Questões de Concurso
Comentadas sobre grafia e emprego de iniciais maiúsculas em português
Foram encontradas 2.459 questões
Julgue o item a seguir.
Segundo a ortografia oficial do português, todas as
palavras derivadas de termos estrangeiros devem manter
a grafia original, independentemente das regras de
adaptação ortográfica. Exemplos são "software", "online"
e "feedback", que não podem ser adaptadas para "sofuer",
"onlaine" ou "fideback".
Julgue o item a seguir.
No português, a acentuação das paroxítonas segue uma regra que determina que todas as palavras paroxítonas terminadas em "r", "n", "l" e "x" devem ser acentuadas. Exemplos incluem "tórax", "fácil", "réptil" e "núvem". Essas terminações exigem o acento para garantir a correta pronúncia.
Julgue o item a seguir.
O acordo ortográfico de 2009 estabelece que a letra "k" deve ser eliminada do alfabeto português, e todas as palavras que a contêm devem ser adaptadas para "c" ou "qu". Por exemplo, "kilo" deve ser escrito como "quilo" e "karaokê" como "caraoquê". Essa mudança foi introduzida para simplificar a ortografia e uniformizar a escrita entre os países lusófonos.
Observe a imagem a seguir.

Os recortes acima apresentam desvios ortográficos na
escrita de crianças. Nos seis exemplos, os desvios ocorrem
motivados pelo seguinte processo fonológico:
I. Aceito seus termos, com um se não: precisaremos de um prazo maior.
II. Se não conseguirmos fazer boas vendas este mês, teremos problemas.
III. Tente chegar cedo, senão não conseguirá um bom lugar.
Estão CORRETOS:
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Os percalços de viver no espaço
TEXTO 2
Continho
Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho, do sertão de Pernambuco. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho imaginando bobagem, quando passou um gordo vigário a cavalo:
— Você aí, menino, para onde vai essa estrada?
— Ela não vai não: nós é que vamos nela.
— Engraçadinho duma figa! Como você se chama?
— Eu não me chamo não: os outros é que me chamam de Zé.
Paulo Mendes Campos. Continho. Em: Carlos Drummond de Andrade e
outros. Crônicas. São Paulo: Ática, 1984. p. 76 (Coleção Para Gostar de
Ler).
Leia o poema abaixo para responder à questão.
“Dizem que Charles Chaplin escreveu este poema, ‘Quando me amei de verdade’, quando tinha 70 anos de idade. Alguns dizem que não é da sua autoria, mas sim uma adaptação livre de um parágrafo que aparece no livro de Kim e Alison McMillen ‘Quando eu me amei de verdade’. Seja como for, este não é o único texto de Chaplin que utiliza argumentos tão bonitos, requintados e enriquecedores sobre o poder e o valor da nossa mente.”
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar correto e no momento preciso. E então, consegui relaxar. Hoje sei que isso tem nome… Autoestima.
Quando me amei de verdade, percebi que a minha angústia e o meu sofrimento emocional não são mais que sinais de que estou a agir contra as minhas próprias verdades. Hoje sei que isso é… Autenticidade.
Quando me amei de verdade, deixei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a perceber que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje sei que isso se chama… Maturidade.
Quando me amei de verdade, compreendi por que é ofensivo forçar uma situação ou uma pessoa só para alcançar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou que a pessoa (talvez eu mesmo) não está preparada. Hoje sei que isso se chama… Respeito.
Quando me amei de verdade, libertei-me de tudo o que não é saudável: pessoas e situações, tudo e qualquer coisa que me empurrasse para baixo. No início a minha razão chamou a essa atitude de egoísmo. Hoje sei que isso se chama… Amor por si mesmo.
Quando me amei de verdade, deixei de me preocupar por não ter tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os megaprojetos do futuro. Hoje faço o que acho correto, o que eu gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é… Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos. Assim descobri a… Humildade. Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora mantenho-me no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. E isso se chama… Plenitude.
Quando me amei de verdade, compreendi que a minha mente pode atormentar-me e decepcionar-me. Mas quando eu a coloco ao serviço do meu coração, é uma aliada valiosa. E isso é… Saber viver!
Disponível em: https://www.linkedin.com/pulse/quando-me-amei-de-verdade-charles-chaplin-fatima-santos-costa/?originalSubdomain=pt. Acesso em: 7
abr.2024.

