Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3945041 Português
Violência Contra a Mulher


Se o Brasil não se comprometer um pouco mais em oferecer segurança às mulheres, as mortes vão continuar chamando atenção de maneira severa. Eu creio que, o Estado já percebeu que " homens violentos não respeitam leis". A atenção ao aumento de pena, as leis de modo geral, é uma atenção negativa! Comportamentos inadequados, promovidos pela impulsividade não é " desculpas " para matar. Mulheres morrem mais do que se estivessem em guerra! A violência não pode ser compensatória para quem a prática. É necessário valorizar o que as mulheres dizem; melhor dizendo: sofrem. Pois, não priorizar esse fato, é conviver com as consequências.


FREIRE, Marii. Violência contra a mulher. Pensamentos.me, Santarém, PA, 13 fev. 2026. Disponível em: https://pensamentos.me/2026/02/13/violencia-contra-a-mulher-141/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
Segundo o texto, o que é necessário para enfrentar a violência contra a mulher?
Alternativas
Q3945038 Português
Violência Contra a Mulher


Se o Brasil não se comprometer um pouco mais em oferecer segurança às mulheres, as mortes vão continuar chamando atenção de maneira severa. Eu creio que, o Estado já percebeu que " homens violentos não respeitam leis". A atenção ao aumento de pena, as leis de modo geral, é uma atenção negativa! Comportamentos inadequados, promovidos pela impulsividade não é " desculpas " para matar. Mulheres morrem mais do que se estivessem em guerra! A violência não pode ser compensatória para quem a prática. É necessário valorizar o que as mulheres dizem; melhor dizendo: sofrem. Pois, não priorizar esse fato, é conviver com as consequências.


FREIRE, Marii. Violência contra a mulher. Pensamentos.me, Santarém, PA, 13 fev. 2026. Disponível em: https://pensamentos.me/2026/02/13/violencia-contra-a-mulher-141/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
No texto sobre violência contra a mulher, o autor afirma que é necessário oferecer mais segurança às mulheres.
No contexto apresentado, a palavra "segurança" pode ser substituída, sem mudar o sentido da frase, por:
Alternativas
Q3944987 Português
01/02 - Dia do Publicitário

    O profissional da área da comunicação responsável pelo planejamento, criação e execução de campanhas publicitárias e de propaganda chama-se publicitário. O objetivo de uma campanha publicitária é obter lucro para o anunciante, para aumentar as vendas do produto anunciado. É preciso, pois, criar uma imagem do produto e divulgá-la, de modo a despertar o interesse do consumidor, ou seja, fazê-lo desejar o produto. O publicitário conhece as técnicas necessárias para que esse processo tenha êxito e supere a concorrência de outros produtos.
      Até 1965, a profissão de publicitário era exercida pelos jornalistas, os quais, por terem conhecimento e prática na divulgação de mensagens dirigidas às massas, eram os mais requisitados pelos anunciantes para trabalharem a imagem de seus produtos. Em 18 de junho de 1965, foi promulgada a lei n° 4.680, que regulamentou a profissão, em razão de terem surgido cursos superiores na área da Comunicação Social, com especialização em publicidade e duração de quatro anos. Dessa forma, hoje, o publicitário possui ampla formação na área de ciências humanas — psicologia, sociologia e antropologia — e em matérias específicas como redação publicitária, linguagem publicitária e criação que complementam os conhecimentos necessários para lidar com o público-alvo de seus futuros clientes.
  Para fiscalizar o exercício da profissão, foi criado em 1980 o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR), organização não governamental que [1] zela pela ética no meio publicitário, impedindo "que [2] a publicidade enganosa ou abusiva cause constrangimento ao consumidor ou a empresas". Qualquer consumidor que [3] se sinta lesado por alguma publicidade pode contatar o CONAR, que [4], mediante um Conselho formado pelos conselheiros da organização, irá analisar a denúncia e ordenar, caso seja pertinente, a retirada do anúncio ou a modificação de seu conteúdo, "com total e plena garantia de direito de defesa aos responsáveis pelo anúncio".
     O campo de atuação do publicitário são as agências de publicidade e propaganda ou as empresas. Nas agências, ele pode se especializar em diversas áreas: na área do atendimento, faz contato com o cliente e leva as instruções deste para a agência executar o trabalho. Na área da criação, desenvolve o anúncio propriamente dito. Pode também optar pela redação publicitária ou pela direção de arte, ou por outras áreas, como a do planejamento, em que avalia pesquisas de mercado e determina a melhor forma de comunicação para o cliente. Na área de mídia, ele determina em quais meios (TV, rádio, cinema, impressos ou internet) e em que periodicidade o anúncio deve ser veiculado.

Fonte: Livro “Datas Comemorativas cívicas e históricas”, Paulinas Editora. - Adaptado.
Um texto informativo pode, por vezes, fazer uso da linguagem figurada para tornar conceitos complexos mais acessíveis ou para dar ênfase em certa palavra. Nesse sentido, assinalar a alternativa que apresenta um trecho com expressão em sentido conotativo. 
Alternativas
Q3944984 Português
01/02 - Dia do Publicitário

    O profissional da área da comunicação responsável pelo planejamento, criação e execução de campanhas publicitárias e de propaganda chama-se publicitário. O objetivo de uma campanha publicitária é obter lucro para o anunciante, para aumentar as vendas do produto anunciado. É preciso, pois, criar uma imagem do produto e divulgá-la, de modo a despertar o interesse do consumidor, ou seja, fazê-lo desejar o produto. O publicitário conhece as técnicas necessárias para que esse processo tenha êxito e supere a concorrência de outros produtos.
      Até 1965, a profissão de publicitário era exercida pelos jornalistas, os quais, por terem conhecimento e prática na divulgação de mensagens dirigidas às massas, eram os mais requisitados pelos anunciantes para trabalharem a imagem de seus produtos. Em 18 de junho de 1965, foi promulgada a lei n° 4.680, que regulamentou a profissão, em razão de terem surgido cursos superiores na área da Comunicação Social, com especialização em publicidade e duração de quatro anos. Dessa forma, hoje, o publicitário possui ampla formação na área de ciências humanas — psicologia, sociologia e antropologia — e em matérias específicas como redação publicitária, linguagem publicitária e criação que complementam os conhecimentos necessários para lidar com o público-alvo de seus futuros clientes.
  Para fiscalizar o exercício da profissão, foi criado em 1980 o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR), organização não governamental que [1] zela pela ética no meio publicitário, impedindo "que [2] a publicidade enganosa ou abusiva cause constrangimento ao consumidor ou a empresas". Qualquer consumidor que [3] se sinta lesado por alguma publicidade pode contatar o CONAR, que [4], mediante um Conselho formado pelos conselheiros da organização, irá analisar a denúncia e ordenar, caso seja pertinente, a retirada do anúncio ou a modificação de seu conteúdo, "com total e plena garantia de direito de defesa aos responsáveis pelo anúncio".
     O campo de atuação do publicitário são as agências de publicidade e propaganda ou as empresas. Nas agências, ele pode se especializar em diversas áreas: na área do atendimento, faz contato com o cliente e leva as instruções deste para a agência executar o trabalho. Na área da criação, desenvolve o anúncio propriamente dito. Pode também optar pela redação publicitária ou pela direção de arte, ou por outras áreas, como a do planejamento, em que avalia pesquisas de mercado e determina a melhor forma de comunicação para o cliente. Na área de mídia, ele determina em quais meios (TV, rádio, cinema, impressos ou internet) e em que periodicidade o anúncio deve ser veiculado.

Fonte: Livro “Datas Comemorativas cívicas e históricas”, Paulinas Editora. - Adaptado.
“O profissional da área da comunicação responsável pelo planejamento, criação e execução de campanhas publicitárias e de propaganda chama-se publicitário.” (1º parágrafo). A palavra sublinhada, nesse contexto, NÃO tem como sinônimo:
Alternativas
Q3944983 Português
01/02 - Dia do Publicitário

    O profissional da área da comunicação responsável pelo planejamento, criação e execução de campanhas publicitárias e de propaganda chama-se publicitário. O objetivo de uma campanha publicitária é obter lucro para o anunciante, para aumentar as vendas do produto anunciado. É preciso, pois, criar uma imagem do produto e divulgá-la, de modo a despertar o interesse do consumidor, ou seja, fazê-lo desejar o produto. O publicitário conhece as técnicas necessárias para que esse processo tenha êxito e supere a concorrência de outros produtos.
      Até 1965, a profissão de publicitário era exercida pelos jornalistas, os quais, por terem conhecimento e prática na divulgação de mensagens dirigidas às massas, eram os mais requisitados pelos anunciantes para trabalharem a imagem de seus produtos. Em 18 de junho de 1965, foi promulgada a lei n° 4.680, que regulamentou a profissão, em razão de terem surgido cursos superiores na área da Comunicação Social, com especialização em publicidade e duração de quatro anos. Dessa forma, hoje, o publicitário possui ampla formação na área de ciências humanas — psicologia, sociologia e antropologia — e em matérias específicas como redação publicitária, linguagem publicitária e criação que complementam os conhecimentos necessários para lidar com o público-alvo de seus futuros clientes.
  Para fiscalizar o exercício da profissão, foi criado em 1980 o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR), organização não governamental que [1] zela pela ética no meio publicitário, impedindo "que [2] a publicidade enganosa ou abusiva cause constrangimento ao consumidor ou a empresas". Qualquer consumidor que [3] se sinta lesado por alguma publicidade pode contatar o CONAR, que [4], mediante um Conselho formado pelos conselheiros da organização, irá analisar a denúncia e ordenar, caso seja pertinente, a retirada do anúncio ou a modificação de seu conteúdo, "com total e plena garantia de direito de defesa aos responsáveis pelo anúncio".
     O campo de atuação do publicitário são as agências de publicidade e propaganda ou as empresas. Nas agências, ele pode se especializar em diversas áreas: na área do atendimento, faz contato com o cliente e leva as instruções deste para a agência executar o trabalho. Na área da criação, desenvolve o anúncio propriamente dito. Pode também optar pela redação publicitária ou pela direção de arte, ou por outras áreas, como a do planejamento, em que avalia pesquisas de mercado e determina a melhor forma de comunicação para o cliente. Na área de mídia, ele determina em quais meios (TV, rádio, cinema, impressos ou internet) e em que periodicidade o anúncio deve ser veiculado.

