Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q2549998 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Bioma mais devastado, Mata Atlântica luta para manter biodiversidade


    Com histórico de devastação iniciado logo após a chegada dos colonizadores europeus, há mais de 500 anos, a Mata Atlântica tornou-se o bioma brasileiro com os piores índices de conversão da cobertura vegetal original e consequente perda de biodiversidade. Nada menos que 71,3% das áreas de florestas tropicais nativas, conforme dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), já foram desmatadas para exploração durante diversos ciclos econômicos (como pau-brasil, cana-de-açúcar, ouro e café), expansão da ocupação urbana (no bioma vivem cerca de 70% dos brasileiros, aproximadamente 145 milhões de pessoas), construção de ferrovias e rodovias e avanço da agropecuária.
    De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas (MMA), a Mata Atlântica detém a segunda maior biodiversidade das Américas, perdendo apenas para a Amazônia. Apesar de ser o único bioma a usufruir de uma norma específica — a Lei da Mata Atlântica (Lei 11.428, de 2006) — e ser considerada patrimônio nacional pela Constituição Federal, como um grande centro de espécies endêmicas (que só ocorrem na região), a floresta continua em risco.
    Estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que, de 11,8 mil espécies de animais e plantas da Mata Atlântica avaliadas em 2022, 24,1% (2.845) estavam ameaçadas. O percentual continua crescente (em 2014, era de 22,3%) e é bem superior aos dos demais biomas: no Cerrado, por exemplo, onde a situação também é crítica, os índices ficaram na casa de 16% nos dois anos comparados.
    Tema da quarta publicação da série “Biomas”, da Agência Senado, a Mata Atlântica se espalha pelo maior número de regiões brasileiras: está presente em 3.429 municípios de 17 estados, sendo 100% dominante no Espírito Santo, Rio de Janeiro e Santa Catarina e em 98% do Paraná. Ocorre ainda em Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Goiás e oito estados do Nordeste: Bahia, Sergipe, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí. A área original do bioma no Brasil é 1,1 milhão de quilômetros quadrados, mas também há uma pequena porção na Argentina e no Paraguai.


Fonte: https://www12.senado.leg.br/noticias/infomaterias/2024/01/bioma-mais-devastado-mata-atlantica-luta-para-manter-biodiversidade (adaptado).

Conforme o texto, em termos de distribuição geográfica no Brasil, pode-se afirmar que a Mata Atlântica está espalhada pelo maior número de regiões brasileiras, sendo dominantes em estados como, EXCETO: 
Alternativas
Q2549997 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Bioma mais devastado, Mata Atlântica luta para manter biodiversidade


    Com histórico de devastação iniciado logo após a chegada dos colonizadores europeus, há mais de 500 anos, a Mata Atlântica tornou-se o bioma brasileiro com os piores índices de conversão da cobertura vegetal original e consequente perda de biodiversidade. Nada menos que 71,3% das áreas de florestas tropicais nativas, conforme dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), já foram desmatadas para exploração durante diversos ciclos econômicos (como pau-brasil, cana-de-açúcar, ouro e café), expansão da ocupação urbana (no bioma vivem cerca de 70% dos brasileiros, aproximadamente 145 milhões de pessoas), construção de ferrovias e rodovias e avanço da agropecuária.
    De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas (MMA), a Mata Atlântica detém a segunda maior biodiversidade das Américas, perdendo apenas para a Amazônia. Apesar de ser o único bioma a usufruir de uma norma específica — a Lei da Mata Atlântica (Lei 11.428, de 2006) — e ser considerada patrimônio nacional pela Constituição Federal, como um grande centro de espécies endêmicas (que só ocorrem na região), a floresta continua em risco.
    Estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que, de 11,8 mil espécies de animais e plantas da Mata Atlântica avaliadas em 2022, 24,1% (2.845) estavam ameaçadas. O percentual continua crescente (em 2014, era de 22,3%) e é bem superior aos dos demais biomas: no Cerrado, por exemplo, onde a situação também é crítica, os índices ficaram na casa de 16% nos dois anos comparados.
    Tema da quarta publicação da série “Biomas”, da Agência Senado, a Mata Atlântica se espalha pelo maior número de regiões brasileiras: está presente em 3.429 municípios de 17 estados, sendo 100% dominante no Espírito Santo, Rio de Janeiro e Santa Catarina e em 98% do Paraná. Ocorre ainda em Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Goiás e oito estados do Nordeste: Bahia, Sergipe, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí. A área original do bioma no Brasil é 1,1 milhão de quilômetros quadrados, mas também há uma pequena porção na Argentina e no Paraguai.


