Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q2570308 Português


    Em comparação com outros animais e até com outros primatas, os seres humanos levam muito tempo para crescer. Por exemplo, os chimpanzés levam cerca de oito anos para atingir a maturidade reprodutiva, os macacos Rhesus, cerca de 4 anos, e lêmures, apenas cerca de 2 anos. Os seres humanos, em contraste, só amadurecem fisicamente depois do início da adolescência e, pelo menos nas sociedades industrializadas modernas, normalmente atingem a maturidade cognitiva e psicossocial ainda mais tarde. Do ponto de vista da teoria evolucionista darwiniana, este prolongado período de imaturidade é essencial para a sobrevivência e para o bem-estar da espécie. Os seres humanos, mais do que quaisquer outros animais, vivem de sua inteligência. As comunidades e as culturas humanas são altamente complexas, e existe muito a aprender. 

    A infância prolongada serve de preparação essencial para a idade adulta. Além de seu valor a longo prazo, alguns aspectos da imaturidade cumprem propósitos adaptativos imediatos. Por exemplo, alguns reflexos primitivos, como o de mover a cabeça em busca do mamilo, protegem o recémnascido e desaparecem quando não são mais necessários. O desenvolvimento do cérebro humano, a despeito de seu rápido crescimento pré-natal, é muito menos completo no nascimento do que o dos cérebros de outros primatas; se o cérebro do feto alcançasse plenamente o tamanho humano antes do nascimento, sua cabeça seria muito grande para passar pelo canal de parto.

    Em vez disso, o cérebro humano continua crescendo durante toda a infância e, com o tempo, ultrapassa em muito os cérebros de nossos primos símios nas capacidades para linguagem e pensamento. O desenvolvimento mais lento do cérebro humano lhe proporciona maior flexibilidade ou plasticidade, uma vez que nem todas as conexões estão permanentemente definidas em idade precoce. Essa flexibilidade comportamental e cognitiva talvez seja a maior vantagem adaptativa da espécie humana.


Desenvolvimento humano. Diane E. Papalia.

Considerando-se o texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correta.
( ) Reflexos primitivos protegem recém-nascidos até eles não necessitarem mais deles. ( ) Seres humanos amadurecem fisicamente na fase adulta, após a adolescência. ( ) O tamanho do cérebro do feto e o seu desenvolvimento pré-natal estão relacionados ao momento do parto.
Alternativas
Q2570307 Português


    Em comparação com outros animais e até com outros primatas, os seres humanos levam muito tempo para crescer. Por exemplo, os chimpanzés levam cerca de oito anos para atingir a maturidade reprodutiva, os macacos Rhesus, cerca de 4 anos, e lêmures, apenas cerca de 2 anos. Os seres humanos, em contraste, só amadurecem fisicamente depois do início da adolescência e, pelo menos nas sociedades industrializadas modernas, normalmente atingem a maturidade cognitiva e psicossocial ainda mais tarde. Do ponto de vista da teoria evolucionista darwiniana, este prolongado período de imaturidade é essencial para a sobrevivência e para o bem-estar da espécie. Os seres humanos, mais do que quaisquer outros animais, vivem de sua inteligência. As comunidades e as culturas humanas são altamente complexas, e existe muito a aprender. 

    A infância prolongada serve de preparação essencial para a idade adulta. Além de seu valor a longo prazo, alguns aspectos da imaturidade cumprem propósitos adaptativos imediatos. Por exemplo, alguns reflexos primitivos, como o de mover a cabeça em busca do mamilo, protegem o recémnascido e desaparecem quando não são mais necessários. O desenvolvimento do cérebro humano, a despeito de seu rápido crescimento pré-natal, é muito menos completo no nascimento do que o dos cérebros de outros primatas; se o cérebro do feto alcançasse plenamente o tamanho humano antes do nascimento, sua cabeça seria muito grande para passar pelo canal de parto.

    Em vez disso, o cérebro humano continua crescendo durante toda a infância e, com o tempo, ultrapassa em muito os cérebros de nossos primos símios nas capacidades para linguagem e pensamento. O desenvolvimento mais lento do cérebro humano lhe proporciona maior flexibilidade ou plasticidade, uma vez que nem todas as conexões estão permanentemente definidas em idade precoce. Essa flexibilidade comportamental e cognitiva talvez seja a maior vantagem adaptativa da espécie humana.


