Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q2536175 Português
Texto para responder à questão.

Alerta de segurança: os cibercriminosos estão por toda parte, mas é possível se livrar deles 


      Nos dias de hoje, a segurança cibernética tornou-se uma preocupação essencial para empresas, governos e indivíduos em todo o mundo. Com o aumento da dependência da tecnologia e da conectividade digital, os ataques cibernéticos representam uma ameaça real e crescente, capaz de causar danos significativos e irreparáveis.
      De acordo com a pesquisa da PurpleSec houve um aumento de 600% de crime cibernético desde o início da pandemia e 350% de ataques de ransomware desde 2018. Além disso, 60% das pequenas empresas fecham seis meses após um cyber ataque.
      O estudo ainda aponta que as violações de dados estão se tornando mais frequentes e caras. Esses ataques não apenas acarretam custos financeiros significativos, mas também prejudicam a reputação das empresas, impactando a confiança do consumidor e as operações a longo prazo.
      Os ataques cibernéticos podem assumir diversas formas, desde o roubo de dados pessoais e financeiros até o sequestro de sistemas inteiros e infraestruturas críticas. Não é preciso muito esforço para imaginar o caos que pode resultar de um ataque bem-sucedido a uma instituição financeira, uma rede de energia, até mesmo a uma instalação de saúde, ou mesmo numa área de desenvolvimento de novos produtos de uma indústria.
      Portanto, a prevenção de ataques cibernéticos tornou-se uma prioridade absoluta para todas as organizações e indivíduos que valorizam a segurança e a privacidade dos dados. Isso requer um esforço concentrado e contínuo para identificar vulnerabilidades, implementar medidas de segurança robustas e educar os usuários sobre práticas seguras de navegação na internet.
      Uma das principais estratégias de prevenção de ataques cibernéticos é a implementação de firewalls, sistemas de detecção de intrusões e softwares antivírus atualizados. Essas ferramentas ajudam a proteger redes e sistemas contra invasores maliciosos e malware, garantindo que apenas usuários autorizados tenham acesso aos recursos digitais.
      Além disso, é fundamental realizar regularmente atualizações de segurança e patches de software para corrigir vulnerabilidades conhecidas e mitigar o risco de exploração por parte de hackers. Muitos ataques cibernéticos bem-sucedidos exploram brechas em sistemas desatualizados ou mal protegidos, destacando a importância de manter todos os softwares e sistemas operacionais atualizados.
      Outro aspecto crucial da prevenção de ataques cibernéticos é a conscientização e a educação dos usuários finais. Muitos ataques começam com ações simples, como clicar em links suspeitos ou baixar anexos de e-mails desconhecidos. Portanto, é essencial fornecer treinamento regular sobre segurança cibernética, alertando os funcionários e usuários sobre os riscos e as melhores práticas para evitar ameaças on-line.
      Além disso, as organizações devem desenvolver planos de resposta a incidentes cibernéticos, para que possam agir rapidamente em caso de violação de dados ou ataque bem-sucedido. Isso inclui a designação de equipes de resposta dedicadas, a definição de protocolos de comunicação e a realização de simulações regulares para testar a eficácia dos procedimentos de resposta.
      A prevenção de ataques cibernéticos é um esforço contínuo e multifacetado que requer a de todos os membros de uma organização ou comunidade. Com o aumento da sofisticação dos ataques cibernéticos, é fundamental permanecer vigilante e proativo na proteção de dados e sistemas contra ameaças digitais.
      Em muitas jurisdições, existem leis e regulamentos que governam a segurança cibernética. A governança corporativa deve garantir que a empresa esteja em total conformidade com essas normas, evitando penalidades legais e reforçando a proteção contra ataques.
      A segurança cibernética é uma área que exige atenção constante e proativa da governança corporativa. À medida que o cenário de ameaças evolui, também deve evoluir a abordagem das empresas para gerenciar esses riscos. Com políticas adequadas, investimentos em tecnologia, educação contínua, e uma forte cultura de segurança, as empresas podem fortalecer significativamente suas defesas contra o crescente número de ataques cibernéticos. Estar preparado é mais do que uma necessidade; é uma responsabilidade para com os clientes, funcionários e stakeholders.

(Darcio Zarpellon. Disponível em: https://olhardigital.com.br/. Acesso em: 12/05/2024.) 
“Uma das principais estratégias de prevenção de ataques cibernéticos é a implementação de firewalls, sistemas de detecção de intrusões e softwares antivírus atualizados. Essas ferramentas ajudam a proteger redes e sistemas contra invasores maliciosos e malware, garantindo que apenas usuários autorizados tenham acesso aos recursos digitais.” (6º§) Quanto ao fragmento, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2536174 Português
Texto para responder à questão.

Alerta de segurança: os cibercriminosos estão por toda parte, mas é possível se livrar deles 


