Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q2497687 Português

Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.


Um apólogo


     Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
    – Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa neste mundo?
    – Deixe-me, senhora.
    – Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
   – Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
    – Mas você é orgulhosa.
    – Decerto que sou.
    – Mas por quê?
    – É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
    – Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?
    – Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
  – Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...
    – Também os batedores vão adiante do imperador.
    – Você é imperador?
   – Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana – para dar a isto uma cor poética.
    E dizia a agulha:
    – Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
    A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e altiva, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte; continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile. Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
   – Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
  Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
   – Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
   Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
    – Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária! 

Machado de Assis
A respeito da Tipologia do texto I, pode-se afirmar que este se mostra como de natureza:
Alternativas
Q2497686 Português

Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.


Um apólogo


     Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
    – Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa neste mundo?
    – Deixe-me, senhora.
    – Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
   – Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
    – Mas você é orgulhosa.
    – Decerto que sou.
    – Mas por quê?
    – É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
    – Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?
    – Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
  – Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...
    – Também os batedores vão adiante do imperador.
    – Você é imperador?
   – Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana – para dar a isto uma cor poética.
    E dizia a agulha:
    – Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
    A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e altiva, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte; continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile. Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
   – Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
  Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
   – Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
   Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
    – Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária! 

Machado de Assis
É correto afirmar sobre o relato do texto I que:
Alternativas
Q2497659 Português

Texto 3


Acredito que a produção de arte está diretamente ligada a quem você é, ao local que ocupa no mundo. Neste sentido, os objetos que me rodeiam e que, muitas vezes, estiveram presentes durante minha formação – e estão, ainda hoje, em minha vida – são importantes para pensar quem eu sou, qual minha relação com a sociedade na qual eu vivo. Sendo assim, objetos como pequenas garrafas, tecidos, linhas, agulhas e atos como costurar me ajudam a construir uma narrativa. E posso ampliar essa narrativa se penso que os objetos, simbolicamente falando, têm histórias próprias. Um exemplo: minha mãe foi bordadeira quando eu era criança. Isso ajudava a pagar nossos estudos. Além disso, ela fazia nossos vestidos, nossas roupas, para economizar. O bordado ou a costura, como trabalho, nunca foram profissões valorizadas e estão historicamente ligados às mulheres e a determinadas camadas sociais, geralmente as mais baixas. Eleger a costura como um dos elementos da minha poética fala muito sobre quem eu sou e de onde eu vim.
[…]


Entrevista com Rosana Paulino. Revista do centro de pesquisa e Formação, São Paulo, SESC, n. 5, p. 232-233, set. 2017. (fragmento)

O trecho “E posso ampliar essa narrativa se penso que os objetos, simbolicamente falando, têm histórias próprias”, reescrito, mantém o mesmo sentido e correção linguística na alternativa:
Alternativas
Q2497657 Português

Texto 3


Acredito que a produção de arte está diretamente ligada a quem você é, ao local que ocupa no mundo. Neste sentido, os objetos que me rodeiam e que, muitas vezes, estiveram presentes durante minha formação – e estão, ainda hoje, em minha vida – são importantes para pensar quem eu sou, qual minha relação com a sociedade na qual eu vivo. Sendo assim, objetos como pequenas garrafas, tecidos, linhas, agulhas e atos como costurar me ajudam a construir uma narrativa. E posso ampliar essa narrativa se penso que os objetos, simbolicamente falando, têm histórias próprias. Um exemplo: minha mãe foi bordadeira quando eu era criança. Isso ajudava a pagar nossos estudos. Além disso, ela fazia nossos vestidos, nossas roupas, para economizar. O bordado ou a costura, como trabalho, nunca foram profissões valorizadas e estão historicamente ligados às mulheres e a determinadas camadas sociais, geralmente as mais baixas. Eleger a costura como um dos elementos da minha poética fala muito sobre quem eu sou e de onde eu vim.
[…]


Entrevista com Rosana Paulino. Revista do centro de pesquisa e Formação, São Paulo, SESC, n. 5, p. 232-233, set. 2017. (fragmento)