Desenvolvimento humano. Diane E. Papalia.

O termo sublinhado no último parágrafo retoma:
Alternativas
Q2570305 Português


    Em comparação com outros animais e até com outros primatas, os seres humanos levam muito tempo para crescer. Por exemplo, os chimpanzés levam cerca de oito anos para atingir a maturidade reprodutiva, os macacos Rhesus, cerca de 4 anos, e lêmures, apenas cerca de 2 anos. Os seres humanos, em contraste, só amadurecem fisicamente depois do início da adolescência e, pelo menos nas sociedades industrializadas modernas, normalmente atingem a maturidade cognitiva e psicossocial ainda mais tarde. Do ponto de vista da teoria evolucionista darwiniana, este prolongado período de imaturidade é essencial para a sobrevivência e para o bem-estar da espécie. Os seres humanos, mais do que quaisquer outros animais, vivem de sua inteligência. As comunidades e as culturas humanas são altamente complexas, e existe muito a aprender. 

    A infância prolongada serve de preparação essencial para a idade adulta. Além de seu valor a longo prazo, alguns aspectos da imaturidade cumprem propósitos adaptativos imediatos. Por exemplo, alguns reflexos primitivos, como o de mover a cabeça em busca do mamilo, protegem o recémnascido e desaparecem quando não são mais necessários. O desenvolvimento do cérebro humano, a despeito de seu rápido crescimento pré-natal, é muito menos completo no nascimento do que o dos cérebros de outros primatas; se o cérebro do feto alcançasse plenamente o tamanho humano antes do nascimento, sua cabeça seria muito grande para passar pelo canal de parto.

    Em vez disso, o cérebro humano continua crescendo durante toda a infância e, com o tempo, ultrapassa em muito os cérebros de nossos primos símios nas capacidades para linguagem e pensamento. O desenvolvimento mais lento do cérebro humano lhe proporciona maior flexibilidade ou plasticidade, uma vez que nem todas as conexões estão permanentemente definidas em idade precoce. Essa flexibilidade comportamental e cognitiva talvez seja a maior vantagem adaptativa da espécie humana.


Desenvolvimento humano. Diane E. Papalia.

De acordo com o texto, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2570251 Português

PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 7 A 10, LEIA UM TRECHO DA ENTREVISTA “O PAPEL DAS CIDADÃS NA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL: NOVAS PERSPECTIVAS E ABORDAGENS PARA PENSARMOS O PAPEL DAS MULHERES NO BlCENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA”, CONCEDIDA PELA DRA. ANDREA SLEMIAN (DOUTORA EM HISTÓRIA PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO E PROFESSORA DO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA DA UNIFESP) A WEDERSON DE SOUZA GOMES. O TRECHO DA ENTREVISTA SEGUE COM AS LINHAS NUMERADAS.


  1. O bicentenário da Independência do Brasil tem
  2. evidenciado a participação das mulheres no con-
  3. texto da separação política entre os reinos de
  4. Brasil e Portugal. Qual a sua visão sobre a his-
  5. toriografia acerca da participação das mulheres
  6. naquele contexto?
  7. [ANDREA SLEMIAN] O bicentenário tem produ-
  8. zido alterações na historiografia da independên-
  9. cia e também algumas alterações na memória
  10. oficial da independência. Uma memória que é
  11. bastante sedimentada, que, inclusive, foi recria-
  12. da em alguns momentos da história, mas sempre
  13. marcada por uma leitura oficial e oficiosa que se
  14. alicerça na ausência de um processo revolucio-
  15. nário, bem como da participação popular, re
  16. forçando que a ruptura foi uma alternativa con-
  17. servadora. O tema das mulheres tem ganhado
  18. protagonismo na produção historiográfica e as
  19. releituras das independências, as novas formas
  20. de compreensão do processo, têm evidenciado
  21. a participação de diferentes partes do corpo so-
  22. cial, tais como mulheres, afrodescendentes e in-
  23. dígenas. Isso é facilmente percebido nas chama-
  24. das que envolvem o bicentenário, cujo material
  25. de divulgação busca explicitar outras nuances.
  26. Títulos como ‘outros 200’, ‘outra independência’,
  27. ‘independências’ e ‘decolonização’ são exemplos
  28. das novas abordagens sobre o tema.
  29. A valorização do papel das mulheres no contexto
  30. da independência se insere nessa ampla conjun-
  31. tura de transformações e questionamentos acer-
  32. ca da narrativa oficial que se consolidou no ima-
  33. ginário social brasileiro. De certa forma, o tema
  34. Independência do Brasil não fala apenas sobre o
  35. passado da nação, fala do também do nosso pre-
  36. sente enquanto nação, da constituição do Estado
  37. do Brasil e todas as questões concernentes que
  38. atravessam esse complexo debate.