Fonte: https://www12.senado.leg.br/noticias/infomaterias/2024/01/bioma-mais-devastado-mata-atlantica-luta-para-manter-biodiversidade (adaptado).

Em relação às ideias do texto, analise as assertivas:
I. Entre as principais causas da devastação da Mata Atlântica estão a exploração durante diversos ciclos econômicos e outros fatores como expansão urbana e agropecuária. II. A Mata Atlântica detém a segunda maior biodiversidade das Américas, antecedida pelo Cerrado. III. A Mata Atlântica tem uma porcentagem maior de espécies ameaçadas do que o Cerrado.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q2549996 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Bioma mais devastado, Mata Atlântica luta para manter biodiversidade


    Com histórico de devastação iniciado logo após a chegada dos colonizadores europeus, há mais de 500 anos, a Mata Atlântica tornou-se o bioma brasileiro com os piores índices de conversão da cobertura vegetal original e consequente perda de biodiversidade. Nada menos que 71,3% das áreas de florestas tropicais nativas, conforme dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), já foram desmatadas para exploração durante diversos ciclos econômicos (como pau-brasil, cana-de-açúcar, ouro e café), expansão da ocupação urbana (no bioma vivem cerca de 70% dos brasileiros, aproximadamente 145 milhões de pessoas), construção de ferrovias e rodovias e avanço da agropecuária.
    De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas (MMA), a Mata Atlântica detém a segunda maior biodiversidade das Américas, perdendo apenas para a Amazônia. Apesar de ser o único bioma a usufruir de uma norma específica — a Lei da Mata Atlântica (Lei 11.428, de 2006) — e ser considerada patrimônio nacional pela Constituição Federal, como um grande centro de espécies endêmicas (que só ocorrem na região), a floresta continua em risco.
    Estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que, de 11,8 mil espécies de animais e plantas da Mata Atlântica avaliadas em 2022, 24,1% (2.845) estavam ameaçadas. O percentual continua crescente (em 2014, era de 22,3%) e é bem superior aos dos demais biomas: no Cerrado, por exemplo, onde a situação também é crítica, os índices ficaram na casa de 16% nos dois anos comparados.
    Tema da quarta publicação da série “Biomas”, da Agência Senado, a Mata Atlântica se espalha pelo maior número de regiões brasileiras: está presente em 3.429 municípios de 17 estados, sendo 100% dominante no Espírito Santo, Rio de Janeiro e Santa Catarina e em 98% do Paraná. Ocorre ainda em Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Goiás e oito estados do Nordeste: Bahia, Sergipe, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí. A área original do bioma no Brasil é 1,1 milhão de quilômetros quadrados, mas também há uma pequena porção na Argentina e no Paraguai.


Fonte: https://www12.senado.leg.br/noticias/infomaterias/2024/01/bioma-mais-devastado-mata-atlantica-luta-para-manter-biodiversidade (adaptado).

De acordo com o texto, qual é a tendência observada na porcentagem de espécies ameaçadas na Mata Atlântica entre 2014 e 2022?
Alternativas
Q2549991 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Os percalços de viver no espaço


