Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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“Personagens históricos muito antigos costumam ter suas biografias misturadas a episódios lendários. No caso de figuras religiosas, esta confusão entre verdade e mito é ainda mais intensa.
Isso torna muito difícil precisar o que é fato e o que é fantasia na vida de Sidarta Gautama, aquele que é considerado o primeiro Buda. A começar pela época em que viveu. Não há consenso, mas muitos acreditam que Gautama tenha nascido em 563 a.C. e morrido, aos 80 anos, em 483 a.C.
O budismo, religião baseada em seus ensinamentos, tem cerca de 500 milhões de seguidores em todo o mundo — no Brasil são 250 mil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Gautama teria sido um príncipe de uma região indiana, hoje parte do sul do Nepal.”
VEIGA, Edison. Sidarta Gautama: o príncipe 'iluminado' que se tornou o primeiro Buda. BBC News Brasil, 28 de agosto de 2024. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y3lr2nzn5o. Acesso em: 28 ago. 2024.
Nesse excerto, infere-se que
Sobre a argumentação desse segmento, é correto afirmar que os argumentos apresentados:
Leia estes versos do poeta Paulo Leminski.
[...]
passe o que nasce
passe o que nem
passe o que faz
passe o que faz-se
que tudo passe
e passe muito bem
[...]
Os quatro primeiros versos apresentam a seguinte figura de
linguagem:
A ideia de que o professor deve transmitir conhecimentos ao aluno e que esse deve memorizá-los, internalizá-los e repeti-los mecanicamente é denominada “concepção bancária” da educação, segundo Freire. A concepção bancária parte do pressuposto de que o professor é detentor de conhecimentos legítimos e que o aluno é um mero receptáculo de informações. Neste tipo de relação, existe uma desigualdade importante quanto ao poder e à autonomia, pois o professor é o sujeito da ação, ele ensina e toma o aluno como um objeto, passivo, receptivo e ingênuo. Além disso, o contexto é desvalorizado, a história de vida dos indivíduos é secundária, e a ação educativa é uma forma de opressão e subjugação.
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O tópico frasal desse parágrafo é:
O sentido contrário da palavra sublinhada nessa frase é
É CORRETO afirmar que a conjunção “embora” pode ser substituída, sem que haja prejuízo do sentido de concessão, por
“Nem sempre é bom fazer o que todos fazem porque a maioria também pode estar errada”.
Essa frase se opõe a um tipo de argumento bastante usado, que é um argumento: