Questões de Concurso Comentadas sobre grafia e emprego de iniciais maiúsculas em português

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Q1293298 Português

Para o meu coração

Pablo Neruda


  Para meu coração basta teu peito           

 para tua liberdade bastam minhas asas.

     Desde minha boca chegará até o céu        

o que estava dormindo sobre tua alma.

(...)                                                          

  Acolhedora como um velho caminho.    

 Te povoa ecos e vozes nostálgicas.      

       eu despertei e às vezes emigram e fogem

pássaros que dormiam em tua alma. 

“Coração” é grafado com Ç, bem como
Alternativas
Q1172823 Português
A alternativa em que NÃO há erro de grafia nem de acentuação é:
Alternativas
Q1146253 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente.
Alternativas
Q1145221 Português
Assinale a alternativa onde todas as palavras estão grafadas corretamente:
Alternativas
Q1142726 Português

Em relação ao padrão ortográfico vigente da língua portuguesa, considere as seguintes sentenças:


1. Mariana não pôde por na poupança o dinheiro que recebeu de casamento.

2. O voo que trouxe os passageiros de Londres a São Paulo sofreu um atraso de 2 horas.

3. A matéria-prima usada para fazer o bolo foi importada da Itália.

4. A microrregião da Chapada dos Veadeiros possui 21.337,58 km2 de área total e 62.656 habitantes (2,94 de densidade populacional), distribuídos em 8 municípios.

5. A Educação a Distância é uma forma de ensino que possibilita a auto-aprendizagem.


Segue(m) as normas da nova ortografia a(s) sentença(s):

Alternativas
Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: IBGE Prova: IBADE - 2020 - IBGE - Recenseador |
Q1140098 Português

Léia o texto a seguir e responda ao que se pede.



Texto 1


                                                        Água


A água é um recurso natural abundante essencial para a existência de vida na Terra. O planeta Terra é constituído por uma extensa massa de água, correspondendo ao que conhecemos como hidrosfera. Além de estar presente na composição do planeta, a água também compõe parte do nosso corpo, permitindo-nos pensar que falar de água é falar de sobrevivência. Essa substância é utilizada em atividades essenciais ao ser humano, como a produção agrícola, e também usada como solvente universal.

       A água era considerada um recurso inesgotável. Contudo, desde que foi considerado um símbolo de riqueza, por ter sido transformada em uma mercadoria, passou também a ser sinônimo de conflito. O mau uso, o desperdício, sua distribuição, bem como sua ocorrência são responsáveis por criar conflitos em diversas regiões do mundo. A preocupação com a disponibilidade de água é pauta frequente nas discussões ambientais e geopolíticas.

Água no Brasil

     O Brasil é um país abundante em recursos hídricos, representando cerca de 12% do total mundial. Contudo, sua distribuição não é uniforme no território. Segundo a Agência Nacional das Águas (ANA), a água doce é distribuída nas regiões brasileiras da seguinte maneira: Região Norte corresponde a 68% dos recursos hídricos; Região Centro-Oeste corresponde a 16% dos recursos hídricos; Região Sul corresponde a 7% dos recursos hídricos; Região Sudeste corresponde a 6% dos recursos hídricos e Região Nordeste corresponde a 3% dos recursos hídricos.

    Quanto à Distribuição de água no Brasil, há um contraste visível em relação à distribuição populacional. A Região Norte, que detém o maior volume de água doce do país, é a região com menor densidade demográfica, ou seja, é uma das regiões menos povoadas, contando com apenas 7% da população. Já a Região Sudeste, a mais povoada do país com cerca de 42,63% da população, conta com apenas 6% da disponibilidade de recursos hídricos.

      No que tange ao desperdício de água, o Brasil, segundo o Ministério do Meio Ambiente, desperdiça entre 20% a 60% da água destinada ao consumo ao longo da distribuição. Os hábitos dos brasileiros também não favorecem a economia de água, já que boa parte dessa substância é desperdiçada seja em uso pessoal ou atividades de limpeza.



(Texto adaptado de

https://brasilescola.uol.com.br/geografia/agua.htm, acesso em

janeiro de 2020).