Seu sonho, acalentado quando as coisas por aqui não vão bem, é viver no espaço? Pense bem. A falta de gravidade pode causar perda de densidade óssea e muscular[,] problemas de visão[,] dificuldade para urinar e uma possível disfunção erétil. Um dos problemas identificados mais recentemente é que, após uma caminhada no espaço, provavelmente por causa da pressão atmosférica, muitas unhas caem – os trajes são pressurizados, mas as luvas não. A hipótese mais aceita é de que as luvas, que têm uma camada apertada de borracha para simular a pressão atmosférica, possam prender a circulação do sangue e assim provocar a queda das unhas. Essa situação deve ser, de algum modo, amenizada com os novos trajes espaciais do programa Artemis, que pretende levar à Lua a primeira mulher e a primeira pessoa negra até 2025. Na Estação Espacial Internacional (ISS), que, no final de 2023, completou 25 anos em operação, um experimento com embriões de ratos alimentou a possibilidade de seres humanos e de outros mamíferos se reproduzirem no espaço. Ao chegar à estação espacial, em agosto de 2021, os embriões foram descongelados e cultivados sob microgravidade durante quatro dias. Foram então devolvidos à Terra e comparados com embriões que cresceram em gravidade normal. Na ISS começaram a crescer normalmente, EMBORA a taxa de sobrevivência tenha sido menor do que aqueles que ficaram na Terra (Space.com, 31 de outubro; iScience, 17 de novembro; ScienceAlert, 28 de novembro). 


OS PERCALÇOS de viver no espaço. Pesquisa Fapesp, janeiro de 2024. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/os-percalcos-de-viver-no-espaco/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.

De acordo com esse texto:
Alternativas
Q2549944 Português

TEXTO 3


Se você é um amante de dinossauros, assim como os repórteres desta revista eletrônica, já deve ter ouvido falar que a extinção inesperada dessas criaturas maravilhosas foi causada pela queda de um gigantesco meteoro e pela mudança no clima do planeta. Isso aconteceu há cerca de 66 milhões de anos e foi o último evento de extinção em massa da Terra que tivemos registro.



(SUPERINTERESSANTE. São Paulo: Editora Abril, 2007-2008. VERSIGNASSI, A.; REZENDE, R. Evolução. In: Superinteressante. São Paulo: 2022, edição 240, junho. Acesso em 22/04/2024)

É uma afirmação verdadeira sobre o texto: 
Alternativas
Q2549940 Português

TEXTO 2 


Continho


Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho, do sertão de Pernambuco. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho imaginando bobagem, quando passou um gordo vigário a cavalo:

— Você aí, menino, para onde vai essa estrada?

— Ela não vai não: nós é que vamos nela.

— Engraçadinho duma figa! Como você se chama?

— Eu não me chamo não: os outros é que me chamam de Zé. 


Paulo Mendes Campos. Continho. Em: Carlos Drummond de Andrade e outros. Crônicas. São Paulo: Ática, 1984. p. 76 (Coleção Para Gostar de Ler).

No trecho: “ele estava sentado na poeira do caminho”, há uma expressão figurada para informar que o menino estava:
Alternativas
Q2549935 Português

TEXTO 1


Historicamente o primeiro grande poeta do Brasil, do período Barroco, Gregório de Matos Guerra nasceu em 1633, na cidade de Salvador, na Bahia, e sua obra, principalmente a satírica, faz alusão a duas de suas maiores referências: Brasil e Portugal.

Filho de um fidalgo português que se tornou senhor de engenho no Recôncavo Baiano com uma brasileira, Gregório de Matos não publicou nada em vida, de forma impressa. No século 17, a leitura era proibida – muitos eram os iletrados – e o livro circulava como um objeto raríssimo e caro, com folhas feitas de trapo (pano). “Era comum o poema ser composto nessa folha, e na sátira, por exemplo, era extremamente rotineiro alguém escrever à noite e, de madrugada, aquela folha ser pregada com cola de farinha de mandioca na porta da igreja. Alguém que sabia ler declamava em voz alta e, como eram facilmente memorizáveis, os versos eram utilizados para a produção de novos poemas”

Em 1682, passou a escrever cada vez mais poesias satíricas e eróticas, onde expõe sem nenhum pudor a sociedade da época, o que lhe rendeu o apelido “Boca do Inferno”.

Acerca das palavras e expressões empregadas no texto, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q2549934 Português

TEXTO 1


Historicamente o primeiro grande poeta do Brasil, do período Barroco, Gregório de Matos Guerra nasceu em 1633, na cidade de Salvador, na Bahia, e sua obra, principalmente a satírica, faz alusão a duas de suas maiores referências: Brasil e Portugal.

