Questões de Concurso
Comentadas sobre formação das palavras: composição, derivação, hibridismo, onomatopeia e abreviação em português
Foram encontradas 1.605 questões
I. A derivação parassintética contempla a inclusão do sufixo à palavra primitiva como ocorre, por exemplo, nas palavras: felicidade, beleza e estudante.
II. Na derivação parassintética ocorre a inclusão de um prefixo e de um sufixo à palavra primitiva, de forma simultânea, como se pode observar, por exemplo, nas palavras: entardecer, emagrecer e engaiolar.
Marque a alternativa CORRETA:
I. As palavras derivadas são formadas a partir de outros radicais, como as palavras “pedreiro” e “floricultura”.
II. As palavras primitivas servem como base para a formação de outra e que não foram formadas a partir de outro radical da língua, como as palavras “pedra” e “flor”.
Marque a alternativa CORRETA:
A questão a seguir refere-se ao texto abaixo:


Adaptado de: MORENO, C. Despiorando. Disponível em:
I - despiorar (l. 03) é formada pelo mesmo processo de formação de desmelhorar (l. 52).
II - despiorar (l. 03) é formada pelo mesmo processo de formação de desempobrecer (l. 42).
III - desempobrecido (l. 45-46) é formada pelo mesmo processo de formação de desmelhorador (l. 58).
Quais estão corretas?
Analise as afirmativas a seguir:
I. A derivação parassintética é o processo de formação de palavras pela adjunção simultânea de prefixo e sufixo a um radical, de tal modo que a supressão de um ou de outro resulta necessariamente em um verbo regular existente na língua portuguesa.
II. Os verbos permitem indicar uma ação, um estado ou mesmo um fenômeno da natureza. Na língua portuguesa, os verbos formam uma classe rica em possibilidades flexionais, pois as oposições entre tempos e modos referem-se a muitos tempos verbais.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. No processo de composição por justaposição, a união dos termos ocorre de modo que os radicais não sofrem qualquer alteração em sua estrutura. Um exemplo é o termo “surdomudo”.
II. No processos de composição por aglutinação, a união dos termos ocorre de modo que pelo menos um dos radicais sofre alteração em sua estrutura. Um exemplo é o termo “planalto” (plano alto).
Marque a alternativa CORRETA:
I. Quando estão juntos a um radical, os afixos formam uma palavra. Um exemplo pode ser visto ao compararmos os termos “pedra”, que é uma palavra primitiva, e “pedreira”, que é uma palavra derivada, na qual foi acrescentado o sufixo - eira.
II. A derivação prefixal ocorre com a inclusão de prefixo à palavra primitiva. Alguns exemplos desse tipo de derivação incluem as palavras “infeliz”, “antebraço” e “refazer”.
Marque a alternativa CORRETA:
I. As palavras derivadas têm origem em uma única palavra que já existia como, por exemplo: sangrento (de sangue), mamífero (de mamar) e ambientalista (de ambiente).
II. As palavras primitivas apresentam prefixos ou sufixos significativos, como é possível perceber nos seguintes exemplos: foca, mundo, ambiente e órfão.
III. As palavras compostas formam-se pela união de duas ou mais palavras ou radicais como, por exemplo: quebra-mar, malmequer e pernalta.
Marque a alternativa CORRETA:
Livrando a cara dos morcegos
Pode-se dizer que esta coluna é um desagravo aos morcegos da China e do mundo. A incansável fábrica de bobagens da internet já transformou, a esta altura do campeonato, a famigerada “sopa de morcegos” chinesa na fonte supostamente incontestável do novo coronavírus que tanto nos assombra, e os mamíferos voadores, de fato, são um reservatório importante de entidades virais que às vezes atingem a nossa espécie. Mas uma nova pesquisa indica que não existe nada de essencialmente perigoso nos vírus que esses bichos carregam.
Aliás, as evidências reunidas pelo trabalho, que acaba de sair na revista científica PNAS, sugerem que nenhum grupo de animais pode ser considerado, por si só, um grande vilão das chamadas zoonoses, infecções que surgem em bichos e podem se espalhar para os seres humanos.
O quadro revelado pelo estudo de Nardus Mollentze e Daniel Streicker, pesquisadores da Universidade de Glasgow (Reino Unido), é complexo e cheio de nuances, mas uma de suas principais conclusões é de que existe uma correlação mais ou menos direta entre a diversidade de espécies de um grupo e a diversidade de vírus zoonóticos (ou seja, que podem saltar dos bichos para o Homo sapiens).
Se isso for verdade, o que acontece é que os morcegos parecem ser reservatórios de vírus perigosos simplesmente porque são muito diversificados.
De fato, uma em cada cinco espécies de mamíferos planeta afora pertence à chamada ordem dos quirópteros (em grego, algo como “asas nas mãos”). Além da diversidade, porém, muita gente também postulava outras características intrínsecas dos morcegos como forma de explicar sua aparente periculosidade viral.
