou diversas denominações como superstições, antiguidades populares, costumes, provérbios, práticas, etc.”

FERNANDEZ, Jenny Iglesias Polydoro. O FOLCLORE NA OBRA DE LUÍS DA CÂMARA CASCUDO. Universidade Federal Fluminense Instituto de Letras Pós-Graduação em Literatura Brasileira. Niterói Abril/2004

(...) As pesquisas esclareceram que os contos populares, nas áreas estudadas do mundo, não são incontáveis nem demasiado complexos. Partem de temas primitivos e obedecem a uma seriação articulada de elementos de soluções psicológicas, uso de objeto, encontro de obstáculos, comuns e semelhantes. (...) A variedade dos fios formadores dá a ilusão do inesgotável na imaginação popular. A variedade está limitada aos processos de articulação, de engrenagem psicológica, de um episódio no outro, através de raças, idiomas e sèculos”.

CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do folclore brasileiro. Rio de Janeiro. Ediouro, s.d.

Etimologicamente , a respeito da palavra folclore pode-se dizer que:
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Q3893165 Português
Experiência nova


Pegaram o cara em flagrante roubando galinhas de um galinheiro e levaram para a delegacia.

— Que vida mansa, hein, vagabundo? Roubando galinha pra ter o que comer sem precisar trabalhar. Vai pra cadeia!

— Não era pra mim não. Era pra vender.

— Pior. Venda de artigo roubado. Concorrência desleal com o comércio estabelecido. Semvergonha!

— Mas eu vendia mais caro.

— Mais caro?

— Espalhei o boato de que as galinhas do galinheiro eram bichadas e as minhas não. E que as do galinheiro botavam ovos brancos enquanto as minhas botavam ovos marrons.

— Mas eram as mesmas galinhas, safado.

— Os ovos das minhas eu pintava.

— Que grande pilantra...

Mas já havia um certo respeito no tom do delegado.

— Ainda bem que tu vai preso. Se o dono do galinheiro te pega...

— Já me pegou. Fiz um acerto com ele. Me comprometi a não espalhar mais boato sobre as galinhas dele, e ele se comprometeu a aumentar os preços dos produtos dele para ficarem iguais aos meus. Convidamos outros donos de galinheiro a entrar no nosso esquema. Formamos um oligopólio. Ou, no caso, um ovigopólio.

— E o que você faz com o lucro do seu negócio?

— Especulo com dólar. Invisto alguma coisa no tráfico de drogas. Comprei alguns deputados. Dois ou três ministros. Consegui a exclusividade no suprimento de galinhas e ovos para os programas de alimentação do governo e superfaturo os preços.

O delegado mandou pedir um cafezinho para o preso e perguntou se a cadeira estava confortável, se ele não queria uma almofada. Depois perguntou:

— Doutor, não me leve a mal, mas com tudo isso, o senhor não está milionário?

— Trilionário. Sem contar o que eu sonego do Imposto de Renda e o que tenho depositado ilegalmente no exterior.

— E, com tudo isso, o senhor continua roubando galinhas?

— Às vezes. Sabe como é.

— Não sei não, excelência. Me explique.

—É que, em todas essas minhas atividades, eu sinto falta de uma coisa. Do risco, entende? Daquela sensação de perigo, de estar fazendo uma coisa proibida, da iminência do castigo. Só roubando galinhas eu me sinto realmente um ladrão, e isso é excitante. Como agora. Fui pego, finalmente. Vou para a cadeia. É uma experiência nova.

— O que é isso, excelência? O senhor não vai ser preso não.

— Mas fui pego em flagrante pulando a cerca do galinheiro!

— Sim. Mas primário, e com esses antecedentes. ..


VERISSIMO, L. F. Verissimo antolégico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.  
Considere o excerto: “Convidamos outros donos de galinheiro a entrar no nosso esquema. Formamos um oligopólio. Ou, no caso, um ovigopólio.” Nesse contexto, decodifica-se o significado do trocadilho com as palavras ‘oligopólio’ e ‘ovigopólio’ porque esta expressão: 
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Q3893164 Português
Experiência nova


Pegaram o cara em flagrante roubando galinhas de um galinheiro e levaram para a delegacia.

— Que vida mansa, hein, vagabundo? Roubando galinha pra ter o que comer sem precisar trabalhar. Vai pra cadeia!

— Não era pra mim não. Era pra vender.

— Pior. Venda de artigo roubado. Concorrência desleal com o comércio estabelecido. Semvergonha!

— Mas eu vendia mais caro.

— Mais caro?

— Espalhei o boato de que as galinhas do galinheiro eram bichadas e as minhas não. E que as do galinheiro botavam ovos brancos enquanto as minhas botavam ovos marrons.

— Mas eram as mesmas galinhas, safado.

— Os ovos das minhas eu pintava.

— Que grande pilantra...

Mas já havia um certo respeito no tom do delegado.

— Ainda bem que tu vai preso. Se o dono do galinheiro te pega...

— Já me pegou. Fiz um acerto com ele. Me comprometi a não espalhar mais boato sobre as galinhas dele, e ele se comprometeu a aumentar os preços dos produtos dele para ficarem iguais aos meus. Convidamos outros donos de galinheiro a entrar no nosso esquema. Formamos um oligopólio. Ou, no caso, um ovigopólio.

— E o que você faz com o lucro do seu negócio?

— Especulo com dólar. Invisto alguma coisa no tráfico de drogas. Comprei alguns deputados. Dois ou três ministros. Consegui a exclusividade no suprimento de galinhas e ovos para os programas de alimentação do governo e superfaturo os preços.

