Questões de Concurso
Sobre flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro) em português
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'Faz' quase um ano que fiz meu primeiro contato com a empresa.
Conjugando o verbo destacado no pretérito mais que perfeito do indicativo, tem-se:
Texto 3
O mundo onde vivemos
Como todos os dias, acordo, arrumo a casa e saio para a rua. Lá, vejo-a suja e tudo muito poluído, nada de verde! Nada de natureza. Olhando aquilo, resolvi tomar uma atitude que achei que poderia ajudar muito a população.
Fui com um cesto de lixo pegando os papéis que estavam no chão. Andei alguns metros, e o cesto logo ficou cheio. Peguei outra sacola de lixo para continuar andando por todo o bairro. Olhando o bairro limpo, até fiquei satisfeito.
Então, resolvi voltar para casa. Chegando lá, pensei por que todo mundo não poderia ser assim: ajudando a viver em um lugar melhor, limpo e feliz?
No dia seguinte, acordei, arrumei a casa e fui para a rua. Lá, vi que todo meu trabalho do dia anterior foi por água abaixo. Notei toda rua suja novamente, até com mais papéis do que no dia anterior.
Aí parei e pensei: o mundo em que vivemos está cada dia mais perdido.
LOPES, Igor da Silva Ramos. O mundo onde vivemos. Disponível em:
<https://www.projetosdeleitura.com.br/livros_completos/As50MelhoresCr
onicasdoLerebomExperimente!Vol.1.pdf>. Acesso em: 24 mar. 2023.
[Adaptado].
Objetos de estimação
Os objetos do outro não devem ser menosprezados. Não se pode julgar pela aparência, pois, muitas vezes, são de estimação. O valor emocional nunca está explícito na etiqueta. Assim, um tênis velho pode ser o mais confortável. Um chinelo indigente talvez represente a liberdade do lar. Não são objetos de valor, como um relógio antigo ou um colar de prata. Mas são objetos quebrados, machucados, sofridos, enferrujados.
O avô de Fabrício, Leônida, por exemplo, entrava em pânico quando não achava a tesourinha de aparar bigode, que tinha desde a época de sua adolescência. Às vezes, ele nem queria a tesourinha para usar na hora, era somente para se certificar de que permanecia no mesmo lugar onde a tinha deixado.
A maior indignação de Leônida foi quando desapareceu o seu pulôver amarelo, que repousava sempre nas costas de uma cadeira. Tamanho o apego, nem corria o risco de colocá-lo para lavar com frequência. Vestia a malha para cortar lenha de manhã. Qualquer um o enxergava de longe, trabalhando com a machadinha no quintal.
Um dia, depois de procurar incansavelmente o pulôver nas gavetas e nos armários, de esculhambar a casa, revirar o quarto, chegou perto da mulher, que estava encerando o piso, e perguntou-lhe se ela não tinha pegado a peça por engano. Ela nem precisou responder. Leônida, arrasado, enxergou o pulôver amarelo nos pés de sua esposa. Havia sido aposentado à força e transformado num pano para lustrar o chão.
(Fabrício Carpinejar. Família é tudo. 4a ed. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2020. Adaptado)
Considere do Texto V para responder a questão.
Há um conteúdo pressuposto no título do texto V que faz referência a uma mudança tanto no mercado editorial, quanto nos sujeitos das histórias. Assinale a alternativa que apresenta em que esse conteúdo fica evidenciado.Considere o Texto II para responder à questão.
No final do primeiro parágrafo, para marcar a
ideia de uma ação que se prolonga no tempo, o
autor reitera a forma composta de um tempo
verbal. Assinale a alternativa correta.
Texto 01 para a questão.
Chegar com alegria ao fim da vida depende de uma série de fatores, mas poucos são mais significativos do que a qualidade das relações humanas que desenvolvemos ao longo da nossa existência.
Um estudo realizado em Harvard mostrou que relacionamentos satisfatórios protegem não só a saúde física mas também o cérebro. As perdas cognitivas foram muito menores entre os participantes que tinham vínculos fortes com a família, os amigos e a comunidade. Ao buscar resposta para uma pergunta complexa – “Aos 50 anos é possível determinar fatores preditivos da boa saúde aos 80? –, os pesquisadores novamente se depararam com as relações humanas. O nível de satisfação nos relacionamentos aos 50 anos era mais decisivo para a saúde do que, por exemplo, as taxas de colesterol. “As pessoas que tinham relações mais felizes aos 50 eram também as mais saudáveis aos 80”, informa Waldinger. No outro extremo, o estudo mostrou que a solidão é tão letal quanto o tabagismo e o alcoolismo.
ARANTES, Ana Claudia Quintana. Pra vida toda valer a pena viver. Sextante. 2021.págs. 56-58. (Adaptado).
“...os PESQUISADORES novamente se depararam com as relações humanas.”
Se o termo destacado em maiúscula estivesse no singular, mantendo-se o tempo verbal, estaria CORRETO o que se indica na alternativa


(_) Ontem nós vimos à reunião. (_) Prezado professor, Vimos por meio desta, agradecer pela sua atenção ao longo de todo este ano. (_) Nós nos vimos semana passada, na saída do teatro.
Assinale a alternativa em que, na reescrita da passagem – Curiosamente, as críticas não eram à versão Disney cujo aniversário se comemorava, mas à personagem em si… (1º parágrafo) –, a forma verbal destacada confere sentido de conjectura ao enunciado.
Leia o poema para responder à questão.
aqui
nesta pedra
alguém sentou
olhando o mar
o mar
não parou
pra ser olhado
foi mar
pra tudo quanto é lado
(Paulo Leminski, Caprichos e relaxos)
No poema, há uma relação entre passado e presente, este marcado pelo emprego do termo
Assinale a alternativa em que o verbo foi empregado CORRETAMENTE, com a mesma função que foi empregado no texto:
Preferiria congelar nos 50, mas deter o tempo como?
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros – texto adaptado
especialmente para esta prova).
"Eu estarei estudando para a prova amanhã.".
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 a seguir para responder à questão que a ele se refere.
Texto 04

Por Heverton Lacerda