Por serem voadores, eles conseguiriam espalhar os vírus que carregam por áreas mais amplas do que outros animais. Diversas espécies, principalmente as da Ásia e da África tropicais, vivem em bandos tão numerosos e aglomerados que a troca de patógenos entre os animais seria bem mais intensa do que o visto entre os demais mamíferos, potencializando a evolução viral.
Por fim, falava-se até em possíveis peculiaridades do sistema imunológico (de defesa contra doenças) dos quirópteros, que poderiam torná-los mais permeáveis a abrigar vírus.
No novo estudo, os pesquisadores de Glasgow solaparam esse edifício de hipóteses ao fazer um mapeamento de mais de 400 vírus zoonóticos e das diferentes ordens (grupos amplos, como os quirópteros) de mamíferos e aves que os abrigam – no caso, oito ordens de mamíferos e três de aves.
Primeiro, os morcegos nem aparecem no topo da lista – juntos, os “líderes” são os cetartiodáctilos (grupo ao qual pertencem os porcos e os bois) e os roedores, os quais, somados, respondem por 50% dos vírus que saltam de animais para humanos.
Mais importante ainda, a correlação entre número de espécies de cada ordem e número de vírus que causam zoonoses está clara em praticamente todos os casos.
Outro ponto crucial: mesmo as ordens mais diversificadas possuem seus vírus “parceiros”, que não são os mesmos em outros animais. Os roedores, por exemplo, carregam muitos hantavírus e arenavírus –os quais, aliás, volta e meia causam mortes no Brasil.
Resumo da ópera? O preço da biossegurança é a eterna vigilância. É essencial continuarmos a estudar a biodiversidade de animais e vírus se quisermos estar preparados para a próxima pandemia. Desmatar menos também não seria má ideia.
Reinaldo José Lopes
(Folha de São Paulo, 19/04/2020)
Com base na frase a seguir, responda à questão.
“A incansável fábrica de bobagens da internet já transformou, a esta altura do campeonato, a famigerada “sopa de morcegos” chinesa na fonte supostamente incontestável do novo coronavírus que tanto nos assombra”
Apalavra “supostamente” é formada pelo seguinte processo:
Analise a oração abaixo:
João tem olhos azul-celeste.
Assinale a alternativa correta em relação ao processo de formação de palavras ocorrido no termo destacado.
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Adaptado de: CORSO, M. A era do homem comum. Disponível em:
<https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mario-corso/noticia/2021/02/a-era-do-homem-comumckl9g83yr0023019w9nhknbxf.html>. Acesso em: 26 nov. 2021.
I - A palavra necessariamente (l. 38) é um advérbio derivado de um adjetivo.
II - A palavra desinformação (l. 48) é um substantivo derivado de um substantivo.
III- A palavra alucinados (l. 49) é um adjetivo derivado de um substantivo.
Quais estão corretas?
No que diz respeito à estrutura e formação das palavras, analise, como falsas (F) ou verdadeiras (V), as afirmativas abaixo:
I. Eufonia significa uma combinação de sons harmônicos e agradáveis aos ouvidos;
II. Composição é “um processo de multiplicação e reaproveitamento de um vocábulo pelo acréscimo de sufixos e prefixos”;
III. As palavras “envelhecer”, “abençoar” e “aterrar” são formadas por meio da derivação parassintética;
IV. Um substantivo é chamado de deverbal quando ele origina um verbo.
Conclui-se, após análise das afirmativas, que a sequência correta é:
Leia o texto a seguir.

Disponível em: https://bityli.com/o1Drl7. Acesso em: 24 out. 2021.
A vírgula utilizada no segundo quadrinho justifica-se para introduzir um(a)
Instrução: A questão refere-se ao texto 1, abaixo.

Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmações a seguir.
( ) A palavra socioeconômicas (l. 06) é formada por composição.
( ) A palavra decrescer (l. 10) é formada por derivação sufixal.
( ) A palavra sistematicamente (l. 10) é formada por derivação parassintética.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

I. Trata-se de palavra oxítona, com acentuação tônica na sílaba –tes.
II. É um substantivo concreto e comum de dois gêneros.
III. A palavra foi formada por composição.
Quais estão corretas?

I. Trata-se de palavra formada por derivação prefixal.
II. A palavra apresenta apenas um dígrafo.
III. A correta divisão silábica da palavra é dada por: so-bre-car-re-gan-do.
Quais estão corretas?


I. Os vocábulos ‘profundamente’ e ‘resolvermos’ são formados por sufixação.
II. Em ‘ilimitado’ ocorrem prefixo e sufixo.
III. A palavra ‘automóveis’ é exemplo de hibridismo, nome dado à formação de palavras com elementos de idiomas diferentes.
Quais estão corretas?