GOMES, W.S. O papel das cidadãs na Independência do Brasil: novas perspectivas e abordagens para pensarmos o papel das mulheres no bicentenário da Independência [online]. SciELO em Perspectiva: Humanas, 2022.


Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2022/09/15/o-papel-das-cidadas-na-independencia-do-brasil/ [Adaptado]

Com base na interpretação do texto e em suas condições de produção, marque a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q2570247 Português

LEIA O FRAGMENTO DE TEXTO A SEGUIR. AS QUESTÕES 1, 2 E 3 REFEREM-SE A ELE.


Mês da Mulher: STF derruba uso de tese de legítima defesa da honra para crimes de feminicídio


Em março de 2021, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que a tese da “legítima defesa da honra” contraria os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da proteção à vida e da igualdade de gênero. Por isso, ela não pode ser usada em nenhuma fase do processo penal nem durante o julgamento perante o Tribunal do Júri, sob pena de nulidade.

A decisão, tomada em sessão virtual, referendou liminar deferida pelo ministro Dias Toffoli na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 779, O caso foi liberado recentemente para julgamento definitivo, mas ainda não há previsão de data.

Tese

Atese da “legítima defesa da honra” era utilizada em casos de feminicídio ou agressões contra mulher para justificar o comportamento do acusado. O argumento era de que o assassinato ou a agressão eram aceitáveis quando a vítima tivesse cometido adultério, pois essa conduta supostamente feriria a honra do agressor.

Na ação, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) sustenta que Tribunais de Justiça ora validam, ora anulam vereditos do Tribunal do Júri em que réus processados por feminicídio são absolvidos com base na tese. Argumenta, ainda, que a prática passa a mensagem de que é legítimo absolver réus que comprovadamente praticam feminicídio com base nesse fundamento. Por isso, pede que a Corte interprete dispositivos do Código Penal e do Código de Processo Penal para afastar a tese jurídica da legítima defesa da honra.


Disponível em: <https://portal.stfjus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=503655&ori=1>.

No trecho, a expressão “princípios constitucionais” pode ser substituída por

Alternativas
Q2570102 Português
Como o chocolate é produzido?


      O começo de tudo está no cacau — é dele que vem o chocolate. A fruta é quebrada e as sementes são retiradas. Após torradas e trituradas, elas dão origem à manteiga de cacau e a um líquido grosso, marrom e amargo, chamado licor de cacau — os dois produtos são usados na produção, dependendo do tipo de chocolate desejado.

       O chocolate amargo leva licor de cacau e não contém leite. Já o meio amargo tem licor de cacau, manteiga de cacau e açúcar. O chocolate ao leite contém leite, açúcar, manteiga de cacau e menos licor de cacau do que o amargo e o meio amargo. O chocolate branco leva leite, açúcar e manteiga de cacau (não tem licor de cacau).

     Nas indústrias, o primeiro passo é fazer a massa do chocolate que, em geral, leva manteiga de cacau, licor de cacau, leite, além do açúcar, que recebe um tratamento: tem os cristais quebrados até ficarem tão pequenos que nosso paladar não consegue senti-los. Isso deixa o chocolate mais macio.

    Um dos truques para fazer chocolate está no processo de temperagem, em que a temperatura da massa (ainda derretida) é reduzida a 24 graus Celsius, por um sistema de agitação. A técnica evita que o chocolate pronto derreta nas suas mãos.


(Fonte: Recreio — adaptado.)
Assinalar a alternativa que NÃO possui o mesmo significado da palavra sublinhada no último parágrafo do texto:
Alternativas
Q2570099 Português
Como o chocolate é produzido?


      O começo de tudo está no cacau — é dele que vem o chocolate. A fruta é quebrada e as sementes são retiradas. Após torradas e trituradas, elas dão origem à manteiga de cacau e a um líquido grosso, marrom e amargo, chamado licor de cacau — os dois produtos são usados na produção, dependendo do tipo de chocolate desejado.