Fonte: Livro “Datas Comemorativas cívicas e históricas”, Paulinas Editora. - Adaptado.
Com relação à formação do profissional de publicidade, segundo o texto, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3944898 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como falar o que sente e o que pensa

Falar sobre o que sentimos é essencial para manter o equilíbrio emocional e o bem-estar. Guardar emoções e pensamentos pode causar sofrimento, pois o corpo e a mente precisam de expressão e diálogo. Quando não expressamos nossos sentimentos, podem surgir sinais como alterações no sono, mudanças no apetite, dificuldade de concentração e tristeza. Esses sinais indicam a necessidade de atenção e de reconhecimento das próprias emoções.

Ignorar o que sentimos não elimina o problema e pode agravar o sofrimento. Por isso, é importante permitir que as palavras expressem nossos sentimentos e buscar apoio quando necessário. Falar com alguém de confiança ou com um profissional ajuda a compreender melhor as emoções e fortalece a saúde emocional. Cuidar do que pensamos e sentimos é um passo fundamental para viver com mais equilíbrio e bem-estar.

Texto Adaptado

VIEIRA, Linda. Como falar o que sente e o que pensa. Vitat, [s.d.]. Disponível em: https://vitat.com.br/como-falar-o-que-sente/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
Considerando o contexto em que se insere o vocábulo "sofrimento" em "Guardar emoções e pensamentos pode causar sofrimento, pois o corpo e a mente precisam de expressão e diálogo", assinale a alternativa em que a substituição proposta preserva o sentido original do texto, sem alteração relevante de valor semântico ou tonalidade discursiva.
Alternativas
Q3944862 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como falar o que sente e o que pensa


Falar sobre o que sentimos é essencial para manter o equilíbrio emocional e o bem-estar. Guardar emoções e pensamentos pode causar sofrimento, pois o corpo e a mente precisam de expressão e diálogo. Quando não expressamos nossos sentimentos, podem surgir sinais como alterações no sono, mudanças no apetite, dificuldade de concentração e tristeza. Esses sinais indicam a necessidade de atenção e de reconhecimento das próprias emoções.

Ignorar o que sentimos não elimina o problema e pode agravar o sofrimento. Por isso, é importante permitir que as palavras expressem nossos sentimentos e buscar apoio quando necessário. Falar com alguém de confiança ou com um profissional ajuda a compreender melhor as emoções e fortalece a saúde emocional. Cuidar do que pensamos e sentimos é um passo fundamental para viver com mais equilíbrio e bem-estar.

Texto Adaptado


VIEIRA, Linda. Como falar o que sente e o que pensa. Vitat, [s.d.]. Disponível em: https://vitat.com.br/como-falar-o-que-sente/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
Considerando o contexto em que se insere o vocábulo "sofrimento" em "Guardar emoções e pensamentos pode causar sofrimento, pois o corpo e a mente precisam de expressão e diálogo", assinale a alternativa em que a substituição proposta preserva o sentido original do texto, sem alteração relevante de valor semântico ou tonalidade discursiva.
Alternativas
Q3944833 Português

Leia o Texto 5 para responder à questão.


Texto 5 


A interpretação comunitária, por sua vez, é aquela que “ocorre na esfera pública, com o intuito de facilitar a comunicação dos não falantes da língua oficial do país, e o seu consequente acesso aos provedores de serviços, tais como a educação, a saúde e os contextos legais” (Rodrigues, 2010, p.05). Nesses contextos, a atuação principal tem caráter dialógico, já que o profissional realiza certa mediação social em interações face a face de falantes de distintas línguas. [...] O profissional que atua em espaços educacionais formais tem sido comumente chamado de intérprete educacional. Ao abordar contextos de educação formal, Albres (2015, p. 39) apresenta algumas denominações utilizadas para se referir ao profissional que atua na educação: professor intérprete da Língua Brasileira de Sinais/Língua Portuguesa; professor intérprete das linguagens e códigos aplicáveis; professor-intérprete; intérprete educacional; intérprete especialista para atuar na área da educação; intérprete tutor e tradutor/intérprete escolar. Ao analisar esse conjunto de denominações dadas aos profissionais intérpretes, Albres (2015, p. 41) afirma que a denominação que vem sendo aceita e empregada por pesquisadores da área é de fato a de intérprete educacional e destaca que “empregar o termo tradutor para designar estes profissionais pode ampliar a sua atuação para além da interação face a face, ou seja, para além da mediação no tempo da enunciação, pode também modificar o tipo de formação deste profissional, como pré-requisito para atuação na escola”. [...] A despeito da diversidade de contextos de saúde, é comum vermos o profissional que atua nesses espaços sendo nomeado apenas como intérprete médico (medical interpreter). Todavia, encontramos no cenário internacional outros termos, tais como intérprete de saúde ou de cuidados da saúde (healthcare interpreter) e intérprete de hospital (hospital interpreter) (Queiroz, 2011; Jesus, 2013), os quais podem, de certa maneira, ampliar um pouco mais a concepção de quem é o profissional que atua nesses contextos. [...] Algumas das pesquisas sobre tradução e interpretação em contextos jurídicos afiliam-se ao campo dos Estudos da Tradução e aos da Interpretação, ao passo que outras investigações estão no âmbito da Linguística Forense. Talvez isso explique as diversas nomeações atribuídas ao profissional que atua com a tradução e/ou a interpretação em contextos jurídicos: tradutor forense, intérprete forense, tradutor público e intérprete comercial, tradutor juramentado, dentre outras.