A artista:
Alternativas
Q2497656 Português

Texto 3


Acredito que a produção de arte está diretamente ligada a quem você é, ao local que ocupa no mundo. Neste sentido, os objetos que me rodeiam e que, muitas vezes, estiveram presentes durante minha formação – e estão, ainda hoje, em minha vida – são importantes para pensar quem eu sou, qual minha relação com a sociedade na qual eu vivo. Sendo assim, objetos como pequenas garrafas, tecidos, linhas, agulhas e atos como costurar me ajudam a construir uma narrativa. E posso ampliar essa narrativa se penso que os objetos, simbolicamente falando, têm histórias próprias. Um exemplo: minha mãe foi bordadeira quando eu era criança. Isso ajudava a pagar nossos estudos. Além disso, ela fazia nossos vestidos, nossas roupas, para economizar. O bordado ou a costura, como trabalho, nunca foram profissões valorizadas e estão historicamente ligados às mulheres e a determinadas camadas sociais, geralmente as mais baixas. Eleger a costura como um dos elementos da minha poética fala muito sobre quem eu sou e de onde eu vim.
[…]


Entrevista com Rosana Paulino. Revista do centro de pesquisa e Formação, São Paulo, SESC, n. 5, p. 232-233, set. 2017. (fragmento)

Assinale a alternativa correta acerca do texto 3: 
Alternativas
Q2497655 Português

Texto 3


Acredito que a produção de arte está diretamente ligada a quem você é, ao local que ocupa no mundo. Neste sentido, os objetos que me rodeiam e que, muitas vezes, estiveram presentes durante minha formação – e estão, ainda hoje, em minha vida – são importantes para pensar quem eu sou, qual minha relação com a sociedade na qual eu vivo. Sendo assim, objetos como pequenas garrafas, tecidos, linhas, agulhas e atos como costurar me ajudam a construir uma narrativa. E posso ampliar essa narrativa se penso que os objetos, simbolicamente falando, têm histórias próprias. Um exemplo: minha mãe foi bordadeira quando eu era criança. Isso ajudava a pagar nossos estudos. Além disso, ela fazia nossos vestidos, nossas roupas, para economizar. O bordado ou a costura, como trabalho, nunca foram profissões valorizadas e estão historicamente ligados às mulheres e a determinadas camadas sociais, geralmente as mais baixas. Eleger a costura como um dos elementos da minha poética fala muito sobre quem eu sou e de onde eu vim.
[…]


Entrevista com Rosana Paulino. Revista do centro de pesquisa e Formação, São Paulo, SESC, n. 5, p. 232-233, set. 2017. (fragmento)

Para a artista, o que é a memória? 
Alternativas
Q2497653 Português

Texto 2

Lembrança colorida


Menino, achava esquisito meu pai sair de casa de pijama. Mercado, feira, venda, até farmácia. Hoje, olhei no vidro da porta quando girei a chave. Quase dava para sentir o cheiro do tecido e algodão seco, ao sol escaldante do quintal. As listas eram um arcoíris em movimento. O mesmo pijama recém-lavado. Sai, saudades.


(mara públio. Https://www.revistabula.com/30836-31-microcontos-paraler-na-quarentena/)

Em qual dos trechos há uma expressão empregada em sentido figurado?
Alternativas
Q2497651 Português

Texto 2

Lembrança colorida


Menino, achava esquisito meu pai sair de casa de pijama. Mercado, feira, venda, até farmácia. Hoje, olhei no vidro da porta quando girei a chave. Quase dava para sentir o cheiro do tecido e algodão seco, ao sol escaldante do quintal. As listas eram um arcoíris em movimento. O mesmo pijama recém-lavado. Sai, saudades.