Filho de um fidalgo português que se tornou senhor de engenho no Recôncavo Baiano com uma brasileira, Gregório de Matos não publicou nada em vida, de forma impressa. No século 17, a leitura era proibida – muitos eram os iletrados – e o livro circulava como um objeto raríssimo e caro, com folhas feitas de trapo (pano). “Era comum o poema ser composto nessa folha, e na sátira, por exemplo, era extremamente rotineiro alguém escrever à noite e, de madrugada, aquela folha ser pregada com cola de farinha de mandioca na porta da igreja. Alguém que sabia ler declamava em voz alta e, como eram facilmente memorizáveis, os versos eram utilizados para a produção de novos poemas”

Em 1682, passou a escrever cada vez mais poesias satíricas e eróticas, onde expõe sem nenhum pudor a sociedade da época, o que lhe rendeu o apelido “Boca do Inferno”.

Qual a alternativa que contém uma informação correta retirada do texto sobre Gregório de Matos e sua obra?
Alternativas
Q2549933 Português

TEXTO 1


Historicamente o primeiro grande poeta do Brasil, do período Barroco, Gregório de Matos Guerra nasceu em 1633, na cidade de Salvador, na Bahia, e sua obra, principalmente a satírica, faz alusão a duas de suas maiores referências: Brasil e Portugal.

Filho de um fidalgo português que se tornou senhor de engenho no Recôncavo Baiano com uma brasileira, Gregório de Matos não publicou nada em vida, de forma impressa. No século 17, a leitura era proibida – muitos eram os iletrados – e o livro circulava como um objeto raríssimo e caro, com folhas feitas de trapo (pano). “Era comum o poema ser composto nessa folha, e na sátira, por exemplo, era extremamente rotineiro alguém escrever à noite e, de madrugada, aquela folha ser pregada com cola de farinha de mandioca na porta da igreja. Alguém que sabia ler declamava em voz alta e, como eram facilmente memorizáveis, os versos eram utilizados para a produção de novos poemas”

Em 1682, passou a escrever cada vez mais poesias satíricas e eróticas, onde expõe sem nenhum pudor a sociedade da época, o que lhe rendeu o apelido “Boca do Inferno”.

Sobre o texto acima é correto afirmar que: 
Alternativas
Q2549784 Português

TEXTO 2


Mar português

Fernando Pessoa

Ó mar salgado, quanto do teu sal 

São lágrimas de Portugal!

Por te cruzarmos, quantas mães choraram,

Quantos filhos em vão rezaram!

Quantas noivas ficaram por casar

Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena

Se a alma não é pequena.

Quem quer passar além do Bojador T

em que passar além da dor.

Deus ao mar o perigo e o abismo deu,

Mas nele é que espelhou o céu. 


PESSOA, Fernando. Mar português. In: PESSOA, Fernando. Obra poética. Rio de Janeiro: Aguilar, 1965. p. 82.

É correto afirmar que no texto há: 
Alternativas
Q2549783 Português

TEXTO 2


Mar português

Fernando Pessoa

Ó mar salgado, quanto do teu sal 

São lágrimas de Portugal!

Por te cruzarmos, quantas mães choraram,

Quantos filhos em vão rezaram!

Quantas noivas ficaram por casar

Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena

Se a alma não é pequena.

Quem quer passar além do Bojador T

em que passar além da dor.

Deus ao mar o perigo e o abismo deu,

Mas nele é que espelhou o céu. 


PESSOA, Fernando. Mar português. In: PESSOA, Fernando. Obra poética. Rio de Janeiro: Aguilar, 1965. p. 82.

Assinale a alternativa correta sobre o texto:
Alternativas
Q2549778 Português

TEXTO 1


"Eu e casca de bala". 

Se você usa muito o TikTok, é bem provável que tenha se deparado com essa expressão nas últimas semanas.

O termo viralizou graças ao hit "Casca de bala", cantado por Thullio Milionário, e virou "trend": pessoas aparecem nos vídeos com aqueles que seriam seus "cascas de bala", ou seja, pessoas próximas. 
Flávio Pizada Quente, compositor da música, explicou que percebeu a expressão sendo usada nas redes sociais. "Eu vi que as páginas de vaquejada estavam usando muito essa expressão. 'Hoje eu vou para a vaquejada com meu casca de bala'. Sou muito ligado nas redes sociais e tiro dali minhas ideias de música", disse em entrevista a Splash.