RODRIGUES, Carlos Henrique; SANTOS, Silvana Aguiar dos. A interpretação e a

tradução de/para línguas de sinais: contextos de serviços públicos e suas demandas.

Tradução em Revista, 24, 2018. Disponível em: https://www.maxwell.vrac.puc-

rio.br/34535/34535.PDF. Acesso em: 30 dez. 2025.  

A diversidade de denominações atribuídas aos profissionais que atuam no contexto jurídico pode ser explicada, segundo o texto, pelo fato de que:
Alternativas
Q3944769 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como falar o que sente e o que pensa


Falar sobre o que sentimos é essencial para manter o equilíbrio emocional e o bem-estar. Guardar emoções e pensamentos pode causar sofrimento, pois o corpo e a mente precisam de expressão e diálogo. Quando não expressamos nossos sentimentos, podem surgir sinais como alterações no sono, mudanças no apetite, dificuldade de concentração e tristeza. Esses sinais indicam a necessidade de atenção e de reconhecimento das próprias emoções.

Ignorar o que sentimos não elimina o problema e pode agravar o sofrimento. Por isso, é importante permitir que as palavras expressem nossos sentimentos e buscar apoio quando necessário. Falar com alguém de confiança ou com um profissional ajuda a compreender melhor as emoções e fortalece a saúde emocional. Cuidar do que pensamos e sentimos é um passo fundamental para viver com mais equilíbrio e bem-estar.

Texto Adaptado


VIEIRA, Linda. Como falar o que sente e o que pensa. Vitat, [s.d.]. Disponível em: https://vitat.com.br/como-falar-o-que-sente/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
Considerando o contexto em que se insere o vocábulo "sofrimento" em "Guardar emoções e pensamentos pode causar sofrimento, pois o corpo e a mente precisam de expressão e diálogo", assinale a alternativa em que a substituição proposta preserva o sentido original do texto, sem alteração relevante de valor semântico ou tonalidade discursiva.
Alternativas
Q3944729 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como falar o que sente e o que pensa

Falar sobre o que sentimos é essencial para manter o equilíbrio emocional e o bem-estar. Guardar emoções e pensamentos pode causar sofrimento, pois o corpo e a mente precisam de expressão e diálogo. Quando não expressamos nossos sentimentos, podem surgir sinais como alterações no sono, mudanças no apetite, dificuldade de concentração e tristeza. Esses sinais indicam a necessidade de atenção e de reconhecimento das próprias emoções.

Ignorar o que sentimos não elimina o problema e pode agravar o sofrimento. Por isso, é importante permitir que as palavras expressem nossos sentimentos e buscar apoio quando necessário. Falar com alguém de confiança ou com um profissional ajuda a compreender melhor as emoções e fortalece a saúde emocional. Cuidar do que pensamos e sentimos é um passo fundamental para viver com mais equilíbrio e bem-estar.

Texto Adaptado


VIEIRA, Linda. Como falar o que sente e o que pensa. Vitat, [s.d.]. Disponível em: https://vitat.com.br/como-falar-o-que-sente/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
Considerando a organização argumentativa e os mecanismos de progressão temática do texto, assinale a alternativa que traduz, com maior precisão, o sentido
Alternativas
Q3944728 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como falar o que sente e o que pensa

Falar sobre o que sentimos é essencial para manter o equilíbrio emocional e o bem-estar. Guardar emoções e pensamentos pode causar sofrimento, pois o corpo e a mente precisam de expressão e diálogo. Quando não expressamos nossos sentimentos, podem surgir sinais como alterações no sono, mudanças no apetite, dificuldade de concentração e tristeza. Esses sinais indicam a necessidade de atenção e de reconhecimento das próprias emoções.

Ignorar o que sentimos não elimina o problema e pode agravar o sofrimento. Por isso, é importante permitir que as palavras expressem nossos sentimentos e buscar apoio quando necessário. Falar com alguém de confiança ou com um profissional ajuda a compreender melhor as emoções e fortalece a saúde emocional. Cuidar do que pensamos e sentimos é um passo fundamental para viver com mais equilíbrio e bem-estar.

Texto Adaptado


VIEIRA, Linda. Como falar o que sente e o que pensa. Vitat, [s.d.]. Disponível em: https://vitat.com.br/como-falar-o-que-sente/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
Considerando o contexto em que se insere o vocábulo "sofrimento" em "Guardar emoções e pensamentos pode causar sofrimento, pois o corpo e a mente precisam de expressão e diálogo", assinale a alternativa em que a substituição proposta preserva o sentido original do texto, sem alteração relevante de valor semântico ou tonalidade discursiva.
Alternativas
Q3944638 Português
Comportamentos que fazem você afastar pessoas ao seu redor sem notar, segundo a psicologia das relações

A dificuldade de manter conexões duradouras muitas vezes resulta de hábitos inconscientes que prejudicam a percepção de proximidade e confiança mútua. Compreender os mecanismos da psicologia das relações interpessoais permite identificar falhas na comunicação e nos vínculos afetivos. Este conhecimento é essencial para quem busca fortalecer laços sociais e evitar o isolamento emocional provocado por condutas prejudiciais recorrentes e comuns.