Texto 2 


Planeta Água

Água que nasce na fonte serena do mundo

E que abre um profundo grotão

Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão

Águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão

Águas que banham aldeias e matam a sede da população

Águas que caem das pedras no véu das cascatas, ronco de trovão

E depois dormem tranquilas no leito dos lagos, no leito dos lagos


Água dos igarapés, onde Iara, a mãe d'água é misteriosa canção

Água que o sol evapora, pro céu vai embora, virar nuvem de algodão

Gotas de água da chuva, alegre arco-íris sobre a plantação

Gotas de água da chuva, tão tristes, são lágrimas na inundação

Águas que movem moinhos são as mesmas águas que encharcam o chão

E sempre voltam humildes pro fundo da terra, pro fundo da terra


Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra, planeta água


Água que nasce na fonte serena do mundo

E que abre um profundo grotão

Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão

Águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão

Águas que banham aldeias e matam a sede da população

Águas que movem moinhos são as mesmas águas que encharcam o chão

E sempre voltam humildes pro fundo da terra, pro fundo da terra

Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra, planeta água

Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra planeta água.


Guilherme Arantes

(Fonte: https://www.letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/, acesso em janeiro de 2020.)



Destaca-se no fragmento: “Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão” um vocábulo grafado devidamente com “ch”, o que também se verifica na alternativa:
Alternativas
Q1140035 Português

    Texto 1

               Refugiados climáticos: uma realidade brasileira


      Compreender os processos migratórios no Brasil tem sido objeto de pesquisadores da área ambiental, especialmente de mudanças climáticas, nos últimos anos. O que antes era praticamente creditado a questões estritamente socioeconômicas, hoje já tem uma análise mais aprofundada. Os deslocamentos humanos ou processos migratórios ambientais têm ganhado uma atenção especial. Um contingente da população já é definido como migrantes, deslocados ou refugiados climáticos ou ambientais, um conjunto de terminologias que está sendo construído internacionalmente, pois ainda não há uma definição oficial no direito ambiental. Porém, o que é certo por aqui é que uma significativa parte deles provém da região Nordeste do país. A proposta é que deixem de ser invisibilizados, neste contexto, nas estruturas burocráticas.

      Com este enfoque, o estudo Mudanças no padrão espaço-temporal de secas no nordeste brasileiro, publicado na Atmopsheric Science Letters, no ano passado, revelou que a seca, entre 2012 e 2017, foi a pior em 30 anos e prejudicou a população de 24 milhões de pessoas que vive na região, promovendo milhares de deslocamentos, em especial para a região Sudeste, algo que já ocorria em determinados períodos, desde a década de 1990. As secas anteriores também analisadas aconteceram entre 1982- 1983, 1992-1993 e 1997-1998. O trabalho foi realizado por pesquisadores do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e de outras instituições, sob coordenação da pesquisadora Ana Paula Cunha.

      Segundo os cientistas, alguns dos aspectos a serem considerados no processo da seca severa é a interferência do El Niño (em grande parte das ocorrências), que contribuiu para o aquecimento do oceano Pacífico Equatorial e fez com que as nuvens de chuva se dirigissem para longe do Nordeste e do continente. Mais uma causa associada é atribuída ao aquecimento do Oceano Atlântico no Hemisfério Norte do planeta, o mesmo fenômeno que tem motivado o aumento de registro de furacões, entre outras.

      O levantamento alerta que a combinação de alta variabilidade espacial e temporal das chuvas, falta de irrigação, degradação da terra devido ao manejo inadequado do solo e a pobreza em larga escala nas áreas rurais tornam a região uma das áreas mais vulneráveis do mundo aos impactos das mudanças climáticas. 

      Segundo a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), desde o ano de 2009, estima-se que a cada segundo uma pessoa é deslocada em razão de um desastre ambiental. Em 2018, foram 17 milhões de novos deslocamentos relativos a desastres naturais e às mudanças climáticas, no planeta, de acordo com o Centro de Monitoramento de Deslocados Internos, que fica em Genebra. Nas próximas três décadas, o alerta é ainda maior. Segundo o Banco Mundial, a mudança climática deverá expulsar 140 milhões pessoas de suas casas. Todos estes dados reforçam que não é mais possível desconsiderar esta questão nas agendas das políticas públicas dos países e do próprio direito internacional.