       O chocolate amargo leva licor de cacau e não contém leite. Já o meio amargo tem licor de cacau, manteiga de cacau e açúcar. O chocolate ao leite contém leite, açúcar, manteiga de cacau e menos licor de cacau do que o amargo e o meio amargo. O chocolate branco leva leite, açúcar e manteiga de cacau (não tem licor de cacau).

     Nas indústrias, o primeiro passo é fazer a massa do chocolate que, em geral, leva manteiga de cacau, licor de cacau, leite, além do açúcar, que recebe um tratamento: tem os cristais quebrados até ficarem tão pequenos que nosso paladar não consegue senti-los. Isso deixa o chocolate mais macio.

    Um dos truques para fazer chocolate está no processo de temperagem, em que a temperatura da massa (ainda derretida) é reduzida a 24 graus Celsius, por um sistema de agitação. A técnica evita que o chocolate pronto derreta nas suas mãos.


(Fonte: Recreio — adaptado.)
De acordo com as ideias do texto, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q2570060 Português
O feijão está sumindo do prato dos brasileiros


    Os brasileiros estão perdendo o hábito de comer feijão diariamente, em meio ____ mudanças culturais, avanço dos alimentos ultraprocessados e aumento de preços do produto.

      Seguindo a tendência dos últimos anos, o feijão deixará de ser consumido de forma regular – de 5 a 7 dias na semana – em 2025, conforme estudo da UFMG.

      ____ partir daquele ano, a maior parte dos brasileiros passará a comer o alimento símbolo nacional com frequência considerada irregular (1 a 4 dias), de acordo com a pesquisa.

       A perda de espaço do feijão no prato nacional, e sua substituição por alternativas menos saudáveis, tem consequências para a segurança alimentar e para a saúde da população.

     "O feijão surgiu de uma miscigenação das nossas heranças culinárias", observa a nutricionista Fernanda Granado. Segundo ela, a leguminosa já era um alimento nativo na América, conhecido pelos indígenas, que consumiam os grãos sem caldo, mesmo antes da colonização portuguesa.

       Os portugueses acrescentaram o caldo, uma solução encontrada pelas senhoras europeias para umedecer a comida nativa, que elas consideravam muito seca. Trazidos ao Brasil escravizados, os africanos também consumiam o alimento, adicionando seus saberes ____ preparação.

    Mas a construção do feijão como um símbolo nacional só vai acontecer bem mais para frente, durante o Modernismo Brasileiro dos anos 1920. "Aí ele é expresso em poesia, em músicas e é reconhecido como esse símbolo identitário da nossa tradição culinária", diz Granado.

      Em termos nutricionais, o feijão é rico em proteínas e minerais, incluindo o ferro, além das vitaminas C e do complexo B (à exceção da B12, de origem animal) e fibras solúveis e insolúveis, importantes para o bom funcionamento da digestão.

     "Além de ter um excelente perfil nutritivo e ser importante para manutenção da saúde da população, o feijão é um marcador de qualidade da dieta", afirma a pesquisadora.

    "Isso ________ o indivíduo, quando consome feijão, acaba complementando o prato com outros alimentos saudáveis, como arroz, vegetais, salada e uma proteína animal. Então, em geral, o feijão é um dos componentes de uma refeição nutricionalmente equilibrada." conclui Granado.


(Fonte: BBC — adaptado.)
De acordo com as informações presentes no texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2570015 Português
Quando começa o verão em 2023 no Brasil?



      As temperaturas recordes das últimas semanas podem ter confundido muitos brasileiros. Apesar de a recente onda de calor ter dado uma palinha da próxima estação, é a primavera que permanece ativa no hemisfério sul. Em 2023, o verão começa no fim de dezembro.

      Em termos exatos, o início da estação será no dia 22 de dezembro, à 00h27 (horário de Brasília), e termina em 20 de março de 2024, à 00h06, data de início do outono. A precisão do horário não é um mero detalhe. O marco é resultado de cálculos matemáticos feitos por especialistas do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP (IAG/USP).

