Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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(1ª parte): No penúltimo parágrafo, o autor lança mão da exemplificação prática do níóbio brasíleiro com o claro propósito de materializar e de comprovdr com fatos a distinção teóríca estabelecida no início do texto.
(2ª parte): A afirmação direta de que o nióbio é ínteiramente estratégico para o Brasil aciona o pressuposto de que a abundância de uma reserua natural exclusiva confere um enorme poder de soberania ao país detentor.
(3ª parte): O texto deixa claramente subentendido que países como os Estados Unidos e a Chína não possuem nenhum interesse comercial na transição energética, focando seus esforços apenas na mineração tradÍcíonal.
Acerca disso, pode-se afirmar que:
Coluna I.
A- Hipérbole.
B- Eufemismo.
C- Ironia.
D- Prosopopeia.
E- Zeugma.
Coluna II.
1- Era fino como um hipopótamo.
2- Ele faltou com a verdade.
3- As árvores pensam coisas lindas.
4- Alguns alunos estudam, outros não.
5- Repeti um milhão de vezes.
“A Câmara Municipal de Santana de Parnaíba realizou no dia 9 de dezembro de 2025, a 39ª Sessão Ordinária, com uma pauta marcada pela discussão de importantes projetos voltados ao ________________ das famílias e ao fortalecimento das políticas públicas municipais. Entre as matérias analisadas, estiveram iniciativas que ampliam o _____________________ aos familiares de vítimas de suicídio, bem como às crianças e adolescentes que passaram por tentativa de suicídio, reforçando a urgência de estratégias de acolhimento e prevenção em ____________________”.
Disponível em: https://www.camarasantanadeparnaiba.sp.gov.br/noticia/1039/camara-municipal-avanca-em-politi cas-de-protecao-social-e-valorizacao-comunitaria-na-39-sessao-ordinaria Publicada em: 09/12/2025.
“O espaço expositivo “Mariazinha Fernandes”, no Centro Administrativo Bandeirantes, (CAB), recebe uma __________ especial promovida pelo Centro de Convivência do Idoso, (CCI). A mostra reúne pinturas e bordados produzidos pelos participantes das oficinas, que exploram o universo da arte ao compartilhar histórias de vida, momentos marcantes e até desejos pessoais por meio de suas criações.
A exposição apresenta trabalhos que evidenciam a evolução artística de cada integrante. Alguns __________ já tinham experiência com pintura, mas muitos iniciaram a prática recentemente no CCI, descobrindo novos talentos e habilidades. Além da produção artística, as oficinas contribuem para o desenvolvimento da paciência, do controle da ansiedade, do intelecto e do equilíbrio emocional. A exposição, que começou na terça-feira, (24/2), segue aberta ao público até 6 de março”.
Disponível em: https://prefeitura.santanadeparnaiba.sp.gov.br/Plataforma/noticia/detalhe-noticia/centro-de-convi vencia-do-idoso-apresenta-exposicao-de-pintura-e-bordado Publicada em: 27/02/2026.
De acordo com a referida notícia, assinale a alternativa que complete, devidamente, as lacunas.
“Com o objetivo de orientar e conscientizar a população feminina sobre a prevenção do câncer de colo do útero, a Prefeitura de Santana de Parnaíba, por meio da Secretaria ____________________ , (SMS), está promovendo diversas ações relacionadas à Campanha Março Lilás.
De acordo com a SMS, durante todo o mês, todas as unidades de saúde do Município realizarão, de forma gratuita e sem necessidade de agendamento, o exame de Papanicolau. O atendimento é destinado a mulheres com idade entre 25 e 64 anos que não tenham realizado o exame nos últimos dois anos”.
Disponível em: https://prefeitura.santanadeparnaiba.sp.gov.br/Plataforma/noticia/detalhe-noticia/campanha-marc o-lilas-tera-programacao-especial-voltada-a-saude-da-mulher Publicada em: 06/03/2026.
De acordo com a referida notícia, assinale a alternativa que complete, corretamente, a lacuna.
Tal procedimento contribui principalmente para:
Nesse sentido, a organização argumentativa do texto permite concluir que a cronista defende, sobretudo:
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Estudo encontra níquel em Marte e detalha formação do solo no planeta
Um estudo publicado pela revista Nature Communications, liderado por cientistas da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, identificou a presença de níquel em rochas de Marte. A descoberta ajuda a entender como o planeta se formou e evoluiu ao longo de bilhões de anos. Os dados analisados foram coletados pelo rover Perseverance, da Nasa, que explora a cratera Jezero - uma região que já abrigou água no passado. A pesquisa se concentrou na composição química de minerais presentes nas rochas marcianas.
Os pesquisadores identificaram o níquel associado a minerais ricos em ferro, formados em condições específicas ao longo da historia geológica de Marte. Esse tipo de associação é importante porque indica como os elementos químicos foram distribuídos e transformados no planeta ao longo do tempo.