      Nos dias de hoje, a segurança cibernética tornou-se uma preocupação essencial para empresas, governos e indivíduos em todo o mundo. Com o aumento da dependência da tecnologia e da conectividade digital, os ataques cibernéticos representam uma ameaça real e crescente, capaz de causar danos significativos e irreparáveis.
      De acordo com a pesquisa da PurpleSec houve um aumento de 600% de crime cibernético desde o início da pandemia e 350% de ataques de ransomware desde 2018. Além disso, 60% das pequenas empresas fecham seis meses após um cyber ataque.
      O estudo ainda aponta que as violações de dados estão se tornando mais frequentes e caras. Esses ataques não apenas acarretam custos financeiros significativos, mas também prejudicam a reputação das empresas, impactando a confiança do consumidor e as operações a longo prazo.
      Os ataques cibernéticos podem assumir diversas formas, desde o roubo de dados pessoais e financeiros até o sequestro de sistemas inteiros e infraestruturas críticas. Não é preciso muito esforço para imaginar o caos que pode resultar de um ataque bem-sucedido a uma instituição financeira, uma rede de energia, até mesmo a uma instalação de saúde, ou mesmo numa área de desenvolvimento de novos produtos de uma indústria.
      Portanto, a prevenção de ataques cibernéticos tornou-se uma prioridade absoluta para todas as organizações e indivíduos que valorizam a segurança e a privacidade dos dados. Isso requer um esforço concentrado e contínuo para identificar vulnerabilidades, implementar medidas de segurança robustas e educar os usuários sobre práticas seguras de navegação na internet.
      Uma das principais estratégias de prevenção de ataques cibernéticos é a implementação de firewalls, sistemas de detecção de intrusões e softwares antivírus atualizados. Essas ferramentas ajudam a proteger redes e sistemas contra invasores maliciosos e malware, garantindo que apenas usuários autorizados tenham acesso aos recursos digitais.
      Além disso, é fundamental realizar regularmente atualizações de segurança e patches de software para corrigir vulnerabilidades conhecidas e mitigar o risco de exploração por parte de hackers. Muitos ataques cibernéticos bem-sucedidos exploram brechas em sistemas desatualizados ou mal protegidos, destacando a importância de manter todos os softwares e sistemas operacionais atualizados.
      Outro aspecto crucial da prevenção de ataques cibernéticos é a conscientização e a educação dos usuários finais. Muitos ataques começam com ações simples, como clicar em links suspeitos ou baixar anexos de e-mails desconhecidos. Portanto, é essencial fornecer treinamento regular sobre segurança cibernética, alertando os funcionários e usuários sobre os riscos e as melhores práticas para evitar ameaças on-line.
      Além disso, as organizações devem desenvolver planos de resposta a incidentes cibernéticos, para que possam agir rapidamente em caso de violação de dados ou ataque bem-sucedido. Isso inclui a designação de equipes de resposta dedicadas, a definição de protocolos de comunicação e a realização de simulações regulares para testar a eficácia dos procedimentos de resposta.
      A prevenção de ataques cibernéticos é um esforço contínuo e multifacetado que requer a de todos os membros de uma organização ou comunidade. Com o aumento da sofisticação dos ataques cibernéticos, é fundamental permanecer vigilante e proativo na proteção de dados e sistemas contra ameaças digitais.
      Em muitas jurisdições, existem leis e regulamentos que governam a segurança cibernética. A governança corporativa deve garantir que a empresa esteja em total conformidade com essas normas, evitando penalidades legais e reforçando a proteção contra ataques.
      A segurança cibernética é uma área que exige atenção constante e proativa da governança corporativa. À medida que o cenário de ameaças evolui, também deve evoluir a abordagem das empresas para gerenciar esses riscos. Com políticas adequadas, investimentos em tecnologia, educação contínua, e uma forte cultura de segurança, as empresas podem fortalecer significativamente suas defesas contra o crescente número de ataques cibernéticos. Estar preparado é mais do que uma necessidade; é uma responsabilidade para com os clientes, funcionários e stakeholders.

(Darcio Zarpellon. Disponível em: https://olhardigital.com.br/. Acesso em: 12/05/2024.) 
A relação adequada entre as palavras contribui para que o texto seja harmonioso e que faça sentido para o leitor. A partir dessa consideração, analise o excerto sublinhado no seguinte trecho: “Esses ataques não apenas acarretam custos financeiros significativos, mas também prejudicam a reputação das empresas, impactando a confiança do consumidor e as operações a longo prazo.” (3º§) É correto afirmar que o excerto estabelece, no trecho, relação de: 
Alternativas
Q2536173 Português
Texto para responder à questão.

Alerta de segurança: os cibercriminosos estão por toda parte, mas é possível se livrar deles 


      Nos dias de hoje, a segurança cibernética tornou-se uma preocupação essencial para empresas, governos e indivíduos em todo o mundo. Com o aumento da dependência da tecnologia e da conectividade digital, os ataques cibernéticos representam uma ameaça real e crescente, capaz de causar danos significativos e irreparáveis.
      De acordo com a pesquisa da PurpleSec houve um aumento de 600% de crime cibernético desde o início da pandemia e 350% de ataques de ransomware desde 2018. Além disso, 60% das pequenas empresas fecham seis meses após um cyber ataque.
      O estudo ainda aponta que as violações de dados estão se tornando mais frequentes e caras. Esses ataques não apenas acarretam custos financeiros significativos, mas também prejudicam a reputação das empresas, impactando a confiança do consumidor e as operações a longo prazo.
      Os ataques cibernéticos podem assumir diversas formas, desde o roubo de dados pessoais e financeiros até o sequestro de sistemas inteiros e infraestruturas críticas. Não é preciso muito esforço para imaginar o caos que pode resultar de um ataque bem-sucedido a uma instituição financeira, uma rede de energia, até mesmo a uma instalação de saúde, ou mesmo numa área de desenvolvimento de novos produtos de uma indústria.
      Portanto, a prevenção de ataques cibernéticos tornou-se uma prioridade absoluta para todas as organizações e indivíduos que valorizam a segurança e a privacidade dos dados. Isso requer um esforço concentrado e contínuo para identificar vulnerabilidades, implementar medidas de segurança robustas e educar os usuários sobre práticas seguras de navegação na internet.
      Uma das principais estratégias de prevenção de ataques cibernéticos é a implementação de firewalls, sistemas de detecção de intrusões e softwares antivírus atualizados. Essas ferramentas ajudam a proteger redes e sistemas contra invasores maliciosos e malware, garantindo que apenas usuários autorizados tenham acesso aos recursos digitais.
      Além disso, é fundamental realizar regularmente atualizações de segurança e patches de software para corrigir vulnerabilidades conhecidas e mitigar o risco de exploração por parte de hackers. Muitos ataques cibernéticos bem-sucedidos exploram brechas em sistemas desatualizados ou mal protegidos, destacando a importância de manter todos os softwares e sistemas operacionais atualizados.
      Outro aspecto crucial da prevenção de ataques cibernéticos é a conscientização e a educação dos usuários finais. Muitos ataques começam com ações simples, como clicar em links suspeitos ou baixar anexos de e-mails desconhecidos. Portanto, é essencial fornecer treinamento regular sobre segurança cibernética, alertando os funcionários e usuários sobre os riscos e as melhores práticas para evitar ameaças on-line.
      Além disso, as organizações devem desenvolver planos de resposta a incidentes cibernéticos, para que possam agir rapidamente em caso de violação de dados ou ataque bem-sucedido. Isso inclui a designação de equipes de resposta dedicadas, a definição de protocolos de comunicação e a realização de simulações regulares para testar a eficácia dos procedimentos de resposta.
      A prevenção de ataques cibernéticos é um esforço contínuo e multifacetado que requer a de todos os membros de uma organização ou comunidade. Com o aumento da sofisticação dos ataques cibernéticos, é fundamental permanecer vigilante e proativo na proteção de dados e sistemas contra ameaças digitais.
      Em muitas jurisdições, existem leis e regulamentos que governam a segurança cibernética. A governança corporativa deve garantir que a empresa esteja em total conformidade com essas normas, evitando penalidades legais e reforçando a proteção contra ataques.
      A segurança cibernética é uma área que exige atenção constante e proativa da governança corporativa. À medida que o cenário de ameaças evolui, também deve evoluir a abordagem das empresas para gerenciar esses riscos. Com políticas adequadas, investimentos em tecnologia, educação contínua, e uma forte cultura de segurança, as empresas podem fortalecer significativamente suas defesas contra o crescente número de ataques cibernéticos. Estar preparado é mais do que uma necessidade; é uma responsabilidade para com os clientes, funcionários e stakeholders.