(mara públio. Https://www.revistabula.com/30836-31-microcontos-paraler-na-quarentena/)

Pode-se afirmar que o tema do miniconto acime é: 
Alternativas
Q2497649 Português

Texto 1


Em São Paulo, um telefone celular é roubado a cada cinco minutos. Em Londres, o mesmo acontece a cada seis minutos. Foi pensando nisso que o GOOGLE anunciou que o sistema Android terá o “modo ladrão”, que bloqueia o celular no momento em que o aparelho é roubado.

O anúncio foi feito por Dave Burke, vice-presidente de engenharia do Android, durante o evento google i/o 2024, que acontece na Califórnia, nos Estados Unidos.

Segundo Burke, o google estudou o comportamento do crime em vários vídeos de roubos de telefones em bicicletas para desenvolver a nova função.

O modo theft detection lock (bloqueio de detecção de roubo) usa inteligência artificial (ia) para bloquear o celular no momento em que um telefone é arrancado da mão do dono.

A tela do celular fica bloqueada automaticamente e impede que criminosos acessem o dispositivo. A função identifica “movimentos comuns associados ao roubo”, como um solavanco de um telefone sendo arrancado da mão de alguém em movimento.

O “modo ladrão” estará disponível em dispositivos a partir do Android 10 ainda este ano.


(https://sbtnews.sbt.com.br/noticia/tecnologia/pensando-em-sao-pauloe-londres-google-anuncia-modo-ladrao-para-celulares-android)

A expressão ‘o mesmo’, refere-se a:
Alternativas
Q2497647 Português

Texto 1


Em São Paulo, um telefone celular é roubado a cada cinco minutos. Em Londres, o mesmo acontece a cada seis minutos. Foi pensando nisso que o GOOGLE anunciou que o sistema Android terá o “modo ladrão”, que bloqueia o celular no momento em que o aparelho é roubado.

O anúncio foi feito por Dave Burke, vice-presidente de engenharia do Android, durante o evento google i/o 2024, que acontece na Califórnia, nos Estados Unidos.

Segundo Burke, o google estudou o comportamento do crime em vários vídeos de roubos de telefones em bicicletas para desenvolver a nova função.

O modo theft detection lock (bloqueio de detecção de roubo) usa inteligência artificial (ia) para bloquear o celular no momento em que um telefone é arrancado da mão do dono.

A tela do celular fica bloqueada automaticamente e impede que criminosos acessem o dispositivo. A função identifica “movimentos comuns associados ao roubo”, como um solavanco de um telefone sendo arrancado da mão de alguém em movimento.

O “modo ladrão” estará disponível em dispositivos a partir do Android 10 ainda este ano.


(https://sbtnews.sbt.com.br/noticia/tecnologia/pensando-em-sao-pauloe-londres-google-anuncia-modo-ladrao-para-celulares-android)

O texto afirma que:
Alternativas
Q2497646 Português

Texto 1


Em São Paulo, um telefone celular é roubado a cada cinco minutos. Em Londres, o mesmo acontece a cada seis minutos. Foi pensando nisso que o GOOGLE anunciou que o sistema Android terá o “modo ladrão”, que bloqueia o celular no momento em que o aparelho é roubado.

O anúncio foi feito por Dave Burke, vice-presidente de engenharia do Android, durante o evento google i/o 2024, que acontece na Califórnia, nos Estados Unidos.

Segundo Burke, o google estudou o comportamento do crime em vários vídeos de roubos de telefones em bicicletas para desenvolver a nova função.

O modo theft detection lock (bloqueio de detecção de roubo) usa inteligência artificial (ia) para bloquear o celular no momento em que um telefone é arrancado da mão do dono.

A tela do celular fica bloqueada automaticamente e impede que criminosos acessem o dispositivo. A função identifica “movimentos comuns associados ao roubo”, como um solavanco de um telefone sendo arrancado da mão de alguém em movimento.

O “modo ladrão” estará disponível em dispositivos a partir do Android 10 ainda este ano.


(https://sbtnews.sbt.com.br/noticia/tecnologia/pensando-em-sao-pauloe-londres-google-anuncia-modo-ladrao-para-celulares-android)

Assinale a alternativa correta com relação às informações contidas no texto:
Alternativas
Q2497307 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


TROCO UM FUSCA BRANCO

por um cavalo cor de vento

um cavalo mais veloz que o pensamento.

Quero que ele me leve para bem longe

e que galope ao deus-dará

que já me cansei deste engarrafamento...


MURRAY, Roseana. Classificados poéticos. 4.ed. São Paulo: Moderna, 2010.

Apesar de ser um poema, o texto apresentado possui função similar, porém lúdica, de um (a)
Alternativas
Q2497305 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


SINOPSE


Po está prestes a se tornar o novo líder espiritual do Vale da Paz, mas antes que possa fazer isso, ele deve encontrar um sucessor para se tornar o novo Dragão Guerreiro. Ele parece encontrar uma em Zhen, uma raposa com muitas habilidades promissoras, mas que não gosta muito da ideia de Po treiná-la. 

Disponível em: <https://www.cinesercla.com.br/Filme/
Detalhe/905?canonized=kung-fu-panda-4>. Acesso em:
16 de abril de 2024.


Apesar de estarem inseridos em períodos diferentes, os vocábulos em destaque expressam a ideia de
Alternativas
Q2497304 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


SINOPSE


Po está prestes a se tornar o novo líder espiritual do Vale da Paz, mas antes que possa fazer isso, ele deve encontrar um sucessor para se tornar o novo Dragão Guerreiro. Ele parece encontrar uma em Zhen, uma raposa com muitas habilidades promissoras, mas que não gosta muito da ideia de Po treiná-la. 

Disponível em: <https://www.cinesercla.com.br/Filme/
Detalhe/905?canonized=kung-fu-panda-4>. Acesso em:
16 de abril de 2024.


O termo “sinopse” poderia ser substituído, sem alterar o sentido do enunciado, pela palavra
Alternativas
Q2497231 Português

Leia a tirinha abaixo e analise as afirmativas a seu respeito. 



Q11.png (651×210)



I- O autor da tirinha mostra a importância da leitura no enriquecimento do acervo cognitivo, fazendo-nos entender que não adianta comprar livros sem o objetivo de lê-los;

II-O pronome “ele”, no segundo quadrinho da tirinha, faz referência aos livros;

III- Na oração “nos deixam mais sábios”, temos apenas um predicado verbal;

IV- Na oração “você já leu eles?”, temos um sujeito simples e um predicado verbal.


Após análise das afirmativas, conclui-se que estão corretas: 

Alternativas
Q2497221 Português

Leia a crônica abaixo e responda da questão.


Prioridades

Lya Luft

       Muito do que gastamos (e nos desgastamos) nesse consumismo feroz podia ser negociado com a gente mesmo: uma hora de alegria em troca daquele sapato. Uma tarde de amor em troca da prestação do carro do ano; um fim de semana em família em lugar daquele trabalho extra que está me matando e ainda por cima detesto.                             
     Não sei se sou otimista demais, ou fora da realidade. Mas, à medida que fui gostando mais do meu jeans, camiseta e mocassins, me agitando menos, querendo ter menos, fui ficando mais tranquila e mais divertida. Sapato e roupa simbolizam bem mais do que isso que são: representam uma escolha de vida, uma postura interior.         
    Nunca fui modelo de nada, graças a Deus. Mas amadurecer me obrigou a fazer muita faxina nos armários da alma e na bolsa também. Resistir a certas tentações é burrice; mas fugir de outras pode ser crescimento, e muito mais alegria.     
     Cada um que examine o baú de suas prioridades, e faça a arrumação que quiser ou puder.     
    Que seja para aliviar a vida, o coração e o pensamento – não para inventar de acumular ali mais alguns compromissos estéreis e mortais.  

   

Fonte: livro “Pensar é Transgredir”

A crônica é um gênero a partir do qual o autor tem a oportunidade de explorar um fato da realidade social com o intento de lançar uma crítica à sociedade. Nesse sentido, percebe-se que Lya Luft, no texto acima: 
Alternativas
Q2497186 Português
Na frase “Vi o garoto com o telescópio”, percebemos o seguinte vício de linguagem:
Alternativas
Q2497183 Português
Utilize o texto a seguir para responder a questão:

STALKER: SAIBA O QUE SIGNIFICA

Stalkear. O que significa essa expressão, afinal? Bem, a origem da palavra vem do inglês e significa “perseguidor”, mas também é traduzido como “ato de perseguir” = stalkear (adaptação ao português). Além disso, essa classificação de comportamento não é atual. Ainda na década de 1980, a expressão referia-se as perseguições que as celebridades sofriam. Já no contexto atual, ela é utilizada principalmente a partir das redes sociais, que facilitou (e muito) essas ações escondidas.

Porém, o que nem todos sabem é que o seu significado denota alguém que pratica um ato abusivo. Sendo assim, tal atividade tem capacidade de virar um grande problema psicológico sem que a própria pessoa perceba. Vale ressaltar que a sua prática não é considerada um crime ou problema psicológico até um certo limite. Nesse sentido, quando o indivíduo passa a ficar obcecado e começa a adotar atitudes compulsivas, pode-se, então, identificar problemas emocionais.

Ainda, por trás de um stalker compulsivo existem diversos problemas mal resolvidos, como: traumas, rejeições ou inseguranças. Muitas vezes, a pessoa começa aprendendo como investigar uma pessoa e depois se torna um viciado em vasculhar a vida alheia. Em diversos casos, o indivíduo esquece-se de cuidar a própria vida e negligencia a sua saúde física e mental.

A palavra stalker é muito conhecida entre os participantes das redes sociais. Afinal, ela nasceu na internet como uma nomenclatura no sentido de espionar as atividades de outras pessoas. Como dito antes, tal atitude é bem comum dentro do ambiente digital. Hoje em dia, é muito fácil pesquisar sobre dados e informações sobre qualquer indivíduo, por isso, torna-se uma prática recorrente.

Dessa forma, é comum stalkear o Facebook de alguém ou até ser o Instagram stalker de uma pessoa. Bisbilhotar a vida alheia com um pouco mais de afinco é o que concebe o stalker digital. Então, tal prática aparece quando observamos bastante o feed e stories de algum perfil.

Apesar de ser fácil aprender como investigar uma pessoa na internet, a pesquisa simples e sem profundidade não configura a atitude que caracteriza, de fato, o stalker. Aprender a diferença é fundamental na hora de configurar algum desvio psicológico.

Como percebemos, o que é stalkear uma pessoa pode ser definido como um comportamento extravagante e que foge do controle dos indivíduos, entretanto, as suas causas ainda estão sendo investigadas.

Conforme a psicologia explica, muitos stalkers não conseguem lidar com suas perdas e frustrações. Existe um certo desequilíbrio emocional, principalmente, diante à uma rejeição ou qualquer outro motivo que cause a insegurança, tristeza ou inferioridade. Sendo assim, eles se sentem motivados a estarem próximos ao indivíduo que os causa essa reação, pois, assim, procuram entender o porquê de tudo isso que estão sentindo. Dessa forma, sempre visualizam como está a rotina e o dia a dia dessa pessoa.

De acordo com um estudo de 2012, publicado na revista “Aggression and Violent Behavior“, “as motivações para perseguir incluem uma crença ilusória no destino romântico, um desejo de recuperar um relacionamento anterior, um desejo sádico de atormentar a vítima ou uma super identificação psicótica com o vítima e o desejo de substituí-lo”. Além disso, vale ressaltar que para o perseguidor não importa a forma usada para contato com esse outro indivíduo. Então, ela pode acontecer pelas redes sociais ou até mesmo com presentes, declarações ou perseguições em público.

(Fonte: https://www.telavita.com.br/blog/stalker-stalkear/. ADAPTADO).
De acordo com o texto, qual das alternativas NÃO é uma possível motivação para alguém se tornar um stalker?
Alternativas
Q2497182 Português
Utilize o texto a seguir para responder a questão:

STALKER: SAIBA O QUE SIGNIFICA

Stalkear. O que significa essa expressão, afinal? Bem, a origem da palavra vem do inglês e significa “perseguidor”, mas também é traduzido como “ato de perseguir” = stalkear (adaptação ao português). Além disso, essa classificação de comportamento não é atual. Ainda na década de 1980, a expressão referia-se as perseguições que as celebridades sofriam. Já no contexto atual, ela é utilizada principalmente a partir das redes sociais, que facilitou (e muito) essas ações escondidas.

Porém, o que nem todos sabem é que o seu significado denota alguém que pratica um ato abusivo. Sendo assim, tal atividade tem capacidade de virar um grande problema psicológico sem que a própria pessoa perceba. Vale ressaltar que a sua prática não é considerada um crime ou problema psicológico até um certo limite. Nesse sentido, quando o indivíduo passa a ficar obcecado e começa a adotar atitudes compulsivas, pode-se, então, identificar problemas emocionais.

Ainda, por trás de um stalker compulsivo existem diversos problemas mal resolvidos, como: traumas, rejeições ou inseguranças. Muitas vezes, a pessoa começa aprendendo como investigar uma pessoa e depois se torna um viciado em vasculhar a vida alheia. Em diversos casos, o indivíduo esquece-se de cuidar a própria vida e negligencia a sua saúde física e mental.

A palavra stalker é muito conhecida entre os participantes das redes sociais. Afinal, ela nasceu na internet como uma nomenclatura no sentido de espionar as atividades de outras pessoas. Como dito antes, tal atitude é bem comum dentro do ambiente digital. Hoje em dia, é muito fácil pesquisar sobre dados e informações sobre qualquer indivíduo, por isso, torna-se uma prática recorrente.

Dessa forma, é comum stalkear o Facebook de alguém ou até ser o Instagram stalker de uma pessoa. Bisbilhotar a vida alheia com um pouco mais de afinco é o que concebe o stalker digital. Então, tal prática aparece quando observamos bastante o feed e stories de algum perfil.

Apesar de ser fácil aprender como investigar uma pessoa na internet, a pesquisa simples e sem profundidade não configura a atitude que caracteriza, de fato, o stalker. Aprender a diferença é fundamental na hora de configurar algum desvio psicológico.

Como percebemos, o que é stalkear uma pessoa pode ser definido como um comportamento extravagante e que foge do controle dos indivíduos, entretanto, as suas causas ainda estão sendo investigadas.

Conforme a psicologia explica, muitos stalkers não conseguem lidar com suas perdas e frustrações. Existe um certo desequilíbrio emocional, principalmente, diante à uma rejeição ou qualquer outro motivo que cause a insegurança, tristeza ou inferioridade. Sendo assim, eles se sentem motivados a estarem próximos ao indivíduo que os causa essa reação, pois, assim, procuram entender o porquê de tudo isso que estão sentindo. Dessa forma, sempre visualizam como está a rotina e o dia a dia dessa pessoa.

De acordo com um estudo de 2012, publicado na revista “Aggression and Violent Behavior“, “as motivações para perseguir incluem uma crença ilusória no destino romântico, um desejo de recuperar um relacionamento anterior, um desejo sádico de atormentar a vítima ou uma super identificação psicótica com o vítima e o desejo de substituí-lo”. Além disso, vale ressaltar que para o perseguidor não importa a forma usada para contato com esse outro indivíduo. Então, ela pode acontecer pelas redes sociais ou até mesmo com presentes, declarações ou perseguições em público.

(Fonte: https://www.telavita.com.br/blog/stalker-stalkear/. ADAPTADO).
De acordo com o texto, qual das seguintes afirmações é correta sobre o comportamento de um stalker, segundo o texto?
Alternativas
Q2497181 Português
Utilize o texto a seguir para responder a questão:

STALKER: SAIBA O QUE SIGNIFICA

Stalkear. O que significa essa expressão, afinal? Bem, a origem da palavra vem do inglês e significa “perseguidor”, mas também é traduzido como “ato de perseguir” = stalkear (adaptação ao português). Além disso, essa classificação de comportamento não é atual. Ainda na década de 1980, a expressão referia-se as perseguições que as celebridades sofriam. Já no contexto atual, ela é utilizada principalmente a partir das redes sociais, que facilitou (e muito) essas ações escondidas.

Porém, o que nem todos sabem é que o seu significado denota alguém que pratica um ato abusivo. Sendo assim, tal atividade tem capacidade de virar um grande problema psicológico sem que a própria pessoa perceba. Vale ressaltar que a sua prática não é considerada um crime ou problema psicológico até um certo limite. Nesse sentido, quando o indivíduo passa a ficar obcecado e começa a adotar atitudes compulsivas, pode-se, então, identificar problemas emocionais.

Ainda, por trás de um stalker compulsivo existem diversos problemas mal resolvidos, como: traumas, rejeições ou inseguranças. Muitas vezes, a pessoa começa aprendendo como investigar uma pessoa e depois se torna um viciado em vasculhar a vida alheia. Em diversos casos, o indivíduo esquece-se de cuidar a própria vida e negligencia a sua saúde física e mental.

A palavra stalker é muito conhecida entre os participantes das redes sociais. Afinal, ela nasceu na internet como uma nomenclatura no sentido de espionar as atividades de outras pessoas. Como dito antes, tal atitude é bem comum dentro do ambiente digital. Hoje em dia, é muito fácil pesquisar sobre dados e informações sobre qualquer indivíduo, por isso, torna-se uma prática recorrente.

Dessa forma, é comum stalkear o Facebook de alguém ou até ser o Instagram stalker de uma pessoa. Bisbilhotar a vida alheia com um pouco mais de afinco é o que concebe o stalker digital. Então, tal prática aparece quando observamos bastante o feed e stories de algum perfil.

Apesar de ser fácil aprender como investigar uma pessoa na internet, a pesquisa simples e sem profundidade não configura a atitude que caracteriza, de fato, o stalker. Aprender a diferença é fundamental na hora de configurar algum desvio psicológico.

Como percebemos, o que é stalkear uma pessoa pode ser definido como um comportamento extravagante e que foge do controle dos indivíduos, entretanto, as suas causas ainda estão sendo investigadas.

Conforme a psicologia explica, muitos stalkers não conseguem lidar com suas perdas e frustrações. Existe um certo desequilíbrio emocional, principalmente, diante à uma rejeição ou qualquer outro motivo que cause a insegurança, tristeza ou inferioridade. Sendo assim, eles se sentem motivados a estarem próximos ao indivíduo que os causa essa reação, pois, assim, procuram entender o porquê de tudo isso que estão sentindo. Dessa forma, sempre visualizam como está a rotina e o dia a dia dessa pessoa.

De acordo com um estudo de 2012, publicado na revista “Aggression and Violent Behavior“, “as motivações para perseguir incluem uma crença ilusória no destino romântico, um desejo de recuperar um relacionamento anterior, um desejo sádico de atormentar a vítima ou uma super identificação psicótica com o vítima e o desejo de substituí-lo”. Além disso, vale ressaltar que para o perseguidor não importa a forma usada para contato com esse outro indivíduo. Então, ela pode acontecer pelas redes sociais ou até mesmo com presentes, declarações ou perseguições em público.

(Fonte: https://www.telavita.com.br/blog/stalker-stalkear/. ADAPTADO).
De acordo com o texto, qual é a origem da palavra "stalkear" e como seu significado evoluiu ao longo do tempo?
Alternativas
Respostas
24201: A
24202: C
24203: A
24204: C
24205: A
24206: A
24207: D
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