De acordo com o estudo, o níquel não aparece de forma isolada, mas integrado à estrutura mineral das rochas, o que sugere que ele foi incorporado durante processos naturais de formação do solo marciano.
A presença do metal ajuda os cientistas a reconstruir o ambiente antigo de Marte, incluindo as condições químicas que existiam quando as rochas se formaram. Os resultados indicam que o planeta passou por processos geoquímicos complexos, envolvendo interação entre rochas, água e diferentes elementos.
Isso reforça a ideia de que Marte já teve um ambiente mais ativo do ponto de vista geológico do que o observado atualmente.
Apesar da importância da descoberta, os autores não afirmam que o níquel esteja ligado à presença de vida. Ainda assim, compreender como esses elementos se organizam nas rochas é considerado um passo importante para futuras investigações sobre a habitabilidade de Marte.
Os cientistas destacam que análises mais detalhadas - especialmente com amostras que poderão ser trazidas à Terra em futuras missões serão fundamentais para aprofundar o entendimento sobre a composição do planeta.
Fonte: https.//www.metropoles.com/ciencia/niquel-marte-solo-planeta (adaptado)
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Estudo encontra níquel em Marte e detalha formação do solo no planeta
Um estudo publicado pela revista Nature Communications, liderado por cientistas da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, identificou a presença de níquel em rochas de Marte. A descoberta ajuda a entender como o planeta se formou e evoluiu ao longo de bilhões de anos. Os dados analisados foram coletados pelo rover Perseverance, da Nasa, que explora a cratera Jezero - uma região que já abrigou água no passado. A pesquisa se concentrou na composição química de minerais presentes nas rochas marcianas.
Os pesquisadores identificaram o níquel associado a minerais ricos em ferro, formados em condições específicas ao longo da historia geológica de Marte. Esse tipo de associação é importante porque indica como os elementos químicos foram distribuídos e transformados no planeta ao longo do tempo.
De acordo com o estudo, o níquel não aparece de forma isolada, mas integrado à estrutura mineral das rochas, o que sugere que ele foi incorporado durante processos naturais de formação do solo marciano.
A presença do metal ajuda os cientistas a reconstruir o ambiente antigo de Marte, incluindo as condições químicas que existiam quando as rochas se formaram. Os resultados indicam que o planeta passou por processos geoquímicos complexos, envolvendo interação entre rochas, água e diferentes elementos.
Isso reforça a ideia de que Marte já teve um ambiente mais ativo do ponto de vista geológico do que o observado atualmente.
Apesar da importância da descoberta, os autores não afirmam que o níquel esteja ligado à presença de vida. Ainda assim, compreender como esses elementos se organizam nas rochas é considerado um passo importante para futuras investigações sobre a habitabilidade de Marte.
Os cientistas destacam que análises mais detalhadas - especialmente com amostras que poderão ser trazidas à Terra em futuras missões serão fundamentais para aprofundar o entendimento sobre a composição do planeta.
Fonte: https.//www.metropoles.com/ciencia/niquel-marte-solo-planeta (adaptado)
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Estudo encontra níquel em Marte e detalha formação do solo no planeta
Um estudo publicado pela revista Nature Communications, liderado por cientistas da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, identificou a presença de níquel em rochas de Marte. A descoberta ajuda a entender como o planeta se formou e evoluiu ao longo de bilhões de anos. Os dados analisados foram coletados pelo rover Perseverance, da Nasa, que explora a cratera Jezero - uma região que já abrigou água no passado. A pesquisa se concentrou na composição química de minerais presentes nas rochas marcianas.
Os pesquisadores identificaram o níquel associado a minerais ricos em ferro, formados em condições específicas ao longo da historia geológica de Marte. Esse tipo de associação é importante porque indica como os elementos químicos foram distribuídos e transformados no planeta ao longo do tempo.
De acordo com o estudo, o níquel não aparece de forma isolada, mas integrado à estrutura mineral das rochas, o que sugere que ele foi incorporado durante processos naturais de formação do solo marciano.
A presença do metal ajuda os cientistas a reconstruir o ambiente antigo de Marte, incluindo as condições químicas que existiam quando as rochas se formaram. Os resultados indicam que o planeta passou por processos geoquímicos complexos, envolvendo interação entre rochas, água e diferentes elementos.
Isso reforça a ideia de que Marte já teve um ambiente mais ativo do ponto de vista geológico do que o observado atualmente.
Apesar da importância da descoberta, os autores não afirmam que o níquel esteja ligado à presença de vida. Ainda assim, compreender como esses elementos se organizam nas rochas é considerado um passo importante para futuras investigações sobre a habitabilidade de Marte.