O desenvolvimento de uma maior segurança interna permite que a pessoa se sinta confortável em demonstrar vulnerabilidade sem medo de rejeição. Equilibrar a autonomia pessoal com a necessidade de conexão é o segredo para relacionamentos saudáveis. Reconhecer as próprias inclinações emocionais ajuda a mitigar reações automáticas que protegem o ego, mas isolam o indivíduo do saudável convívio social e humano.


SILVA, Patrick. Comportamentos que fazem você afastar pessoas ao seu redor sem notar, segundo a psicologia das relações. Correio Braziliense, 15 fev. 2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz em-voce-afastar-pessoas-ao-seu-redor-sem-notar-segundo-a-psicologi a-das-relacoes/ . Acesso em: 18 fev. 2026. 
Considerando as ideias explicitadas e implicitadas no texto, assinale a alternativa que expressa corretamente a tese central defendida pelo autor.
Alternativas
Q3944600 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como falar o que sente e o que pensa


Falar sobre o que sentimos é essencial para manter o equilíbrio emocional e o bem-estar. Guardar emoções e pensamentos pode causar sofrimento, pois o corpo e a mente precisam de expressão e diálogo. Quando não expressamos nossos sentimentos, podem surgir sinais como alterações no sono, mudanças no apetite, dificuldade de concentração e tristeza. Esses sinais indicam a necessidade de atenção e de reconhecimento das próprias emoções.

Ignorar o que sentimos não elimina o problema e pode agravar o sofrimento. Por isso, é importante permitir que as palavras expressem nossos sentimentos e buscar apoio quando necessário. Falar com alguém de confiança ou com um profissional ajuda a compreender melhor as emoções e fortalece a saúde emocional. Cuidar do que pensamos e sentimos é um passo fundamental para viver com mais equilíbrio e bem-estar.

Texto Adaptado


VIEIRA, Linda. Como falar o que sente e o que pensa. Vitat, [s.d.]. Disponível em: https://vitat.com.br/como-falar-o-que-sente/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
Considerando a organização argumentativa e os mecanismos de progressão temática do texto, assinale a alternativa que traduz, com maior precisão, o sentido global construído pelo autor. 
Alternativas
Q3944599 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como falar o que sente e o que pensa


Falar sobre o que sentimos é essencial para manter o equilíbrio emocional e o bem-estar. Guardar emoções e pensamentos pode causar sofrimento, pois o corpo e a mente precisam de expressão e diálogo. Quando não expressamos nossos sentimentos, podem surgir sinais como alterações no sono, mudanças no apetite, dificuldade de concentração e tristeza. Esses sinais indicam a necessidade de atenção e de reconhecimento das próprias emoções.

Ignorar o que sentimos não elimina o problema e pode agravar o sofrimento. Por isso, é importante permitir que as palavras expressem nossos sentimentos e buscar apoio quando necessário. Falar com alguém de confiança ou com um profissional ajuda a compreender melhor as emoções e fortalece a saúde emocional. Cuidar do que pensamos e sentimos é um passo fundamental para viver com mais equilíbrio e bem-estar.

Texto Adaptado


VIEIRA, Linda. Como falar o que sente e o que pensa. Vitat, [s.d.]. Disponível em: https://vitat.com.br/como-falar-o-que-sente/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
Considerando o contexto em que se insere o vocábulo "sofrimento" em "Guardar emoções e pensamentos pode causar sofrimento, pois o corpo e a mente precisam de expressão e diálogo", assinale a alternativa em que a substituição proposta preserva o sentido original do texto, sem alteração relevante de valor semântico ou tonalidade discursiva. 
Alternativas
Q3944557 Português
01/02 - Dia do Publicitário

    O profissional da área da comunicação responsável pelo planejamento, criação e execução de campanhas publicitárias e de propaganda chama-se publicitário. O objetivo de uma campanha publicitária é obter lucro para o anunciante, para aumentar as vendas do produto anunciado. É preciso, pois, criar uma imagem do produto e divulgá-la, de modo a despertar o interesse do consumidor, ou seja, fazê-lo desejar o produto. O publicitário conhece as técnicas necessárias para que esse processo tenha êxito e supere a concorrência de outros produtos.
      Até 1965, a profissão de publicitário era exercida pelos jornalistas, os quais, por terem conhecimento e prática na divulgação de mensagens dirigidas às massas, eram os mais requisitados pelos anunciantes para trabalharem a imagem de seus produtos. Em 18 de junho de 1965, foi promulgada a lei n° 4.680, que regulamentou a profissão, em razão de terem surgido cursos superiores na área da Comunicação Social, com especialização em publicidade e duração de quatro anos. Dessa forma, hoje, o publicitário possui ampla formação na área de ciências humanas — psicologia, sociologia e antropologia — e em matérias específicas como redação publicitária, linguagem publicitária e criação que complementam os conhecimentos necessários para lidar com o público-alvo de seus futuros clientes.
  Para fiscalizar o exercício da profissão, foi criado em 1980 o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR), organização não governamental que [1] zela pela ética no meio publicitário, impedindo "que [2] a publicidade enganosa ou abusiva cause constrangimento ao consumidor ou a empresas". Qualquer consumidor que [3] se sinta lesado por alguma publicidade pode contatar o CONAR, que [4], mediante um Conselho formado pelos conselheiros da organização, irá analisar a denúncia e ordenar, caso seja pertinente, a retirada do anúncio ou a modificação de seu conteúdo, "com total e plena garantia de direito de defesa aos responsáveis pelo anúncio".
     O campo de atuação do publicitário são as agências de publicidade e propaganda ou as empresas. Nas agências, ele pode se especializar em diversas áreas: na área do atendimento, faz contato com o cliente e leva as instruções deste para a agência executar o trabalho. Na área da criação, desenvolve o anúncio propriamente dito. Pode também optar pela redação publicitária ou pela direção de arte, ou por outras áreas, como a do planejamento, em que avalia pesquisas de mercado e determina a melhor forma de comunicação para o cliente. Na área de mídia, ele determina em quais meios (TV, rádio, cinema, impressos ou internet) e em que periodicidade o anúncio deve ser veiculado.