(Darcio Zarpellon. Disponível em: https://olhardigital.com.br/. Acesso em: 12/05/2024.) 
“À medida que o cenário de ameaças evolui, também deve evoluir a abordagem das empresas para gerenciar esses riscos.” (12º§) Quanto à expressão “à medida que”, no início do fragmento, é correto afirmar que estabelece uma relação de:
Alternativas
Q2536172 Português
Texto para responder à questão.

Alerta de segurança: os cibercriminosos estão por toda parte, mas é possível se livrar deles 


      Nos dias de hoje, a segurança cibernética tornou-se uma preocupação essencial para empresas, governos e indivíduos em todo o mundo. Com o aumento da dependência da tecnologia e da conectividade digital, os ataques cibernéticos representam uma ameaça real e crescente, capaz de causar danos significativos e irreparáveis.
      De acordo com a pesquisa da PurpleSec houve um aumento de 600% de crime cibernético desde o início da pandemia e 350% de ataques de ransomware desde 2018. Além disso, 60% das pequenas empresas fecham seis meses após um cyber ataque.
      O estudo ainda aponta que as violações de dados estão se tornando mais frequentes e caras. Esses ataques não apenas acarretam custos financeiros significativos, mas também prejudicam a reputação das empresas, impactando a confiança do consumidor e as operações a longo prazo.
      Os ataques cibernéticos podem assumir diversas formas, desde o roubo de dados pessoais e financeiros até o sequestro de sistemas inteiros e infraestruturas críticas. Não é preciso muito esforço para imaginar o caos que pode resultar de um ataque bem-sucedido a uma instituição financeira, uma rede de energia, até mesmo a uma instalação de saúde, ou mesmo numa área de desenvolvimento de novos produtos de uma indústria.
      Portanto, a prevenção de ataques cibernéticos tornou-se uma prioridade absoluta para todas as organizações e indivíduos que valorizam a segurança e a privacidade dos dados. Isso requer um esforço concentrado e contínuo para identificar vulnerabilidades, implementar medidas de segurança robustas e educar os usuários sobre práticas seguras de navegação na internet.
      Uma das principais estratégias de prevenção de ataques cibernéticos é a implementação de firewalls, sistemas de detecção de intrusões e softwares antivírus atualizados. Essas ferramentas ajudam a proteger redes e sistemas contra invasores maliciosos e malware, garantindo que apenas usuários autorizados tenham acesso aos recursos digitais.
      Além disso, é fundamental realizar regularmente atualizações de segurança e patches de software para corrigir vulnerabilidades conhecidas e mitigar o risco de exploração por parte de hackers. Muitos ataques cibernéticos bem-sucedidos exploram brechas em sistemas desatualizados ou mal protegidos, destacando a importância de manter todos os softwares e sistemas operacionais atualizados.
      Outro aspecto crucial da prevenção de ataques cibernéticos é a conscientização e a educação dos usuários finais. Muitos ataques começam com ações simples, como clicar em links suspeitos ou baixar anexos de e-mails desconhecidos. Portanto, é essencial fornecer treinamento regular sobre segurança cibernética, alertando os funcionários e usuários sobre os riscos e as melhores práticas para evitar ameaças on-line.
      Além disso, as organizações devem desenvolver planos de resposta a incidentes cibernéticos, para que possam agir rapidamente em caso de violação de dados ou ataque bem-sucedido. Isso inclui a designação de equipes de resposta dedicadas, a definição de protocolos de comunicação e a realização de simulações regulares para testar a eficácia dos procedimentos de resposta.
      A prevenção de ataques cibernéticos é um esforço contínuo e multifacetado que requer a de todos os membros de uma organização ou comunidade. Com o aumento da sofisticação dos ataques cibernéticos, é fundamental permanecer vigilante e proativo na proteção de dados e sistemas contra ameaças digitais.
      Em muitas jurisdições, existem leis e regulamentos que governam a segurança cibernética. A governança corporativa deve garantir que a empresa esteja em total conformidade com essas normas, evitando penalidades legais e reforçando a proteção contra ataques.
      A segurança cibernética é uma área que exige atenção constante e proativa da governança corporativa. À medida que o cenário de ameaças evolui, também deve evoluir a abordagem das empresas para gerenciar esses riscos. Com políticas adequadas, investimentos em tecnologia, educação contínua, e uma forte cultura de segurança, as empresas podem fortalecer significativamente suas defesas contra o crescente número de ataques cibernéticos. Estar preparado é mais do que uma necessidade; é uma responsabilidade para com os clientes, funcionários e stakeholders.