O artista de São João do Rio do Peixe (PB) explica: "Casca de Bala é aquele amigo que tá ali para tudo que vier".

Mas esse significado é novo. Rafael Gustavo Rigolon, professor de Ensino de Ciências na Universidade Federal de Viçosa (UFV), explica a Splash que essa definição ganhou força após o sucesso da música. 

Originalmente, a bala era a bala a bala que sai da arma mesmo. Já a casca, era a cápsula. "Em grande parte da literatura de algumas décadas atrás, o termo 'casca de bala' aparece apenas com o sentido de 'cápsula, cilindro que contém o projétil da arma de fogo'.

Originalmente, então, a bala em questão não é a guloseima e a casca não é a embalagem", explica Rigolon.

Assistindo ao clipe da música, ainda há outra interpretação: a de que o apelido do amigo é Casca de Bala. "Provavelmente, 'Casca de Bala' foi um termo que, no início, estaria associado a passar uma imagem de medo. Parece-me que o intuito de 'Casca de Bala', no 'hit' atual, era para ser um nome engraçado, já que o parceiro representado no clipe também pretende ser. Se 'Casca de Bala' causa medo; no clipe, a ironia caiu bem".

O termo foi ressignificado de forma bastante positiva e hoje você pode chamar seu amigão, parceiro e companheiro inseparável, de 'casca de bala', mesmo ele sendo um docinho.

O trecho do texto 1 que contém palavras empregadas em sentido figurado é:
Alternativas
Q2549775 Português

TEXTO 1


"Eu e casca de bala". 

Se você usa muito o TikTok, é bem provável que tenha se deparado com essa expressão nas últimas semanas.

O termo viralizou graças ao hit "Casca de bala", cantado por Thullio Milionário, e virou "trend": pessoas aparecem nos vídeos com aqueles que seriam seus "cascas de bala", ou seja, pessoas próximas. 
Flávio Pizada Quente, compositor da música, explicou que percebeu a expressão sendo usada nas redes sociais. "Eu vi que as páginas de vaquejada estavam usando muito essa expressão. 'Hoje eu vou para a vaquejada com meu casca de bala'. Sou muito ligado nas redes sociais e tiro dali minhas ideias de música", disse em entrevista a Splash.

O artista de São João do Rio do Peixe (PB) explica: "Casca de Bala é aquele amigo que tá ali para tudo que vier".

Mas esse significado é novo. Rafael Gustavo Rigolon, professor de Ensino de Ciências na Universidade Federal de Viçosa (UFV), explica a Splash que essa definição ganhou força após o sucesso da música. 

Originalmente, a bala era a bala a bala que sai da arma mesmo. Já a casca, era a cápsula. "Em grande parte da literatura de algumas décadas atrás, o termo 'casca de bala' aparece apenas com o sentido de 'cápsula, cilindro que contém o projétil da arma de fogo'.

Originalmente, então, a bala em questão não é a guloseima e a casca não é a embalagem", explica Rigolon.

Assistindo ao clipe da música, ainda há outra interpretação: a de que o apelido do amigo é Casca de Bala. "Provavelmente, 'Casca de Bala' foi um termo que, no início, estaria associado a passar uma imagem de medo. Parece-me que o intuito de 'Casca de Bala', no 'hit' atual, era para ser um nome engraçado, já que o parceiro representado no clipe também pretende ser. Se 'Casca de Bala' causa medo; no clipe, a ironia caiu bem".

O termo foi ressignificado de forma bastante positiva e hoje você pode chamar seu amigão, parceiro e companheiro inseparável, de 'casca de bala', mesmo ele sendo um docinho.

O que o termo “Casca de Bala” representa no contexto da música? 
Alternativas
Q2549774 Português

TEXTO 1


"Eu e casca de bala". 

Se você usa muito o TikTok, é bem provável que tenha se deparado com essa expressão nas últimas semanas.