Fonte: Livro “Datas Comemorativas cívicas e históricas”, Paulinas Editora. - Adaptado.
O texto alude ao dia do publicitário e faz algumas considerações sobre essa carreira. Sobre essa profissão, com base no texto, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3944519 Português
Comportamentos que fazem você afastar pessoas ao seu redor sem notar, segundo a psicologia das relações


A dificuldade de manter conexões duradouras muitas vezes resulta de hábitos inconscientes que prejudicam a percepção de proximidade e confiança mútua. Compreender os mecanismos da psicologia das relações interpessoais permite identificar falhas na comunicação e nos vínculos afetivos. Este conhecimento é essencial para quem busca fortalecer laços sociais e evitar o isolamento emocional provocado por condutas prejudiciais recorrentes e comuns.

O desenvolvimento de uma maior segurança interna permite que a pessoa se sinta confortável em demonstrar vulnerabilidade sem medo de rejeição. Equilibrar a autonomia pessoal com a necessidade de conexão é o segredo para relacionamentos saudáveis. Reconhecer as próprias inclinações emocionais ajuda a mitigar reações automáticas que protegem o ego, mas isolam o indivíduo do saudável convívio social e humano.



SILVA, Patrick. Comportamentos que fazem você afastar pessoas ao seu redor sem notar, segundo a psicologia das relações. Correio Braziliense, 15 fev. 2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz em-voce-afastar-pessoas-ao-seu-redor-sem-notar-segundo-a-psicologi a-das-relacoes/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
Considerando as ideias explicitadas e implicitadas no texto, assinale a alternativa que expressa corretamente a tese central defendida pelo autor.
Alternativas
Q3944504 Português
De acordo com Almeida (2020), a vestimenta para o trabalho deve ser profissional. Algumas empresas são menos formais do que outras, mas ainda é mandatório que a roupa esteja de acordo com o cargo e o tipo de companhia. Segundo a autora, de maneira geral, em empresas formais quanto a trajes existe o chamado _____________ (código de vestimenta). Os profissionais precisam estar atentos a esse “código” para não causar algum desconforto.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Alternativas
Q3944329 Português
Um estudo conduzido por pesquisadores do Laboratório Nacional de Biorrenováveis aponta que o Brasil possui cerca de 100 milhões de hectares de terras de pastagens degradadas, das quais aproximadamente 36 milhões de hectares poderiam ser utilizadas para expandir o cultivo de cana-deaçúcar, milho e soja voltados à produção de bioenergia, sem comprometer áreas de preservação ambiental. De acordo com as conclusões do estudo, o aproveitamento dessas áreas:
Alternativas
Q3944303 Português
MOSQUITOS: OS ANIMAIS MAIS PERIGOSOS DO MUNDO


    Tudo começou em um dia de junho de 2007, com febre súbita e vômitos intensos. David Hancock conta que deveria ter ido imediatamente ao hospital, mas achou que se tratava de alguma pequena infecção. Mesmo assim, tinha a sensação de que algo estava errado, não parecia se tratar de uma gripe.

    E realmente algo grave estava por vir. Levou dez dias para que o homem de 49 anos fosse diagnosticado. Neste tempo, ele entrou em coma, seu coração parou várias vezes, seus pulmões se encheram de líquido e seu cérebro inflamou. “Eu estava com um pé em outro mundo, podemos dizer”, conta David.

    Finalmente, os médicos conseguiram chegar a um diagnóstico definitivo: David havia sido infectado pelo vírus do Nilo Ocidental. Tudo por causa de uma simples picada de mosquito, bem em frente à sua casa em Glendale, uma cidade próxima a Phoenix, nos Estados Unidos.

    Diferentemente da malária, da dengue, da febre amarela e do Zika, o vírus do Nilo Ocidental não é transmitido por uma espécie de mosquito invasora, como o Aedes aegypti, mas principalmente pelo gênero Culex (pernilongo), nativo do hemisfério norte.

    O vírus do Nilo Ocidental, no entanto, é originalmente tropical. Foi descrito pela primeira vez em 1937 na região do Nilo Ocidental, no norte de Uganda, e recebeu esse nome por causa do local onde foi encontrado. Ele se multiplica especialmente bem em aves. Graças a elas, conseguiu deixar a África – aves migratórias levaram o vírus para a Europa e para os EUA. Em 1999, foi registrado pela primeira vez nos Estados Unidos. Hoje, é a principal causa de doenças transmitidas por mosquitos no país.

