Questões de Concurso
Comentadas sobre grafia e emprego de iniciais maiúsculas em português
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Analise cada enunciado abaixo, preenchendo os parênteses com C ou E conforme cada um esteja certo ou errado, respectivamente, em relação à grafia das palavras. A seguir, assinale a sequência correta obtida.
( ) Espero que vocês viajem tranquilamente.
( ) Tudo correu bem, com excessão do último ato da peça.
( ) Tudo foi tratado de forma exarcebada.
( ) Dizem que o aumento de trabalhos foi excessivo no último ano.
( ) Nesse ínterim, peço que reveja o meu caso.
Leia o excerto que segue e complete as lacunas:
"Quando __________, e depois ____________, fui ____________ em muitas coisas. Em sentir um ambiente, por exemplo, em aprender a atmosfera íntima de uma pessoa."
(Clarice Lispector, Aprendendo a viver. Editora Rocco: 2004, p. 25.)
Observando a ortografia das palavras, assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do excerto:
Identifique a alternativa em que os vocábulos devem ser preenchidos com 's', tal qual 'persistente'.
Identifique a alternativa em que todos os vocábulos estão grafados corretamente com 'j', assim como ocorre com o vocábulo 'jovem'.
Nas alternativas a seguir, os vocábulos estão corretamente grafados com 'ch', assim como o vocábulo 'macho' presente no trecho acima. Identifique a única em que o vocábulo está grafado incorretamente com 'ch'.
Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha, certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora. Talvez não fosse um menino de família, mas também não era um menino de rua. É assim que a gente divide. Menino de família é aquele bem-vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o dele for roubado por um menino de rua. Menino de rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é pivete, trombadinha, ladrão. (...)
Na verdade, não existem meninos de rua. Existem meninos na rua. E toda vez que um menino está na rua é porque alguém o botou lá. Os meninos não vão sozinhos aos lugares. Assim como são postos no mundo, durante muitos anos também são postos onde quer que estejam. Resta ver quem os põe na rua. E por quê.
Quem leva nossas crianças ao abandono? Quando dizemos "crianças abandonadas" subentendemos que foram abandonadas pela família, pelos pais. E, embora penalizados, circunscrevemos o problema ao âmbito familiar, de uma família gigantesca e generalizada, à qual não pertencemos e com a qual não queremos nos meter. Apaziguamos assim nossa consciência, enquanto tratamos, isso sim, de cuidar amorosamente de nossos próprios filhos, aqueles que nos pertencem.
(COLASANTI, Marina. A casa das palavras. São Paulo: Ática, 2002.)
Observe as frases:
I. “é porque alguém o botou lá”.
II. “E por quê”.
A grafia dos elementos destacados difere, pois são, respectivamente,
Quando alguém me procura para cuidar da sua questão de saúde mental, há três pontos em que presto especial atenção: se a pessoa pratica alguma atividade física (qualquer uma), como está a qualidade do sono dela e se ela tem amigos. Esses são os três indicadores, na minha opinião, de se algo vai bem ou mal com aquele paciente. Um número _____________ de pessoas com problemas de saúde mental me relata não ter amigos, apenas conhecidos. A verdade é que a amizade não é apenas um conforto social; é um pilar imprescindível de nossa saúde mental e nosso bem-estar.
Inúmeras pesquisas vêm demonstrando isso ao longo dos anos. As evidências são claras: ter amigos aumenta a nossa satisfação com a vida e tem sido associado a menores chances de uma pessoa sofrer de depressão e ansiedade. Mais do que isso, a amizade comprovadamente aumenta a longevidade. Embora a relação não seja direta, estudos demonstram que a amizade diminui a probabilidade de uma pessoa morrer de todas as causas possíveis, entre elas, de uma doença crônica e de problemas cardíacos.
Além disso, amigos nos mantêm mentalmente ativos e, muitas vezes, fisicamente ativos. Basta ver como ter um amigo companheiro de atividade esportiva ajuda a nos mantermos engajados nos treinos.
Para além do impacto positivo na saúde física e
mental, a amizade é um indicador importante de felicidade e
de bem-estar. Curiosamente, algumas pesquisas revelam
inclusive que ter amigos é ainda mais significativo na terceira
idade. Relacionar-se com amigos nessa fase da vida, mostrou
um estudo americano, traz mais efeitos positivos do que os
próprios relacionamentos familiares.
Amigos são aqueles que agem como o “grilo falante” do Pinóquio: nem sempre falam algo que queremos ouvir, mas estão ali para orientar, aconselhar e servir como ___________ moral em momentos de dúvida. Por fim, as amizades podem desempenhar um papel crucial na recuperação de problemas de saúde mental e, principalmente, ajudar quem está sofrendo a superar a sensação de isolamento que muitas vezes acompanha um diagnóstico psiquiátrico.
Fonte: Revista Forbes. Adaptado.
“A arte brasileira da conversa não é de __________ aprendizado. Como toda arte, exige antes de mais nada uma verdadeira __________. E essa vocação se aprimora ao longo do caminho que vai da __________ à __________. Como em toda arte. (...)”.
(SABINO, Fernando. Deixa o Alfredo falar! Rio de Janeiro: Record, 1976, p. 28-32.)
Em cada frase a seguir, há uma palavra sublinhada.
Assinale a alternativa que indica a frase em que essa palavra está grafada corretamente.
Analise as assertivas quanto à ortografia das palavras em destaque:
I.Um espaço cultural dever estar a serviço da comunidade, senão é um descumprimento de sua função.
II.A história nos ensina que é muito difícil, se não impossível coletivamente sem um sistema democrático.
III.Que tem isso? Você exagera demais em seus ulgamentos.
IV.Vírgulas de mais atrapalham a fluidez do texto.
Está correta a grafia das palavras destacadas em: