Questões de Concurso
Comentadas sobre grafia e emprego de iniciais maiúsculas em português
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De acordo com Cunha e Cintra, a respeito de ortografia, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Para reproduzirmos na escrita as palavras de nossa língua, empregamos um certo número de sinais gráficos chamados letras e acentos gráficos; o conjunto ordenado de letras de que nos servimos para transcrever os sons que representam as ideias denomina-se vocábulo, o qual, hoje constitui-se de 23 letras.
( ) O acento pode ser agudo, grave ou circunflexo. O agudo é empregado para assinalar as vogais tônicas fechadas i e u, e as vogais tônicas abertas e semiabertas a, e e o. O acento grave é empregado para indicar a crase da preposição a com a forma feminina do artigo (a, as) e com os pronomes demonstrativos a(s), aquele(s), aquilo. O circunflexo é empregado para indicar o timbre semifechado das vogais tônicas a, e e o.
( ) O apóstrofo serve para assinalar a inserção de um fonema – geralmente de uma vogal – no texto lírico, em certas pronúncias populares e em palavras compostas ligadas pela preposição de.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Assinale a alternativa correta quanto à ortografia e acentuação gráfica.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do seguinte texto, observando a correta grafia das palavras, crase e concordância verbal.
Vencer a preguiça e resistir ______ tentações______ apenas algumas das exigências para quem quer ter uma vida saudável! Isso exige dedicação e_________ , manifestadas ______ cada dia, capazes de transformar uma nova atividade em um ________.
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
O bebê infrator.
Otto Lara Resende.
Não quer fazer julgamento precipitado nem falar de cadeira, isto é, sentado com todo o conforto e longe da tragédia. Mas me pergunto em que é que mudou esse problema que já nem sei como chamar. Sei que foi massificado com a legião dos meninos de rua. Botar uma etiqueta num problema ajuda a esquecê-lo.
Menor, inicialmente, era menor de idade. Daí apareceu a palavra "demenor" pronunciada "dimenor" pelos próprios meninos. "Sou dimenor" é um prévio perdão.
São cada vez mais precoces, os meninos. Aos 14 anos, um garoto dirige como gente grande. O videogame não tem segredo para uma criança de sete anos. A idade da razão é hoje a idade do computador. Se é assim para os que têm videogame e carro, não é diferente para os que não têm. Ou têm caco de vidro e estilete, faca e pedaço de pau. São também precoces os chamados "despossuídos". Um antigo relatório dos anos 50 falava em "desvalidos". Da sorte acrescentava.
Era o tempo do SAM, uma abjeção. Uma denúncia dramática liquidou a sigla e o respectivo Serviço de Assistência ao Menor. No lugar veio a Funabem. Outra sigla, outra torpeza. Agora é a Febem. Duas sílabas. "Fe" de felicidade e "bem" de bem-estar. Ou de bem aventurança. Era isto, presumo, o que estava na cabeça dos que bolaram o Estatuto da Criança e do Adolescente. Absoluta prioridade para a criança, garante a Constituição.
Aí a gente vê o que vê na televisão. Tatuapé é um filme de horror. Ao vivo e real. O drinque desce redondo, como se diz. E o jantar está na mesa. Ainda bem que é fácil apagar das nossas retinas fatigadas aquele trecho do inferno. Tatuapé mancha, nódoa social, se desmancha. Não será um tatu a pé que vai atrapalhar nossa digestão. Viva o trocadilho. Mais um pouco e um grupo de extermínio é apenas um esportivo grupo de caça. Ao tatu, por exemplo.
Quando a República foi proclamada, há 102 anos já estava no ar o discurso. Podem checar. Uma bela retórica. A república ía alfabetizar e pôr na linha todos os brasileirinhos, livres enfim do atraso. E começou o enxurro de exposição de motivos, discursos, leis e códigos. Hoje é difícil saber o que é maior. Se o papelório ou se o problema. Aí vem a ideia luminosa: por que não baixar a idade? Aos 16 anos, o menor pode, sim, ser responsável.
Criminalmente responsável. Deixa de ser menor. Por que não aos 14 anos? Ou aos sete? Por que não ao nascer? É isto mesmo: todo bebê é um criminoso. E nato!
Folha de São Paulo. 10 abr. 1992. Acervo Instituto Moreira Salles.
É inadequado afirmar sobre o vocábulo "cadeira":
Julgue o item subsequente.
Em “Atingiu o carro por traz”, “Nunca quiz ser um
incômodo” e “A paralização ocorreu inesperadamente”,
não há desvios quanto à grafia de palavras ou expressões
de acordo com o contexto.
Julgue o item subsequente.
Estão inadequadas as grafias dos termos destacados
em: “mau-acostumado”, “mal-humor” e “é um mau
necessário”.
Julgue o item a seguir.
Julgue o item a seguir.
Em “Ela não é uma cirurgiã qualquer, é A cirurgiã!”, o
artigo definido em destaque com letra maiúscula
apresenta valor qualificativo, dando ideia de notoriedade.
Julgue o item subsequente.
Na sentença “Lamentamos sua perca, mas não podemos
ajudar, já que é contra o regularmento”, há dois desvios
quanto à grafia adequada de termos em relação ao
contexto.
Julgue o item subsequente.
Na sentença “Apresentou um relatório suscinto e
discrições consisas”, ocorrem dois desvios de grafia,
considerando o contexto e a norma culta da língua
portuguesa.
Julgue o item que se segue.
Na sentença “Apresentou um relatório suscinto e
discrições consisas”, ocorrem dois desvios de grafia,
considerando o contexto e a norma culta da língua
portuguesa.
(Pepetela. Crónicas Maldispostas, 2015. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
( ) Ele não sabia o que estava fazendo ali, e eu tampouco.
( ) É preciso modificar as regras desse jogo para que seja justo.
( ) A nível de instituição, aquela universidade pública é exemplar.
Meu pai pediu que eu fosse até o ___________ comprar _____________.
• O pneo do carro estava completamente vazio.
• Vou advinhar o que está dentro da caixa.
Quantas palavras possuem erros ortográficos?