     A depender da inclinação do eixo de rotação da Terra, uma estação diferente se estabelece em cada hemisfério. Como o cálculo considera o tempo de rotação do planeta ao redor do sol — que dura, em média, 365 dias, 5 horas e 45 minutos —, há pequenas diferenças entre um ano e outro. São elas as responsáveis pelos minutos quebrados.

     Segundo a MetSul Meteorologia, a estação será marcada por altas temperaturas na maior parte do Brasil, principalmente entre janeiro e março de 2024. “Com menos chuva, o centro do país e áreas do Norte e do Nordeste podem notar que o clima estará mais quente do que o habitual”, afirmam.

        Apesar da previsão de calor, os especialistas não esperam que os termômetros atinjam picos similares aos da primavera de 2023 no Centro-Oeste e em São Paulo e Minas Gerais. Por outro lado, há previsão de novas temperaturas recorde no Rio de Janeiro e no sul do país, principalmente no Rio Grande do Sul.

        Sob influência do fenômeno El Niño — que seguirá ativo até abril de 2024 —, nos próximos meses, os dias devem ser abafados e as noites, quentes. Há previsão de chuvas, mas elas podem não ser suficientes para suprir as demandas da safra de verão, alerta Desirée Brandt, meteorologista da Nottus.

        Além disso, novas ondas de calor podem atingir o país até março de 2024. O meteorologista Celso Oliveira esclarece que as águas de todos os oceanos, e não apenas do Pacífico, estão mais quentes. “A tendência é que a frequência e intensidade desses fenômenos aumente”, diz.


(Fonte: Globo Rural — adaptado.)
A frase “Os usuários das mídias sociais cuja atenção tem sido prejudicada devem reduzir o acesso a elas.” continuará gramaticalmente CORRETA caso se substitua o elemento sublinhado por: 
Alternativas
Q2570012 Português
Quando começa o verão em 2023 no Brasil?



      As temperaturas recordes das últimas semanas podem ter confundido muitos brasileiros. Apesar de a recente onda de calor ter dado uma palinha da próxima estação, é a primavera que permanece ativa no hemisfério sul. Em 2023, o verão começa no fim de dezembro.

      Em termos exatos, o início da estação será no dia 22 de dezembro, à 00h27 (horário de Brasília), e termina em 20 de março de 2024, à 00h06, data de início do outono. A precisão do horário não é um mero detalhe. O marco é resultado de cálculos matemáticos feitos por especialistas do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP (IAG/USP).

     A depender da inclinação do eixo de rotação da Terra, uma estação diferente se estabelece em cada hemisfério. Como o cálculo considera o tempo de rotação do planeta ao redor do sol — que dura, em média, 365 dias, 5 horas e 45 minutos —, há pequenas diferenças entre um ano e outro. São elas as responsáveis pelos minutos quebrados.

     Segundo a MetSul Meteorologia, a estação será marcada por altas temperaturas na maior parte do Brasil, principalmente entre janeiro e março de 2024. “Com menos chuva, o centro do país e áreas do Norte e do Nordeste podem notar que o clima estará mais quente do que o habitual”, afirmam.

        Apesar da previsão de calor, os especialistas não esperam que os termômetros atinjam picos similares aos da primavera de 2023 no Centro-Oeste e em São Paulo e Minas Gerais. Por outro lado, há previsão de novas temperaturas recorde no Rio de Janeiro e no sul do país, principalmente no Rio Grande do Sul.

        Sob influência do fenômeno El Niño — que seguirá ativo até abril de 2024 —, nos próximos meses, os dias devem ser abafados e as noites, quentes. Há previsão de chuvas, mas elas podem não ser suficientes para suprir as demandas da safra de verão, alerta Desirée Brandt, meteorologista da Nottus.

        Além disso, novas ondas de calor podem atingir o país até março de 2024. O meteorologista Celso Oliveira esclarece que as águas de todos os oceanos, e não apenas do Pacífico, estão mais quentes. “A tendência é que a frequência e intensidade desses fenômenos aumente”, diz.


(Fonte: Globo Rural — adaptado.)
Na frase abaixo, retirada do texto, o verbo sublinhado expressa uma situação:

[...] é a primavera que permanece ativa no hemisfério sul. 
Alternativas
Q2570011 Português
Quando começa o verão em 2023 no Brasil?



      As temperaturas recordes das últimas semanas podem ter confundido muitos brasileiros. Apesar de a recente onda de calor ter dado uma palinha da próxima estação, é a primavera que permanece ativa no hemisfério sul. Em 2023, o verão começa no fim de dezembro.

      Em termos exatos, o início da estação será no dia 22 de dezembro, à 00h27 (horário de Brasília), e termina em 20 de março de 2024, à 00h06, data de início do outono. A precisão do horário não é um mero detalhe. O marco é resultado de cálculos matemáticos feitos por especialistas do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP (IAG/USP).

     A depender da inclinação do eixo de rotação da Terra, uma estação diferente se estabelece em cada hemisfério. Como o cálculo considera o tempo de rotação do planeta ao redor do sol — que dura, em média, 365 dias, 5 horas e 45 minutos —, há pequenas diferenças entre um ano e outro. São elas as responsáveis pelos minutos quebrados.

     Segundo a MetSul Meteorologia, a estação será marcada por altas temperaturas na maior parte do Brasil, principalmente entre janeiro e março de 2024. “Com menos chuva, o centro do país e áreas do Norte e do Nordeste podem notar que o clima estará mais quente do que o habitual”, afirmam.

        Apesar da previsão de calor, os especialistas não esperam que os termômetros atinjam picos similares aos da primavera de 2023 no Centro-Oeste e em São Paulo e Minas Gerais. Por outro lado, há previsão de novas temperaturas recorde no Rio de Janeiro e no sul do país, principalmente no Rio Grande do Sul.

        Sob influência do fenômeno El Niño — que seguirá ativo até abril de 2024 —, nos próximos meses, os dias devem ser abafados e as noites, quentes. Há previsão de chuvas, mas elas podem não ser suficientes para suprir as demandas da safra de verão, alerta Desirée Brandt, meteorologista da Nottus.

        Além disso, novas ondas de calor podem atingir o país até março de 2024. O meteorologista Celso Oliveira esclarece que as águas de todos os oceanos, e não apenas do Pacífico, estão mais quentes. “A tendência é que a frequência e intensidade desses fenômenos aumente”, diz.


(Fonte: Globo Rural — adaptado.)
De acordo com o texto, compreende-se que:
Alternativas
Q2569929 Português

Observe a figura.


Imagem associada para resolução da questão

https://preply.com/pt/blog


As palavras são exemplos da variante linguística:

Alternativas
Q2569927 Português
[...] é, pois, uma atividade interativa altamente complexa de produção de sentidos, que se realiza evidentemente com base nos elementos linguísticos presentes na superfície textual e na sua forma de organização, mas requer a mobilização de um vasto conjunto de saberes no interior do evento comunicativo (KOCH; ELIAS, 2008, p. 11).
A citação faz referência:
Alternativas
Q2569925 Português
“São tipos relativamente estáveis de enunciados, presentes nas esferas sociais, produzidos de acordo com a necessidade temática, o conjunto de participantes e a intenção do locutor.”
O trecho apresenta a concepção de 
Alternativas
Q2569924 Português
“O propósito do autor do texto oral ou escrito de produzir uma manifestação linguística com coesão e coerência, com a finalidade de alcançar algum objetivo. O leitor/ouvinte deve compreender o objetivo do ato de fala do emissor, do enunciado ou do texto produzido. E isso acontece com base nesse fator de textualidade relacionado à pretensão do produtor do texto, o que ele realmente deseja que o leitor/ouvinte faça, realize. Além do autor, o leitor/ouvinte também tem suas pretensões, principalmente no que diz respeito ao ato de ler uma produção escrita”.
O texto faz referência a um dos fatores da textualidade denominado de 
Alternativas
Q2569836 Português

A ciência e a tecnologia como

estratégias de desenvolvimento










Disponível em: https://www.ipea.gov.br/cts/pt/central-de-conteudo/artigos/artigos/116-a-ciencia-e-a-tecnologia-como-estrategia- -de-desenvolvimento. Acesso em: 10 fev. 2024. Adaptado.

No desenvolvimento do texto, estabelece-se uma relação de oposição de sentido entre os verbos
Alternativas
Q2569832 Português

A ciência e a tecnologia como

estratégias de desenvolvimento










Disponível em: https://www.ipea.gov.br/cts/pt/central-de-conteudo/artigos/artigos/116-a-ciencia-e-a-tecnologia-como-estrategia- -de-desenvolvimento. Acesso em: 10 fev. 2024. Adaptado.