O delegado mandou pedir um cafezinho para o preso e perguntou se a cadeira estava confortável, se ele não queria uma almofada. Depois perguntou:

— Doutor, não me leve a mal, mas com tudo isso, o senhor não está milionário?

— Trilionário. Sem contar o que eu sonego do Imposto de Renda e o que tenho depositado ilegalmente no exterior.

— E, com tudo isso, o senhor continua roubando galinhas?

— Às vezes. Sabe como é.

— Não sei não, excelência. Me explique.

—É que, em todas essas minhas atividades, eu sinto falta de uma coisa. Do risco, entende? Daquela sensação de perigo, de estar fazendo uma coisa proibida, da iminência do castigo. Só roubando galinhas eu me sinto realmente um ladrão, e isso é excitante. Como agora. Fui pego, finalmente. Vou para a cadeia. É uma experiência nova.

— O que é isso, excelência? O senhor não vai ser preso não.

— Mas fui pego em flagrante pulando a cerca do galinheiro!

— Sim. Mas primário, e com esses antecedentes. ..


VERISSIMO, L. F. Verissimo antolégico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.  
As palavras ‘doutor’, ‘excelência’ e ‘senhor’, utilizadas no diálogo entre os personagens do texto, são formas de tratamento que indicam: 
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Q3893163 Português
Experiência nova


Pegaram o cara em flagrante roubando galinhas de um galinheiro e levaram para a delegacia.

— Que vida mansa, hein, vagabundo? Roubando galinha pra ter o que comer sem precisar trabalhar. Vai pra cadeia!

— Não era pra mim não. Era pra vender.

— Pior. Venda de artigo roubado. Concorrência desleal com o comércio estabelecido. Semvergonha!

— Mas eu vendia mais caro.

— Mais caro?

— Espalhei o boato de que as galinhas do galinheiro eram bichadas e as minhas não. E que as do galinheiro botavam ovos brancos enquanto as minhas botavam ovos marrons.

— Mas eram as mesmas galinhas, safado.

— Os ovos das minhas eu pintava.

— Que grande pilantra...

Mas já havia um certo respeito no tom do delegado.

— Ainda bem que tu vai preso. Se o dono do galinheiro te pega...

— Já me pegou. Fiz um acerto com ele. Me comprometi a não espalhar mais boato sobre as galinhas dele, e ele se comprometeu a aumentar os preços dos produtos dele para ficarem iguais aos meus. Convidamos outros donos de galinheiro a entrar no nosso esquema. Formamos um oligopólio. Ou, no caso, um ovigopólio.

— E o que você faz com o lucro do seu negócio?

— Especulo com dólar. Invisto alguma coisa no tráfico de drogas. Comprei alguns deputados. Dois ou três ministros. Consegui a exclusividade no suprimento de galinhas e ovos para os programas de alimentação do governo e superfaturo os preços.

O delegado mandou pedir um cafezinho para o preso e perguntou se a cadeira estava confortável, se ele não queria uma almofada. Depois perguntou:

— Doutor, não me leve a mal, mas com tudo isso, o senhor não está milionário?

— Trilionário. Sem contar o que eu sonego do Imposto de Renda e o que tenho depositado ilegalmente no exterior.

— E, com tudo isso, o senhor continua roubando galinhas?

— Às vezes. Sabe como é.

— Não sei não, excelência. Me explique.

—É que, em todas essas minhas atividades, eu sinto falta de uma coisa. Do risco, entende? Daquela sensação de perigo, de estar fazendo uma coisa proibida, da iminência do castigo. Só roubando galinhas eu me sinto realmente um ladrão, e isso é excitante. Como agora. Fui pego, finalmente. Vou para a cadeia. É uma experiência nova.

— O que é isso, excelência? O senhor não vai ser preso não.

— Mas fui pego em flagrante pulando a cerca do galinheiro!

— Sim. Mas primário, e com esses antecedentes. ..


VERISSIMO, L. F. Verissimo antolégico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.  
Na linguagem coloquial, ‘ladrão de galinhas’ è o termo utilizado para se referir àqueles que cometem roubos de objetos de pouco ou nenhum valor. No texto, por outro lado, ocorre uma quebra de expectativas em relação ao personagem que comete tal crime, isso porque: 
Alternativas
Q3893097 Português

Leia o texto a seguir.



Prêmio Nobel de Medicina reconhece pesquisas que

possibilitaram o desenvolvimento da vacina contra a

covid-19



Por Malena Stariolo 



O Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina de 2023 será dividido entre a bioquímica húngara Katalin Karikó e o médico norte- americano Drew Weissman, por suas descobertas sobre como o RNA mensageiro (mRNA) interage com nosso sistema imunológico, o que possibilitou o desenvolvimento de vacinas com essa tecnologia durante a pandemia de covid-19. Segundo a comissão do Nobel, graças às descobertas sobre como modificar o mRNA para que ele pudesse ser utilizado em terapias, os laureados deste ano contribuíram de maneira essencial para o desenvolvimento das vacinas durante “uma das maiores crises de saúde do nosso tempo”.



Disponível em: <https://jornal.unesp.br/2023/10/02/premio-nobel-de-medicina-reconhece-pesquisas-que-possibilitaram-o-desenvolvimento-da-vacina-contra-a-covid-19>. Acesso em: 07 de out. 2023.

No contexto da inovação social e desenvolvimento, a premiação colocou em evidência qual capacidade da atividade científica?
Alternativas
Respostas
26981: C
26982: C
26983: B
26984: A
26985: C
26986: B
26987: C
26988: D
26989: C
26990: D
26991: B
26992: A
26993: B
26994: B
26995: A
26996: C
26997: B
26998: B
26999: C
27000: D