O termo viralizou graças ao hit "Casca de bala", cantado por Thullio Milionário, e virou "trend": pessoas aparecem nos vídeos com aqueles que seriam seus "cascas de bala", ou seja, pessoas próximas. 
Flávio Pizada Quente, compositor da música, explicou que percebeu a expressão sendo usada nas redes sociais. "Eu vi que as páginas de vaquejada estavam usando muito essa expressão. 'Hoje eu vou para a vaquejada com meu casca de bala'. Sou muito ligado nas redes sociais e tiro dali minhas ideias de música", disse em entrevista a Splash.

O artista de São João do Rio do Peixe (PB) explica: "Casca de Bala é aquele amigo que tá ali para tudo que vier".

Mas esse significado é novo. Rafael Gustavo Rigolon, professor de Ensino de Ciências na Universidade Federal de Viçosa (UFV), explica a Splash que essa definição ganhou força após o sucesso da música. 

Originalmente, a bala era a bala a bala que sai da arma mesmo. Já a casca, era a cápsula. "Em grande parte da literatura de algumas décadas atrás, o termo 'casca de bala' aparece apenas com o sentido de 'cápsula, cilindro que contém o projétil da arma de fogo'.

Originalmente, então, a bala em questão não é a guloseima e a casca não é a embalagem", explica Rigolon.

Assistindo ao clipe da música, ainda há outra interpretação: a de que o apelido do amigo é Casca de Bala. "Provavelmente, 'Casca de Bala' foi um termo que, no início, estaria associado a passar uma imagem de medo. Parece-me que o intuito de 'Casca de Bala', no 'hit' atual, era para ser um nome engraçado, já que o parceiro representado no clipe também pretende ser. Se 'Casca de Bala' causa medo; no clipe, a ironia caiu bem".

O termo foi ressignificado de forma bastante positiva e hoje você pode chamar seu amigão, parceiro e companheiro inseparável, de 'casca de bala', mesmo ele sendo um docinho.

De acordo com as informações do texto, qual é o significado original da expressão “casca de bala” na literatura antiga?
Alternativas
Q2549772 Português

TEXTO 1


"Eu e casca de bala". 

Se você usa muito o TikTok, é bem provável que tenha se deparado com essa expressão nas últimas semanas.

O termo viralizou graças ao hit "Casca de bala", cantado por Thullio Milionário, e virou "trend": pessoas aparecem nos vídeos com aqueles que seriam seus "cascas de bala", ou seja, pessoas próximas. 
Flávio Pizada Quente, compositor da música, explicou que percebeu a expressão sendo usada nas redes sociais. "Eu vi que as páginas de vaquejada estavam usando muito essa expressão. 'Hoje eu vou para a vaquejada com meu casca de bala'. Sou muito ligado nas redes sociais e tiro dali minhas ideias de música", disse em entrevista a Splash.

O artista de São João do Rio do Peixe (PB) explica: "Casca de Bala é aquele amigo que tá ali para tudo que vier".

Mas esse significado é novo. Rafael Gustavo Rigolon, professor de Ensino de Ciências na Universidade Federal de Viçosa (UFV), explica a Splash que essa definição ganhou força após o sucesso da música. 

Originalmente, a bala era a bala a bala que sai da arma mesmo. Já a casca, era a cápsula. "Em grande parte da literatura de algumas décadas atrás, o termo 'casca de bala' aparece apenas com o sentido de 'cápsula, cilindro que contém o projétil da arma de fogo'.

Originalmente, então, a bala em questão não é a guloseima e a casca não é a embalagem", explica Rigolon.

Assistindo ao clipe da música, ainda há outra interpretação: a de que o apelido do amigo é Casca de Bala. "Provavelmente, 'Casca de Bala' foi um termo que, no início, estaria associado a passar uma imagem de medo. Parece-me que o intuito de 'Casca de Bala', no 'hit' atual, era para ser um nome engraçado, já que o parceiro representado no clipe também pretende ser. Se 'Casca de Bala' causa medo; no clipe, a ironia caiu bem".

O termo foi ressignificado de forma bastante positiva e hoje você pode chamar seu amigão, parceiro e companheiro inseparável, de 'casca de bala', mesmo ele sendo um docinho.

De acordo com o professor Rafael Gustavo Rigolon, o termo “casca de bala” foi ressignificado de forma:
Alternativas
Q2549771 Português

TEXTO 1


"Eu e casca de bala". 