(Texto adaptado de :

https://envolverde.cartacapital.com.br/refugiados-climaticos-uma-realidade-brasileira/)







                  

No trecho: “O que antes era praticamente creditado a questões estritamente socioeconômicas, hoje já tem uma análise mais aprofundada.”, a forma destacada está grafada corretamente como a palavra a seguir:
Alternativas
Q1135681 Português
Está gramaticalmente correta a redação do livre comentário que se encontra em:
Alternativas
Q1133957 Português
Quanto às regras de ortografia, assinale a alternativa em que há uma palavra grafada incorretamente.
Alternativas
Q2711430 Português

Assinale a alternativa que contém as palavras escritas corretamente, de acordo com a norma culta de ortografia:

Alternativas
Q2699832 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


A era da indiferença


  1. Quão valiosos somos para as outras pessoas? Não digo qualquer pessoa, mas para aquelas
  2. que dizem se importar conosco. Quão importantes de fato somos para elas? Tenho me pegado
  3. pensando constantemente nisso e por mais que você tenha uma visão esperançosa em relação
  4. ao homem, parece-me que realmente vivemos na era da indiferença.
  5. A vida contemporânea exige muito de nós, isso é algo sabido por todos. No entanto, isso
  6. não justifica o modo como agimos uns com os outros. As relações são meramente questões de
  7. conveniência, é uma troca de fardos no mercado da personalidade, de tal maneira que apenas
  8. me aproximo de determinada pessoa e mantenho uma relação com ela se houver algo dela que
  9. possa usar. Ou seja, as relações humanas seguem lógicas comerciais e, assim, todos nos
  10. tornamos mercadorias.
  11. Obviamente, não estou querendo dizer que devemos nos submeter a relações degradantes,
  12. que apenas usurpam nossas forças ou que não devemos esperar reciprocidade ao se envolver
  13. com alguém. Mas, ao implementarmos uma lógica comercial às relações humanas, deixamos
  14. __ considerar totalmente as nuances e complexidades que formam o ser humano.
  15. Isto é, ninguém está bem o tempo inteiro, tampouco possui uma constante na vida. Todos
  16. nós temos nossos dias ruins, passamos por problemas e atravessamos os nossos períodos de
  17. crise, de modo que, ao doutrinar as relações humanas à cartilha comercial, os pontos baixos da
  18. vida de um indivíduo são desconsiderados, o que implica automaticamente a descartabilidade
  19. daqueles que sucumbem às suas fraquezas.
  20. Sendo assim, somos tão somente importantes e amados na medida em que temos um
  21. sorriso no rosto, uma história engraçada para contar e somos úteis de algum modo. Em outras
  22. palavras, somos queridos apenas nos nossos bons momentos, quando estamos no auge e tudo
  23. parece dar certo. Entretanto, como disse, a vida não é uma constante, de maneira que
  24. inevitavelmente passaremos por momentos ruins, em que tudo dá errado e nós perdemos a
  25. esperança.
  26. Nesses instantes, percebemos as fragilidades dos laços humanos e a nossa indiferença, a
  27. nossa incapacidade de se colocar no lugar do outro e buscar entender o porquê do sofrimento,
  28. da angústia, da insônia, do medo e da lágrima oculta no olhar, porque quando uma relação é
  29. construída com laços fortes, lutamos contra o egoísmo para poder sentir a dor que aflige e
  30. esmaga o peito de quem sofre. Quando uma relação é mais do que uma ação na bolsa de
  31. valores do amor líquido, temos empatia e esta não é ver uma pessoa triste e fazer coisas para
  32. que ela finja estar feliz. É ver uma pessoa triste e ser capaz de ajudá-la a chorar.
  33. Os nossos tempos estão carentes de pessoas corajosas o bastante para abraçar alguém e
  34. dizer que o ama enquanto as lágrimas se precipitam e anunciam uma torrente de dor em
  35. forma de choro intercalada com soluços. Por outro lado, o mundo está repleto de pessoas que
  36. abraçam e riem junto com você, mas, tão somente enquanto você também estiver com um
  37. sorriso no rosto. Pessoas que descartam as outras com imensa facilidade quando outras
  38. pessoas acenam com possibilidades melhores e sorrisos mais audaciozos. Tudo isso é uma
  39. pena, porque, no fim das contas, todos nós precisamos de alguém que nos ajude a chorar, já
  40. que só lágrimas de compaixão podem limpar a alma da indiferença.


Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/era-daindiferenca/. Acesso em 14 mar. 2019.

Assinale a alternativa que contém uma palavra retirada do texto grafada INCORRETAMENTE.

Alternativas
Q2698447 Português

Leia o texto para responder as questões.


Empresários sem marca

Por Lucas Amorim


As pequenas empresas brasileiras ainda não enxergam

o registro de marcas e patentes como prioridade para os

negócios. Uma pesquisa com 4000 micro e pequenos

empresários encomendada pelo Sebrae indica que só 19%

deles registraram a marca da empresa no Instituto Nacional da

Propriedade Industrial, órgão responsável pela certidão. O

documento é necessário para garantir a exclusividade do nome

da marca. Entre os empresários que não fizeram o registro, a

maioria diz que nunca precisou (52%), nunca pensou na

questão (37%), não sabia que precisava registrar (25%) ou não

sabia como fazer (24%). Já para 14% o problema são os

custos.


Disponível em Revista Exame – Sessão Primeiro Lugar –

Edição 1177 – 23/1/2018 – ano 53 – nº 1

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra com a mesma regra ortográfica que PESQUISA.

Alternativas
Q2697179 Português

A ortografa se caracteriza por estabelecer padrões para escrita das palavras. Assinale a alternativa em que todas as palavras estejam escritas corretamente.

Alternativas
Q2696567 Português

Leia o texto abaixo e depois marque a alternativa que o completa corretamente:


“Uma ________ britânica mostrou que a exposição de crianças à _______ não deve ser encarada como algo normal

Os cientistas explicam que em alguns momentos a limpeza excessiva é importante, como na hora das refeições

_______ ter o contato com o chão também é importante para a criança desenvolver imunidade, e isso pode ocorrer _____ do sexto mês de vida.”


(https://vivabem.uol.com.br/noticias/redacao/2019/06/25/mante r-a-casa-limpa-demais-nao-e-ruim-para-imunidade-dascriancas-entenda.htm)

Alternativas
Q2695172 Português

Assinale a alternativa em que ambas as palavras estão incorretamente escritas:

Alternativas
Ano: 2019 Banca: FAU Órgão: IF-PR Prova: FAU - 2019 - IF-PR - Assistente em Administração |
Q2692530 Português

Maria Thereza, a primeira-dama desnuda


Maria Thereza Goulart foi considerada a mais bela e jovem primeira-dama do mundo. No tempo em que residiu no Palácio da Alvorada com os filhos Denize e João Vicente, entre setembro de 1961 e março de 1964, sua imagem revestiu de encanto o mito do marido, o presidente João Goulart (1918-1976). Atração das festas, mereceu as capas de revistas europeias e uma reportagem especial da “Time”, que a comparou com Jackie Kennedy. Como Jackie, mantinha-se muda. Procurou calar pelo resto da vida, ao ser levada ao exílio, à viuvez e à volta traumática ao Brasil.

O desinteresse da imprensa pelo que pensava e seus projetos lhe provocou a revolta. Hoje com 81 ou 83 anos (não revela idade), faz revelações ao jornalista Wagner William. O resultado é “Uma mulher vestida de silêncio”, volume de 644 páginas lançado pela editora Record. Durante 14 anos, as conversas resultaram em 80 horas de gravação, complementadas com pesquisas em arquivos e jornais, além de diários e cartas.

Entre os fatos inéditos destacam-se pensamentos e estudos psicológicos de Maria Thereza. Segundo William, além de tímida, sofre síndrome do pânico. O distúrbio a teria induzido a uma tentativa de suicídio na adolescência, “para chamar atenção dos pais”. O período mais feliz da sua vida foi nos anos 1950, quando Jango era vice-presidente e moravam em Copacabana.