(Darcio Zarpellon. Disponível em: https://olhardigital.com.br/. Acesso em: 12/05/2024.) 
No título “Alerta de segurança: os cibercriminosos estão por toda parte, mas é possível se livrar deles”, os dois-pontos foram usados para: 
Alternativas
Q2535760 Português
Em todas as frases abaixo foi proposta a substituição de um termo textual por outro de valor equivalente; a frase em que essa substituição foi feita de forma adequada, é:
Alternativas
Q2535758 Português
Assinale a frase em que os termos repetidos possuem o mesmo significado.
Alternativas
Q2535757 Português
Observe a seguinte frase:
Um homem nunca descreve o seu próprio caráter de forma tão clara quanto descreve o de um outro.
Sobre a significação ou estruturação dessa frase, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2535756 Português
Assinale a frase que mostra sentido irônico.
Alternativas
Q2535689 Português
Abordando-se figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta. 

Coluna I.

A- Metáfora. B- Aliteração. C- Assonância. D- Prosopopeia. E- Antítese.

Coluna II.

1- A tristeza e a felicidade fazem parte da vida. 2- Suas atitudes eram pedras no meu caminho. 3- Claras águas se derramavam na praia. 4- As nuvens andavam lentamente, esperando a chegada do irritado trovão. 5- Sussurrava suaves sons, doces sons. 
Alternativas
Q2535685 Português
Como é grande o meu amor por você!
(Roberto Carlos).



Eu tenho tanto pra lhe falar
Mas com palavras não sei dizer
Como é grande o meu amor por você.
E não há nada pra comparar
Para poder lhe explicar
Como é grande o meu amor por você!



Nem mesmo o céu, nem as estrelas
Nem mesmo o mar e o infinito,
Nada é maior que o meu amor
Nem mais bonito,
Me desespero a procurar
Alguma forma de lhe falar,
Como é grande o meu amor por você.
Nunca se esqueça, nem um segundo,
Que eu tenho o amor maior do mundo,
Como é grande o meu amor por você!



Nunca se esqueça, nem um segundo,
Que eu tenho o amor maior do mundo,
Como é grande o meu amor por você,
Mas como é grande o meu amor por você! 

De acordo com o texto, pode-se compreender que a expressão “infinito” significa: 
Alternativas
Q2535681 Português
Como é grande o meu amor por você!
(Roberto Carlos).



Eu tenho tanto pra lhe falar
Mas com palavras não sei dizer
Como é grande o meu amor por você.
E não há nada pra comparar
Para poder lhe explicar
Como é grande o meu amor por você!



Nem mesmo o céu, nem as estrelas
Nem mesmo o mar e o infinito,
Nada é maior que o meu amor
Nem mais bonito,
Me desespero a procurar
Alguma forma de lhe falar,
Como é grande o meu amor por você.
Nunca se esqueça, nem um segundo,
Que eu tenho o amor maior do mundo,
Como é grande o meu amor por você!



Nunca se esqueça, nem um segundo,
Que eu tenho o amor maior do mundo,
Como é grande o meu amor por você,
Mas como é grande o meu amor por você! 

Com base na leitura do texto, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2535424 Português

Leia o texto abaixo e depois responda à questão.



        Sabidamente, a Polícia é um dos poucos órgãos públicos, talvez o único, que está presente no cotidiano das pessoas, durante 24 horas por dia e que se presta a não só atender às demandas criminais, mas também assistir o cidadão, de forma imediata e emergencial, em seus momentos de dificuldade e angústia. Diariamente, em qualquer lugar e momento, ela é chamada a intervir sempre quando “algo que não deveria estar acontecendo está acontecendo e alguém deve fazer algo a respeito agora” e já! (BITTNER apud PROENÇA JÚNIOR; MUNIZ, 2007, p. 233, grifo dos autores).
        No imaginário social, em função da ampla difusão da mídia, as pessoas acreditam que a polícia lida mais com questões criminais e, sobretudo, com as mais violentas (homicídios, assaltos, tiroteios e sequestros), consideradas de maior gravidade e mais ameaçadoras. Tal concepção, conforme observa Jorge da Silva (2003), muito influencia um maior sentimento de insegurança na sociedade e também reforça na polícia e no policial a ideia de que deve ser priorizado o combate aos crimes, especialmente os de maior potencial ofensivo, em detrimento das questões menores.
        Como consequência desse paradigma repressivo e militar, segundo define Jorge da Silva (2003), temos um policial de rua mais treinado para o enfrentamento e a ação (patrulhamento, abordagem, busca, imobilização, confronto, captura, escolta e custódia) do que para o diálogo, a mediação ou a conciliação.
        Na eclosão de conflitos interpessoais, muito comuns as ocorrências criminais de menor potencial ofensivo e não criminais, verifica-se a dificuldade dos policiais no tratamento dessas questões de forma equilibrada, quando, por inabilidade, fazem uso da força e não do diálogo para solucionar os problemas. Quando a palavra é usada, geralmente, é para advertir, disciplinar, moralizar, informar, orientar, aconselhar, arbitrar ou intimidar. Muitas vezes, qualquer questionamento de alguma das partes é interpretado como um ato de desacato.
        A pesquisa revelou que o maior volume dos casos vivenciados pelo policial de rua é, nesta ordem, de natureza não criminal e criminal de menor potencial ofensivo. Nesse sentido, indaga-se: como os policiais lidam com essas situações que, muitas vezes, demandam mais preparo para tomada de decisão, poder de articulação e capacidade de diálogo? Que procedimentos eles têm adotado para administrá-las? Quais se mostram mais complicadas? Quais os fatores que mais dificultam sua intervenção? (SILVA, Washington França da. Mandato policial na prática: procedimentos policiais no atendimento às ocorrências criminais e não criminais. Revista Brasileira de Segurança Pública - Ano 4 Edição 6 Fev/Mar 2010).
Assinale a alternativa incorreta sobre o texto:
Alternativas
Q2535423 Português