    Isso porque o vírus tropical encontrou o Culex pipiens, o mosquito comum. Nativo da Europa e da América do Norte, ele é um vetor particularmente eficiente para o vírus do Nilo Ocidental: quando pica uma ave infectada, absorve o vírus e o transmite para outra vítima – que pode ser outra ave, um cavalo ou uma pessoa, como foi o caso de David.

    Embora a infecção geralmente passe despercebida e sem sintomas, nos EUA cerca de 1.300 pessoas por ano desenvolvem formas graves da doença e 130 morrem. Em 18 de junho de 2007, David não teve somente febre e vômitos. Ele também não conseguia engolir. Sua esposa, Teri, o levou diretamente ao hospital. Um erro. 

    “Deveríamos ter chamado uma ambulância, assim eu teria prioridade na triagem. Em vez disso, esperamos horas na emergência, o que quase custou a minha vida”, explica David. Teri precisou voltar para casa para alimentar o cachorro. Quando voltou, descobriu que o coração de David já havia parado duas vezes, e que ele estava na UTI, com ventilação mecânica. A febre era tão alta que o quarto foi resfriado ao máximo. Os médicos achavam que ele morreria a qualquer momento.

    Teri reuniu toda a família. Seus pais, os pais de David e seu irmão Bob, que, é biólogo e, por ironia do destino, pesquisa há décadas o comportamento dos mosquitos. “Quando souberam que David tinha sido infectado pelo vírus do Nilo Ocidental, todos perguntaram: ‘Tem certeza que é o David?’”, conta Bob.

    Afinal, é Bob quem vive cercado de mosquitos e prefere estar no meio do mato estudandoos. “Eu amo meu objeto de estudo. Não pesquiso mosquitos para exterminá-los. Eles me interessam”.

    A história dos dois irmãos mostra o quão diferente podem ser os resultados de uma picada de mosquito: a maioria delas é inofensiva, e só são contabilizados os casos clínicos, “ou seja, quando alguém precisa ir ao médico ou ao hospital”, explica Bob. Ou quando a infecção é fatal. Por isso, a subnotificação de pessoas que são infectadas sem perceber é provavelmente muito alta.

    Ao mesmo tempo, os riscos são reais, assim como as consequências. Teri também ficou traumatizada e ainda chora ao lembrar dos dias em que o marido esteve entre a vida e a morte.

    “Eu teria sido perfeitamente feliz sendo apenas aquele entusiasta de mosquitos, interessado em observar os mosquitos da selva voando por aí e fazendo coisas legais”, diz ele. Mas, desde então, ele se concentrou principalmente na transmissão de doenças por mosquitos. “Eu me tornei o entomologista médico que sou hoje.”

    Em sua profissão, Bob observa atentamente as mudanças nos EUA. Por exemplo, a espécie Aedes levou dez anos para se espalhar do sul da Califórnia até São Francisco. Como bem sabemos no Brasil, esses mosquitos tropicais são potentes transmissores de doenças como dengue, febre amarela e Zika. As mudanças climáticas oferecem condições cada vez melhores para que mosquitos e vírus tropicais sobrevivam e se espalhem em regiões mais ao norte. “Não há razão para pensar que os mosquitos virão, mas as doenças não.”

    David mudou desde 18 de junho de 2007. Quando saiu do coma, não conseguia respirar nem falar sozinho. Estava muito magro e precisou reaprender a andar. Levou nove meses para voltar ao trabalho. Até hoje não consegue engolir sozinho. Teri diz que ele ficou mais introvertido, diferente do homem com quem se casou. Provavelmente devido aos danos que o vírus causou em seu cérebro.

    Mas uma coisa não mudou: David ainda é picado por mosquitos com frequência. A única coisa que ajuda é usar muito repelente. “Odiamos eles profundamente”, dizem David e Teri. Já Bob... “Eu continuo amando os mosquitos. Eles só tentam encontrar alimento e cuidar da prole. Eu poderia odiar os pássaros também, não? Afinal, o mosquito que infectou meu irmão pegou o vírus de um pássaro.”


Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/mosquitos-osanimais-mais-perigosos-do-mundo/a-75114552>. Adaptado. Acesso em 05 de janeiro. 2026.
A mudança na atuação profissional do pesquisador citado decorre principalmente de:
Alternativas
Q3944302 Português
MOSQUITOS: OS ANIMAIS MAIS PERIGOSOS DO MUNDO


    Tudo começou em um dia de junho de 2007, com febre súbita e vômitos intensos. David Hancock conta que deveria ter ido imediatamente ao hospital, mas achou que se tratava de alguma pequena infecção. Mesmo assim, tinha a sensação de que algo estava errado, não parecia se tratar de uma gripe.

    E realmente algo grave estava por vir. Levou dez dias para que o homem de 49 anos fosse diagnosticado. Neste tempo, ele entrou em coma, seu coração parou várias vezes, seus pulmões se encheram de líquido e seu cérebro inflamou. “Eu estava com um pé em outro mundo, podemos dizer”, conta David.

    Finalmente, os médicos conseguiram chegar a um diagnóstico definitivo: David havia sido infectado pelo vírus do Nilo Ocidental. Tudo por causa de uma simples picada de mosquito, bem em frente à sua casa em Glendale, uma cidade próxima a Phoenix, nos Estados Unidos.