O trecho do texto em que a presença do adjetivo destacado em negrito tem a função de expressar a opinião do autor é
Alternativas
Q2569743 Português

Como surgiu o Carnaval?



    O Carnaval surgiu a partir de várias comemorações que aconteciam na Antiguidade entre egípcios, gregos, romanos e outros povos. Essas festas celebravam a colheita e homenageavam deuses. Um exemplo eram as saturnálias, na Roma antiga, para Saturno, deus da agricultura, quando o povo dançava pelas ruas.

     Durante a Idade Média, a época das festas antigas foi adotada pela Igreja Católica para marcar o período antes da Quaresma (antes da Páscoa), quando o consumo de carne era proibido. Estaria aí a explicação para o termo Carnaval: viria do latim carnem levare (retirar ou ficar livre da carne).

        Ao longo do tempo, uma das mais famosas festas inspiradas nas celebrações da Antiguidade foram os bailes de máscaras europeus. Na Itália, por volta do século 13, só os nobres participavam. No século 19, máscaras e fantasias se tornaram populares.

     A folia se modificou de acordo com a região. No Brasil, por exemplo, a influência foi o entrudo, a partir do século 17: festa portuguesa em que eram comuns brincadeiras com água. Com o tempo, ganhou outros elementos, como as marchinhas no final do século 19.

        O primeiro bloco brasileiro de Carnaval de que se _____ notícia saiu pelas ruas do Rio de Janeiro em 1846 sob o comando do português José Nogueira de Azevedo Prates, conhecido como Zé Pereira: ele começou a tocar bumbo e atraiu outros foliões. A brincadeira não parou mais!

       Em 1929, uma turma de foliões carioca resolveu se organizar sob o nome de “Deixa Falar”. Na época, parecido com blocos de rua, o grupo se tornou a primeira escola de samba brasileira (dela surgiria a atual Estácio de Sá).

        Os trios elétricos já _____ quase 70 anos! Apareceram quando os músicos baianos Dodô e Osmar colocaram alto-falantes num carro e saíram pelas ruas de Salvador. No ano seguinte, o veículo ficou maior até chegar aos grandes trios de hoje em dia.

      Também é comum ver na Bahia os grupos de afoxé, como os Filhos de Gandhy. Eles _____ origem no período da escravidão, quando os negros usavam trajes africanos para cantar e dançar. Além disso, há Carnaval de rua em outras cidades, como nas pernambucanas Recife e Olinda, com muito frevo e bonecos gigantes — chegam perto dos 4 metros de altura!



(Fonte: Recreio — adaptado.)

A figura de linguagem constante na frase “Por uma única janela envidraçada, […] entravam claridades cinzentas e surdas, sem sombras.”, de Clarice Lispector, é: 
Alternativas
Q2569741 Português

Como surgiu o Carnaval?



    O Carnaval surgiu a partir de várias comemorações que aconteciam na Antiguidade entre egípcios, gregos, romanos e outros povos. Essas festas celebravam a colheita e homenageavam deuses. Um exemplo eram as saturnálias, na Roma antiga, para Saturno, deus da agricultura, quando o povo dançava pelas ruas.

     Durante a Idade Média, a época das festas antigas foi adotada pela Igreja Católica para marcar o período antes da Quaresma (antes da Páscoa), quando o consumo de carne era proibido. Estaria aí a explicação para o termo Carnaval: viria do latim carnem levare (retirar ou ficar livre da carne).

        Ao longo do tempo, uma das mais famosas festas inspiradas nas celebrações da Antiguidade foram os bailes de máscaras europeus. Na Itália, por volta do século 13, só os nobres participavam. No século 19, máscaras e fantasias se tornaram populares.

     A folia se modificou de acordo com a região. No Brasil, por exemplo, a influência foi o entrudo, a partir do século 17: festa portuguesa em que eram comuns brincadeiras com água. Com o tempo, ganhou outros elementos, como as marchinhas no final do século 19.

        O primeiro bloco brasileiro de Carnaval de que se _____ notícia saiu pelas ruas do Rio de Janeiro em 1846 sob o comando do português José Nogueira de Azevedo Prates, conhecido como Zé Pereira: ele começou a tocar bumbo e atraiu outros foliões. A brincadeira não parou mais!