Leia o texto abaixo e depois responda à questão.



        Sabidamente, a Polícia é um dos poucos órgãos públicos, talvez o único, que está presente no cotidiano das pessoas, durante 24 horas por dia e que se presta a não só atender às demandas criminais, mas também assistir o cidadão, de forma imediata e emergencial, em seus momentos de dificuldade e angústia. Diariamente, em qualquer lugar e momento, ela é chamada a intervir sempre quando “algo que não deveria estar acontecendo está acontecendo e alguém deve fazer algo a respeito agora” e já! (BITTNER apud PROENÇA JÚNIOR; MUNIZ, 2007, p. 233, grifo dos autores).
        No imaginário social, em função da ampla difusão da mídia, as pessoas acreditam que a polícia lida mais com questões criminais e, sobretudo, com as mais violentas (homicídios, assaltos, tiroteios e sequestros), consideradas de maior gravidade e mais ameaçadoras. Tal concepção, conforme observa Jorge da Silva (2003), muito influencia um maior sentimento de insegurança na sociedade e também reforça na polícia e no policial a ideia de que deve ser priorizado o combate aos crimes, especialmente os de maior potencial ofensivo, em detrimento das questões menores.
        Como consequência desse paradigma repressivo e militar, segundo define Jorge da Silva (2003), temos um policial de rua mais treinado para o enfrentamento e a ação (patrulhamento, abordagem, busca, imobilização, confronto, captura, escolta e custódia) do que para o diálogo, a mediação ou a conciliação.
        Na eclosão de conflitos interpessoais, muito comuns as ocorrências criminais de menor potencial ofensivo e não criminais, verifica-se a dificuldade dos policiais no tratamento dessas questões de forma equilibrada, quando, por inabilidade, fazem uso da força e não do diálogo para solucionar os problemas. Quando a palavra é usada, geralmente, é para advertir, disciplinar, moralizar, informar, orientar, aconselhar, arbitrar ou intimidar. Muitas vezes, qualquer questionamento de alguma das partes é interpretado como um ato de desacato.
        A pesquisa revelou que o maior volume dos casos vivenciados pelo policial de rua é, nesta ordem, de natureza não criminal e criminal de menor potencial ofensivo. Nesse sentido, indaga-se: como os policiais lidam com essas situações que, muitas vezes, demandam mais preparo para tomada de decisão, poder de articulação e capacidade de diálogo? Que procedimentos eles têm adotado para administrá-las? Quais se mostram mais complicadas? Quais os fatores que mais dificultam sua intervenção? (SILVA, Washington França da. Mandato policial na prática: procedimentos policiais no atendimento às ocorrências criminais e não criminais. Revista Brasileira de Segurança Pública - Ano 4 Edição 6 Fev/Mar 2010).
Assinale a alternativa incorreta sobre o texto acima:
Alternativas
Q2535422 Português

Leia o texto abaixo e depois responda à questão.



        Sabidamente, a Polícia é um dos poucos órgãos públicos, talvez o único, que está presente no cotidiano das pessoas, durante 24 horas por dia e que se presta a não só atender às demandas criminais, mas também assistir o cidadão, de forma imediata e emergencial, em seus momentos de dificuldade e angústia. Diariamente, em qualquer lugar e momento, ela é chamada a intervir sempre quando “algo que não deveria estar acontecendo está acontecendo e alguém deve fazer algo a respeito agora” e já! (BITTNER apud PROENÇA JÚNIOR; MUNIZ, 2007, p. 233, grifo dos autores).
        No imaginário social, em função da ampla difusão da mídia, as pessoas acreditam que a polícia lida mais com questões criminais e, sobretudo, com as mais violentas (homicídios, assaltos, tiroteios e sequestros), consideradas de maior gravidade e mais ameaçadoras. Tal concepção, conforme observa Jorge da Silva (2003), muito influencia um maior sentimento de insegurança na sociedade e também reforça na polícia e no policial a ideia de que deve ser priorizado o combate aos crimes, especialmente os de maior potencial ofensivo, em detrimento das questões menores.
        Como consequência desse paradigma repressivo e militar, segundo define Jorge da Silva (2003), temos um policial de rua mais treinado para o enfrentamento e a ação (patrulhamento, abordagem, busca, imobilização, confronto, captura, escolta e custódia) do que para o diálogo, a mediação ou a conciliação.
        Na eclosão de conflitos interpessoais, muito comuns as ocorrências criminais de menor potencial ofensivo e não criminais, verifica-se a dificuldade dos policiais no tratamento dessas questões de forma equilibrada, quando, por inabilidade, fazem uso da força e não do diálogo para solucionar os problemas. Quando a palavra é usada, geralmente, é para advertir, disciplinar, moralizar, informar, orientar, aconselhar, arbitrar ou intimidar. Muitas vezes, qualquer questionamento de alguma das partes é interpretado como um ato de desacato.
        A pesquisa revelou que o maior volume dos casos vivenciados pelo policial de rua é, nesta ordem, de natureza não criminal e criminal de menor potencial ofensivo. Nesse sentido, indaga-se: como os policiais lidam com essas situações que, muitas vezes, demandam mais preparo para tomada de decisão, poder de articulação e capacidade de diálogo? Que procedimentos eles têm adotado para administrá-las? Quais se mostram mais complicadas? Quais os fatores que mais dificultam sua intervenção? (SILVA, Washington França da. Mandato policial na prática: procedimentos policiais no atendimento às ocorrências criminais e não criminais. Revista Brasileira de Segurança Pública - Ano 4 Edição 6 Fev/Mar 2010).
Marque a alternativa correta sobre o texto acima:
Alternativas
Q2535419 Português
Leia os trechos A, B e C e depois responda à questão.