Ficou deslumbrada com as festas em sua homenagem, mas se cansou da fama em seguida. (...) No exílio uruguaio, sentiu-se quase tão feliz como na fase de Copacabana e tentou convencer Jango a não voltar para o Brasil. O casal adorava circular pela Europa, caçar, atirar, cavalgar e disputar corridas em carros velozes. “Jango, vamos ter um filho aqui”, suplicou. Ele respondeu com sarcasmo: “Imagina, que coisa ridícula. Como eu posso ter um filho que vai nascer no Uruguai?”.

Mesmo banida do Brasil, teimava em cruzar a fronteira – e era escoltada de volta. Em 1971, passava de Fusca com a prima Terezinha pela cidade de Rio Grande quando a polícia levou-as a um quartel. Lá, uma policial mandou que tirasse a roupa: “A calcinha também? Por quê?” “Porque sim, porque tenho ordens”. Estava certa de que seria torturada, mas foi solta. Nunca contou a Jango, para evitar sua fúria. Desaprovava a obsessão do intrépido marido, que planejava retornar ao Brasil a partir de Paris, mas morreu na Argentina em 6 de dezembro de 1976. A família crê que ele tenha sido envenenado pela CIA. Todos, exceto Maria Thereza.

De volta ao Brasil, repetiu por duas décadas a quem lhe pedia entrevistas: “Vocês vão deturpar o que eu digo”. Viveu com discrição, sem deixar de namorar e frequentar a noite. Queria ser escritora e fotógrafa, mas não deu continuidade aos planos. “Até hoje ela não se sente em casa no Brasil”, afirma William. “Muda sempre de endereço. É como se não reconhecesse mais o lugar em que nasceu.”


Fonte: Luis Antônio Giron. Revista ISTOÉ, 24 de abril de 2019, Ano 42, Nº 2573, página 61.

Tendo como referência as regras de acentuação vigentes, assinale a alternativa que apresente período com palavra acentuada pela mesma regra da palavra em destaque no período: Nunca contou a Jango, para evitar sua fúria:

Alternativas
Q2692219 Português

Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas CORRETAMENTE:

Alternativas
Q2692116 Português

Leia as assertivas abaixo:


I. Eles quiseram que ela fizesse os relatórios.

II. Colocaram todos os pertences dentro do caixote e levaram para a feira.

III. Depois do pedágio, os passageiros puderam descer para ir à lanchonete.

IV. À exceção de seus sobrinhos, ninguém mais quis ajudar na horta comunitária.


Assinale a alternativa que se aplica quanto às normas de ortografia:

Alternativas
Q2692114 Português

Assinale a alternativa que não contenha erros de ortografia:

Alternativas
Q2691733 Português

Para onde vão as palavras

Como se sabe, a palavra durante algum tempo foi obrigada a recuar diante da imagem, e o mundo escrito e impresso diante do falado na tela. Tiras de quadrinhos e livros ilustrados com um mínimo de texto hoje não se destinam mais somente a iniciantes que estão aprendendo a soletrar. De muito mais peso, no entanto, é o recuo da notícia impressa em face da notícia falada e ilustrada. A imprensa, principal veículo da esfera pública no século XIX assim como em boa parte do século XX, dificilmente será capaz de manter sua posição no século XXI.

Mas nada disso pode deter a ascensão quantitativa da literatura. A rigor, eu quase diria que - apesar dos prognósticos pessimistas - o mais importante veículo tradicional da literatura, o livro impresso, sobreviverá sem grande dificuldade, com poucas exceções, como as das enciclopédias, dos dicionários, dos compêndios de informação etc., os queridinhos da internet.

Fonte: HOBSBAWM, Eric. Tempos fraturados. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 29-30. (trecho adaptado)

Assinale a alternativa correta, considerando a grafia das palavras:

Alternativas
Respostas
1621: D
1622: B
1623: A
1624: C
1625: C
1626: C
1627: B
1628: B
1629: D
1630: C
1631: E
1632: A
1633: B
1634: C
1635: B
1636: E
1637: C
1638: A
1639: B
1640: A