       Em 1929, uma turma de foliões carioca resolveu se organizar sob o nome de “Deixa Falar”. Na época, parecido com blocos de rua, o grupo se tornou a primeira escola de samba brasileira (dela surgiria a atual Estácio de Sá).

        Os trios elétricos já _____ quase 70 anos! Apareceram quando os músicos baianos Dodô e Osmar colocaram alto-falantes num carro e saíram pelas ruas de Salvador. No ano seguinte, o veículo ficou maior até chegar aos grandes trios de hoje em dia.

      Também é comum ver na Bahia os grupos de afoxé, como os Filhos de Gandhy. Eles _____ origem no período da escravidão, quando os negros usavam trajes africanos para cantar e dançar. Além disso, há Carnaval de rua em outras cidades, como nas pernambucanas Recife e Olinda, com muito frevo e bonecos gigantes — chegam perto dos 4 metros de altura!



(Fonte: Recreio — adaptado.)

Sobre a estruturação do pensamento abaixo, assinalar a alternativa INCORRETA:

“Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe.” (ditado popular)
Alternativas
Q2569736 Português

Como surgiu o Carnaval?



    O Carnaval surgiu a partir de várias comemorações que aconteciam na Antiguidade entre egípcios, gregos, romanos e outros povos. Essas festas celebravam a colheita e homenageavam deuses. Um exemplo eram as saturnálias, na Roma antiga, para Saturno, deus da agricultura, quando o povo dançava pelas ruas.

     Durante a Idade Média, a época das festas antigas foi adotada pela Igreja Católica para marcar o período antes da Quaresma (antes da Páscoa), quando o consumo de carne era proibido. Estaria aí a explicação para o termo Carnaval: viria do latim carnem levare (retirar ou ficar livre da carne).

        Ao longo do tempo, uma das mais famosas festas inspiradas nas celebrações da Antiguidade foram os bailes de máscaras europeus. Na Itália, por volta do século 13, só os nobres participavam. No século 19, máscaras e fantasias se tornaram populares.

     A folia se modificou de acordo com a região. No Brasil, por exemplo, a influência foi o entrudo, a partir do século 17: festa portuguesa em que eram comuns brincadeiras com água. Com o tempo, ganhou outros elementos, como as marchinhas no final do século 19.

        O primeiro bloco brasileiro de Carnaval de que se _____ notícia saiu pelas ruas do Rio de Janeiro em 1846 sob o comando do português José Nogueira de Azevedo Prates, conhecido como Zé Pereira: ele começou a tocar bumbo e atraiu outros foliões. A brincadeira não parou mais!

       Em 1929, uma turma de foliões carioca resolveu se organizar sob o nome de “Deixa Falar”. Na época, parecido com blocos de rua, o grupo se tornou a primeira escola de samba brasileira (dela surgiria a atual Estácio de Sá).

        Os trios elétricos já _____ quase 70 anos! Apareceram quando os músicos baianos Dodô e Osmar colocaram alto-falantes num carro e saíram pelas ruas de Salvador. No ano seguinte, o veículo ficou maior até chegar aos grandes trios de hoje em dia.

      Também é comum ver na Bahia os grupos de afoxé, como os Filhos de Gandhy. Eles _____ origem no período da escravidão, quando os negros usavam trajes africanos para cantar e dançar. Além disso, há Carnaval de rua em outras cidades, como nas pernambucanas Recife e Olinda, com muito frevo e bonecos gigantes — chegam perto dos 4 metros de altura!



(Fonte: Recreio — adaptado.)

De acordo com as informações do texto sobre o Carnaval, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) A Igreja Católica, na Idade Média, deu origem aos bailes de máscaras italianos, em que só a nobreza participava.
( ) O Carnaval surgiu dos festejos da colheita e de homenagens aos deuses.
( ) O nome “Carnaval” vem da proibição do consumo de carne antes da Páscoa.
( ) O trio elétrico surgiu com os Filhos de Gandhy, grupo de afoxé, que teve a ideia de colocar alto-falante num carro, em Salvador. 
Alternativas
Respostas
22641: D
22642: B
22643: B
22644: B
22645: B
22646: D
22647: C
22648: C
22649: D
22650: D
22651: B
22652: B
22653: A
22654: C
22655: A
22656: D
22657: E
22658: A
22659: B
22660: A