    Diferentemente da malária, da dengue, da febre amarela e do Zika, o vírus do Nilo Ocidental não é transmitido por uma espécie de mosquito invasora, como o Aedes aegypti, mas principalmente pelo gênero Culex (pernilongo), nativo do hemisfério norte.

    O vírus do Nilo Ocidental, no entanto, é originalmente tropical. Foi descrito pela primeira vez em 1937 na região do Nilo Ocidental, no norte de Uganda, e recebeu esse nome por causa do local onde foi encontrado. Ele se multiplica especialmente bem em aves. Graças a elas, conseguiu deixar a África – aves migratórias levaram o vírus para a Europa e para os EUA. Em 1999, foi registrado pela primeira vez nos Estados Unidos. Hoje, é a principal causa de doenças transmitidas por mosquitos no país.

    Isso porque o vírus tropical encontrou o Culex pipiens, o mosquito comum. Nativo da Europa e da América do Norte, ele é um vetor particularmente eficiente para o vírus do Nilo Ocidental: quando pica uma ave infectada, absorve o vírus e o transmite para outra vítima – que pode ser outra ave, um cavalo ou uma pessoa, como foi o caso de David.

    Embora a infecção geralmente passe despercebida e sem sintomas, nos EUA cerca de 1.300 pessoas por ano desenvolvem formas graves da doença e 130 morrem. Em 18 de junho de 2007, David não teve somente febre e vômitos. Ele também não conseguia engolir. Sua esposa, Teri, o levou diretamente ao hospital. Um erro. 

    “Deveríamos ter chamado uma ambulância, assim eu teria prioridade na triagem. Em vez disso, esperamos horas na emergência, o que quase custou a minha vida”, explica David. Teri precisou voltar para casa para alimentar o cachorro. Quando voltou, descobriu que o coração de David já havia parado duas vezes, e que ele estava na UTI, com ventilação mecânica. A febre era tão alta que o quarto foi resfriado ao máximo. Os médicos achavam que ele morreria a qualquer momento.

    Teri reuniu toda a família. Seus pais, os pais de David e seu irmão Bob, que, é biólogo e, por ironia do destino, pesquisa há décadas o comportamento dos mosquitos. “Quando souberam que David tinha sido infectado pelo vírus do Nilo Ocidental, todos perguntaram: ‘Tem certeza que é o David?’”, conta Bob.

    Afinal, é Bob quem vive cercado de mosquitos e prefere estar no meio do mato estudandoos. “Eu amo meu objeto de estudo. Não pesquiso mosquitos para exterminá-los. Eles me interessam”.

    A história dos dois irmãos mostra o quão diferente podem ser os resultados de uma picada de mosquito: a maioria delas é inofensiva, e só são contabilizados os casos clínicos, “ou seja, quando alguém precisa ir ao médico ou ao hospital”, explica Bob. Ou quando a infecção é fatal. Por isso, a subnotificação de pessoas que são infectadas sem perceber é provavelmente muito alta.

    Ao mesmo tempo, os riscos são reais, assim como as consequências. Teri também ficou traumatizada e ainda chora ao lembrar dos dias em que o marido esteve entre a vida e a morte.

    “Eu teria sido perfeitamente feliz sendo apenas aquele entusiasta de mosquitos, interessado em observar os mosquitos da selva voando por aí e fazendo coisas legais”, diz ele. Mas, desde então, ele se concentrou principalmente na transmissão de doenças por mosquitos. “Eu me tornei o entomologista médico que sou hoje.”

    Em sua profissão, Bob observa atentamente as mudanças nos EUA. Por exemplo, a espécie Aedes levou dez anos para se espalhar do sul da Califórnia até São Francisco. Como bem sabemos no Brasil, esses mosquitos tropicais são potentes transmissores de doenças como dengue, febre amarela e Zika. As mudanças climáticas oferecem condições cada vez melhores para que mosquitos e vírus tropicais sobrevivam e se espalhem em regiões mais ao norte. “Não há razão para pensar que os mosquitos virão, mas as doenças não.”

    David mudou desde 18 de junho de 2007. Quando saiu do coma, não conseguia respirar nem falar sozinho. Estava muito magro e precisou reaprender a andar. Levou nove meses para voltar ao trabalho. Até hoje não consegue engolir sozinho. Teri diz que ele ficou mais introvertido, diferente do homem com quem se casou. Provavelmente devido aos danos que o vírus causou em seu cérebro.

    Mas uma coisa não mudou: David ainda é picado por mosquitos com frequência. A única coisa que ajuda é usar muito repelente. “Odiamos eles profundamente”, dizem David e Teri. Já Bob... “Eu continuo amando os mosquitos. Eles só tentam encontrar alimento e cuidar da prole. Eu poderia odiar os pássaros também, não? Afinal, o mosquito que infectou meu irmão pegou o vírus de um pássaro.”


Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/mosquitos-osanimais-mais-perigosos-do-mundo/a-75114552>. Adaptado. Acesso em 05 de janeiro. 2026.
O conceito de subnotificação é apresentado no texto para indicar que:
Alternativas
Respostas
2181: E
2182: C
2183: A
2184: D
2185: B
2186: B
2187: D
2188: D
2189: C
2190: D
2191: D
2192: E
2193: D
2194: D
2195: A
2196: D
2197: C
2198: B
2199: C
2200: C