Trecho A
        “Não dê armas ao seu inimigo, mantenha sempre o autocontrole. Ocupe sua mente com coisas boas e úteis a você, faça planos, dê passos largos, estude, capacite-se, distraia-se com atitudes simples, tire um tempo para você mesmo, ouça boas músicas, veja bons filmes, vá ao cinema, tome um sorvete, veja o pôr do sol, entre nas águas geladas de alguma cachoeira.” (SANTOS, H. In: LUZ, D. C.; TOLEDO, I.; SITA, M. (Coord.). A arte da guerra: desperte o “Sun Tzu” que está dentro de você. São Paulo, Ser Mais, 2015. p. 194).

Trecho B 
        “O nascimento de Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset, o conde de Clyvedon, foi recebido com muita alegria. Os sinos da igreja tocaram por horas, serviu-se champanhe à vontade no imenso castelo que o recém-nascido chamaria de lar e toda a aldeia de Clyvedon parou de trabalhar para participar dos festejos organizados pelo pai do jovem conde.
        - Esse não é um bebê comum – disse o padeiro ao ferreiro.
        Falou isso porque Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset não passaria a vida como conde de Clyvedon. Esse era apenas um título de cortesia. O bebê – que possuía mais nomes do que qualquer criança de sua idade poderia precisar – era herdeiro de um dos mais antigos e abastados ducados da Inglaterra. E seu pai, o nono duque de Hastings, esperara anos por esse momento.
     No corredor fora do quarto da esposa, ninando o bebê que chorava a plenos pulmões, o duque quase explodia de orgulho. Já beirando os 50 anos, assistira a seus amigos – todos duques e condes – produzirem um herdeiro após o outro. [...] Mas não o duque de Hastings.” (QUINN, J. O duque e eu. São Paulo: Arqueiro, 2020. p. 7).

Trecho C
        “O amor pode ser, e frequentemente é, tão atemorizante quanto a morte. Só que ele encobre essa verdade com a comoção do desejo e do excitamento. Faz sentido pensar na diferença entre amor e morte como na que existe entre atração e repulsa. Pensando bem, contudo, não se pode ter tanta certeza disso. As promessas do amor são, via de regra, menos ambíguas do que suas dádivas. Assim, a tentação de apaixonarse é grande e poderosa, mas também o é a atração de escapar. E o fascínio da procura de uma rosa sem espinhos nunca está muito longe, e é sempre difícil de resistir.” BAUMAN, Z. Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Rio de Janeiro: Zahar, 2004. p. 23).
Sobre o vocabulário dos trechos acima, assinale a alternativa em que os termos sejam sinônimos:
Alternativas
Q2535418 Português
Leia os trechos A, B e C e depois responda à questão.

Trecho A
        “Não dê armas ao seu inimigo, mantenha sempre o autocontrole. Ocupe sua mente com coisas boas e úteis a você, faça planos, dê passos largos, estude, capacite-se, distraia-se com atitudes simples, tire um tempo para você mesmo, ouça boas músicas, veja bons filmes, vá ao cinema, tome um sorvete, veja o pôr do sol, entre nas águas geladas de alguma cachoeira.” (SANTOS, H. In: LUZ, D. C.; TOLEDO, I.; SITA, M. (Coord.). A arte da guerra: desperte o “Sun Tzu” que está dentro de você. São Paulo, Ser Mais, 2015. p. 194).

Trecho B 
        “O nascimento de Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset, o conde de Clyvedon, foi recebido com muita alegria. Os sinos da igreja tocaram por horas, serviu-se champanhe à vontade no imenso castelo que o recém-nascido chamaria de lar e toda a aldeia de Clyvedon parou de trabalhar para participar dos festejos organizados pelo pai do jovem conde.
        - Esse não é um bebê comum – disse o padeiro ao ferreiro.
        Falou isso porque Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset não passaria a vida como conde de Clyvedon. Esse era apenas um título de cortesia. O bebê – que possuía mais nomes do que qualquer criança de sua idade poderia precisar – era herdeiro de um dos mais antigos e abastados ducados da Inglaterra. E seu pai, o nono duque de Hastings, esperara anos por esse momento.
     No corredor fora do quarto da esposa, ninando o bebê que chorava a plenos pulmões, o duque quase explodia de orgulho. Já beirando os 50 anos, assistira a seus amigos – todos duques e condes – produzirem um herdeiro após o outro. [...] Mas não o duque de Hastings.” (QUINN, J. O duque e eu. São Paulo: Arqueiro, 2020. p. 7).

Trecho C
        “O amor pode ser, e frequentemente é, tão atemorizante quanto a morte. Só que ele encobre essa verdade com a comoção do desejo e do excitamento. Faz sentido pensar na diferença entre amor e morte como na que existe entre atração e repulsa. Pensando bem, contudo, não se pode ter tanta certeza disso. As promessas do amor são, via de regra, menos ambíguas do que suas dádivas. Assim, a tentação de apaixonarse é grande e poderosa, mas também o é a atração de escapar. E o fascínio da procura de uma rosa sem espinhos nunca está muito longe, e é sempre difícil de resistir.” BAUMAN, Z. Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Rio de Janeiro: Zahar, 2004. p. 23).
Sobre o trecho C, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2535417 Português
Leia os trechos A, B e C e depois responda à questão.