Se você usa muito o TikTok, é bem provável que tenha se deparado com essa expressão nas últimas semanas.

O termo viralizou graças ao hit "Casca de bala", cantado por Thullio Milionário, e virou "trend": pessoas aparecem nos vídeos com aqueles que seriam seus "cascas de bala", ou seja, pessoas próximas. 
Flávio Pizada Quente, compositor da música, explicou que percebeu a expressão sendo usada nas redes sociais. "Eu vi que as páginas de vaquejada estavam usando muito essa expressão. 'Hoje eu vou para a vaquejada com meu casca de bala'. Sou muito ligado nas redes sociais e tiro dali minhas ideias de música", disse em entrevista a Splash.

O artista de São João do Rio do Peixe (PB) explica: "Casca de Bala é aquele amigo que tá ali para tudo que vier".

Mas esse significado é novo. Rafael Gustavo Rigolon, professor de Ensino de Ciências na Universidade Federal de Viçosa (UFV), explica a Splash que essa definição ganhou força após o sucesso da música. 

Originalmente, a bala era a bala a bala que sai da arma mesmo. Já a casca, era a cápsula. "Em grande parte da literatura de algumas décadas atrás, o termo 'casca de bala' aparece apenas com o sentido de 'cápsula, cilindro que contém o projétil da arma de fogo'.

Originalmente, então, a bala em questão não é a guloseima e a casca não é a embalagem", explica Rigolon.

Assistindo ao clipe da música, ainda há outra interpretação: a de que o apelido do amigo é Casca de Bala. "Provavelmente, 'Casca de Bala' foi um termo que, no início, estaria associado a passar uma imagem de medo. Parece-me que o intuito de 'Casca de Bala', no 'hit' atual, era para ser um nome engraçado, já que o parceiro representado no clipe também pretende ser. Se 'Casca de Bala' causa medo; no clipe, a ironia caiu bem".

O termo foi ressignificado de forma bastante positiva e hoje você pode chamar seu amigão, parceiro e companheiro inseparável, de 'casca de bala', mesmo ele sendo um docinho.

Com base nas informações veiculadas no texto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2549613 Português
“A primeira animação no formato longa-metragem da Disney foi ‘Branca de Neve e os Sete Anões’, história que adapta o conto de fadas ‘Branca de Neve’, dos Irmãos Grimm, tendo como protagonista a personagem título da obra, uma garota de 14 anos que foge para a floresta e passa a viver com sete anões ao ter sua vida ameaçada por sua madrasta, a Rainha Má.”
(Fonte: https://recreio.uol.com.br/noticias/entretenimento/historia-descartada-sobre-o-cacador-de-branca-de-neve.phtml)

Qual é o significado da palavra em destaque no trecho apresentado?
Alternativas
Q2549612 Português
“Revisitar o passado como um exercício de autoconhecimento não apenas em busca de características da adulta reveladas desde a infância, como também para observar as relações familiares e toda uma época sob outra perspectiva. A isso se propõe Foi um péssimo dia, uma autoficção voltada ao público juvenil capaz de atrair também leitores adultos interessados em pensar a literatura como possibilidade de ressignificar a própria trajetória.”
(Fonte: https://www.quatrocincoum.com.br/br/resenhas/livros-e-livres/antidoto-para-dias-ruins)

O que significa a partícula auto- nas palavras “autoconhecimento” e “autoficção”, empregadas no trecho acima?
Alternativas
Q2549607 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Ensino médio pode passar por nova reforma em 2024.


    O Novo Ensino Médio (NEM), cujas regras começaram a ser aplicadas em 2022, pode ser substituído por outro modelo. A discussão sobre as mudanças, já iniciada no Congresso, deve continuar em 2024. Além de um projeto apresentado pelo Executivo (PL 5.230/2023), o ano também foi marcado por debates na Subcomissão Temporária para Debater e Avaliar o Ensino Médio no Brasil (Ceensino), que apresentou um relatório com recomendações de ajustes na lei.
    
    A reforma do Ensino Médio foi conduzida em 2017, durante o governo Michel Temer, mas as novas regras começaram a ser aplicadas em 2022 para parte dos alunos. A reforma alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e, entre outros pontos, determina que disciplinas tradicionais passem a ser agrupadas em áreas do conhecimento (linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas). Cada estudante também passou a montar a sua própria grade de ensino médio escolhendo os chamados “itinerários formativos”.

    Segundo o Ministério da Educação, muitos dos elementos da Lei 13.415, de 2017, que instituiu o NEM, não encontraram apoio de educadores e estudantes. A implementação do novo ensino médio está suspensa desde abril.

    Para críticos das mudanças, a adoção das novas regras foi feita sem o devido debate e poderia aprofundar desigualdades entre estudantes das redes pública e privada. O novo modelo, segundo especialistas, induz jovens de escolas públicas a cursarem itinerários de qualificação profissional de baixa complexidade e ofertados precariamente, já que muitas escolas não têm infraestrutura adequada.

    A mudança nas regras pode impactar a vida de quase 8 milhões de estudantes. Dados do último censo escolar divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) apontam que, em 2022, 7,86 milhões de alunos se matricularam no ensino médio. Desse total, 6,89 milhões de matrículas foram em escolas públicas e 971 mil em escolas particulares. Se acompanhada a tendência de anos anteriores, o número de matrículas deve crescer no censo escolar de 2023, cujos resultados serão divulgados no dia 31 de janeiro.

Fonte: https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2024/01/17/ensino-medio-pode-passar-por-nova-reforma-em-2024 (adaptado).

No trecho “O novo modelo, segundo especialistas, induz jovens de escolas públicas a cursarem itinerários de qualificação profissional de baixa complexidade”, o vocábulo sublinhado poderia ser substituído, sem alterar o sentido expresso no texto, por:
Alternativas
Q2549603 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Ensino médio pode passar por nova reforma em 2024.


    O Novo Ensino Médio (NEM), cujas regras começaram a ser aplicadas em 2022, pode ser substituído por outro modelo. A discussão sobre as mudanças, já iniciada no Congresso, deve continuar em 2024. Além de um projeto apresentado pelo Executivo (PL 5.230/2023), o ano também foi marcado por debates na Subcomissão Temporária para Debater e Avaliar o Ensino Médio no Brasil (Ceensino), que apresentou um relatório com recomendações de ajustes na lei.
    
    A reforma do Ensino Médio foi conduzida em 2017, durante o governo Michel Temer, mas as novas regras começaram a ser aplicadas em 2022 para parte dos alunos. A reforma alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e, entre outros pontos, determina que disciplinas tradicionais passem a ser agrupadas em áreas do conhecimento (linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas). Cada estudante também passou a montar a sua própria grade de ensino médio escolhendo os chamados “itinerários formativos”.

    Segundo o Ministério da Educação, muitos dos elementos da Lei 13.415, de 2017, que instituiu o NEM, não encontraram apoio de educadores e estudantes. A implementação do novo ensino médio está suspensa desde abril.

    Para críticos das mudanças, a adoção das novas regras foi feita sem o devido debate e poderia aprofundar desigualdades entre estudantes das redes pública e privada. O novo modelo, segundo especialistas, induz jovens de escolas públicas a cursarem itinerários de qualificação profissional de baixa complexidade e ofertados precariamente, já que muitas escolas não têm infraestrutura adequada.

    A mudança nas regras pode impactar a vida de quase 8 milhões de estudantes. Dados do último censo escolar divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) apontam que, em 2022, 7,86 milhões de alunos se matricularam no ensino médio. Desse total, 6,89 milhões de matrículas foram em escolas públicas e 971 mil em escolas particulares. Se acompanhada a tendência de anos anteriores, o número de matrículas deve crescer no censo escolar de 2023, cujos resultados serão divulgados no dia 31 de janeiro.

Fonte: https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2024/01/17/ensino-medio-pode-passar-por-nova-reforma-em-2024 (adaptado).

De acordo com o texto, qual é uma das principais críticas feitas ao Novo Ensino Médio (NEM)? 
Alternativas
Respostas
25661: A
25662: D
25663: C
25664: D
25665: D
25666: D
25667: B
25668: A
25669: C
25670: B
25671: C
25672: E
25673: B
25674: C
25675: C
25676: D
25677: B
25678: C
25679: D
25680: A