Os cientistas destacam que análises mais detalhadas - especialmente com amostras que poderão ser trazidas à Terra em futuras missões serão fundamentais para aprofundar o entendimento sobre a composição do planeta.
Fonte: https.//www.metropoles.com/ciencia/niquel-marte-solo-planeta (adaptado)
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Governança ambiental no Brasil: rumo aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)?
A governança ambiental pode ser entendida como um processo envolvendo múltiplos atores sociais e seus respectivos valores e interesses na elaboração, tomada de decisão e implementação de ações que visam à conservação ambiental. É composta tanto pela estrutura institucional formal (políticas públicas, conselhos gestores, áreas protegidas), como por arranjos institucionais informais (pactos, coalizões, movimentos sociais) envolvendo, além de organizações governamentais, a sociedade civil organizada e o setor privado, atuando em diversos níveis de organização sociopolítica - do local ao global. Portanto, é um termo amplo que pode englobar processos de gestão, gerenciamento e manejo.
Os valores, princípios e objetivos da governança ambiental são negociados e, portanto, não são estáveis - como no caso da gestão, do gerenciamento e do manejo -, mas variam de acordo com a participação relativa dos atores que entram e saem do processo.
A governança ambiental pode enfocar tanto as ações de conservação e uso sustentável da biodiversidade e serviços ecossistêmicos (tais como água e regulação climática), como as de remediação dos impactos das atividades humanas sobre a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos.
Em nível global, os esforços de governança ambiental na atualidade têm como foco os 17 ODS e suas 169 metas que compõem a Agenda 2030 da ONU. A construção desta agenda, que se iniciou durante a Rio +20, teve forte protagonismo do Brasil, e foi adotada por 193 países na Cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, em 2015.
No entanto, os retrocessos impostos ao sistema de governança ambiental na última década, e principalmente no último ano (2019), indicam que o país caminha na direção oposta ao futuro almejado pela Agenda 2030. Vale ressaltar que os pactos e acordos internacionais contribuem para os arranjos de governança das nações, mas não têm sido suficientes para protagonizar as transformações urgentes e necessárias frente à crise ambiental planetária.
Fonte: SEIXAS, C. S. et al. Governança ambiental no Brasil: rumo aos
Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)? Cadernos Gestão
Pública e Cidadania, São Paulo, v. 25, n. 81, p. i -21, 2020 (com adaptações).
I. O texto inicia-se com a definição de governança ambiental, estabelecendo a base conceitual para o desenvolvimento das ideias subsequentes.
II. A menção aos serviços ecossistêmicos atua como elemento exemplificativo, subordinado à ideia principal sobre o escopo da governança ambiental.
III. O texto organiza-se de forma narrativa, priorizando a sequência temporal dos eventos relacionados à governança ambiental.
Está CORRETO o que se afirma em:
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Governança ambiental no Brasil: rumo aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)?
A governança ambiental pode ser entendida como um processo envolvendo múltiplos atores sociais e seus respectivos valores e interesses na elaboração, tomada de decisão e implementação de ações que visam à conservação ambiental. É composta tanto pela estrutura institucional formal (políticas públicas, conselhos gestores, áreas protegidas), como por arranjos institucionais informais (pactos, coalizões, movimentos sociais) envolvendo, além de organizações governamentais, a sociedade civil organizada e o setor privado, atuando em diversos níveis de organização sociopolítica - do local ao global. Portanto, é um termo amplo que pode englobar processos de gestão, gerenciamento e manejo.
Os valores, princípios e objetivos da governança ambiental são negociados e, portanto, não são estáveis - como no caso da gestão, do gerenciamento e do manejo -, mas variam de acordo com a participação relativa dos atores que entram e saem do processo.
A governança ambiental pode enfocar tanto as ações de conservação e uso sustentável da biodiversidade e serviços ecossistêmicos (tais como água e regulação climática), como as de remediação dos impactos das atividades humanas sobre a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos.
Em nível global, os esforços de governança ambiental na atualidade têm como foco os 17 ODS e suas 169 metas que compõem a Agenda 2030 da ONU. A construção desta agenda, que se iniciou durante a Rio +20, teve forte protagonismo do Brasil, e foi adotada por 193 países na Cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, em 2015.
No entanto, os retrocessos impostos ao sistema de governança ambiental na última década, e principalmente no último ano (2019), indicam que o país caminha na direção oposta ao futuro almejado pela Agenda 2030. Vale ressaltar que os pactos e acordos internacionais contribuem para os arranjos de governança das nações, mas não têm sido suficientes para protagonizar as transformações urgentes e necessárias frente à crise ambiental planetária.
Fonte: SEIXAS, C. S. et al. Governança ambiental no Brasil: rumo aos
Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)? Cadernos Gestão
Pública e Cidadania, São Paulo, v. 25, n. 81, p. i -21, 2020 (com adaptações).
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Governança ambiental no Brasil: rumo aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)?