Trecho A
        “Não dê armas ao seu inimigo, mantenha sempre o autocontrole. Ocupe sua mente com coisas boas e úteis a você, faça planos, dê passos largos, estude, capacite-se, distraia-se com atitudes simples, tire um tempo para você mesmo, ouça boas músicas, veja bons filmes, vá ao cinema, tome um sorvete, veja o pôr do sol, entre nas águas geladas de alguma cachoeira.” (SANTOS, H. In: LUZ, D. C.; TOLEDO, I.; SITA, M. (Coord.). A arte da guerra: desperte o “Sun Tzu” que está dentro de você. São Paulo, Ser Mais, 2015. p. 194).

Trecho B 
        “O nascimento de Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset, o conde de Clyvedon, foi recebido com muita alegria. Os sinos da igreja tocaram por horas, serviu-se champanhe à vontade no imenso castelo que o recém-nascido chamaria de lar e toda a aldeia de Clyvedon parou de trabalhar para participar dos festejos organizados pelo pai do jovem conde.
        - Esse não é um bebê comum – disse o padeiro ao ferreiro.
        Falou isso porque Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset não passaria a vida como conde de Clyvedon. Esse era apenas um título de cortesia. O bebê – que possuía mais nomes do que qualquer criança de sua idade poderia precisar – era herdeiro de um dos mais antigos e abastados ducados da Inglaterra. E seu pai, o nono duque de Hastings, esperara anos por esse momento.
     No corredor fora do quarto da esposa, ninando o bebê que chorava a plenos pulmões, o duque quase explodia de orgulho. Já beirando os 50 anos, assistira a seus amigos – todos duques e condes – produzirem um herdeiro após o outro. [...] Mas não o duque de Hastings.” (QUINN, J. O duque e eu. São Paulo: Arqueiro, 2020. p. 7).

Trecho C
        “O amor pode ser, e frequentemente é, tão atemorizante quanto a morte. Só que ele encobre essa verdade com a comoção do desejo e do excitamento. Faz sentido pensar na diferença entre amor e morte como na que existe entre atração e repulsa. Pensando bem, contudo, não se pode ter tanta certeza disso. As promessas do amor são, via de regra, menos ambíguas do que suas dádivas. Assim, a tentação de apaixonarse é grande e poderosa, mas também o é a atração de escapar. E o fascínio da procura de uma rosa sem espinhos nunca está muito longe, e é sempre difícil de resistir.” BAUMAN, Z. Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Rio de Janeiro: Zahar, 2004. p. 23).
Sobre o trecho B, é correto afirmar: 
Alternativas
Q2535416 Português
Leia os trechos A, B e C e depois responda à questão.

Trecho A
        “Não dê armas ao seu inimigo, mantenha sempre o autocontrole. Ocupe sua mente com coisas boas e úteis a você, faça planos, dê passos largos, estude, capacite-se, distraia-se com atitudes simples, tire um tempo para você mesmo, ouça boas músicas, veja bons filmes, vá ao cinema, tome um sorvete, veja o pôr do sol, entre nas águas geladas de alguma cachoeira.” (SANTOS, H. In: LUZ, D. C.; TOLEDO, I.; SITA, M. (Coord.). A arte da guerra: desperte o “Sun Tzu” que está dentro de você. São Paulo, Ser Mais, 2015. p. 194).

Trecho B 
        “O nascimento de Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset, o conde de Clyvedon, foi recebido com muita alegria. Os sinos da igreja tocaram por horas, serviu-se champanhe à vontade no imenso castelo que o recém-nascido chamaria de lar e toda a aldeia de Clyvedon parou de trabalhar para participar dos festejos organizados pelo pai do jovem conde.
        - Esse não é um bebê comum – disse o padeiro ao ferreiro.
        Falou isso porque Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset não passaria a vida como conde de Clyvedon. Esse era apenas um título de cortesia. O bebê – que possuía mais nomes do que qualquer criança de sua idade poderia precisar – era herdeiro de um dos mais antigos e abastados ducados da Inglaterra. E seu pai, o nono duque de Hastings, esperara anos por esse momento.
     No corredor fora do quarto da esposa, ninando o bebê que chorava a plenos pulmões, o duque quase explodia de orgulho. Já beirando os 50 anos, assistira a seus amigos – todos duques e condes – produzirem um herdeiro após o outro. [...] Mas não o duque de Hastings.” (QUINN, J. O duque e eu. São Paulo: Arqueiro, 2020. p. 7).

Trecho C
        “O amor pode ser, e frequentemente é, tão atemorizante quanto a morte. Só que ele encobre essa verdade com a comoção do desejo e do excitamento. Faz sentido pensar na diferença entre amor e morte como na que existe entre atração e repulsa. Pensando bem, contudo, não se pode ter tanta certeza disso. As promessas do amor são, via de regra, menos ambíguas do que suas dádivas. Assim, a tentação de apaixonarse é grande e poderosa, mas também o é a atração de escapar. E o fascínio da procura de uma rosa sem espinhos nunca está muito longe, e é sempre difícil de resistir.” BAUMAN, Z. Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Rio de Janeiro: Zahar, 2004. p. 23).
Sobre o trecho A, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q2535415 Português
Leia os trechos A, B e C e depois responda à questão.

Trecho A
        “Não dê armas ao seu inimigo, mantenha sempre o autocontrole. Ocupe sua mente com coisas boas e úteis a você, faça planos, dê passos largos, estude, capacite-se, distraia-se com atitudes simples, tire um tempo para você mesmo, ouça boas músicas, veja bons filmes, vá ao cinema, tome um sorvete, veja o pôr do sol, entre nas águas geladas de alguma cachoeira.” (SANTOS, H. In: LUZ, D. C.; TOLEDO, I.; SITA, M. (Coord.). A arte da guerra: desperte o “Sun Tzu” que está dentro de você. São Paulo, Ser Mais, 2015. p. 194).

Trecho B 
        “O nascimento de Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset, o conde de Clyvedon, foi recebido com muita alegria. Os sinos da igreja tocaram por horas, serviu-se champanhe à vontade no imenso castelo que o recém-nascido chamaria de lar e toda a aldeia de Clyvedon parou de trabalhar para participar dos festejos organizados pelo pai do jovem conde.
        - Esse não é um bebê comum – disse o padeiro ao ferreiro.
        Falou isso porque Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset não passaria a vida como conde de Clyvedon. Esse era apenas um título de cortesia. O bebê – que possuía mais nomes do que qualquer criança de sua idade poderia precisar – era herdeiro de um dos mais antigos e abastados ducados da Inglaterra. E seu pai, o nono duque de Hastings, esperara anos por esse momento.
     No corredor fora do quarto da esposa, ninando o bebê que chorava a plenos pulmões, o duque quase explodia de orgulho. Já beirando os 50 anos, assistira a seus amigos – todos duques e condes – produzirem um herdeiro após o outro. [...] Mas não o duque de Hastings.” (QUINN, J. O duque e eu. São Paulo: Arqueiro, 2020. p. 7).

Trecho C
        “O amor pode ser, e frequentemente é, tão atemorizante quanto a morte. Só que ele encobre essa verdade com a comoção do desejo e do excitamento. Faz sentido pensar na diferença entre amor e morte como na que existe entre atração e repulsa. Pensando bem, contudo, não se pode ter tanta certeza disso. As promessas do amor são, via de regra, menos ambíguas do que suas dádivas. Assim, a tentação de apaixonarse é grande e poderosa, mas também o é a atração de escapar. E o fascínio da procura de uma rosa sem espinhos nunca está muito longe, e é sempre difícil de resistir.” BAUMAN, Z. Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Rio de Janeiro: Zahar, 2004. p. 23).
Sobre os trechos acima, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q2535360 Português
    Quando se fala da política contemporânea, é muito comum ouvirmos falar também de polarização. Mas o que é polarização política e por que ela é tão preocupante?


    Na política, o significado de polarização está relacionado a uma divisão da sociedade em polos, que representam posições diferentes sobre um determinado tema. Porém, essa palavra tem sido usada de modo negativo, uma vez que passou a se referir a uma disputa entre dois grupos que se fecham em suas convicções e não estão dispostos ao diálogo.


    Apesar de ser um fenômeno muito falado hoje em dia, o melhor modo para começarmos a entender a polarização é olhar para trás.


    Como qualquer outro animal, o corpo do ser humano se modificou ao longo do tempo com um objetivo claro, apesar de inconsciente: adaptar-se às circunstâncias e ao ambiente para sobreviver o maior tempo possível. Uma das estratégias utilizadas era se juntar a outros indivíduos e formar grupos.


    Para ser aceito em um grupo, era preciso se mostrar digno de confiança, o que por sua vez exigia lealdade. Ela era fundamental para que um agrupamento de indivíduos agisse de modo coordenado e organizado. A grande questão é que ela, quando levada a fundo, implica abrir mão da própria individualidade para aceitar as normas, crenças e ideias do grupo.


    Com isso, podemos dizer que nosso cérebro foi programado para encontrar uma turma e se adaptar a ela. O grupo passa a fazer parte da identidade individual. Dessa forma, existe um prazer em ser fiel ao grupo, enquanto mudar de ideia e se opor ao grupo com o qual nos identificamos é altamente desconfortável.


    Mas fazia sentido: naquela época, era uma questão de vida ou morte. A sobrevivência dependia de ser leal a um grupo e de tratar adversários como inimigos mortais. Hoje em dia, essa estratégia pode trazer consequências negativas.


    Mas por que a polarização é um problema na democracia? Ao longo dos séculos, a humanidade se organizou de formas complexas e criou sistemas para organizar o poder. Uma das inovações foi a democracia.


    Por meio da democracia, não seria necessário usar a força para chegar ao poder: a disputa não aconteceria por meio da violência, mas pela discussão de ideias e apresentação de propostas para melhorar a vida de todos. Quem convencesse mais cidadãos e conseguisse mais votos chegaria aos postos de comando.


    Não é à toa que a democracia vai muito além do voto. Como apontam Steven Levitsky e Daniel Ziblatt no best-seller “Como as democracias morrem”, ela requer respeito a regras comuns, reconhecimento da legitimidade dos adversários (ou seja, tratá-los como competidores legítimos dentro de uma disputa igualitária), tolerância e diálogo.


    O excesso de polarização compromete todos esses quesitos. Em uma sociedade concentrada em dois lados radicalizados, adversários são vistos como inimigos, o diálogo não é incentivado – é até condenado – e transgredir as regras parece justificável. 


     Quem procura se manter fora desses dois grupos, apresentando outras visões e ideias, ou mesmo quem defende que ambos os lados têm suas falhas e virtudes, é tratado como “isentão”. As alternativas que fogem às duas apresentadas acabam sendo invalidadas.


Luiz Andreassa

https://www.politize.com.br/o-que-e-polarizacao-politica/
[Questão Inédita] No texto, a expressão "turma" (6º parágrafo) é usada para representar:
Alternativas
Respostas
23321: B
23322: D
23323: B
23324: B
23325: D
23326: B
23327: B
23328: A
23329: E
23330: C
23331: D
23332: C
23333: D
23334: B
23335: A
23336: A
23337: B
23338: C
23339: A
23340: B