A governança ambiental pode ser entendida como um processo envolvendo múltiplos atores sociais e seus respectivos valores e interesses na elaboração, tomada de decisão e implementação de ações que visam à conservação ambiental. É composta tanto pela estrutura institucional formal (políticas públicas, conselhos gestores, áreas protegidas), como por arranjos institucionais informais (pactos, coalizões, movimentos sociais) envolvendo, além de organizações governamentais, a sociedade civil organizada e o setor privado, atuando em diversos níveis de organização sociopolítica - do local ao global. Portanto, é um termo amplo que pode englobar processos de gestão, gerenciamento e manejo.
Os valores, princípios e objetivos da governança ambiental são negociados e, portanto, não são estáveis - como no caso da gestão, do gerenciamento e do manejo -, mas variam de acordo com a participação relativa dos atores que entram e saem do processo.
A governança ambiental pode enfocar tanto as ações de conservação e uso sustentável da biodiversidade e serviços ecossistêmicos (tais como água e regulação climática), como as de remediação dos impactos das atividades humanas sobre a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos.
Em nível global, os esforços de governança ambiental na atualidade têm como foco os 17 ODS e suas 169 metas que compõem a Agenda 2030 da ONU. A construção desta agenda, que se iniciou durante a Rio +20, teve forte protagonismo do Brasil, e foi adotada por 193 países na Cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, em 2015.
No entanto, os retrocessos impostos ao sistema de governança ambiental na última década, e principalmente no último ano (2019), indicam que o país caminha na direção oposta ao futuro almejado pela Agenda 2030. Vale ressaltar que os pactos e acordos internacionais contribuem para os arranjos de governança das nações, mas não têm sido suficientes para protagonizar as transformações urgentes e necessárias frente à crise ambiental planetária.
Fonte: SEIXAS, C. S. et al. Governança ambiental no Brasil: rumo aos
Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)? Cadernos Gestão
Pública e Cidadania, São Paulo, v. 25, n. 81, p. i -21, 2020 (com adaptações).
I. A governança ambiental se organiza de maneira homogênea, sem distinção entre formas institucionais.
II. A construção da Agenda 2030 contou com participação relevante do Brasil em seu processo inicial.
III. Pactos e acordos internacionais contribuem para a governança ambiental, embora não garantam, por si sós, as transformações necessárias.
Está(ao) CORRETA(S):
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Governança ambiental no Brasil: rumo aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)?
A governança ambiental pode ser entendida como um processo envolvendo múltiplos atores sociais e seus respectivos valores e interesses na elaboração, tomada de decisão e implementação de ações que visam à conservação ambiental. É composta tanto pela estrutura institucional formal (políticas públicas, conselhos gestores, áreas protegidas), como por arranjos institucionais informais (pactos, coalizões, movimentos sociais) envolvendo, além de organizações governamentais, a sociedade civil organizada e o setor privado, atuando em diversos níveis de organização sociopolítica - do local ao global. Portanto, é um termo amplo que pode englobar processos de gestão, gerenciamento e manejo.
Os valores, princípios e objetivos da governança ambiental são negociados e, portanto, não são estáveis - como no caso da gestão, do gerenciamento e do manejo -, mas variam de acordo com a participação relativa dos atores que entram e saem do processo.
A governança ambiental pode enfocar tanto as ações de conservação e uso sustentável da biodiversidade e serviços ecossistêmicos (tais como água e regulação climática), como as de remediação dos impactos das atividades humanas sobre a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos.
Em nível global, os esforços de governança ambiental na atualidade têm como foco os 17 ODS e suas 169 metas que compõem a Agenda 2030 da ONU. A construção desta agenda, que se iniciou durante a Rio +20, teve forte protagonismo do Brasil, e foi adotada por 193 países na Cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, em 2015.
No entanto, os retrocessos impostos ao sistema de governança ambiental na última década, e principalmente no último ano (2019), indicam que o país caminha na direção oposta ao futuro almejado pela Agenda 2030. Vale ressaltar que os pactos e acordos internacionais contribuem para os arranjos de governança das nações, mas não têm sido suficientes para protagonizar as transformações urgentes e necessárias frente à crise ambiental planetária.
Fonte: SEIXAS, C. S. et al. Governança ambiental no Brasil: rumo aos
Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)? Cadernos Gestão
Pública e Cidadania, São Paulo, v. 25, n. 81, p. i -21, 2020 (com adaptações).
(1ª parte): O texto sustenta que a variabilidade dos princípios da governança ambiental compromete sua legitimidade enquanto prática institucional.
(2ª parte): O texto ressalta que a governança ambiental abrange ações voltadas tanto à conservação quanto à remediação de impactos ambientais.
(3ª parte): O texto sugere que a governança ambiental apresenta maior efetividade em escala global do que em níveis locais.
Pode-se afirmar que: